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Showing content with the highest reputation since 08/11/2019 in all areas

  1. 5 points
    Foda né? Para mim o maior salto foi 16 - > 32 bits e logo em seguida a de 32 para 128 bits com o DCzão botando para lá haha foi foda Eu tinha o N64 e o Saturn na época em que o DC foi lançado e lembro de ver nas revistas os gráficos, os recursos.. mas ainda estava cético e tals.. até testá-lo em uma locadora, pqp Meu setup ficou sem graça a partir daquele momento hahaha E de lembranças, o DC foi o último console onde eu e meu irmão jogamos juntos: DOA 2! Era uma rivalidade foda, ele com o Hayabusa, eu com a Kasumi, a gente tirar uns contras foda, pela honra huahua eram 150 partidas em direto, aquele clima de zoação... boas lembranças,, acho que é por isso que curto tanto o DC e o Satan, foram os consoles onde eu jogeui muito com meu irmão, lado-a-lado. A gente até jogou online na época do Ps3, mas já estávamso em cidades dferentes.. nunca foi a mesma coisa!
  2. 4 points
    Tópico bom é assim mesmo: - Tem jogo bom e nostálgico - Nego cutucando para dar uma trollada - Nego respondendo surtado - Os que são meio autistas, não veem nada e saem respondendo como se somente eles estivessem postando - Os que sempre postam sério e nos passam informações úteis - E claro, os que curtem tudo isso enquanto comem uma boa pipoca e dão risada Cansei de jogar esse jogo no Meguinha, coisa fina.
  3. 4 points
  4. 3 points
    Vai ser multado por ficar cagando dia sim e dia sim hein! E ai galerinha da arminha, prontos para trampar domingo sem ganhar 100% ? Prontos para trabalhar sem ponto e assim não receber a hora extra ?
  5. 3 points
    Curitibano viaja 15 mil km pela América do Sul a bordo de um Fiat 147 Giselle Ulbrich, da Tribuna do Paraná[23/06/2019] [18:37] O curitibano Alberto Carlos Fröhlich com seu Fiat 147 no deserto do Atacama, no Chile.| Foto: Reprodução/Instagram Morador do bairro Mercês, em Curitiba, Alberto Carlos Fröhlich, de 67 anos, decidiu rodar a América do Sul em um Fiat 147, o autito - carro pequeno, em espanhol, como muitos carinhosamente chamaram na viagem. Além do Brasil, ele passou por seis países, totalizando 15 mil km por Argentina, Bolívia, Peru, Chile, Paraguai e Uruguai. Não faltaram aventuras e perrengues, como dormir no pátio da polícia e correr o risco de congelar à noite no meio do deserto, sozinho, com o carro quebrado no meio do nada. A viagem começou em 2 de dezembro de 2017 e terminou em 13 de janeiro de 2018, mas até hoje tem dado o que falar e rendido muitos convites para voltar à estrada, algo que Alberto nunca imaginou. A viagem ocorreu de uma forma completamente diferente do que havia sido planejado. A ideia era levar de carro o filho, a nora, que é peruana, e um amigo peruano do casal até Lima, no Peru, para passarem o Natal com os familiares dela. Mas, em Foz do Iguaçu, onde tinham passado a primeira noite num camping, o filho de Alberto começou a ficar preocupado com documentos pessoais, com o peso do carro, já que o trajeto tinha muitas rampas, e ficou com medo de não chegar em tempo para o Natal. Eram cinco mil quilômetros e Alberto planejava chegar em 20 dias, a bordo do seu Fiat 147 ano 1980, motor 1.050 cilindradas e 57 cavalos de potência. “Mas os três começaram a tirar a bagagem do carro, não quiseram nem carona para o aeroporto ou rodoviária”, lamentou Alberto, que chorou sozinho no camping, na segunda noite de estrada. Depois de chorar novamente contando tudo ao dono do camping, foi amparado e aconselhado a ficar ali mais uns dias e conhecer os atrativos turísticos da região da fronteira. Mesmo chateado e querendo voltar para Curitiba, aceitou a ideia. Passados alguns dias de passeios e de compras no Paraguai, Alberto riu do seu portunhol ao tentar se comunicar com outros turistas em San Inácio de Las Missiones e pensou: “Esse negócio tá ficando divertido”. A mágoa com o filho já tinha passando e ele decidiu seguir o conselho da cunhada, que lhe telefonou, e botar o pé na estrada. E seguiu sem rumo, apenas com uma mala de roupas, uma caixinha de ferramentas, um colchonete, duas barracas e algumas peças extras do Fiat 147. Calor e celular furtado Na primeira parte da viagem passou um calorão enorme nas cidades de Posadas e Corrientes, na Argentina. Quando chegou em Pampa del Infierno, via os ônibus passarem na estrada com a tampa do motor aberta, para ventilar. Alberto precisou andar com o capô do Fiat 147 semiaberto. A temperatura era de 42º C na região e em fevereiro a temperatura chega a 50º. Na estrada, Alberto se deparou com uma bifurcação. Uma ia para a cidade de Salta e a outra para San Miguel de Tucumán. Ao lado da bifurcação havia um trailer que vendia comida. Hora de almoço, o aposentado decidiu pedir um prato enquanto decidia para onde ir. “Era um trailer no meio do nada. Sabe quando você não espera nada do lugar? Foi a melhor comida da viagem, um caldo de frango com arroz e lentilha”, contou Alberto, que decidiu seguir para Salta. Em Salta, Alberto teve o celular furtado. Hospedado num camping longe do centro, pegou um ônibus para visitar a cidade. Depois de andar no mercado público, foi conhecer uma igreja. Na hora de tirar o telefone do bolso para fazer fotos, cadê o celular? Os documentos ficaram. Os bandidos conseguiram tirar só o dinheiro e o aparelho. Alberto foi à polícia fazer BO. Depois de olhar as câmeras do mercado e encontrar as cenas do furto, Alberto precisava bloquear o aparelho. Os policiais o levaram ao Ministério do Turismo, onde ele conseguiu ligar para a família resolver isso. A polícia ainda o levou a uma loja, para comprar um aparelho novo. “Mas na Argentina as coisas são muito caras. Um do mesmo modelo que o meu era 500 dólares. Acabei não comprando”, diz o aposentado, que ainda ganhou dos policiais uma carona de volta ao camping. Alberto continuava sem celular e sem destino, andando só com um mapa da América do Sul no carro, para ter noção se estava indo para o norte ou para o sul. Assim chegou na cidade de Yala, na província de Jujuy, na Argentina. A dona do camping onde ele se hospedou gastou do autito (carro pequeno) e o presenteou com um jantar em seu restaurante. “Você está lá parado no meio do nada e ganha um jantar regado a vinho argentino”, contou Alberto, agradecido. Mas a saga dele por um celular continuava e ele foi à cidade de Purmamarca, mais ao norte. Foi onde encontrou duas iguarias: o salame de lhama e o queijo de cabra. Mas e o celular? Na Argentina era muito caro e ele foi orientado a ir à Bolívia para comprar o celular. Até cruzar a fronteira com a Bolívia, Alberto tinha cinco horas de viagem e muitas montanhas a cruzar na região dos Andes. E ainda tinha o risco de perder as compras que fez no Paraguai, pois já havia sido alertado que a fiscalização na aduana era rigorosa. Alberto pegou as peças extras de Fiat 147 que levou para emergências e escondeu dentro dos forros das portas. Ao chegar na aduana, o fiscal bateu em toda a lataria, mas não detectou as peças escondidas na porta. Na Bolívia, Alberto chegou numa cidade e rodou as lojas pesquisando preços de um aparelho igual ao que ele tinha. E finalmente comprou um novo celular. “Depois que eu paguei, [a vendedora] me disse que eu não poderia levar a caixa e que os acessórios do aparelho eu tinha que espalhar no carro e na bagagem, porque se a polícia me pegasse, recolhia o aparelho, porque era contrabando”, disse Alberto, que seguiu a orientação da lojista e tirou um monte de fotos, logo que saiu da loja, para caso fosse parado, tinha como provar que o aparelho já vinha com ele de longe. Pneu e gasolina O aposentado conta que as estradas na Bolívia são malconservadas e com muitas rampas, onde o pneu patina. Numa dessas subidas, o pneu estourou. Ele colocou o estepe e saiu rodando, mas com medo de perder outro pneu no meio do nada. A saga agora era para consertar o pneu. Viajou até São Pedro de Atacama para procurar um borracheiro, pensando se tratar de uma cidade grande. “Aqui no Brasil quase todo mundo já ouviu falar dessa cidade. Era menor que o centro de Almirante Tamandaré e só tinha um borracheiro, que disse que meu pneu não tinha conserto. Eu teria que comprar um novo e ele não tinha aro 13”, apavorou-se Alberto. As cidades grandes mais próximas ficavam no Chile. Então ele decidiu cruzar a fronteira. Em condições normais, o 147 fazia 16 ou 17 quilômetros por litro. Mas ali na Cordilheira dos Andes, caía para 8 quilômetros por litro. O único lugar onde havia combustível no caminho era a cidade de Susques, ainda na Argentina. E não era nem um posto de combustíveis, era a casa de um homem que morava lá. E quando Alberto chegou, não havia gasolina, só álcool. Ele teve que esperar algumas horas, pois o combustível estava para chegar. No entanto, aquilo atrasaria sua chegada ao Chile. Depois que abasteceu, pegou a estrada e parou para perguntar se a fronteira estava longe. A dona de uma loja falou que ainda faltava mais uma hora de viagem, porém, a polícia fechava a fronteira durante a noite, pois ali era rota de tráfico de drogas e contrabando. Como Alberto não chegaria a tempo, bateu o desespero. Mas a dona da loja conhecia o pessoal da fronteira, telefonou para eles, explicou a situação e pediu que esperassem. “Eu entrei no meu carrinho e chispei. Já fazia meia hora que a fronteira deveria estar fechada e eles estavam me aguardando”, comemorou o aposentado. Amizade com a polícia chilena Alberto sempre dormia dentro do Fiat 147, dentro do qual baixava o banco de trás e conseguia 1,80 metro de espaço para se esticar. Mas sempre procurava campings para tomar banho e comer. Mas chegou à cidade de Sierra Gorda, no Chile, tarde. Ele nunca dirigia à noite e decidiu parar num posto de polícia perguntar se havia algum lugar para dormir por perto. No Chile, a polícia chama-se Carabineros e é a mistura de Guarda Municipal, Polícia Militar e Polícia Federal. Está entre as melhores polícias do mundo. Quem atendeu Alberto foi o próprio comandante, que questionou se ele não tinha lugar para dormir. Quando explicou sobre a viagem, o comandante abriu o pátio e mandou ele parar o 147 lá dentro. Avisou que havia ducha e máquina de lavar roupa. “E ainda disse que enquanto eu tomava banho, preparariam uma comida típica do Chile. E também havia camas para eu dormir. Eu expliquei que dormiria no carro, mas ele insistiu que eu dormisse nas camas”, explicou Alberto, que depois de jantar uma comida com fígado e conversar com os carabineiros, ainda fez uma chamada de vídeo para a família. “Eles me viram rodeados de policiais e ficaram assustados, perguntando o que eu tinha feito para ser preso. Até que eu contei a verdade, que eram só amigos. Todos caíram na risada”, relembra. Já eram 22h quando o posto policial foi cercado por carros e vários homens armados. Alberto ficou assustado e com medo de algum ataque ou tiroteio. Até que lhe explicaram que aquela era a Polícia Civil local, que passaria a noite ali fazendo um bloqueio, pois naquela região há um fluxo alto de carros roubados e tráfico de drogas vindos da Bolívia. Todos os carros que passavam pelo bloqueio eram parados pelos policiais civis. Enfim, o pneu No dia seguinte, foi difícil sair do posto policial em Sierra Gorda. Alberto gostou dos novos amigos carabineros e eles não queriam deixar o viajante ir embora, pois também se divertiram muito com ele. Alberto fala com o comandante até hoje pelo WhatsApp. Seguiu o conselho dos policiais de abastecer o tanque até a boca e ainda levar mais um reservatório extra que ganhou dos policiais, pois o caminho até Antofagasta era muito longo e quase não havia pontos para abastecimento no caminho. E assim Alberto foi e estava decidido a conhecer o Oceano Pacífico. Ao chegar à cidade litorânea de Antofagasta, foi a um hipermercado, mas não encontrou pneu aro 13. Decepcionado e sem saber o que fazer, acabou se deparando com uma borracharia no caminho, que tinha um único pneu aro 13 disponível. O borracheiro o vendeu a Alberto ao preço de 20 dólares, para se livrar logo da “encrenca”. O produto estava há tempos encalhado lá e ninguém comprava. E assim Alberto saiu feliz, para conhecer a cidade de Santiago. No caminho para Santiago, Alberto dormiu num posto de combustíveis que ele diz ser um “espetáculo”. Todos os postos da rede são grandes e bem estruturados, com chuveiros limpos e boas opções de comida. Ao acordar, tinha outro carro pequeno ao seu lado, com um casal de chilenos com filhos. Eles simpatizaram com o 147 e perguntaram onde o aposentado ia. Decidiram seguir juntos para Santiago. Passaram pela Baía dos Ingleses, onde a estrada é feita de uma mistura de sal e minérios, material que resiste ao frio e ao calor intensos do deserto. No meio do nada, viram um caminhão parado com o capô aberto. No deserto, os motoristas têm um “código de ética”. Quando há alguém parado com problemas, deve-se parar para ajudar, visto que o local é ermo e não há nada em volta. O caminhão estava sem bateria e não pegou. Alberto e a família do outro carro pararam para ajudar. Tinham ali uns cabos para ligação direta e conectaram a bateria do caminhão à do Fiat 147. O autito do Alberto fez o gigante ligar. E assim foram embora. Chegaram a uma cidadezinha com o combustível quase acabando. Depois de se despedir do casal de chileno, Alberto seguiu sozinho pela rodovia Panamericana. Viu uma estradinha secundária e decidiu entrar. Andou 10 quilômetros e chegou num monumento chamado La Mano del Desierto, no meio do nada. Parou, contemplou, fez fotos, saciou sua curiosidade e decidiu ir embora. Na hora de dar a partida no carro, a chave não virava e o volante estava travado. Ele precisava desmontar o miolo do volante, mas viu que nenhuma das ferramentas que tinha era do tamanho exato da porca que estava lá. “Aí eu pensei, se eu for andando até a Panamericana para pedir ajuda, vou ficar umas duas horas andando nesse calor desértico e vou desidratar. Se eu dormir aqui, à noite vou congelar. Olhei, pensei e consegui desmontar a ignição dando umas pancadas nas peças. Arrumei tudo e fui embora”. Mais aventuras Essas histórias são apenas uma parte de tudo o que Alberto viveu. Ele ainda passou maus bocados nas mãos de mecânicos perto de Santiago e teve o carro arrombado em Vinha Del Mar. Foi para o Aconcágua e conheceu um casal de motociclistas curitibanos. Também teve que emprestar o celular para os policiais pedirem ajuda em Santa Fé, na Argentina. Fora os relatos sobre as andanças pelo Uruguai e a volta ao Brasil, sempre cheias de aventuras, coisas boas e grandes sustos. Foram 42 dias de viagem, 15 mil quilômetros rodados e R$ 9 mil gastos. Alberto, aposentado, gastou as economias que tinha na viagem. “Para mim, sucesso na vida não é ter dinheiro, nem uma conta bancária robusta. É ter um bom relacionamento com as pessoas. E nessa viagem conheci muita gente, aprendi muita coisa, vivi muitas experiências legais. O que vale são as paisagens. E das dez estradas mais bonitas da América do Sul, eu andei em quatro”, orgulha-se. Agora planeja levar a esposa Célia na próxima aventura a bordo de uma Panorama - uma espécie “perua” do Fiat 147 -, que ele próprio está reformando. Para saber mais, confira as aventuras de Alberto por meio do Instagram @147naamericadosul." https://www.gazetadopovo.com.br/curitiba/curitibano-america-do-sul-fiat-147/ Pai do nosso camarada @kalu
  6. 3 points
    Bons tempo, também vendi meu ps1 e comprei o Dreamcast por 800 Reais no tempo era impressionante os gráficos do Dreamcast sem falar do primeiro contato online, meu primeiro email criado no yahoo foi feito pelo Dreamcast ainda hoje uso ele, fiz aquele velho gato no orelhão para usar a conexão 0800 joguei muito Unreal e Quake 3 kkkkkk o orelhão depois das 11 da noite fica "sem funcionar" para o publico kkkkkkkkkkkkkkkkkk
  7. 3 points
    Valeu Rage, sempre que vejo algo legal, gosto de copiar e colar aqui para o pessoal comentar, não prejudica ninguém e sempre bom lembrar desses jogos antigos.
  8. 2 points
    Esse tópico deveria ser deletado. Isso aqui é o chorume do fórum.
  9. 2 points
    “É impossível não notar o empenho da Sega nesta TGS“, dizia a Gamers #35, de 1998, sobre a forte presença do Dreamcast na feira. A Tokyo Game Show foi um dos palcos que a Sega utilizou para divulgar ao máximo o seu console, que prometia ser o mais avançado do ano, e também ser a reviravolta definitiva da companhia. A matéria compartilhou, entre outras coisas, as novidades da SNK e seu Neo Geo Pocket. A Capcom, que traria uma versão surpreendentemente muito boa de Street Fighter Zero 3 para o Playstation. E a Square, que ainda não “tinha Enix” no nome, e fazia a alegria de muita gente com os seus RPGs. Voltando à Sega, o evento japonês contou com a presença de Soichiro Irimajiri, o presidente da companhia; Bernard Stolar, presidente da Sega of America, e Yuji Naka, criador de Sonic e mente criativa de diversos outros títulos da empresa. A matéria destacou também a maneira forte com a qual a empresa divulgou o Dreamcast. Com um estande obviamente laranja, a companhia aproveitou para disponibilizar estações rodando Sonic Adventure, seu programa de acesso à Internet, via o modem do console, além de outros games, que chegariam pelos próximos dias. A TGS 98 foi importante para apresentar ao público os primeiros jogos do Dreamcast. Este momento era encarado com olhares atentos, uma vez que o Saturn não era lá um console muito amigo das desenvolvedoras independentes, que preferiam fazer seus games para o Playstation e, caso fosse conveniente, também para o Nintendo 64. Mas a lista inicial parecia interessante. A Hudson, por exemplo, trouxe Elemental Gimmick Gear, um game que trazia arte desenhada à mão. Geist Force era uma espécie de Star Fox para o console, e prometia boa ação, mas acabou sendo cancelado posteriormente. Climax Landers chamou boa atenção da revista, que destacou o gameplay em 60fps, e garantia opções em RPG para o console. Blue Stinger também chamou atenção, por se tratar de um survival horror, em plena época de ouro para Resident Evil e seus derivados. A Gamers explicou na matéria que o enredo ficou nas mãos de Pete Von Sholley, o mesmo que fez o roteiro de O Máscara. É claro que a empolgação da época com as novidades garantiu um “Resident Evil que se cuide” na matéria. Mas, no fim, apesar de não ser brilhante, Blue Stinger é sim um game bem interessante. A matéria ainda iria destacar Godzilla Generations, que aproveitava do sucesso do filme lançado na mesma época; To the North: White Illumination era um jogo de relacionamentos, tipicamente japonês; Grandia 2 prometia, e muito, após o sucesso e a qualidade do primeiro game; Virtua Fighter 3 TB, com sua versão jogável na TGS, também prometia muito. Sonic Adventure era, com razão, um game com muita expectativa. Era, de fato, a estreia do azulão em um mundo 3D. Apesar da reclamação da demo rodando a 30fps, a Gamers deixou claro que o game estava demais: “simplesmente pode ser considerado o game com os gráficos mais impressionantes até hoje vistos em um video game”. E com razão: o game ficou muito bem feito, a ponto de hoje contar com versões para diversos outros sistemas. Por fim, Evolution, um RPG nos anos 30, com temática de expedições, e Sega Rally 2 Championship fecharam o bloco das novidades do Dreamcast na TGS. Todos vistos com bons olhos pela revista, a Gamers explicava que o console garantia, em sua chegada, uma boa variedade de jogos. Suficiente para agradar os japoneses, e oferecer um bom início para o console. A Gamers ainda aproveitou um espaço em suas famosas grandes matérias, que dispensavam um bom design ás vezes, em favor de colocar o máximo de informação possível, para trazer mais sobre o Dreamcast. Explicou, por exemplo, que Resident Evil: Code Veronica estava em desenvolvimento. Na época, o game ainda era encarado como uma história a parte da cronologia de RE. Embora hoje, saibamos bem que o game é uma continuação direta de Resident Evil 2. Sobre o game, que prometia mais recursos devido a maior potência do console, Yoshiki Okamoto, chefe de desenvolvimento da Capcom, disse, na ocasião que“o Dreamcast é a máquina que faz com que todos os sonhos de todos os criadores se tornem reais”. Um The King of Fighters (era o Dream Match 1999) também foi anunciado. Além dos rumores de um RPG baseado na série de luta. O RPG acabou chegando anos depois, para Android. Ainda falando em SNK, foi apresentado também na matéria a conectividade entre o Dreamcast e o Neo Geo Pocket. Ainda era cedo para saber muito sobre a conexão. Mas já estava claro que o portátil se conectaria diretamente ao console, funcionaria como um VMS (o memory-card do console). E seria compatível com alguns games. A Konami rebatia um rumor (sim, eles já existiam) de uma versão de Metal Gear Solid para o console, o que de fato nunca existiu (esta versão sairia para o GameCube, em 2001). Turok 2 chegou a ser anunciado também, mas foi cancelado. A revista também contou que a Namco lançaria Tekken e Ridge Racer para o Dreamcast, mas estas versões nunca existiram. Ridge Racer até chegou a ganhar uma versão para o Nintendo 64, mas nada de Sega. E, entre os games revelados, havia um tal de “Project Berkley”. A revista estava falando de Shenmue, que ainda não tinha um nome oficial. Foi explicado que era um RPG com mais de quinhentos personagens englobados em um mesmo mundo, “em uma aventura nunca antes vista”. Yu Suzuki, disse na época, que “o game seria como Final Fantasy ou Dragon Quest, mas muito diferentes destes em vários aspectos”. A matéria termina falando sobre o lançamento do Dreamcast no Japão. O pacote contaria com o console, um joystick, o modem, além de cabos RF, e A/V. Ele custaria 20.800 ienes, que equivalia a US$ 250 (o que seria cerca de R$ 996, no câmbio atual), e seria lançado em setembro de 99. No fim das contas, a Sega lançaria o Dreamcast no dia 9/9/99. Aproveitando a data específica, para promover seu “console do milênio”. Fonte: Arkade
  10. 2 points
    zebú 2 vai revolucionar o mercado a preços populares mal posso esperar
  11. 2 points
    Saiu um projeto chamado Sonic SMS Remake, pelo estúdio independente Creative Araya. O game não é um Hackrom, é um novo jogo baseado no clássico do master. Com muitas opções como Classic, Time Attack e escolha de personagens. Os personagens são habilitados a cada desafio completado. Algumas Screenshots O que há de novo: REMAKE: - Widescreen - Beautiful Colors - Redesigned Zones / Menus - Secret Marble Zone - Spin Dash and Super Peel Out - Sonic, Tails, Knuckles, Mighty and Ray - Super Sonic - Special Stage with 7 Chaos Emeralds - Big Rings in Zones with 7 Chaos Emeralds - Unlimited Rings Counter - 5 Load / Save games - Gamepads and Vibration - Debug Mode and Cheats - Click Here - And More Link do site oficial com download. https://sonic-sms-remake.blogspot.com/ O mais legal que eles estão trabalhando no Sonic 2 também.
  12. 2 points
    Já precisei, já tive de esperar três horas numa fila (de menos de 10 pessoas). Isso há cerca de uns oito anos. Se tá ruim pro Governo manter, privatiza e pronto.
  13. 2 points
    o do gbc foi um marco devido a qualidade das animacoes, na verdade de tudo... as sequencias pasteurizadas sao tecnicamente boas mas eu nao suporto essa arte que a way forward insiste em colocar nos jogos originais dela. acho que essa personagem nao tem muito apelo tmb. parece que nao sabem o que fazer com ela: se um eye candy pra homens (rebolando, mostrando peitinho, etc), ou uma heroina #helenao pro publico feminino
  14. 2 points
    Tive um Dream USA que resetava com o KOF 99 Dream match.Como eu ficava puto com aquilo. Cheguei a ter 2 Dreams, americano e nacional. O nacional me brochava devido a jogos como Sega Rally 2 ter aquele problema da frequência. O americano era top, rodava tudo, sem frescura. Tive controles clones, memory card clones. Quase comprei aquela telinha 7 pol de acoplar no console. Quase comprei o teclado. Comprei MvsCapcom e Kof 99 originais em loja. Cheguei a gravar 300 midias de games, muitos downs aqui do Seganet. Época em que tinha fartura de itens pra Dream. Eu vivi!
  15. 2 points
    eu te garanto, se amanha o imposto cai, e o preço é repassado para o produto, ele vai sair mais barato no mercado tbm. A margem de games no mercado varejista é das menores, sempre foi assim e o mercado foi aceitando cada vez menos. Nao faz sentido a empresa X vender o jogo a 129,90 (no lançamento) e eu vender a 159,90 podendo vender a 129,90 entende? eu não ganho nada, eu perco muito pq jogo perde o valor muio rápido, e com varejistas cada dia mais agressivos, usando cada vez menos margem (e vendendo ate no custo ou abaixo em alguns casos) a empresa é obrigada pela concorrência a baixar preço. Noticia pra vcs, games em mídia física estão morrendo no brasil infelizmente..
  16. 2 points
    Bolsonaro é um lixo humano que não tem a menor capacidade intelectual e moral para o cargo que exerce. Entretanto, não é por causa disso que se deve criticar medidas que sejam positivas para o país, a economia e os consumidores, como é essa da isenção de impostos para jogos e consoles. Eu só ainda tenho minhas dúvidas se ela será sancionada como isenção total pois, em um momento que estão até pensando em voltar com CPMF para cobrir o déficit das contas públicas federais, como irão justificar isenção total para um mercado específico como o de videogames? Isso poderia levar a uma enxurrada de pedidos de isenção com o argumento de "se videogame pode, porque o produto x não pode?". Acho que no final irá rolar sim uma redução legal na tributação, mas duvido muito que será isenção total.
  17. 2 points
    o VG mais cagado do mundo pra opções de vídeo, todas ficam uma M grande se comparado com o resto de opções...
  18. 2 points
    Manter máquinas obsoletas funcionando até que sejam substituídas é o que toda empresa faz – e não é difícil você encontrar ainda hoje algumas rodando programas velhos ou atrelados a aparelhos de fax. A Fujitsu Tokki Systems, no Japão, levou essa prática mais longe do que ninguém: ela ainda mantém um computador de 1959 totalmente funcional. O FACOM128B tem um funcionário somente para ele: Tadao Hamada, que acredita que seu trabalho é vital para proteger a herança da computação do Japão e garantir que os futuros alunos possam ver exemplos funcionais. Hamada pretende, enquanto puder, manter o sistema plenamente funcional. "Se não, ele se tornará um mero ornamento", disse ele. Tadao Hamada é o responsável por manter o FACOM128B em funcionamento (Fonte: Fujisu/Toshihiko Katsuda/Reprodução) Preservação para futuras gerações A iniciativa faz parte de um programa maior, iniciado em 2006 pela empresa. Segundo ela, “o Projeto de Herança de Tecnologia de Computadores do tipo relé da Fujitsu quer transmitir os pensamentos e sentimentos do pessoal técnico envolvido em seu desenvolvimento e produção para a próxima geração, continuando a trabalhar [...] para manter o FACOM128B, que está se aproximando dos 60 anos, e sua máquina irmã, a FACOM138A, em um estado operacional”. Hamada está desde o início do programa de conservação da máquina. Segundo ele, precisou aprender a traduzir os diagramas usados pelos operadores originais. O FACOM128B é derivado do FACOM100, descrito como “o primeiro computador automático baseado no relé prático do Japão”. O 100, um predecessor intermediário conhecido como 128A, e o 128B foram classificados como computadores eletromecânicos por funcionarem com o mesmo tipo de relés que eram tipicamente usados em interruptores de telefone. O FACOM128B foi usado para projetar lentes de câmeras e também em um plano mais ambicioso: o do YS-11, o primeiro e único avião de passageiros do pós-guerra a ser totalmente desenvolvido e fabricado no Japão. https://www.tecmundo.com.br/produto/144508-fujitsu-tem-pessoa-so-manter-computador-1959-funcionando.htm
  19. 2 points
    Nada a ver, a galera já parte do pressuposto de que não irão repassar para o consumidor o valor menor do imposto e por isso podem reclamar. Não viaja, galera... se é bom para todos nós que gostamos de video game, porque criticar? Só para não dar o braço a torcer que o presidente que você fica falando mal no feice buque fez algo que você gostou?
  20. 2 points
    Eu não diria que isso vá depender muito das distribuidoras e atacadistas e sim mais das fabricantes dos consoles que possuem as suas lojas digitais. Vai ficar meio estranho se um Last of Us Part 2 custar, no lançamento, 120 a 140 reais na PS Store e 200 reais a versão física nas lojas. Sony e MS vão lucrar do mesmo jeito já que o valor do imposto foi removido, e elas vão querer ganhar mais no volume de venda dos jogos e de consoles que acabam gerando outras fontes de renda (DLCs, assinaturas, serviços, etc). A margem de lucro dos atacadistas já é bem baixa mesmo atualmente, então, se eles conseguirem vender jogos mais baratos, o volume de vendas vai trazer um aumento considerável nos lucros nesse segmento. Por isso que é sempre bom ter concorrência, porque se você dá uma de malandro e mantém seus jogos superfaturados, o seu concorrente vai lá, reduz os preços e toma o seu mercado.
  21. 2 points
  22. 2 points
    Tambem fiz o caminho vender o PS1 cheio de jogos piratas e pegar um Dreamcast ja com o selfboot e um jogo nao tinha mais Sonic Adventure...mas veio Crazy Taxi e eu simplesmente nao parava de jogar.Lembro que era a "trasiçao dos jogos piratas" de prensados para midias. Sobre noticias algo que me chamou muito atençao o BLEEMCAST um emulador de PS1 que prometia e de certa forma cumpriu rodar os jogos...a nota era mais ou menos assim acho que da Revista Gamers ou outra que durou pouco Game Force: "E do dia para a noite o Dreamcast ganhou toda a biblioteca de jogos do PS1 graças a um emulador chamado Bleemcast que promete rodar os jogos de maneira superior ao console da Sony como voce pode ver nas imagens tres titulos ja poderam ser jogados GT2,MGS e Tekken 3 a Sony diz que entrara com um processo contra os criadores do emulador" Ate hoje o Dreamcast nao emula jogos de PS1 tirando os 3 Bleemcast oficiais ja lançados que alias demoraram anos para serem dumpados por terem uma proteçao,lembro que ja na epoca surgiram as versoes betas que rodava alguns jogos mas bugados e sem save. No mais guardo essa ediçao da revista Gamers dentro da caixa junto com meu Dreamcast: Vale dizer nao gostaria de ter vendido meu Mega Drive 2 jap para comprar o PS1 modelo canhao de aluminio lol como nao tambem nao gostaria de ter vendido este para comprar o Dreamcast mas a falta de dinheiro...
  23. 2 points
    rapaz... minhas declaracoes fez ressuscitar um bolsominion e veio com o cú piscando forte pra defender o bolsodilma... mais um abiguinho pra tchurma... tomara que passe...
  24. 2 points
    Também acho que nunca vi um salto gráfico de uma geração para outra como foi quando vi um DC rodando pela primeira vez. E já de cara estava rodando o Code Veronica e o Soul Calibur, a porrada foi forte. Tanto que nessa época eu estava na dúvida se comprava um N64 ou um PS1, mas quando vi os jogos de DC o resto parecia uma bosta completa e semanas depois comprei o meu.
  25. 2 points
    Quem "aprovou" foi a CCJ do Senado. Boto entre aspas pq ainda vai ter que passar por votação do plenário. https://tecnoblog.net/301914/comissao-senado-aprova-imposto-zero-consoles-jogos-produzidos-brasil/ O que o governo fez foi reduzir a tributação de 50% para 40% dos jogos e consoles produzidos aqui, algo que tem um impacto bem pequeno nos valores atuais. Se essa PEC da isenção passar pelo senado e for sancionada pelo presidente, aí sim será uma nova era para o mercado de games no Brasil.
  26. 2 points
    Adorava gravar um piratinha, colocar no Dream, e ouvir a carniça daquele nhec nhec lendo o disco. Putz, que coisa bacana que era.
  27. 2 points
    Eu tinha, e foi uma sensação que não tive com outro videogame até hoje.
  28. 1 point
    enfim um post sensato... voltando ao video , eis o link https://www.proteste.org.br/seus-direitos/direito-do-consumidor/noticia/ranking-das-empresas-mais-reclamadas-em-2018 caso use a mesma logica leviana de você que tal estatizar essas empresas top 10?
  29. 1 point
    Argentina, assim como o Brasil, tinha (continua tendo) sérios problemas estruturais: máquina estatal inchada, com o problema de gastar muito mais que pode arrecadar. Um dos erros de Macri quis fazer as coisas devagar ao invés de ser incisivo nas mudanças que poderiam pavimentar os anos futuros de governo. Texto aqui explica bastante desses pontos: https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2938
  30. 1 point
    Vasara Collection publisher QUByte Interactive has announced Breakers Collection, a collection including the 1996-released 2D fighting game Breakers and its 1998-released sequel Breakers Revenge for consoles and PC. It will launch in 2020. The publisher also acquired the worldwide publishing rights to the series, which was originally developed and released by Visco Corporation for arcades and Neo Geo. Breakers Collection will offer “a range of new features in a single package.” Here is an overview of the series, via QUByte Interactive: Breakers is a 2D fighting game released by Visco, on December 17, 1996, for the Neo Geo and arcades in Japan. It features a roster of eight playable characters, from all over the world, competing against each other in a fierce tournament. A sequel, Breakers Revenge, was released on July 3, 1998, with additional playable characters, balance adjustments and new gameplay elements. Breakers has gained a cult following since its original release in Japan due to its solid gameplay and unique elements. https://gematsu.com/2019/08/2d-fighting-game-collection-breakers-collection-announced-for-consoles-and-pc
  31. 1 point
    Pois é... A questão de Ser V1 é bem importante... E eu só fui ver agora que o meu é v0 Tô correndo atrás de um dc V1 agora...
  32. 1 point
    Manchete versus realidade. Nem cumprir que iria zerar o 14% pra 0. Mas a manchete já cumpriu seu papel, vai ser fake news da redução por meses.
  33. 1 point
    Nem perdi tempo abrindo video da "jove" pan, vai la ouvir maluco com nome social, apoiador de nepotismo.
  34. 1 point
  35. 1 point
    tenho um amigo que trabalha na CEF e ele faz isso desde que entrou na agencia, trabalha 5 horas a mais e não recebe porra nenhuma, e ainda tem que cumprir metas... XD
  36. 1 point
    Escapada pela tangente pra não lidar com o assunto padrão. Boulos, pra responder um SIM ou NÃO: Tá achando ruim e não pode fazer nada pra mudar, procura outra coisa. Vivemos num país livre.
  37. 1 point
    Morar na cidade que tem que passar por essa faixa ? Cara isso é tudo obra parada do PAC2 Te ajudo, procura a fonte que seria uma grande obra de menos de 8 meses de governo.
  38. 1 point
    Também não entendo nada da área.. Mas veja um vídeo.. É MUITO SIMPLES.. Só desparafusar.. Desencaixar o leitor... Encaixar o gdemu.. E parafusar novamente.
  39. 1 point
    O @Andrews faz manutenção e instala mods. Inclusive ele desenvolvou um. Procure por Gametracks no facebook.
  40. 1 point
    fun fact a ana paula arosio ja fez comercial pro vg da fujistu, fazendo o que ela faz de melhor: "falar" japones
  41. 1 point
    Sabe que essa "grande inauguração" já era obra pronta que desde da lava jato parou o pais né ? Não entendo esse aue todo em comemorar obra que ele não começou e era contra que fossem feitas...(Essa obra atendia fluxo do porto de RG e o Polo Naval, segundo acabado e vai ser vendido como sucata.)
  42. 1 point
    Que foda hein! Novo Update deixou ainda melhor usar os outros emuladores.. A linha intenção inicial era usar só jogos de psx.. Mas já estou mudando de ideia Ah! Algumas observações para novos donos de psclassic: - é sempre bom testar vários tipos de pendrive.. Testei 4 pen-drives diferentes... E 2 não funcionaram. - pelo menos na porta USB frontal, não funciona pendrive 3.0.. Não sei ainda no cabo otg. - funciona com leitor de sd -testei 3 hubs usb (para usar pendrive e 2o controle) e nenhum deu certo. - é possível instalar o bleemsync e continuar usando o Autobleem. ( bleemsync adiciona novas funções .. A principal é a possibilidade de usar o cabo otg na traseira do PS Classic, liberando a porta do 2o controle e a possibilidade de usar HD externo) Bom.. É o que eu lembro de cabeça agora.. Rsrs
  43. 1 point
    Mesmo se houver tudo isso, que distribuidora e atacadistas irão realmente repassar isso para o consumidor? Os otários já pagam 240 em cdzinho que custa 15 reais pra produzir e capa impressa em qualidade merda. Brasileiro foi convencido de que valor de jogo produzido nacionalmente tem que ser 60 dólares vezes dólar atual, tal qual produto importado. Precificação não existe para brasileiros
  44. 1 point
    Lembro muito bem dessa edição. Gostava muito da Gamers.
  45. 1 point
    Olha que legal, voltou a dar importancia em tirar onda do que comentar sobre o jogo do tópico, o que foi dessa vez? Perdeu a mulher? Foi demitido? Voltou a ser insiginificante do nada, alguma coisa tem. Mas anotado, ou melhor, copiado e colado, para entrar na brincadeira.
  46. 1 point
    Segui e deu super certo.. Só não encontrei um hub usb que fosse compatível.. Testei 3 modelos que eu tenho em casa... Mas já encomendei um cabo otg para colocar na traseira do PS Classic.. Fiz primeiro o autobleem (só colocando arquivos no pendrive).. E depois fiz logo o bleemsync (modificação no console). Não testei os emuladores ainda (não é minha intenção).. Mas já afirmo que vale muito a pena! Os controles são ótimos! E a apresentação do console em si é muito boa! Me proporcionou uma nostalgia foda.. Coloquei uns clássicos que eu jogava na época.. E foi só alegria!
  47. 1 point
    bolzodilma abiguibhos...dizendo bolzodisses... o( * )sos bolsominions piscam forte com essas declarações...
  48. 1 point
    se isso passar, vai ser lembrado por muita gente, por muito tempo como muitas coisas que estao sendo corrigidas/propostas nesse mandato, na verdade... mas "BUUUUUUU..." "HELENAAAAAO..."
  49. 1 point
    Fim de semana rendeu bem. Esta é a última estrela do SM64 DS. Falar que esse jogo é um puta de um remake, mas jogar isso no direcional digital é pra foder o cu do peão. A intuito era pra usar o touch como jogável, porém sem condição de ser viável... uma pena. Baita de um remake bom com um controle ruim. E um jogo um tanto quanto peculiar da Game Freak... que vocês já devem conhecer: Pulseman. Não tenho nada a reclamar deste jogo. Toda a proposta dele é muito boa e a quebra da quarta parede é muito show de bola. O jogo é bem generoso em muitos aspectos e fácil ao mesmo tempo. A falta de inimigo na tela é constante. O som é impecável, assim como o gráfico. A dificuldade fica por conta do chefão final que também não é muita coisa assim.
  50. 1 point
    Gosto do COD que tem o tema mais tático e mais sério sem muita ficção demais, e principalmente o Offline.
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