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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 01/18/2019 in Posts

  1. 8 points
  2. 4 points
    Parabens @Igor Isaias Banlian pelo seu aniversário, ícone da comunidade e excelência em Dreamcast . Quem acompanhou a época, sabe da importância . Entrem num topico qualquer da época e chorem : isso sim era forum de verdade , usuários ilustres e desaparecidos.
  3. 4 points
    Acho que é algum esquema de lavagem de dinheiro. Da mesma forma que arte moderna, montes de lixo vendidos por milhões. É tudo esquema de fazer dinheiro de origem ilegal entrar na contabilidade como se fosse legítimo.
  4. 4 points
    Que tópico bonito, que tópico formoso, que tópico bem feito.
  5. 4 points
    Foda né? Eu curto bagaraio os topics dele, representam 50% do meu interesse aqui, ia sera uma perda muito grande pelo menos para mim! @Sonymaster sempre que alguém reclamar, desafie essa pessoa a fazer melhor que vc talvez coisas interessantes aconteçam no forum fica a dica e falar de rola aqui e de travesti é um prolema, vc viu como o @ReeF ficou ouriçado? Ele quer todas as pirocas para ele, melhor não arriscar né ?
  6. 4 points
    Cientistas israelenses que trabalham na empresa Accelerated Evolution Biotechnologies (AEBi), fundada no ano 2000, dizem ter conseguido criar um composto capaz de "curar completamente" o câncer em menos de um ano. A informação foi divulgada pelo jornal israelense The Jerusalem Post."Acreditamos que daqui a um ano teremos a cura completa para o câncer. Ela será eficaz desde o primeiro dia, durará algumas semanas e não terá efeitos colaterais sérios, além de ter um custo muito menor do que a maioria dos tratamentos existentes no mercado", comenta o pesquisador Dan Aridor, diretor do conselho da AEBi, em entrevista para o periódico. O tratamento está sendo chamado de MuTaTo (multi-target toxin, ou toxina de múltiplos alvos, em tradução livre) e consiste numa espécie de "antibiótico" contra o tumor, segundo o cientista. O composto anti-câncer potencialmente revolucionário é baseado na tecnologia SoAP, que envolve a incorporação do DNA de determinada proteína dentro de um bacteriófago (vírus que infecta bactérias). Essa proteína é então exposta na superfície do micro-organismo "hospedeiro". Com isso, os pesquisadores podem usar as proteínas exibidas pelos bacteriófagos como forma de rastrear interações com outras proteínas, com material genético ou com pequenas moléculas. A ideia, segundo Aridor esclarece ao The Jerusalem Post, é que o tratamento seja capaz de atingir três alvos ou células cancerosas de uma só vez, o que o torna mais eficaz do que os remédios usados atualmente, que, normalmente, são direcionados a um alvo específico e que pode sofrer mutações e metástase (multiplicação). O MuTaTo usa uma combinação de vários peptídeos para atingir cada tipo de célula cancerosa ao mesmo tempo, associada a uma toxina peptídica capaz de matar apenas o tumor. "Nós nos certificamos de que o tratamento não será afetado pelas mutações; as células cancerosas podem até sofrer mutações e ainda assim os receptores alvos acabarão sendo eliminados", esclarece o pesquisador Ilan Morad, CEO da AEBi, também em conversa com o jornal israelense. Por enquanto, a novidade foi testada apenas em cobaias e o próximo passo é passar para os testes clínicos, em pacientes com câncer. Eles não informaram quando isso será feito. Fonte: Diário de Pernambuco. Tomara, amigos, que realmente seja verdade e se torne realidade. Assim traga mais paz e saúde à muitas familias por ai despedaçadas por essa doença.
  7. 3 points
    The explorers of “The Unbeaten Path” are back in Fukushima and are checking out some of the abandoned amusement locations there such as The Sega Hall. Check it out, and thanks to Arcade Belgium for highlighting this: Possui legendas em ingles: https://arcadeheroes.com/2019/02/16/newsbytes-skee-ball-carnival-scarygirl-mission-maybee-vr-exploring-an-abandoned-sega-hall-rowe-acquired-more/
  8. 3 points
    Muito obrigado, meus MiGuXoS queridos, amo todos vocês, em especial o titio Ig! <3 Atenciosamente, Igor Isaias Banlian
  9. 3 points
    Me lembro até hoje de quando ele disse que tinha comprado o domínio do Seganet. Um dos melhores momentos desse fórum.
  10. 3 points
    Na boa, se rolar punição pro camarada ai vcs vão "fazer o favor" de acabar com 3/4 dos tópicos sobre retro-games criados hoje em dia, reclamem o quanto quiserem, mas bem ou mal é o tão mal falado "copy-paste" dele que mantem praticamente todas as discuções sobre games hoje, ou a gente vai discutir na area de comentarios do blog da Tectoy? É a primeira vez que ele responde atravessado depois de dezenas de posts enchendo o saco dele. Pra mim vai ser um desserviço ao forum.
  11. 3 points
    Esse só acaba quando o @Dav deixar de postar aqui no fórum!
  12. 3 points
    Essa placa nova vai ter inúmeros jogos interessantes
  13. 3 points
  14. 3 points
    Sonic Spinball é pra mim um xodó! Eu curto muito por ser aquilo que os americanos enxergavam do Sonic na época. Tanto que eu tenho a versão americana e não me faz falta ter a versão japonesa que acho que não combina nada com o Japão esse jogo! Uma coisa que poucos conseguiram nesse jogo é acessar as fases de bônus secretas, pra isso você tem que coletar todos os rings da zona e acessar um portal o que eleva muito a pontuação final. Já joguei ao ponto de conseguir acessar todas as 4 fases secretas. O jogo tem alguns pontos no pinball que depois de decorados o deixam bem fáceis, acho que a dor de cabeça é só o último chefe pra quem não consegue subir até ele pelas bombas que ele lança no cenário. Talvez se tivessem mais tempo, o jogo poderia ter mais algumas fases. Seria incrível se a equipe do Sonic Mania relançasse esse jogo numa versão mais trabalhada e com mais detalhes!
  15. 3 points
    Por bem menos que isso você compra passagem de avião ida e volta pra Miami e volta com o aparelho na mala. Essa escória burrocrática tem que pular de um abismo e morrer, bando de parasita inútil.
  16. 3 points
    Agora é oficial: a Stern Pinball Inc. (www.sternpinball.com) e nós, da Matic, firmamos uma parceria para a produção de Pinballs Stern no Brasil na nossa planta fabril de Santo André, em São Paulo. Inicialmente os equipamentos serão produzidos em parceria e transferência de tecnologia. “O Brasil tem uma longa história de entusiasmo com Pinballs. Selecionamos a Matic Entretenimento para trabalhar no Brasil pelo conhecimento e sucesso que têm no nosso seguimento”, disse Gary Stern, CEO da Stern Pinball. “E eles são apaixonados por Pinball”. As equipes de engenharia de ambas as empresas garantiram que todo o equipamento já esteja sendo produzido no Brasil, mantendo e garantindo a qualidade e padrões de acabamento e durabilidade da Stern. No mês de Julho de 2018, Ray Tanzer, Vice Presidente de Manufatura da Stern, veio ao Brasil para verificação final dos primeiros equipamentos produzidos pela Matic, marcando esta parceria única de equipamentos Stern sendo produzidos fora dos Estados Unidos. Modelos já estão disponíveis para testes no Show Room da Matic e disponíveis para venda no website e com a equipe comercial. “Somos defensores de longa data da Stern Pinball e estamos bem contentes por ter a oportunidade de representá-los no mercado brasileiro”, disse Paulo Esteban, da Matic Entretenimento. Fonte: https://maticplay.com.br/stern-pinball/ Será que o preço das máquinas irão cair?? Porque se não fosse tão caro até encarava uma hehehe
  17. 3 points
    Mesma coisa aqui. Pra mim que não tive interação com o NES na infância não consigo ver muita graça naqueles gráficos xoxos e limitados a 6 cores (sempre tem um magenta e um ciano no meio... parece CGA ) e acabo desistindo de jogar depois de alguns minutos a maioria dos jogos que tentei.
  18. 2 points
    Sega Ages: Alex Kidd in Miracle World will launch for Switch via the Nintendo eShop in Japan on February 21 for 925 yen, Sega announced. Here is an overview of the action platformer’s Sega Ages additions, via its official website: Ages Mode: Adding Countless New Elements In addition to “Original Mode,” where the original version can be played without change, the Sega Ages release adds a new “Ages Mode.” Ages Mode offers the same fun of the original version, while adding support for FM Sound Unit background music, allowing players to enjoy numerous tracks in nostalgic frequency modulation. Additionally, the “Continue” feature after getting a “Game Over” has been simplified and a helper feature has been added to rewind gameplay up to five seconds, making the game more accessible for players who might not be good at action games. And with the addition of newly drawn event images at the start of important stages, and the in-game implementation of the Sukopako Motorcycle theme, “phantom background music” recorded for the soundtrack but not used in the game, Ages Mode aims to be original game in its complete form. Derrotando esse Polvo e apertando para baixo onde ele senta voce acessa outra area. https://gematsu.com/2019/02/sega-ages-alex-kidd-in-miracle-world-launches-february-21-in-japan A parte que considero mais dificil e a dos espinhos na agua perto do final da fase, tem que passar perfeito em uma fresta ja no final do jogo "a escorregada sentada" quando descobri me ajudou a zerar o que veio na memoria do meu Master System.
  19. 2 points
    Fora dizer que o jogo dele é uma merd@ mal feita e com level design lixo e com waves de inimigos extremamente ruim. Fight'N Rage é um jogo extremamente melhor e mais bem feito que essa bosta kickstarteada, passem LONGE de 99Vidas
  20. 2 points
    Já aconteceram de jogar um jogo e pensar "Esta música soa familiar?" Muitos compositores de games homenageiam alguma banda ou pegam de inspiração um trecho de uma música "real" e coloca em um game. Nestes vídeos vocês vão ver músicas que soam familiar com músicas "reais" . Algumas eu fiquei de cara, e outras tem cara de plágio na alta!
  21. 2 points
    só chulapa na GRÊIZE vamos ver quanto tempo mais a pepa pig aguenta
  22. 2 points
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... Bela recordação, do verdadeiro dono do Seganet!
  23. 2 points
    Aí @Sonymaster deu uma aloprada mas se contenha que porra é essa de traveco e piroca? O @E182 só falou da realidade de alguns tópicos seus com tom de zoação. Fica o aviso pra ambos, ou terei que colocar alguém no cantinho do pensamento positivo?
  24. 2 points
    Eu também não sinto falta do Atari, quem teve na verdade foi meu irmão mas joguei bastante quando pequeno, meu primeiro mesmo foi um Top Game, e esse joguei bastante e também não sinto tanta falta. Agora o Mega e Snes eu curto mais e esses sim acho legal de jogar ainda hoje. Mas o Atari realmente não tenho vontade de ter e nem de jogar.
  25. 2 points
    E quando você descobriu a função "copiar e colar"?
  26. 2 points
    Sei lá quantos anos ouvindo o careca às 07:30h na Bandnews FM. Uns 9, 10? Batia sem dó nas "otoridadi". Odiava o "Você sabe com quem está falando?". Fará falta, sem dúvida.
  27. 2 points
    Olá, https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2019/02/11/jornalista-ricardo-boechat-morre-em-queda-de-helicoptero.htm Jornalista Ricardo Boechat morre em queda de helicóptero Ricardo Boechat Imagem: Divulgação Gisele Alquas Do UOL, em São Paulo 11/02/2019 13h50 O jornalista da Band Ricardo Boechat, de 66 anos, estava entre as vítimas do acidente de helicóptero que caiu nesta segunda-feira (11), na Rodovia em Anhanguera, em São Paulo. A informação foi confirmada pela Band.
  28. 2 points
    Esse processo todo leva uma geração ...mas é melhor começar tarde( a partir de agora) que nunca
  29. 2 points
    os flipers em si, não tem nas fases, mas a gente lembra de pinball pois tinham aquelas bolas com a estrala no meio que se comportavam igual aquelas molas redondas dos pinballs e quando a gente batia nelas tinha o som característico do pinball tbm.
  30. 2 points
    Esse peixe macaco está cada dia mais pervertido.. @topic Realmente a versão de console é melhorzinha.. O jogo em si vale pela curiosidade de ver um street fighter com estilo gráfico do MK..
  31. 2 points
    esse game é sensacional, sempre é lembrado quando falamos de Sega CD . Cara... olha como o acessório foi vendido... não tinha jogo... não tinha nada... O Sonic CD foi lançado em 1993... quando eu leio sobre o desenvolvimento do SEGA CD, parece que estou lendo o do Saturn... sem jogos de peso no início... sem um SONIC de verdade... a diferença do SEGA CD para o Saturn, é que o Saturn tem ports quase identicos ao do arcade, enquanto o SEGA CD tem ports que o próprio megadrive já tinha recebido... lógico que estou exagerando, mas falta de jogo em um console quebra qq empresa . O SEGA CD tem grandes games sim, mas é nicho do nicho.
  32. 2 points
    Como assim "voltando ao assunto do topico" ?? Isso aqui é Seganet velho, unica coisa que não importa é o assunto do tópico .
  33. 2 points
    Resident Evil 2 Remake "A.I" Falow!!!
  34. 2 points
    Faz algum tempo, criei esse topico: a partir das vendas desse jogo (e consequentemente, placa) no japao, eua e em outros lugares, um cara chamado Eric chung, vulgo "shoutime", resolveu fazer o seu projeto, muito mais forte que essa placa do skycurser. a principal diferença é que a placa do skycurser era de jogo unico e voltada especificamente para jogos em pixelart. A exa pode ser usada pra 3d tambem e é multi jogos, como a cps2, como a mvs. Esse cara ja era infiltrado no ramo dos arcades, inclusive se envolvendo em aquisicoes e dumpagem de roms raras. Ele nao era muito bem quisto pq frequentemente comprava placas raras e segurava a rom ou simplesmente nao liberava pra comunidade do mame, o que irritava muitos. eu nao sei exatamente se o projeto da nova "placa" (um x86 como todos sao hj em dia) foi totalmente dele... se foi, parabens. se nao foi, parabens mesmo assim pq a iniciativa dele em fazer uma "placa" voltada aos desenvolvedores indies e empresas primariamente comprometidas com shooters, fez muitos aderirem a sua causa. inclusive empresas famosas que estavam muito tempo paradas, como jaleco (com o nome agora de city connection), g.rev, seibu kaihatsu (de raiden) e muitas outras, inclusive a M2. muitos dos jogos que vao sair ja existem para pc ou celular (como o aka to blue e o vritra), alguns sao doujin (fan games) ou sequencias de doujins, mas serao versoes melhoradas ou diferentes para a exa. Inclusive aquele jogo brasileiro homensagem a serie contra, o blazing chrome, vai sair tambem. Isso vai ajudar muitos desenvolvedores pequenos a serem reconhecidos mundialmente. esse abaixo é sequencia de um doujin free de pc e nao apareceu no video acima por estar em estagio bem inicial (assim como o gimmick, o primeiro do topico): o original é esse: um doujin gratuito japones consegue ser muito melhor do que trajes fatais, mesmo depois de tanto tempo e "trabalho" em cima
  35. 2 points
    Acomode-se em seu assento e prepare-se para pisar fundo, pois hoje revisitaremos Out Run! Em meados de 1986, o mundo receberia um dos Arcades de corrida mais famosos da história: pelas mãos da Sega (que produziu e desenvolveu o jogo) nasceu Out Run, um jogo de corrida onde tudo parece perfeito. Afinal de contas, pilotar uma Ferrari conversível com uma gatinha como co-piloto em pistas paradisíacas e ao som de músicas empolgantes não parece outra coisa senão o paraíso! Vale lembrar que Out Run saiu da mente genial de Yu Suzuki, uma lenda da Sega que também criou títulos/franquias clássicas tais quais Hang-on, After Burner, Virtua Fighter, Shenmue e Yakuza. Credenciais na carreira deste senhor não faltam, e Out Run talvez tenha sido seu primeiro grande passo rumo às estrelas. Após uma ótima conversão para o Master System em 1987, Out Run finalmente aportou no Mega Drive no sempre mágico ano de 1991 (aliás, que ano foi este para o 16 bits da Sega, não?). Com a capacidade superior à do Master, o cartucho do Mega aproximava-se muito mais da experiência de velocidade vista nos Arcades, apresentando gráficos bem trabalhados e indiscutível qualidade de áudio. Portanto, com tal clássico já devidamente apresentado, nos resta agora apertarmos os cintos e relembramos os detalhes e características que fazem de Out Run um nome que atravessou eras e mais eras na história do videogame. Sintonize sua música favorita e bora dar um role de possante em ótima companhia! Vida boa sim, só um pouco corrida! Em jogos como Out Run, fica até difícil abordar-se o tema “história”, já que por aqui ele literalmente não existe. Advindo dos Arcades, a premissa única é uma só: vencer o cronômetro em cada área do longo percurso. Não há princesas a serem salvas, nem vilões que devem ser impedidos – o que você precisa aqui é impressionar a beldade de cabelos dourados sentada no banco do passageiro e não fazer feio ao volante! Você não vai encontrar nem ao menos outros pilotos com o mesmo objetivo que você, o que por si só já descarta o nicho “jogo de corrida” e abraça somente o rótulo da velocidade. Os demais carros que o jogador encontra pela pista seriam apenas de pessoas normais, passeando tranquilamente e alheios ao seu desafio. O criador Yu Suzuki já afirmou anteriormente que “Out Run não se trata de um jogo de corrida, mas sim de direção”. Isto significa que não temos aqui uma competição como veríamos em Road Rash, Top Gear ou Super Mônaco GP por exemplo, e sim talvez do primeiro protótipo de simulador de carros transformado em videogame. Dito isso, é possível entendermos como a experiência de jogarmos Out Run em uma autêntica cabine de Arcade, com volante e pedais, deveria ser de fato muito superior à de sentarmos no sofá com o joystick em mãos – mas nem por isso o jogo passa perto de fazer feio nas plataformas domésticas. A adrenalina alimentada pelo desafio e velocidade ainda está lá, pulsando forte nos jogadores que entrarem de cabeça no desafio. No volante do possante Os controles e mecânica geral de Out Run seguem a linha mega simples dos antigos jogos de corrida: você só acelera e freia. Nada de nitros para aumentar a velocidade, botões de tiro/ataque para combater oponentes (como em Rock N’ Roll Racing e Road Rash, por exemplo) ou algo mais do tipo. Nos Arcades, é bem verdade que o volante é bem mais intuitivo que o joystick, mas mesmo nesta versão doméstica os comandos respondem bem – são apenas um pouco “durões” para quem ainda não está acostumado. Aliás, não há mesmo como estes serem tão leves e perfeitos, uma vez que o desafio de verdade em Out Run reside em manter o carro na pista o tempo todo, ainda desviando-se dos muitos obstáculos. Uma dica de ouro para domar melhor sua máquina é sempre ficar de olho no traçado à frente, uma vez que pegar a tangência da próxima curva – sobretudo nas mais fechadas – é essencial para manter o carango nos limites do asfalto. Isso pode ser especialmente difícil quando não temos um mapa para nos guiar, o que infelizmente por aqui é verdade. A parada é mesmo treinar os reflexos e responder rápido à mudança de trajeto. Também não fique esperando de forma alguma que a loirinha passageira banque a navegadora e te dê alguma dica porque você vai esperar sentado – ela está lá só pra curtir a paisagem e está pouco se lixando se o coitado do piloto está travando uma batalha épica contra a pista e seus obstáculos! Desafiando a velocidade (e os domingueiros) Na já citada ausência de adversários, o desafio apresentado em Out Run vem na forma dos traçados cada vez mais sinuosos, obstáculos laterais e outros motoristas pelo caminho. Quanto à pista, mesmo já dada a dica, vale sempre reforçar: manter o carro sob controle depende muito de pegar ou não a tangência da próxima curva. Caso você perceba que simplesmente começou a virar tarde demais, o negócio é diminuir a velocidade para ao menos evitar bater com força em alguma árvore ou placa nas laterais do asfalto. Mas não esquente: como cada sessão de jogo não é muito longa (dá pra bater o final de um percurso em menos de 10 minutos), pegar a manha não demora tanto assim. Sobre os demais carros passeando, não tem jeito mesmo: o jogador terá de relembrar suas habilidades de Enduro (corridinha clássica do Atari) e tirar sua Ferrari da trajetória de colisão. Tome como verdade o fato de que nenhum deles tem espelho retrovisor – nem bom senso – para saírem do caminho de um possante em alta velocidade, ou que simplesmente eles não estejam nem aí pra você. O mais importante é ter-se em mente sempre o seguinte: uma porrada mais forte em um outro carro, árvore, placa ou qualquer outro grande obstáculo vai fazer a Ferrari capotar lindamente, mandando pelos ares tanto o piloto quanto a moça. O jogo automaticamente recupera sua posição de origem ao centro da pista, mas o tempo perdido entre a animação da capotagem até o ponto de ganhar-se novamente velocidade após a batida fará você perder segundos valiosos. Aliás, o tempo ganho a cada checkpoint não é dos maiores. Muitas porradas, derrapadas e saídas da pista (momento em que o carro “come” terra ou grama e perde velocidade) podem facilmente garantir que o tempo termine, o que lhe renderá um belo Game Over. Neste caso, só lhe restará recomeçar tudo outra vez – nada de passwords ou bateria interna de gravação. Os checkpoints estão no início de cada nova área, e você perceberá que está chegando a um no momento em que a pista alterar suas características (grama pode virar deserto, o dia torna-se entardecer). Dá pra sacar que está para atingir uma nova área toda vez que você se deparar com uma bifurcação – como na imagem mais acima, podemos perceber que há várias rotas distintas em Out Run. O final é sempre o mesmo, mas o caminho até ele poderá sempre ser diferente caso o jogador opte por explorar novas rotas. Departamento técnico – feriadão de sol em pixels Uma vez mais, a Sega esmerou-se bastante para que, nesta conversão de Out Run, os proprietários de um Mega Drive sentissem-se privilegiados: tanto os gráficos como o som perdem pouco para os Arcades e mostram belo nível de trabalho e esforços. O modelo do carro é bem detalhado, bem como também apresenta um bom número de quadros de animação que podemos conferir assim que fazemos uma curva ou principalmente quando acompanhamos aterrorizados uma capotagem cinematográfica pós-colisão. Embora os outros carros não apresentem o mesmo nível de detalhamento, estes são bem variados (até motocas e caminhões da Sega pintam pelo caminho) e cumprem seu papel. Já os cenários, destes não há o que se reclamar: embora a pista seja sempre a mesma, as características de cada trecho garantem novas experiências após cada bifurcação. A eterna repetição gráfica nos obstáculos por aqui é latente, mas no quadro geral, podemos dizer sem medo de errar que qualquer cena do gameplay de Out Run daria um ótimo papel de parede para o seu PC ou celular. No setor sonoro, Out Run também dá show e aula pra muito título 16 bits que veio após ele. Embora os efeitos sejam simples (com um bem estranho quando derrapamos fora da pista), eles entregam exatamente a sensação de estamos jogando um clássico título de corrida: os sons das batidas, cantadas de pneus e outros são nada menos que nostálgicos. Quanto as canções, não somente temos uma boa variedade de belas e inesquecíveis músicas, como também uma inovação para os jogos de seu tempo: imagine poder escolher no rádio do seu carro o som que quer ouvir durante a partida. É exatamente esta liberdade que Out Run lhe dá – você pode “sintonizar uma rádio” e correr ouvindo a canção que mais gosta. Se isso lhe pareceu trivial até demais, não faz ideia do quanto isso era bacana para a época! Somando-se esta característica com os trajetos múltiplos, podemos dizer que Out Run foi um dos primeiros jogos que ao menos tentou se parecer diferente para cada jogador. Esqueça o cronômetro – Out Run não tem fim! Fechando este humilde review sobre tão importante jogo para a trajetória da Sega, não podemos deixar de dizer com todas as letras e sem faltar com a verdade: Out Run marcou época, e sem dúvida influenciou bastante seu gênero. O cartucho ousou inovar, trouxe uma variedade nunca antes vista em um título de corrida e fez muito gamer tomar gosto pela direção. Se já era bacana ir ao fliperama e gastar fichas e mais fichas atrás do volante, ter essa sensação emulada no conforto de seu lar não era menos que incrível. Se você já experimentou este jogo, certamente vai se lembrar de bons momentos enquanto desafiava o tempo e cruzava por cenários paradisíacos. Porém, se jamais chegou a ver Out Run em ação e é um fã de velocidade e/ou retrogames, de certo precisa passar alguns minutos tentando domar esta Ferrari ao lado da loirinha. No melhor estilo Arcade – que produziria no futuro máquinas como Daytona USA e Cruis’n USA, onde o objetivo também era desafiar o cronômetro – Out Run fez escola e merece não somente respeito, como também um repeteco na sua próxima hora de folga! Dicas Modo de dificuldade Hyper Após algum tempo com o jogo, tornar-se fera em Out Run não é tarefa das mais complicadas. No entanto, para continuar encontrando desafios, é possível destravar um modo de dificuldade barra-pesada – o Hyper. Para jogar neste modo, que joga o mel fora e te dá a abelha viva para mastigar, basta terminar o jogo ao menos uma vez no modo Super ou Pro. Também é possível destrava-lo na base da mamata ao apertar o botão C dez vezes na tela-título e depois seleciona-lo no Options. Fonte: Jogo Véio
  36. 2 points
    Tem uns malucos colocando o esquema de "time travel" no Sonic 2. Até onde joguei, muda um pouco a jogabilidade já manjada no Sonic 2 Aqui esta tudo que estão mudando no game original + o jogo já modificado pra fritar no emulador http://sonichacking.org/entry/79
  37. 2 points
    Muito bacana, apesar de não entrar em detalhes técnicos e excluir a Austrália.
  38. 2 points
    eu gostava mais quando era só a SuperGame , mas foi uma época de ouro pra nós .
  39. 2 points
    manda 1 por semana que ta valendo. dai da tempo do pessoal comentar e desvirtuar o tópico
  40. 2 points
  41. 2 points
    Assisti ontem com a mulher.. E Concordo em tudo com o Zariel! Filme bem executado... Não é digno de prêmios.. Mas cumpriu muito bem seu papel.. Que é de entreter. Legal também que no fim eles anunciam que terá uma série!
  42. 2 points
  43. 2 points
    Também sou mais fã da franquia clássica e "tolerante" aos jogos modernos que são cópias competentes do Super Metroid (o qual ainda prefiro). Não posso reclamar (muito) dos jogos da Konami para Mega Drive, pois pude aproveitá-los bem na época certa, principalmente Rocket Knight Adventures e Tiny Toon (que é melhor que o do Super Fezes sem dúvida). TMNT também joguei, porém mais depois de sua época e digo que não consigo me decidir se curto mais ele ou a versão do Super Fezes. Pra mim, no Super Fezes esse jogo é melhor nos efeitos e fidelidade ao original e no Meguinha eu gosto das músicas e jogabilidade (sim, é mais fluída e gostosa de jogar). Contra eu gosto de ambas as versões também, mas me identifico mais com a "pauleira tecnográfica" do Hard Corps justamente porque o jogo é A CARA DO MEGA, enquanto Contra 3 é uma evolução natural dos games de Nintendinho mesmo. Agora o Bloodlines e SCIV eu não joguei na época que saíram, só joguei mais tarde. Concordo com as críticas, mas todo mundo hoje em dia já sabe que o Bloodlines existe porque não deixaram a Factor 5 portar o SCIV pro hard da SEGA e pensando bem eu fico até feliz que isso não tenha acontecido. Bloodlines tem seus próprios méritos e manda bem. O jogo é gostoso de jogar, os chefes são legais, os efeitos são ótimos e as músicas ainda são lembradas como parte das melhores que apareceram no Mega Drive na minha opinião, mesmo o chip de som não favorecendo as do tipo orquestradas que no Super Fezes ficaram ótimas com SCIV. Michiru Yamane provou que poderia fazer coisa boa e o resultado a levou a compor pra outros jogos memoráveis da franquia. Curto muito o SCIV mas ele têm defeitos que irritam um pouco como por exemplo uma estranha lentidão (o jogo já era lento por concepção), mas por outro lado a música é soberba e a ambientação é perfeita. Enfim, onde um console geralmente falha, o outro se supera e por isso gosto de curtir os dois mundos igualmente.
  44. 2 points
    são poucos os jogos de corrida que carregam a identidade própria que Out Run carrega . Podiam fazer lindo e desenvolver um Out Run 3 digno do primeiro de arcade e do 2 original de Xbox.
  45. 2 points
    SEGA’s Rieko Kodama being honored with GDCA Pioneer Award One of our favorite SEGA developers here at SEGAbits, Rieko Kodama, who has worked on SEGA classics like Alex Kidd, Phantasy Star and even the Dreamcast cult classic Skies of Arcadia. She is set to recieve this year’s pioneer award at this year’s Game Developer Awards. “The Game Developers Choice Awards were conceived as a way to recognize the all-too-often unsung genius and dedication of game developers throughout history, and this year’s award honors a figure who helped pave the way for countless game creators to follow, after decades spent developing some of SEGA’s most indelible classics, Kodama-san could easily rest on her laurels, but instead has dedicated herself to creating games that transcend gender and generations to give us countless hours of joy. This award is a ‘thank you’ to Kodama-san and all creators who work so hard to achieve greatness.” – Katie Stern, general manager of the Game Developers Conference THe Game Developer Awards ceremony will take place in San Francisco Moscone Center on March 20, 2019 at 6:30 pm. http://segabits.com/blog/2019/01/17/segas-reiko-kodama-being-honored-with-gdca-pioneer-award/ Rieko Kodama (Japanese: 小玉 理恵子 Hepburn: Kodama Rieko, born May 25, 1963) is a Japanese video game artist, director, and producer employed by Sega. She is one of the first notable female artists in the industry, joining Sega as a graphic designer in 1984. Kodama is primarily known for her work on role-playing games (RPGs) including the original Phantasy Star series, the 7th Dragon series, and Skies of Arcadia (2000). She is also known for her artistic contributions to Master System and Mega Drive games, including Altered Beast (1988) and Sonic the Hedgehog (1991). Although she started as a graphic designer, she eventually rose to the rank of director and then to the rank of producer, a role which she maintains today. Kodama is often recognized as one of the first successful female video game developers, including by Nintendo Power which dubbed her the "First Lady of RPGs." In this regard, she is often asked for her thoughts on the relationship between women and video games. Kodama believes that more women are gradually taking an interest in gaming culture because they are growing up around them more as young girls. While she does not design games strictly for female audiences, she designs characters that are appealing to both men and women and avoids including elements that treat women unfairly. https://en.wikipedia.org/wiki/Rieko_Kodama#Early_work
  46. 2 points
    Agora que eu percebi que o cara jogando era o ator de um dos power rangers
  47. 2 points
    Como eu nunca curti muito essa série, como jogo de luta, eu não me importei muito com o reboot dela. Não comprei, e nem joguei, nenhum deles (IX e X). Porém, curiosamente, o Youtube me recomendou um vídeo que mostrava as cutscenes do modo história do MK IX. Como eu tava sem nada pra fazer, resolvi assistir. PQP!!!! Que história massa da porra!!!!! 2 horas e tanto de vídeo e eu assisti numa única sentada. Depois eu procurei o mesmo vídeo, só que com a história do X, mais duas horas e tanto de vídeo. Fiquei fissurado na história desse reboot. E esse XI aí então, com o Raiden marvadão? Hahahaha... estou pensando seriamente em comprar o jogo já no lançamento, só pra poder curtir a história em primeira mão.
  48. 2 points
    [Mega Drive] Gargoyles Taí um jogo que é difícil pela dificuldade de domínio dos controles, mas que pega mesmo é a imprevisibilidade das investidas dos inimigos. Espere muita raiva em algumas partes. Melhor se jogado com paciência, pra aprender a se safar das bizarrices das fases. Ah, não jogue estressado, pois não vai render. XD
  49. 1 point
  50. 1 point
    E quanto a dúvida que permeia gerações: em cima do carro do Enduro é o aerofólio ou são os pneus dianteiros vistos em perspectiva? Entendidos entenderão!
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