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Showing content with the highest reputation on 09/30/2020 in all areas

  1. 3 points
    Cara, caso ai é: ladrão destruidor entregador ou ladrão progressista, não da de colocar os 2 na mesma balança, bozo em 2 anos só vem colecionando "maldades", no ritmo deles viramos apenas mais um pais de passeio para norte do mundo, pois pobreza e violência vão ser o padrão daqui, sendo a cereja do bolo a reforma administrativa, que é jogar o Brasil para de volta a 64, quando a maquina publica era totalmente controlada por indicações, isso com a pandemia, sem esse caos, ele "já teria feito todo seu mandato", em dois anos de gestão, ficando os outros lutando contra os moinhos de vento.
  2. 2 points
    É isso, primeira vez na vida, peguei algo em pré-venda , chega 30/11 .
  3. 2 points
    Eu ja achei que essa gen seria tudo digital, não tem pq ainda vender jogo em disco, nem pra filme blueray é usado. O importante é custar barato, 200 reais em jogo, jamais pagarei.
  4. 2 points
    ...E continuando a saga. [MSX] Ys II The Final Chapter Resolvi emendar a jogatina logo no MSX após finalizar o Ys I nele e ficou bem visível como o jogo evoluiu. Começando já no tema de abertura, com um punch que dá um belo hype. Fiquei imaginando como conseguiram meter esse tema no MSX enquanto via as imagens da intro que também considero absurda pra época/mídia. O jogo é um pouco maior, talvez pela dificuldade de mortes corriqueiras e pelo labirinto insano da parte final (idas e vindas infernais). O jogo tecnicamente é mais polido e as músicas mantém o alto padrão da primeira parte. Joguei a versão enhanced (YS2HDD) que traduz o jogo para o inglês, mapeia o jogo para o controle de 6 botões do Mega Drive quando se utiliza o adaptor Joy2Mega e incrementa a funcionalidade de save/load. Também pode-se escolher entre 3 opções de músicas: PSG, Dobule PSG e PSG+FM. Joguei com a última, e as músicas ficam ótimas, parecendo inclusive com as daS versões para os micros japoneses FM77AV da Fujitsu e X1 Turbo da Sharp. O boss final é bem difícil, mas o que tornou a luta mais difícil ainda foi o fato de ter dois itens com a tradução invertida e um deles é imprescindível para ser usado na batalha. Depois de sacar a trapalhada, foi só curtir o final, que é maravilhoso! [PSP] Ys II Chronicles A exemplo da versão antiga, esse remake fecha com chave de ouro a trama. Joguei também pelo PSTV e pude curtir os gráficos fenomenais pela telona. Como remake, foi um nível além do primeiro. Sensacional o trabalho dos caras. Uma coisa que tinha esquecido de mencionar no mini review da primeira parte do Chronicles é que é possível escolher jogar com a arte do remake para PC Ys I&II Complete de 2001 ou do novo Ys I&II Chronicles de 2009. Escolhi a mais recente, como pode-se ver na colagem acima. Os remixes mantém o padrão Falcom JDK de qualidade, sendo um em específico um deleite pra quem curte rock, o tema da fase da lava "Moat of Burnedbless". O tema da intro " To Make the End of Battle" também é coisa finíssima. Vale a conferida na extensa playlist do canal do Youtube da Falcom e também os videos das performances ao vivo da antiga banda JDK Sound Team. O boss final achei mais fácil que do MSX e o final é um dos mais belos que já vi, extenso e faz qualquer barbado chorar. Enfim, recomendo fortemente a jogatina dos remakes, elevam o já alto padrão dos jogos originais. つづく
  5. 2 points
    E tem gente que defende isso... que o cara querer ter tempo para viver é fugir do trabalho...
  6. 1 point
    Faça-o, Veveno! Lendo seu post sobre PSIV, muito bacana por sinal, tenho certeza que vai curtir Ys I & II.
  7. 1 point
    Depende de dois fatores principais. Já vais vir com trabalho ou vais procurar aqui? Já vais vir com lugar certo para morar ou vais procurar aqui? Sim, aqui na Europa a maior parte do orçamento das pessoas vai para a habitação. São poucas construções novas e a demanda é alta, principalmente por causa da imigração e do turismo, onde muito dono de imóvel disponibiliza o lugar para alugar por temporada no airbnb ao invés de alugar por tempo inderteminado, por exemplo. Obviamente quanto mais afastado dos grandes centros mais barato fica. E aqui em Portugal não é diferente. Um outro agravante para nós imigrantes é que não temos como dá garantia para os donos de imóveis, pois imagina a situação onde eu atraso vários meses de aluguel, detono o apartamento do cara e volto para o meu lugar de origem, quem se fode será o dono. Então para evitar situações desse tipo os donos pedem um fiador nacional, ou seja, uma pessoa cidadã daqui para responder por ti caso algumas dessas situações aconteça, e obviamente tu não vais ter um. Então como eu consigo alugar? Simples, basta adiantar vários meses de aluguel, e normalmente pedem aqui de 3 a 6 meses de adiamento, mas vai depender do dono, e as vezes nem adiantando o indivíduo vai querer alugar. Aqui na região de Lisboa varia muito o preço do aluguel, e depende muito da região que vais procurar. Mas já digo que por menos de 600€ não encontras. E aí começamos as contas, 600€ * 6 meses de adiamento, igual 3600€, mais uma grana para pagar hospedagem até encontrar o imóvel, pois pode demorar, pois a procura é tanta que o dono pode até escolher para quem ele vai alugar, isso se não fazer "leilão". Assim acredito eu que deves vir com num mínimo 5000€, já com 10 mil estaria numa situação mais confortável. Mas obviamente, dependerá de vários factores.
  8. 1 point
    Eu já, e é assim mesmo Sabe dizer quanto precisa ter mais ou menos para ir e depois morar? Não sei se é verdade mas dizem que custos de moradia na europa são bem altos.
  9. 1 point
    A tendência é acabar com a mídia física, ainda mais no Brasil e ainda mais com videogame que deixou de ser um mero brinquedo.
  10. 1 point
    Eu achei até estranho que não meteram o loco e culparam o covid...
  11. 1 point
    eles falam isso como se os discos não fossem prensados no Brasil. Isso é gana pura Há muito tempo que essas empresas não "importam" nada. Puro papo contratual entre a empresa e a contratante
  12. 1 point
    Exatamente, não existe mais hora para trabalhar ou hora para descansar. Principalmente depois da popularização da internet, das chamadas sem custo, do whatsapp, as pessoas acham que qualquer hora é hora para virem te cobrar algo. Acabou horário do almoço, horário de janta, descanso noturno... toda hora é hora de estar trabalhando e/ou a disposição.
  13. 1 point
    Brother, quando eu estava na escola ensinaram o seguinte: quando Getúlio Vargas consolidou as leis do trabalho, ele estipulou 8 horas de trabalho diárias porque seriam 8 de trabalho, 8 pra dormir e 8 pra lazer. Quem tem 8 horas de lazer? Isso foi consumido pelo deslocamento até o trabalho e mais horas de trabalho, e isso tem chegado no ponto de entrar até nas horas de sono. É muita escrotidão. PS: quem aqui já trabalhou em fábrica de software? Porra, é desumano, eu fujo de fábrica de software igual o diabo foge da cruz. O cara te contrata por 8 ou 9 horas por dia, mas se tu não trabalhar no mínimo 10 ele já te olha de cara feia, os gerentes de projeto impõe prazos inexequíveis a menos que tu trabalhe 12+ horas por dia e no final do mês os fdp rebolam pra te pagar hora extra.
  14. 1 point
    RE7 não tem muita ação e tiro, ele tem o ritmo mais lento e é mais focado em exploração e puzzles, lembra bem RE1 nesse aspecto. Também é um jogo curto, da pra zerar em 5 ou 6 horas, se vc der uma chance é capaz de gostar. Tem demo no steam: https://store.steampowered.com/app/530620/Resident_Evil_7_Teaser_Beginning_Hour/
  15. 1 point
    Claro que sim... huahauhauahuahuahuah, olha o que eles cobram por edições digitais de jogos com mais de dez anos pra ver a dedicação contínua deles
  16. 1 point
    Fiz o mesmo que voce....2 dias depois do lançamento ja tava com 100% nos dois jogos.....jogasso......ai fui fazer as challenges pra passar raiva....pq tem umas insanas demais.....vou indo aos pouquinhos......valeu cada centavo
  17. 1 point
    Eu também fico com o pé atrás de sair daqui porque, querendo ou não, eu ainda tenho alguma coisa por aqui (não só me referindo a bens materiais, mas também - e principalmente - por causa dos meus pais, que jamais se mudariam juntos). Não vou mentir que tive sorte de nascer numa família bem de vida. Não somos milionários, porém temos um padrão de vida bom, ou até mesmo considerado alto para o Brasil. Mas isso tudo conseguido com muito, muito trabalho mesmo. Para vocês terem uma ideia, meus pais já passaram dos 70 anos e se bobear hoje em dia trabalham até mais do que quando tinham, digamos, 30/40 anos. Eu também, modéstia a parte, me considero muito esforçado e sempre trabalhei muito. Minha noiva idem, pra ela não tem horário, nem sábado, domingo ou feriado que impeça de trabalhar. E é aí que entra minha indignação. Com todo esse esforço conjunto, acho que a "recompensa" que temos aqui no Brasil é muito pequena. Nosso poder de compra é cada vez menor, porém o trabalho parece sempre estar aumentando. E é por isso que nessas horas da vontade de largar tudo e ter um trabalho "normal" (em relação a horários e descanso) num país como EUA ou Canadá (ou mesmo algum país da Europa, como vocês citaram), tendo um poder de compra maior, do que se matar de tanto de trabalhar e ainda assim não ver muito resultado.
  18. 1 point
    Recentemente descobri que esse jogo deve ser jogado a 50 hertz, pois apesar de ser japones, foi feito para o mercado Europeu. Se vc jogar com o emulador setado para qualquer outra região que não seja EUR/PAL, vai rodar com jogabilidade e música aceleradas (que era como eu conhecia, acredito que não só eu) Isso quer dizer que a versão lançada pela trecotroll em cartucho aqui no Brasil tmb roda acelerada. O jogo fica bem mais decente na velocidade certa, a mudança na jogabilidade fica bem perceptível. Power strike 2 de master já é conhecido de muitos como sendo de qualidade, mas eu não gostava muito principalmente por perceber ele rodando veloz demais (tá, eu achava a parte sonora em grande parte ruim tmb, me processem) Quem não experimentou o jogo nessa velocidade, recomendo fazê-lo. Não chega a ser uma obra prima, mas fica tudo muito melhor (cheguei a gostar de 2 ou 3 músicas, nesse modo correto)
  19. 1 point
    Para completar a saga, terminei Phantasy Star IV - End of the Millenium A última vez que eu tinha terminado foi nos anos 90 ainda. Naquela época, com um inglês precário e pouca bagagem, inclusive na própria franquia pois não tinha jogado o 2 e o 3, eu já tinha gostado muito pela jogabilidade muito boa, belos gráficos, cutscenes para mim inovadoras e belas e personagens mega carismáticos. O fato é que eu tinha entendido tanto do jogo que eu me lembro que aqui no fórum mesmo eu tive várias conversas com o pessoal sobre a personagem Alys Brangwyn, que eu estava convencido ser a mesma Alis Landale do Phantasy Star original pelos simples fatos da idade aparecer como ?? e porque eu queria . Entendam, na ocasião eu não sabia quais eram os sobrenomes e nem tinha me tocado que uma era Alys e a outra Alis. Deixando as experiências particulares de um jovem tolo (não que hoje eu seja um velho sábio) de lado, Phantasy Star IV é a evolução da franquia em todos os aspectos, tudo foi melhorado sem exceção, é praticamente impecável. A jogabilidade é muito ágil, a história é bem desenvolvida e mais aprofundada que nos outros, inclusive explicando e amarrando todas as pontas soltas da trama de toda a franquia. Os personagens são muito carismáticos, você se importa mesmo com eles. Para mim é fácil o melhor RPG dos 16 bits e a resposta para o questionamento recorrente na internet do porque da SEGA não lança uma versão AGES dele para mim é simples: não precisa. O jogo é perfeito como é. Uma obra prima para o Mega Drive, merece ser jogada e rejogada muitas e muitas vezes.
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