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Sonymaster

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  1. Muito legal, não conhecia que tinha tantas versões desse jogo, e esse remake principalmente não conhecia no Windows :-) valeu por compartilhar. :-)
  2. [MAME] Novos jogos funcionando

    Esse emulador é incrível demais, que bom só jogo bom :-)
  3. Por isso que eu digo que a ficha só caiu a poucos anos quando percebi que estava jogando jogos de arcade no PSP ou em um consoles onde eu nunca pensaria que um dia iria jogar. Gastei tantas fichas em um arcade super caro na época e posso joga-lo em casa. Isso sempre será preservado e acho isso ótimo. Agora falando dos filmes ainda tem gente que consegue fazer copias de VHS para digital para tentar fazer o mesmo com os games, mas é diferente. Eu mesmo tenho vários e vários filmes da década de 80 e 90 capturados de VHS e principalmente dublados estilo sessão da tarde porque adoro essa época. Ainda tenho comerciais de games e tecnologia da época, revistas etc.... sempre bom relembrar.
  4. Agora que eu percebi essas montanhas no detalhe no jogo do River Raid, já tinha eles no original do Atari 2600? ou esse modelo é novo ou remake? achei legal esse console computador. :-)
  5. Em novembro de 1982 a Atari Inc. lançou o Atari 5200, um console adaptado da sua linha de computadores. Uma jogada interessante, visto que o console era mais potente que seus concorrentes. O problema do 5200 foi que o console não possuía nenhuma compatibilidade com os softwares ou periféricos dos computadores 8-bit. Nem mesmo havia compatibilidade com os cartuchos do videogame anterior da empresa, o Atari 2600. Em 1987 a Atari Corp. recriou a estratégia colocada em prática cinco anos antes, mas com algumas melhorias. O Atari XE Game System foi criado usando o Atari 65XE (um computador da linha 8-bit) como base. A principal diferença desse lançamento com o anterior, é que o Atari XEGS, como é conhecido, possui total compatibilidade com a família 8-bit. De fato, o console pode se comportar como um computador e, nesse caso, até mesmo impressoras e drivers de disquete podem ser ligados a ele. A ideia da Atari era criar um computador para iniciantes somado com um videogame sofisticado, isso convenceria as produtoras e desenvolvedoras a lançarem jogos para o console. De fato o XEGS realmente funcionava como um computador para iniciantes, já que era mais simples que os outros Home Computers da época, como o Atari 130XE. O problema estava no videogame sofisticado. O videogame era vendido em duas versões diferentes: uma somente com o console e seu controle (um joystick similar ao do Atari 2600) e a outra com o joystick, um teclado (que faria o XEGS se comportar como um videogame) e uma pistola. O controle em formato de pistola já havia sido apresentado ao público pela Nintendo e era a vez da Atari tentar trazer a novidade para seus consoles. Com compatibilidade com os Atari 2600 e 7800, aXE Light Gun era utilizada em jogos com função de tiro ao alvo, onde o jogador iria usá-la para atirar em alvos na tela. Uma ótima ideia, porém sem muitos títulos bons para serem aproveitados no XE Game System. Outro problema em relação aos jogos foram os lançamentos que chegaram as lojas junto com o console. A maioria dos jogos eram relançamentos de antigos jogos para os 8-bit, sem nenhuma alteração gráfica ou de jogabilidade. Aconteceu o óbvio, o Atari XE Game System era um console com uma biblioteca de jogos gigantesca, mas a grande maioria desses títulos eram antigos e ultrapassados. Simplesmente não foi possível competir com o Nintendinho e seus jogos inéditos. Outro grande empecilho para as vendas do console foi que ele co-existiu nas prateleiras com outros dois videogames da empresa, o Atari 2600jr e o Atari 7800. Com três videogames da mesma empresa para escolher, além do Nintendo Entertainment System, as vendas do Atari XEGS não foram boas. Em 1992 a Atari Corp anunciou oficialmente o cancelamento do Atari XE Game System, junto com toda a linha de computadores 8-bit. Fonte: Atari Family
  6. O site Polygon publicou uma extensa reportagem, assinada por Charlie Hall, sobre a palestra de Frank Cifaldi, da empresa de preservação tecnológica Digital Eclipse, na Game Developers Conference (GDC). O desenvolvedor defendeu abertamente a prática de emulação, diferente do posicionamento das grandes empresas no mercado. "De acordo com a Film Foundation, metade dos filmes feitos antes dos anos 1950 foram perdidos. Então eu comecei a pensar se alguém está fazendo isso [restaurando filmes] nos games. Queria saber se alguém dá certeza de que a mesma porcaria não será feita com os videogames, aquilo que condenou alguns longas a desaparecerem do mercado. E, yeah, existem pessoas fazendo isso. Mas não chamamos eles de arquivistas. Nós não nomeamos eles como arquivistas digitais ou algo do naipe. Chamamos eles de piratas de software", disse Frank em sua palestra de cerca de uma hora. O discurso dele vai contra a resolução que a Nintendo tomou contra emuladores há mais de 10 anos. "Emuladores desenvolvidos para jogar cópias ilegais de software promovem a pirataria. É simples assim e não é aberto ao debate", afirma o texto. Frank diz que o Virtual Console do Wii U não é nada mais e nada menos do que um emulador. Ao solicitar novos comentários da Big N sobre o assunto, a empresa diz que não utiliza ROMs ou arquivos baixados indevidamente da internet. O posicionamento conservador da Nintendo é conhecido. Ela demorou até 2006, pelo menos, para começar a investir em games baixados pela internet ou mesmo em simples transações online. No Brasil, a presença do mercado cinza de troca pirateada de games impede grandes faturamentos em relação a outros mercados menos sobretaxados e mais legalizados, o que fez a empresa japonesa pular fora do país em 2015. Mas será que a pirataria não acaba conservando os games que tanto gostamos? O questionamento de Frank Cifaldi não foi só provocador e relevante na GDC, mas as questões recorrentes muito além de uma criminalização superficial da pirataria. Ele levanta uma das discussões centrais hoje: Queremos beneficiar apenas as empresas desenvolvedoras ou a cultura gamer que existe entre nós? Fonte: Polygon
  7. Foi mesmo, mas tava doido para ter um mesmo assim hahahahaha pena era o preço mesmo :-)
  8. Vinte e um anos atrás, a cidade de Varginha, no sul de Minas Gerais, ficou famosa em todo o país: um extraterrestre teria sido avistado e capturado na cidade, no episódio que ficou conhecido como Incidente em Varginha. O caso, que ganhou uma aura de mistério e conspiração digna de "Arquivo X", chamou a atenção de uma recém-formada produtora de games, a Perceptum. Fundada por Marcos Fernandes Cuzziol e Odair Gaspar, a Perceptum queria desenvolver jogos de temática nacional. Em setembro de 1998, a produtora lançou "Incidente em Varginha", a primeira grande produção de game elaborada no Brasil. No final dos anos 1990, desenvolver games por aqui era uma realidade improvável, muito diferente do cenário fértil atual. Era raras as iniciativas do tipo, e ninguém antes teve tanto marketing, espontâneo ou não, quanto o jogo de tiro que explorou a misteriosa historia do ET de Varginha. Para produzir "Incidente em Varginha", os desenvolvedores foram até a cidade mineira, conversaram com os moradores e se aprofundaram na cultura ufológica. Mesmo fases do game ambientadas em outras cidades, como a Praça da Sé, em São Paulo, tiveram detalhes captados em campo. Composta por Fábio Cardelli, a trilha sonora desse estágio é executada com 'samples' de sons reais da famosa praça: buzinas, falas de camelôs e vários outros foram gravados no local. O jogo de tiro brasileiro foi melhor recebido lá fora do que em território nacional. Foram vendidas 2 mil cópias no Brasil e 20 mil no resto do mundo. Por aqui, o maior problema foi a distribuição: era difícil encontrar "Incidente em Varginha" nas lojas. A raridade era tanta que a versão pirata do game chegou a custar mais do que a original. Segundo Cuzziol, "Incidente" rendeu um contato curioso: a Perceptum foi procurada, por e-mail, pela central de treinamento das forças especiais dos EUA, responsáveis pelo preparo dos membros dos soldados da força Delta, um esquadrão de elite do exército norte-americano - e um dos principais vilões do game! "Eles queriam usar o game em modo multiplayer e com missões específicas, para treinamento de soldados Delta. Expliquei que éramos uma empresa brasileira e indiquei a NovaLogic, que na época lançava o primeiro 'Delta Force'". Não muito depois, a central de treinamento das forças especiais americanas e a NovaLogic firmaram um acordo. Uma continuação para "Incidente em Varginha" começou a ser desenvolvida e ganhou o apoio da comunidade. Uma demo do novo game foi selecionada pela Intel para o evento de pré-lançamento do processador Pentium III, em 1999. Mas as vendas do primeiro jogo não iam bem no Brasil e, embora a Perceptum tenha recebido sua parte das 20 mil cópias vendidas lá fora, o dinheiro não foi o bastante para concluir a sequência. Apesar das adversidades na produção e distribuição do "Incidente", a Perceptum firmou o pé na produção de games, lançando jogos como "Scooter Challenge", "Mutualismo" e "Robô Sucata", entre outros. "Incidente em Varginha" surgiu em uma época onde quem fazia jogos precisava descobrir por conta própria como todas as etapas do processo funcionavam. Não havia distribuição digital e mesmo a busca por contatos fora do Brasil era mais complicada. Mas foi o jogo de tiro baseado na suposta captura do E.T. em Minas Gerais quem deu o pontapé inicial para as produções de games nacionais mais elaborados. Fonte: Retrô Uol Jogos
  9. World of Final Fantasy será lançado no Steam

    Muito bom, me parece legal esse jogo :-)
  10. Por isso que preservar os jogos antigos é um museu para os novos jogadores de games da gerações futuras :-)
  11. Não não você fez certo Mega com certeza, sem isso eu não teria caído a ficha para dar uma parada e postar pelo menos com uma larga forma de tempo entre cada tópicos :-) fez mais do que certo, mas vou postar sim quando tiver algo bem diferente ou algo esquecido para a gente relembrar :-) Obrigado pelo post de consideração :-)
  12. Eita eu ia postar isso aqui, mas como fiquei meio que receoso depois de tantos tópicos melhor ficar só na interatividade :-) mas achei super interessante isso, espero que consiga dumpar esse rom para todos preservarem :-) boa iniciativa :-)
  13. Muito legal o vídeo, valeu por compartilhar :-)
  14. O que vocês tem jogado? Final 2017

    Sempre jogo emuladores ou PSP e sempre jogos aleatórios antigos, por isso só faço passar tempo mesmo hahahahahah
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