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Adon

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  1. DHX uniu forças para filtrar, parabéns! Colocando de lado o viés partidário, a questão lógica-histórica-legal do "mensalão" está muito bem descrita. Por isso vale bem a pena dar uma olhada, mesmo que o nome PT (essa sigla assustadora!) apareça diversas vezes. Essa questão do "Eu não voto em partido, eu voto em pessoas" ...eu não consegui captar um foco nisso. Apesar de concordar com a autora. Conversando com uma galera do sindicato da Petrobrás, por exemplo, vários apenas votarão na Dilma devido por não haver outra alternativa. Impressionante como o pessoal destaca as diferenças entre Lula e Dilma em relação ao tratamento dado na comunicação entre representantes de categorias e governo. Eu conheço que vota em Lula e não vota em Dilma nem pagando, também. Como conheço PSDBistas que votaram em Lula para não votar em Serra, hehehehe. Que é isso, novinho, que é issso???? Plenamente veraz e vc parou muito cedo!
  2. Storm, vc é melhor do que isso, caba!!! Hehehehehe!!!!!!!!!
  3. Maria Luiza Quaresma Tonelli Quando Roberto Jefferson veio com a conversa do "mensalão", Delúbio Soares teve a dignidade e a coragem de assumir que o PT fez uso da prática do caixa-dois. Delúbio não foi hipócrita nem covarde nunca, em nenhum momento. Durante todos esses anos sustentou o que disse desde o princípio. O uso do dinheiro não contabilizado (caixa-dois) decorre do nosso sistema político, pelo qual empresas doam dinheiro para candidatos em campanha eleitoral. Empresas doam dinheiro para candidatos, não por ideologia, pois doam para vários candidatos. Empresas doam porque têm interesse, não paixão política. Interesse de empresa é lucro, jamais o bem comum. O PT, para quem não sabe, sempre defendeu o financiamento público exclusivo de campanha. Ora, quando um partido tem um candidato a presidente, precisa fazer aliança com outros partidos, tanto para ajudar a eleger o candidato como para formar a base aliada a fim de garantir a tal governabilidade. Ou seja, para que o/a presidente eleito/a consiga aprovação de suas propostas no parlamento. No sistema presidencialista é assim; o chamado "governo de coalizão, diferentemente dos sistemas parlamentaristas. Nestes, após a eleição do presidente o povo vota em deputados de partidos afinados com o partido do presidente eleito. Por que em nosso sistema político um partido precisa ajudar os partidos aliados numa campanha eleitoral? Ora, não sejamos hipócritas. Precisa "comprar" o apoio dos aliados. Nenhum partido vai fazer campanha para eleger o candidato de outro partido de graça, pelo simples fato de que, além de ter interesse em eleger o máximo de seus candidatos para ter mais poder político, precisa eleger parlamentares para formar a base aliada. Sabemos que sem dinheiro ninguém consegue se eleger. O voto ideológico no Brasil é muito restrito. Uma campanha demanda dinheiro para pagar pesquisas, material de campanha, alimentação, combustível, propaganda, cabos eleitorais para fazerem o trabalho de convencimento nas bases, enfim, só no gogó em palanques, em caminhadas e no horário eleitoral na rádio e na TV ninguém ganha eleição. O partido de Roberto Jefferson foi um dos que se aliaram ao PT para eleger Lula e parte do dinheiro que recebeu, o "delator do mensalão" colocou no próprio bolso. Quando se pretende desmascarar a farsa do mensalão é porque o dinheiro repassado para parlamentares de outros partidos era dívida que o PT tinha ainda com esses partidos, não desvio de dinheiro público para "comprar apoio no parlamento" através de pagamento a cada votação de interesse do governo Lula. Se houve um crime, como assumiu de forma corajosa Delúbio Soares durante os trabalhos da CPI, foi o crime de caixa-dois, um crime eleitoral, não da esfera do Direito Penal. Um crime que praticado por todos os partidos, que sempre existiu e vai continuar existindo caso não seja realizada uma reforma política e eleitoral neste país. Mas a montagem de um pacote chamado "mensalão" com um chefe de uma grande quadrilha, com vários núcleos (político, publicitário e operacional) foi muito bem arquitetada e no fundo tinha um único objetivo que era, inicialmente, chegar ao impeachment de Lula. Como perceberam que isso poderia ter consequências desastrosas, então o negócio foi preservar Lula e começar por destruir o homem forte do governo: Zé Dirceu, o "chefe da quadrilha". Tinham a certeza de que Lula não seria reeleito, o que não aconteceu. Depois achavam que o "escândalo do mensalão" impediria que Lula não elegeria sua sucessora. O que não aconteceu. Depois acharam que um julgamento em plena campanha eleitoral impediria que o PT elegesse Fernando Haddad. O que não aconteceu. Findo o "maior julgamento da história", encontram-se presos hoje José Dirceu, Genoino (em prisão domiciliar provisória), Delúbio Soares e João Paulo Cunha. Cada um deles com uma história de luta no partido e pela democracia. Um julgamento que se mostrou político do início ao fim e que continua político e de exceção na fase de execuções penais, desde a prisão de José Genoino e José Dirceu num feriado da Proclamação da República até agora, com as flagrantes arbitrariedades que têm sido cometidas contra Delúbio Soares e José Dirceu, num claro indício de uma sanha persecutória do presidente do STF, que cometeu um gravíssimo desrespeito aos seus pares e à própria instituição quando, após proclamar o resultado do julgamento dos embargos infringentes, que absolveu os réus acusados do crime de formação de quadrilha, afirmou que os votos da maioria dos ministros basearam-se em “argumentos pífios” de uma maioria composta “sob medida”. Acusou Barroso, reconhecidamente um dos maiores constitucionalistas do país, como Teori Zavascki, proveniente do STJ, não apenas de serem ministros vendidos, mas de comporem com os ministros que já tinham absolvido, uma maioria de conveniência. Triste tarde para o STF, para a democracia, para o Estado democrático de Direito e para nação quando aquele que preside um dos três poderes da República se arvora a praticar tamanha afronta. Nem no tempo da ditadura coisa semelhante aconteceu. Isso prova o que tanta gente afirmava: que Joaquim Barbosa atuou como um membro do MP, não como magistrado. Seu objetivo nunca foi julgar os réus da AP 470, mas condenar e prender os réus do “mensalão” e, pelo jeito, com pretensões eleitorais. Enfim, não sejamos hipócritas. Sem o caixa-dois e sem o financiamento de partidos aliados Lula não teria sido eleito. Nem o país teria hoje 40 milhões de pessoas que saíram da linha da pobreza extrema, só para citar um exemplo dos avanços dos governos Lula e Dilma. Antes que alguém diga que os fins não justificam os meios, digo logo que o recurso a esta frase muitas vezes denota a pura hipocrisia dos que sempre valorizaram muito mais os meios do que os verdadeiros fins da política. No fundo, a oposição não tem ódio da "falta de moral" do PT. É ódio ao PT. O apelo ao discurso da moral e da criminalização do PT é meramente um expediente, uma reação dos que não se conformam em ter deixado de conduzir o país a partir da casa grande. O ódio é porque o PT chegou ao poder. É preconceito ideológico e ódio de classe. Para essa gente o PT bom era o PT que vivia de vender camisetas e estrelinhas em tempo de campanha. O PT que não tinha cacife para chegar ao Planalto, esta é a verdade. O discurso moralista que grassa na imprensa contra a absolvição pelo crime de quadrilha é a reação dos que queriam formar uma opinião generalizada sobre o PT como uma grande quadrilha, a fim de influir na reeleição de Dilma. O sonho dos que queriam se ver “livres dessa raça” por uns 30 anos começa a se tornar pesadelo com a perspectiva das revisões criminais e dos recursos às cortes internacionais. O julgamento da AP 470 com a condenação dos réus petistas fez com que muita gente achasse que a militância fosse ficar constrangida, acuada e envergonhada do próprio partido. Pelo contrário. Fortaleceu e uniu uma militância extremamente politizada que não aceita e nem aceitará os erros de tal julgamento nem a injustiça dele decorrente. Uma injustiça que ameaça a democracia, pois a injustiça que se pratica a um e a alguns é uma ameaça que se faz a todos e a cada um no Estado democrático de Direito. Petistas têm admiração, respeito e orgulho pelos companheiros que estão presos. Têm orgulho de ser petistas, de defender a política e a democracia. Ao contrário dos que os acusam. A estes sim falta dignidade, a coragem e a competência necessárias para a disputa verdadeiramente política, posto que só sabem fazer a disputa política pela via do denuncismo, da acusação, do golpe baixo e do moralismo fácil e barato. Talvez seja por isso que se dizem “apartidários”. Maria Luiza Tonelli é advogada, professora, mestre e doutora em Filosofia pela USP. ................................
  4. Esse Psycho Pass vale a pena? Gostei bastante do Attack on Titan.
  5. Abandonei Killzone SF e comecei Lightning Returns. Jogando aos poucos e gostando muito.
  6. Só o que escuto falar é que a dificuldade do jogo é boa, então parece-me que há algo "gamer"-"oldschool" nele. Não deve ser pior que Killzone Shadowfall, que é lindo e chato. Olha que eu gostei dos outros games da série. O jogo está abandonado pela metade no meu aparelho.
  7. Um dos maiores cavalos de tróia dos últimos tempos. Noções básicas de Direito precisam ser ministradas na rede de ensino médio, princípios norteadores e um pouco de Constituição, pelo menos. O caso da aceitação passiva da PEC37 e do Joaquim Barbosa são duas temeridades a olhos vistos. Muita gente não sabe o que significa Justiça, ser razoável, não compreende o que vem a ser o princípio da dignidade humana, mínimo existencial, maldiz os "Direitos Humanos" e etc. Certo que a comunicação do Governo Federal é um lixo, mas eu espero mais de quem tenha acesso à internet, acesso à diversidade de informações e pelo menos saiba ler/interpretar.
  8. Sem dinheiro, putz.....LEPO LEPO!!!!! Ah, eu já não sei o que fazer Duro, pé-rapado e com o salário atrasado Ah, eu não tenho mais pra onde correr Já fui despejado, o banco levou o meu carro Agora vou conversar com ela Será que ela vai me querer? Agora vou saber a verdade Se é dinheiro, ou é amor, ou cumplicidade Eu não tenho carro, não tenho teto E se ficar comigo é porque gosta Do meu ranranranranranranran lepo lepo É tão gostoso quando eu ranranranranranranran o lepo lepo Ah, eu já não sei o que fazer Duro, pé-rapado e com o salário atrasado Ah, eu não tenho mais pra onde correr Já fui despejado, o banco levou o meu carro Agora vou conversar com ela Será que ela vai me querer? Agora vou saber a verdade Se é dinheiro ou se é amor ou cumplicidade Eu não tenho carro, não tenho teto E se ficar comigo é porque gosta Do meu ranranranranranranran lepo lepo É tão gostoso quando eu ranranranranranranran o lepo lepo
  9. Também só fui saber os neonazis semana retrasada quando vi o programa da Waldvogel em que dois professores discutem a situação da Venezuela. O tal Igor Fuser encaixota o professor coxinha da USP, tanto na questão venezuelana como na Ucraniana. O primeiro já menciona o caráter Nazi, o segundo ri e rechaça.
  10. Olha a exaltação fera.... Não houve salvação ou truque Mandrake, o Barroso foi claro ao defender que não existiu o crime formação de quadrilha e ao condenar a desproporção em relação à pena fixada. Na formação de quadrilha, deve haver uma associação específica para cometer crimes. Teria de haver Dolo Específico, uma união dos acusados para praticar a mesma ilegalidade. Se vc estudar um pouco o caso, verá que em nenhum momento foi provado um vínculo associativo dos réus. Lembre-se que todos os acusados tiveram suas vidas devassadas completamente. Ou seja, uma prova não faltaria. A Lei Penal não aceita interpretações outras que não sejam à letra da lei. É aquilo que está escrito, Crime de formação de quadrilha não cabe. Outra questão foi a dosimetria das penas, no qual os acusados tiveram as penas por formação de quadrilha muito maiores do que outros crimes mais graves dos quais foram acusados (crime de corrupção, por exemplo). Isso é uma afronta ao Direito, à Justiça, ao bom senso e à inteligência. Foi engraçado ver o Barbosa se enfurecendo quando o Barroso citava essa questão com números. Foi humilhante. Vc pode não gostar da galera do PT, eu não defendo que sejam inocentes de outros crimes, mas no mínimo devem ter um julgamento claro e justo, algo que não aconteceu durante esse processo. Vide "Domínio do fato"...
  11. Que texto massa, hehehehe!!! Impressionante a história se repetindo...
  12. Barroso deu uma senhora aula de Direito e sobriedade. Esperneia Barbosinha, hehehehe!!!!
  13. Existem razões históricas e repetição exaustiva durante mais de meio século de situações provocadas pelos EUA. Não me impressiona, pelo fato da repetição e de algo normal em consideração por ser o País mais forte e influente no mundo. O que me comove é o não-conhecer e o faz de conta em ignorar suas tomadas de posições em diversas áreas do planeta e a aceitação fácil e sem o mínimo de questionamento diante das notícias plantadas.
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