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Sonymaster

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Everything posted by Sonymaster

  1. Quando foi lançado em 1992, Mortal Kombat foi revolucionário não só por sua violência, mas também por trazer atores digitalizados em 2D como personagens. Mas e como ficaria o visual deste clássico em uma versão “3D”, que concede profundidade aos cenários e aos sprites dos personagens! Obra do canal Bitplex, o que temos aqui é um engenhoso serviço de “reprogramação” de alguns elementos chave do game, “esticando-os” para que ganhem profundidade, de um jeito que deixa o jogo praticamente tridimensional — ou, no mínimo, com um efeito de parallax interessante. O resultado é um vídeo muito bacana, que dá uma nova vida ao jogo, e nos deixa com vontade de experimentar esta releitura do clássico por esta nova perspectiva! Clique no play aí embaixo e relembre todos os fatalities do game — com direito a sangue respingando na tela, e tudo –, e admire a profundidade de seus cenários, agora tridimensionais, daquele jeitão retrô que lembra um pouco a geração PS1: Infelizmente, isso é só um vídeo: não existe uma versão “jogável” deste MK1. Mas, fala sério, seria bem legal revisitarmos alguns clássicos dos anos 90 nessas versões “pseudo-3D” Fonte: https://www.arkade.com.br/fatalities-primeiro-mortal-kombat-ficam-incriveis-em-3d/
  2. Ficou muito bom, com certeza é um jogo para ter na biblioteca.
  3. Caraca o que é isso?? muito legal, olha esse estilo do Mega Drive, ficou show demais.
  4. Caramba muito bom mesmo, jogar Fzero deve ser muito bom dessa forma.
  5. Parece esses arcades com Raspberry Pi embutido que o pessoal vende por ai, capaz de começarem a imitar o modelo e vender.
  6. Qual é o console de videogame mais bonito de todos os tempos? Eis aí uma pergunta bastante subjetiva, já que “a beleza está nos olhos de quem vê”. Sendo assim, decidimos deixar essa pergunta no ar para que os próprios Véios dessem seus pitacos, lá no nosso grupo, o Asilo Retrogamer. Houve quem defendesse as curvas de console X, ou o design inovador de console Y, mas aparentemente a galera soube separar bem a estética dos demais aspectos, deixando a avaliação mais justa e criteriosa. 10. PlayStation A primeira versão do console da Sony aparece em décimo lugar na nossa lista. Com seu design quadradão, botões bem destacados e a tampa do drive de CD no topo do aparelho, o PS1 soube se impor e se diferenciar dos concorrentes. Anos mais tarde a Sony lançou uma versão revisada que era muito menor e mais curvilínea. Parte do charme havia se perdido, para o desespero dos fãs (mas o preço era menor). 9. Nintendinho Robustão e cinzento, o primeiro console de mesa ocidental da Nintendo foi bastante marcante para muitos dos véios que votaram na enquete. Curiosamente, o nome original do console no Japão é Famicom, acrônimo para Family Computer. Mas a versão americana tem muito mais cara de computador que o console japonês. Essa mudança veio da necessidade de distanciar o novo produto de um mero brinquedo, evitando assim a rejeição que vinha rolando no mundo todo desde o Crash de 1983. Masayuki Uemura, o responsável pelo design tanto do Famicom quanto do NES, disse em entrevistas que se inspirou nos aparelhos de vídeo cassete na hora de dar uma cara ao console americano. A ideia ganhou força a partir do fato de que o console era vendido como um Sistema de Entretenimento (Entertainment System, no original em inglês). 8. Wii Um dos consoles mais bem-sucedidos da história, o Wii soube se vender como algo mais que um mero videogame. Seu design minimalista e clean o ajudou a se distanciar de um aparelho “feito para crianças”, mesmo que muitos insistam que sua biblioteca de jogos aponte o contrário. A verdade é que a Nintendo acertou na mosca ao promover o console como uma central de entretenimento, além de ser uma opção a mais para quem quer estar em forma. Eu comprei um, inclusive! Mas continuo com o mesmo shape de barril de sempre! =( 7. Nintendo 64 Uma mistura inesperada de ousadia e conservadorismo, que acabou se tornando marca registrada da Nintendo desse ponto da história em diante. O visual do console e do joystick surpreendem e são bem mais arrojados do que a gente poderia esperar da Nintendo. Só que toda essa ousadia não se refletiu no hardware, limitado a usar cartuchos como mídia quando todo o mercado já havia aderido aos CDs. Mesmo assim, é um videogame bonito e fica bem em qualquer estante, vai? 6. Super Famicom O 16 bits da Nintendo foi mais um console que seguiu caminhos bastante diferentes no oriente e no ocidente. Naquela época, japoneses e norte-americanos entendiam o videogame de maneiras bastante distintas, que inclusive se refletiam na parte visual de consoles e nas embalagens dos jogos. O Super Famicom tem um design mais contido, porém pontuado por cores nos botões e no logo que aparece estampado no console. Por outro lado… 5. Super Nintendo … a versão ocidental do console seguiu por um caminho mais robusto, a exemplo do que já havia sido feito com o Nintendinho. As cores também foram reduzidas, deixando o aparelho com um aspecto menos infantil. 4. Saturn Mesmo sem ter sido um verdadeiro sucesso de vendas, o Saturn tem ainda hoje uma verdadeira legião de fãs. Apesar de ter diversos modelos nas mais variadas cores, todas parecem seguir uma mesma linha bastante centrada e elegante. Desde o modelo pretão básico, passando pelas versões branca, cinza e skeleton (minha favorita), a verdade é que o Saturn merecia ter um destino melhor. Com apenas 8 milhões de unidades vendidas contra mais de 100 milhões do PS1, a derrota acachapante contribuiu para a derrocada da Sega. Uma pena. 3. Mega Drive O console de 16 bits da Sega chegou com aquela cara de “produto do futuro”, mesclando retas e curvas, além de uma inscrição que destacava o poder do console. Não por acaso, a TecToy resolveu relançar o Megão com o design original, em detrimento das muitas outras versões lançadas nos anos seguintes (algumas muito, muito feias, diga-se de passagem). Na imagem abaixo, vo252cê confere o novo Mega Drive, seguindo o modelo norte-americano clássico que nós conhecemos muito bem. 2. Dreamcast Depois de lançar vários consoles predominantemente escuros, no Dreamcast a Sega resolveu ir em outra direção, mais clean e minimalista. Particularmente é um dos meus consoles favoritos, principalmente por conta do seu joystick e VMU. Comparado aos consoles atuais, o Dreamcast não chega a ter metade das medidas do PlayStation 4 ou do Xbox One, muito mais robustões (e cada vez mais parecidos com computadores). 1. GameCube E temos um vencedor, com justiça! O console não-portátil mais portátil de todos os tempos, com direito a alça para ser transportado e tudo mais! Vejam as medidas do Cube: 14,9 cm de comprimento, 16 cm de profundidade e 11,2 cm de altura. Menor que uma lancheira escolar! Mas, mais uma vez, a Nintendo ousou com uma mão e se manteve conservadora com a outra: usando uma mídia proprietária em vez dos DVDs, o console acabou batido pelo PlayStation 2 por uma margem absurda (150 milhões de PS2 contra apenas 21 milhões de GameCube). Fonte: [url=https://jogoveio.com.br/os-10-consoles-mais-bonito/]Jogo Véio[/url]
  7. Dreamcast: Volgarr The Viking

    Gostei demais, lembra um pouco o Rastan.
  8. Talvez alguns jogadores nunca tenham ouvido falar de “Gleyl Lancer“, um jogo de nave espacial que foi lançado para o Mega Drive apenas no Japão em 1992 (se você vir por aí uma versão para o Genesis, ela não é oficial, é feita por fã). Além de ser um ótimo game, ele também é item de colecionador, já que sua versão completa original (cart, caixa, manual) facilmente ultrapassa os R$ 1.700,00 nos Ebays da vida. Mas agora, graças à publisher japonesa Columbus Circle, com aprovação da Extreme, que possui os direitos das propriedades intelectuais da Masaya, desenvolvedora original do jogo, os fãs terão a chance de ter essa pérola em sua coleção por um preço mais acessível, sem precisar vender um rim. A empresa vai relançar o jogo em junho, por um preço de 5.900 ienes, ou cerca de R$ 207, em conversão direta na cotação do dia. Essa versão ganhou um novo design de capa, desenhada pelo mesmo ilustrador original, e rodará no Mega Drive original, bem como em outras versões. O game possui todos os elementos que podem agradar um fã dos jogos desse gênero, como belos visuais, uma boa dose de desafio (sem ser massacrante) e uma trilha sonora refinada, feita pelo mesmo compositor (entre outros) das séries Lunar e Grandia. O ano é 2025 (tá quase aí!) e o jogador assume o comando da piloto Lucia, uma novata na academia espacial. A Federação Espacial está em guerra galáctica contra uma força alienígena, que capturou um importante piloto, o pai de Lucia. Determinada a salvá-lo, a jovem pega “emprestado” o protótipo de uma nave avançada e poderosa, a Advanced Busterhank Gley Lancer, e parte em busca do seu pai nos confins do espaço direto para a base inimiga. São no toal 11 fases (a primeira em um campo de asteroides é fantástica!) e o jogo ainda conta com dois finais diferentes. Como o próprio jogo diz, “Stick to it, and believe in your power!“, ou “Fique firme e acredite em seu poder!“. Fonte: Blog Tectoy
  9. Colecionar jogos é algo que todos nós gostaríamos de fazer, chegando ao ponto de quase completar a biblioteca de títulos de algum console, mas um americano resolveu ir além. Conseguindo reunir mais de 20 mil jogos, um homem do Texas bateu o recorde mundial da maior coleção de games do mundo. Antonio Monteiro tem uma coleção de 20.139 jogos guardados em sua casa na cidade de Richmond, no Texas. Os games são todos divididos em categorias como plataforma e gênero, indo desde o Atari até consoles mais recentes. Como ele conseguia os jogos através de doações ou comprando caixas com vários deles em leilões pela internet, ele conseguiu catalogar tudo apenas recentemente, demorando oito dias para calcular toda a sua coleção. Monteiro comentou ao conseguir o recorde que chegou a jogar, pelo menos um pouco, cada um dos seus 20.139 jogos, sendo que o seu favorito ainda é Castlevania IV. Dentro da coleção, ele conta com alguns itens raros, como Max Basic Rifle Markmanship Program, criado pela Nintendo exclusivamente para o exército americano testar sua mira e que nunca foi lançado comercialmente. Para se ter uma noção da coleção de Monteiro, ele conseguiu alcançar algumas marcas com seus jogos: Mais de mil jogos de PS1 Coleção completa de jogos de PS2 lançados nos EUA Coleção completa de jogos do PS3 lançados nos EUA Mais de 900 jogos de PS4 Todos os jogos lançados para o PS Vita nos EUA Coleção completa de jogos de PSP lançados nos EUA Coleção completa de jogos de Xbox lançados nos EUA Coleção completa de jogos de Xbox 360 lançados nos EUA Mais de 500 jogos de Xbox One Coleção completa de jogos de Wii U lançados nos EUA Coleção completa de jogos de GameCube lançados nos EUA Coleção completa de jogos de Wii lançados nos EUA 118 jogos de Nintendo Switch Todos os jogos de Turbografx Coleção completa de jogos de Dreamcast lançados nos EUA Coleção completa de jogos de 32X lançados nos EUA Coleção completa de jogos de SEGA CD lançados nos EUA Coleção completa de jogos de Game Boy, Game Boy Color e Game Boy Advance lançados nos EUA Coleção completa de jogos de NES lançados nos EUA, inclusive os não licenciados pela Nintendo. Além dos jogos, Antonio Monteiro ainda conta com mais de 100 consoles funcionando para poder jogar cada um dos títulos. Se você está morrendo de inveja agora, não se preocupe, todos nós estamos. Fonte: Voxel
  10. Bem parecido com o do filme Interestelar. Ou quase.
  11. Akira - Filme live action

    Lembro que assistir em VHS de uma locadora que pegou o filme e quase ninguém assistia pela duração do desenho ou algo assim, peguei e gostei, mas nunca gostei do final, achava doido demais, pensava que ia ter uma briga entre arma e tática com o controlador de mentes, ia ser show, mas o cara começou a inchar sei lá.
  12. Gley Lancer será relançado para Mega Drive

    Deve ser a trava de região não?? sei lá!
  13. Já jogou Gunstar Heroes no Mega Drive? Para todo fã do console, este é indiscutivelmente um dos melhores jogos de plataforma já criados, trazendo muita ação, diversão e vários níveis de dificuldade para aqueles que adoram desafios no estilo Contra. Algo que é necessário frisar aos gamers é o curto legado que Gunstar Heroes deixou no mundo dos jogos, pois a sucessão destapérola do Mega Driveé pouco conhecida, mesmo tendo quebrado recordes por todo o mundo. Uma rápida passagem da família Gunstar pelo Game Gear aconteceu em 1995 e será eternizada aqui no Jogo Véio, pois, mesmo que tenha se espalhado apenas nos lares nipônicos, é um jogo capaz de fazer muito marmanjo tupiniquim chorar de emoção. Rendendo o prêmio de melhor jogo de ação do ano de 1993 aos desenvolvedores da Treasure, Gunstar Heroes recebeu uma versão portátil em seguida. A responsabilidade de “simplificar” o jogo foi dada à empresa M2, que estava engatinhando na época e hoje é conhecida por portar vários clássicos da Sega a outros consoles, como o 3DS. A tarefa não foi nada fácil, pois o jogo original destaca-se pela mecânica impecável e gráficos apaixonantes que o hardware do Mega Drive proporcionava. Para uma versão portátil, dezenas de modificações deveriam ser feitas sem prejudicar o gameplay. Não é que a M2 se superou! Em 24 de março de 1995, Gunstar Heroes foi lançado em versão 8 bits exclusivamente no Japão, fazendo a alegria da molecada que não queria saber de Game Boy ou Pokémon, e sim de Sonic the Hedgehog e companhia. A trama do jogo continua a mesma: o império quer dominar o mundo e cabe aos irmãos Red, Blue, Green e Yellow defender o planeta. Green é vítima de lavagem cerebral e será seu inimigo nessa jornada. Você terá que derrotar os tenentes, Smash Daisaku (que assemelha-se a M. Bison de Street Fighter) e até mesmo encarar o robô Golden Silver no fim da sua aventura. A primeira diferença notável é a qualidade gráfica e sonora, que até dispensa explicações tratando-se de uma versão portátil de Gunstar Heroes. Pode-se inclusive dizer que os 8 bits do Game Gear foram muito bem aproveitados, pois os gráficos assemelham-se muito com os originais (dentro do possível). Não é uma diferença exorbitante como acontece com outros ports da Sega, como o próprio Sonic, que não possui absolutamente nada em comum entre as versões de Mega Drive e Game Gear. A mecânica e o gameplay continuam quase a mesma coisa. Você notará apenas um pouquinho mais de lentidão nos movimentos e algumas animações que foram cortadas, provavelmente para economizar espaço no cartucho. Na versão de 8 bits não há como jogar com dois players simultâneos, algo que seria incrível para um jogo desse nível. As outras principais diferenças estão em algumas fases que precisaram ser adaptadas. Na segunda fase, ao invés de andar em pequenos veículos terrestres adaptados pelo professor, você usará um jetpack e voará livremente por todo o cenário. Você também não lutará com as transformações de Green nos desafios de scrolling vertical da tela (Tails, Eagle e Urchin Force). Você tampouco jogará na fortaleza de Black e seus jogos maquiavélicos, mas em compensação poderá dar uma volta em alguns dos robôs imperiais mais descolados. A tela que mostra os tenentes observando o avanço dos personagens também não está presente nesta versão (o que é uma pena, pois era um barato olhar o rosto assustado dos inimigos esperando a hora deles chegar). Como sempre, a arte das capas dos jogos sempre possuem algumas características regionais. Diferenças podem chegar a ser gritantes entre jogos lançados na América do Norte e no Japão. Confira a diferença da capa de Gunstar Heroes para o Mega Drive/Genesis: Para alguns, a arte japonesa sempre será apaixonante. O manual de Gunstar Heroes para Game Gear traz os personagens do jogo em um estilo único de desenho que vale a pena ser conferido. É uma pena esta pérola do Game Gear jamais ter chegado ao ocidente. Deve ser tarefa dificílima achar uma cópia deste jogo em algum lar ocidental. Pois é, caro leitor. As versões de Mega Drive e de Game Gear de Gunstar Heroes são tão parecidas que podem fazê-lo pensar que não vale a pena conhecer este Made in Japan; porém, ao mesmo tempo, cada um dos consoles possui suas particularidades que fazem este clássico valer a pena. Umas boas horas de jogatina em cada um deles nunca será desperdiçada. Mesmo que sua preferência seja aquele portátil com display preto e branco da concorrência cheio de monstros de bolso, separe algumas horas para conferir esta obra prima em cores com uma bela mecânica da Sega. Não importa se você é fã de Marioou Sonic, pois Gunstar Heroes sempre será uma ótima opção. Fonte: Jogo Véio
  14. Gley Lancer será relançado para Mega Drive

    Que lacuna? no encarte ou no cartucho?
  15. Gley Lancer será relançado para Mega Drive

    Nunca tinha ouvido falar desse jogo, me parece legal.
  16. Akira - Filme live action

    Ahhh não, só li o seu comentário nem li o post, se for isso nem quero ler e que é essa ??? ahhhh esse povo de holliudi.
  17. Aquele PC antigo pode fazer streaming também hahahahaha
  18. Jogos via streaming: o futuro está cada vez mais próximo No futuro, games poderão funcionar mais ou menos como músicas e filmes atualmente: você escolhe um aparelho de sua preferência, abre o jogo desejado e começa a jogar sem precisar inserir disco e nem fazer download. É mais ou menos com isso que a indústria sonha: games via streaming a qualquer lugar e a qualquer momento. Esse futuro está ao mesmo tempo relativamente próximo - já existem iniciativas nesse sentido - e também bastante distante - os obstáculos para a popularização dos games via streaming são muitos. Google, Microsoft e Sony são algumas das empresas que já investem na área, e, dependendo delas, consoles ficarão no passado e os jogos vão rodar basicamente em qualquer lugar, sem nenhum tipo de limitação por hardware. O streaming no futuro Quando você quer assistir a uma série da Netflix, provavelmente abre o app do serviço na TV, em algum console, no celular ou até mesmo no computador, seleciona o vídeo desejado e começa a assistir. Quando você quer ouvir um artista, abre o Spotify no dispositivo preferido, escolhe a música e começa a ouvir. Os jogos por streaming funcionam da mesma forma, mas com algumas exigências extras em relação a outras formas de mídia como áudio ou vídeo. Jogos oferecidos por streaming dispensam a necessidade de comprar consoles caros a cada vez que fabricantes lançam uma nova geração de videogames. Eles rodam em um servidor, que transmite as informações para o usuário. Em um mundo ideal, o streaming da Microsoft vai permitir que jogos do atual Xbox sejam rodados até mesmo em um celular básico. Mas esse mundo ideal está longe de existir, e as limitações do mundo real comprometem bastante o projeto do streaming de games. O maior obstáculo fica por conta das conexões de internet. Para um jogo via streaming funcionar bem, é preciso que a conexão seja estável, confiável e muito rápida. Como a execução do jogo é remota, todas as ações feitas pelo jogador - como apertar um botão para saltar, por exemplo - precisam ser enviadas pela internet, para a resposta do game ser reenviada ao usuário. Diferentemente de quando o jogo roda em um console local, que o pressionar de um botão é reconhecido imediatamente pela máquina, no caso do streaming essas informações precisam viajar, e as viagens podem ser longas. Assim, antes de imaginar um futuro em que todos os games rodam em qualquer lugar, é preciso pensar que esse mundo vai ter internet de qualidade o tempo inteiro (o que é bem difícil de se imaginar agora). Na segunda-feira, 1, o Google anunciou o Project Stream, um serviço que promete rodar mesmo jogos pesados em computadores leves a partir do navegador Chrome. Enquanto o Google começa a testar seu serviço, a Sony já tem um funcionando, a Microsoft trabalha no seu, e a Nintendo ainda não tem nada oficial a respeito, mas não se mostra contra a implementação do streaming por outras empresas. No caso do Google, o Project Stream vai ter uma fase de testes bem limitada: alguns poucos usuários vão ter acesso ao serviço, que vai oferecer "Assassin's Creed Odyssey" em resolução 1080p e a 60 quadros por segundo dentro do navegador Chrome, com a possibilidade do uso de controles de PlayStation 4 ou Xbox One. Mas há um obstáculo: além de ser restrito aos Estados Unidos, o serviço também exige uma conexão bem robusta, de pelo menos 25 megabits por segundo. Durante a E3 2018, a Microsoft anunciou que já prepara um serviço de streaming para o Xbox, mas por enquanto nenhum detalhe foi divulgado. Segundo rumores, a próxima geração do console da Microsoft vai ser inclusive lançada na forma de um aparelho voltado exclusivamente para streaming - ele seria mais barato do que o console convencional, mas exigiria conexão constante com a internet para rodar os games, enquanto o outro modelo poderia rodar a partir de discos ou armazenamento interno. A empresa já trabalha no serviço há algum tempo. Protótipos foram desenvolvidos antes mesmo do Xbox One ser lançado, mas a plataforma foi considerada cara demais para a época e acabou sendo deixada de lado. Agora, com avanços do Microsoft Azure, a companhia acredita que esteja próxima de possibilitar um streaming confiável para futuros consumidores de dispositivos Xbox. Enquanto isso, a Sony já tem o PlayStation Now. Lançado em 2014 com tecnologia da empresa Gaikai, comprada pela Sony em 2012, o serviço é restrito a alguns poucos lugares do mundo atualmente. No Brasil, por exemplo, ele não está disponível. Nos Estados Unidos, onde custa US$ 20 por mês, ele exige também uma conexão de pelo menos 5 megabits por segundo cabeada e com limitação de velocidade para outros dispositivos que estejam ligados à mesma rede. Com um catálogo com mais de 600 títulos entre games de PlayStation 2, 3 e 4, o serviço é atualmente o mais robusto de streaming disponível, embora não seja acessível para muita gente. Ele roda tanto no PS4 quanto em PCs - ou seja, os jogos ainda não podem rodar em qualquer aparelho, como um celular básico ou um tablet. Para finalizar as três gigantes da atualidade, a Nintendo não tem nada oficial para streaming de jogos, mas outras empresas podem lançar soluções para o Switch. A Capcom e a Ubisoft já fazem isso: no Japão, "Resident Evil 7" e "Assassin's Creed Odyssey" estão disponíveis sob demanda no console híbrido. São dois games que, em condições normais, o Switch não tem potência para rodar. Mas, como no streaming a parte pesada de rodar um jogo é feita remotamente, os jogadores acabam conseguindo aproveitar os títulos no console. A Nvidia também tem o GeForce Now, que oferece acesso a diversos jogos no macOS, Windows e nos dispositivos da linha Shield - por enquanto, o serviço é restrito aos Estados Unidos. Streaming local é realidade Enquanto o "Netflix dos jogos" não existe para todos, pelo menos já é possível fazer streaming dos seus próprios jogos para outros dispositivos - em alguns casos. A Nvidia oferece um serviço para donos de algumas das GPUs mais potentes da empresa e para o dispositivo Nvidia Shield, enquanto Microsoft e Sony incorporaram um recurso nativo em seus consoles. Quem tem um PS4 pode, por exemplo, jogar games do console no PC ou em um PS Vita. E tudo o que é necessário, além de algumas configurações, é que o videogame esteja conectado a uma rede de internet confiável. Assim, games como "Bloodborne" podem ser jogados mesmo a distância. O mesmo vale para a Microsoft e o Xbox One. Ainda não é um serviço tão atraente quanto um que você abre em qualquer lugar, escolhe um jogo e começa a jogar, mas já é algo que ao menos permite que o usuário jogue sem ser no console nativo. Enquanto as conexões de internet não forem suficientemente confiáveis, e a latência da transmissão dos games for mais alta do que o indicado, o melhor jeito de rodar um jogo remotamente vai ser esse. Mas quem sabe as coisas mudem no futuro. Fonte: Olhar Digital O streaming pode ser o futuro dos consoles Notícias sobre a próxima geração de consoles começaram a surgir durante as últimas semanas. Nenhuma delas nos deu uma visão clara sobre os consoles da Sony ou Microsoft – em vez disso, tivemos pequenas amostras de cada um. E cada amostra possui focos totalmente diferentes. De um lado, temos rumores sobre o hardware que a Sony vai usar. Do outro, rumores sobre as táticas de distribuição da Microsoft. Dito isso, elas nos dão uma imagem de um futuro que é um passo natural em relação a geração atual, sem grandes avanços na tecnologia, especialmente se você já tiver visto um jogo rodando num computador de última geração. Na verdade, a imagem mais interessante tem a ver com a maneira que iremos jogar muitos desses games. Especificamente, parece que os jogos via streaming rodando a partir de um servidor central pode ser o grande componente da próxima geração – e se esse for o caso, estamos ferrados. Primeiro, vamos analisar os rumores, só para assegurar que vamos todos falar a mesma língua. No lado do Xbox, Brian Crecente relatou à Variety que a Microsoft, e a desenvolvedora e distribuidora de jogos Ubisoft, pareciam enxergar o futuro dos jogos no streaming. O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, foi bem direto, dizendo à Variety que “Com o tempo, acho que o streaming se tornará mais acessível para mais jogadores e assim não será mais necessário ter um hardware incrível em casa”. Ele seguiu dizendo que “teremos mais uma geração de consoles e depois disso, estaremos todos fazendo streaming”. Phil Spencer, presidente executivo de jogos da Microsoft, foi muito mais tímido – e não falou que os dias de console estão contados. Em vez disso, ele foi numa linha de pensamento da companhia que diz que os jogos devem ser mais “agnósticos” em relação ao hardware. “Eu não ligo que as pessoas joguem Minecraft em um Xbox One, mas ligo para a possibilidade de que as pessoas possam jogar Minecraft em qualquer console ou dispositivo que tenham em sua frente”, disse à Variety. Jogar, segundo ele, é “menos sobre ter um dispositivo específico para jogar um determinado game, e mais sobre ter seus jogos favoritos acessíveis em qualquer dispositivo”. Certamente existem diversas maneiras com que a Microsoft pode tornar os jogos menos dependentes do hardware, mas o caminho mais óbvio é pela transmissão de jogos a partir de um servidor central – algo que Spencer admitiu que a Microsoft está de olho. Durante a conferência da companhia na E3, ele disse que a empresa estava desenvolvendo um serviço de streaming para entregar “a qualidade de jogos de console em qualquer dispositivo”. Isso não significa necessariamente que essa será a única rota pela qual a Microsoft vai entregar jogos para os seus consumidores, mas definitivamente indica que a companhia enxerga o streaming como parte do seu futuro. Não é claro como a Sony enxerga o streaming, no entanto. Mas ao contrário da Microsoft, a empresa já tem uma infraestrutura poderosa para este fim. O serviço PS Now transmite jogos diretamente para os consoles dos jogadores e o PS Vue permite transmitir para as TVs. Então, o PS5 poderia levar as coisas adiante e ser um dispositivo focado em streaming? Isso não está nada claro. O rumor mais forte que ouvimos sobre o PS5 é que ele terá hardware da AMD. Isso por si só não é uma surpresa. O PS4 e o Xbox One são ambos baseados em CPUs e GPUs da AMD. De acordo com a Forbes, o hardware que a AMD desenvolveu especificamente para o PS5 quase desestabilizou o ciclo de desenvolvimento da companhia para GPUs de computadores. A nova arquitetura de GPU focada para o PS5, conhecida como Navi, será baseada no processo de fabricação de 7nm. A Forbes indicia que ela irá trabalhar em conjunto com uma CPU baseada na atual microarquitetura Zen. Não se sabe ainda se esses dois componentes serão um SoC semi-personalizado ou se serão estruturados como um PC tradicional. Essa última opção parece mais provável, simplesmente porque é a forma com que a AMD tem trabalhado com os consoles há anos, e ela manda bem nisso. O pessoal do PCGamesN noticiou que a GPU seria menos poderosa e não teria a capacidade de escala do Zen. Veja, as CPUs Zen usam uma tecnologia AMD conhecida como Infinity Fabric, que permite que a AMD reúna um grande número de CPUs e que o software executado nesses processadores enxergue o sistema como um processador único e extremamente poderoso. Muitos assumiram que o projeto Navi faria a mesma coisa com as GPUs. Mas David Wang, vice-presidente de engenharia da Radeon Technologies Group da AMD, disse ao PCGamesN que não é esse o caso. A conversa é cheia de termos técnicos, mas Wang basicamente colocou a culpa nos desenvolvedores dos jogos, que teriam que codificar seus jogos para enxergar a série de GPUs como uma GPU única. Isso significa que o PS5 lançado em 2020 não seria tão poderoso quanto um PC de ponta montado em 2018. Isso é um problema, porque os jogos da próxima geração já estão, de acordo com Arthur Gies na Variety, engasgando em PCs de alto nível – ou seja, é preciso CPUs e GPUs mais parrudas para rodarem liso. Os consoles conseguem obter muito mais performance do seu hardware graças ao fato de que não precisam lidar com multitarefa e porque os desenvolvedores conseguem codificar tudo para componentes específicos, em vez de projetar os jogos para funcionar em uma gama ampla de hardware. Porém, ainda é uma tarefa difícil pedir que desenvolvam jogos para um dispositivo que não é tão poderoso quanto um PC atual. Mas se o streaming for parte do próximo console da Sony, o hardware não será tão importante. O dispositivo poderia rodar alguns jogos diretamente, enquanto que os mais pesados seriam transmitidos. E aqui é onde está o grande problema. Se o streaming for grande parte da próxima geração de consoles, muitos gamers ficarão putos. A Nvidia já transmite jogos pesados em seu console Shield, mas a experiência é… apenas adequada. Isso porque transmitir um jogo – especialmente um com resolução 4K, ou HDR, ou a 60 quadros por segundo o mais – exige muita banda, e muita gente não tem acesso à internet capaz de lidar com isso. O serviço da Nvidia exige pelo menos 15 Mbps para transmissões em 720p a 60 quadros por segundo, e 25 Mbps para 1080p a 60 quadros por segundo. Se o console conseguisse lidar com resoluções maiores, a banda exigida seria maior também. O que significa que para você ter um jogo tão belo quanto se tem em um PS4 Pro ou Xbox One X, precisaríamos de uma conexão de 30 a 40 Mbps, facilmente. De acordo com a Akamai, a velocidade média de internet nos Estados Unidos é de 18,7 Mbps, que poderia entregar apenas 720p a 60 quadros por segundo. No Brasil, a média é pior ainda: 6,4 Mbps – nem dá para aproveitar o streaming. Além disso, muitas das casas não possuem velocidades maiores disponíveis – não há infraestrutura das operadoras. As coisas ficam piores quando você considera o preço de uma boa internet. Se você acha que pagar pela Xbox Live Gold ou pela PS Plus é algo ruim, considere que seria necessário pagar ainda mais grana para ter uma internet boa. Dados de 2016 da Anatel mostram que o preço médio por cada Mbps é R$ 5,98. Um plano de 40 Mbps da TIM custa R$ 105 mensais, em São Paulo; já a Vivo cobra R$ 100 por 50 Mbps – dentro do Combo. Se as velocidades e os preços melhorarem, o streaming pode se tornar viável. Mas não é provável que isso aconteça no curto prazo. O ponto para a próxima geração de consoles é ter gráficos e experiências melhores. Se dependermos da internet para isso, não vai dar muito certo. Fonte: Gizmodo Plataformas que prometem acesso a um catálogo de jogos novos sem que você tenha que baixá-los ou ter uma mídia física não são nenhuma novidade. O Gaikai, por exemplo, surgiu com essa proposta lá em 2008, oferecendo uma tecnologia que permitia jogar games remotamente através de vários dispositivos — ideia atraente que fez com que a empresa fosse comprada pela Sony em 2012. No entanto, esse mundo mágico onde poderíamos ter acesso a games recentes com o melhor gráfico possível nunca realmente decolou até agora. Os motivos para isso são variados: faltas de investimento em infraestrutura, pouco apoio das desenvolvedoras e uma rede de internet com qualidade muito variada entre diferentes países são alguns deles — isso sem contar com a resistência cultural de muitos consumidores, que não gostam da noção de “não ter” um jogo pelo qual pagaram. Isso não impediu que, na E3 de 2018, o assunto voltasse com força renovada. Enquanto a Microsoft “puxou o barco” com que o que depois ficou conhecido como o Project X Cloud, nomes como Electronic Arts, Ubisoft, Bethesda, Google, Amazon e a operadora Verizon também demonstraram interesse na tecnologia, que promete “democratizar” games de uma forma nunca antes vista. O futuro chegou? Para quem vive no Brasil, imaginar um futuro em que todos terão uma internet boa o suficiente para um streaming 4K de alta qualidade com baixa latência parece um sonho distante, mas tem muitos executivos que acreditam que essa vai ser a regra em breve — ao menos nos Estados Unidos. Exemplo disso é Yves Guillemot, CEO da Ubisoft, que já afirmou mais de uma vez que a próxima geração de consoles deve ser a última nos moldes tradicionais. Quem também aposta em uma ideia semelhante é a Microsoft, que aposta bastante no Project X Cloud como parte importante da família Xbox. Apesar de agir de forma mais cuidadosa, afirmando que o streaming pode demorar algum tempo para se estabelecer, ela acredita que já terá uma plataforma funcional dentro de 3 anos — isso sem deixar de lado modelos mais tradicionais de oferecimento de games. O motivo para essa empolgação é simples: o estabelecimento do streaming deve permitir atingir um público ainda maior — pense no pessoal que só tem um smartphone, e usa ele para jogar Fortnite, por exemplo, tendo acesso a uma biblioteca com qualidade gráfica e gameplay semelhantes a um console tradicional. Ao colocar tudo na nuvem, muitas empresas conseguiriam quebrar as barreiras impostas pelos hardwares que temos disponíveis atualmente. Imagine se uma empresa Triplo A não tivesse que passar de quatro a cinco anos trabalhando com os limites de um console, podendo aproveitar a última linha em tecnologias assim que elas estivessem disponíveis, sem se preocupar em perder público por conta de limitações da plataforma que as pessoas têm em casa. “Hoje temos 200 milhões de jogadores nos consoles e 2 bilhões de jogadores no total, globalmente. Os games criados para essas 200 milhões de máquinas em breve vão poder ser acessados pelos 2 bilhões”, afirmou Guillemot ao Kotaku. “Eu penso que em 10 anos vamos ter 5 bilhões de pessoas que vão poder acessar os games que criamos. Isso vai mudar totalmente a atitude da indústria — e sua percepção”. Todd Howard, da Bethesda, apoia essa impressão e acredita que o streaming pode ter no games o mesmo efeito que teve no acesso a músicas e a filmes. O chefão do Xbox, Phil Spencer, também está animado com essa perspectiva e acredita que a tecnologia vai fazer com que criadores não tenham mais que lidar com as limitações de um dispositivo específico. “Nosso foco é trazer jogos com a qualidade de consoles que você vê na TV ou no PC a qualquer dispositivo. Eu penso que nossa esperança é que isso vai aumentar os consumidores e o engajamento, também... Eu quero ver os criadores com os quais tenho relacionamentos criar jogos grandes e imersivos e eu quero ter a plataforma que permite a esses criadores atingir 2 bilhões de pessoas, e não ter que tornar seus estúdios em algo que faz jogos de combinar três pontos, em vez de jogos single player com histórias porque essa é a única maneira de atingir essas plataformas”, afirmou Spencer ao Kotaku. Mais experimentação Ao atingir um público maior e ampliar as fronteiras do mercado de games, o streaming pode também ajudar a termos jogos Triplo A com estilos mais variados. Para isso, contribui também o aumento dos sistemas de assinaturas no melhor “estilo Netflix”, tal qual o Xbox Game Pass e o EA/Origin Acess. Segundo ele, o modelo atual trabalha com orçamentos, expectativas e objetivos bastante similares entre diferentes projetos, o que acaba tornando algumas ideias inviáveis. “Eu penso que, quando você olha para um mundo de assinaturas, ele abre a porta para novas possibilidades. Como games que não são feitos para mais de 300 mil pessoas, mas são construídos e orçados de forma adequada”. “Você tem seu House of Cards para a Netflix, mas também tem seus especiais de comédia ou seus documentários de crimes reais, e não são somente os gêneros que são diferentes. O tamanho e a escala dessas coisas — orçamentos e tudo mais são coisas diferentes”, explicou Darrah. Segundo ele, o formato desse tipo de serviço também proporciona uma maior experimentação, já que você “já está pagando” e não vai perder muito se investir seu tempo em algo desconhecido. Enquanto os comentários de Darrah foram feitos especificamente em relação aos serviços de assinatura já vistos atualmente, não é difícil ver como o streaming se encaixa nisso. É muito mais fácil ver empresas como a Microsoft integrando suas ofertas a assinaturas da Live (e, possivelmente, do Game Pass) do que oferecendo o streaming nos moldes do PlayStation Now, que cobra preços bastante “Premium” de certos títulos — o que torna mais atraente apostar no velho modelo de mídia física do que na tecnologia de transmissão. Uma empresa que já mostrou o quanto o aumento de um alcance de um game pode ser benéfico para os negócios é a Epic Games. Ao oferecer Fortnite: Battle Royalepara todas as plataformas possíveis, a empresa conseguiu financiar projetos como a Epic Games Store, ao mesmo tempo em que diminuiu a fatia que cobra dos desenvolvedores que usam sua Unreal Engine 4. Futuro repleto de incertezas Lendo tudo isso que escrevi até agora, fica fácil se seduzir pelo que o streaming promete. Afinal, pelo que as empresas estão vendendo, só teremos vantagens: jogos mais acessíveis, com servidores mais povoados e com uma maior diversidade de gênero — tudo isso sem ter que pagar por um console novo, ao mesmo tempo em que os gráficos continuariam evoluindo constantemente. Embora teoricamente tudo isso seja possível, ainda será preciso “ver para crer” para acreditar que o streaming realmente vai ser uma alternativa viável à jogatina tradicional. A latência dos servidores deve ser um dos principais adversários das empresas, especialmente em jogos que exigem respostas imediatas — em muitos casos, “bom o suficiente” nunca será bom o bastante para jogadores que existem respostas perfeitas de seus comandos. Também teremos que lidar com questões como a descentralização dos serviços: você estaria disposto a pagar duas ou mais assinaturas para ter acesso ao catálogo de tudo o que deseja jogar? Porque com nomes como a Electronic Arts e a Microsoft nesse mercado, tenha certeza de que essas companhias vão “segurar” seus títulos nos serviços que elas pretendem oferecer. A popularização do streaming também deve acentuar as discussões sobre o que é “ter” um game na atualidade. Se até mesmo possuir uma cópia física não é mais garantia de poder jogar um título para sempre (no caso de experiências online que encerram suas atividades), a saída de um jogo de um sistema de streaming é só questão de o contrato de licenciamento acabar — algo que quem assina a Netflix já testemunhou diversas vezes. O que está certo é que, em 2019, devemos ver muitas notícias e lançamentos relacionados à tecnologia, que parece finalmente ter atingido o nível de maturidade que a indústria esperava. Se isso vai dar certo ou não, somente o tempo vai dizer — mas não vai faltar em quem aposte pesado para que isso se transforme em um modelo de negócios viável em larga escala. Fonte: Voxel Ubisoft acredita que no futuro os consoles serão substituídos por jogos via streaming urante um evento realizado essa semana pela Ubisoft, Yves Guillemot, CEO da companhia responsável por franquias como Far Cry, e Watch Dogs, deu uma declaração sobre a sua visão de como as pessoas irão lidar com games no futuro. De acordo com Guillemot, jogos via steaming irão substituir os consoles. O executivo acredita que haverá apenas mais uma geração de consoles antes que o streaming seja realmente adotado. Este tipo de visão faz todo o sentido, aliás algumas ideias demonstram isso, como por exemplo a Microsoft que utiliza no Forza uma ajudinha de processamento remoto para o Xbox One. Com o streaming elimina-se por exemplo o grande vão entre os consoles e o PC, já que o processamento aconteceria nos grandes centro de dados proporcionados pelos fabricantes. Obviamente demanda muita largura de banda por parte do usuário, o que em certos países (né Brasil) torna-se um grande problema. Inclusive Guillemot cita a largura de banda como um dos percalços que devem ser “superados” para que a adoção de games via streaming se torne popular daqui alguns anos. D acordo com Lorne Lanning, criador da série Oddworld, o chefe da divisão Playstation, Shuhi Yoshida, teria dito que não sabe se haverá realmente um Playstation 5. Essa declaração pode significar diversas coisas, a primeira é que talvez não haja uma Playstation como conhecemos hoje, e sim a adoção de uma nova forma do serviço, que poderia ser o streaming por exemplo. Além de reforçar o conceito do console de “meia geração”, já que muitos rumores apontam que o Playstation 4 irá realmente receber uma nova versão, com um hardware mais poderoso, uma atualização para a geração que temos hoje. Deixando que o PS5 caminhe por outro segmento., “O que estamos sonhando é uma tecnologia que nos permita transmitir nossos jogos para todas as TV, celulares e tablets no futuro, e isso nos permitirá dar a oportunidade para que todas as nossas marcas alcancem 2,5 bilhões de jogadores em cinco anos e talvez cinco bilhões em 10 anos. A próxima grande coisa será a capacidade de fazermos o streaming dos nossos jogos para mais telas e a habilidade de usar todas as fazendas de servidores que estiverem num data center para então criarmos os jogos definitivos. Serão jogos muito responsivos a todas as ações que você fizer neles, lembrando o que você fez e antecipando as suas necessidades.” Por outro lado, o mercado já mostrou que o streaming de jogos ainda pode estar muito longe de atingir um público significativo e mesmo uma empresa enorme como a Sony tem sofrido para emplacar o PlayStation Now. Inclusive dizem por aí que a fabricante estaria prestes a oferecer uma opção para os assinantes baixarem os jogos, fazendo com que o seu serviço de streaming passe a funcionar de maneira mais parecida com o Xbox Game Pass. Se um dia veremos o streaming substituir a maneira tradicional de consumir jogos, sinceramente não sei. Porém, acho que seria muito bom se esse modelo de distribuição se espalhasse pelo mundo, pois acredito que ele realmente poderia permitir que um número maior de pessoas tivesse acesso aos games. Tudo bem que cinco bilhões parece um tanto exagerado, mas se algumas pessoas puderem jogar algo razoavelmente bem sem precisar investir na compra de um console, o streaming já terá cumprido o seu papel. Fonte: Meio Bit e Hardware EA | Empresa afirma que o streaming será o futuro dos jogos No console da Microsoft, o Xbox, os serviços já viraram uma tendência. A presença do EA Acess e do recente Xbox Game Pass demonstram que esse tipo de recurso veio para ficar. Chris Evenden, vice presidente da EA, disse que a Electronic Arts está empenhada a muito tempo para trazer melhorias para o streaming de jogos. Chris afirmou que a EA já está preparando uma evolução desse serviço e que a companhia acredita que é o futuro da indústria. “Acredito que seja inevitável que o mundo dos games siga uma direção similar as indústrias de música e vídeo no sentido de distribuição de conteúdo. Em breve teremos mais serviços como Spotify e Netflix adaptados para jogos.” Chris afirma que a tecnologia para tornar isso possível já existe e que a própria EA já está executando testes para aplica-la. “A questão da infraestrutura ainda nos incomoda, mas estamos vencendo essa barreira cada vez mais rápido. Acredito que nos próximos 3 a 5 anos essa tecnologia será uma realidade.“ De acordo com Chris, o futuro os jogadores poderão pagar U$10,00 por mês para jogar FIFA sem ter um console. No entanto, isso ainda deve demorar para acontecer. Manual dos Games Documentos apontam que o Walmart estaria projetando uma plataforma de games por streaming Nós já falamos sobre o possível interesse da Amazon quanto ao streaming de games. E também sobre a Verizon, operadora de telecomunicações dos EUA. Mas, quem apareceu como outro forte nome para buscar uma fatia do bolo foi o Walmart. Um relatório apresentado pelo US Gamer diz que a rede de lojas dos EUA está explorando as possibilidades de lançar seu próprio serviço de jogos na nuvem. O The Verge apurou que, apesar de estranho em um primeiro momento, por causa do ramo da marca, não é algo impossível para a empresa. O Walmarttem infraestrutura necessária para um projeto deste porte, o que inclui seis servidores gigantes com dados da empresa, e informações de seus clientes. O Walmart também usa serviços de terceiros para seus projetos. Apesar de possuir servidores, há uma parceria de cinco anos com a Microsoft, que utiliza o Azure e Microsoft 365 em toda a empresa, além de projetos voltados para a inteligência artificial. Vale lembrar que a Microsoft é uma das empresas que trabalha a favor de uma plataforma de streaming de jogos. Além disso, o Walmart já tentou se aventurar em questões semelhantes. Já tentou vender seus próprios computadores gamers através da marca Overpowered, em parceria com a Esports Arena, mas sem sucesso. E também cogitou lançar seu próprio serviço de streaming de vídeos. Para concorrer com a Netflix, e o Amazon Prime Video, mas o projeto foi arquivado. Fonte: Arkade SURGEM DETALHES SOBRE PROJECT XCLOUD, SEU SISTEMA DE STREAMING DE JOGOS Em 2018, a Microsoft revelou o Project xCloud, um sistema de streaming de jogos para diferentes plataformas. Em uma nova entrevista, o chefe de jogos na nuvem da Microsoft, Kareem Choudhry, deu mais detalhes sobre as funcionalidades do xCloud, assim como alguns requesitos para que ele funcione como esperado. Em entrevista ao site Eurogamer, Choudhry revelou que o Project xCloud segue firme para seu lançamento até o final de 2019 e comentou que os últimos testes de latência, feitos na região da cidade de Washington, mostraram bons resultados, com números menores a dez milissegundos. Segundo Choudhry, é mais fácil encontrar latência maior conectando um dispositivo Bluetooth a um smartphone Android. Ao ser questionado que tipo de conexão será necessária para fazer o xCloud funcionar, o diretor revelou que os testes atuais mostram ótimos resultados com conexões entre 9 e 10 Mbps. Ele complementou que a equipe está trabalhando para que possa entregar uma boa qualidade de vídeo até conexões mais baixas, entre 5 e 6 Mbps, mas com resoluções menores. Xbox Game Pass por streaming? Uma das perguntas feitas a Choudhry foi relacionada ao Xbox Game Pass e a possibilidade de acessar os games do serviço através do Project xCloud. O diretor não deu uma resposta muito direta, apenas confirmando o desejo de disponibilizar o serviço, mas lembrando que, atualmente, ele é válido apenas para o Xbox One. Isso pode ser indicativo que a possibilidade de os jogos serem disponibilizados em plataformas como PC e mobile podem apresentar alguns obstáculos legais para se tornar realidade. Fonte: Voxel Amazon prepara serviço de streaming de jogos para concorrer com Google e Microsoft De acordo com o site americano The Information, a Amazon está criando seu próprio sistema de streaming de jogos, mas não um para que uma pessoa acompanhe a jogatina de outra. A ideia é de algo semelhante ao que o Google apresentou no ano passado, quando entregou Assassins Creed: Odyssey completo para rodar no Chrome. A ideia é de permitir que assinantes joguem títulos que necessitam de processamento pesado da máquina, só que sem rodar o game localmente. A única exigência para que o jogo rode bem é uma conexão veloz com a internet, já que o lado do cliente recebe tudo que é gerado no lado da nuvem. As fontes que foram ouvidas pelo site afirmam que a Amazon já está conversando com desenvolvedores e empresas que publicam os títulos, com o objetivo de inaugurar o serviço no ano que vem e com biblioteca generosa. Outro ponto que corrobora com a plataforma de streaming está em duas vagas para engenheiros na empresa, para trabalhar em Seattle e cuidar de jogos em nuvem. Este tipo de jogatina não é novidade e empresas como Google, Microsoft e a Sony, com o PlayStation Now, já testaram ou implementaram soluções deste sentido. O que tende a ser um problema é a latência da conexão, que pode ser uma área onde a Amazon já sabe lidar – afinal de contas, a Amazon é o maior provedor de computação em nuvem do mundo. Outro ponto positivo para a Amazon é sua linha de dispositivos, como o Fire TV Stick, os tablets que rodam uma versão muito customizada do Android e até alguns periféricos para gamers, como controles com conexão bluetooth. Junte tudo isso e você encontra um console que serve apenas para levar a demanda de games para o servidor e entregar o resultado do comando do jogador na TV. Fonte: Tecnoblog Google anuncia oficialmente o Stadia, sua plataforma de games por streaming! Agora é oficial: o Google subiu ao palco da GDC para apresentar ao mundo o Stadia, sua plataforma de games por streaming que promete rodar jogos em 4K direto do navegador Google Chrome! Não é de hoje que o conceito de games por streaming existe, e plataformas já nasceram e morreram pensando nisso nos últimos anos. Mas né, nenhuma delas tinha o know how e os servidores do Google, o que sem dúvida injeta alguma credibilidade ao projeto. Na prática, o Google Stadia não será um console, mas uma plataforma virtual, pela qual jogadores poderão acessar e rodar jogos por streaming através de diferentes aparelhos/interfaces do Google, incluindo aí o Chromecast, os smartphones da linha Pixel e o nosso bom e velho navegador Google Chrome. Sem a necessidade de downloads ou instalações, na teoria basta o jogador escolher um jogo, apertar o start e começar a jogar. A empresa promete que conseguirá entregar jogatina em 4K e 60FPS já no lançamento da plataforma, com planos para aguentar 8K e 120FPS no futuro. Claro que para tudo isso funcionar como se espera, o usuário precisa ter uma internet estável de excelente qualidade, que aguente rodar o jogo sem lags e travamentos. Este pode acabar sendo o gargalo da plataforma por aqui, mas não inviabiliza a jogatina em países que oferecem serviços melhores. Em termos de hardware, o Google apresentou o visual oficial do controle do Stadia — consideravelmente parecido com o design que mostramos esses dias –, que terá um botão dedicado para pesquisas utilizando o Google Assistant e outro para upload de vídeos no Youtube. O controle se conectará diretamente aos servidores da Google, permitindo que você leve o para qualquer lugar e mantenha sua jogatina sincronizada em diferentes plataformas. Em se tratando de jogos, pouca coisa foi mostrada, mas é um começo bastante promissor: Doom e sua vindoura sequência, Doom Eternal, chegarão ao Stadia rodando em 4K, a 60FPS e com suporte a HDR. NBA 2K Sports e Shadow of the Tomb Raider também devem chegar rodando “no ultra” na nova plataforma. Além de jogos de thrid-parties, o Google também vai investir em conteúdo exclusivo, e contratou ninguém menos que Jade Raymond (ex-Ubisoft e ex-EA) para capitanear o Stadia Games & Entertainment, estúdio que será responsável por criar games exclusivos para a plataforma. É interessante notarmos que, sem as limitações de hardware típicas de um console (o Google não deixou de alfinetar as concorrentes durante a apresentação), o escopo tecnológico de produção aumenta consideravelmente, visto que ninguém precisará ter um “PC da NASA” para rodar os games, bastando uma conexão decente com a internet. A empresa prometeu lançar o Google Stadia ainda em 2019 nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e em algumas regiões da Europa. Nada foi dito sobre o preço da “assinatura” nem do controle, nem sobre a chegada da novidade ao nosso país. Fonte: Arkade A Apple esta criando um serviço de games por assinatura O tão esperado evento da Apple na segunda-feira (25) provavelmente terá uma revelação dos próximos serviços de streaming de TV e de notícias por assinatura da companhia. Mas há uma possibilidade de que a Apple também possa abordar seu serviço de jogos por assinatura, informou a Bloomberg no sábado (23). O serviço de jogos, relatado pelo Cheddar em janeiro, terá supostamente como foco principal o agrupamento de jogos para iPhones e iPads e funcionará basicamente como uma “Netflix dos jogos”. A Bloomberg noticiou que a Apple pode discutir o serviço durante seu evento de segunda-feira, mas disse que a empresa também pode adiar até junho, quando realizará sua Conferência Mundial de Desenvolvedores. Citando fontes familiarizadas com os planos da empresa para o serviço, a Bloomberg afirmou: A empresa coletaria essas taxas mensais e então dividiria a receita entre os desenvolvedores com base em quanto tempo os usuários passam jogando seus jogos, uma das pessoas disse. A Apple provavelmente está considerando títulos populares pagos na App Store e excluiria títulos que são gratuitos para download, mas que geram receita por meio de compras no aplicativo. A Apple não respondeu imediatamente a um pedido de entrevista do Gizmodo sobre a reportagem da Bloomberg. O Cheddar noticiou anteriormente que a Apple estava trabalhando no serviço de jogos, citando cinco fontes que afirmaram que as conversas com os desenvolvedores começaram em 2018. Na época, ainda havia uma questão de se a empresa estava seriamente se empenhando no produto. Como informou o Cheddar, o projeto estava “ainda nos estágios iniciais de desenvolvimento, e a Apple poderia, por fim, decidir abandoná-lo”. Mas a informação da Bloomberg sobre a busca da Apple por jogos pagos para a plataforma — diferentemente daqueles que arrecadam dinheiro por meio de ofertas dentro de aplicativos — parece ser mais uma forma de a empresa aumentar suas ofertas de serviços. Como o Cheddar apontou, o esforço colocado pela empresa em serviços vem em um momento em que ela está procurando expandir sua receita, já que as vendas de aparelho estão desacelerando, paralelamente a uma época em que vemos uma onda de streaming e serviços de assinatura. Mesmo que o suposto serviço de jogos da Apple não seja anunciado nesta segunda-feira, ainda há muitas possibilidades (principalmente rumores) para o que Tim Cook tem na manga. E, como o Verge observou, falar do serviço de jogos em sua conferência de desenvolvedores pode fazer mais sentido. E mais, além dos serviços de notícias por assinatura e de streaming de filmes e séries, ainda há uma chance de vermos algumas revelações de hardware na segunda-feira também. Porém, dado o hábito da Apple de nos manter em suspense, qualquer coisa pode acontecer até amanhã. Fonte: Gizmodo
  19. Akira - Filme live action

    Porque? para mim foi um dos melhores filmes do Thor foi o Ragnarok, ficção cientifica bem legal e a comedia bem legal do que colocaram no novo Star Wars que ficou horrível. Esse foi bem legal.
  20. Tivesse você um Master System ou outro console da época, quem viveu nos tempos das clássicas locadoras conhecia muito o bem o ritual: sexta-feira era dia de dar um pulo lá pra escolher os cartuchos que iriam fazer a sua diversão no final de semana. Portanto, segunda-feira era um dia duplamente triste: não só tínhamos de voltar à escola/trabalho, como ainda precisávamos retornar a locadora para devolver os jogos… Aqueles afortunados que pegaram esta incrível época para serem gamers também devem recordar daqueles jogos épicos que não faltavam a quase nenhuma locadora. Estamos falando de títulos que, de tão famosos, sempre estavam lá nas prateleiras mesmo dos estabelecimentos mais humildes. Neste pensamento que hoje relembraremos 10 grandes campeões do já citado Master System, nosso querido 8 bits da Sega. Das caixinhas brancas quadriculadas às azuis mais recentes – a seção do Master de vez em quando poderia lhe surpreender com algo mais raro, mas os grandes títulos sempre lá estavam… Isto é, se você não dormisse no ponto e apressasse-se: no início de noite da sexta-feira geralmente já haviam partido todos os cartuchos! 10. After Burner (1987) O primeiro trabalho do mestre Yu Suzuki (de Hang-On, Out Run, Virtua Racing, Shemmue entre tantos outros sucessos) nos videogames tornou-se um grande clássico, e teve uma ótima versão para o Master System. Em After Burner, você pilotava um caça F-14 Tomcat e precisava detonar qualquer inimigo que surgisse em seu caminho na base da metralhadora (infinita) e dos mísseis, que precisavam ser usados com sabedoria. A jogabilidade era no estilo Arcade, com pouca ou nenhuma preocupação com o fator “simulação de vôo” – e francamente, isto não nos preocupava nenhum pouco, certo? O importante era manter-se sempre no centro da tela e meter chumbo nos caças inimigos e outros obstáculos. Destaques para a trilha sonora energética e para o clássico momento do reabastecimento em pleno vôo… Ah, como esquecer? Mas chique mesmo era jogar After Burner naquele joystick tipo “asa” da TecToy – quem experimentou pode atestar a verdade: era bem mais bacana! 9. Land of Illusion: Starring Mickey Mouse (1992) Talvez a mais clássica aventura gamística do camundongo Mickey, Land of Illusion traz uma grande aventura nos moldes daquelas que adorávamos jogar no Master System. Com gráficos coloridos e jogabilidade super-simples, o mascote da Disney tinha uma grande missão pela frente: em uma terra de contos de fadas, Mickey precisa recuperar um cristal mágico roubado por um fantasma maligno. Sem ele, uma vila inteira jamais poderia novamente recuperar sua alegria, e estaria condenada à tristeza para sempre. No Master, Land of Illusion apresenta um desafio na medida para a criançada: não é pedreira, mas também esta longe de ser um passeio no parque. O maior problema talvez seja a duração, bem curtinha. Mas talvez isto até fosse bom: dava pra zerar facilmente em um final de semana – e era tão gostoso que podíamos alugar novamente no próximo só pra repetir a dose. 8. Streets of Rage (1993) A pancadaria de rua que fez história no Mega Drive também chegou a receber sua versão 8 bits – que logo tomou de assalto centenas de locadoras da época. Ir a um destes estabelecimentos e não encontrar Streets of Rage na capinha branca quadriculada era missão quase impossível! Porém a versão para o Master sofreu algumas alterações (e também limitações) para que toda a exuberância das decadentes ruas de Nova York pudesse caber no pequeno cartucho – assim sendo, o jogo é um pouco mais curto (uma fase a menos que no Mega) e não conta com opção para 2 jogadores simultâneos. Os controles também sofreram um bocado e não são muito responsivos. Mesmo com seus contras, os três heróis foram mantidos e contam com todo o seu arsenal de golpes. Os gráficos também fazem uso total da capacidade do cartucho e não omitem os letreiros de neon ou as ondas na praia. Vale nota a grande dificuldade: se você acha difícil terminar nos 16 bits, melhor preparar o couro neste aqui! 7. Golden Axe (1989) Um grande clássico nos Arcades e Mega Drive (do qual já falamos por aqui), Golden Axe recebeu um tratamento especial em sua versão para o Master System que pudesse adequá-lo à capacidade dos 8 bits – isto porém sem tirar a originalidade e brilho da adaptação. Somente é possível jogar com o bárbaro (a amazona e o anão guerreiro por aqui tiraram férias), que neste jogo não se chama Ax Battler, mas sim Tarik. Para compensar a falta de opções de personagem, o jogador pode escolher que tipo de magia seu bárbaro controlará: terra, trovão ou fogo. Para além disso, também não há mais a opção para múltiplos trajetos: o caminho é linear até o chefão final Death Adder. Porém o que de fato impressiona é a trilha sonora, com remixes simplificados das canções originais, mas sem perder o pique e o feeling. Se o jogador pudesse acostumar-se com a aparente lentidão da jogabilidade e com os gráficos humildes em paletas de cor frias, Golden Axe para o Master mais que valia uma locação para o final de semana. E de fato ele quase sempre estava lá na prateleira, tamanha era sua fama! 6. Ayrton Senna’s Super Monaco GP II (1992) Quem nunca sonhou em ser um piloto tão habilidoso quanto nosso querido e célebre Ayrton Sennadurante os dourados anos da Fórmula 1 na década de 1990? Pois esta é exatamente a experiência pretendida pela Sega ao criar a continuação de seu clássico Super Monaco GP, de 1990. Por ter convidado o próprio Senna a auxiliar nas mecânicas de jogo em Super Monaco GP II, este título traz um sentimento bem mais familiar aos jogadores brasileiros – sendo assim, o cartucho ganhou enorme fama em nosso país e era muito mais encontrado nas locadoras que seu antecessor. O jogo em si não apresentava qualquer trama ou história: a versão para Master System resumia-se a uma temporada completa, onde o aspirante a piloto da FIA deveria disputar contra adversários controlados pela CPU na tentativa de acumular pontos e assim vencer a prestigiada Drivers World Championship. Infelizmente, devido a limitação de memória e processamento, os circuitos extras apresentados na versão para o Mega – o particular de Senna em Tatuí, Autódromo José Carlos Pace e outros dois inéditos, projetados pelo próprio piloto brasileiro – ficaram de fora do Master. Mesmo limitado, o jogo ainda é bem divertido para passar-se algumas horas de competição tranqüila e descompromissada, além de ter sido um dos favoritos dos pais na época (para exemplificar, quando o meu velho alugava Super Monaco GP II, eu podia dizer “adeus” ao meu Master…). 5. Mortal Kombat (1993) Após o imenso sucesso de Mortal Kombat nos Arcades e 16 bits, o título acabou por ganhar sua versão para o Master System – e olha que a Acclaim parece de verdade ter “espremido leite de pedra” para trazer o jogo aos 8 bits com gráficos a simularem ao máximo o realismo visto em outras plataformas. Mortal Kombat no Master tornou-se uma grande febre pelas locadoras, havendo algumas em que só era possível encontrar o cartucho disponível durante a semana ou reservando com dias de antecedência. No tocante a qualidade do cartucho, não dava para reclamar: tínhamos Fatalities, sangue (com a inserção de um código) e o básico para nos divertirmos com a essência do violento título de luta. No entanto, infelizmente também temos partes negativas de montão: Kano está ausente, do Reptile não vemos nem a sombra, somente dois estágios (Goro’s Lair e The Pit – e este último sem o Fatality da ponte) e três músicas estão disponíveis, jogabilidade truncada e lentidão na movimentação. Mas embora tais falhas atrapalhem, não dá pra negar que a capacidade do Master foi elevada ao sétimo sentido com este cart – jogo mais que obrigatório em sua coleção! 4. Air Rescue (1992) Tudo bem, é até questionável se Air Rescue fora mesmo um dos mais encontrados nas locadoras noventistas – em algumas, o jogo de helicóptero estilo run and gun mais quente era Choplifter – mas não dá pra negar que esta verdadeira pérola dos 8 bits seguistas estava em ao menos 5 entre 10 grandes locadoras de bairro. E motivos para isto não faltavam: em Air Rescue, temos um divertido jogo com cara de plataforma, mas com a premissa ultra-simples de resgatar pessoas de situações de risco e levá-las em segurança de volta à base com seu helicóptero de salvamento. O objetivo é salvar certo número estipulado de pessoas em cada estágio dentro de um limite de tempo, que geralmente não é dos mais apertados. À medida que avançamos, os inimigos – soldados hostis e dos mais chatos possíveis – tornam-se cada vez mais um problema: eles atiram com rifles e canhões, além de arremessam objetos contra seu helicóptero. Mas a estrela de Air Rescue não está no desafio, e sim no som e gráficos: trilhas musicais vívidas e variadas aliam-se à cenários coloridos e impressionantes animações de seu helicóptero, que apresentavam invejável número de quadros para um cartucho de Master System. Com isto, Air Rescue constituía entretenimento com dificuldade na medida e atributos técnicos atraentes, o que garantia um fim de semana agitado ao menos para um jogador, já que aqui não há opção para mais que isto. Um grande título que, para muitos, hoje jaz injustamente esquecido. 3. Shinobi (1989) Se há impasse na escolha de Air Rescue para este Top 10, de certo isto não ocorre com nosso clássico Shinobi: que atire a primeira pedra quem jamais foi à locadora e encontrou este inconfundível cartucho dando sopa na prateleira! A versão de Master deste clássico dos ninjas foi uma das que mais sucesso fez no Brasil. Mas logo ao começar a jogar, não são com as melhores credenciais que Shinobi apresenta-se: o som é correto, mas a jogabilidade parece arrastada – tudo parece rolar em câmera lenta. Os gráficos podiam até apresentarem aquele “Q” de Master System no comecinho da vida, porém nem por isso eram feios – e de quebra ainda apresentavam suas peculiaridades: como esquecer dos pôsteres da Marilyn Monroe ou dos ninjas cosplayados de Homem-Aranha? Clássicos! A missão neste cartucho é das mais nobres: na pele do lendário Joe Musashi, o jogador deve detonar a gangue dos “Zeeds” para salvar as crianças de seu clã ninja, raptadas pelos bandidos. E como a tarefa não era das mais fáceis, não foram poucos os que tiveram de alugarem este cartucho bem mais que apenas uma única vez para detonarem o jogo. Aí estava um motivo de orgulho: ir para a escola e dizer pros colegas que havia zerado o casca-grossa Shinobi! 2. Road Rash (1993) Por volta de 1993/1994, o Road Rash do Mega Drive já estava sacramentado como um grande título da Electronic Arts – e foi nesta época que o cartucho finalmente aportou no Master. Não demorou muito e já era um dos mais procurados pelas locadoras do nosso Brasil varonil, e não raro ele só poderia estar em sua casa na sexta à noite caso a reserva fosse feita dias antes. É necessário reconhecer que esta conversão foi realmente esforçada: os gráficos não perdem quase nada para o Mega além dos óbvios modelos em sprites menores e taxa de quadros inferior. A ação da pancadaria e velocidade lá estavam, e davam um grande alento à galera que não tinha acesso a versão 16 bits deste inesquecível petardo. As trilhas sonoras também eram muito boas e acompanhavam bem o gameplay – porém a falta de efeitos como freadas e socos dificilmente era perdoada por quem jogava Road Rash em busca daquela agressividade característica da franquia. De todo modo, mesmo sob algumas críticas, Road Rash para o Master System arrebatou muitos corações seguistas, que adoravam baterem no peito para dizer que “um jogo desses você nunca vai ver no Nintendinho!” Mas também não é como se só por isso valesse a pena jogá-lo – ainda hoje esta versão é muito divertida e merece com certeza um gameplay de repeteco! 1. Psycho Fox (1989) Se você teve em seus tenros anos um Master System e jamais controlou esta simpática raposinha em seu mundo colorido de aventuras, simplesmente não sabe os momentos inesquecíveis que deixou de acrescentar à sua juventude. Psycho Fox estava bem longe de arrebatar seus fãs por seus gráficos detalhados ou seu desafio “faca nos dentes” (o que não poderia estar mais longe da verdade) – ele simplesmente era divertido. Se isso bastava? Ô se sim! O jogo tornou-se um dos mais tradicionais do Master, e uma pedida fácil nas prateleiras de muitos estabelecimentos dos mais luxuosos àquela garagem do tiozinho da rua de baixo. Enquanto muitos garotos da época ainda faziam piadas maldosas de que Psycho Fox era “joguinho de criancinha”, os mais espertos já tinham alugado ao menos uma vez e sabiam que queriam um pouco mais! Com seu jeitão de Alex Kidd, a trama não poderia ser mais evidente: em uma terra encantada, o vilão Madfox Daimyojin estava corrompendo tudo que era bom. Restava aos habitantes depositarem suas esperanças no herói Psycho Fox, uma raposa que tinha a habilidade especial de transforma-se em outros animais – especificamente um hipopótamo, um macaco ou um tigre, cada um com poderes característicos. O fiel passarinho aliado Birdfly também está sempre do lado de Fox, e o auxilia na missão de banir o mal para sempre. Master mesmo são suas lembranças Em um primeiro momento, muitos leitores podem apresentar o seguinte (e completamente cabível) argumento: “Mas na minha locadora nunca vi este ou aquele jogo! E haviam vários que não estão aí nesta lista!” – mas vamos apenas enfatizar: não é muito gostoso simplesmente aproveitarmos esta oportunidade para nos lembrarmos de forma mais vívida daqueles tempos tão bons de locadora? Como nosso amigo Ítalo Chianca tão bem descreveu em seu livro Papo de Locadora, estes tempos mágicos hoje apenas residem em nossas memórias. Com este pequeno Top 10, a intenção é te levar de volta àqueles dias em que você estava lá diante das prateleiras, escolhendo os cartuchos que iria jogar em casa. Escolhíamos os que já tínhamos jogado e havíamos gostado, bem como os que eram novidades e que haviam saído na Videogame, ProGames ou na Ação Games daquele mês… O que mais importa de fato são suas lembranças – e os cartuchos (ou “fitas”) que fizeram parte dela. Por isso mesmo buscamos fortalecer ainda mais este sentimento ao garimparmos até mesmo as capas originais da TecToy aqui no Brasil – pra você bater os olhos nas imagens e imediatamente sentir aqueles dias novamente. Neste aspecto, vale agradecer ao site TecToy Wiki, que mantém um incrível acervo de imagens enviadas por gamers como eu e você: que simplesmente querem manter a essência viva. Fonte: https://jogoveio.com.br/master-system-top-10-locadoras/
  21. Qualcomm acredita que plataformas de streaming deverão substituir os consoles A Google foi a primeira empresa a dar um passo em direção a extinção dos consoles da forma como conhecemos hoje com o anúncio da Stadia, uma plataforma formada por uma poderosa infraestrutura que realiza streaming de jogos para qualquer dispositivo que cumpra os requisitos de conexão, sem a necessidade de um console físico. Apesar da plataforma entregar um desempenho maior do que qualquer console, chegando a 10.7 Teraflops, ainda há outras questões que ainda podem trazer algumas dúvidas, como sua latência e os obstáculos para seu lançamento em países onde a internet não tenha uma conexão tão boa. Se os resultados forem satisfatórios, é muito provável que em alguns anos já não tenhamos mais “consoles de mesa” no mercado. Para a Qualcomm esse deverá ser o rumo das empresas nos próximos anos. O presidente da fabricante de chips, Cristiano Amon, afirmou durante um evento de tecnologia em São Francisco, onde falava sobre a chegado do 5G, que o streaming de jogos é o futuro dos consoles e que "Não há dúvidas, em nossa opinião [Qualcomm], que a nuvem é o novo console". Mesmo assumindo que é cedo para previsões sobre o futuro dos consoles, Amon acredita que a acessibilidade do streaming de jogos será o fator chave para consolidar o modelo de plataforma. A partir do momento em que outras grandes empresas começaram a produzir os seus próprios serviço e problemas como limitação de banda larga forem resolvidos, a indústria vai mudar o seu formato. De fato, a praticidade do serviço pode a ser muito atrativa dependendo da sua qualidade e desempenho. Ainda há muitas barreiras que podem se tornar problemas para países que não tenham uma boa estrutura de conexão, como no caso do Brasil. Mas, levando em consideração a chegada do 5G e dos consoles da nova geração, que estão a porta de seus anúncios, não é tão improvável que durante os 5 ou 6 anos de vida dos próximos Playstation e Xbox já tenhamos algumas demonstrações sobre o rumo dos videogames físicos em sua geração seguinte. Fonte: Adrenaline
  22. Na verdade é oldnews mesmo, eu só coloquei porque estava jogando ele ontem e lembrei e quis postar para comentar, mas esqueci de mencionar hahahaahha
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