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Peidãø Neck

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  1. Orra, você é um Herói, assistir 12 minutos do discurso do esterco humano é muita tortura!!!
  2. Discurso de Bolsonaro na ONU foca em apoiadores internos e distorce realidade O presidente fez o discurso de abertura dos debates entre chefes de governo na Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira, em Nova York. Bolsonaro defendeu tratamento sem eficácia comprovada contra a Covid-19 e afirmou que, quando assumiu o governo, o Brasil estava "à beira do socialismo". Para analistas, o presidente fez um discurso sem conexão com a realidade e pouco voltado à comunidade internacional. Bolsonaro diz que auxílio de '800 dólares' ajudou 68 milhões de brasileiros na pandemia O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em discurso de abertura nesta terça-feira (21) da 76ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos, falou sobre o auxílio emergencial criado pelo governo durante a pandemia de covid-19. Conforme Bolsonaro foi criado auxílio emergencial de 800 dólares — cerca de R$ 4,2 mil em conversão para o real — para auxiliar a população. Na fala, ele voltou a atacar as restrições impostas por governadores e prefeitos para frear o avanço do coronavírus. "No Brasil, para atender aqueles mais humildes, obrigados a ficar em casa por decisão de governadores e prefeitos e que perderam sua renda, concedemos um auxílio emergencial de US$ 800 para 68 milhões de pessoas em 2020", afirmou. Aprovado pelo Congresso a partir de proposta do governo, o auxílio emergencial em 2020 criou benefício de R$ 600 para garantir uma renda mínima aos brasileiros em situação mais vulnerável durante a pandemia da covid-19. A quantia foi paga em cinco parcelas.
  3. Ridicularizado, Bolsonaro é alvo de avalanche de denúncias na ONU Resumo da notícia Em apenas dois anos e meio, presidente foi alvo de 32 comunicações sigilosas por parte de relatores da ONU, fazendo denúncias de violações Ranking internacional aponta que "marca Brasil" perdeu dez posições apenas entre 2019 e 2020 Em coversas privadas entre negociadores e embaixadores, referências ao presidente vêm acompanhadas de um tom jocoso e ironias, nem sempre finas Para interlocutores internacionais, apenas uma mudança de discurso de Bolsonaro na ONU não será suficiente para recuperar credibilidade do país. Pelos corredores da ONU, reuniões informais ou conversas sigilosas entre atores da cena internacional, falar em Jair Bolsonaro (sem partido) é a garantia de ouvir dos interlocutores estrangeiros reclamações, denúncias e ironias, nem todas elas finas. Com uma reputação destruída, o presidente chega às Nações Unidas nesta semana num clima de completa desconfiança e irritação diante de suas políticas. Ele será o primeiro a subir no púlpito para fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral, na terça-feira (21). Mas o que ele tem pela frente é uma organização que se transformou no principal palco de denúncias internacionais contra seu governo. Informalmente, ridicularizar o presidente brasileiro passou a ser o "novo normal" nas conversas entre embaixadores. Os exemplos são diários. Na semana passada, uma alta funcionária de um organismo internacional e encarregada de temas de gênero me parou num corredor da ONU para se queixar da postura do governo brasileiro contra o avanço dos direitos das mulheres. Dias depois, numa coletiva de imprensa e diante da ida de Jair Bolsonaro para Nova York sem se vacinar, eu questionei de forma irônica a principal porta-voz da ONU em Genebra se a imunidade diplomática de um chefe-de-estado era suficiente para proteger de um vírus. Com apenas um sorriso, sua reação foi clara. Também na semana passada, numa sabatina que o governo foi submetido na ONU para avaliar a questão de desaparecimentos forçados no país, a intervenção do Ministério da Família, Mulher e Direitos Humanos foi recebida com uma mistura de choque, revolta e deboche. Parte do discurso do Brasil era sobre a postura do país contra o aborto. O problema: o tema sequer estava na pauta da reunião que se dedicava a falar da violência policial, milícias e as vítimas da ditadura entre 1964 e 1985. Na quarta-feira (15), ao divulgar um informe que revelava que o Brasil seria a grande economia que menos cresceria em 2022, um dos autores da previsão foi claro ao explicar que, em parte, o motivo da crise tinha um responsável: "ele". O autor se referia, obviamente, ao presidente brasileiro e o caos político que ele instaurou. O brasileiro, isolado e duramente criticado, terá de fazer gestos internacionais que reduzam o mal-estar que o Brasil vive no palco mundial. Durante a recente reunião de cúpula dos Brics, Bolsonaro usou seu discurso para distribuir elogios aos demais líderes do bloco, inclusive para o chinês Xi Jinping. A atitude representou um contorcionismo diplomático inédito na gestão do presidente, que passou meses atacando a China. Agora, a expectativa é de que ele amenize também seu discurso, diante de sua fragilidade internacional. Assim, a esperança é de que isso se traduza numa pressão menor, justamente num momento em que, em casa, Bolsonaro entra em ritmo de campanha eleitoral, para 2022. Reputação desabou Analistas internacionais não escondem: sob o atual presidente, a reputação do país desabou. Segundo um ranking publicado pela consultoria Future Brand, o Brasil perdeu dez posições na classificação de 2020, em comparação ao ano anterior. Na 57ª colocação, o país é superado pelo Cazaquistão, Panamá ou Egito em termos de "marca internacional". "Considere Jair Bolsonaro", diz o informe. "Ele pode ser popular agora graças ao auxílio emergencial. Mas investimentos estrangeiros deixaram o país e o desemprego bate recorde." O que o ranking traz é, no fundo, um reflexo do que também se vê em corredores dos organismos internacionais. Altos representantes da ONU e embaixadores são claros: o estrago feito por Bolsonaro na imagem internacional do Brasil foi enorme em diferentes áreas e apenas mudar o tom do discurso não será suficiente. Hoje, seu nome é acompanhado por comentários jocosos, de indagação de suas faculdades mentais e de indignação diante das ameaças à democracia. Em apenas dois anos e meio de governo, Bolsonaro foi alvo de 32 cartas e comunicações de relatores independentes da ONU, denunciando violações de direitos humanos cometidos pelo governo. As comunicações, mantidas em sigilo por meses, se referem a temas como violência policial, pandemia, ditadura, imprensa, moradia, educação, racismo e tantos outros. Isso não inclui as dezenas de cartas e comunicados que a ONU recebeu com denúncias feitas por parte de ONGs, ativistas e indígenas contra o presidente brasileiro, além de pelo menos cinco acusações apresentadas à procuradoria do Tribunal Penal Internacional, em Haia. Além das queixas oficiais, o mal-estar também ocorre por conta da campanha que o Brasil fez parte para minar a credibilidade das entidades internacionais, ainda sob a gestão de Ernesto Araújo, no Itamaraty. O governo deixou o Pacto da ONU sobre Migrações e ainda desistiu de sediar uma das principais reuniões sobre meio ambiente. O Brasil ainda mantém uma das maiores dívidas com o organismo internacional. O mal-estar também vem da postura interpretada como uma tentativa de enganar a comunidade internacional sobre a questão do desmatamento. Discursos de Bolsonaro anunciando supostos feitos e compromissos foram recebidos nos últimos anos como um sinal de que não haveria como confiar no país. Bolsonaro ainda foi deixado de fora de uma Cúpula do Clima, no ano passado, por não ter nada a anunciar de concreto. Agora, o novo chanceler Carlos França tenta mudar o tom, recuperando princípios básicos da diplomacia brasileira, entre eles o apoio ao multilateralismo e aos tratados internacionais. Mas sem credibilidade e até ridicularizado, o presidente enfrenta uma comunidade internacional que, antes de voltar dar algum crédito para o brasileiro, espera ver a reconstrução de instituições, a defesa do estado de direito, a retomada de políticas e estratégias sociais e ambientais que foram desmontadas pelo governo em apenas dois anos e meio. E, para isso, experientes negociadores alertam que Bolsonaro terá de mudar muito mais que seu discurso. E isso não está nos planos do Planalto. Bolsonaro e comitiva comem na rua em NY; cidade exige vacinação contra Covid em restaurantes Presidente chegou no domingo aos EUA para participar da 76ª Assembleia Geral da ONU. Cidade exige comprovante de vacinação contra Covid em lugares fechados, como restaurantes. A cidade exige, desde 16 de agosto, que as pessoas apresentem comprovante de vacinação contra a Covid-19 para frequentar lugares fechados, como restaurantes, cinemas, teatros e academias. Ao comer na rua, a apresentação do comprovante não é necessária. Café da manhã no hotel e entrada pelos fundos Na manhã desta segunda-feira (20), Bolsonaro tomou café da manhã no hotel, em uma área reservada à comitiva brasileira. Havia uma placa informando que é obrigatória a apresentação do comprovante de vacinação no restaurante. O presidente brasileiro chegou à cidade no domingo. Para evitar um protesto na porta do hotel em que está hospedado, entrou pela porta dos fundos.
  4. Prevent Senior teria ocultado mortes de pacientes em testes de cloroquina Na pesquisa apoiada por Jair Bolsonaro, o plano de saúde só mencionou duas das nove mortes que aconteceram, segundo um dossiê feito por médicos da Prevent Senior. O estudo tentava apresentar a cloroquina e outros remédios sem eficácia comprovada como possíveis tratamentos de Covid-19. A disseminação desses medicamentos foi resultado de um acordo entre a empresa e o governo federal, diz o documento. O diretor-executivo da companhia, Pedro Batista Júnior, seria ouvido nesta quinta pela CPI da Pandemia, mas não vai comparecer, alegando que foi convocado em cima da hora, com menos de dois dias para viajar a Brasília.
  5. A que ponto chegamos, o "MITO" tendo que pedir conselho para... MICHEL TEMER! É O BRASIL NO FUNDO DO POÇO!
  6. Grupo bolsonarista tenta invadir Ministério da Saúde após hostilizar servidor e jornalistas Manifestantes cercaram e empurraram um servidor aposentado em frente ao prédio do Ministério da Saúde, em Brasília, na manhã desta quarta. Seguranças do local protegeram o homem no hall de entrada e fecharam as portas para impedir uma invasão. Do lado de fora, os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro também hostilizaram jornalistas da Record. Eles protestaram na Esplanada dos Ministérios desde o início da manhã, um dia após os atos que tiveram ataques ao STF e ameaças à democracia.
  7. Quem for baixar é melhor fazer isso logo, com certeza a Nintendo deve derrubar o jogo em breve, acho que ela ainda não está "sabendo"...
  8. PROCESSO NULO Lula tem 18ª vitória na Justiça, com mais uma ação barrada em Brasília Justiça Federal do DF afirma que nova denúncia sobre linha de crédito do BNDES para Odebrechet “não se sustenta” São Paulo – A 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal rejeitou outra denúncia da Lava Jato de Curitiba contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, A ação acusava Lula por suposta corrupção em troca de aumento do limite de uma linha linha de crédito do BNDES em favor da Odebrecht para a exportação de bens e serviços para Angola. Em decisão proferida na sexta-feira e divulgada hoje (6), o juiz federal Frederico Botelho de Barros Viana ordenou o trancamento da ação penal. Com base nessa determinação, o processo será encerrado. É a 18ª vitória de Lula na Justiça contra o que a defesa do ex-presidente classifica como perseguição política através de abusos do sistema judicial – o chamado lawfare. De acordo com o magistrado, as acusações do Ministério Público Federal (MPF) contra Lula “conspurcam existência de justa causa e impedem a continuidade da ação”. A Justiça Federal levou em conta que a denúncia estava baseada em outro processo penal, conhecido pejorativamente como “Quadrilhão do PT”. Nessa ação, Lula já havia sido absolvido pelo 12ª Vara Federal de Brasília. Processo é nulo O juiz também fez referência ao habeas corpus concedido a Lula pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em junho, a Corte decidiu que o ex-juiz, Sergio Moro, agiu com parcialidade e o julgou suspeito nos processos contra o ex-presidente. A sentença do STF determinou ainda anulação do julgamento e das penas impostas, pois Moro não tinha competência para processar Lula. Ao considerar essas decisões, o juiz Frederico Viana escreveu ser “indiscutível o fato de que devem ser desconsiderados todos aqueles elementos voltados a subsidiar a denúncia e que foram atingidos pelo entendimento (do STF)”. Desse modo, julgou que a denúncia contra Lula “fica prejudicada”, pois é impossível sustentar “mínima justa causa apta a garantir o exercício da ação penal”. “Isso porque a justa causa é condição imprescindível à instauração e manutenção de um processo penal em um Estado Democrático de Direito, que deve trazer consigo desde o início lastro probatório mínimo e indispensável para fins de indicação de autoria e materialidade da infração penal supostamente cometida”, argumentou o magistrado. 18ª vitória de Lula Ainda segundo a Justiça Federal, “não se verificou o cometimento de qualquer crime, ao menos não sem que existam outros indícios aptos a reforçar a correção da hipótese ventilada”. A sentença conclui que o MPF, para oferecer nova denúncia, terá de apresentar outros elementos para comprovar a acusação. O trancamento da ação penal também atinge outros réus do processo, entre eles, o ex-ministro Antonio Palocci e Paulo Bernardo de Souza. Em nota, a defesa do ex-presidente comemorou a sentença como “mais uma vitória contra a perseguição jurídica feita contra Lula”. “É mais uma acusação sem cabimento contra Lula, com ilações sem provas”, ressaltam. Essa é a 18ª decisão em favor do petista para encerrar ações penais e investigações contra ele. Em agosto, a Justiça Federal de Brasília também rejeitou a denúncia que pretendia reabrir o caso do sítio em Atibaia contra o ex-presidente. De acordo com os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska T. Zanin Martins resta apenas uma ação penal aberta sobre o “Caso dos Caças”. Nesse processo, apresentado também pelo MPF do Paraná, o ex-presidente é acusado por supostos crimes tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa que teriam sido cometidos entre 2013 e 2015 na compra de 36 caças do modelo Gripen. A acusação já é alvo de petição de trancamento que aguarda apreciação judicial. E, de acordo com a defesa, é mais um processo da Lava Jato que “criou acusações sabidamente falsas”.
  9. QUEIROZ VAI ÀS RUAS EM APOIO A BOLSONARO Fabrício Queiroz, o policial denunciado como operador das "rachadinhas" do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), compartilhou nas últimas horas diversas imagens das manifestações bolsonaristas
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