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Showing content with the highest reputation on 06/12/2019 in all areas

  1. 2 points
    A Live original foi encerrada, os servidores foram desligados.
  2. 1 point
    Ao longo dos anos, a SEGA mostrou-se capaz de fazer quaisquer tipos de jogos, desde puzzles (Columns), passando por jogos de aventura (Sonic The Hedgehog), indo para corrida (OutRun) e até RPG estratégico (Shining Force). Essa versatilidade da empresa se deu por vários motivos, entre eles, a falta de apoio de softhouses em algumas de suas plataformas (como foi o caso do Master System, 32X e Sega Saturn), sendo necessário criar os próprios títulos para suprir a demanda dos consumidores. Com esta necessidade, uma empresa do tamanho da SEGA precisava criar estúdios para organizar melhor o desenvolvimento de jogos e outros projetos, resultando no aparecimento de estúdios internos famosos, como o AM2 e o Sonic Team. Foi a partir de um destes estúdios, no caso o Team Andromeda, que veio a criação de um fantástico jogo conhecido como Panzer Dragoon. O título, por si só, é uma daquelas pérolas conhecidas por aqueles que tiveram, ou ainda tem, um Sega Saturn e que o cultuam como uma verdadeira relíquia por aquilo que ele é: uma pequena parte da arte gamística. Mesmo após 21 anos desde seu lançamento, Panzer Dragoon é considerado por muitos gamers e especialistas no assunto, como um trabalho bem elaborado para um console até então desconhecido em terras americanas (1995). O jogo é uma espécie de “tiros sobre trilhos”, onde o jogador segue um caminho já determinado pela máquina e atira contra os inimigos que aparecem na tela, bem ao estilo de Star Fox (Super Nintendo) ou The House of The Dead (Arcade, Sega Saturn). Mas há um grande diferencial entre estes dois exemplos e Panzer Dragoon: a possibilidade de controlar a visão do personagem em 360 graus com a câmera, podendo atacar os inimigos por quaisquer lados em que estiverem avançando. Outro elemento interessante é que ao segurar o botão de ataque e mirar nos inimigos, estes ficam marcados para levar uma saraivada de tiros e, assim, serem destruídos mais facilmente. Os controles são bem simples: atirar, desviar, mexer a câmera, desviar de tiros e matar a maior quantidade possível de monstros que vem em sua direção. Entretanto, não é por conta disto que o Panzer Dragoon pode ser considerado um belo exemplo de jogo muito bem elaborado. Pequenos detalhes desta pérola Sabe-se que o Sega Saturn não era lá uma máquina das melhores para se programar jogos em três dimensões. A arquitetura na qual foi colocado o sistema dificultava de maneira monstruosa qualquer desenvolvedora a tirar proveito máximo do console, ainda por cima no começo de sua vida. O sistema era considerado bem fraco se comparado com o Sony Playstation, pois não oferecia as ferramentas necessárias para a criação de jogos da mesma forma que a plataforma da Sony, que era bem mais simplista. Ainda assim, alguns títulos para o console de 32 bits da SEGA fizeram história justamente neste ponto fraco. Panzer Dragoon se passa num mundo onde uma civilização dominante está em completo declínio. Suas enormes construções agora afundam nos vastos oceanos do planeta. Antigos templos estão completamente vazios e apesar da cultura e da arquitetura desta civilização desvanecerem, os sistemas de armas que ajudaram a trazer o fim desta civilização estão sendo reativados pelos seus inúmeros inimigos. Todo o conceito por detrás do jogo, artisticamente falando, tem como base o famoso artista francês Moebius. Entre seus muitos trabalhos, estão os quadrinhos Arzach que influenciaram muito na criação do jogo, bem como a obra Nausicaa of the Valley of the Wind, de Hayao Miyazaki e o filme Duna, de David Lynch – baseado no livro de um dos grandes mestres da Ficção Científica, Frank Herbert – todos muito admirados por um dos criadores de Panzer Dragoon, Manabu Kusunoki. O nível de admiração para com Moebius era tanto que ele foi convidado a fazer parte da produção e desenhou a capa japonesa do jogo. Uma das artes de Moebius. Viu alguma semelhança com a imagem inicial? Pois é, foi ele que fez a capa da versão japonesa do título Com todos estes elementos inerentes na produção do título, o Team Andromeda, mesmo sem conhecer muito o hardware do sistema, conseguiu mostrar de maneira brilhante, em cores e sombras, um pequeno pedaço daquele universo que estava sendo criado ali. Que se faça a música Um dos itens de maior destaque desta pequena obra de arte é sua trilha sonora. Todo e qualquer game pode ter personagens marcantes, uma história com uma premissa interessante e uma jogabilidade que permita ao jogador tranquilidade do começo ao fim, mas quando se tem uma trilha sonora bem executada, o título ganha um ar quase que magistral. Panzer Dragoon é uma reunião de muitos destes elementos, tornando-o peça importante da memorabilia do Sega Saturn. A trilha sonora foi composta por Yoshitaka Azuma que, para o tema de abertura, utilizou nada menos que a Filarmônica Tcheca em uma performance fora do comum. Da primeira até a última fase, todas as músicas são memoráveis ao ponto que, após jogar o título uma ou duas vezes, elas surgem na sua mente poucos segundos após você pegar a capa do jogo. Um dos primeiros títulos do Sega Saturn, ele recebeu notas altíssimas nas mais diversas publicações da época. Exemplos: EGM – 33,5/40 Famitsu – 30/40 GamePro – 19/20 IGN – 9/10 Trata-se de um daqueles jogos que são ótimos para se conhecer o Sega Saturn. Assim como muitos outros, você também ficará boquiaberto com o que o sistema de 32 bits da SEGA podia oferecer, mesmo em seu início. Panzer Dragoon envelheceu muito bem e até hoje é reverenciado por uma grande legião de jogadores, o que faz o título digno de se ter numa coleção. Fonte: Blog Tectoy
  3. 1 point
    Olha só, joguei muito no pc, nem sabia que saiu no Mega, tenho que experimentar.
  4. 1 point
  5. 1 point
  6. 1 point
    se vc via a pista toda e era off road, so pode ser o super off road
  7. 1 point
  8. 1 point
    Seria um parcela mínima de pessoas que jogariam isso online hoje em dia, simplesmente não compensa.
  9. 1 point
    Então já pode enterrar a curiosidade: ao tentar entrar na Live (o aparelho se conecta direitinho ao roteador, sem nenhum problema), dá o erro de Servidor Indisponível ou não encontrado. No momento o aparelho não está ligado na TV, mas na primeira oportunidade vou tirar uma foto da tela para postar.
  10. 1 point
    @N0625 Primeiro, parabéns pela bela aquisição! Já que você tem um console travado, eu sempre quis matar uma curiosidade sobre o Xbox clássico: se caso você o conectar à internet, ele ainda acessa alguma coisa ou o servidor da Live que ele usava era anterior aos atuais e já foi desativado?
  11. 1 point
  12. 1 point
    Gostaria de apresentar a vocês obras que não são de minha autoria, mas que estou ajudando a editar e divulgar. Tenho uns parentes de minha mãe que sempre visitamos nas férias e feriados, e tenho um primo que sempre gostou de escrever. Há uns trinta anos ele criou um grupo de personagens pré-adolescentes que vivem aventuras num bairro de subúrbio, com histórias do cotidiano com toques de fantasia, bem ao estilo dos livros da clássica Série Vaga-lume. Antigamente, sem recursos e sem internet, era muito difícil publicá-los. Agora com os sites de impressão sob demanda, finalmente ele pode ver sua obra publicada. Como ele tem pouco domínio de computador e internet, eu faço a parte de formatar o texto, criar as capas, upar para o site e fazer a divulgação. Já são 8 publicados, sendo que ele já escreveu por volta de 20 livros. Segue a sinopse da coleção e do autor, e o link para quem quiser conhecer. Desde já agradeço! "Aventuras! Mistérios! Investigações! Contatos do outro mundo! Amizade! Solidariedade! Futebol! Tudo isso e muito mais você encontra na Coleção "A Turma do Renato" que apresenta um grupo de adolescentes que vivem grandes histórias no bairro Siderúrgica. Esta série vem viver as mais diversas situações, relatadas em textos infantojuvenis muito próximos da realidade e às vezes empregando um evento surreal para não fugir da magia inerente à essência de um livro. Historinhas de leitura fácil para despertar interesse nas crianças e adolescentes em idade colegial. O leitor conhecerá as características de cada personagem, de acordo com o enredo de cada obra lançada." O autor: Nasci em Dores do Indaiá MG. Despertei talento para o desenho artístico aos dez anos e vocação pela Literatura ao término do 1º. Grau. Contava dezenove anos quando consegui emprego na residência do notável escritor e historiador dorense, o professor Rubens Fiúza, criando naquela época a Turma do Renato. Escrevi artigos e poemas nos periódicos “O Liberal” e “Gazeta Dorense”. Sou Agente de Serviços Administrativos e ex-funcionário do CASI (Centro de Atendimento Sócio Infantil), uma instituição municipal que acolhe crianças e adolescentes. Identifico-me com o mundo dos jovens. https://clubedeautores.com.br/ptbr/authors/491249
  13. 1 point
    Tá bem conservado mesmo o Xbocão! Tudo tem seu preço, né!
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