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Sonymaster

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  1. Aquela arma que ela recebe para ajudar o homem em que atira nele e uns entrega no final, é a mesma que personagem do Predador 2 recebe de presente no final do filme não é? Achei legal essa conexão.
  2. Você sabia que Super Punch-Out! do Super Nintendo tinha um modo multiplayer em que dois jogadores podem lutar um contra o outro? Pois ninguém sabia disso desde que o game foi lançado, há 28 anos! Super Punch-Out!, assim como muitos games da era do Super Nintendo, possui alguns códigos secretos que desbloqueiam algumas coisas no game, semelhante ao icônico Konami Code. No caso desse game, os códigos são feitos com combinações de dois botões, e recentemente dois códigos que eram até então desconhecidos foram finalmente descobertos! O primeiro código, que consiste de segurar Y + 2 no controle 2 e em seguida apertar A ou Start no controle 1 libera uma tela secreta em que o jogador pode escolher qualquer lutador do game para desafiar para uma luta. Confira abaixo a screenshot dessa tela, revelada pelo usuário do Twitter @new_cheats_news: E então, veio a grande revelação. Nessa tela de seleção de personagens, se o controle 2 segurar os botões B + Y e o controle 1 apertar A ou Start, a luta se inicia com o jogador 2 podendo controlar o personagem escolhido para ser enfrentado. Transformando esse modo em um multiplayer para dois jogadores lutarem um contra o outro! E esses códigos parecem que realmente funcionam! Se você tiver Super Punch-Out! e um Super Nintendo (ou talvez uma “versão executável” que a Nintendo mataria para ninguém ter acesso), você pode testar esses códigos e enfrentar um amigo no mano-a-mano! Fonte: Arkade
  3. Essas estão sendo até legais, não tem muita lacração e bem fiel aos filmes aventura dos anos 80. Lembra também “Uma viagem ao mundo dos sonhos” coisa parecida.
  4. Só sobrou a rima porque ficou sem pai.
  5. Comecei essa série na Amazon, achando legal, bem estilo Goonies estilo aventura anos 80, bando de garotas da década de 80 que em uma noite avança no futuro sem explicação.
  6. Depois dessa lacração toda, pode fechar a franquia mesmo. Lara Croft pode se revelar gay em novo Tomb Raider O próximo Tomb Raider em desenvolvimento no estúdio Crystal Dynamics pode apresentar um cenário moderno e uma Lara Croft também atualizada para o padrão atual da indústria cultural americana, se revelando uma personagem LGBTQIA+ que vive um romance com outra mulher. Isso é o que revela um roteiro supostamente usado para a escalação de atores que irão interpretar personagens do jogo, que foi obtido pelo podcast Sacred Symbols. O suposto roteiro revela que o novo Tomb Raider seria conhecido pelo codinome Project Jawbreaker dentro do Crystal Dynamics, e o jogo seria “de aventura de ação ambientado em um mundo moderno abalado por um cataclismo misterioso”. A atriz a ser escalada para interpretar Lara deveria ser “uma britânica autêntica” de 30 e poucos anos, “no protótipo de Emily Blunt ou Rosamund Pike”, e a personagem se revelará gay ao viver “cenas românticas com outra personagem feminina”. Diferente do reboot de 2013, que apresentou uma Lara inexperiente em suas primeiras aventuras, o novo Tomb Raider teria a personagem em seu auge, empoderada e inspiradora de outras jovens mulheres aventureiras. “Longe vão os dias das mulheres jovens e inexperientes que lidam com questões de legado e acerto de contas familiares”. “Lara largou sua infância e abraçou completamente a vida de uma aventureira… sua lendária carreira foi elogiada pela impressa em tabloides, altos contos de aventura que inspiraram uma nova geração de invasores de tumba a buscar suas fortunas no mundo”. “Com esta nova fase de sua vida, Lara aceita totalmente seu lugar entre as ruínas. Por muitos anos, Lara mergulhou as profundezas de lugares esquecidos, brincou de gato e rato com muitos oponentes nefastos e trabalhou para descobrir, preservar e proteger os segredos perdidos do mundo, a menos que eles caiam nas mãos erradas”. Linhas de diálogos contidas no roteiro fazem menção a outros “Tomb Raiders”, sugerindo que Lara será acompanhada por outros personagens possivelmente jogáveis. Dois desses se chamariam Devendra e Tanvi. “Com o passar dos anos, Lara ficou solitária no topo”, continua a sinopse da história. “O início deste próximo capítulo apresenta Lara com um problema por excelência para adultos: enfrentar algo grande demais para lidar sozinha”. “Nesta nova aventura, Lara enfrentará um desafio que ela só pode superar com uma equipe ao seu lado. A colaboração é estranha para ela: ela sempre foi bem sucedida sozinha, então, nessa situação, ela é um peixe fora d’água”. O Crystal Dynamics anunciou no começo do ano que o novo Tomb Raider está sendo construído no Unreal Engine 5 e deverá dar um passo além na fidelidade visual. Lara Croft pode se revelar gay em novo Tomb Raider - Outer Space
  7. Super Mario Land chegou ao Game Boy em 1989 e agora foi reimaginado como um jogo de Game Boy Advance por huttaburger, artista especializado em pixel art e animação de sprites. Olha que bacana: Uma pena Super Mario Land nunca ter chegado ao GBA de forma oficial, mas se dependesse da imaginação do artista, teria sido um game visualmente incrível. Em sua página pessoal, há outros trabalhos de pixel art de encher os olhos, como Donkey Kong, Zelda, Pokémon, Sonic, entre outros. Fonte: Jogo Veio
  8. Vamos voltar no tempo, mais uma vez. Desta vez, vamos para 1998, época na qual o mundo dos games estava acalorado. Os consoles atuais recebiam grandes novidades, quase todos os meses, enquanto rumores sobre a nova geração, que seria iniciada com o Dreamcast, mas que já contavam com informações do então vindouro PlayStation 2. Além disso, a geração de 16-bits, já veterana, ainda insistia em lançar coisas interessantes. Assim, podemos afirmar que 1998 foi o melhor ano da história dos videogames, certo? Mesmo que você discorde, não há como negar que o ano foi especial, e revolucionou, para melhor, o mundo dos games. Foram inúmeros lançamentos inesquecíveis, uma geração anterior que ainda queimava boa lenha e a esperança por um novo século que poderia oferecer experiências ainda melhores. Vamos, assim, relembrar motivos que fizeram do ano de 1998, que embora não tenha sido dos melhores no futebol, foi inesquecível para quem viveu aqueles dias, e já amava os videogames naquela época. 1998 foi um ano no qual grandes games foram lançados. Jogos inesquecíveis, que são lembrados até hoje. Começando por Resident Evil 2, considerado por muitos como o melhor da trilogia original. O ano ainda teria vários jogos considerados hits tanto de PlayStation quanto de Nintendo 64: Tekken 3, Banjo-Kazooie, Crash Bandicoot: Warped, Turok 2, Need for Speed III, Parasite Eve e Xenogears são alguns destes exemplos. Além disso, até o Saturn, que já vivia seus últimos dias e estava pronto para dar lugar ao Dreamcast, apresentou jogos de qualidade. Panzer Dragoon Saga, Burning Rangers, Bomberman Wars e bons ports de games de luta, como Street Fighter Alpha 2, Vampire Savior: The Lord of Vampire e The King of Fighter ’97 faziam o console se despedir com muita qualidade em seu acervo. No mundo dos portáteis, o Game Boy ganharia cores, e com isso, diversos jogos interessantes. The Legend of Zelda: Link’s Awakening DX trazia novamente a grande aventura portátil de Link, agora com cores e dungeons exclusivas para o jogo, focada em elementos que exploravam o novo hardware. Wario Land II também divertia, com o anti-herói e suas confusões. E até o clássico Pokémon ganhou uma nova versão, com Pikachu de protagonista e aventura levemente adaptada para se encaixar ao anime que fazia sucesso naqueles dias. Mas o que realmente impressionou, em 1998, foi a quantidade de “melhores jogos de todos os tempos” lançados naqueles dias. Jogos que estão no topo dos melhores de muita gente. Como Metal Gear Solid, primeiro grande sucesso de Hideo Kojima, que trazia atmosfera cinematográfica, um enredo cativante e um jeito único de se jogar, baseado na espionagem. O game trouxe algo de novo ao mundo dos games e, desde então, a ambientação cinematográfica em jogos só evoluiu. The Legend of Zelda: Ocarina of Time também marcou para sempre o mundo dos games. A aventura de Link, que na época era marcada por vários atrasos e expectativas, apresentou uma jornada épica, que marcava a estreia da série no mundo tridimensional. As três dimensões ajudaram a construir um mundo vivo, detalhado e com muitas oportunidades, exploradas de maneira genial com conceitos de tempo e com um gameplay extremamente competente, que inclusive serviu para introduzir o prático sistema de mira em inimigos, essencial em jogos 3D. Half-Life trouxe não só um excelente FPS, como ajudou a consolidar o gênero, trazendo boas ideias e gerando, mesmo que de forma indireta, um fenômeno que dura até hoje: Counter-Strike. O jogo fez muito sucesso, rendeu uma continuação e um terceiro episódio é lenda urbana até hoje, mesmo com sinais claros de que a Valve não tem o menor interesse em desenvolver o tão desejado Half-Life 3. E a qualidade de 1998 ainda tinha mais para oferecer. Starcraft criou mais um grande sucesso, jogado até hoje. Sonic Adventure marcava a estreia do Dreamcast no Japão, e levava o azulão para o mundo tridimensional em uma ótima aventura. Xenogears e Parasite Eve foram mais dois dos excelentes RPGs da Square na época, no que pode ser definido como o melhor momento da história do estúdio. E até jogos mais casuais, como Mario Party, agradavam por sua qualidade. Além dos grandes games, as expectativas também estavam altas demais com as próximas novidades. A mais próxima era o Dreamcast, que marcaria a cartada final da SEGA no mundo dos consoles. O videogame, que prometia muito, realmente se mostrou muito poderoso, com uma parceria interessante com a Microsoft, ideias legais como o VMU, o memory card com visor que oferecia informações úteis na telinha do controle, e uma boa leva de jogos iniciais. Muito já se falava também do PlayStation 2. As revistas de games, a principal fonte de informação na época, cuidavam do “hype”. Eram capas dedicadas ao console, matérias com informações técnicas, explicando as possibilidades do novo videogame e, claro, os jogos que chegariam nesta primeira leva. Sem trailers, restava aos gamers da época imaginarem os jogos com as poucas fotos em baixa resolução que estampavam Ação Games, Super Game Power e a Gamers. Em tom menor, se falava também do novo console da Nintendo, além de uma possível investida da Microsoft. Como GameCube e o primeiro Xbox chegariam apenas em 2001, seus rumores estampariam as revistas meses mais tarde, mas já era possível, aqui e ali, ver algo relacionado ao futuro dos games, que já contava com uma promessa: os jogos seriam online no século XXI. Os grandes jogos de 1998 fizeram o gamer projetar um futuro melhor. Afinal, se o Nintendo 64 ofereceu um mundo tão vivo como o de Ocarina of Time, imagine o PlayStation 2? Se o PlayStation original apresentou Metal Gear Solid, o futuro poderia nos apresentar games cada vez mais conectados aos filmes? E se Half-Life evoluiu o FPS já naquela época, qual seria o limite para o gênero? 1998 fez o fã de videogame sonhar mais alto, e imaginar que o céu era o limite. Além do que falei aqui, com certeza todos aqueles que já jogavam videogame tem algum momento especial na memória com o ano de 1998. Afinal, jogos que foram lançados antes, como Donkey Kong Country 3, GoldenEye 007, Final Fantasy VII ou Gran Turismo ainda eram jogados, em tempos nos quais jogos tinham uma vida útil muito maior do que os “três meses” do hype dos lançamentos atuais. Foi, assim, um ano que marcou tanto pela qualidade dos seus lançamentos, quanto pela expectativa por um futuro melhor. Em 2004 e novamente em 2008, a indústria repetiu dois anos de excelência, trazendo mais uma vez grandes games. Mas, a verdade é que, muitos daqueles sonhos imaginados em 1998 se tornaram realidade hoje, enquanto alguns problemas também surgiram, o que é normal para uma indústria em evolução. Mas, com certeza, a qualidade de lançamentos daquele ano marcou positivamente aquela geração. Nunca houve tantos jogos bons para se jogar ao mesmo tempo, que se somavam a jogos tão bons quanto, lançados anos antes. Todo mês as revistas de games estampavam clássicos definitivos em suas capas, e mais do que nunca, apresentavam uma das épocas mais divertidas e interessantes para se jogar videogame. Fonte: Arkade
  9. Incel = Tetudo Agora entendi, era mais fácil ter dito assim. Mas falando sério @Igor Isaias Banlian você poderia conceder um roteiro de um bom documentário para o Netflix sobre o projeto El Shaggai, o projeto mais ambicioso no mundo dos games que poderia ter evitado a queda do Dreamcast e a Sega ser a maior empresa de jogos do mundo. E você que é Chadincel pode dizer ainda que é não-binário para agregar ainda mais valor no documentário, pinta o cabelo de verde para dar entrevistas e vai ganhar uma grana para finalmente terminar o jogo.
  10. Essa série deve ser incrível sobre essa empresa que revolucionou o mundo do cinema.
  11. Tem também o termo “Incel” que essa geração Z fala muito. Fico voando nessas gírias gays.
  12. Que dizer que temos um hacker de links cabaço que não quer mais fazer o jogo? Não pode ser!!
  13. Só da Geração Z que curtiu, aí eles vão jogar os jogos antigos e vai meter o pau porque não tem na haver com a série lacradora deles.
  14. Estava procurando o Nes Archive no Discord e não achei, e por falar nisso o Seganet tem servidor lá? se sim, poderia passar o link de convite? obrigado!!
  15. Isso é verdade, por isso nunca mais tive a vontade de pegar um videogame antigo por isso, sempre fico tentado a comprar e logo penso “Mas como vou jogar isso?” Comprar adaptadores, conversores, cabos, TV de Tubo etc… não não, já tenho uma Smart TV com aplicativo com emuladores e já é o bastante. Fora que ainda tem a caçada de procurar cartuchos, a manutenção dele quando pifar um dia. Acho que o fácil acesso está suprindo bem demais toda essa coisa.
  16. Nova série de Resident Evil da Netflix é massacrada pela crítica e pelo público Não é de hoje que as adaptações de Resident Evil para filmes não vão bem. Agora, a nova série da Netflix tem derrubado ainda mais a qualidade dessas obras. No Rotten Tomatoes, a série está com 25% de aceitação entre o público, nota de 1.9 no Metacritic e 3.6 no IMDb entre as milhares de avaliações da adaptação da Netflix. Outras adaptações de jogos, também feitas pela Netflix, se saíram muito melhores que Resident Evil. Castlevania tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, 7.9 no Metacritic e 8.3 no IMDb. Já The Witcher, que apesar de ter uma série de livros como base, é inegável que o jogo teve maior influência na produção. A série tem os seguintes números: 75%, 8.2 e 6.8, respectivamente. Fonte: https://adrenaline.com.br/noticias/v/77182/nova-serie-de-resident-evil-da-netflix-e-massacrada-pela-critica-e-pelo-publico
  17. Pior adaptação de longe já feita, meteram um choro teen malhação no meio a tudo que encheu o saco, já negativei na mesma hora. Melhor os filmes de 2002 mesmo.
  18. Baixei o instalador .apk coloquei no pendrive e instalei direto, as ROMS ficam todas em outro pendrive, principalmente do PlayStation e Sega CD, NeoGeo, GBA e Mame. Restante como NES, Snes, Mega e Master ficam no armazenamento interno mesmo. Pode baixar a versão mais nova -> Clique Aqui
  19. Uma Philco simples de 32p e o aplicativo é o ClassicBoy
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