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MR Zumbi

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Everything posted by MR Zumbi

  1. 'Tudo acertado, sem problema nenhum', diz Bolsonaro sobre Mandetta Ministro da Saúde adota tom pacificador e diz que Bolsonaro é o comandante do time BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que está "tudo acertado" entre ele e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, após os dois se reunirem. Bolsonaro disse, em entrevista à Band, que os dois estão estressados devido ao trabalho, mas negou-se a responder se cogitou demitir Mandetta. O ministro, por sua vez, adotou um tom pacificador em relação ao presidente e fez questão de demostrar uma reaproximação entre os dois, ressaltando que Bolsonaro é o comandante do time. — Foi acertado. É comum, alguma coisa...Até em casa, a gente tem problema muitas vezes com a esposa, com o esposo, né? É comum acontecer no momento em que todo mundo está estressado de tanto trabalho, eu estou, ele está. Mas foi tudo acertado, sem problema nenhum, segue a vida — disse Bolsonaro. Questionado se pensou em demitir o ministro, como revelou o GLOBO, Bolsonaro desconversou. Depois, sem referir-se diretamente a Mandetta, o presidente criticou subordinados que tentam impor sua vontade e aparecer muito na televisão: — O que não pode acontecer é você ter um subordinado aí na televisão pra cima de você e tu não pode viver sob tensão com essa preocupação, tá certo? Após o apresentador afirmar que a falta de resposta parecia uma confirmação, Bolsonaro disse, entre risos: — Então você vai falar "pensou". Pô, eu penso cada coisa, é bom você não perguntar o que eu penso de você, não, Datena. De acordo com o presidente, Mandetta "se convenceu" a flexibilizar sua posição sobre a utilização da cloroquina, e o parabenizou por isso. — Ele, inclusive, a questão da hidroxicloroquina de ontem para hoje ele decidiu aí também fazer com que as pessoas, no início da manifestação possam ser atendidas, foi muito bem-vindo da parte dele. Então eu o parabenizo no tocante a isso. Isso tinha um ponto de atrito entre nós. E ele, como médico, entendeu perfeitamente e se convenceu disso. 'Aqui tá tudo bem' Se, na última segunda-feira, após ter sua demissão preparada e depois suspensa, o ministro falou à imprensa sem citar nominalmente o chefe, hoje ele fez questão de demonstrar uma reaproximação entre os dois, ressaltando que Bolsonaro é o comandante do time. — Aqui tá tudo bem. Vamos olhando pelo pára-brisa e essa estrada terá dias muito duros, muito difíceis. E quem comanda esse time aqui é o presidente Jair Messias Bolsonaro. Vamos gradativamente deixando todos muito tranquilos para que a gente gente possa fazer um bom trabalho, cada um na sua área — disse Mandetta, admitindo a existência de rusgas, mas minimizando-as: — Tivemos nossas dificuldades, tivemos. Isso é público. Porém, estamos prontos, cada um ciente do seu papel. Ele deu as declarações após voltar a dizer que o uso da cloroquina em massa ainda não tem evidências científicas. O presidente Bolsonaro tem defendido o remédio como forma de enfrentar a pandemia da Covid-19. A substância se tornou mais um ponto de divergência entre os dois, além da questão do isolamento. Enquanto o ministério vinha defendo um distanciamento social mais abrangente, Bolsonaro queria um formato seletivo (só idosos e doentes crônicos). Mandetta afirmou, ainda no pronunciamento de hoje, que o Ministério da Saúde tem "total tranquilidade" para tomar as medidas necessárias. Os acenos explícitos a Bolsonaro ocorrem após uma conversa particular entre o presidente e Mandetta, na manhã desta quarta-feira. Na segunda-feira, quando sua demissão quase foi efetivada, ele deixou o Palácio do Planalto em clima de mal-estar e falou à imprensa, cercado de quase todos os seus secretários e de servidores da pasta que o aplaudiram. Na ocasião, Mandetta deu recados, de forma indireta, ao presidente, reafirmando com ênfase que se pautaria em dados científicos e que o isolamento era necessário. SAIBA MAIS
  2. rapaz vejo muitos ignorantes como esse ai morrendo.... infelizmente galera ainda está levando na brincadeira Away
  3. O maior erro de Mandetta Acordo político que manteve o ministro no cargo despreza ciência e custará milhares de vidas O ministro Luiz Henrique Mandetta vinha sendo saudado como oásis de racionalidade e determinação no combate ao novo coronavírus, fonte de luzes num governo contaminado pelas trevas, pelo desprezo à ciência, onde o próprio presidente, chamado de "cético-chefe" pela imprensa internacional, se tornou um risco sanitário. Pois ontem Mandetta cometeu o maior erro de em sua gestão à frente da pasta da Saúde – um erro que deverá custar a vida de milhares de brasileiros. Como resultado de um acordo político costurado pelos militares para garantir sua permanência no cargo, Mandetta aceitou relaxar as diretrizes para o distanciamento social no país. Ao final de uma reunião tensa que sucedeu os boatos de demissão, afirmou que o governo “se reposiciona” para enfrentar o problema. Durante a tarde, o ministério baixou normas em que estabelece três níveis de isolamento e aceita, nas cidades com mais da metade do atendimento médico disponível, o que chama de “distanciamento social seletivo”, situação em que apenas idosos e demais grupos de risco são proibidos de circular livremente. Pode ter sido uma medida eficaz para atender demandas políticas, mas a ciência estava ausente da reunião. O resultado deverá ser dramático. Todas as tentativas de adotar estratégias do tipo no mundo deram errado. Itália e Estados Unidos desprezaram o avanço da Covid-19 quando havia poucos casos, apenas para ser engolfados por um crescimento incontrolável poucos dias depois. Depois de ensaiar um modelo similar ao proposto pelo governo brasileiro, o Reino Unido voltou atrás e a partiu para o isolamento draconiano, o “lockdown”. A Holanda, que apostava numa postura mais permissiva de contágio para tentar tornar parte da população imune e deter a circulação do vírus, se viu obrigada a proibir eventos e fechar escolas e restaurantes até o final do mês ante a escalada nos casos. “Fiquem em casa tanto quanto possível”, afirmou o premiê Mark Rutte. O Japão, que também resistiu a medidas mais drásticas, declarou estado de emergência para impôr o isolamento radical em seis regiões metropolitanas. Mesmo a Suécia, que ainda evita manter os cidadãos em casa, passou a adotar normas duríssimas de distanciamento, impraticáveis em países de cultura menos glacial. O crescimento exponencial do início da curva epidêmica não perdoa atitudes lenientes. Números aparentemente baixos no início se multiplicam rapidamente e, em questão de dias, bastam para abarrotar hospitais e UTIs, como se viu em Milão e em toda a região da Lombardia, a mais atingida pela epidemia na Itália. É natural que a resposta ao vírus tenha de levar em conta condições locais e que nem toda região de um país continental como o Brasil deva estar sujeita às mesmas regras. Mas o critério adotado pelo Ministério da Saúde é absurdo, para não dizer criminoso. Várias outras variáveis teriam de ser levadas em conta para garantir a preservação de vidas nas regiões menos atingidas. A primeira, e mais óbvia, é a restrição a viagens. Enquanto houver circulação livre, um único infectado vindo das áreas mais críticas pode criar um foco com milhares de casos, como aconteceu em cultos religiosos na Coreia do Sul e na França. Para conter o vírus em Wuhan, o epicentro da pandemia, o governo chinês passou a monitorar todas as entradas e saídas da cidade e da província de Hubei. Em postos de estrada e estações de trem de todo o país, termômetros capazes de detectar sinais de febre à distância se tornaram ubíquos. A Covid-19 se espalhou de uma única cidade para toda a China em apenas 30 dias. No final de janeiro, depois de muito vacilar, o governo chinês decretou enfim o “lockdown” em Wuhan e noutras 15 cidades. Depois estendeu medidas de isolamento a todas as províncias. Nem todas foram submetidas ao mesmo rigor, mas passou a haver monitoramento rígido do transporte, para frear a contaminação. A segunda medida a adotar, e a mais importante, é ampliar e disseminar a capacidade de testes. O objetivo é isolar quem estiver contaminado e rastrear todos os seus contatos. Na China, isso foi feito em todas as cidades que não estavam sujeitas às mesmas restrições que os principais focos da pandemia (leia mais aqui). Na Itália, foi a ampliação da capacidade de testes que garantiu o perfil menos devastador da epidemia no Vêneto do que na vizinha Lombardia. Mesmo sem atingir a sofisticação de rastramento da Coreia do Sul ou de Cingapura, os venezianos trataram de identificar a maior quantidade possível de casos, mesmo aqueles com sintomas leves, e de isolá-los, além de rastrear todos os contatos. Aplicaram, até o final de março, quase 2 mil testes para cada 100 mil habitantes, o dobro da Lombardia. A letalidade (mortes por casos confirmados) ficou abaixo de 5%, ante quase 16% na região vizinha. O relaxamento do isolamento social, sem monitoramento dos transportes nem uma capacidade de testes robusta, não passa de uma quimera. A Covid-19 é uma doença insidiosa, que pode ser transmitida por quem aparentemente não apresenta sintoma nenhum. A infecção pode levar até duas semanas para manifestar os primeiros sintomas. Deter o vírus significa saber quem são esses pacientes assintomáticos e isolá-los até da própria família. O Brasil já tem sido leniente na aplicação das normas de distanciamento social impostas até agora. Um levantamento com base na localização de celulares sugere que elas têm sido cumpridas por pouco mais de 50% da população. O Reino Unido, que mal começa a deter o vírus, reduziu por volta de 73% dos contatos, de acordo com um estudo recente. Nas regiões da China que obtiveram êxito para barrar a disseminação, tal redução foi superior a 85%. O desafio por aqui, portanto, ainda é enorme. Em especial, em favelas ou regiões de maior adensamento dos grandes centros urbanos – para cuja população precisará haver garantia de sustento durante um período que se anuncia longo. Ao ignorar a conclusão dos principais estudos científicos e as práticas que deram resultado nos países mais atingidos, tudo o que o governo brasileiro conseguirá é ampliar a disseminação do vírus, a pressão sobre os sistemas de saúde estaduais e o número de mortos. Quando – e se – for reparar o erro, talvez já seja tarde demais.
  4. to vendo que esse primeiro ministro britanico deve ir pro topico 2020 o ano não perdoa daqui a pouco..... Away
  5. Covid-19: após denúncia da França contra EUA, surgem revelações sobre confiscos de máscaras entre países europeus Autoridades francesas afirmaram que os Estados Unidos estão comprando carregamentos de máscaras já vendidos à Europa nos aeroportos chineses. No entanto, dentro da própria União Europeia, países estão confiscando entre si material médico. Autoridades francesas afirmaram nesta semana que os Estados Unidos estão comprando carregamentos de máscaras já vendidos à Europa nos aeroportos chineses por um valor de três a quatro vezes superior ao negociado. No entanto, dentro da própria União Europeia, países estão confiscando entre si o material médico que, em tempos de coronavírus, está valendo mais que ouro. A revelação é feita pela revista francesa L’Express. Uma matéria no site do semanário afirma que "a guerra das máscaras" começou muito mais cedo na Europa. Segundo a L’Express, em 5 de março, a França confiscou quatro milhões de máscaras da empresa sueca Mölnlycke, em Lyon, no sudeste do país. Dois dias antes, o presidente francês, Emmanuel Macron, havia assinado um decreto permitindo ao governo confiscar todos os estoques de produtos e materiais hospitalares do país para lutar contra o coronavírus. De acordo com a Mölnlycke, especializada em produção de equipamento descartável para o setor médico, as máscaras confiscadas pela França deveriam ser enviadas à Espanha e à Itália, que já enfrentavam uma dura etapa da epidemia. A revista L’Express afirma que "não é necessário ser inimigo para entrar em guerra". A matéria lembra que todos os países envolvidos no quiproquó – França, Suécia, Espanha e Itália – pertencem à União Europeia, são aliados no plano militar e signatários de uma estratégia econômica até mesmo no que diz respeito ao setor da saúde. Ao que tudo indica, a crise do coronavírus e a falta de máscaras balançaram as relações e a harmonia entre os parceiros. A situação "transformou os países em beligerantes de um conflito, político, econômico e diplomático", publica L’Express. República Tcheca x Itália O desacordo entre a Suécia e a França não é único na Europa. No momento em que a Itália registrava o recorde de 800 mortos em apenas 24 horas, em 22 de março, 680 mil máscaras e respiradores – enviados pela China à Itália – foram recuperados pela República Tcheca. Foi um pesquisador tcheco, Lukas Lev Cervinka, quem revelou a informação, alertando ONGs humanitárias. Na Itália, os jornais "La Repubblica" e o canal de TV Rai também divulgaram a notícia. Logo depois, o governo tcheco admitiu o "erro", afirmando não saber o destino das máscaras confiscadas pela aduana do país. No entanto, o pesquisador divulgou fotos e vídeos mostrando que as caixas estampavam, em mandarim e em italiano, as inscrições: "ajuda humanitária chinesa para a Itália". Com a forte repercussão da história, o Ministério tcheco da Saúde admitiu a verdade, indicando que o material era, de fato, um carregamento da Cruz Vermelha originário da província chinesa de Zhejiang destinado à Itália. No entanto, não indicou como a remessa foi parar na República Tcheca e se ele já foi distribuído aos serviços de saúde do país. As autoridades chinesas afirmaram que um novo carregamento de material hospitalar será enviado à Itália. 200 mil máscaras confiscadas na Tailândia Autoridades alemãs afirmaram nesta sexta-feira (3) que 200 mil máscaras de proteção contra o coronavírus, que seriam utilizadas pela polícia de Berlim, foram confiscadas em Bangkok. Segundo o governo da Alemanha, o carregamento, encomendado de um fabricante americano, já havia sido pago, mas foi bloqueado no aeroporto da capital tailandesa. A imprensa alemã informa que as máscaras foram produzidas na China pela empresa americana 3M. "Diante da situação atual, partimos do princípio que isso está ligado à proibição de exportação de máscaras pelo governo americano", afirmam autoridades da Alemanha. O episódio irritou os políticos do país. "Isso pode ser considerado como um ato de pirataria moderna", afirmou o senador alemão Andreas Geisel. "Não agimos desta forma com nossos parceiros, mesmo nesses tempos de crise global", reiterou. "Roubo" de máscaras francesas Os Estados Unidos negam ter comprado máscaras destinadas à França, depois da denúncia de duas autoridades francesas nesta semana. De acordo com Jean Rottner, presidente da região Grand Est, os americanos estariam comprando o material diretamente nas pistas dos aeroportos chineses, pagando em dinheiro vivo e de três a quatro vezes mais caro do que o valor original. "Na pista, os americanos oferecem dinheiro e pagam três ou quatro vezes o preço dos pedidos que fizemos", disse Rottner na quarta-feira (1°). Segundo ele, em seguida, os aviões partem aos Estados Unidos e não à França. "É complicado, lutamos 24 horas por dia" para obter as máscaras, disse Rottner, explicando que uma remessa do material adquirido pelos americanos seria distribuída a profissionais que trabalham em casas de repouso para idosos. Na terça-feira (31), Renaud Muselier, presidente da região francesa Provence-Alpes-Côte d'Azur, no sudeste, também reclamou das práticas americanas e do desvio das mercadorias com a oferta de um valor mais alto. "A maior dificuldade é a entrega. Diante deste problema, estamos aumentando a segurança das remessas para que elas não sejam comprada por outros", reiterou.
  6. cara tem jeito de abrir mão da china agora não... infelizmente Away
  7. problema é a ausencia do multiplayer........ valeu man
  8. porra achei que seria no maximo uns 49,00 pilas achei salgado pra um remaster Away
  9. Brasil tem 201 mortes e 5.717 casos confirmados de coronavírus, diz ministério Região Sudeste tem 3406 casos da Covid-19. Casos em São Paulo chegam a 2.339 e total de mortes vai a 136. https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/03/31/brasil-tem-201-mortes-e-5717-casos-confirmados-de-coronavirus-diz-ministerio.ghtml
  10. irado!!!! futuramente devem disponibilizar o multi Away
  11. esse que vai ser o ponto mais critico ao meu ver..... aquela galera que vive na corda bamba vai quebrar economicamente vai ser sem precedentes essa crise Away
  12. Estudo sobre coronavírus prevê 1 milhão de mortos no Brasil se não houver medidas de contenção https://extra.globo.com/noticias/coronavirus/estudo-sobre-coronavirus-preve-1-milhao-de-mortos-no-brasil-se-nao-houver-medidas-de-contencao-24337511.html Run to the hills
  13. cara o problema é que o povo é muito ignorante e anda levando na brincadeira..... fico imaginando quando essa porra chegar nas areas mais carentes, vai ser um puta estrago
  14. Ritmo de contágio do coronavírus no Brasil está igual ao registrado na Itália e acelerando, apontam universidades Instituto de Física Teórica da Unesp afirma que número de infectados, conforme dados desta quinta-feira (19), está dobrando a cada 54 horas — e a cada dia mais rápido. https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/03/20/ritmo-de-contagio-do-coronavirus-no-brasil-esta-igual-ao-registrado-na-italia-e-acelerando-aponta-unesp.ghtml
  15. HOSPITAL ESTIMA TOTAL DE CASOS 15 VEZES PIOR Presidente do Einstein prevê pico em 2 semanas O pico dos casos na epidemia de covid-19 no Brasil deve ocorrer no início de abril Ainda segundo estima ele, para cada caso notificado da doença hoje existem outros 15 infectados sem diagnóstico. https://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2020/03/epoca-negocios-presidente-do-einstein-preve-pico-em-2-semanas.html Tem gente achando que ainda é brincadeira Away
  16. verdade man.... tiro na cara foi complicado parece que os putos ficam dançando Away
  17. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk This is Brazil!!!!
  18. vc disse tudo nobre amigo na verdade tambem acho que fazem omissao dos dados para não causar tanto alarde Away
  19. amigão nunca dei ibope pra essas porra não e costumo não ter cuidado nenhum mas vou te dizer pelo que tenho visto essa porra vai chegar pesada no BR só de ver as medidas do governo de injetar grana na economia pra tentar minimizar o impacto e esse sistema de saude deficiente que ja não da conta do dia a dia quem dira com essa pandemia economicamente vai afetar a todos e muita gente vai perder a vida... espero estar totalmente enganado trabalho com vendas e ja te falo que movimento que era pra estar bombando nesse mes de março ja esta fraco dizem que o apice vai ser daqui 4 semanas vamos ver
  20. rapaz covid 19 é the division puro!!!! ainda mais quando vi aquela noticia sobre alta procura de armas nos EUA
  21. Americanos fazem fila para comprar armas durante pandemia do coronavírus O pânico provocado pela pandemia do coronavírus está fazendo americanos formarem filas em lojas para comprar armas. Em alguns casos, as filas chegam às calçadas. Califórnia, Nova York e Washington - os estados mais atingidos pela Covid-19 - tiveram uma disparada na venda de armas nas últimas semanas. Muitos clientes citam que o motivo é a "proteção da família" no caso de saques durante a pandemia. Outros foram às compras acreditando que alguma lei emergencial limitando a vendas de armas no país seja aprovada nas próximas semanas. A procura também cresceu entre a comunidade de origem oriental, temendo ataques racistas, já que o epicoentro da crise foi a China. Segundo a loja online Ammo.com, a venda de armas subiu 68% desde 23 de fevereiro, quando vieram as primeiras informações de explosão do número de casos de infecção por coronavírus na Itália. "Há muita incerteza e paranoia, mas você tem que se proteger", disse ao "USA Today" Ralph Charette, de 71 anos, que gastou US$ 1.500 (cerca de R$ 7.500) em uma loja de Germantown (Wisconsin, EUA). "Políticos e pessoas que são contra armas vêm nos dizendo que não precisamos de armas. Mas agora muitas pessoas estão realmente assustadas e precisam tomar a decisão sozinhas", afirmou ao "LA Times" John Gore, 39 anos, que estava em uma fila para comprar arma. O coronavírus já matou 69 pessoas e infectou outras 3.774 nos EUA. Amelia Adams, correspondente nos EUA do canal Nine News (Austrália), conversou que pessoas nas filas. "As pessoas me disseram que temem que, com escassez de alimentos e outros suprimentos, elas precisem proteger as suas famílias", contou. Uma reportagem do "Los Angeles Times" afirmou que, além da corrida por armas, americanos estão estocando grande quantidade de bebidas alcoólicas e maconha na Califórnia.
  22. OMS diz que há registro de morte de crianças por Covid-19 Diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, fez declaração nesta segunda (16). https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/03/16/oms-diz-que-ha-registro-de-morte-de-criancas-por-causa-do-covid-19.ghtml olha a merda ai.....
  23. pqp é muita ignorancia........ RJ pode chegar a 24 mil casos de coronavírus em um mês se medidas de prevenção não forem respeitadas Segundo secretário de Estado de Saúde, caso as pessoas permaneçam em casa, esse número cai para três mil casos. https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/03/16/rj-pode-chegar-a-24-mil-casos-de-coronavirus-em-um-mes-se-medidas-de-prevencao-nao-forem-respeitadas.ghtml
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