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Sonymaster

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  1. As revistas de videogame no Brasil viveram o seu auge durante a década de 1990. Absolutas, elas eram a nossa principal fonte de informações, quando a internet ainda não havia sido popularizada no Brasil e no mundo. Ação Games, Videogame, Gamers, GamePower, Supergame, Super GamePower, Nintendo World… Foram muitas as publicações que fizeram a cabeça da molecada, sempre cheias de dicas e detonados dos jogos que eram novidade, ou que ainda sequer haviam sido lançados! Diga-se de passagem, a nossa revista bebe bastante dessa fonte, incorporando alguns elementos marcantes que você pode recordar na listinha abaixo! Ah! E não deixe de comentar quais eram as suas revistas favoritas! 10. Linguajar jovem As publicações eram claramente destinadas a um público mais jovem. Dessa forma, sobravam adjetivos como “radical” e “maneiro”, além de outros termos bem próprios como chamar os redatores de “pilotos”, os guias de “detonados”, etc. Todas as páginas eram verdadeiras explosões de cores, dando muito mais destaque para as fotos e ilustrações, que para os textos propriamente ditos. 9. Arte no Envelope Um dos principais canais de comunicação entre os leitores e a redação das revistas era através dos desenhos, geralmente estampados no lado de fora do envelope. Algumas ilustrações eram realmente muito boas, a ponto de nem parecer que haviam sido feitas com lápis de cor, sem recursos tecnológicos. Já outras, de tão ruins, pareciam ter sido feitas usando os pés ou a língua. Os melhores ainda eram premiados com cartuchos, consoles e kits exclusivos! 8. Previews Geralmente localizados nas primeiras páginas, os previews traziam uma palhinha dos títulos que ainda estavam para ser lançados no exterior. Eram textos bem curtinhos com informações básicas, acompanhados de algumas screenshots, que deixavam a galera com água na boca. Meses mais tarde, os lançamentos mais quentes acabavam ganhando a matéria de capa! 7. Classificados Muito antes dos grupos de Facebook e das lojas virtuais, era através das revistas de videogame que você fazia rolos com os seus cartuchos e consoles antigos. Compras, vendas e trocas eram incentivados pelas publicações, que inclusive divulgavam o número de telefone dos leitores nas páginas da revista. Dá pra imaginar uma loucura dessas hoje em dia? 6. Pôsteres e brindes Tá aí mais um motivo pra amar as revistas de videogame! Pôsteres imensos, com artes originais dos nossos jogos favoritos! Ou figurinhas. Ou chaveiros. Cards holográficos. Fitas VHS com OVAs de Fatal Fury. Revistinhas com golpes de todos os 100 novos Pokémon, e mais um monte de coisas bacanas, tudo feito com muito esmero para mimar o jovem leitor! 5. Detonados A parte polêmica e que normalmente ficava mais pras últimas páginas. Os mais puritanos rejeitavam a ideia de acompanhar os detonados, alegando que eles estragavam a experiência de encarar um game. Por outro lado, jogos mais difíceis ou complexos (tipo os RPGs da vida) só podiam ser batidos com a ajuda das revistas. Quem não lembra com carinho da Gamers Book Nº 1, de Final Fantasy VII? 4. Dicas e Truques Sem ter um GameFaqs da vida para nos salvar, nos restava recorrer às revistas para saber das dicas dos jogos mais quentes da época. A princípio elas ficavam bem no finalzinho, nas últimas páginas. Mas com o tempo, foram ganhando destaque, a ponto de publicarem edições especiais recheadas de códigos e passwords, para a alegria da galera! Os mais fominhas anotavam as dicas em cadernos, organizando em ordem alfabética ou por estilo, para depois trocar as informações com os colegas da escola. 3. Personagens marcantes Admita, você já deixou escapar um suspiro pela Marjorie Bros quando era moleque. E as meninas, será que curtiam o estilo despojado do Baby Betinho? Ou preferiam o perfil certinho do Marcelo Kamikaze? A ideia de incorporar personas e fazer com que elas assinassem os textos foi uma verdadeira jogada de mestre do Matthew Shirts, então editor da revista Supergame. Dessa forma, era possível haver uma rotatividade entre os redatores, sem deixar que os leitores percebessem, já que eles incorporavam o estilo de cada “piloto” na hora de resenhar os jogos. Aliás, o Véio carrega muito do DNA do Chefe, até mesmo como uma forma de homenagear as revistas clássicas! 2. Capas maravilhosas O conteúdo podia até não te interessar. Talvez estivesse falando de um jogo que você não tinha, ou de algum estilo que não te agradava muito. Mas se a capa fosse bonita… Aí era covardia! As revistas de videogame dos anos 90 tinham ilustrações chamativas, geralmente com algum protagonista ferradão ou até mesmo só com o logo de alguma franquia famosa. Lembro até hoje da Ação Games com o logo de Mortal Kombat 3 estampado sobre um muro de pedra. Assim como tenho excelentes lembranças da Super GamePower que tinha os macacos de Donkey Kong Country 3 estampados! Quais eram as suas capas favoritas? 1. Conteúdo inédito Os outros nove itens dessa lista podem até ser importantes, mas o principal atrativo das revistas de videogame na década de 90 com certeza era o conteúdo. A internet ainda engatinhava no Brasil, de modo que a nossa principal fonte de informações sobre o que rolava nas feiras do Japão e Estados Unidos era a sessão de novidades das revistas. Em um primeiro momento com uma defasagem monstra, já que esse conteúdo era traduzido das publicações estrangeiras. Mais tarde, as equipes aqui do Brasil começaram a viajar e realizar as suas próprias coberturas! Fonte: Jogo Véio
  2. Conheça os jogos da Disney para o Mega Drive

    Eu também DAV, pensava que o Great Circus Mistery só tinha no SNES, e o da Pequena Sereia não curti, ainda prefiro do NES.
  3. Que os jogos da Disney para o Mega Drive quase sempre tiveram qualidade acima da média, todo mundo sabe. A sensação que fica é de que os desenvolvedores se esforçavam ao máximo para caprichar em cada detalhe para transmitir uma experiência que estivesse a “altura” do perfeccionismo característico da “casa do Mickey Mouse”. Pensando nisso, decidimos lembrar os jogos da empresa para o console. Aladdin Se destacando entre seus contemporâneos pela técnica DigiCel, a Virgin conseguiu converter animações desenhadas a mão, frame a frame, para o Mega Drive. Apesar dos visuais serem o ponto que mais chamam a atenção, a jogabilidade e a trilha sonora também são ótimas e este é mais um excelente game do Mega Drive. Não deixe de conferir nossa análise. Se destacando entre seus contemporâneos pela técnica DigiCel, a Virgin conseguiu converter animações desenhadas a mão, frame a frame, para o Mega Drive. Apesar dos visuais serem o ponto que mais chamam a atenção, a jogabilidade e a trilha sonora também são ótimas e este é mais um excelente game do Mega Drive. Não deixe de conferir nossa análise. Ariel: The Little Mermaid Este se aproveita do universo do filme homônimo, mas não tem absolutamente nada a ver com o longa metragem. Nele, a vilã Ursula quer dominar os mares de Atlântica e transformar a população em pólipos. Ela também sequestra um membro da família real (Tritão ou Ariel, depende de quem você escolher). A jogabilidade é semelhante ao do Ecco the Dolphin e são quatro fases. Não é considerado um dos melhores games da Disney pelo baixo nível de dificuldade e tecnologia gráfica que podia ser visivelmente melhor. Foi desenvolvido pelos americanos da BlueSky Software. Beauty and the Beast: Belle´s Quest Vindo pela Sunsoft em 1993, este game te coloca no papel da Bela para explorar cenários que remetem ao filme para resolver enigmas com a típica jogabilidade de plataforma em 2D. São sete fases que exigem da inteligência do jogador, não sendo necessariamente “correr e pular até o fim da fase”. Beauty and the Best: Roar of the Beast Lançado no mesmo ano do anterior, este te coloca no papel da Fera, mas segue um estilo mais tradicional dos jogos de plataforma dos anos noventa. A Fera pode agachar, pular, fazer um rugido que pode congelar todos os inimigos da tela por um período de tempo também. É considerado um dos jogos mais difíceis da Disney. Castle of Illusion Starring Mickey Mouse Um dos mais famosos do Mega também foi o primeiro game da Disney lançado para o console. Vindo em 1990, o jogo foi inteiramente desenvolvido pela SEGA e deu origem a série “Illusion”. O “joguinho do Mickey” conta com todo o carisma do personagem e seu universo, além de ter a diversão que só a SEGA consegue proporcionar aos jogadores. Para mais informações, não deixe de conferir nossa análise. Fantasia Este foi desenvolvido pela Infogrames e baseado no filme homônimo de 1940. Considerado a “ovelha negra” entre os jogos da Disney para o Mega Drive, seu desenvolvimento foi conturbado e eles precisaram lançar o título para aproveitar as vendas do natal em 1991. Com isso, o game não teve um gameplay polido e nem gráficos “de ponta”. Gargoyles Este é baseado no desenho animado para TV que chegou ao Brasil sob o nome de Gárgulas, contando praticamente a mesma história do mesmo. O protagonista é Goliath, líder do Clã Manhattan dos gárgulas, e ele precisa acabar o talismã “olho do Odin”. Bom em praticamente todos os pontos, o jogo tem excelência gráfica, nível de dificuldade “na medida” e seu estilo mais sombrio, porém sem deixar de ser destinado ao público infanto juvenil. A jogabilidade não é muito intuitiva, precisando de uma curva de aprendizado. GOOFY´S HYSTERICAL HISTORY TOUR Desenvolvido e publicado pela Absolute Entertainment, este é um jogo de plataforma tradicional dos anos noventa que te coloca no papel do Pateta. Nele, o protagonista consegue um trabalho no Museu de História Ludwig Von Drake, mas seu arqui-inimigo, Bafo, sabota a exibição do museu ao roubar várias peças, pois assim, ele seria demitido. Para salvar seu emprego, o Pateta passará por diversas fases para recuperar as obras. Great Circus Mystery Starring Mickey and Minnie Este é protagonizado pelo Mickey e pela Minnie, e eles deverão passar por seis fases e usar diferentes tipos de roupas para dar habilidades variadas e solucionar enigmas simples e superar alguns tipos de obstáculos. Foi desenvolvido pela Capcom e é sequência ao Magical Quest Starring Mickey Mouse. Jungle Book Baseado na história de “Mogli, o Menino Lobo”, o game foi desenvolvido pela Virgin Interactive e lançado para os consoles da época em 1994. A versão do Mega foi muito elogiada pelas animações acima da média e fluidez nos controles. Lion King Pegando “carona” em um dos maiores sucessos da Disney, este é outro jogo de plataforma tradicional dos anos noventa com toda a qualidade característica da empresa, com belas animações, visuais bacanas e uma boa trilha sonora. Para muitos, é um dos melhores jogos da geração 16 bits! Não deixe de conferir nossa análise. Maui Mallard Desenvolvido pela Disney Interactive, o Donald in Maui Mallard é, como dissemos em nosso review, bem atípico quando comparado aos outros da lista pelo alto nível de dificuldade e ambientação bem mais sombria do que a de costume para jogos do gênero. Inovador, porém com todos os elementos que consagram o gênero plataforma, este é mais um excelente game da Disney. Mickey Mania: The Timeless Adventures of Mickey Mouse Este veio pela Traveller´s Tales e é considerado por muitos o melhor jogo do Mickey para o Mega Drive. Além dos visuais bem impressionantes, ele se destaca por recriar os principais curtas-metragens do ratinho mais famoso dos desenhos em forma de fases. Também já fizemos uma análise dele por aqui. Mickey´s Ultimate Challenge Se diferenciando dos outros, este não segue o gênero plataforma, mas sim resolução de enigmas para estimular o aprendizado das crianças. Tanto que o próprio Miuckey só tem três movimentos: andar, pular e abrir portas. Foi lançado em 1994 pela Hi-Tech Expressions. Pinocchio Desenvolvido pela Virgin, a mesma do Alladin, o Pinocchio também se destaca pelos excelentes gráficos e controles fluidos, seguindo a fórmula tradicional dos jogos de plataforma em 2D dos anos noventa. O problema é que ele é bem curtinho. Pocahontas Este é um pouco diferente dos outros por utilizar dois personagens jogáveis: Pocahontas e Meeko, e cada um deles terá sua função para superar determinado obstáculo. Ao longo da aventura, a Pocahontas ganhará várias habilidades dos espíritos de animais para ajudá-la. Lançado no final da vida útil do Mega Drive, este game conta com excelentes gráficos que são visualmente bonitos até os dias de hoje. Quackshot Conhecido pelos brasileiros como “jogo do Pato Donald”, este é um clássico do Mega Drive desenvolvido pela própria SEGA e lançado em 1991. Não se resumindo apenas em correr e pular, ele é uma espécie de predecessor do gênero “metroidvania”, sendo necessário um item “aqui” para destravar algo “acolá” e as fases não seguem uma ordem pré-definida. Acessível a todas as idades, porém muito inteligente. Não deixe de conferir nossa análise. TaleSpin Um dos mais obscuros da lista, o TaleSpin é um desenho animado para TV que chegou ao Brasil sob nome de Esquadrilha Parafuso. Foi exibido por aqui pela TV Colosso na Rede Globo e no Disney Club do SBT. Já o jogo foi lançado em 1991, tem dois personagens jogáveis e procura seguir a fórmula dos games da época, apesar de não ter rendido muito sucesso. No entanto, está no “coração” de muitos jogadores nostálgicos, mesmo com qualidade considerada duvidosa. Toy Story Desenvolvido pela Traveller´s Tales, este é um game de plataforma onde você controla o Woody por diversas fases que remetem ao primeiro filme comercialmente relevante de animação da história. Chama a atenção os gráficos que remetem a jogos 3D, algo impressionante para a época; fases que variam em jogabilidade; além de que a versão de Mega Drive contava com uma fase extra sob o nome “DAY-TO-NAN”, em que o Woody controla um carro no meio da rua. Uma homenagem ao jogo Daytona, da SEGA. World of Illusion Starring Mickey Mouse e Donald Duck Dando continuidade a série “Illusion”, este game foi lançado em 1992 e traz o Pato Donald para ajudar o Mickey em sua aventura. Desta vez há ataques com capas mágicas e a possibilidade de jogar com os dois personagens ao mesmo tempo. Assim como “Castle”, este game mistura todo o carisma do universo Disney com a qualidade dos jogos de plataforma que são marcas registradas da SEGA. Não deixe de conferir a nossa análise. Fonte: Blog Tectoy
  4. Conheça os jogos da Disney para o Mega Drive

    hahahahahahaha olha ai @ragecom chamou burn ele só fez ignorar o tópico hahahahahaha
  5. Ahhhh Mega essa seção era engraçada demais tinha algumas dicas bem simples, mas era isso que tinha na época, eles davam Passwords para o final do jogo ou dicas de vidas infinitas. Era bem legal.
  6. Elite Dangerous é um game em que eventos de enorme magnitude costumam acontecer aqui e ali. Seja um jogador conseguindo entrar em uma estação espacial com carga clandestina sem ser pego. O enfim aparecimento das naves da raça alienígena dos Thargoids. E uma das maiores trolladas já documentadas num game, em que um troll chamado Harry Potter botou fim a um grande evento dentro do game. E agora, um novo evento está prestes a acontecer, uma imensa missão de resgate a um jogador que está a deriva dentro do game ha três meses! É isso mesmo, três meses! O jogador “Deluvian Reyes Cruz” estava tentando quebrar o recorde de maior distância percorrida dentro do game, viajando em linha reta o máximo possível, conseguindo atingir 65.788 (sessenta e cinco mil e setecentos e oitenta e oito) anos luz de distância do Sol da Terra do game! A viagem levou 42 dias, até no final o combustível se sua nave acabar e ele ficar abandonado a deriva no espaço vazio, muitíssimo distante da galáxia de Elite Dangerous. E lá ele ficou por três longos meses, sem conseguir voltar de sua viagem. Sua história acabou send ouvida por um grupo de jogadores especialistas em resgates, os Fuel Rats, que já estão em rota para resgatar Deluvian. O plano do resgate foi formado rapidamente pelos Fuel Rats e já está sendo posto em prática. O plano funciona assim: Quatro naves estão fazendo a viagem de resgate, divididas em dois pares. Esses pares são formados por uma nave de resgate e uma nave tanque. A nave tanque reabastece a nave de resgate e volta para um local seguro para se reabastecer caso necessário. Enquanto isso, uma quinta nave ficou para trás para dar suporte com recursos, se necessário. Infelizmente, a equipe de resgate não pode simplesmente dar um salto no hiperespaço até o jogador perdido e trazê-lo de volta, pois isso consumiria todo o combustível. Dessa forma, eles estão fazendo o trajeto mais lento, chamado “supercruise”, que economiza combustível viajando em baixa velocidade, o que consumirá 600 horas de tempo real até que os Fuel Rats cheguem a posição de Deluvian. Mas uma vez lá, eles reabastecerão Deluvian e todos voltaram em segurança com um salto na velocidade da luz. A previsão para o momento do resgate é no dia 23 de fevereiro, no próximo sábado. Para que o resgate ocorra, os Fuel Rats e Deluvian estão trabalhando juntos, com o jogador a deriva ligando sua nave e enviando um pulso de sinal de vez em quanto, para garantir que seus salvadores estão seguindo na direção correta. Se quiser acompanhar o resgate em tempo real, confira a transmissão ao vivo no Twitch do resgate. Fonte: Arkade
  7. The Legend of Zelda: Link's Awakening é, inegavelmente, um clássico muito importante para a Nintendo e o mundo dos videogames no geral. Não é à toa que ele está sendo revivido com o remake que será lançado para o Nintendo Switch neste ano. O site Nintendo Life resolveu aproveitar a atenção atual ao game para recontar a história de Jeff Hansen, o jovem que em 1993 se tornou a primeira pessoa no Ocidente a zerar o título da série. O jogo já havia sido lançado no Japão há alguns meses quando a Nintendo organizou uma viagem de trem pelos Estados Unidos para promover seu lançamento ocidental, com jornalistas e outros convidados como Hansen, que se tornou um Nintendo World Champion no início da década de 1990. Na época, um Game Boy com o novo jogo foi dado a cada participante, e todos foram encorajados a jogar durante a viagem. A primeira pessoa a zerar o game receberia um prêmio de US$ 1 mil. Após horas e horas de viagem, Hansen finalmente conseguiu chegar à tela final. O garoto passou praticamente toda a viagem desconectado do mundo à sua volta, concentrado somente em sua aventura no console portátil. No YouTube, você pode conferir toda essa história em um curta produzido pela Nintendo Life: Apesar de ter ficado feliz com sua vitória, Jeff não recebeu o prêmio; a Nintendo provavelmente não se sentiu motivada a premiá-lo, considerando que ele não era um jornalista e não escreveria algo sobre o jogo. O primeiro a vencer após o garoto foi considerado vencedor. Fonte: Voxel
  8. Chegando em casa todo mundo iluminado que nem vaga-lume mas o importante é a sala cheia de jogos no puxadinho!
  9. Droga burn eu ia comentar isso hahahaahahahahaah todas só conhecem super mario bros do Master System
  10. Nessa época quando começavam a colocar as gatas, acho que nem usava mais revistas, final da década de 90, mas era bem legal.
  11. Realmente, ela sempre pensou na área de brinquedos por isso que o Famicom se parecia um, as cores e o design, tanto que que os americanos mudaram o conceito do NES no USA se transformando em quase um VHS ahahahahaha para ser um eletrônico meio adulto. Mas agora a gente sabe a primeira cartada da Nintendo como foi, por isso achei interessante.
  12. Estava assistindo o programa "Trato Feito" e apareceu o cara querendo vender esse brinquedo da Nintendo e acabei pesquisando, com ajuda do Google a tradução vai com a assistência dele, porque achei no blog "Before Mario" que o site é em inglês. ############################################################################################# Nintendo My Car Race (My イ カ ー レ ー ス, ca 1965) Não há escassez de jogos de corrida na história da Nintendo. E eu não estou falando de Mario Kart , ou outros velocistas virtuais, mas de experiências reais de corrida, seja em escala de brinquedo. Os dois mais antigos do catálogo da Nintendo são Drive Game e o set mostrado aqui: My Car Race (My イ カ ー レ ー ス ス) . O ano de lançamento do My Car Race não é mostrado na caixa ou manual, mas acredita-se que data de cerca de 1965, possivelmente um pouco antes. O preço de varejo foi de ¥ 2.500. O carro esportivo na frente da caixa (que eu acredito ser um Mazda) promete um jogo emocionante e rápido. Também promete um pouco o nível de detalhes dos modelos de carros incluídos, como veremos em breve. My Car Race vem em uma caixa considerável, medindo cerca de 43 por 52 centímetros de largura e 9 centímetros de altura. A caixa contém quatro peças de pista, um elevador elétrico e uma caixa menor com peças adicionais. Na caixa menor, encontramos as arquibancadas da pista, uma sacola com peças de montagem, um pacote com carros e uma bateria. O conjunto requer alguma montagem, conforme indicado na frente da caixa ('組 立式'). Os quatro trilhos são conectados usando seis pares de porcas e parafusos, aparafusados com uma pequena chave de fenda, fornecida com o conjunto. O elevador elétrico funciona com uma única célula D de 1,5 volt (denominada UM-1 no Japão). A construção do elevador é muito básica, com um motor elétrico exposto e rodas de engrenagem. É muito fácil (embora não aconselhável) colocar os dedos entre as engrenagens. Os regulamentos de segurança eram um pouco diferentes (leia-se: inexistente) naquela época. Inserindo a bateria requer algum mexer com o compartimento da bateria, que deve ser destacado do elevador, a fim de obter acesso. A tampa do interruptor tem que sair durante esta operação. Não é muito bem projetado. Surpreendente até, dado os padrões de design da Nintendo que estamos acostumados há muito tempo. A bateria fornecida é produzida pela Hitachi Maxell. A maioria das baterias desta época frequentemente começava a vazar material corrosivo depois de algum tempo, mas esse modelo aparentemente era tão bem construído que veio com uma garantia. Ao seu testamento, este parece ter saído da linha de fábrica ontem, apesar de estar perto de cinquenta anos! Olhando para o manual, o suporte para uma fonte de alimentação CA externa foi planejado em algum momento durante o projeto, mas foi decidido em um estágio posterior da produção, já que foi apagado no manual depois de ter sido impresso. Um pacote com cinco carros pequenos está incluído. Os carros medem pouco mais de 3 centímetros. De acordo com o manual, pacotes adicionais com carros podem ser encomendados por ¥ 200 cada. Caso você esteja se perguntando, a peça de metal é a chave de fenda usada para montar os trilhos. Os carros são assuntos muito simples. Eles têm uma única cor de corpo cada, assim como uma única roda! Esta roda de metal é bastante pesada, para um veículo tão pequeno, provando velocidade para a corrida. Depois que a pista foi aparafusada e as arquibancadas colocadas embaixo dela, uma extremidade da pista é fixada na parte superior do elevador e a outra extremidade na parte inferior. Um portão de partida é colocado no topo da pista. My Car Race está agora pronto para uso. Bem. Seria. Se algo não estivesse faltando. Infelizmente, os cintos de borracha que são uma parte essencial do elevador não resistiram ao teste do tempo. A borracha endureceu e desintegrou-se completamente. Este é um problema universal para este jogo, e acredito que seria um pequeno milagre encontrar um que não sofresse um destino semelhante. Sem os cintos - que dariam a volta nas rodas na parte superior e inferior do elevador - o jogo seriamente prejudicado. Mas vamos fingir que ainda está bem e ir para uma corrida. Quatro carros podem participar ao mesmo tempo. Aqui eles estão alinhados no portão de largada. Quando o portão é levantado, os carros zipam pela trilha de queda. Por causa do peso da roda nos carros, eles ganham uma velocidade surpreendente. Uma corrida normalmente envolveria várias voltas ao redor da pista. Ao chegar na parte inferior do elevador, os cintos levariam os carros novamente para a próxima volta. Após um número predeterminado de voltas, o primeiro carro passando pelo portão de largada / chegada será nomeado vencedor. A imagem abaixo dá uma boa impressão do elevador com correias funcionais. Os pequenos espinhos nos cintos puxam os carros para cima. Como esses espigões não estão espaçados uniformemente nos cintos, há um elemento de sorte envolvido. Os carros podem perder ou ganhar tempo aqui, dependendo da rapidez com que um pico os puxa quando chegam na parte inferior do elevador. Em toda a sua glória de trabalho, My Car Race claramente teria proporcionado muitas horas de diversão. Tenho certeza de que as crianças poderiam assistir a esses carros navegando pelos trilhos por horas. E em seu tempo, jogos movidos a bateria - em qualquer forma - ainda eram bastante avançados, de qualquer maneira. O jogo é limitado, já que só oferece algo para olhar; Não é possível aos espectadores participar e influenciar o resultado de uma corrida. Nesse sentido, é mais parecido com os jogos de feijão da Nintendo, como o Rabbit Coaster Game . My Car Race não é tão excitante como, por exemplo, jogos de corridas de slot (como Carrera ou Scalextric ) ou carros RC (como o próprio Lefty RX da Nintendo). Mas um grande pedaço da história da Nintendo, no entanto. Fonte: Blog Before Mario
  13. hahahahaahahahah ia ser magico ao vivo hhaahahhaha
  14. Quem é das antigas aqui?

    Acredita que também fiquei surpreso?? meu cadastro na Players foi de 2003, ainda tenho ele lá.
  15. Warpzone anuncia livro sobre Resident Evil

    Livro brasileiro sobre Resident Evil passa de 261% de meta em seu financiamento coletivo Após o sucesso do livro de Street Fighter, a Warpzone divulgou um novo projeto. Em uma nova investida, Resident Evil será o novo Essencial, que já contou com edições sobre o Mega Drive, e The King of Fighters. Com o nome de WarpZone Essencial Resident Evil, o livro será uma publicação de luxo com 280 páginas cheias de informações sobre todos os games da franquia. Além disso, o livro também contará a história do gênero Survival Horror, que foi catapultada ao sucesso com a fama do RE original. Também apresentará a cronologia oficial da série, e falará sobre seus criadores. O livro, assim como seus antecessores, terá capa dura, acabamento em alta qualidade, e para os colecionadores, uma luva com o tema da Umbrella Corporation. O projeto recebeu apoio de colaboradores até o dia 10 de fevereiro. E arrecadou uma meta de 261%, ou seja, R$ 130.541. A equipe por trás do projeto explicou também que o livro está sendo feito com o conhecimento da Capcom, mas não se trata de um projeto oficial, como foi o de Street Fighter. Ainda. Pois eles seguem trabalhando para obter novamente o reconhecimento da companhia, e garantem em seus canais que avisarão aos interessados sobre qualquer novidade neste sentido. O livro WarpZone Essencial Resident Evil terá o formato de 20,5 cm x 27,5 cm, e tem entrega prevista para julho de 2019. Fonte: Arkade
  16. Após o sucesso dos livros Essenciais, com uma profundidade raramente vista envolvendo o Mega Drive (compre aqui), a série The King of Fighters (compre aqui), e mais recentemente, Street Fighter (compre aqui), o pessoal da Warpzone agora irá visitar Raccoon City, com o seu próximo Essencial focando em Resident Evil. A campanha no Catarse, o meio encontrado para levantar fundos para a produção do material, já conta com 80% de sua meta alcançada. A partir de R$ 139,90 até ofertas de R$ 299,90, todos os interessados pelo material podem participar acessando este link. O livro terá 240 páginas e terá informações preciosas sobre a série. Começando pela origem do Survival Horror, passando pelo fenômeno do primeiro Resident Evil, e a consagração definitiva da série no segundo game. E, até os dias atuais, o fã poderá encontrar a cronologia da série, informações sobre os criadores e muito mais. O livro será de capa dura, terá o mesmo acabamento de alta qualidade dos outros projetos. E virá com um estojo com o tema da Umbrella. A previsão é que os livros sejam entregues para os apoiadores a partir de julho de 2019. O material segue a mesma qualidade encontrada no Essencial Street Fighter. Na BGS, conferimos de perto o livro. Que conta com fotos raras, informações raríssimas sobre o jogo, lista de todos os personagens, depoimentos de brasileiros que se envolveram com os games da série, e muito mais. A tendência é que o mesmo padrão de qualidade siga em Resident Evil. Uma vez que a série tem muita história para contar. Seja nos seus games, nos bastidores, ou através de sua comunidade. Fonte: Arkade
  17. Quem é das antigas aqui?

    Estamos todos velhos. Esse fórum é um asilo a parte.
  18. O retrogaming também foi um dos assuntos discutidos na Campus Party 2019. Izzy Nobre, bastante conhecido pela comunidade de retrogamers, emuladores e portáteis, e também “personagem” jogável no divertido 99 Vidas – O Jogo, palestrou sobre o tema no palco principal, o Feel the Future. Com o tema “Retrogames: mais relevantes do que nunca”, Izzy abordou a força dos jogos antigos nos dias atuais. Izzy citou o atual momento da exploração do retrogaming, com novos produtos, sejam videogames ou colecionáveis em geral, como referências para jogadores que não tinham acesso aos games na sua época de infância, mas estão dispostos a consumí-los, das mais variadas formas, hoje em dia. Fã declarado de Game Boy, ele apresentou sua carteira, e capa de celular baseado no portátil. Também citou a tendência atual de Nintendo e Sony, que relançaram seus consoles clássicos, cientes da força desta comunidade nostálgica. Assim como aproveitou para mencionar de alguns problemas destas iniciativas, como a busca apenas por lucro fácil, lançando um produto sem muita qualidade, mas explorando o apelo nostálgico de certos games e consoles. Lembrou do atual modelo de negócios das grandes empresas, para tentarem atrair o público, que contava apenas com a emulação há alguns anos. Como a Nintendo, que começou com o Virtual Console, e hoje conta com seu plano de assinaturas, que leva games de NES para o Switch. Sobre os dias atuais, ele mencionou o seu game, o 99 Vidas. Como eles sabiam que o público cresceu jogando games antigos, e como este formato é atemporal, foi a aposta certa. Outro exemplo de game retrô atemporal, mencionado por Izzy, é Tetris. O game clássico, que viveu dias de ouro no Game Boy, teve seu “Battle Royale” anunciado recentemente. Ele cita estes games atemporais como excelentes para jogatina hardcore, ou casual, dependendo do tipo do jogador. O retrô também ganhou, com o passar dos anos, o suporte dos speedrunners. Através dos muitos eventos e tentativas da comunidade, os speedruns também ajudam a manter o interesse dos jogos antigos, levando assim uma nova forma de se aproveitar games como Donkey Kong Country, ou a série Mega Man. Outro esforço para manter os jogos antigos vivos, segundo Izzy, é o DOS Box. O famoso emulador de jogos de computador garante viva uma comunidade específica, que é a dos games antigos para o MS-DOS. E também mencionou que os games antigos também são relevantes quanto a suas mecânicas ou inspirações antigas. Como Pitfall, que, com sua alma Indiana Jones, inspirou games durante os anos, como Tomb Raider, ou Uncharted. A Campus Party 2019 termina hoje, após cinco dias de atividades. A próxima parada é em Brasília, entre os dias 19 e 23 de junho. Fonte: Arkade
  19. Poxa e eu jurava que esse Star Citizen já tivesse lançado, e eu que curto ficção cientifica, é um prato cheio esses jogos.
  20. Está vendo? por isso eu postei, porque nem eu conhecia esse jogo enorme que nem sabia que tinha, e olhe que esse jogo é super antigo no PC, tem uma comunidade tão grande que ele ia sendo atualizado para a nova geração desde da década de 80 ou 90 parece.
  21. Hahahahahahaha eu entendo, daqui a pouco os personagens do Mário ou o Sonic no futuro vai falar "Sinistro Mano ou é isso ai VÉI" ahhhhhhhhh adolescentes
  22. Porque tu era careta ahhahahahahahha, na verdade eu nem percebia esse linguajar quando lia as revistas, porque eu também era meio careta para esses linguajares.
  23. Eu lembro dessas historias, muita gente comprando cartucho de Master System para colocar no Atari hahaahahahahha mas era uma coisa nova, era algo tão natural da novidade dos videogames que eu achava ótimo.
  24. Mario Maker 2

    Eu não tenho paciência de ficar criando fases desde de Excitebike, imagina com esse novo jogo Mario. Só gosto de jogar mesmo, preguiça demais da conta.
  25. Era justamente essa a capa que veio a mente quando falou da Videogame, acho que foi bem ai no Datassette que tinha visto mesmo, valeu!!
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