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Showing content with the highest reputation since 07/21/2016 in all areas

  1. 11 points
    Não ficou perfeito mas a TecToy também não fez um bom serviço com o Merda Drive... Desculpem aí mas garanto que a caixa eu farei bem feita!
  2. 8 points
    Estou pedindo apenas bom senso, ninguém é criança aqui. Não tem nada a ver com eu ser hater, respeito a opinião divergente e quem acompanhou essa novela da TecToy até aqui sabe disso. Já foram várias vezes que você vem com esse assunto nosense do Master System TecToy na tentativa de criar um flame inútil. Se você tem informações privilegiadas da TecToy poste-as ou guarde pra você, não fique nessa de postar um mês antes pra depois pagar de vidente. Bom, o recado foi dado, se tiver maturidade pra entender o que é sair de um personagem, sua presença pode agregar ao fórum, senão, pode ir procurando outro por aí na internet pra baterem palmas pra você.
  3. 8 points
    https://motherboard.vice.com/en_us/article/the-story-of-nesticle-the-ambitious-emulator-that-redefined-retro-gaming Ótima matéria da Vice contando um pouco da história e legado da Bloodlust Software e seus lendários emuladores como o Nesticle, Genecyst e Callus. Com certeza o pessoal da antiga que começou a usar internet no final dos anos 90 vai se lembrar desses emuladores e como foram uma revolução na época. Foi a era de ouro da emulação, com novos emuladores saindo toda semana e com novos jogos sendo suportados a cada versão. Dentre esses emuladores, os da Bloodlust se destacavam por serem leves e rodarem em qualquer 486 ou os primeiros Pentium. Eu mesmo rodava numa boa em um velho AMD 5x86-133Mhz. Me lembro quando o lendário coder Sardu abandonou a cena da emulação e simplesmente sumiu. Na época todos ficavam cogitando o que teria acontecido com ele, e os rumores de que tinha ido trabalhar na indústria de jogos acabaram se comprovando reais. Mas é interessante saber agora o que fez ele abandonar a Bloodlust e seus emuladores e melhor ainda foi descobrir na matéria que o tão cogitado e quase folclórico SNESticle, o suposto emulador de SNES que ele estaria fazendo, acabou realmente existindo e muitos de nós talvez tenhamos jogado nele sem nem ter ficado sabendo. Enfim, recomendo fortemente a leitura dessa ótima matéria.
  4. 8 points
    eis o link do patch http://www.romhacking.net/hacks/1960/ soube que fizeram algo que tempos atras queria que fizessem nesse jogo ... UMA ATUALIZAÇÃO DE TODAS AS EQUIPES (CORES DOS CARROS) E PILOTOS (NOMES E FOTOS) referentes a temporada de 91 ... nesse site tem o download do patch ... mas nao custa nada alguma alma caridosa inserir na rom e mandar o link da rom patcheada.... diviertam -se!!!
  5. 8 points
    Todo mundo que procura uma boa imagem para seus retrogames sabe que hoje em dia você tem praticamente 2 caminhos a seguir. A primeira (e mais barata) é comprar uma TV CRT (de preferência uma com entradas S-Video e video componente); Sony Wega, talvez a melhor linha de tvs CRT para retrogames A segunda é partir para um Framemeister, que é um scaler de vídeo voltado para retrogames com vários tipos de conexões e suporte nativo a geração de scanlines. XRGB-mini Framemeister da Micomsoft, o suprassumo dos scalers de vídeo para jogos Ambas são ótimas soluções para jogar seus retrogames, mas claro que não existe solução perfeita e cada uma tem seus problemas. TVs CRT estão ficando cada vez mais raras por ser uma tecnologia abandonada já há alguns anos. Ainda é possível achar tvs CRT usadas por bons preços, mas está cada vez mais difícil encontrar modelos de boa qualidade e que estejam funcionando 100%, e com o passar do tempo a manutenção só tende a ficar mais complicada com a falta de peças (que também não são mais produzidas). Outro problema dessa solução é a necessidade de um espaço físico extra para comportar uma boa tv de CRT, que geralmente são grandes e pesadas. Hoje em dia, com apartamentos cada vez menores e o uso de tvs modernas grandes e largas, acaba ficando difícil manter uma tv CRT no mesmo ambiente. Quem não tem espaço (ou por algum outro motivo não quer ter que lidar com CRTs), acaba indo para a segunda solução que são os scalers de vídeo. Nesse quesito, atualmente no mercado nada bate o Framemeister, mas é um aparelho para poucos, principalmente para quem mora no Brasil, passando fácil dos R$ 1.500,00 para importar um desses. Eu estou dentro do grupo que não tem espaço atualmente para manter uma tv de CRT e nem tenho grana (e nem coragem) de pagar mais de 1500 reais em um Framemeister. Então, estou ferrado, certo? A resposta é não É possível sim, extrair uma ótima imagem de tvs modernas, com direito a scanlines, sem artefatos, sem tremedeiras ou imagem embaçadas, gastando apenas um pouco mais que uma CRT usada (em alguns casos, talvez até a mesma coisa). ------------------------------------------------------------ Lista de componentes: (Obs: esses são os componentes que comprei para atingir o resultado final. De acordo com os consoles, conexões, cabos e modelo de TV que você pretende utilizar, esses componentes podem ser alterados para modelos similares que suportem outros tipos de conexão, ou até mesmo ter a lista de componentes diminuída caso a sua TV tenha entrada VGA nativa). Scaler de vídeo Lenkeng S-Video\Composite to HDMI Preço médio: R$ 180,00 Adaptador HDMI to VGA Preço médio: R$ 30,00 RetroVGA Scanline Generator Preço médio: R$ 95,00 VGA to HDMI Converter Preço médio: R$ 30,00 Total: R$ 335,00 Lembrando que esses são preços aproximados. Eu já levei em conta imposto de importação + 12 reais de taxa de retirada dos Correios no cálculo, mas se você conseguir comprar quase tudo aqui no Brasil (ou tiver sorte de não ser taxado), esses valores irão cair consideravelmente. Bom, indo ao que interessa, ao ligar tudo isso, fica mais ou menos assim: Se você possui uma tv que ainda tem entrada VGA (algo cada vez mais raro), você pode dispensar o item 4 da lista já que não será preciso converter de volta o sinal analógico VGA para o digital HDMI, e você economiza uma graninha. Desses 4 aparelhos, o scaler Lenkeng (item 1) é o único que possui tomada de alimentação. O adaptador VGA to HDMI (item 4) possui alimentação USB, bastando ligá-lo em alguma entrada USB da sua tv para que ele funcione. O áudio é transferido direto através de um cabo P2-P2 que acompanha o adaptador HDMI to VGA (item 2) para o conversor VGA to HDMI (item 4), como é possível ver na foto (cabo branco). Bom, esse é o resultado final que você terá na tela da sua TV: Final Fight CD, rodando via S-Video em um Mega Drive JAP VA5 + Sega CD Model 2 Uma vantagem desse setup é que você também pode utilizá-lo com consoles modernos que possuem saída HDMI, como o PS3 e o Wii U. Nesse caso, não é necessário o scaler Lenkeng, bastando ligar direto o adaptador HDMI to VGA na saída HDMI do seu console. Eu ainda não testei com o PS3, mas aqui vão algumas fotos do setup rodando com o Wii U: Até agora, os consoles testados foram apenas o Wii U, Mega Drive e Saturn. Ainda pretendo fazer mais alguns testes com outros consoles para ver se tudo funciona perfeito. O único problema que tive até agora foi ao rodar algum jogo de Master System através do Mega Drive. Isso faz com que a imagem fique falhando e sem som, provavelmente alguma incompatibilidade de algum desses conversores com a resolução do Master System, já que jogando diretamente a imagem do scaler Lenkeng para a TV (sem passar pelo RetroVGA) funciona sem problemas. Não posso também garantir que esse setup funcionaria perfeitamente em qualquer modelo de TV. No caso a minha Sony não tem problema com resoluções bizarras e aceita praticamente qualquer tipo de sinal, como dá pra se ver nessa análise. Imagina-se também que com tanto conversor trabalhando em conjunto que deva rolar algum tipo de input lag. Após várias partidas de Street Fighter II e Final Fight eu posso dizer que se há algum lag que o mesmo é imperceptível. Se você usar o emul de SNES do Wii U e notar algum lag, saiba que o problema é com o emulador que adiciona lag mesmo quando você não está usando nenhum tipo de conversor. O mesmo vale ao rodar jogos de PS1 no PS3. No meu caso eu optei por um scaler com entrada S-Video e video composto pois a maioria dos meus consoles utilizam esse tipo de conexão. Se você quiser partir para uma solução SCART, também existe do mesmo scaler com esse tipo de entrada, mas já adicione aí o preço dos cabos SCART para cada console que você for utilizar. No final das contas, estou muito satisfeito com o resultado e finalmente consegui uma imagem para retrogames que não me faz mais ter saudade da minha velha CRT. Na verdade, a imagem com essa configuração está bem superior em relação à da velha CRT que eu usava que tinha alguns problemas de geometria e distorção de imagem. Fica aí então a dica para quem quiser aproveitar melhor seus consoles antigos em tvs atuais. Se alguém tiver alguma dúvida ou quiser a foto de como fica algum jogo específico (desde que eu tenha o console pra testar, é claro) é só falar.
  6. 7 points
    Pessoal, achei essa reportagem muito doida sobre as influências musicais do mestre Yuzo Koshiro. Não sei se já foi postada antes por ter um tempo já (2013) mas vale a leitura e as comparações citadas. Quem quiser ler no navegador tem link abaixo! Koshiro usou (e abusou?) do que tocava nas danceterias noventistas para criar uma das melhores trilhas da história dos games. Fonte: http://www.memoriabit.com.br/eurodance-yuzo-koshiro-e-influencia-trilha-sonora-streets-of-rage/ Streets of Rage, clássico de porrada da Sega, não é chamado de "clássico" só pelo gameplay ou qualidade técnica. Olhando bem, ele não chega a ser nada de inovador como beat'em up, apesar dos ótimos gráficos (principalmente os 2 e 3). A jogabilidade do primeiro também não é tão especial. Foram sim ótimos jogos, mas o destaque, o que empurrou a fama pro céu mesmo, foi o som. As influências de Yuzo Koshiro são inegáveis. Ele abusou do que era o hit de rádios no mundo naquele começo de anos 90: as batidas do Eurodance, como ficou conhecido o movimento de artistas de dance music, principalmente europeus. Koshiro não era nenhum novato no negócio, já havia criado belezas como as trilhas de Ys (PC-88), ActRaiser (SNES) e The Revenge of Shinobi (Mega Drive), mas a conexão com o pop surpreendeu pela novidade e resultado. Yuzo Koshiro no estúdio: para aprender a tirar o máximo dos chips de áudio de consoles, muitas gambiarras. Apesar de jovem, tinha centenas de músicas compostas e talento de sobra pra tirar sons incríveis dos então limitados chips de áudio. Ainda faltava um tempinho até os games em CD virarem o padrão e nessa era, ele se firmava como o Rei do Chiptune. Em The Revenge of Shinobi, de 1989, Koshiro já dava mostras que queria misturar batidas dançantes e games. Continuou trabalhando para a própria Sega, como em Sonic (Game Gear), mas foi quando a divisão AM7 produziu Streets of Rage que ele surpreendeu o mundo com uma coleção de faixas absurdas de boas. A simulação de instrumentos, a quantidade de sons sobrepostos parecem não sair de um videogame com suas limitações de canais, mas direto do computador do compositor. Segundo o próprio, as influências de dance, house e o chamado Eurodance foram responsáveis por seu trabalho em SoR: Fui a muitos clubs / discos e escutei muito dance music na época. Deve ser a razão pela qual minha música durante aquele período foi influenciada por dance. SoulIISoul, Black Box, Maxi Priest e Carron Wheeler eram alguns de meus artistas favoritos. Koshiro merece um artigo à parte, com tudo sobre sua vasta e criativa carreira. Por enquanto, basta saber de onde veio a inspiração para Streets of Rage, a trilha que o elevou de grande compositor para gênio na indústria dos videogames. Isso porque ninguém sabia ainda o quanto de mitagem ele faria em Streets of Rage 2. Só um cara muito Fodão pra ter o nome na tela de título. Separei vídeos que são 100% a "cara" de Streets of Rage, e a maioria é do período em que Koshiro frequentava os clubes. Quem não viveu o tempo talvez não tenha noção exata de quanto forte foi, mas resumindo: mesmo quem nunca pisou numa danceteria na vida conhecia as músicas, porque tocou demais. Meus primeiros contatos foram no começo dos anos 90, com coisas como Technotronic, La Bouche e Corona, e mesmo que não fosse baladeiro, tive um período muito fiel a esse gênero, entre 1993 e 1994, quando estudava à noite e comecei a ouvir por influência de amigos. O lance durou com alguma importância até quase o fim dos anos 90, mas em 96 eu havia perdido o interesse, assim como o resto do mundo foi largando aquilo até o fim da década. Sendo um lance bem localizado e peculiar daqueles tempos, restam ótimas lembranças do dance noventista, de quando você era jovenzinho e ia "pra night" usando calça bag, com o chevetão emprestado do pai. Ou para nós nerds, de quando jogávamos Streets of Rage pensando nas músicas que tocavam no rádio. SoulIISoul - Jazzie's Groove Ouça a base e veja como é similar a várias faixas de Streets of Rage. Influência inegável (não que ele negue, até citou ali na entrevista). SoulIISoul - Get a Life 50% DNA da intro de Streets of Rage. O Eurodance — e a dance music em geral dos anos 90 — tinha muita mistura, incluindo coisas de hip-hop como trechos de rap e scratches. Black Box - Ride on Time Me faz lembrar das trilhas mais rápidas, como da primeira fase. Tem outra faixa deles chamada Fantasy, em que o baixo é parecidíssimo com uma faixa de Streets of Rage 2. Black Box - Open Your Eyes Pule para os 0:53. É quase igual uma das faixas de SoR, você vai reconhecer na hora. Aliás, sugiro que procure outras do Black Box, parece que foi A influência para Koshiro naquela fase. Maxi Priest - Close to You Mais uma com a mesma pegada geral e que se encaixaria bem no game. Caron Wheeler - Living in the Night Só tirar o vocal e colocar em Streets of Rage. Se colocar instrumental numa versão HD do game, ninguém diz que não é do Koshiro. Indo além das citadas por ele, tem várias faixas (inclusive bem posteriores, de quando o gênero já tinha perdido bastante da popularidade) na mesma pegada: Dr. Alban - It's my life Já ouvi isso antes... A batida forte remete à trilha dos chefes. Ice Mc - Think About The Way Mais uma que seria fácil de imaginar com a ação de Streets of Rage rolando (aliás, como ouvi essa música...). Culture Beat: Mr. Vain Também não foi citada por Koshiro, mas a batida comum caberia tranquilo em Streets of Rage, como uma luva. Technotronic - Pump up the Jam Batida comum de dance, bem típica da trilha da primeira fase. Se eu fizesse um HD não-autorizado, meteria essa base nos chefes. SNAP! - The Power Tem um clima mais "tenso", no estilo da trilha dos chefes. Snap - Oops up Outra que tocou à exaustão, rendeu uma cacetada de piadas infames como "seu c* só sai de ré", "seu c* só sai nenê", etc, berrados nos clubes do Brasil. Lembro também que passou bastante no começo da MTV Brasil. Enigma - Sadeness Part I Influência mais que berrante para a introdução de Streets of Rage 2. The Shamen - Move Any Mountain Um absurdo de parecida com a música da segunda fase de Streets of Rage 2, parece que o Koshiro fez um remix. 2 Brothers on the 4th floor - Dreams Essa é de 1994. Streets of Rage 3 é do mesmo ano, mas não teve influência de nada, já que Koshiro preferiu usar um método automático bizarro para compor a trilha (que não ficou legal, pelo menos pro meu ouvido). Lembra os primeiros games. Mais alguns exemplos de dance e afins, que te remetem na hora para Streets of Rage (clique nas miniaturas para assistir). Não convenceu? Você deve estar surdo, mas então pra fechar: Algumas são tão parecidas (caso do The Shamen e Black Box) que não sei como não rolou processo por plágio, outras são reflexo do que ele ouvia. Claro que essa inspiração não tira méritos de alguém considerado um dos maiores compositores e programadores de música para games da história. Ele fez muita coisa além de Streets of Rage, apesar de não ter se dado tão bem, num primeiro momento, na transição para CD. Ter bolas pra tentar algo diferente já seria uma iniciativa e tanto, mesmo que fosse tudo plágio. E a técnica pra conseguir reproduzir esses timbres nos chips eletrônicos, isso ninguém tira dele. Pena que a Sega não mexe o traseiro gordo e já são quase 20 anos de abandono da série. Em entrevista no começo de 2013, Koshiro disse estar aberto a participar da série se ela sair da gaveta, e incentivou fãs a pedirem isso à própria Sega. Quem sabe na próxima geração não vemos os filhos de Axel e Blaze (alguém duvida que eles terminam juntos?) lutando contra algum parente do Mr. X, com Eurodance direto do túnel do tempo? Nota: na mesma entrevista, Koshiro fez uma revelação curiosa: sua voz foi usada no grito "GRAND UPPER!" de Axel. Você pode ouvi-lo "imitando" a voz nessa página (lá no final, no link "here", aos 2:30).
  7. 7 points
    Nego confunde ser diferente com ser lixo. Ser diferente é como se fosse uma das variações do Mega original, com pouca diferença entre as versões. Isso aí tá inaudível, muito ruim, honestamente, não tem defesa, não justifica "ser diferente" ou ainda pior não ser "100% fiel ao original" (dando a entender que haveria alguma fidelidade) com essa porcaria aí. Não tem defesa, justificativa, só negação criando uma cegueira por algo que se antecipou desde sempre. Nem entrei no mérito do preço ainda. O cara que não liga de pagar 400 conto em algo que é vendido NO VAREJO por 50 dólares tem sérios problemas de raciocínio, dinheiro sobrando, ou é simplesmente ignorante (o que não é o caso de ninguém aqui). Enfim, o problema do cidadão que aceita lixo a preço de ouro é que não influencia só a ele, mas o mercado como um todo, porque passa a mensagem errada pras empresas, que claro, vão atrás de lucro fácil. Quem não queria pegar um Mega Drive de 20 dólares e vender a 400 reais? É a mesma coisa que aconteceu com o mercado de jogos que tá entulhado de jogo genérico e sem personalidade. Agora, imagina a expectativa de um lançamento que anunciava fidelidade, de uma empresa com histórico que remetia uma nostalgia e um know-how de quem teria condições plenas de fazer um lançamento decente, em um mercado tão escasso de novidades dignas como o "retro"... Então quem reclama de quem está achando ruim é que está com uma visão geral bem obtusa.
  8. 7 points
    Pessowas, entedam: A Sega quer agradar tanto os fraldas, quanto os barbas. Para os fraldas, Sonic Forces. (Sim, a molecada gosta da jogabilidade boost. A Sega fez muitas enquetes e a molecada adora.) Para nós, os barbas, Sonic Mania. Tudo o que os barbados sempre quiseram está aí: Sonic de volta ao tempo do Mega Drive, com o mesmo visual e jogabilidade que fizeram do ouriço azul um dos maiores ícones dos videogames. Querem mais o quê? Não sei do que estão reclamando, sinceramente.
  9. 7 points
    Já ouviu falar de Millennium Racer: Y2K Fighters? muitas pessoas nao ouviram. Ele foi desenvolvido pela Creat Studio e lançado no PC em 1999 e parece que uma versao de Dreamcast estava em andamento. Por qualquer motivo, nunca foi mostrado ao público, à imprensa ... ou a qualquer pessoa fora da Creat Studios. Isso é particularmente estranho porque o jogo foi descoberto recentemente em um kit de desenvolvimento Dreamcast e parece estar totalmente completo! fonte: http://www.thedreamcastjunkyard.co.uk/2017/03/previously-unknown-dreamcast-game.html Link para download: https://mega.nz/#!V8oVlTqT!kQSNyoqnyxIyb20kjTcsB-OlS4fPivtuTfzkt-TlA-s
  10. 6 points
    É sabido por nós ocidentais que os orientais em questão os japas adoram Hardwares mistos, como um media Center PlayStation 2 , Micro System com Mega/Dreamcast e outros. Ok, mas o que isto tem haver com o Saturn?? Todos achávamos que o Saturn Santo Graal era o Hi Saturn Navi que tem tela e GPS integrado.. pois bem o problema é que estávamos errados! Conheçam o SKC 1000CSuper Prologue 21 Karaoke System. Resumindo ele é um media Center, receiver, karaokê e Sega Saturn!
  11. 6 points
    Seu amigo Raztianax se foi, cara, e se quiser continuar de boa no fórum esse é um aviso, basta ser coerente e sair do personagem. Já faz tempo que a gente não tolera João Sem Braço que tenta encher a paciência se escorando em regras. Feito!
  12. 6 points
    Brasileiro é extremamente consumista e adora ostentar um padrão muito maior do que seu salário permite.
  13. 6 points
    Serve para trocar experiências sobre games. Não para ficar a sua disposição tirando todas as suas dúvidas. Isso é um fórum, não um SAC. Algumas são pertinentes, o pessoal ainda se esforça para te responder algumas coisas. Outras são fracas, para não dizer outra coisa, que se você se der ao trabalho de procurar 5 minutos no Google você encontra. Se coça mano! Tem tanta coisa na internet e você quer tudo mastigado?!
  14. 6 points
    Não devia ter respondido .
  15. 6 points
    tive um "causo" envolvendo o nesticle: tive (tenho ainda) um amigo de infancia que dizia que jogou uma vez um jogo que era de um cara tipo o jaspion mas de armadura azul e metralhadora. nao era contra, nao era megaman, segundo ele era outra coisa, ele nao sabia o nome, estava em japones mas ele disse que tinha "world" ou "war" no meio. seila o que aconteceu como jogo mas ele nao tinha mais nem ele nem o nesclone (supercharger) dele. saiu entao o nesticle e eu falei pra ele sobre, ele instalou na hora e jogou alguns jogos de nes, mas o jogo q ele falava nao pq ninguem sabia qual era, nem ele. sobre esse mesmo jogo ele falava que o jogo tinha uma musica foda, que ele tinha gravado mas nao achava a fita (k7). eu estava curioso pra saber qual era, eu sabia q ele nao estava mentindo, era amigo de infancia e terminamos varios jogos, ele entendia de videogame. mesmo assim eu a situacao parou ali naquele momento. na epoca nao existia fullset e eu cacava as roms na unha, uma por uma. um belo dia eu baixei o journey do silius um dia q ele foi la em casa, disse que o jogo era muito semelhante mas a musica do silius era pior do que a do jogo que ele lembrava e o cara que vc jogava usava armadura. no silius, o cara usava roupa de astronauta. nisso passaram-se anos. um dia eu baixei uma rom chamada RAF World. Esse jogo é a versao japonesa do silius. O pia viu e quase teve um ataque, pq era esse o jogo que ele estava falando, so que ele disse que a musica nao estava igual. O personagem principal inclusive usava armadura azul, como ele tinha falado desde o comeco. Eu falei: porra, se é o jogo, a musica tem que ser igual. mas ele falava que nao era igual. Dias depois ele finalmente ele achou a fita k7 com as musicas gravadas do jogo. Elas realmente estavam diferentes, tinham peso e instrumentos a mais. Era muito melhor do que a que rodava no nesticle. tempos depois apareceu um update na pagina do nesticle na bloodlust. no readme estava escrito "ADPCM support". eu nao sabia o que era isso na epoca. eu lembro que inclusive era uma versao tipo 1.21 eu acho, posso estar errado. Acabou que Adpcm era o canal que o nes usava pra vozes e samples de musicas. No caso do Silius/Raf world, ele usava pro sample do baixo da musica, deixando ela bem diferente. A hora que o pia viu isso rodando com a musica certa, quase teve um ataque epiletico de emocao. tambem, depois de tantos anos procurando o negocio e as pistas sendo liberadas a conta gotas... a partir desse update, jogos como gradius 2 e top gun 2 comecaram a ter vozes e jogos da sunsoft como hebereke, mudaram totalmente suas musicas. esse update e o do callus que colocou suporte a qsound nos jogos, foram os updates de software mais importantes e inacreditaveis dessa epoca pra mim. acabou que a fita do supercharger que ele tinha era essa:
  16. 6 points
    Saudações à todos. Depois de 16 páginas vou deixar minha humilde opinião, já adiantando que li os comentários e respeito todas as opiniões. Atualmente jogo o Mega Drive japonês com cabo scart ligado num conversor RGB conectado a uma Sony Wega (culpa do Guile), com som estéreo. Então eu sei bem que coisa linda é o hardware original. Comprei esse novo Mega com 1 controle extra, e , por enquanto, com base no pouco que foi divulgado, não estou arrependido. O som não está 100%, mas, baseado no Mega Drive 4 e outros clones estrangeiros, está longe de ser ruim. A imagem ainda me preocupa um pouco por não ter como realmente analisar o resultado pelos vídeos do youtube, quero ver como vai ficar numa tv de tubo. Assim que chegar farei uns testes, mas não espero que funcione meu Virtua Racing e o Paprium (será lançado em setembro), vou testar se roms maiores como a Ultimate Mortal Kombat 3 Hack vão funcionar nesse SD (quem sabe).Mas confesso que tenho medo de algum teste queimar esse console rsrsrs Mas se não rodar estes jogos citados e roms hacks, a princípio, pra mim, ainda valerá o investimento. A Tec Toy é uma incógnita, fez muito lixo, aí veio com esse projeto do Mega Drive, mas no meio do processo lançou essa vergonha de Atari Flashback, então não vou defender a empresa por enquanto, ela teve sua glória e o meu respeito no passado, se vai continuar tendo meu respeito esse Mega Drive decidirá, por enquanto teve meu voto de confiança. Sei que deverão pipocar milhões de reviews do aparelho, mas caso tenha alguma utilidade farei o meu, com sinceridade elogiando ou massacrando, com imparcialidade, com testes. E já que comprei a torcida é para que o aparelho seja digno de elogios. T+
  17. 6 points
    Ninguém se ligou ao fato de que hoje somos adultos e não queremos mais jogar em RF e tv 14'? Eu sei que tem uns mobral que jogam assim até hoje, mas pqp, esses ai que não vão comprar mesmo, até pelo preço, huahahaah!! Sério que um pai de família, por volta de 40 anos nas costas, vai comprar isso pra mostrar pro seu filho como ele jogava antes? A criança vai dar uma jogadinha, soltar o controle e continuar no seu tablet/celular, na certeza que seu pai teve uma infância sofrida, o que não quer dizer que ele tem que viver o mesmo. Um camarada aqui de perto de casa fez a pré compra, quando chegar vou pedir pra ele vir aqui pra gente comparar. Mas já adiantei pra ele que o risco dele chorar será grande, antes mesmo de sair esse vídeo da desilução ai. Ele tem o perfil que a tectoy queria...um carinha que largou os games lá pra trás e tá querendo reviver a época. Vamos ver o que ele vai achar...
  18. 6 points
    antes de lancar nos arcades a primeira versao do 2 indicacao de um amigo interessante saber que os test players ja tinham tecnicas avancadas tipo pegar no ar com a chun li
  19. 6 points
    Parem! Parem tudo o que estão jogando! Hoje! AGORA! Neste instante! E comecem Metroid Rogue Dawn. Não é somente um "hack" em cima de Metroid de NES. É um jogo completamente novo, um prequel ao Metroid 1. Simplesmente inacreditável. Acreditem-me... DOWNLOAD 2 opções: — — RÃ em 7Z com o patch já aplicado — — Somente patch IPS original IMAGENÊS
  20. 6 points
    O projeto que estou apresentando não é nenhuma novidade, pois existem diversos projetos similares, inclusive de minha autoria, você pode por exemplo comprar as placas decodificadoras RGB digital -> analógica e FM prontas. O que este tem de diferentes dos outros além de ser uma atualização do projeto anterior? Além de ser um projeto todo artesanal, podendo ser feito por qualquer um que tenha um mínimo de conhecimento e de peças de fácil aquisição no território nacional. Neste projeto você terá a opção de poder utilizar a pistola Light Phaser para a maioria dos jogos com suporte na porta 1, óculos 3D no mesmo padrão do Master System japonês conectado diretamente na porta P2 estéreo, Reset por Software que em alguns jogos possuem truques que requerem esta função que não está presente no Game Gear, suporte a FM para alguns jogos de Master System. Indicação de funcionalidade através do LED RGB, sendo Vermelho para jogos de Game Gear, Verde para jogos de Master System incluindo cartuchos de Game Gear que rodam no modo Master System e Azul para jogos de Master System com suporte a FM. Pode ser incluindo um jogo na memória através do Slot 3, sendo esta seleção por Hardware, estando ocupado os 3 Slots a ordem de prioridade será -> cartucho de Game Gear -> cartucho de Master System -> ROM interna. Por ser um projeto longo, peço que quem estiver interesse em detalhes visite a página com o projeto Neto - Game Gear consolizado versão 2.0
  21. 6 points
  22. 6 points
    Minha primeira historia de locadora: Quando eu tinha uns 10 ou 11 anos, ganhei depois de muito pedir para meus pais, um nesclone da cce, o vg8000. Eles nao queriam me dar porque eu ja tinha um atari 2600, e o argumento deles (na verdade dele, meu pai, ja que era separado da minha mae e era pra ele que eu pedia) era: porque vc quer ter mais um videogame? Eu tive que explicar muitas e muitas vezes o motivo de me fazer querer o nesclone pra ele, que era diferente do atari, etc. Na verdade eu queria o phantom system, mas o vg8000 era mais barato e o que meu pai tinha menos chance de reclamar pra me dar de natal ou aniversario. Bom, eu consegui de aniversario e veio com excitebike, minha mae me deu super mario 1 depois no natal (faco aniversario em dezembro). Ate que nao era feia a fita da cce "original". Depois de um tempo eu nao aguentava mais os dois jogos, ja terminava super mario de tras pra frente e excitebike era infinito e, pra agravar a situação, a funcao de save e load de pistas nao funcionava (a fita nao tinha bateria). Eu nao sabia o que era save nem load pq quando vc selecionava, ficava save ou load escrito na tela e era isso, tinha que resetar. Eu pensava que era erro do videogame ou da fita. Um dia eu peguei o jornal de domingo e la dizia que tinha um CLUBE DE GAMES (nao era locadora) onde vc levava um cartucho (dava o cartucho pra eles) e tinha direito a pegar emprestado UM JOGO POR SEMANA, devolvendo ele antes, é claro. Depois, a cada de 6 meses tinha uma taxa pequena pagar. Era um modelo de negocio bem bizarro mas eu queria fazer parte do CLUBE DE GAMES. Queria jogos novos. Eu morava em santa felicidade (bairro de curitiba) e o clube era na 7 de setembro, ou seja, era longe pra caralho e eu era criança, nao me deixavam ir sozinho pro centro, so pra escola. Acabou que eu disse pra minha mae fazer inscricao pra mim la, e dei a excitebike pra ela entregar pra eles. Depois do trabalho dela (ela trabalhava na dr muricy, era perto da 7 de setembro) ela deixou la a fita e eu tinha esquecido de dizer que tipo de jogo eu queria que ela pegasse pra mim. Bom ela chegou em casa e eu sedento pra saber que jogo ela tinha pegado. Acabou que ela nao pegou NENHUM JOGO e eu perguntei porque, ela falou que nao entendia disso e eu nao tinha falado pra ela pegar nada (quase me matei nessa hora por raiva de ter esquecido desse detalhe). No dia seguinte eu falei que ia na casa de um amigo fazer trabalho depois da aula. Eu peguei dinheiro pra duas passagens que eu tinha guardado e fui la no CLUBE DE GAMES me cagando de medo pq eu sabia onde era, so que nao tinha ido em um lugar tao longe sozinho antes. Chegando lá (era o mesmo lugar que copiava jogos de computador pro pessoal e vendia suprimentos tipo disquetes e papel de impressora matricial, nada a ver com jogos visualmente) falei que minha mae tinha feito inscricao no dia anterior e me identifiquei. O cara então me apontou o que eu podia emprestar deles. NENHUMA FITA TINHA NOME e quando tinha era uns que eu nao conhecia, tudo pirata da pior especie, tipo mario 4 (o lost levels pirata, aquele do rambo game e luigi game, mas essa nao estava la, so o rotulo). Dai eu me fixei em uma essa imagem (claro, sem o nome em cima nem nada): Peguei a fita e voltei correndo pra pegar o onibus de volta, porque a cada minuto que eu demorasse mais, aumentava exponencialmente apossibilidade de eu apanhar por ter atrasado muito ou pior, ser pego no migué que passei. Demorei pra chegar em casa devido a distancia pra pegar o onibus de volta mas levei só um xingão e beleza. Fui seco ver o jogo e POR SORTE a fita era padrão japones, pq eu até então nao sabia que existiam dois padroes e o meu próprio vg era padrao japa. Fui pelo formato da fita quando peguei, pq tinha umas americanas (grandes) lá. Liguei e porra, nunca tinha visto, gostei muito do jogo. So que tinha 2 problemas problemas graves que eu nao tinha previsto: eu nao poderia repetir a historia do trabalho na casa do amigo pra devolver o jogo na proxima semana e o segundo era que eu nao poderia deixar que me vissem com o jogo emprestado em casa. Entao eu jogava todo dia escondido a porra do holy diver, sempre q eu escutava um barulho eu desligava o vg8000 e tirava a fita ou trocava. Foi assim durante UM MES e eu consegui a incrivel facanha de terminar a porra do holy diver, que era dificil pra caralho. Um belo dia ligam pra minha casa pedindo pra eu devolver o jogo e quem atende é minha mãe. Ela veio seca falar comigo e levei mais xingão mas depois disse que sempre que pudesse me levaria, inclusive falou que tinha desconfiado que eu tivesse feito algo parecido porque eu nao tinha pedido pra ela pegar jogo nenhum depois lá (o que era óbvio, ela nao era burra). Depois de um tempo melhorou o acervo lá e foi nesse CLUBE DOS GAMES que eu joguei pela primeira vez jogos como top gun second mission, megaman 3, double dragon 3, batman... realmente valeu a pena ter dado a minha excitebike velha de guerra com label fodido pra eles.
  23. 6 points
    O canal no YouTube Game Escape encontrou um documentário perdido feito na França sobre a cena de jogos nos anos 90 e, nele, temos um raro vislumbre de como eram os escritórios da Nintendo, no Japão, naquela época. O documentário se chama Otaku e data de 1994, quando o Super Nintendo ainda estava no auge e o nome da empresa era sinônimo de videogame. Apesar da produção francesa, a versão colocada no YouTube é a que passou na TV da Alemanha, por isso a narração na língua germânica. Entre os pontos de destaque estão um dos funcionários da Nintendo usando o Super Scope, um acessório para jogos de tiro no videogame, e a entrevista com um ainda jovem Shigeru Miyamoto.
  24. 6 points
    Não, não se resume a isso. Essa é uma imagem do Brasil que apenas pessoas ignorantes ou desinformadas tem. Como os ignorantes são maioria, geralmente é isso que exploram mesmo.
  25. 5 points
    Não deve ter novidade alguma pra cambada daqui, mas, de qualquer forma... Tá aí meu vídeo sobre esse Mega: https://www.youtube.com/watch?v=Verxl7oziHI
  26. 5 points
    Rascunhos do Sonic 1 e 2 acho http://videogamesdensetsu.tumblr.com/post/161653393795/excerpts-from-the-upcoming-art-book-sonic-the Excerpts from the upcoming art book “Sonic The Hedgehog - 1991-2016” published by Cook & Becker. https://www.candb.com/en/artwork/2076/sonic-the-hedgehog-25th-anniversary-art-book-collector-s-edition-sega.html Source: https://waypoint.vice.com/en_us/article/sonic-the-hedgehog-was-almost-sonic-the-rabbit
  27. 5 points
  28. 5 points
  29. 5 points
    The Super Famicom, Super Mario World and Pilotwings, more than one year before their release. Source: Beep! Mega Drive - September 1989 http://videogamesdensetsu.tumblr.com/post/160436865840/the-super-famicom-super-mario-world-and Versao lançada
  30. 5 points
    Nos anos 90 a transmissao de video na internet era quase impraticavel, entao algumas desenvolvedoras japonesas resolveram fazer documentarios sobre o que estavam para lancar (inclusive nos arcades) ou mesmo sobre como faziam os jogos, com filmagens internas da empresa. Esses programas eram distribuidos em fitas de vhs para as lojas de games do japao e em alguns casos para o publico, gratuitamente. a capcom foi uma das que produziu esses programas (existem outras, tipo taito, sega e irem) e um canal do vctubo esta fazendo upload regularmente deles. por enquanto existem 5, nao sei quantos existem no total, mas mesmo assim o que ja existe é bem interessante. No programa 4 por exemplo tem o processo de gravacao da musica de abertura de um dos megamans dos 32 bits, o Keiji Inafune e o yoshinori ono aparecem bem novos (o ono aparentemente era bem mais normal do que hoje em dia, nao tinha soltado a franga ainda).
  31. 5 points
    Minha filha jogando Castle Of Ilusion do Mega Drive. Orgulho do papai!!!!
  32. 5 points
    Esse tópico é de verdade?
  33. 5 points
    Ok, já que o nível baixou, vamos subir novamente. Tenho algo que vai desanimar alguns abiguinhos. Como diria Jack, o Estripador, vamos por partes. Desmontando a primeira falácia: "A TecToy não está enganando ninguém" Está. Desde o anúncio do Merda Drive. Eu, como publicitário em formação, analisei primeiro vídeo (o anúncio do relançamento) e percebi algumas coisas interessantes. Vamos a elas: Nos primeiros segundos do vídeo, ouve-se o sample "SEEEEGAAAA" clássico. Esse é o primeiro problema. Até as últimas semanas, não era. Agora é. Quando a TecToy mostrou os vídeos do Sonic rodando no Merda Drive, percebe-se que o sample está muito diferente do original, que é o sample que foi usado no primeiro vídeo. Isso configura propaganda enganosa, já que induz o consumidor ao erro. Quem viu, teve todo o direito de achar que soaria daquela forma. Consultei um amigo advogado e especialista em direito do consumidor. Segundo ele, cabe processo contra a TecToy por propaganda enganosa ao constatar a discrepância entre o anunciado e o produto/serviço entregue. Além da devolução garantida do dinheiro, ainda há possibilidade de pleitear indenização, caso o consumidor comprove ter sido lesado. Imaginam a força de uma ação conjunta na justiça? Pois bem. Poderia destruir a TecToy, mas não é disso que estamos falando. Segunda falácia: "A TecToy deixou bem claro desde o início que o som não seria igual" Mentira. Ela só se pronunciou sobre o som do console após grande pressão popular na internet. No momento em que anunciaram o console, NADA havia sido dito sobre o som. Ainda assim, iniciaram a pré-venda, mesmo sem dar mais detalhes sobre o projeto. A única coisa que eles tinham mostrado havia sido o vídeo que tem o sample "SEGA" reproduzido como no Mega Drive original, bem como imagens limpas dos jogos obtidas em emuladores, e que não refletem o resultado final do produto. Mais um elemento de propaganda enganosa, né? Prossigamos. Terceira falácia: "A TecToy fez um milagre em reproduzir um console que nem existe mais! Palmas pra TecToy!" A única coisa que a TecTreco reproduziu com sucesso é o hardware do Super Mega Drive 3, que virá dentro dessa carcaça do model1, apenas. Como já foi mostrado aqui mesmo, no tópico, a TecTosca usou o mesmo menu, com os mesmos thumbnails dos jogos e mesma música tosca. Só mudou a imagem de background. O Super Mega Drive 3 também tinha entrada para cartuchos e sofria com alterações de áudio desde aquela época. O Merda Drive é apenas uma simples alteração de firmware, mas o suficiente para deixar a molecada em polvorosa, já que retrogaming tá na moda. Mais uma vez eu digo: Contra fatos, não há argumentos. Nada que disserem irá tornar esse produto algo decente. Independente de se vai ter gente feliz com ele, isso não muda o fato de que a TecToy ENGANOU SIM as pessoas, e de que o produto final é um lixo. Aprendam a conviver com isso, ou processem a TecToy. É um direito que vos assiste. E digo mais: o fato de existirem pessoas que se contentam com pouco, não torna haters os mais exigentes. Pensar assim é infantilidade.
  34. 5 points
    22 páginas depois e pelo menos umas 10 de mimimi resolvi falar algo sobre o debate. Vocês estão envelhecendo e estão ficando chatos pra caralho... kkkkkk PQP gente, na boa, todo mundo reclamando de algo que já tinha sido falado que não seria igual, se alguém acha que não vale o preço, que é uma merda, um aborto, que seja, foda-se. NÃO COMPREM!!!!!!! Simples assim. Ficar fazendo vídeo comparativo entre as versões é falta do que fazer, coloquem um bom jogo de Mega Drive pra rodar e divirtam-se, ficar dando pitizinho na internet não vai melhorar sua vida em nada. Tem muita gente comprando justamente pelo fator nostalgia, pela lembrança de uma infância feliz e que se foi a muito tempo, agora se alguém se arrependeu da compra tem todo o direito de pedir o cancelamento. Eu tenho um Mega Drive 1, nacional, na caixa com a foto do Altered Beast e estou seriamente tentado a pegar um, independente do som ser inferior já que jogarei em uma TV de 21 polegadas com som mono, não vai fazer a menor diferença pra mim. Tenho certeza que irei me divertir muito com ele, independente se tem jogos que algumas notas desafinam ou em outras elas "desengrossam". Foda-se, não vejo problema nisso. Agora vocês devem estar se perguntando porque o imbecíl que vos escreve compraria um "Merda Drive" se ele já possui um original com qualidade de imagem e som fodástica, na caixa original e com manual? Estava pensando em comprar um Everdrive pra mim mas com o $$$ que gastaria em um posso muito bem pegar um Mega Drive novo, com caixa nova, com manual zerado e ainda por cima rodar as roms que o Everdrive rodaria. Seu burro, os mais radicais gritarão! Foda-se, o dinheiro é meu e gasto como quero, infelizmente não e do jeito que os mais xiitas gostariam. Se é um bom ou mal negócio quem decide sou eu. Beijos na bunda de cada um!!!!!
  35. 5 points
    Vi agora o vídeo do Streets of Rage............ Olha, TecToy....tenho que lhes dar meus parabéns... Parabéns pelos graves na música dá apresentação. Eu ouvi tanto essa música nos últimos meses, depois de comprar o jogo original, que em 2 segundos deu pra ver a diferença...Só posso dizer parabéns. A música dá primeira fase nos acordes principais dela, parece que está separada em um canal mais agudo, e outro acompanhando mais grave....Poxa, parabéns por isso também. Uma inovação ao original do mestre Koshiro que, DEUS QUEIRA, espero que não tenha o desprazer de ouví-la... E o que dizer dos gritinhos acelerados e agudos do Axel dando vuadera, dá mulherada do chicote estourando as cordas vocais ao bater as botas e do chefe morrendo com mais dor do que nunca (lol)?? Olha...eu já não ia comprar, até pq Mega Drive de verdade, eu tenho lá em casa e são dois, um deles inclusive TecToy, um CD-X, maravilha da tecnologia dos tempos que os videogames ainda eram levados à sério e podiam exibir com orgulho um logo da Sega, pois realmente ela era bem representada. Hoje, com esse produto aí, convenhamos.... ABRAMOS os olhos para a realidade, é uma demonstração triste do passado, sem sequer chegar próximo do que se esperava. Eu não tinha esperança, mas esperava pra ver o que ia acontecer. Agora só me pergunto: será que terá tampinha lateral para o Sega CD, mesmo sem suporte efetivo ao acessório? [emoji38] Luo=-_
  36. 5 points
    Gostaria de compartilhar com vocês uma experiência muito agradável que aconteceu de ontem pra hoje. Durante o início da adolescência, há quase 20 anos atrás, eu vivia o auge da internet dial-up (e das madrugadas em claro para pagar apenas um pulso telefônico de 15 centavos). Não existiam redes sociais. No máximo, fóruns de discussão dos mais variados assuntos. Celulares ainda eram uma novidade e começavam a ser miniaturizados. Lembram-se do Motorola StarTac? A mídia de transporte de dados ainda era o bom e velho disquete 3½” de 1,44MB. Mas o que eu vou contar agora não tem muito a ver com esses detalhes. Falei apenas para situá-los no tempo. Durante o tempo de ouro do IRC, dos canais de chat e salas de bate-papo, existiam os primeiros mensageiros instantâneos. Dentre eles, o ICQ, que era o mais popular. O programa fazia algo fantástico: mostrar os amigos que estavam online e abria uma janela de chat entre eles. O que é algo indispensável hoje em dia, era uma novidade muito legal. Os usuários eram registrados com números. Os mais saudosistas (como eu) ainda lembram os seus Ids (o meu é 81563547). Dentre as funções revolucionárias do ICQ, havia o Random Chat, em que o programa sorteava aleatoriamente um usuário online no serviço para conversar. Eu costumava usar bastante esse recurso para ajudar no aprendizado de outras línguas, especialmente inglês. Num desses dias, conheci uma senhora que morava na Inglaterra e conversamos bastante. Ela foi muito prestativa e gentil, me ajudando com os erros e ensinando novas palavras. No mesmo dia, ela pediu que eu adicionasse seu filho mais velho, que tinha a mesma idade que eu (14 anos), para conversarmos. Ele teria mais tempo livre e interesses em comum para conversarmos. Foi nesse dia que eu conheci o Ben Nigh , meu primeiro amigo virtual. Naquela época, até o termo “amigo virtual” era novidade. Através dele, conheci alguns de seus amigos de escola, e apresentei (virtualmente, é claro) um de meus amigos também. Costumávamos conversar todos os dias, até que eu fiquei sem um computador com internet, e, consequentemente, sem ICQ. Passei a usar o Dreamcast (pra quem não conhece, é um videogame) para acessar a rede, mas não havia como usar o ICQ nele. Por esse motivo, perdemos o contato. Quase 20 anos se passaram. Ontem, sem explicação plausível, eu me lembrei dessa época em que a tecnologia começava a fazer parte do meu cotidiano. Consequentemente, lembrei-me dos dias de chat com os amigos estrangeiros e das boas risadas que o chat rendia. Ainda lembrara de tudo com detalhes. Coisas como nomes, sobrenomes, locais de estudo, cidade onde moravam... nada havia fugido da memória. Resolvi então buscar no facebook, partindo da premissa de que todo mundo usa essa rede social. Para minha grata surpresa, lá estava meu velho amigo. Mandei uma mensagem e uma solicitação de amizade. Hoje mais cedo, recebi uma mensagem de volta e a aceitação do pedido de amizade. Ele também ficou feliz em ter notícias minhas e ficou curioso sobre como eu o achei. Conversamos um monte e colocamos o papo em dia. Em 20 anos muita coisa acontece, né? Por mais que estejamos crescidos e tendo passado por tantas coisas distintas, ainda gostamos das mesmas coisas e frequentamos o mesmo tipo de ambiente, mesmo em países e clturas diferentes. Cheguei à conclusão de que a essência de uma pessoa nunca muda. O que muda são determinadas atitudes, mas a essência permanece. Somos os mesmos adolescentes (agora adultos barbados, literalmente), que gostam das mesmas coisas de sempre. Isso me fez refletir bastante sobe o que a idade realmente significa. Pra mim, não significa mais muita coisa. O que vale é manter a essência jovem. Eu sei que é algo desnecessário, mas tive vontade de compartilhar. Espero que possa trazer de volta boas lembranças de uma época boa que não volta mais.
  37. 5 points
    Bem pessoa, semana passada chegou meu ActionReplay para GameCube e resolvi fazer um vídeo demonstrando como ele funciona com um leitor SD no GameCube. A edição está bem meia boca pois meu conhecimento no Adobe Premiere é bem limitado mas é o que tem pra hoje. Caso eu tenha postado na área errada ou desrespeite alguma regra do fórum (por postar um vídeo meu), já fica aqui meu pedido de desculpas. O que é necessário para rodar jogos via SD no cube? - CD de Boot (Action Replay, Freeloader, SD Media Louncher) original ou gravado (para consoles destravados) - Adaptador de SD para memory card - Cartão SD formatado em FAT (é FAT16, não FAT32!!!) No meu caso, meu cubo é travado (meu destravado FALECEU) USA então usei um ActionReplay USA comprado na PlayAsia. O SD Card comprei no Aliexpress e a única coisa é que o ActionReplay só reconheceu o cartão formatado em FAT, os em FAT32 não deu certo, por isso eu trabalhei com 2 cartões SD, um de 2GB formatado em FAT com o Swiss e outro de 16GB em FAT32 com os demais aplicativos e jogos. Eu vi que tem um tutorial sobre isso aqui no fórum mas ele é meio antigo então algumas coisas nele (como obrigatoriedade de colocar jogos originais no drive de cd) não são mais necessárias (pelo menos comigo não fez diferença). Sobre o leitor SD, aparentemente é bem simples de fazer um, bastando apenas pegar um memory card e soldar os fios diretos. Aqui tem um link de um tutorial em inglês: http://ngc.scorpei.com/GUIDE-SD_adapter.html Pelo que eu li, dependendo do destrave que você tem no GameCube, tem como colocar o Swiss nele, mas nesse caso não tive como testar. Links de onde baixar ou comprar as coisas: WiiSD Aliexpress https://pt.aliexpress.com/item/Durable-Key-SD-Memory-Card-Stick-Converter-Adapter-for-Nintendo-Wii-Console-Video-Game-for-media/32719468878.html?spm=2114.02010208.3.19.IP2sSm&ws_ab_test=searchweb201556_7,searchweb201602_1_10065_10068_112_10069_110_111_418_10017_109_108_10060_10061_10062_10057_10056_10055_10054_10059_10058_10073_10070_10052_10053_10050_10051,searchweb201603_1&btsid=38706de1-9dba-4703-ae9e-bf13578939dc Action Replay USA - PlayAsia http://www.play-asia.com/action-replay-us-version/13/701v2k Swiss - GameCube http://www.gc-forever.com/wiki/index.php?title=Swiss GC-Forever Wiki http://www.gc-forever.com/wiki/index.php?title=Main_Page Jogos "Compativeis" com Swiss http://www.gc-forever.com/wiki/index.php?title=Swiss/Compatibility_List
  38. 5 points
    Interessante a discussão. Vamos aos pontos que gostaria de comentar: 1) O comentário mais racional aqui para mim foi o do @Pek, ao lembrar que usávamos um Mega Drive numa TV de 14", ligada pelo RF, com a imagem toda distorcida e som ruim. Alguém ligava pra isso? Não. E digo mais: pelo menos EU, nem sabia a diferença entre RF e video composto naquela época. Não sabia que uma tinha qualidade maior que a outra. Nem sabia que ao comprar uma TV, eu teria que estar atento ao fato de ter ou não uma entrada A/V / video composto. 2) Porémmm, isso não justifica o fato de entregarem um projeto com som ruim! Porque? Simplesmente porque se era para fazerem algo meia-boca, já poderiam ter lançado esse Mega Drive há muito tempo. Ou será que é muito difícil relançar um produto de quase 30 anos atrás, que não exige nenhuma alta tecnologia, comparado ao que temos hoje em dia??? Nesse ponto, concordo plenamente com o @Pyron. Existem produtos muito mais tecnológicos por preços menores fabricados no Brasil. Óbvio que estão se aproveitando do fator nostalgia da galera, para cobrarem bem mais do que realmente vale. 3) Ou seja: mandaram muito bem no marketing, no ato de criar expectativa. Com isso, a notícia do relançamento foi se espalhando até para quem nem é gamer. É como falaram: um pai de família, de 30/40 anos hoje em dia, viu o anúncio e pensou: "Poxa, que legal! Eu tinha um desses quando era moleque. Vou comprar um para relembrar e/ou para meu filho ver como era". E para esse tipo de pessoa, um Mega Drive desses cumpre muito bem sua função. 4) Nós, daqui do Seganet, velhos gamers exigentes, é lógico que não nos contentamos com isso. A gente queria algo que, no mínimo, fosse no mesmo nível do produto dos anos 80/90, senão superior (com entrada HDMI, por exemplo). Mas para 95% da população, tá mais que bom.
  39. 5 points
    Cara matou o amigo numa discussão sobre placa de video... Aqui se mata um desconhecido apenas por causa da camisa de time que usa. E são vários durante o ano. Não sejamos hipócritas.
  40. 5 points
    Olá, Ótimo. Fim desse horário de merda, que vá pro caralho que o parta.
  41. 5 points
    Muito bom post. O lança misseis que derrubou o avião foi comprado aqui no Paraná e quem atirou foi o Cunha do alto do predio da PF aqui em Curitiba. Ele é foda quando se trata de misseis. A pedido do Lula, e no missil tinha a foto da Dilma e na ponta a estrela do PT. E vem Lula 2018!
  42. 5 points
    Trailer foda, o ben affleck esta em uma fase boa. As pessoas macetam o cara mas ele ja fez altos filmes bons como garota exemplar, paycheck e argo apenas o gibson sendo violento como ele gosta, quem viu o filme nos eua so disse coisas boas ate agora nao achei trailer legendado. parece ser muito bom Meio comedia porem tem uma premissa ate original e tim roth no meio Historia do edward snowden, se nao souber quem é, se mate. brinks, procure no goolgle. filme do diretor de "drive". ja saiu e so li coisas boas. nao vi ainda mas verei. Se souberem de mais alguns, coloquem ai pra divulgar e nao ficar so no mundo marvel/dc
  43. 5 points
    Acho que essa onda toda é só nostalgia. Ou pior, é só modinha de nostalgia. Assim do nada, tá todo mundo "oooh que incrível o megadráivi da minha infância". Isso não faz sentido. Nunca faltou Mega Drive velho para comprar, e nunca faltou um monte de jeitos de emular.
  44. 5 points
    O primeiro Rayman era um jogo de plataforma 2D desenvolvido e publicado pela Ubisoft em setembro de 1995 para o PlayStation e Jaguar. No início de seu desenvolvimento, Rayman foi planejado para o Super Nintendo e o jogo apresentava um modo coop para 2 jogadores e gráficos bem diferentes. Parece que a Ubisoft decidiu mudar o projeto para os novos CD-Rom e contrataram animadores de uma empresa de desenho animado, o que melhorou consideravelmente os gráficos. [Informações da Wikipedia] No entanto, imagens da inédita versão de Super Nintendo foram publicadas numa revista francesa, a Pix’N’Love número 13. No artigo podemos ler: “Muito antes de as versões da Jaguar e PlayStation, Michel Ancel e sua equipe estavam trabalhando em Rayman para o SNES. Mesmo que estivesse em desenvolvimento avançado, o jogo foi interrompido em favor do apoio a mídia em CD.“ A história original foi sobre um menino de onze anos de idade chamado Jimmy. Jimmy tira proveito dos reinos que ele descobre dentro de seu computador para criar um mundo de fantasia chamado Hereitscool. Esta semana o criador do personagem Michel Ancel postou em seu instagram fotos da eprom do jogo que ele encontrou e imagem do game funcionando. Até fez piada em lançá-lo no vindouro Nintendo Switch.
  45. 5 points
    Gente, este tópico ESTÁ EM CHAMAS! Lembrei de outra: Eu tive um Dynavision III, aquele com controles de manche. Meu amigo teve um TopGame CCE. Ambos os consoles não rodavam determinadas fitas, independente de originais ou não, japonesas ou americanas. E não era a fita em si, era o jogo, independente se pirata ou original. Algumas poucas fitas, geralmente jogos parrudos e modernos, quando espetados no Dynavision III, ficavam com a metade da tela inferior "pulando e piscando" sem parar. Impossível jogar. Em casa sempre fomos humildes, nunca faltou nada mas a coisa sempre foi na risca, na ponta do lápis. Meu pai sempre trabalhou com construção e é pedreiro até hoje. Ele fez muitas, digamos, mansões aqui pros bã-bã-bã da cidade, médicos, empresários, gente da grana. Então eu, sem querer, acabava metido às vezes com a filharada desses figurões. Ia com meu pai na casa dos caras acertar coisas da obra, churrascos, etc, e conheci muita gurizada "do dinheiro" que tinha altas fitas, últimos lançamentos, e assim por diante. Foi na casa do filho do diretor da Sadia aqui de Concórdia (sim, aqui na minha cidade foi onde nasceu a Sadia, por décadas a matriz foi aqui) que eu vi um Mega Drive pela segunda vez... Com um MONTE de fitas. Bah. Não dava pra acreditar... A primeira vez que vi o Mega foi na casa de outro guri, amigo deste que falei acima, com Golden Axe. Minha nossa... Passei a meio-que-odiar meu Dynavision depois disso... Voltando à história: um dos caras pra quem meu pai trabalhou tinha dois filhos, um da minha idade e outro menor. Esse maior era o legítimo "boyzinho", como a gente chamava na época. Esnobe, riquinho, sabidinho. Meu pai semre batalhou muito, e colocou eu e minha irmã no único e top-mais-plus-extra colégio particular da cidade, e fui ser colega de quem? Do tal fulaninho... Gente, eu nunca tinha tido INGLÊS no colégio estadual, e fui parar no meio de gurizada que estudava inglês desde a quinta série. Vocês nem sabem como sofri com isso, E COMO O BENDITO VIDEOGAME me ajudou a aprender inglês. Voltando à história de novo: o tempo girou, girou girou e acabou convergindo a um negócio onde eu, depois de muita economia consegui comprar por um preço MEGA SUPERFATURADO um Super Mario Bros USA (Phantom, original gradiente, caixa, manual, etc...) do tal guri esnobe aí de cima. E o que aconteceu? NÃO FUNCIONOU no meu Dynavision. Funcionou daquele jeito, injogável, tela pulando pela metade. Acham que o guri aceitou desfazer negócio, NECAS. Nunca passei tanta raiva. Sorte que a fita era boa e acabei trocando mais tarde por outra, mas como nem TopGame do meu amigo funfava, eu tava restrito a quem tivesse Phantom System, e poucos tinham. A fita ficou encalhada um tempão. Mais uma história: Peguei uma fitinha 60 pinos emprestada de uma criança menor que eu — O piá tinha uns 7 anos!!!! Até aí tudo bem, não tava fazendo nada de errado. O problema é que um amigo passou na minha casa e pediu a fita emprestada... eu emprestei. E o que aconteceu? Ele emprestou "pra frente", pra outros fulanos! E quem eram? Eram aqueles marmanjos que "fumavam cigarro" e ficavam na locadora até tarde da noite, sabem? Aqueles caras que a gente tinha meio que medo de se envolver. E o que aconteceu? Uns dias depois fui sair do colégio e estaciona um CORCEL 1, cor marrom tijolo, bem no esquema FILME DE SUSPENSE. Estaciona de sopetão cortando meu caminho. Tento desviar mas sai um velhote de dentro do auto, e me faz entrar no corcel, sentar no banco de traz, e — meio que "tacando o terror" — começa a rodar de vagarinho rua abaixo. E o que o cara queria? A MALDITA FITA PIRATA de vários jogos do filho dele. Era uma fita japa, amarela, com 6 jogos acho. Nem lembro o que tinha. E o pior — Eu sabia quem era o fulano, era uma daquelas pessoas que os pais da gente tem desavenças pessoais (por algum ou outro motivo) e que você passou a vida inteira escutando em sua casa: "Tal pessoa é um caco! Não presta! Quero que desapareça!" "Não quero ver nm pintado de ouro!" "É um vagabundo!" E o que o velhote me disse? "Piá, eu conheço teu pai. Sou amigo dele. Se tu não devolver a fita do meu filho, eu vou lá conversar com a tua família!" Caras, meu mundo desmoronou. O cara podia ter me ameaçado de qualquer coisa, MAS NUNCA EM COLOCAR O MEU PAI no rolo. Ia ser o fim do mundo! Ia ser a pior coisa do universo! Além de eu ter, digamos que, "aprontado", estar envolvido justo com o tal fulano que meu pai odiava ia ser motivo pra ser deserdado! Mas, com ajuda de uns amigos, a fita doi recuperada dentro do prazo, entreguei pro neném, e NUNCA MAIS CRUZEI PERTO do bairro onde ele morava. Até hoje, quando vejo um CORCEL 1 marrom, lembro do embrulho no estômago que fiquei naqueles dias. Abraxas! Cosme.
  46. 5 points
    Ótimo tópico, vou ter onde organizar minhas lembranças! - Ao contrário da maioria eu tive contato com videogame mais velho, lá pelos 15 anos. Estudava perto de casa e meu bairro era basicamente residencial e não tinha locadora nem fliper. Só quando mudei de escola em 89 que tive o contato com as primeiras máquinas (rally-x, arkanoid, popeye) e dali pra frente foi conhecendo os clássicos (simpsons, tartarugas ninja, golden axe, dragon ninja, cyber lip, king of the monsters) - No início da década de 90 em BH tinha um evento beneficente chamado Feira da Paz, e como não havia na época um centro de convenções, era realizado no Parque de Exposições Agropecuárias. O engraçado é que as atrações eram colocadas dentro dos galpões que ficavam os animais vendidos nas outras feiras. Então a rede de lojas de flipper Futurama (que eu citei no outro tópico) participou desse evento. Agora imaginem um galpão desses com duas fileiras de fliperamas de uma ponta a outra! Foi aí que conheci máquinas como Robocop e vi Street Fighter pela primeira vez. E lá no cantinho do galpão, num quiosque bem modesto, a Playtronic apresentava o Game Boy. - Comecei a fazer estágio em 92 e ter meu próprio dinheiro, e se não me engano meu primeiro console foi um Famiclone que comprei em Aparecida do Norte, que comprei pelo que seria hoje uns R$20,00. A carcaça era similar ao original, mas não tinha botão de ejeção do cartucho. Joguei alguns títulos na tv preto e branco (!) que tinha comprado (wack races, turtles, totally rad, contra). Era parecido com este. Depois tive um Game Boy. - Aliás, o estágio de contabilidade contribuiu muito para me iniciar como gamer. Chegava cedo no centro e pegavas as lojas da Futurama vazias, e como mais fazia serviços de office boy do que contábeis, durante o expediente passava por lá também. - No caminho do estágio conheci a locadora que se tornou referência para mim, a Start Games no bairro Nova Suiça. Batia ponto lá quase todo final de expediente e sábado. Algumas curiosidades: ela mudou de endereço no mesmo quarteirão três vezes; trabalham lá o Seu Juracir e o filho Alexandre. A esposa do Alexandre era do Vietnã! Era muito louco ouvir ela ligando pros parentes falando em vietnamita (imagina o preço do DDI naquela época) Tinha um deficiente auditivo que ia lá jogar sempre e somente o mesmo jogo: Ayrton Senna Super GP do Mega. Ele dava sorte que ninguém apagava o save, então vi ele chegar à equipe Madonna. O programa de sábado de uma família era ir na locadora. O pai levava os dois filhos gêmeos para jogar Sonic. Eles jogaram e zeraram todas as versões do Mega. Enquanto esperava a vez de jogar, batia altos papos com o Alexandre sobre Star Trek, na época sem internet era raro achar um nerd para conversar sobre essas coisas. Quando comecei a frequentar, tinha uns quatro Supernes que viviam lotados, por isso em tornei um fã do Mega porque ele estava quase sempre livre. Momentos marcantes: ver os quatro Snes ligados no mesmo jogo quando eram lançados: Top Gear, Mortal 2 e Street Fighter. Recentemente fiquei sabendo (por outra pessoa que frequentou) que eles pagaram duzentos dólares para importar a primeira fita do Street Fighter pro Snes. Quando Megaman X foi lançado causou tanto frisson que tinha um caderno na loja em que se anotava o nome de todos os que zeravam o jogo, tive o prazer de assinar nele. Foi por causa da locadora que comprei meu Mega em 95, o bundle que vinha com Fifa 95. De longe o videogame que tive por mais tempo, até 2002. Além dos que eu já citei tive um Game Boy Color, um minigame Spaceman, um de faroeste que não lembro o nome e um série Master do Homem Aranha. Por enquanto é isso, se lembrar de mais vou postando...
  47. 5 points
    GALERA.. como prometido.. segue abaixo uma projeção... (não precisei gastar com tv, nem com xbox.. pois ja tinha eles) TOTAL: R$ 3.833,00 - MARCENARIA: sub.total = 760,00 Material e M.O. = 700,00 Outros = 60,00 (fixações, sapatas, ...) PINTURA: sub.total = 300,00 Massa rápida 1x = 35,00 Primer 3x 1/4 = 90,00 Thiner 3x = 60,00 Massa plástica 1/2 = 20,00 Tinta Branca 1x 1/4= 40 Tinta Preta 1x 1/4= 40 Lixa (80, 140, 240, 400, 1200) = 15,00 ELETRÔNICA: sub.total = 2.493,00 Cabos + techflex + termo-retrátil = 90,00 Som (altos + força) = 150,00 Fonte colmeia = 55,00 Filtro régua = 18,00 TV 32" = aprox. 500,00 Comandos e botoes (importados) (24 botoes + 2 joysticks)* = 480,00 PCB (2 unidades)* = 600,00 SISTEMA (xbox360) = aprox. 500,00 Outros: (componentes eletrônicos) = 100,00 * botoes e comandos, pode ser optado pelos nacionais. Custo aprox. 220,00 ** pcb opcional, podendo ser utilizado placa de controle. Custo aproximado 100,00 ACABAMENTO: sub.total = 280,00 Acrílicos e Plotagem: 200,00 Outros = 80,00 (parafusos, fixações, organizadores, ...) Link com fotos do projeto completo: https://goo.gl/photos/Z4PWqiNbGMhSci2E9 VALEW
  48. 5 points
    História de Fliperama: Descobrimos que a ficha de um boteco era só colocar com a seta ao contrário que entrava nas máquinas do shopping. Este lado entra no Shopping <------> Este lado entra no boteco Então o esquema era ir no boteco e comprar o máximo de ficha por R$0,10 e depois ir no shopping jogar onde a ficha era R$0,50 e as máquinas mais novas. Um certo dia o dono do boteco deu uma dura pois ele estava ficando sem fichas e tinha que comprar mais pra repor, então a gente tinha que comprar e jogar algumas nas máquinas deles e o restante a gente levava pro shopping. Até o dia que ele passou a vender ficha por ficha pra gente Vendia uma a gente jogava a partida e só depois vendia outra, ia anotando no caderninho e na hora de ir embora a gente acertava o quanto gastou. Mesmo assim a gente fazia o esquema de falar que estava jogando de dois, pedia duas fichas e jogava uma, o companheiro ficava fingindo no controle do lado, era uma hora pra conseguir levar umas 15 fichas do boteco pra jogar no shopping... Bons tempos...
  49. 5 points
    Pior foi aqui em Concórdia, SC, que um fulano jurou de pé juntos que um ciclano da vida, que morava num bairro longe pra caramba, numa casa azul, numa esquina sei lá onde — TINHA CASTLEVANIA 2 de NES! A gente nunca tinha visto, só num Guia Games que tinh o detonado do jogo, um de capa vermelha, tamanho meio gibi da época, que tinha todos os mapas de Phantasy Star de Master System. Eu e meu amigo éramos doentes por Castlevania 2. Nosso sonho era jogar aquela fita. Você nem imaginam quantos ruas no tal bairro percorremos, a pé, procurando uma casa azul, num cruzamento. As poucas que a a gente achou, batemos, e sem nem mesmo saber o nome do vivente, a gente perguntava por ele. "Oi, seu filho está em casa?" QUE FILHO? NÃO TENHO FILHO! "Oi, seu filho está em casa?" "Oi, você tem videogame NES?" QUEM SÃO VOCÊS? MÃE, NÃO CONHEÇO ESSES PIÁS. E por aí foi... Óbvio que não existia a casa azul com um guri que tinha Castlevania 2. Fomos enganados pelo maior mentiroso da época. E o pior, o guri era mais novo que nós, mas tinha uma lábia... Ele devia ler as novidades nas revistas de games, ou sei lá, sabia de tudo, todos os jogos, todos os lançamentos. Morava com a avó e contava que a mãe estava nos USA e mandava jogos direto pra ele, mas ele vivia na casa de um parceiro meu (onde ficava a nossa "base" para jogar videogames). Mais tarde viemos descobrir que era tudo invenção. O piá não tinha GIJOE 2 de NES. O piá não tinhaSuper Mario Bros Lost levels. O piá não tinha a raríssima Meta Slader Glory! O piá não tinha nem videogame! Um dia demos uma prensa nele e ele nunca mais voltou...
  50. 5 points
    Nintendo nos Consoles de mesa virou SBT, é a segunda opção, tipo, se não passava nada que vc queria na Globo, vc via Chaves ou Ratinho, é sempre a mesma coisa mas sempre agrada quem gosta. E eles sabem que não tem grana pra virarem uma Globo denovo. Então ficam atuando de SBT .