Jump to content

Sonymaster

Membros
  • Content count

    1,369
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    39

Sonymaster last won the day on November 16

Sonymaster had the most liked content!

Community Reputation

250 Contribuidor oldschool

About Sonymaster

  • Rank
    Jogador de videogame das décadas de 1980 e 1990.
  • Birthday 10/29/1979

Recent Profile Visitors

986 profile views
  1. Fallout 76 anunciado!!

    Sofia Martinez
  2. Fallout 76 anunciado!!

    Poxa, nunca senti vontade de jogar esse fallout, pessoal sempre fala e tal, mas acho que é o estilo do jogo ou ambiente.
  3. Pior que tá na moda esses controles, meu sobrinho fica louco quando tem algo parecido para poder sonhar em jogar em um campeonato de esports usando um controle desses. Disse que vai pegar altas pepekas com esse controle. Bom....tempos mudaram!!
  4. Eu nem conhecia esse sonic do Meganet.
  5. Estava pesquisando no aliexpress alguns preços de consoles multi jogos e me deparei com o anuncio de vendas de cabos para instalar um raspberry pi no dock do Neo Geo X e ainda o anuncio de venda do próprio dock. Alguém já tinha visto isso e vale a pena fazer? achei bem legal. Anúncio dos cabos -> Clique Aqui Anúncio do Dock Neo Geo X -> Clique Aqui
  6. Controle bonitão, mas é muito caro isso ai, prefiro o original mesmo.
  7. Iria falar a mesma coisa. Poderia pegar essas imagens e mandar alguém estampar em uma camisa será que sai por menos? achei legal essas do Master System.
  8. A série Sonic é uma das franquias mais bem sucedidas comercialmente do mundo dos games até hoje. Segundo a própria SEGA, são mais de 800 milhões de cópias contando as vendas, jogos gratuitos, relançamentos etc, estando entre as franquias mais bem sucedidas de todos os tempos no mundo dos games. E ao contrário do que muitos pensam, a SEGA sempre investiu em jogos tridimensionais para o mascote por eles terem apelo comercial e uma significativa legião de fãs. Por essa razão, decidimos trazer uma série de posts cobrindo todos os jogos lançados e alguns cancelados da série! 1991 Sonic The Hedgehog – Mega Drive Ao contrário do que muitos pensam, a primeira aventura veio para o Mega Drive e não para o Master System. Este foi o início de tudo. Sonic The Hedgehog – Master System / Game Gear Vindo seis meses depois da edição para o Mega, a do Master se destacava pelas músicas de Yuzo Koshiro, o mesmo de Streets of Rage. Sonic Eraser – Mega Drive (Meganet) Exclusivo do Japão, ele era um Tetris com temática Sonic vindo para o Meganet. Waku Waku Sonic Patrol Car – Arcades Simulador de Kart que usava o Sonic vestido de policial. 1992 Sonic The Hedgehog 2 – Master System / Game Gear O Sonic 2 para o Master veio um mês antes que do Mega, marcando a primeira presença do Tails, mesmo que não jogável, e de uma versão metalizada do herói. Sonic The Hedgehog 2 – Mega Drive Aqui chegou a sétima esmeralda, o Super Sonic, o Spin Dash, um modo para dois jogadores e Tails jogável. Segasonic – Arcade Obscuro jogo para os fliperamas que contava com os personagens Mighty e Ray, sendo que ambos foram protótipos do Sonic e do Tails respectivamente. 1993 Sonic CD – Sega CD Releitura em CD do Sonic 1, foi a primeira participação da Amy Rose, do Metal Sonic, além de ter viagens no tempo e o movimento Peel Out. Ficou conhecido por ter duas trilhas sonoras: a japonesa e a americana, cada uma com sua legião de fãs. Sonic Chaos – Master System / Game Gear Este introduz o Spindash, Peel Out e os Special Stages para coleta de esmeraldas nos jogos 8 bits. Tails também é jogável e, pela primeira vez, seu voo é controlável. Sonic Spinball – Mega Drive Desenvolvido pelos norte-americanos do Sega Technical Institute, o Sonic Spinball foi o primeiro spin-off da série e é o único game a usar os personagens de Sonic SatAM. Sonic Spinball – Master System / Game Gear A versão para Master System e Game Gear conta com layouts e músicas diferentes. Dr.Robotnik Mean Bean Machine – Mega Drive Adaptação do clássico japonês Puyo Puyo, este é, basicamente, um jogo de Tetris. Conhecido pela excelente trilha sonora e por ser o único a utilizar os personagens do desenhos “As Aventuras de Sonic The Hedgehog”. Dr.Robotnik Mean Bean Machine – Game Gear / Master System Versão 8-bits do jogo citado, é um “tetris” com temática Sonic. Segasonic Cosmo Fighter – Arcade Bastante raro, ele é um jogo do Sonic lançado no Japão onde você controla uma nave e deve salvar os flickies do Dr.Eggman. Segasonic Popcorn Shop – Arcade Não sendo bem um jogo, ele é uma fabricante de pipoca que conta com animações do mascote. 1994 Sonic the Hedgehog 3 – Mega Drive A terceira aventura do Sonic para o Mega Drive introduz o Knuckles e a Esmeralda Mestre. Sonic Drift – Game Gear Primeiro game de corrida do mascote em karts. Bem simplório, ele tem os personagens da série. Wacky Worlds Creativity Studio – Mega Drive Utiliza os personagens da série Sonic em um jogo de desenho. Sonic Triple Trouble – Game Gear Continuação de Sonic Chaos, ele introduz o Knuckles nos 8 bits e o obscuro Fang the Sniper. Muitos consideram que esta é a aventura mais próxima dos 16 bits nos 8 bits. Tails and Music Maker – Sega Pico Jogo educativo, ele dá noções musicais para as crianças. Sonic The Hedgehog Gameworld – Sega Pico Também educativo, o Sonic Gameworld te dá noções de pintura e desenho. Sonic & Knuckles – Mega Drive A segunda metade da aventura do Sonic 3, ele conta com a tecnologia “lock-on”, onde a parte superior do cartucho tinha uma entrada para incluir outro. Com isso, era possível unir ao Sonic 3 e ter a aventura completa; unir ao Sonic 2 e jogar com o Knuckles nas fases deste jogo ou com o Sonic 1 e passar por praticamente infinitos (134.217.728 para ser preciso) Special Stages. 1995 Sonic Drift 2 – Game Gear Continuação dos jogos de corrida de kart, esse potencializa todos os pontos do jogo anterior, com mais personagens jogáveis, maior número de modalidades e pistas. Knuckles Chaotix – SEGA 32X O jogo mais bem sucedido do SEGA 32X, Knuckles Chaotix é, basicamente, um jogo do Sonic “sem o Sonic”. Nele, o protagonista é o Knuckles e ele deve se unir aos chaotix Espio, Vector e Charmy para derrotar o Eggman. Mighty The Armadillo faz sua última aparição até o Sonic Mania Plus anos mais tarde. Tails Skypatrol – Game Gear Com jogabilidade bem diferente das tradicionais, ele é uma espécie de “jogo de navinha” protagonizado pelo Tails. A vilã é a bruxa Witchcart e o game tem um aspecto bem mais “bonitinho” que os jogos tradicionais. Curiosamente, este é um dos mais difíceis de toda a série. Tails Adventures – Game Gear Considerado um dos melhores spin-offs da era clássica, o Tails Adventures é um Metroidvania que conta a história do menino-raposa antes de conhecer o azulão. A ideia é pegar itens “aqui” para destravar coisas “acolá”. Sonic Labyrinth – Game Gear Game de visão isométrica para o Game Gear onde o Sonic perde sua velocidade característica. Somente o visual se salva, já que este é considerado um dos piores, para muitos o pior, jogo do mascote. 1996 Sonic The Fighter – Arcade Utilizando a engine de Virtua Fighter, o Sonic The Fighter é um jogo de luta com os personagens da série. Sonic 3D Blast – Mega Drive / Sega Saturn Despedida do Sonic no Mega Drive e o primeiro grande trabalho de Jun Senoue na trilha sonora da série. Neste você deve salvar os flickies para conseguir passar de fase. Sonic Blast – Game Gear / Master System Apesar do nome semelhante, a contraparte para o Game Gear não possui conexão com a versão do Mega Drive. Utiliza os silicon graphics para um bom efeito visual, e a versão de Master System é exclusividade dos brasileiros graças a Tectoy. Sonic The Hedgehog Screensaver – PC Sendo uma coletânea de “proteção de tela” para o Windows 95, o Sonic The Hedgehog Screensaver possui várias imagens temáticas. Sonic Schoolhouse – PC Exclusivo para PC, este game educativo conta com os gráficos do jogo cancelado Sonic X-Treme. 1997 Sonic Jam – Sega Saturn / Game.com Coletânea dos jogos principais do Mega Drive, o Sonic Jam tem um modo chamado Sonic World que é um protótipo do que veio a ser o Sonic Adventure no Dreamcast. A versão de Game.Com foi o primeiro jogo do ouriço fora de um console da SEGA. Sonic & Knuckles Collection – PC Coletânea do Sonic 3 e Knuckles para PC, se diferenciando do lançamento para o Mega Drive com sua trilha sonora inédita. Especula-se que as músicas foram alteradas para não ter problemas de direitos autorais com o Michael Jackson, que compôs a trilha do Sonic 3 e não foi creditado. Sonic R – Sega Saturn Último game a utilizar os personagens em seus visuais clássicos (sem contar o Sonic Mania), este é um jogo de corrida muito conhecido pela excelente trilha sonora. Fonte: Blog Tectoy
  9. Olha que legal, nem tem essa informação, lógico, no blog da tectoy ela nem ia dar esse prazer
  10. Como muitos já falaram o primeiro SOR tem seu charme mesmo e pura nostalgia quando se trata de lembrar dos jogos de locadoras. O grito do personagem ou quando chama o policial e a música, era o som ambiente das locadoras.
  11. Bom, achei interessante e diferente.
  12. Faça seu proprio Pinball com papelão

    Muito legal isso. Me lembrou aqueles controles de arcades em caixas de sapato ou caixas de papelão comum.
  13. Eu também curto demais esse jogo, engraçado que, quando jogava nas locadoras e isso era realmente quado era pequeno, eu não entendia como selecionar o personagem, ficava colocando para o lado e para o outro querendo escolher o axel e as vezes acertava e outras não. Depois que vim entender que deixando o personagem escolhido ele fica se mexendo ao ser selecionado, sei lá porque não entendia, era muito pequeno. Uma coisa tão simples e eu me complicava.
  14. O primeiro “Streets of Rage” foi lançado em 2 de agosto de 1991 no Japão sob o nome “Bare Knuckle: Furious Iron Fist” para Mega Drive. Desenvolvido pela SEGA, o game utiliza a fórmula beat´em up que estava “em alta” no fim dos anos oitenta, sendo a resposta da empresa para o lançamento de “Final Fight” no Super Nintendo. Não deixe de conferir a nossa análise do game. Na época, o console já tinha games do gênero produzidos por ela como “Golden Axe” e “Alien Storm“, mas estes eram conversões de Arcade e a SEGA sentia a necessidade de ter um jogo do gênero exclusivo para o videogame. Então, os superiores deram aos membros da equipe CS2 a missão de desenvolverem um game semelhante ao “Final Fight”, mas tendo elementos que seu rival não tivesse para ser comercialmente competitivo. Se o “Final Fight” para Super Nintendo tinha dois personagens, “Streets of Rage” teria três, e também dava a possibilidade de jogar em modo cooperativo, ausente no jogo rival. A trilha sonora ficou a cargo do Yuzo Koshiro, que anteriormente havia se destacado pelas músicas de “The Revenge of Shinobi“, pioneiro no estilo Techno e House nos videogames. Para isso, ele compôs usando um computador PC-8801 junto com um sistema de programação original chamado “Music Macro Language“. O sucesso do título levou a duas sequências e uma série de conversões, incluindo para o SEGA CD dentro da coletânea “Sega Classics Arcade Collection”, que contava com a mesma trilha sonora, porém com áudio mais cristalino e as vozes deixaram de ser “roucas” (cá entre nós, um charme do Mega Drive, não?). Também há uma versão para o Master System e outra para o Game Gear, que curiosamente, não são iguais, pois no portátil as fases 2,3 e 7 estão ausentes e não é possível jogar com o Adam. Os gráficos também são um pouco mais simples quando comparados ao do Master. A cidade já foi um lugar feliz e tranquilo… até que um dia, uma poderosa organização criminosa tomou conta dela. Um sindicato cruel logo teve o controle do governo e até da polícia, tornando a cidade um centro de violência e criminalidade onde ninguém está seguro. Em meio a essa turbulência, um grupo de jovens determinados jurou limpar a cidade. Entre eles estão Adam Hunter, Axel Stone e Blaze Fielding. Eles estão dispostos a arriscar tudo…até suas vidas…nas Ruas da Fúria (Streets of Rage)” Adam Hunter: Boxeador e ex-policial de 23 anos, ele largou esta última quando foi corrompida pelo sindicato. Fez sua única aparição jogável no primeiro Streets of Rage, já que nos dois seguintes controlávamos o seu irmão mais novo, o Sammy “Skate” Hunter. É o personagem mais lento, porém o mais forte. Axel Stone: O mais balanceado dos personagens, o Axel é o líder do grupo e também saiu da polícia. Com 23 anos, ele possui habilidades nas artes marciais e seu hobby é jogar videogames. Apareceu em todos os jogos da série como jogável. Blaze Fielding: Mestre do judô e da ginástica, a Blaze é a personagem mais eficiente para atacar a distância, principalmente quando está pulando. Ex-policial, ela tem 21 anos. em dúvidas, “Streets of Rage” é o típico game que nasceu clássico. Considerando que ele veio no início da carreira do Mega, o título é bom em todos os pontos: gráficos, música e jogabilidade. Quanto a esta última, os comandos são rápidos e precisos, além do nível de dificuldade ser balanceado em qualquer modo: “Fácil”, “Normal” ou “Difícil”. Destaque também para os cenários noturnos e urbanos, todos memoráveis e a já citada trilha sonora que consegue extrair com inteligência o hardware do Mega Drive. Este é um ponto que atinge a nota “10” em qualquer publicação. Os detalhes também chamam a atenção, seja em um letreiro luminoso ao fundo bem “anos 80”, efeitos de chuva na “fase da praia”, esteiras rolantes etc. Os personagens também possuem muitos quadros de animação, seja os heróis ou os inimigos. Destaque também para os chefes, muito criativos. Talvez o maior defeito do game seja a pouca variedade de inimigos, muitas vezes aproveitando o mesmo “sprite” recolorido para indicar que aquele é uma versão mais difícil de um adversário encontrado anteriormente. Mas quer saber de uma coisa? Isso nem chega a ofuscar as virtudes do título! “Streets of Rage” é um game old-school que diverte em qualquer época. A indústria de videogames mudou muito nestes últimos 27 anos, mas ligar o Mega Drive, ouvir a clássica musiquinha de abertura e se aventurar pelas ruas da cidade é algo que será, para sempre, divertido. Clássico inesquecível! No livro “Sega Mega Drive/Genesis: Collected Works” , novas histórias sobre o desenvolvimento e criação do primeiro jogo apareceram na internet, depois de mais de 20 anos do seu surgimento. Tudo começou no início dos anos 90 com a contratação do diretor do game, Noriyoshi Ohba, que tinha em seu currículo apenas dois games: “Wonder Boy in Monster Land” (Master System) como produtor e “The Revenge of Shinobi”, como diretor. Junto com ele foi também contratado Hiroaki Chino, e a tarefa dos dois era criar um game de pancadaria que rivalizasse com “Final Fight” da Capcom. Ohba, que já havia trabalhado com Yuzo Koshiro em “The Revenge of Shinobi” no ano anterior, o convocou para ajudar no novo projeto, que até então tinha um título provisório de “Street Karate“. O time estudou minuciosamente jogos do gênero da época, como “Double Dragon” e claro, o próprio “Final Fight”. Inclusive, de acordo com o artista Atsushi Seimiya, o grupo adquiriu um Super Nintendo para que pudessem estudar “Final Fight” detalhadamente. Outras fontes de inspiração, além dos games, eram os programas de ação e detetives norte-americanos da TV, como “O Esquadrão Classe A” e “Starsky e Hutch”. Algo que o time sabia desde o início é que eles queriam que o jogo tivesse uma história com detetives/policiais. E assim o conceito foi criado, com o título de “D-SWAT” (imagem acima), em uma referência ao game de arcade/Mega Drive da Sega, “Cyber Police ESWAT”, de 1989 (e um jogo muito legal, por sinal). ombinando essas ideias e o desejo de incorporar mais elementos cooperativos, restava agora iniciar o planejamento da estrutura e mecânicas do game. Assim, em 16 de julho de 1990, iniciava o design de “D-SWAT”, que terminou em 31 de dezembro, com uma equipe com apenas 8 ou 9 pessoas envolvidas. Para o diretor Noriyoshi Ohba, a parte mais importante eram os “elementos estratégicos e como se sentir ao jogar“. Seria dada uma ênfase nos saltos segurando outros personagens, no agarrar e jogar inimigos e o atacar pela parte de trás, permitindo assim um sistema de combate variado, que daria aos jogadores, especialmente no modo cooperativo, uma sensação de conquista, que outros jogos do gênero na época não possuíam. Vários documentos do desenvolvimento do jogo foram publicados no livro “Sega Mega Drive/Genesis: Collected Works“, lançado recentemente e que promete ser o guia definitivo do 16 Bits da Sega. Algumas dessas páginas você pode ver abaixo (clique nas imagens para aumentá-las), especificando os elementos principais e controles do jogo. Curiosamente, alguns inimigos planejados no projeto não chegaram a aparecer na versão final do jogo, como um jogador de futebol americano e um jogador de hóquei – esse último ainda chegou a dar as caras em uma versão lendária beta do game. Uma história para o game foi criada, um pouco diferente daquela da versão final, abordando como as principais cidades do mundo foram tomadas por uma violenta onda de crimes. Uma organização montou uma força tarefa especial para combater o crime organizado, sendo que eles tinham que operar em segredo e sem usar armas de fogo, apenas os punhos. Eles eram conhecido como o esquadrão Dragon-Swat, ou simplesmente “D-Swat”. A proposta inicial era oferecer três personagens bem diferentes daqueles que conhecemos quando o jogo foi lançado. Confira abaixo a arte conceitual para os três membros da “D-Swat”: God Hand – certamente o personagem que mais chama a atenção, já que o seu visual foi claramente inspirado na lenda viva de Chuck Norris. Depois teve sua aparência modificada, assim como o seu nome, que passou a ser Hawk, na versão beta, para depois finalmente se tornar Axel Stone. Uma pena que o modificaram, já que um herói chamado “God Hand” (Mão de Deus, em tradução livre), com a cara de Chuck Norris seria o personagem mais overpower da história do universo! Black Bird – no projeto inicial já havia o conceito para um personagem negro no grupo, batizado de Black Bird e depois modificado para Wolf, na versão beta, para finalmente se tornar Adam Hunter na versão final. Sua descrição diz ser de Londres e perito em artes marciais, mas na figura está usando luvas de boxe. Pink Typhoon – e finalmente a integrante feminina, uma chinesa especialista em Kung-Fu, com um visual conceitual que lembra bastante a Chun-Li, de “Street Fighter II”. Ela depois seria rebatizada para Blaze Fielding. Curioso notar que os nomes Typhoon e Blaze são referências para os elementos água e fogo, respectivamente. Enquanto o projeto progredia, o então jovem compositor Yuzo Koshiro trabalhava na trilha sonora de “D-Swat”, e mal sabia ele que o seu trabalho entraria para a história como uma das “trilhas sonoras de games mais geniais da história”. Koshiro escolheu usar música eletrônica para embalar a pancadaria do jogo.
  15. O estúdio indie Mega Cat Studio, que lançou no ano passado o game beat ‘em up “Coffe Crisis”, acaba de lançar OUTRO TÍTULO para o nosso querido 16 bits chamado “Little Medusa“. O jogo é descrito como um puzzle (quebra-cabeças) de ação ambientado na Grécia Antiga e estrelado por uma divindade polimorfa. Sua missão é recuperar o Monte Olimpo dos Titãs, que escaparam de suas prisões e transformaram Artemiza, uma jovem deusa, em um górgona (como a Medusa). Agora ela deve petrificar os inimigos, resolver quebra-cabeças e desviar de armadilhas em sua batalha para salvar os reinos dos deuses. Principais recursos: * Uma protagonista carismática que ganhou vida por meio de um belo pixel-art. 5 mundos de quebra-cabeças petrificantes. * Batalhas com centauros, heróis caídos e os próprios Titãs! * Obstáculos desafiadores e ação encontrados em cada nova área! * Resolva os enigmas rápido o suficiente e desbloqueie um mundo secreto, completo com um novo final para a história! * Uma história emocionante inspirada na mitologia grega, contada através de cenas animadas! 15 conquistas desbloqueáveis que vão mantê-lo voltando para mais! Olympian Mode – você tem uma chance de vencer cada etapa, derrotar todos os Titãs para desbloquear a conquista final! * O jogo foi lançado apenas no formato físico e pode ser obtido através da loja oficial da Mega Cat Studios. -> Clique Aqui Fonte: Blog Tectoy
×