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  3. 13 Sentinels: Aegis Rim will launch for PlayStation 4 and PS Vita in 2018 in Japan, Atlus and VanillaWare announced at the 2017 PlayStation Press Conference in Japan. Watch a new trailer below. Read more at http://gematsu.com/2017/09/13-sentinels-aegis-rim-launches-2018-japan#BAMaFTrIVfOtqEcP.99
  4. Hokuto ga Gotoku will launch for PlayStation 4 on February 22 in Japan, Sega announced at the 2017 PlayStation Press Conference in Japan. Watch a new trailer below. Read more at http://gematsu.com/2017/09/hokuto-ga-gotoku-launches-february-22-japan#bC6ozsubwvLZAIyB.99
  5. no ultimo black friday comprei outro pente de 4 gb da kingston somando 8gb
  6. O PC do meu cunhado foi pra vala, aparentemente a placa mãe foi pro saco, mas tou com preguiça de ir atrás de uma e depois ver se mais algo foi pro saco junto. A fonte está funcionando (Corsair 400W), e tem uma VGA modesta (HD4850 se não me engano), logo estou querendo um conjunto testado, funcionando e não-judiado de mobo-proc-ram pra completar o conjunto. Como possivelmente ele vai querer me passar a perna de alguma forma, estou querendo algo humilde, pra ele jogar qualquer porcaria com essa VGA e não me dar trabalho. Alguém?
  7. Preços de memória podem decolar (mais ainda)

    Então me dei bem, pois recentemente montei um Ryzen 5 1600 com 2 memórias DDR4 HyperX 2400 de 4 GB (8GB no total), sendo que umas das memórias eu ganhei na compra do processador...pretendo adicionar mais memória só pro final de 2018, talvez! Falow!!!
  8. Gostei de um vídeo @YouTube https://t.co/A4ue7stMEV] Destiny 2 | Farmando no segundo personagem

  9. Sim, e até pra mineração é um desperdício, pois faz entre 32 a 34 MHashs no Ethereum, sendo que 2 RX 580 com biosmod fazem 60 Mhashs (30 cada) e custam cada uma, metade do preço da RX Vega 64, e consumindo o mesmo em energia elétrica. Falow!!!
  10. ESSE TÓPICO É PRA LOUVAR DE PÉ

    Aquela coveiradinha pra mostrar um milagre Estou comendo pipoca em pé depois dessa
  11. Islã, a religião do amor e paz

    Olá, Ai, ai... vai, acaba logo, petróleo!
  12. Tópico dos Carros

    Olá, Os Gigantões também entram na lista:
  13. Islã, a religião do amor e paz

    Arábia Saudita proíbe festas de aniversários no país A fatwa, espécie de decreto religioso, gerou diversos comentários nas redes sociais; segundo autoridade religiosa, celebrações podem 'levar as famílias à pobreza' O Estado de S.Paulo 18 Setembro 2017 | 18h47 RIAD - O governo da Arábia Saudita proibiu todos os cidadãos de celebrarem aniversários no país, informou a imprensa local, citando fontes oficiais, nesta segunda-feira, 18. De acordo com a mídia, o anúncio foi feito pelo conselheiro e membro da mais alta instituição religiosa da Arábia Saudita, Abdullah Al-Mutlaq. A proibição, que visa evitar despesas desnecessárias, também é válida para festas de aniversários infantis. Riad, capital e maior cidade da Arábia Saudita Foto: Ali Jarekji/Reuters "As pessoas não têm muito dinheiro para gastar nesse tipo de coisa", disse o religioso, ressaltando que essas "coisas não trazem nenhum benefício e o Islamismo não as promove, o que pode levar as famílias à pobreza". A fatwa, espécie de decreto religioso, gerou diversos comentários nas redes sociais. Algumas pessoas criticaram duramente as autoridades da Arábia Saudita. A medida pareceu, para muitos, exagerada e desnecessária. No entanto, a emissão de fatwas semelhantes a essa é comum em países islâmicos. O islamismo é uma religião regida pelo Alcorão, livro sagrado que contém textos revelados ao profeta Maomé, e que tem Alá como Deus. A proibição saudita às festas de aniversário segue a interpretação rígida do Islã seguida pela conservadora seita Wahhabi e implementada no país. Todas as festas cristãs, e até mesmo algumas muçulmanas, são proibidas pois são consideradas costumes estrangeiros não sancionados pelos sauditas. Apenas as festas muçulmanas de Eid al-Fitr, que marcam o fim do Ramadã, e Eid al-Adha, que conclui a peregrinação anual à Meca, são permitidas no país. / Ansa http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,arabia-saudita-proibe-festas-de-aniversarios-no-pais,70002006438 ------------------------------------- Que beleza
  14. Olá, PT = Perda Total. De onde que esses caras tiraram a idéia de que "SE O PT BOICOTAR A ELEIÇÃO, SAINDO FORA, VAI TER GUERRA CIVIL?" Primeiro: boa parte dos políticos do PT "fugiria" para outros partidos para não "perder a boquinha". Segundo: o povo brasileiro é "calmo" demais pra isso. Simplesmente votariam em outros candidatos. Olha, sabe qual a melhor saída para o PT? É logo ali, a segunda porta à direita. Tchau. Quer vazar, vaze, não fique mandando recadinho. https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2017/09/18/pt-estuda-boicotar-eleicoes-de-2018-se-lula-nao-puder-ser-candidato.htm PT estuda boicotar eleições de 2018 se Lula não puder ser candidato Mariana Sanches - @mariana_sanches Em São Paulo 18/09/201717h24 > Atualizada 18/09/201717h24 Reprodução 13.et.2017 - Lula em discurso realizado em Curitiba, depois de depoimento ao juiz Sergio Moro Pressionado pela constatação de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dificilmente poderá ser candidato a presidente, o PT trabalha com um plano C para as eleições de 2018: o boicote. Nesse caso, além de não disputar a Presidência, um dos maiores partidos brasileiros também não lançaria candidatos ao Senado ou à Câmara dos Deputados e se dedicaria a uma corrida internacional para propalar o que considera mais uma rachadura na democracia do país. "O que estamos denunciando é que o impedimento de Lula seria uma fraude nas eleições. (O boicote) é uma coisa que não está sendo oficialmente discutida ainda, mas vai caminhar para isso se ele for impedido de ser candidato. É um processo que não tem base jurídica", afirmou à BBC Brasil a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann. O ex-presidente já tem uma condenação em primeira instância no âmbito da operação Lava Jato - no processo ele é acusado de receber um tríplex da construtora OAS como forma de propina, o que Lula nega - e viu sua situação jurídica e política se complicar com a confissão do aliado de primeira hora e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci. Se a sentença do juiz Sergio Moro for confirmada em segunda instância - o que mesmo os mais otimistas petistas acreditam que acontecerá - a candidatura de Lula ficará barrada pela Lei da Ficha Limpa. Para setores do PT de correntes como Construindo um Novo Brasil (CNB) e Novo Rumo ouvidos pela BBC Brasil, boicotar as eleições seria uma saída honrosa para o partido, que tem adotado o discurso de vítima de perseguição política pelo Ministério Público e pelo Judiciário brasileiros. A estratégia extrema contaria com a anuência do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, cuja imagem de líder dos princípios petistas tem sido resgatada diante de delações de antigos companheiros, como Palocci. Já Lula assiste às discussões olímpico. Como é de seu feitio, deixa os diferentes aliados defenderem suas posições na arena partidária sem demonstrar preferências até o momento da decisão. "Existem duas hipóteses claras. A primeira é de forçar a candidatura, apelando ao Supremo Tribunal Federal para suspender a decisão da condenação. A segunda hipótese é de boicotar as eleições, sob a justificativa de que não querem deixar o povo decidir. E aí vai ser uma convulsão social, um risco de guerra civil no país", afirma o deputado estadual José Américo (PT-SP). Na teoria política clássica, um dos pilares da democracia é a confiança dos partidos no sistema político eleitoral e na sua possibilidade de chegar ao poder seguindo as regras do jogo. Enquanto parte do PT defende que o partido não mais acredita nisso - daí o boicote, outra ala enxerga a postura dos correligionários como "arrogância". "Acompanho esta discussão e Lula é certamente o meu candidato. Mas esta posição de não ter candidato, boicotando as eleições se Lula não puder concorrer, é o resquício de uma velha arrogância de uma parte do PT, que acha que não existe vida inteligente, de esquerda, fora do nosso partido. O campo democrático de centro esquerda tem candidatos possíveis para nos representar, tanto à esquerda de Lula, como mais ao centro", afirmou à BBC Brasil o ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro, da corrente Mensagem ao Partido. Genro antecipa tensões que devem se impor se o PT levar adiante o plano de tirar o 13 da urna eletrônica no ano que vem. De saída, o partido perderia alguns quadros, atraídos para outras legendas pela possibilidade de se candidatar. Petistas a favor do boicote já começaram a rascunhar uma lista de defecções. O tema é especialmente sensível entre aqueles que são alvos da Lava Jato e buscam na reeleição a manutenção do foro privilegiado. "Alguns parlamentares já ameaçaram sair, mas eles não mandam no partido. Se o partido decidir boicotar, boicota", diz Américo. Para conseguir registrar a própria candidatura na Justiça Eleitoral, o candidato precisa da assinatura da presidência nacional do partido ou de seus diretores regionais. Portanto, se a direção do PT fechar questão sobre o assunto, nenhum político conseguirá fazer o registro sob o número 13. A tese do boicote na rua Embora mantenha o boicote como uma questão aberta, o partido já colocou a tese na rua. Duas frases, repetidas por integrantes do partido, sinalizam a estratégia: "Eleição sem Lula é fraude" e "Eleição sem Lula é golpe". "Temos trabalhado muito as redes sociais com esses slogans", afirma a presidente do PT. O lema tem aparecido ainda nas declarações de quadros do partido. Pouco depois da condenação de Lula, em julho, o presidente do diretório petista em São Paulo e ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, foi um dos primeiros a enunciá-lo: "Processo eleitoral no ano que vem sem Lula candidato não é eleição democrática, é fraude eleitoral", disse. Na semana passada, depois de disparados os petardos de Palocci, foi a vez do deputado federal Paulo Pimenta repetir à BBC Brasil a mesma ideia. "Não aceitaremos de maneira alguma a legitimidade de uma eleição que o Lula não participe", afirmou. A saída pelo Supremo Na estratégia petista, o cenário do boicote serve não só como posicionamento político, mas como instrumento de pressão. O partido já decidiu que irá recorrer ao Supremo para liberar Lula a concorrer em caso de condenação em segunda instância - o petista está disposto a fazer boa parte da campanha sub júdice. Para ganhar no Supremo, o PT conta com três elementos a seu favor: o primeiro, o cenário caótico ao qual o boicote poderia levar o país - aspecto que os ministros certamente gostariam de evitar. O segundo, a tese defendida por Gilmar Mendes no julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral, em junho. Na ocasião, Gilmar afirmou que os juízes não devem brincar de "aprendizes de feiticeiros" ao votar contra a cassação do mandato do presidente Michel Temer. "A Constituição valoriza a soberania popular, a despeito dos valores das nossas decisões. Mas é muito relevante", disse. Para petistas, raciocínio semelhante se aplicaria à candidatura Lula, que desponta na primeira posição da preferência de eleitores em pesquisas de opinião recentes. Por fim, o PT confia no bom trânsito de Lula com os mais diversos ministros da corte: a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, fez questão de convidar Lula para sua posse no cargo, há um ano, quando o ex-presidente já era investigado no âmbito da Lava Jato. E o próprio Gilmar Mendes ligou para Lula para prestar condolências quando da morte da ex-primeira dama Marisa Letícia, em um diálogo emotivo. "No fundo, o boicote é um movimento para jogar mais responsabilidade e pressão sobre a direita, os empresários e o próprio Judiciário quanto à instabilidade que a interdição do Lula pode causar", resume um dos estrategistas petistas no Congresso. Questionada sobre a interpretação, a senadora Gleisi Hoffmann nega que se trate apenas de chantagem, mas reconhece o poder de causar tensão de uma eventual retirada do PT do próximo pleito: "Não é colocar a faca no pescoço dos ministros nem de ninguém, mas (a intenção) é alertá-los sobre a gravidade dessa situação para a democracia brasileira. É algo que nos questiona como país democrático, como economia, internacionalmente é péssimo." Plano B para perder a eleição? Petistas afirmam ainda que a ideia do boicote pode servir para "conter precipitações do ponto de vista de disputas internas" ou evitar um novo "dedaço" de Lula, que poderia impor ao partido um substituto, como fez com Dilma Rousseff, trauma do qual o PT ainda não se recuperou. As movimentações de quadros como o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que tem viajado o Brasil e dado entrevistas, irritou setores do PT. Também causou ciúme o burburinho em torno do nome do ex-governador da Bahia Jaques Wagner. A ideia do boicote serviria para sedimentar definitivamente a ideia de que não existe um plano B ao nome de Lula para o partido. "Não temos plano B. Plano B para quê? Haddad? Jaques Wagner? Plano B é para perder a eleição? Nosso nome competitivo é o Lula e é com ele que vamos para a eleição", diz Gleisi exaltada após ser questionada pela BBC Brasil sobre a possibilidade de outro cabeça de chapa petista. Por trás da reação, está a leitura de que a eleição de 2018 tem um caráter plebiscitário para o PT: se Lula vencer, é como se o voto popular chancelasse as teses do PT de que houve golpe e de que o partido e seu principal líder são vítimas de perseguição das elites, e não autores de malfeitos. Se perder com Lula, os líderes do PT admitiriam a possibilidade de se reinventar. Mas sem Lula, os petistas descartam possibilidade de vitória. Não estariam dispostos a testar suas teses e arriscar sua própria sobrevivência nessas condições. Por outro lado, para os petistas contrários ao boicote, ao se ausentar da eleição o partido pode deixar de discutir a vida política, econômica e social do país. Arrisca-se a perder o protagonismo que possui há décadas na arena política como representante de certos setores e ideias. Nas palavras de Tarso Genro, o PT vive o dilema entre "ser apenas mais um partido democrático, tradicional, como terminaram sendo os partidos sociais-democratas europeus que hoje aplicam as receitas liberal-rentistas" ou um partido apto a "se renovar, para ser o cabeça de ponte de uma esquerda capaz de redespertar os sentimentos utópicos, que sempre motivaram as grandes transformações sociais". "A grande questão será a seguinte: que programa de transição apresentaremos para retirar o país do atoleiro econômico e social em que nos encontramos? Isso é o que importará no momento das eleições", questiona Genro. Se optar por sair do pleito, o PT não responderá a essa questão
  15. Tópico dos Carros

    Eu ganhei o Maximus de uma tia minha em 91 ou 92 eu acho, já não era tão lançamento. Eu tinha ele e o meu primo, que era mais velho, tinha um Pegasus. Esse primo depois deu o Pegasus dele pra mim, eu tenho ele até hoje guardado na casa do meu pai, o Maximus quebrou e acabou parando no lixo depois de alguns anos.
  16. Tópico dos Carros

    Pelo visto era ryca, phyna e desnorteada, quase uma Paris Hilton! Meu velho, o Pegasus chegou chutando saco, daí veio o Colossus para fuder tudo e o Maximus fechou o caixão. Maximus era um dos brinquedos mais caros da década de 80!
  17. Muito maneiro vou fazer aqui para testar. valeu por compartilhar.
  18. Sensacional amigo. Melhor que isso so links de sets já limpos. Obrigado mesmo.
  19. Yesterday
  20. Tópico dos Carros

    lembro que ganhei de natal um carrinho de fricçao grande que era um carro de rally,ja passei um tempo no google procurando ele mas nada...somente lembro da roda e que os patrocinios eram reais (nessa epoca tambem era comum o pessoal colocar mesmo sem autorizaçao da marca) a pintura era bem feita destacando a terra nos para-lamas Tambem tive algumas miniaturas de fricçao daquelas pequenas do camelo ou barraquinha de feira,mas era bem feitas de metal e pneu de borracha,um dos que tinha era o carro do filme do Batman do inicio dos anos 90. E tinha um de "controle remoto" com fio,uma BMW cinza de corrida parecida com a do Pegasus da Estrela comia muita pilha kkk por causa das lâmpadas,lembro que girava e no controle de um botao voce apertava e ia para frente.
  21. Tópico dos Carros

    O máximus não era uma coisa tão cara pelo que eu lembro. Caro mesmo era esse aqui: Só um moleque tinha ele no bairro inteiro e o fdp não deixava ninguém chegar perto.
  22. Tópico dos Carros

    RYCA VADIA INVEJA
  23. queria saber como eles sabem que os macacos morreram qd viram o tigre, se nao tem nada filmado
  24. Tópico dos Carros

    Eu tive um Maximus, era uma blz. A bateria do carro precisava ficar umas 5 horas na tomada para completar a carga e depois durava uns 45 minutos, fora o monte de pilhas para o controle.
  25. Sabemos que controlar versões, revisões, etc de ROMs é um trabalho extremamente chato quando temos sets de diversos sistemas de dump, versões de regiões diferentes, etc.e buscamos ter somente a melhor versão de cada jogo pra coleção. Vi um guia que usa o ClrMAMEpro, que além de ser bem complicado pra mexer, não deu o resultado que esperava. Então parti pro RomCenter que é infinitamente mais fácil. Sem mais delongas, vamos ao tutorial: O que você vai precisar: 1. Um set de ROMs. Sugiro que use um set limpo (de um grupo de dumpagem como GOODTOOLS, NOINTRO, etc), sem misturar de ROMs de grupos diferentes. Faça um backup antes de prosseguir! 2. O RomCenter; 3. Um arquivo de database PARENT/CLONE do sistema a ser limpo. Recomendo o do DAT-o-MATIC (selecione o sistema na combo box que vêm com "Nintendo - Nintendo DS" como padrão). Dezipe-o em qualquer pasta. Detalhe: O set da DATOMATIC serve pros dumps do No-Intro. Se você usar um set de outro grupo, vai precisar de um database específico daquele grupo. Como fazer a limpeza: 1. Abra o RomCenter e vá em ARQUIVO -> NOVO -> CARREGAR A LISTA DE JOGOS DE UM ARQUIVO DE DADOS e selecione o arquivo que você dezipou acima. Aparecerá uma caixa solicitando que você confirme a criação de uma nova base dados. Confirme e escolha um lugar pra salvar o arquivo de base do RC; 2. Vá em ARQUIVO -> ADICIONAR O CAMINHO DA ROM (ou clique no primeiro botão da barra de ferramentas) e selecione a pasta que estão suas ROMs daquele sistema; 3. Vá em ARQUIVO -> PREFERÊNCIAS (ou clique no botão com um chip). Na aba Romsets, selecione "Manter só um jogo por set (1G1R)". Na aba Lançamentos, marque "Usar os lançamentos" e escolha sua ordem preferida para manter as ROMs. Aqui eu usei a sequência de USA, BRA, JAP, EUR. 4. Selecione Arquivos da ROM no frame principal. Vá em ROMS -> REMOVER ARQUIVOS INÚTEIS. Pronto! O RomCenter irá remover todas as ROMs duplicadas e com mais de uma região. ROMs beta e outras não inseridas no database (como traduções, hacks e etc) serão removidos. Basta utilizar seu set limpo no seu frontend ou emulador predileto. Se alguém quiser seguir o tutorial do clrmamepro: https://www.reddit.com/r/RetroPie/comments/5njtvs/guide_how_to_trim_your_romset_of_duplicate_roms/
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