Jump to content

Sgt. Rock

Membro Ativo
  • Content Count

    8,577
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    15

Sgt. Rock last won the day on January 12

Sgt. Rock had the most liked content!

Community Reputation

459 Contribuidor oldschool

About Sgt. Rock

Previous Fields

  • Registro Inicial
    18/03/2006

Recent Profile Visitors

9,866 profile views
  1. Bom, fui passar o final de semana na casa da sogra. Como lá agora já tem internet fibra óptica e eu nunca tenho nada pra fazer lá, a não ser comer e dormir, levei meu tablet e passei os 4 dias comendo, dormindo e assistindo anime. Acabei me deparando com muita coisa boa, enquanto estive lá. Seguem as recomendações. No gênero ROMANCE/DRAMA: Pra quem curte o gênero, esse anime é um prato cheio. Ele conta a história de um garoto que se envolve com um fantasma de uma garota que assombrava a escola dele. Essa garota fantasma não se lembrava do passado dela e, portanto, o motivo dela ser um fantasma que assombrava a escola. O desenvolvimento do anime gira todo em torno desse garoto, dessa fantasma e mais dois amigos, tentando recuperar essa memória perdida e assim descobrir o que foi que aconteceu com a garota que levou ela a se tornar um fantasma e ficar presa à escola. A história dela é BEM macabra. Só digo isso. O romance que se desenrola entre o protagonista e a fantasma também é bem legal. E o final então, putz, de fazer cair água dos olhos. O bom desse anime é que o autor teve a coragem de fazer dois finais diferentes pra ele. Quem gosta de um final triste, assiste até o episódio 12 e para por ali mesmo (esse final foi foda, super emotivo). Já quem gosta de um final feliz, pega pra assistir o episódio 13 (desconfio que esse episódio é um episódio extra, criado justamente pra apaziguar os ânimos daquela galera que gosta de finais felizes, e ficou puta com o episódio 12). Só esclarecendo que esses 2 finais diferentes não se contradizem não. O autor conseguiu fazer eles de forma que exista uma conexão lógica entre eles. Enfim, recomendo fortemente a assistida. Agora, no gênero AÇÃO/SUSPENSE: Cara, esse anime me fez lembrar muito do GANTZ. Os traços são parecidos e a abordagem também. Ele conta a história de um camarada que desistiu de ter uma vida social e passou a viver trancado dentro do quarto, jogando um game online chamado Btoom. Um jogo tipo esses que estão na moda hoje em dia, com é mesmo o nome desse gênero? Battle Royale? Isso mesmo, Battle Royale. Nesse jogo, a única arma que os combatentes possuem são bombas, tipo granadas, mas dos mais variados tipos e efeitos. Num belo dia, depois de virar a noite jogando, o protagonista acorda numa ilha deserta, com a cabeça sangrando. Bom, resumindo, ele foi forçado a participar de uma versão "reality show" desse jogo Btoom. Agora ele está preso numa ilha, junto com um cacetada de outros jogadores, onde ele só tem duas opções, matar ou morrer. Assim como no GANTZ, as mortes nesse anime são bem violentas, tem umas granadas que são sinistras. A história do anime gira em torno desse rapaz tentando vencer/sobreviver nesse jogo reality show. É bem bacana o anime. O ruim é que ele só teve 13 episódios e não terminou a história. Quem quiser saber o final da história, vai ter que ir pro mangá que deu origem ao anime. O mangá já terminou, então, tá tranquilo saber o final. Infelizmente, o anime não vendeu o suficiente para garantir uma segunda temporada e encerrar a história. No gênero COMÉDIA ROMÂNTICA/HARÉM: Não tenho muito o que dizer sobre eles não. Pra quem gosta de comédia escrachada, esses 2 aí são bem legais. Eu rachei de rir com o Majikoi, onde a mulherada é doida pra dar pro protagonista, mas ele corre delas igual o diabo corre da cruz. As piadas são hilárias. E esse anime não é muito reservado não, vira e volta ele mostra o protagonista ficando com a "pistola armada" por debaixo da calça, em razão de alguma investida das garotas. Tem um episódio que me fez chorar de rir, um em que a mulherada invade o quarto dele escondidas e descobrem onde ele guarda os vídeos pornôs dele e daí começa a assisti-los, dizendo que querem aprender as posições que ele gosta. PQP!!! Eu ri demais das caras que elas fazem. O segundo, Love Tyrant, é mais light. A graça dele tá na namorada do protagonista, que é uma piscopata (yandere) e vive matando o protagonista esfaqueado (literalmente, mas ele não morre porque é imortal). Nada de especial em nenhum desses dois, apenas uma boa comédia escrachada e descompromissada. Por isso a recomendação.
  2. Porra!!! Se isso aqui se confirmar, eu já sei por qual carro eu vou trocar meu Hyundai Creta. Esse motor 1.0 turbo me interessou muito. O meu 1.6 aspirado bebe MUITO. A versão anterior desse carro era muito feia, por isso nunca nem cogitei a hipótese de pegar um. Já essa nova versão aí, a coisa muda completamente de figura. Ficou lindão.
  3. Se essas specs de GPU que estão saindo aí se confirmarem, o xbocão vai ser consideravelmente mais poderoso que o PS5 ein? Microsoft ficou traumatizada com a geração passada (que ainda é a atual). Eu só fico imaginando o que ela vai fazer pra manter o preço do xbox competitivo. Usar o chip completinho aumenta demais o custo de produção geral. Por isso que a Sony, desde o PS4, pega o chip completo e desativa partes dele, assim ela pode aproveitar praticamente todos os chips que saem da fábrica, mesmo os que vierem com algum defeito.
  4. Outra recomendaçãozinha foda para os meus miguxos (tô de férias agora, então, tô assistindo um anime atrás do outro). CLASSROOM OF THE ELITE ( Yōukoso Jitsuryoku Shijō Shugi no Kyōshitsu). Esse anime conta a história de uma escola criada para receber apenas os melhores alunos do Japão. Quem se forma nessa escola, já sai de lá com os melhores empregos do país garantidos. Mas acontece que por ser uma escola para super dotados, ela não funciona da mesma forma que as escolas normais, nela existe um sistema de ranking de turmas, distribuídas entre A, B, C e D. Apenas quem se forma na turma A é que consegue sair de lá já super bem empregado, o resto, não consegue nada. Os alunos são distribuídos entre as turmas de acordo a sua inteligência. Os melhores são colocados na turma A e os piores na turma D. A escola incentiva a disputa entre as turmas. Mesmo que você tenha sido colocado na turma D, se a sua turma se esforçar, ela pode ser promovida para C, B ou mesmo A. Nisso nós chegamos nos nossos protagonistas, que foram alocados para a turma D e lutam para conseguirem serem promovidos pra A. As disputas entre as turmas envolvem testes que vão muito mais além de conhecimentos acadêmicos. Provas não convencionais, que medem diversas características dos alunos. Inteligência, perspicácia, audácia, liderança, etc, etc, etc. O protagonista da história, um cara que ninguém dá nada por ele, mas na verdade é um gênio que prefere se manter "apagadinho" faz desse anime um espetáculo. O cara é muito inteligente, muito esperto e, principalmente, muito maquiavélico. Quem aqui assistiu Code Geass? Lembra do Lelouch? Pois esse protagonista desse anime coloca Lelouch no bolso. Ele não é mau, mas ele também não é bom. Ele faz o que precisa ser feito para alcançar o seu objetivo. Se fosse pra trazer esse personagem para o mundo de D&D, ele seria classificado como "TRUE NEUTRAL". Infelizmente, o anime, que só tem 12 episódios, conta a história apenas dos 3 primeiros livros lançados. Mas como eu curti demais o anime (adoro confrontos de inteligência), eu baixei os livros para ler. Já li o quarto livro e estou agora terminando o quinto (até agora já lançaram 11, eu acho). Muito bom, que não assistiu, recomendo que assista. Tem no Crunchyroll. E se gostar, busque os livros, a história só fica melhor neles.
  5. De fato, eu vou concordar com você no caso do Mahiro. O desenvolvimento do personagem dele foi espetacular por boa parte do anime, mas depois de um certo ponto, a peteca caiu e ele praticamente se tornou um personagem secundário da história, em termos de desenvolvimento. Mas em compensação, o desenvolvimento do Yoshino foi muito bom. Aliás, no final, você chega à conclusão de que o Yoshino é que era o protagonista do anime, durante o tempo todo. Eu gostei demais do fato do anime ter usado o "sobrenatural" para mostrar algo que é bastante "natural". Não importa o quão racional e lógica a pessoa seja, o ser humano é um ser emotivo antes de tudo, e tentar reprimir essa natureza, embora possa apresentar resultados favoráveis num primeiro momento, a médio ou longo prazo isso pode fazer com que o sujeito "quebre". No final das contas, todos nós temos que extravasar o que sentimos, uma vez o outra, cedo ou tarde. Quanto aos mistérios deixados no ar, pra mim, só tiveram 2. O primeiro, eu consegui a resposta no mangá. Enquanto que o anime apresenta apenas algumas teorias a respeito da resposta desse mistério, o mangá afirma qual dessas teorias era a correta. Mas não era uma resposta lá muito impressionante não. O autor desse anime conseguiu fazer um ótimo trabalho ao criar certos mistérios e suspense, porém, em alguns casos, na hora de respondê-los, ele utilizou respostas "simples", vamos assim dizer. O mistério que eu não consegui entender, que o anime diz que responde mas eu não aceitei a resposta, foi a explicação para a morte da Aika. Aqui, alguém aqui gosta de animes de romance? Foda-se, eu gosto. Hehehehe... YOUR LIE IN APRIL Assisti esse antes do Zetsuen no Tempest. My God! Que história bonita. Esse anime conta a história de um garoto que era um gênio do piano e fez muito sucesso na infância, porém, devido a um trauma, ele parou de tocar. Anos depois, ele conhece uma garota, pela qual ele se apaixona a primeira vista. Essa garota, conhecendo a história dele, resolve tentar ajudá-lo a superar esse trauma e voltar a tocar piano. Acontece que esse trauma dele é bem profundo, então, a tarefa da garota vai ser muito difícil, porém, como ele está apaixonado por ela, ele tende a ceder um pouco. Basicamente é essa a premissa do anime. O que eu achei interessante nele é que, embora seja um anime de romance, ele não tem romance algum, assim, não tem namoro (o anime não tem "filler", então, é praticamente impossível comentar sobre ele sem dar algum spoiler). É o tempo todo o protagonista nutrindo sentimentos pela garota, mas sem poder expressá-los a ela pois ela é apaixonada pelo melhor amigo dele. No decorrer do anime, o autor vai criando situações que faz com a gente fique em dúvida se a garota é mesmo apaixonada pelo amigo do protagonista, ou se ela sente alguma coisa pelo protagonista. O problema é que, ao mesmo tempo em que o autor dá pequenos indícios de que ela gosta de um, ele também dá indícios de que ela gosta é do outro. É assim o anime todo, até que chega o final e todas as peças do quebra-cabeças se encaixam com perfeição. Espetacular o final e como o autor amarrou toda a história até aquele ponto. Tudo, absolutamente tudo na história, cada cena, cada eventos, tinha conexão e uma razão de ser. Até o título do anime está diretamente ligado ao plot dele. E a forma como o autor mostra isso pra gente é o ponto mais forte do anime. Sério, eu, um marmanjo de quase 40 anos, tive um pequeno vazamento de água nos olhos quando o autor revelou isso. Eu gostaria de deixar mais um comentário sobre o final aqui. Sem tentar fazer spoiler, mas meio que já fazendo, se você for do tipo que tem o coração mole, trate de endureço-lo, do contrário, tu vai ficar que nem eu, deprê por alguns dias... hahahahaha.... Autor FDP!!!!!!!! A arte desse anime também é um espetáculo por si só. Os personagem esbanjam carisma.
  6. ZETSUEN NO TEMPEST Assisti esse anime no último final de semana e fiquei impressionado. Descobri ele por acaso, através de um vídeo qualquer recomendado pelo Youtube. Procurei, baixei e assisti. QUE ESPETÁCULO DE ANIME!!!! O anime é antigo já, de 2012, mas a animação é muito boa mesmo assim. O ponto forte dele é a história, que é fenomenal. A premissa dela não é lá grandes coisas não, um bando de mulekes tentando evitar o fim do mundo. O forte dela é o seu desenrolar, um suspense espetacular. A história é mais ou menos assim: Os protagonistas, Mahiro e Yoshino, são amigos desde a infância. Mahiro tem uma irmã adotiva, Aika, pela qual ele é meio obcecado (clássico siscon), porém, essa irmã dele namora escondido com o seu melhor amigo, Yoshino. Eles mantém esse namoro escondido por um bom tempo, até que num belo dia, Mahiro encontra Aika morta, assassinada, dentro de sua própria casa. A polícia investiga o caso mas não consegue descobrir quem foi o assassino ou porque Aika foi assassinada, então, revoltado da vida, ele parte numa jornada, sozinho, pra descobrir e matar esse assassino. Enquanto isso, Yoshino, que sempre foi uma pessoa extremamente racional (o oposto do amigo, Mahiro), suprime a dor da perda e continua sua vida de estudante, até que um belo dia, um ano depois do assassinato de Aika, enquanto ele visitava o túmulo dela, ele é atacado por uma mulher desconhecida, que acusa ele de saber o paradeiro do Mahiro e exige dele essa informação. Quando Yoshino estava prestes a ser morto por essa mulher (por um tiro de espingarda no meio das fuças), eis que Mahiro chega e o salva, utilizando-se de magia. Mahiro então explica para Yoshino que ele se tornou discípulo da maga mais poderosa do planeta, chamada Hakaze, que estava presa numa ilha deserta, no meio do nada e impossível de ser localizada pois havia sido ocultada por magia. Mediante um acordo de benefícios mútuos, Mahiro se compromete a ajudar Hakaze a se livrar da prisão e pegar os caras que colocaram ela nessa prisão (pra evitar que ela impedisse o fim do mundo) e Hakaze se compromete a ajudar Mahiro a encontrar o assassino de sua irmã. Yoshino, que não tinha nada melhor pra fazer, resolve acompanhar o amigo nessa empreitada. Assim começa a aventura dos dois. O anime tem algumas boas cenas de ação, mas o forte dele não é esse, o forte dele é o suspense e mistério que gira em torno do assassinato de Aika e libertação da Hakaze. PQP!!!! O anime trabalha muito bem isso. Mais pra frente, quando um desses dois tópicos está para ser resolvido, rolam uns 3 episódios SÓ DE CONVERSA, mas não é conversa fiada não, é papo cabeça mindfuck do caralho, como se fosse uma partida de xadrez, mas apenas por diálogos. Quando você pensa que um lado está vencendo, o outro vem e consegue fazer uma reviravolta e ficar por cima da situação, mas logo depois, o outro lado vai lá e joga na conversa uma teoria que reverte tudo novamente. Esse confronto de palavras tem muito haver com a tal experiência do "gato de schrödinger". Quem ainda não leu a respeito, leia, é um mindfuck fenomenal. Os episódios são pura conversa, mas conseguem deixar a gente numa adrenalina do caramba, como se fosse uma mega luta de super poderes. A história do anime é repleta de "plot twists", um atrás do outro, mas sempre inesperados. Eu mesmo, não acertei nenhuma das minhas previsões. O final da história principal (salvar o mundo), deixou a desejar, mas a resolução dos dois mistérios que falei foi extremamente satisfatória, principalmente a do assassinato da Aika. PQP! Mindfuck total. Enfim, já escrevi demais já. Quem não assistiu ainda esse anime, recomendo fortemente.
  7. Acabei de zerar esse joguinho. Os fãs da Platinum Games que me perdoem, mas QUE JOGO RUIM!!!! Paguei full price nele e estou profundamente arrependido de ter feito isso. Esse é o segundo jogo dessa desenvolvedora que eu compro, e vai ser o último também. Não dá, não tem jeito, Platinum Games e eu não combinamos. Eu já sabia que o combate desse jogo muito provavelmente não iria me agradar, porém, pelo que vi nos trailers, gameplays e reviews, eu achei que os demais aspectos do jogo fossem compensar o fato de o combate não me agradar. Tipo, eu pensei que a jogabilidade do game tivesse um fator RPG mais proeminente. Que nada!!! Quando seu personagem "sobe" de nível, ele aumenta um pouco o HP e mais nada. Daí, além disso, você pode pagar pra aumentar o nível da sua arma, e também comprar skills e equipas chips de atributos nos seus "pets". No final das contas, o impacto disso no jogo é praticamente nulo. Além do combate button smasher descerebrado, eles colocaram uns outros modos de jogo que ficaram mais toscos que o combate. Umas sidequests ridículas, tipo, comprar um sorvete pra um guri, ajudar um turista a encontrar uma loja, empurrar uns carros pra liberar o transito. Tudo enxeção de linguiça, pra tornar o jogo mais longo. Eu achei que a história fosse ser o ponto forte do jogo pra mim, aliás, esse foi o fator de compra decisivo. Pelos trailers, a história cyber punk parecia ser bem legal. Outro engano! Quer saber como é a história desse jogo? Imagina um clone de Evangelion, agora imagina um clone bem vagabundo. É a história desse jogo. Vou dizer mais nada além disso não. Graficamente o jogo é bom, assim, mais pelo designe artístico do que pelos efeitos visuais. Aliás, acho que esse é o único ponto do jogo que eu posso dizer que gostei. Mandaram muito bem na arte do jogo. Enfim, se alguém aí tiver o Daemon X Machina e quiser trocar comigo por esse Astral Chain, me manda uma MP... hehehehe... Ah! A dublagem do jogo também é muito tosca. Saporra dessa irmã dele, vontade que eu tinha era de matar ela. Guria chata do caramba. Hehehehehe...
  8. Acho que impressão de que a atual geração será mais curta não procede. É só parar para analisar as datas de lançamento dos consoles: PS1: 03/12/1994. PS2: 04/03/2000. PS3: 12/11/2006. PS4: 15/11/2013. PS5: xx/xx/2020. Analisando essas datas, dá para ver que, na verdade, a vida útil do PS4 será igual, ou quase igual, a do PS3, que por sua vez, foi a maior dos consoles da Sony, até então.
  9. O que eu mais gostei nisso tudo aí foi a informação de que a bateria terá maior duração. Pra mim, essa era a pior coisa do Dual Shock 4, a bateria fraca. Poxa, no PS3, eu jogava uma semana inteira sem precisa recarregar. O controle do Switch é a mesma coisa, fico uma semana ou mais jogando, sem precisar recarregar, já no PS4, a porcaria da bateria do controle dura mal mal um dia. É a mesma coisa com o Gold Wilreless Headset da Sony. A bateria não dura merda nenhuma também. Espero que tenham a decência de colocar uma bateria parruda de verdade nesse Dual Shock 5.
  10. Fazer o que? Isso é igual dorgas, se tem que compra, vai sempre ter quem vende. Hoje em dia, quem manda no mercado é essa geração leite com pera, criado trancafiado dentro de apartamento, e que os pais liberam o cartão de crédito pro muleke gastar com coisas virtuais e assim ficar sossegado, dar menos trabalho e importunar menos o pais, que gostam de trepar mas não gostam de assumir as consequências advindas da trepada (dando a desculpa de que não tem tempo). Difícil encontrar pais hoje em dia que não ficam empurrando tablete e celular pros filhos, para ver se eles ficam mais quietinhos. Esse crescimento no mercado de "loot boxes" e afins é uma consequência direta disso.
  11. Verdade. No PS3 os jogos rodavam em baixa resolução para conseguir manter o framerate alto e com isso o visual ficava bem aquém das versões Xbox mesmo. Percebe-se que eles reduziram o dano das armas (ou aumentaram o life dos personagens) para poder tornar o jogo mais acessível aos controles touch. Mas no geral, parece um jogo legalzinho. Com certeza vai bombar de canais no youtube se especializando nele.
  12. Meu irmão teve um Cerato do modelo anterior a esse que agora já não é mais o modelo atual. Realmente, aquele modelo antigo era bem mais bonito, tinha traços mais quadrados, com mais vincos e tal. O modelo posterior ficou muito arredondado e liso. Não gosto desse tipo de design de carro não. É como comparar o HB20 antigo com o novo.
  13. Zerei essa belezinha aí ontem a noite. PQP! Que jogo bom. Se não for melhor que o Megaman 8 e o Megaman & Bass (que para mim, foram os melhores jogos da saga "megamanzinho"), é tão bom quanto. Gráficos lindos e jogabilidade super divertida. Apesar do que, eu ainda prefiro o estilo artístico do Megaman 8. Aliás, eu teria gostado muito se tivessem adicionado mais cenas de anime nesse jogo, como no Megaman 8, mas acho que isso seria pedir demais né? Pelo que entendi, esse jogo só foi possível por ter sido concebido com base num orçamento bem baixo. Só tem um porém, EXTREMAMENTE DIFÍCIL. Esse foi, sem sombra de dúvidas, o Megaman mais difícil que eu já joguei (até então, esse título era do Megaman 3, do NES). Tem algumas partes do jogo que chega a lembrar a série Dark Souls, de tão "roubão" que o jogo fica. Tipo, momentos que foram projetados com o único propósito de foder com o jogador. Assim como na série Souls, é como se o desenvolvedor pensasse: "nessa situação, o jogador vai reagir assim, então, já prevendo isso, eu vou fazer deste jeito, que é pra quebrar as pernas dele". Xinguei pouco não viu. Chegou uma hora que eu cansei de passar raiva e baixei a dificuldade pro fácil. O problema é que aí o jogo já ficou fácil demais. O normal é insanamente difícil, e o fácil parece que foi feito para criança de cinco anos jogar. Mas enfim, jogão de qualquer forma.
  14. Ow! Seu piranho de butequin, saporra desse jogo vai ter um modo multiplayer no estilo battlefield e vc não me fala nada? Acabei de ver isso num vídeo da Digital Foundry, e fiquei interessado. Como é mesmo? Vai ter tanques a helos e aviões? *EDIT OK, acho que agora eu vou poder dizer que quero comprar esse jogo pelo MP...
  15. Nah! Tosco que dói. Se ela está tentando imitar o Nintendo Direct, ela tem muito que aprender ainda. Falando agora do único jogo interessante mostrado nesse trem, The Last of Us 2. E essa aparição do Joel ein? Então quer dizer que ele está vivo, diferente do que estava sendo especulado até então? Sei não, ainda tenho minhas dúvidas. Não é improvável que esse trailer tenha sido concebido como forma de enganar os expectadores, que já tinham uma ideia formada sobre o caso. Porque eu digo isso? Não sei se mais alguém aqui percebeu, mas a cena em que Eli é agarrada pelas costas e a cena em que Joel aparece falando não casam uma com a outra. Quando Eli é agarrada, ela está, visivelmente, num ambiente externo, mas quando a câmera muda pro Joel, é possível notar que ele está no interior de uma casa. Inclusive, até a iluminação da cena é diferente. Sei não, acho que essa cena foi uma montagem, um recorte, feito com cenas diferentes.
×
×
  • Create New...