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  1. 5 points
    Foda né? Para mim o maior salto foi 16 - > 32 bits e logo em seguida a de 32 para 128 bits com o DCzão botando para lá haha foi foda Eu tinha o N64 e o Saturn na época em que o DC foi lançado e lembro de ver nas revistas os gráficos, os recursos.. mas ainda estava cético e tals.. até testá-lo em uma locadora, pqp Meu setup ficou sem graça a partir daquele momento hahaha E de lembranças, o DC foi o último console onde eu e meu irmão jogamos juntos: DOA 2! Era uma rivalidade foda, ele com o Hayabusa, eu com a Kasumi, a gente tirar uns contras foda, pela honra huahua eram 150 partidas em direto, aquele clima de zoação... boas lembranças,, acho que é por isso que curto tanto o DC e o Satan, foram os consoles onde eu jogeui muito com meu irmão, lado-a-lado. A gente até jogou online na época do Ps3, mas já estávamso em cidades dferentes.. nunca foi a mesma coisa!
  2. 4 points
    “É impossível não notar o empenho da Sega nesta TGS“, dizia a Gamers #35, de 1998, sobre a forte presença do Dreamcast na feira. A Tokyo Game Show foi um dos palcos que a Sega utilizou para divulgar ao máximo o seu console, que prometia ser o mais avançado do ano, e também ser a reviravolta definitiva da companhia. A matéria compartilhou, entre outras coisas, as novidades da SNK e seu Neo Geo Pocket. A Capcom, que traria uma versão surpreendentemente muito boa de Street Fighter Zero 3 para o Playstation. E a Square, que ainda não “tinha Enix” no nome, e fazia a alegria de muita gente com os seus RPGs. Voltando à Sega, o evento japonês contou com a presença de Soichiro Irimajiri, o presidente da companhia; Bernard Stolar, presidente da Sega of America, e Yuji Naka, criador de Sonic e mente criativa de diversos outros títulos da empresa. A matéria destacou também a maneira forte com a qual a empresa divulgou o Dreamcast. Com um estande obviamente laranja, a companhia aproveitou para disponibilizar estações rodando Sonic Adventure, seu programa de acesso à Internet, via o modem do console, além de outros games, que chegariam pelos próximos dias. A TGS 98 foi importante para apresentar ao público os primeiros jogos do Dreamcast. Este momento era encarado com olhares atentos, uma vez que o Saturn não era lá um console muito amigo das desenvolvedoras independentes, que preferiam fazer seus games para o Playstation e, caso fosse conveniente, também para o Nintendo 64. Mas a lista inicial parecia interessante. A Hudson, por exemplo, trouxe Elemental Gimmick Gear, um game que trazia arte desenhada à mão. Geist Force era uma espécie de Star Fox para o console, e prometia boa ação, mas acabou sendo cancelado posteriormente. Climax Landers chamou boa atenção da revista, que destacou o gameplay em 60fps, e garantia opções em RPG para o console. Blue Stinger também chamou atenção, por se tratar de um survival horror, em plena época de ouro para Resident Evil e seus derivados. A Gamers explicou na matéria que o enredo ficou nas mãos de Pete Von Sholley, o mesmo que fez o roteiro de O Máscara. É claro que a empolgação da época com as novidades garantiu um “Resident Evil que se cuide” na matéria. Mas, no fim, apesar de não ser brilhante, Blue Stinger é sim um game bem interessante. A matéria ainda iria destacar Godzilla Generations, que aproveitava do sucesso do filme lançado na mesma época; To the North: White Illumination era um jogo de relacionamentos, tipicamente japonês; Grandia 2 prometia, e muito, após o sucesso e a qualidade do primeiro game; Virtua Fighter 3 TB, com sua versão jogável na TGS, também prometia muito. Sonic Adventure era, com razão, um game com muita expectativa. Era, de fato, a estreia do azulão em um mundo 3D. Apesar da reclamação da demo rodando a 30fps, a Gamers deixou claro que o game estava demais: “simplesmente pode ser considerado o game com os gráficos mais impressionantes até hoje vistos em um video game”. E com razão: o game ficou muito bem feito, a ponto de hoje contar com versões para diversos outros sistemas. Por fim, Evolution, um RPG nos anos 30, com temática de expedições, e Sega Rally 2 Championship fecharam o bloco das novidades do Dreamcast na TGS. Todos vistos com bons olhos pela revista, a Gamers explicava que o console garantia, em sua chegada, uma boa variedade de jogos. Suficiente para agradar os japoneses, e oferecer um bom início para o console. A Gamers ainda aproveitou um espaço em suas famosas grandes matérias, que dispensavam um bom design ás vezes, em favor de colocar o máximo de informação possível, para trazer mais sobre o Dreamcast. Explicou, por exemplo, que Resident Evil: Code Veronica estava em desenvolvimento. Na época, o game ainda era encarado como uma história a parte da cronologia de RE. Embora hoje, saibamos bem que o game é uma continuação direta de Resident Evil 2. Sobre o game, que prometia mais recursos devido a maior potência do console, Yoshiki Okamoto, chefe de desenvolvimento da Capcom, disse, na ocasião que“o Dreamcast é a máquina que faz com que todos os sonhos de todos os criadores se tornem reais”. Um The King of Fighters (era o Dream Match 1999) também foi anunciado. Além dos rumores de um RPG baseado na série de luta. O RPG acabou chegando anos depois, para Android. Ainda falando em SNK, foi apresentado também na matéria a conectividade entre o Dreamcast e o Neo Geo Pocket. Ainda era cedo para saber muito sobre a conexão. Mas já estava claro que o portátil se conectaria diretamente ao console, funcionaria como um VMS (o memory-card do console). E seria compatível com alguns games. A Konami rebatia um rumor (sim, eles já existiam) de uma versão de Metal Gear Solid para o console, o que de fato nunca existiu (esta versão sairia para o GameCube, em 2001). Turok 2 chegou a ser anunciado também, mas foi cancelado. A revista também contou que a Namco lançaria Tekken e Ridge Racer para o Dreamcast, mas estas versões nunca existiram. Ridge Racer até chegou a ganhar uma versão para o Nintendo 64, mas nada de Sega. E, entre os games revelados, havia um tal de “Project Berkley”. A revista estava falando de Shenmue, que ainda não tinha um nome oficial. Foi explicado que era um RPG com mais de quinhentos personagens englobados em um mesmo mundo, “em uma aventura nunca antes vista”. Yu Suzuki, disse na época, que “o game seria como Final Fantasy ou Dragon Quest, mas muito diferentes destes em vários aspectos”. A matéria termina falando sobre o lançamento do Dreamcast no Japão. O pacote contaria com o console, um joystick, o modem, além de cabos RF, e A/V. Ele custaria 20.800 ienes, que equivalia a US$ 250 (o que seria cerca de R$ 996, no câmbio atual), e seria lançado em setembro de 99. No fim das contas, a Sega lançaria o Dreamcast no dia 9/9/99. Aproveitando a data específica, para promover seu “console do milênio”. Fonte: Arkade
  3. 4 points
    Tópico bom é assim mesmo: - Tem jogo bom e nostálgico - Nego cutucando para dar uma trollada - Nego respondendo surtado - Os que são meio autistas, não veem nada e saem respondendo como se somente eles estivessem postando - Os que sempre postam sério e nos passam informações úteis - E claro, os que curtem tudo isso enquanto comem uma boa pipoca e dão risada Cansei de jogar esse jogo no Meguinha, coisa fina.
  4. 4 points
  5. 3 points
    Vai ser multado por ficar cagando dia sim e dia sim hein! E ai galerinha da arminha, prontos para trampar domingo sem ganhar 100% ? Prontos para trabalhar sem ponto e assim não receber a hora extra ?
  6. 3 points
    Curitibano viaja 15 mil km pela América do Sul a bordo de um Fiat 147 Giselle Ulbrich, da Tribuna do Paraná[23/06/2019] [18:37] O curitibano Alberto Carlos Fröhlich com seu Fiat 147 no deserto do Atacama, no Chile.| Foto: Reprodução/Instagram Morador do bairro Mercês, em Curitiba, Alberto Carlos Fröhlich, de 67 anos, decidiu rodar a América do Sul em um Fiat 147, o autito - carro pequeno, em espanhol, como muitos carinhosamente chamaram na viagem. Além do Brasil, ele passou por seis países, totalizando 15 mil km por Argentina, Bolívia, Peru, Chile, Paraguai e Uruguai. Não faltaram aventuras e perrengues, como dormir no pátio da polícia e correr o risco de congelar à noite no meio do deserto, sozinho, com o carro quebrado no meio do nada. A viagem começou em 2 de dezembro de 2017 e terminou em 13 de janeiro de 2018, mas até hoje tem dado o que falar e rendido muitos convites para voltar à estrada, algo que Alberto nunca imaginou. A viagem ocorreu de uma forma completamente diferente do que havia sido planejado. A ideia era levar de carro o filho, a nora, que é peruana, e um amigo peruano do casal até Lima, no Peru, para passarem o Natal com os familiares dela. Mas, em Foz do Iguaçu, onde tinham passado a primeira noite num camping, o filho de Alberto começou a ficar preocupado com documentos pessoais, com o peso do carro, já que o trajeto tinha muitas rampas, e ficou com medo de não chegar em tempo para o Natal. Eram cinco mil quilômetros e Alberto planejava chegar em 20 dias, a bordo do seu Fiat 147 ano 1980, motor 1.050 cilindradas e 57 cavalos de potência. “Mas os três começaram a tirar a bagagem do carro, não quiseram nem carona para o aeroporto ou rodoviária”, lamentou Alberto, que chorou sozinho no camping, na segunda noite de estrada. Depois de chorar novamente contando tudo ao dono do camping, foi amparado e aconselhado a ficar ali mais uns dias e conhecer os atrativos turísticos da região da fronteira. Mesmo chateado e querendo voltar para Curitiba, aceitou a ideia. Passados alguns dias de passeios e de compras no Paraguai, Alberto riu do seu portunhol ao tentar se comunicar com outros turistas em San Inácio de Las Missiones e pensou: “Esse negócio tá ficando divertido”. A mágoa com o filho já tinha passando e ele decidiu seguir o conselho da cunhada, que lhe telefonou, e botar o pé na estrada. E seguiu sem rumo, apenas com uma mala de roupas, uma caixinha de ferramentas, um colchonete, duas barracas e algumas peças extras do Fiat 147. Calor e celular furtado Na primeira parte da viagem passou um calorão enorme nas cidades de Posadas e Corrientes, na Argentina. Quando chegou em Pampa del Infierno, via os ônibus passarem na estrada com a tampa do motor aberta, para ventilar. Alberto precisou andar com o capô do Fiat 147 semiaberto. A temperatura era de 42º C na região e em fevereiro a temperatura chega a 50º. Na estrada, Alberto se deparou com uma bifurcação. Uma ia para a cidade de Salta e a outra para San Miguel de Tucumán. Ao lado da bifurcação havia um trailer que vendia comida. Hora de almoço, o aposentado decidiu pedir um prato enquanto decidia para onde ir. “Era um trailer no meio do nada. Sabe quando você não espera nada do lugar? Foi a melhor comida da viagem, um caldo de frango com arroz e lentilha”, contou Alberto, que decidiu seguir para Salta. Em Salta, Alberto teve o celular furtado. Hospedado num camping longe do centro, pegou um ônibus para visitar a cidade. Depois de andar no mercado público, foi conhecer uma igreja. Na hora de tirar o telefone do bolso para fazer fotos, cadê o celular? Os documentos ficaram. Os bandidos conseguiram tirar só o dinheiro e o aparelho. Alberto foi à polícia fazer BO. Depois de olhar as câmeras do mercado e encontrar as cenas do furto, Alberto precisava bloquear o aparelho. Os policiais o levaram ao Ministério do Turismo, onde ele conseguiu ligar para a família resolver isso. A polícia ainda o levou a uma loja, para comprar um aparelho novo. “Mas na Argentina as coisas são muito caras. Um do mesmo modelo que o meu era 500 dólares. Acabei não comprando”, diz o aposentado, que ainda ganhou dos policiais uma carona de volta ao camping. Alberto continuava sem celular e sem destino, andando só com um mapa da América do Sul no carro, para ter noção se estava indo para o norte ou para o sul. Assim chegou na cidade de Yala, na província de Jujuy, na Argentina. A dona do camping onde ele se hospedou gastou do autito (carro pequeno) e o presenteou com um jantar em seu restaurante. “Você está lá parado no meio do nada e ganha um jantar regado a vinho argentino”, contou Alberto, agradecido. Mas a saga dele por um celular continuava e ele foi à cidade de Purmamarca, mais ao norte. Foi onde encontrou duas iguarias: o salame de lhama e o queijo de cabra. Mas e o celular? Na Argentina era muito caro e ele foi orientado a ir à Bolívia para comprar o celular. Até cruzar a fronteira com a Bolívia, Alberto tinha cinco horas de viagem e muitas montanhas a cruzar na região dos Andes. E ainda tinha o risco de perder as compras que fez no Paraguai, pois já havia sido alertado que a fiscalização na aduana era rigorosa. Alberto pegou as peças extras de Fiat 147 que levou para emergências e escondeu dentro dos forros das portas. Ao chegar na aduana, o fiscal bateu em toda a lataria, mas não detectou as peças escondidas na porta. Na Bolívia, Alberto chegou numa cidade e rodou as lojas pesquisando preços de um aparelho igual ao que ele tinha. E finalmente comprou um novo celular. “Depois que eu paguei, [a vendedora] me disse que eu não poderia levar a caixa e que os acessórios do aparelho eu tinha que espalhar no carro e na bagagem, porque se a polícia me pegasse, recolhia o aparelho, porque era contrabando”, disse Alberto, que seguiu a orientação da lojista e tirou um monte de fotos, logo que saiu da loja, para caso fosse parado, tinha como provar que o aparelho já vinha com ele de longe. Pneu e gasolina O aposentado conta que as estradas na Bolívia são malconservadas e com muitas rampas, onde o pneu patina. Numa dessas subidas, o pneu estourou. Ele colocou o estepe e saiu rodando, mas com medo de perder outro pneu no meio do nada. A saga agora era para consertar o pneu. Viajou até São Pedro de Atacama para procurar um borracheiro, pensando se tratar de uma cidade grande. “Aqui no Brasil quase todo mundo já ouviu falar dessa cidade. Era menor que o centro de Almirante Tamandaré e só tinha um borracheiro, que disse que meu pneu não tinha conserto. Eu teria que comprar um novo e ele não tinha aro 13”, apavorou-se Alberto. As cidades grandes mais próximas ficavam no Chile. Então ele decidiu cruzar a fronteira. Em condições normais, o 147 fazia 16 ou 17 quilômetros por litro. Mas ali na Cordilheira dos Andes, caía para 8 quilômetros por litro. O único lugar onde havia combustível no caminho era a cidade de Susques, ainda na Argentina. E não era nem um posto de combustíveis, era a casa de um homem que morava lá. E quando Alberto chegou, não havia gasolina, só álcool. Ele teve que esperar algumas horas, pois o combustível estava para chegar. No entanto, aquilo atrasaria sua chegada ao Chile. Depois que abasteceu, pegou a estrada e parou para perguntar se a fronteira estava longe. A dona de uma loja falou que ainda faltava mais uma hora de viagem, porém, a polícia fechava a fronteira durante a noite, pois ali era rota de tráfico de drogas e contrabando. Como Alberto não chegaria a tempo, bateu o desespero. Mas a dona da loja conhecia o pessoal da fronteira, telefonou para eles, explicou a situação e pediu que esperassem. “Eu entrei no meu carrinho e chispei. Já fazia meia hora que a fronteira deveria estar fechada e eles estavam me aguardando”, comemorou o aposentado. Amizade com a polícia chilena Alberto sempre dormia dentro do Fiat 147, dentro do qual baixava o banco de trás e conseguia 1,80 metro de espaço para se esticar. Mas sempre procurava campings para tomar banho e comer. Mas chegou à cidade de Sierra Gorda, no Chile, tarde. Ele nunca dirigia à noite e decidiu parar num posto de polícia perguntar se havia algum lugar para dormir por perto. No Chile, a polícia chama-se Carabineros e é a mistura de Guarda Municipal, Polícia Militar e Polícia Federal. Está entre as melhores polícias do mundo. Quem atendeu Alberto foi o próprio comandante, que questionou se ele não tinha lugar para dormir. Quando explicou sobre a viagem, o comandante abriu o pátio e mandou ele parar o 147 lá dentro. Avisou que havia ducha e máquina de lavar roupa. “E ainda disse que enquanto eu tomava banho, preparariam uma comida típica do Chile. E também havia camas para eu dormir. Eu expliquei que dormiria no carro, mas ele insistiu que eu dormisse nas camas”, explicou Alberto, que depois de jantar uma comida com fígado e conversar com os carabineiros, ainda fez uma chamada de vídeo para a família. “Eles me viram rodeados de policiais e ficaram assustados, perguntando o que eu tinha feito para ser preso. Até que eu contei a verdade, que eram só amigos. Todos caíram na risada”, relembra. Já eram 22h quando o posto policial foi cercado por carros e vários homens armados. Alberto ficou assustado e com medo de algum ataque ou tiroteio. Até que lhe explicaram que aquela era a Polícia Civil local, que passaria a noite ali fazendo um bloqueio, pois naquela região há um fluxo alto de carros roubados e tráfico de drogas vindos da Bolívia. Todos os carros que passavam pelo bloqueio eram parados pelos policiais civis. Enfim, o pneu No dia seguinte, foi difícil sair do posto policial em Sierra Gorda. Alberto gostou dos novos amigos carabineros e eles não queriam deixar o viajante ir embora, pois também se divertiram muito com ele. Alberto fala com o comandante até hoje pelo WhatsApp. Seguiu o conselho dos policiais de abastecer o tanque até a boca e ainda levar mais um reservatório extra que ganhou dos policiais, pois o caminho até Antofagasta era muito longo e quase não havia pontos para abastecimento no caminho. E assim Alberto foi e estava decidido a conhecer o Oceano Pacífico. Ao chegar à cidade litorânea de Antofagasta, foi a um hipermercado, mas não encontrou pneu aro 13. Decepcionado e sem saber o que fazer, acabou se deparando com uma borracharia no caminho, que tinha um único pneu aro 13 disponível. O borracheiro o vendeu a Alberto ao preço de 20 dólares, para se livrar logo da “encrenca”. O produto estava há tempos encalhado lá e ninguém comprava. E assim Alberto saiu feliz, para conhecer a cidade de Santiago. No caminho para Santiago, Alberto dormiu num posto de combustíveis que ele diz ser um “espetáculo”. Todos os postos da rede são grandes e bem estruturados, com chuveiros limpos e boas opções de comida. Ao acordar, tinha outro carro pequeno ao seu lado, com um casal de chilenos com filhos. Eles simpatizaram com o 147 e perguntaram onde o aposentado ia. Decidiram seguir juntos para Santiago. Passaram pela Baía dos Ingleses, onde a estrada é feita de uma mistura de sal e minérios, material que resiste ao frio e ao calor intensos do deserto. No meio do nada, viram um caminhão parado com o capô aberto. No deserto, os motoristas têm um “código de ética”. Quando há alguém parado com problemas, deve-se parar para ajudar, visto que o local é ermo e não há nada em volta. O caminhão estava sem bateria e não pegou. Alberto e a família do outro carro pararam para ajudar. Tinham ali uns cabos para ligação direta e conectaram a bateria do caminhão à do Fiat 147. O autito do Alberto fez o gigante ligar. E assim foram embora. Chegaram a uma cidadezinha com o combustível quase acabando. Depois de se despedir do casal de chileno, Alberto seguiu sozinho pela rodovia Panamericana. Viu uma estradinha secundária e decidiu entrar. Andou 10 quilômetros e chegou num monumento chamado La Mano del Desierto, no meio do nada. Parou, contemplou, fez fotos, saciou sua curiosidade e decidiu ir embora. Na hora de dar a partida no carro, a chave não virava e o volante estava travado. Ele precisava desmontar o miolo do volante, mas viu que nenhuma das ferramentas que tinha era do tamanho exato da porca que estava lá. “Aí eu pensei, se eu for andando até a Panamericana para pedir ajuda, vou ficar umas duas horas andando nesse calor desértico e vou desidratar. Se eu dormir aqui, à noite vou congelar. Olhei, pensei e consegui desmontar a ignição dando umas pancadas nas peças. Arrumei tudo e fui embora”. Mais aventuras Essas histórias são apenas uma parte de tudo o que Alberto viveu. Ele ainda passou maus bocados nas mãos de mecânicos perto de Santiago e teve o carro arrombado em Vinha Del Mar. Foi para o Aconcágua e conheceu um casal de motociclistas curitibanos. Também teve que emprestar o celular para os policiais pedirem ajuda em Santa Fé, na Argentina. Fora os relatos sobre as andanças pelo Uruguai e a volta ao Brasil, sempre cheias de aventuras, coisas boas e grandes sustos. Foram 42 dias de viagem, 15 mil quilômetros rodados e R$ 9 mil gastos. Alberto, aposentado, gastou as economias que tinha na viagem. “Para mim, sucesso na vida não é ter dinheiro, nem uma conta bancária robusta. É ter um bom relacionamento com as pessoas. E nessa viagem conheci muita gente, aprendi muita coisa, vivi muitas experiências legais. O que vale são as paisagens. E das dez estradas mais bonitas da América do Sul, eu andei em quatro”, orgulha-se. Agora planeja levar a esposa Célia na próxima aventura a bordo de uma Panorama - uma espécie “perua” do Fiat 147 -, que ele próprio está reformando. Para saber mais, confira as aventuras de Alberto por meio do Instagram @147naamericadosul." https://www.gazetadopovo.com.br/curitiba/curitibano-america-do-sul-fiat-147/ Pai do nosso camarada @kalu
  7. 3 points
    Bons tempo, também vendi meu ps1 e comprei o Dreamcast por 800 Reais no tempo era impressionante os gráficos do Dreamcast sem falar do primeiro contato online, meu primeiro email criado no yahoo foi feito pelo Dreamcast ainda hoje uso ele, fiz aquele velho gato no orelhão para usar a conexão 0800 joguei muito Unreal e Quake 3 kkkkkk o orelhão depois das 11 da noite fica "sem funcionar" para o publico kkkkkkkkkkkkkkkkkk
  8. 3 points
    Valeu Rage, sempre que vejo algo legal, gosto de copiar e colar aqui para o pessoal comentar, não prejudica ninguém e sempre bom lembrar desses jogos antigos.
  9. 3 points
    Adorava gravar um piratinha, colocar no Dream, e ouvir a carniça daquele nhec nhec lendo o disco. Putz, que coisa bacana que era.
  10. 3 points
    Eu tinha, e foi uma sensação que não tive com outro videogame até hoje.
  11. 3 points
    A lacração não fazia sucesso na época, daí descartaram Tempos mais felizes né....
  12. 3 points
    Brasileiro passa a vida inteira reclamando que videogame custa caro demais, ai na primeira vez na vida que algo concreto pode ser feito para melhorar a situação começam a reclamar só pq é o Bolsonaro quem vai fazer. Já tem inclusive gente do JORNALISMO GAMER dizendo que se baixar o imposto o preço dos jogos vai aumentar ou então índios vão morrer por causa disso. A gente merece pessoas como o cara do jogo justo mesmo.
  13. 3 points
    acho que vou pegar um avulso assim que sair e ver se vale essa coleção de canecas é um absurdo msm, huauhauhuahauuhaha. onde em sã conciência um cabra vai comprar VINTE canecas em uma tacada só Aquela voz doce e aconchegante, falando de mega drive e super nintendo, convence qualquer um
  14. 2 points
    Esse tópico deveria ser deletado. Isso aqui é o chorume do fórum.
  15. 2 points
    zebú 2 vai revolucionar o mercado a preços populares mal posso esperar
  16. 2 points
    Saiu um projeto chamado Sonic SMS Remake, pelo estúdio independente Creative Araya. O game não é um Hackrom, é um novo jogo baseado no clássico do master. Com muitas opções como Classic, Time Attack e escolha de personagens. Os personagens são habilitados a cada desafio completado. Algumas Screenshots O que há de novo: REMAKE: - Widescreen - Beautiful Colors - Redesigned Zones / Menus - Secret Marble Zone - Spin Dash and Super Peel Out - Sonic, Tails, Knuckles, Mighty and Ray - Super Sonic - Special Stage with 7 Chaos Emeralds - Big Rings in Zones with 7 Chaos Emeralds - Unlimited Rings Counter - 5 Load / Save games - Gamepads and Vibration - Debug Mode and Cheats - Click Here - And More Link do site oficial com download. https://sonic-sms-remake.blogspot.com/ O mais legal que eles estão trabalhando no Sonic 2 também.
  17. 2 points
    Já precisei, já tive de esperar três horas numa fila (de menos de 10 pessoas). Isso há cerca de uns oito anos. Se tá ruim pro Governo manter, privatiza e pronto.
  18. 2 points
    eu te garanto, se amanha o imposto cai, e o preço é repassado para o produto, ele vai sair mais barato no mercado tbm. A margem de games no mercado varejista é das menores, sempre foi assim e o mercado foi aceitando cada vez menos. Nao faz sentido a empresa X vender o jogo a 129,90 (no lançamento) e eu vender a 159,90 podendo vender a 129,90 entende? eu não ganho nada, eu perco muito pq jogo perde o valor muio rápido, e com varejistas cada dia mais agressivos, usando cada vez menos margem (e vendendo ate no custo ou abaixo em alguns casos) a empresa é obrigada pela concorrência a baixar preço. Noticia pra vcs, games em mídia física estão morrendo no brasil infelizmente..
  19. 2 points
    Bolsonaro é um lixo humano que não tem a menor capacidade intelectual e moral para o cargo que exerce. Entretanto, não é por causa disso que se deve criticar medidas que sejam positivas para o país, a economia e os consumidores, como é essa da isenção de impostos para jogos e consoles. Eu só ainda tenho minhas dúvidas se ela será sancionada como isenção total pois, em um momento que estão até pensando em voltar com CPMF para cobrir o déficit das contas públicas federais, como irão justificar isenção total para um mercado específico como o de videogames? Isso poderia levar a uma enxurrada de pedidos de isenção com o argumento de "se videogame pode, porque o produto x não pode?". Acho que no final irá rolar sim uma redução legal na tributação, mas duvido muito que será isenção total.
  20. 2 points
    o VG mais cagado do mundo pra opções de vídeo, todas ficam uma M grande se comparado com o resto de opções...
  21. 2 points
    Nada a ver, a galera já parte do pressuposto de que não irão repassar para o consumidor o valor menor do imposto e por isso podem reclamar. Não viaja, galera... se é bom para todos nós que gostamos de video game, porque criticar? Só para não dar o braço a torcer que o presidente que você fica falando mal no feice buque fez algo que você gostou?
  22. 2 points
    Eu não diria que isso vá depender muito das distribuidoras e atacadistas e sim mais das fabricantes dos consoles que possuem as suas lojas digitais. Vai ficar meio estranho se um Last of Us Part 2 custar, no lançamento, 120 a 140 reais na PS Store e 200 reais a versão física nas lojas. Sony e MS vão lucrar do mesmo jeito já que o valor do imposto foi removido, e elas vão querer ganhar mais no volume de venda dos jogos e de consoles que acabam gerando outras fontes de renda (DLCs, assinaturas, serviços, etc). A margem de lucro dos atacadistas já é bem baixa mesmo atualmente, então, se eles conseguirem vender jogos mais baratos, o volume de vendas vai trazer um aumento considerável nos lucros nesse segmento. Por isso que é sempre bom ter concorrência, porque se você dá uma de malandro e mantém seus jogos superfaturados, o seu concorrente vai lá, reduz os preços e toma o seu mercado.
  23. 2 points
  24. 2 points
    Tambem fiz o caminho vender o PS1 cheio de jogos piratas e pegar um Dreamcast ja com o selfboot e um jogo nao tinha mais Sonic Adventure...mas veio Crazy Taxi e eu simplesmente nao parava de jogar.Lembro que era a "trasiçao dos jogos piratas" de prensados para midias. Sobre noticias algo que me chamou muito atençao o BLEEMCAST um emulador de PS1 que prometia e de certa forma cumpriu rodar os jogos...a nota era mais ou menos assim acho que da Revista Gamers ou outra que durou pouco Game Force: "E do dia para a noite o Dreamcast ganhou toda a biblioteca de jogos do PS1 graças a um emulador chamado Bleemcast que promete rodar os jogos de maneira superior ao console da Sony como voce pode ver nas imagens tres titulos ja poderam ser jogados GT2,MGS e Tekken 3 a Sony diz que entrara com um processo contra os criadores do emulador" Ate hoje o Dreamcast nao emula jogos de PS1 tirando os 3 Bleemcast oficiais ja lançados que alias demoraram anos para serem dumpados por terem uma proteçao,lembro que ja na epoca surgiram as versoes betas que rodava alguns jogos mas bugados e sem save. No mais guardo essa ediçao da revista Gamers dentro da caixa junto com meu Dreamcast: Vale dizer nao gostaria de ter vendido meu Mega Drive 2 jap para comprar o PS1 modelo canhao de aluminio lol como nao tambem nao gostaria de ter vendido este para comprar o Dreamcast mas a falta de dinheiro...
  25. 2 points
    rapaz... minhas declaracoes fez ressuscitar um bolsominion e veio com o cú piscando forte pra defender o bolsodilma... mais um abiguinho pra tchurma... tomara que passe...
  26. 2 points
    Também acho que nunca vi um salto gráfico de uma geração para outra como foi quando vi um DC rodando pela primeira vez. E já de cara estava rodando o Code Veronica e o Soul Calibur, a porrada foi forte. Tanto que nessa época eu estava na dúvida se comprava um N64 ou um PS1, mas quando vi os jogos de DC o resto parecia uma bosta completa e semanas depois comprei o meu.
  27. 2 points
    Quem "aprovou" foi a CCJ do Senado. Boto entre aspas pq ainda vai ter que passar por votação do plenário. https://tecnoblog.net/301914/comissao-senado-aprova-imposto-zero-consoles-jogos-produzidos-brasil/ O que o governo fez foi reduzir a tributação de 50% para 40% dos jogos e consoles produzidos aqui, algo que tem um impacto bem pequeno nos valores atuais. Se essa PEC da isenção passar pelo senado e for sancionada pelo presidente, aí sim será uma nova era para o mercado de games no Brasil.
  28. 2 points
    bolzodilma abiguibhos...dizendo bolzodisses... o( * )sos bolsominions piscam forte com essas declarações...
  29. 2 points
    É que ele usou o mesmo cálculo pra dizer que o desmatamento é pouco ou que agrotóxico é benéfico. Kkkk Mas em todo caso, se zerar esse imposto ae, bem que poderia mesmo chegar a ser o segundo.
  30. 2 points
    Rapaz ainda me lembro de quando vi o Resident Evil Code Veronica rodando no Dreamcast, foi uma coisa de louco.
  31. 2 points
    Quando vi o MVC e o snk vs Capcom, não tive dúvidas, vendi o ps1 e a coleção gigante de cds, completei com uma parte do salário do mês seguinte e peguei um DC Joguei muito os jogos de luta e shooters, tudo gravado em casa com cd de boot out self. fiquei sabendo que iriam descontinuare, de forma impetuosa, vendi (consegui pegar o mesmo preço que comprei). peguei um ps2. A troca de vg que mais me arrependo na vida Depois de um tempo vendi o ps2 por desgosto. Vi uma xiboca rodando e percebi a superioridade. Peguei um no mês seguinte e destravei na unha, com chip pedido da china e instalado em casa. Me cagava todo a cada passo, mas deu certo. Depois foi só alegria. a melhor troca de vg que fiz
  32. 2 points
  33. 2 points
    se isso passar, vai ser lembrado por muita gente, por muito tempo como muitas coisas que estao sendo corrigidas/propostas nesse mandato, na verdade... mas "BUUUUUUU..." "HELENAAAAAO..."
  34. 2 points
  35. 2 points
    Se faz, reclamam. Se não faz, reclamam.. Vai entender...
  36. 2 points
    Alguém acredita que as distribuidoras irão repassar esse desconto para o consumidor final? E outra, vocês viram qual o valor do desconto? Na boa, existem coisas muito mais importantes a se fazer do que perder tempo com esse tipo de pauta, realmente o país precisa de um desconto na alíquota do imposto para games. Ah! Vão se foder!
  37. 2 points
    Soul Calibur pra mim sempre será sinônimo de Dreamcast .
  38. 2 points
    Joguei muito emuladores no Snes.. Mas depois que peguei o Xbox... Impossível voltar para os emus no ps2.. Xiboca era foooooda!
  39. 2 points
    Exterminador do Futuro: Destino Sombrio A Paramount Pictures divulgou as primeiras imagens oficiais do filme O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio. As imagens foram apresentadas durante o painel da Paramount Pictures ns CinemaCon. No elenco estão confirmados Linda Hamilton, Diego Boneta, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Mackenzie Davis. O Exterminador do Futuro – Destino Sombrio tem direção de Tim Miller (Deadpool) e produção de James Cameron e David Ellison. Confira as novas imagens da produção. Em entrevista exclusiva ao IGN, o diretor Tim Miller explicou: "O que faz um filme ter sucesso ou não é se o público se importa com os personagens quando tudo começa a explodir. Tenho certeza de que todo cineasta de ação diz isso, mas eu realmente tentei focar nas relações desses personagens um com o outro. E o fato de que Linda voltou para fazer esse filme em particular, torna a história mais revigorada e só poderia ser assim com ela no papel de Sarah Conner. Essa é a coisa mais importante para mim ", disse Miller. "Linda reinventou esse personagem de uma forma que tanto honra quem ela era antes quanto traz algo novo para o papel", acrescentou. E sobre o roteiro, Miller contou que: "Como grande parte do filme acontece nas margens confusas da sociedade, eu quis trazer uma sensibilidade de filme independente para um plano de ação de uma forma que eu não acho que tenha visto antes ... pelo menos não em um blockbuster". E completou afirmando que: "Nós temos muitos momentos poderosos e emocionantes das personagens, mas da metade para o fim do filme, quando a coisa começa a acontecer, simplesmente não para. E nós nos esforçamos muito para tornar tudo diferente e fresco - não são apenas pessoas dando socos umas nas outras, é uma montanha-russa de emoções e eu acho ótimo ”. O Exterminador do Futuro – Destino Sombrio, com distribuição pela Fox Film no Brasil, estreia em novembro nos cinemas. Fonte:https://m-minhaserie-com-br.cdn.ampproject.org/c/s/m.minhaserie.com.br/amp/novidades/46746-novas-imagens-de-o-exterminador-do-futuro-destino-sombrio-com-arnold-schwarzenegger Falow!!!
  40. 2 points
  41. 2 points
    Assim deu vontade demais de arrumar o PS4 Diz ai, o PS4 ainda tem a função de jogar os games dele na tela do Vita?
  42. 2 points
    Nesta semana, todos os fãs dos filmes dos anos 80 foram pegos de surpresa, positivamente, com o anúncio da sequência de Top Gun. Chamado Top Gun: Maverick, o longa terá, novamente, Tom Cruise, vivendo o piloto Maverick. E Val Kilmer, interpretando o Iceman. Como forma de celebrar a nostalgia, diversos fãs, com certeza, voltaram a ouvir Danger Zone, Take My Breath Away, ou o lendário tema de Top Gun, composto por Harold Faltermeyer (o mesmo que compôs o tema de Um Tira da Pesada), e interpretado por Steve Stevens, que inclusive ganhou Grammy por causa desta música. Mas também é possível celebrar um dos filmes mais icônicos do cinema nos games. Embora os games não sejam tão populares quanto o filme, e não conte com a mesma qualidade, vale a pena, no mínimo, dar uma conferida neles, para pegar um elemento aqui, e ali. E, claro, depois, ir jogar Ace Combat, que por si só, já é o “simulador oficial” do filme. Top Gun da Ocean – 1986 O primeiro game de Top Gun chegou junto com o filme. Lançado em 1986 pela Ocean, para vários computadores, entre eles o PC da IBM, Amiga, Atari ST e Commodore 64, se trata de um simulador vetorial, bem diferente de games “de navinha” da época. Era possível jogar de um ou dois jogadores. E o visual era nada mais do que as cores básicas que os computadores da época podiam reproduzir, com um gameplay adequado para eles. Tem lá seu público, mas ficou esquecido pelo tempo. Top Gun da Konami – 1987 Um ano depois, foi a vez da Konami trazer seu Top Gun. Este sim, mais conhecido pelos games, chegou para o NES em 1987. Curiosamente, o game chegou primeiro nos EUA, para um mês depois aterrisar no Japão. O game, que também contou com uma versão arcade, contou com duas milhões de cópias vendidas, de acordo com o livro Game Over, de David Sheff. Aqui no Brasil, muita gente jogou o game pelo nome de Asas de Fogo, numa daquelas “adaptações” que a Lei de Reserva de Mercado permitia. Independente do nome, você jogava com o Maverick, pilotando seu F-14 Tomcat. Este sim trazia vários elementos da série, incluindo uma versão adaptada — e competente — do tema do filme para o 8-bit. Basicamente o game oferecia, em visão de primeira pessoa, quatro missões com direito a um painel de instrumentos bem completo para a época. Você tinha um radar, medidor de altitude e velocidade, contador de mísseis e painel da direção do seu caça. Até animações bacanas com a chegada dos pilotos premiavam os Top Guns dos games. Top Gun: The Second Mission Se os cinemas não tiveram uma sequência de Top Gun, os games se encarregaram disso. A Konami lançou, em 1989 no Japão, e em 1990, nos EUA, o The Second Mission. É basicamente o mesmo game, obviamente atualizado e com melhorias. Maverick e seu F-14 Tomcat voltam aos céus para três novas missões. É basicamente o mesmo jogo, mas com gráficos melhorados, gameplay ajustado, e uma sequência de aterrisagem mais fácil. Top Gun: Fire At Will – 1996 Provavelmente, o game mais conhecido de Top Gun, foi lançado dez anos após o lançamento do filme. Chegou em 1996, pelas mãos da Spectrum Holobyte. O game, apesar dos recursos que computadores e o Playstation ofereciam na época, não era uma recriação dos eventos do filme. Não há tema de Top Gun, nem Kenny Loggins, e nem Tom Cruise, que nunca aprovou ter seu rosto estampado em algum game. De oficial, temos apenas James Tolkan, que revive seu papel como comandante, em meio a oficiais aleatórios, em cenas de vídeo toscas como a de todos os games daquela época. Mesmo sem Tom Cruise, você pilota o avião de Maverick em missões em Cuba, Coreia do Norte e Líbia, contra um grupo de mercenários chamados “Cadre”. O gameplay, completamente inspirado em Ace Combat, fez do game algo mais parecido com um clone da Namco, do que um game autêntico de um filme querido com caças. Mas, no fim, garantiu seu público e é querido por alguns jogadores. Top Gun: Hornest Nest – 1998 Mais ou menos uma sequência de Fire At Will, o game chegou em 1998, apenas para PCs. Novamente desenvolvido pela Spectrum Holobyte, o game não é dos mais lembrados. Por ser uma versão piorada de seu antecessor, além de trocar o F-14 Tomcat pelo F/A-18C, que descaracterizou ainda mais a aura “Top Gun”. Top Gun: Firestorm Em 2001, foi a vez do Game Boy Color ganhar a sua adaptação do filme. Desta vez, a ação é isométrica. A Titus, que fez o game, se inspirou em clássicos como Choplifter, incluindo o esquema de missões que pode envolver, além do combate com outras aeronaves, destruição de bases. Top Gun: Combat Zones O Playstation 2 recebeu Combat Zones em 2001. A mesma Titus que lançou a versão para Game Boy Color, publicou o game, desenvolvido pela Digital Integration. Um ano depois, Gamecube e PC receberam suas versões. Mais uma vez emprestando muita coisa de Ace Combat, agora são 36 missões, mas com um foco melhorado no enredo. É que, desta vez, o jogador conhecerá épocas diferentes da história. Começando pela escola de combates Top Gun, e chegando a missões em alguns locais, futuramente. Estes locais, pra variar, são lugares conhecidos de conflitos os quais os Estados Unidos participaram algum dia, como o sul da Ásia, ou o Golfo Pérsico. Top Gun da Mastiff Inc O Nintendo DS recebeu sua versão em 2006, através da Mastiff, em game desenvolvido pela Interactive Vision. O game tem uma campanha com enredo e aparições de personagens do filme. Mas nada, nem a segunda tela, que ajudava no gameplay, graças ao mapa e visualização de armas, salvou o jogo de uma recepção muito ruim. Top Gun da Blast Entertainment O Playstation 2 receberia mais uma versão do game, em 2007. Entretanto, apenas os donos do console na Europa. O game, desenvolvido pela Atomic Planet, e publicado pela Blast!, nem chamou a atenção das outras regiões por ser extremamente genérico, e feio. Destaque pelos gráficos de Nintendo 64. Top Gun para iPhone Talvez um dos games mais legais da franquia, infelizmente não pode mais ser jogado. A não ser que você tenha algum iPhone ou iPad antigo, com iOS 4, e que tenha o game instalado. O jogo, feito pela Freeverse é um jogo de ação interessante, que usa o acelerômetro do celular, e controla versões cartunescas de Maverick, Iceman, e Viper. Top Gun: Hard Lock Para melhorar, tudo com as músicas do filme. Também existiram outros três games da Hands-On Mobile. Dois shooters arcade, e um terceiro que lembrava bastante After Burner. Infelizmente, com a atualização de iOS e iPhones, jogos antigos da App Store ficaram no esquecimento. E este é um destes. E, pelo menos até o momento, o último game lançado de Top Gun é o Hard Lock. Lançado em 2012 para Playstation 3, Xbox 360, e PC, o jogo é da 505 Games, com participação direta da Paramount. Aqui você joga com Lance “Spider” Webb, um novato que se formou na academia de pilotos com o apoio de Maverick. Você combaterá um novo regime ditatorial fictício no Golfo Pérsico, em missões que, mais uma vez, emprestou elementos de um game Ace Combat, como a câmera dramática, que se aproxima do avião em tiroteio. Agora fica a pergunta: será que a Paramount, pra promover o filme, vai (ou está) cuidar de lançar um novo game? Se sim, o que esperar, hein? Fonte: Arkade
  43. 2 points
  44. 2 points
    https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/07/23/pf-deflagra-operacao-em-busca-de-hacker-que-invadiu-celular-de-moro.ghtml A Polícia Federal cumpriu nesta terça-feira (23) quatro mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão cujos alvos são suspeitos de envolvimento na invasão de celulares do ministro Sergio Moro (Justiça). As prisões e buscas são de supostos hackers ou de pessoas que teriam atuado em conjunto com eles. Delicia
  45. 2 points
    Lista triste, mas não esperava nada melhor dessa fonte ae. Parece que o trabalho deles é baseado na vivência de 5 anos pra cá. Nunca poderia se chamar "Jogo Véio". Depois que eu ouvi um podcast deles falando sobre Final Fight e suas sequências, eu tive certeza disso.
  46. 2 points
  47. 2 points
    vem ca esquerdinha ..vamos ter uma conversinha comigo talkei? na moral se formos nos basear nos criterios dos neopetistas ete nisso temos alguem mais gabaritado para ser ebaixador que o bolsokid...
  48. 2 points
    Mais algumas infos The Ninja Saviors: Return of the Warriors launches August 30 in North America and Europe Physical edition includes poster, sticker set manual, and pre-order bonus key chain. The Ninja Saviors: Return of the Warriors will launch both physically and digitally for PlayStation 4 and Switch on August 30 in North America and Europe, publisher ININ Games announced. While we previously reported a worldwide digital release for July 25, it turns out that the release date does not include North America and Europe. Our previous report has been updated to rectify this error. In North America and Europe, the physical edition will include a poster, a sticker set, and a manual. Pre-orders will include a limited The Ninja Saviors key chain. For those who prefer not to wait until August 30, the Southeast Asia physical edition is due out on July 25, and is currently available for pre-order on Play-Asia for PlayStation 4 and Switch for $29.99 with support for English, Japanese, Traditional Chinese, Simplified Chinese, and Korean subtitles. Here is an overview of the game, via ININ Games: In The Ninja Saviors: Return of the Warriors, the player assumes the role of one of five android ninjas to take on the tyrant Banglar and his henchmen with a variety of individual moves in a dystopian future. Along with two completely new characters, the fully revised side-scrolling arcade brawler also finally offers fans the eagerly awaited two-player co-op mode and an online ranking system so that you can measure yourself against fighters from all over the world. In a total of 8 levels, players will brawl their way through waves of enemy hordes, either alone or in pairs. Not only is long-term motivation provided in single-player mode, The Ninja Saviors: Return of the Warriors also makes comfortable couch co-op game evenings with friends possible, just like you remember and love from Super Nintendo classics of the 1990s. The original developers from back in the day, Tengo Project, have also made an already outstanding game even better audio-visually in every respect. The 16-bit pixel art of the classic has been retained, but significantly revised, and new animations have been added. The legendary sound of Taito’s house band Zunata is, of course, part of the fun once again, and along with the original soundtrack from the arcade machines, there will also be the music from the Super NES version and a completely newly arranged soundtrack on offer. The reboot of The Ninja Warriors marks the kick-off of more releases of old and new IPs with which the pioneer of the Japanese video game industry, Taito Corporation, will return to the western console market after around a decade. Watch a new trailer below. Visit the ININ Games official website here. Esse video apresenta cada personagem e deve ter a opçao de sangue verde ou vermelho (ou ser algo regional como foi Metal Slug acho...) https://gematsu.com/2019/07/the-ninja-saviors-return-of-the-warriors-launches-august-30-in-north-america-and-europe
  49. 2 points
  50. 2 points
    Sobre a 3º temporada. https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/07/18/cobra-kai-larusso-vai-ao-japao-para-revisitar-passado-do-sr-miyagi-na-3-temporada.htm
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