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Sonymaster

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Everything posted by Sonymaster

  1. Olha que legal, ainda tinha um livro.
  2. Joguei muito no Dreamcast e seria uma boa ter um jogo em modo multiplayers para jogar com a galera no mundo todo.
  3. Uma petição online foi criada para a realização de um quarto filme de De Volta para o Futuro. Fãs da franquia utilizaram o site Change.org para criar o pedido intitulado de Make Back To The Future 4 Happen, ou "Faça De Volta para o Futuro 4 acontecer". O texto de descrição do pedido explica que há mais de 30 anos desde que o último filme foi lançado e 35 desde o primeiro. A petição lembra ainda que Os Caça-Fantasmasganhará em 2020 uma sequência direta do primeiro filme, por que não fazer o mesmo com a história de Marty McFly? O pedido é feito diretamente para a Comcast, dona da Universal Pictures, detentora dos direitos da franquia. Apesar de a sequência não estar nos planos do estúdio, Mason Carr, fã que criou a petição, sentiu-se motivado com o depoimento do ator Christopher Lloyd, que disse topar um próximo filme. O primeiro De Volta para o Futuro foi lançado em 1985 e conta a história de Marty McFly que, sem querer, acaba se tornando um viajante no tempo utilizando um carro personalizado. No passado, Marty conhece seus pais e precisa interferir na história para que tudo ocorra bem no seu futuro. Fonte: Tecmundo
  4. Lançado em meados de 2000, Marvel vs Capcom 2: New Age of Heroes é uma verdadeira salada de frutas, mas que, de alguma forma, funciona. Mesmo com alguns defeitos, o crossover da gigante dos quadrinhos com a casa dos jogos de luta trouxe um bom resultado, para o alívio dos jogadores. Depois da chegada de X-Men vs Street Fighter, Marvel vs Street Fighter e Marvel vs Capcom, os fãs já aguardavam ansiosos pelo próximo hit da série de crossovers. Lançados entre 1996 e 1998, o trio de jogos serviu como resposta para o crescente sucesso de The King of Fighters, coroado com o ápice da Saga Orochi. A segunda metade da década de 1990 foi, sem dúvidas, um período glorioso para os fãs de jogos de luta. Apesar de ainda carregar muito do DNA da série, MvC2 também rompeu com alguns pontos-chave da fórmula criada pela Capcom. Parte disso se deve a mudança de hardware, uma vez que o jogo não foi lançado para as já tradicionais placas CPS. Em vez disso, a Capcom optou por usar a placa NAOMI, abrindo espaço para gráficos tridimensionais, uma novidade na franquia. A outra parte das mudanças foi para simplificar o sistema de jogo, reduzindo os botões de ataque de 6 para apenas 4, tornando MvC2 mais fácil e acessível para jogadores menos experientes. Além disso, o sistema de combos também passou por mudanças drásticas, permitindo que os golpes se conectassem com mais facilidade. Para completar, o número de personagens de cada lado da arena também aumentou: em vez de batalhas em duplas, agora a porradaria seria disputada em trios. E mais: os lutadores que estão de fora podem ser acionados como strikers, aumentando a variedade de opções durante os combates. Essas transformações tornaram as partidas mais plásticas e dinâmicas, mas também abriram brechas para combos infinitos e apelações. X-Men vs Street Fighter trouxe 17 personagens selecionáveis. Em Marvel vs Street Fighter, esse número aumentou para 18 (contando Norimaro e desconsiderando os personagens secretos, que são apenas versões turbinadas do elenco original). Marvel vs Capcom enxugou um pouco e fechou com 17 lutadores (considerando Roll e Shadow Lady e ignorando os demais personagens secretos). Se somarmos o total de personagens desses três jogos (e olhe que alguns vão se repetir, como é o caso de Ryu e Wolverine), chegamos a uma contagem de 52 personagens. Mas Marvel vs Capcom 2 foi além, com um total de 56 lutadores à disposição do jogador. Isso é, depois de desbloquear a maioria deles. Primeiro, vamos à lista: Blackheart, Cable, Captain America, Colossus, Cyclops, Doctor Doom, Gambit, Hulk, Iceman, Iron Man, Juggernaut, Magneto, Marrow, Omega Red, Psylocke, Rogue, Sabretooth, Sentinel, Shuma-Gorath, Silver Samurai, Spider-Man, Spiral, Storm, Thanos, Venom, War Machine e Wolverine (este em duas versões, com garras de adamantium ou de osso). Akuma, Amingo, Anakaris, B. B. Hood, Captain Commando, Cammy, Charlie, Chun-Li, Dan, Dhalsim, Felicia, Guile, Hayato, Jill, Jin, Ken, M. Bison, Mega Man, Morrigan, Roll, Ruby Heart, Ryu, Sakura, Servbot, Sonson, Strider Hiryu, Tron Bonne e Zangief. Ah! Marcamos em negrito os personagens que fizeram sua estreia nesse jogo, ok? Alguns desses personagens fizeram ponta como strikers, mas não como lutadores selecionáveis. Além disso, estamos considerando apenas a série Crossovers, ignorando que alguns lutadores vieram de X-Men: Children of Atom e de Marvel Super Heroes. A tela de seleção oferecia 3 opções após a seleção de cada personagem do trio: Alpha, Beta e Gamma. Essas variações influenciavam na ação do personagem quando era chamado como striker. Ruby Heart, Amingo e o chefão, Abyss, foram criados exclusivamente para este jogo, sem participações relevantes em outros jogos da série. Abyss, aliás, que é um chefão bem ruim, sem personalidade ou propósito dentro da história. Depois de Apocalypse e Onslaught, esperávamos ver mais um dos grandes vilões da Marvel no final desse jogo. As opções eram muitas, tornando a escolha ainda mais infeliz. Nas versões de Arcade e Dreamcast, o roast começa com apenas 24 personagens selecionáveis. Os outros 22 podem ser adquiridos na lojinha do jogo, com pontos que você recebe a cada jogatina. Também é possível comprar cores extras de roupas para todos os personagens. Visualmente, Marvel vs Capcom 2 é um jogo bonito, além de um baita espetáculo luminoso. Essa é a síntese do que deve ser um arcade de sucesso: bonito, chamativo e barulhento! Os cenários em 3D trouxeram um ar de novidade para a série, mas pecavam na falta de personalidade. Nos jogos anteriores, rolava uma pegada mais próxima dos quadrinhos, algo impossível de ser simulado em polígonos. Pelo menos naquela época. Além disso, as arenas não parecem ter um propósito, servindo apenas de pano de fundo para as lutas. Não são cenários temáticos, não possuem ligação com nenhum personagem ou com a história. Mas são bonitos, e isso não dá pra contestar. Os personagens são, em sua maioria, gráficos reciclados de jogos anteriores. Não estamos condenando a prática, mas fica aqui como observação. É um ponto positivo, na verdade, imaginar que a Capcom já vinha criando esse estilo visual mais cartunesco desde a época de X-Men e Street Fighter Alpha, permitindo que os personagens pudessem se encontrar, sem gerar nenhum conflito visual. Em síntese, Marvel vs Capcom 2 é um jogo marcante, por bons e maus motivos. Um elenco recheado e um jogo convidativo para jogatinas de dois jogadores é sempre bem-vindo. Além disso, fechou bem a série original de crossovers entre Capcom e Marvel, que só seria retomada em 2011, com Marvel vs Capcom 3. O lado ruim da coisa foi ver que a simplificação dos comandos empobreceu as jogatinas, permitindo que os combos, que antes eram o ápice das lutas, terminassem como elementos obrigatórios e tão decisivos nos combates. Fonte: Jogo Véio
  5. Nem tinha visto esse do GB. Muito legal.
  6. Quando se pensa em RPG para Master System, qual o primeiro jogo que vem a mente? Sem dúvidas, o Phantasy Star! A aventura protagonizada por Alis Landale, Myau, Odin e Noah é um grande clássico do gênero e influenciou diversos jogos futuros, não havendo uma lista de RPGs do Master em que ele não aparece (merecidamente, diga-se de passagem) No entanto, o Master tem outros jogos do gênero também excelentes, mas que acabam passando despercebidos. Pensando nisso, decidimos selecionar cinco jogos de RPGs do Master System, sem contar o Phantasy Star. 1 – Golden Axe Warrior Quem diria que a série clássica de Beat´em´up teria um RPG de aventura? Apesar de não ter alcançado o mesmo sucesso da saga principal, Golden Axe Warrior tem sua legião de fãs e é uma excelente oportunidade de imergir no universo da série. A ideia é atravessar um mundo, lutar contra inimigos, invadir labirintos e enfrentar chefes enquanto acompanha a história de um jovem guerreiro que quer vingar a morte do seu pai. Sua meta é achar o Machado de Ouro (Golden Axe) para derrotar o vilão Death Adder. Vale dizer que o estilo de jogabilidade é bem semelhante ao primeiro The Legend of Zelda lançado para o Nintendinho 8 bits. Com bons gráficos e boa trilha sonora, este é um RPG de ação que vale a conferida!. 2 – Miracle Warriors Lançado em 1986 para o Master System, Miracle Warriors é um RPG bastante tradicional (e com toda cara de “jogo antigo”), onde você acompanha uma aventura com guerreiros, deve seguir pelo mundo com encontros aleatórios e ganhar pontos de experiência para avançar de nível. As telas são divididas em quatro partes, sendo que na parte superior esquerda tem os personagens em primeira pessoa, no lado direito tem sua posição no mapa, e em baixo tem os dados dos personagens. Chama a atenção o tamanho do título, tendo muito conteúdo ainda mais considerando vir para o Master System. Tanto o mapa quanto a história são bem extensos e, mesmo com um detonado, o jogador demora umas 7 horas para finalizá-lo. 3 – SpellCaster Predecessor de Mystic Defender para Mega Drive, o SpellCaster não é necessariamente um jogo de RPG em sua forma “pura”, mas possui elementos o suficiente para chegar a esta lista. Mesclando com o estilo plataforma, você pode encontrar armas e armaduras que te deixam mais forte, além de contar uma história com avatares. A ideia é explorar templos e derrotar inimigos como fantasmas e bestas, além de conversar com pessoas em vilas. Com gráficos bonitos, músicas boas, dificuldade em um nível nem tão alto e nem baixo, além de ter um desfecho bacana, SpellCaster merece um espaço nessa lista. 4 – YS The Vanished Omens Outra série que os jogadores “das antigas” conhece, os jogos YS são considerados os precursores dos RPGs que enfatizam a história como um dos pontos mais importantes do game e The Vanished Omens, o primeiro de todos, não foge a regra. https://i.ytimg.com/vi/HOdJ0yn3RC0/hqdefault.jpg[/img O herói se chama Adol Christin, que chega até a cidade de Minea e uma vidente chamada Sara diz a ele que um grande mal está chegando até a ilha de Esteria. Ele terá de partir em uma missão para encontrar os seis livros de YS, sendo que cada um deles conta uma parte da antiga ilha YS, sendo necessário para que ele derrote as forças do mal. Nesse contexto, Sara dá a Adol um cristal e o instrui para encontrar seu tio na vila Zepik, que sabe o segredo para encontrar um dos livros. Assim, sua jornada começa. Vale dizer que a trilha sonora foi composta por ninguém menos que o Yuzo Koshiro, famoso por ter feito as músicas do Sonic 1 para Master System e de Streets of Rage do Mega. Além disso, o game conta com bons gráficos e uma história envolvente, mesmo que um pouco previsível. Definitivamente, um game cheio de charme que merece uma conferida. 5 – Ultima IV Primeiramente lançado em 1985 para o Apple II, ele foi convertido para diversos videogames da geração oito bits, incluindo o Master System. Sendo o único portado para um console da SEGA, conta com gráficos redesenhados e, diferente de outros ports, este mantém a mesma trilha sonora do jogo original. É verdade que para os padrões de hoje os gráficos chegam a ser bem “agressivos” e datados, ainda mais considerando que o Phantasy Star chegou dois anos antes e tem uma qualidade sonora e visual muito superior. Mesmo assim, é considerado um clássico do gênero. Fonte: Blog Tectoy
  7. Uma boa ideia, era bom se a Tectoy fosse na frente e lançaria logo um Master System mini no mercado, gostaria muito de um videogame desses.
  8. Qualquer destrave que não precise colocar um chip modificando a placa original dele, para mim é o melhor.
  9. Eu nem conhecia esse problema dos resets no Dreamcast, uma pena isso. Eu também joguei demais o DC e digo que era o melhor destrave já feito para um console, sem ser aberto e nem modificado sem chip algum, apenas o selfboot.
  10. Tinha tempo que se achava Dreamcast e até Neo Geo CD a preço bem baratinho, poxa como poderia ter aproveitado as compras.
  11. O Nintendo 64 é um dos consoles antigos mais curiosos. Com o seu controle único, e o formato de seus games, que tem a “cara do console”, é um dos videogames que colecionadores e nostálgicos mais gostam de jogar em seu hardware original. Além disso, o console é o único lar de games como GoldenEye 007, o que fazem muitos terem ainda o console, ao invés de contar com a emulação. O problema é que o console é extremamente problemático para as TVs modernas. O máximo que o Nintendo 64 oferecia de saída é o S-Video, que gera imagens borradas e ruins na tela. Isso sem mencionar o A/V, ou ainda a saída RF. Assim, várias iniciativas buscam melhorar esta questão para levar para as grandes telas atuais o melhor sinal possível do console. Entretanto, a maioria delas ainda envolve abrir o console para fazer alguns ajustes internos. Mas uma nova opção chegou, para quem só quer plugar e jogar. Chamado Eon Super 64, o adaptador promete uma melhor qualidade de sinal nas TVs mais modernas, oferecendo uma saída HDMI. Basta plugar o Super 64 na saída de vídeo do console, plugar o cabo HDMI nele e ligá-lo na TV. Mas com uma pequena ressalva, de acordo com a fabricante. O aparelho não funciona com consoles PAL. Ou seja, consoles europeus, australianos e de outras regiões que usavam este sistema de vídeo. O Super 64 usa o sinal S-Video 240p, ou o 480i que o Nintendo 64 oferece e usa, através de seu hardware, recursos para dar “um zoom” em 480p, enquanto ajusta cor e brilho. Também há um botão para ativar um “modo slick”, para suavizar a imagem na tela, se o jogador assim quiser. Tudo muito legal, se não fosse uma questão em especial: o preço. Melhorar a qualidade visual de um Nintendo 64 não é lá uma tarefa muito barata. Seja com um conversor S-Video para HDMI, ou uma modificação interna no console, ou usando recursos para ligar o console com um cabo SCART, todas as opções custam um valor razoável. E com o Super N64 não é diferente, uma vez que ele custa US$ 149. Quase R$ 600 na cotação atual do dólar. A única questão que justifica a compra do console é dinheiro sobrando para isso, um amor incondicional pelo Nintendo 64 e seus games, e a necessidade de um produto plug-and-play. Se você estiver estes quesitos, pode ver o produto e comprá-lo no site oficial. Fonte: Arkade
  12. Com certeza DeeJ sempre que tiver algo legal, vou copiar e colar mesmo hahahahaa ahhhh só para informar uma coisa, se perceberem na fonte, não tem as fotos dos jogos, as vezes tem, mas sempre pesquiso por melhores para postar, mas sempre dando credito a fonte do texto original. Valeu demais.
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