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Peidãø Neck

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  1. Valeu pelo Bolão, em 2019 dá para fazer outro: E parabéns ao campeão @Ignarius!
  2. Tópico Oficial da Política - ANO 4 - LULA PRESO

    Para o eleitorado, Moro e Temer estão juntos Desaprovações caminham juntas Segundo o dado divulgado periodicamente pelo Estado de S. Paulo relativo à pesquisa Estadão-Ipsos, a desaprovação de Sergio Moro vem caminhando junto com a de Michel Temer. O gráfico mostra na escala do eixo vertical esquerdo o percentual para Moro, e no eixo vertical direito os valores para Temer. É possível notar que de outubro de 2015 a outubro de 2016 a desaprovação de ambos caiu. No meio das duas datas há o impeachment de Dilma: quando Sergio Moro teve um papel crucial ao divulgar as conversas entre Dilma e Lula, e Temer se tornou o principal beneficiário da saída do PT do Palácio do Planalto ao assumir a presidência da república. A partir de outubro de 2016, a desaprovação de Michel Temer aumentou de forma meteórica até junho de 2017, desde então, tendo alcançado o patamar de 85% de rejeição, ela tem permanecido estável. No caso de Moro sua desaprovação também aumentou no mesmo período, ainda que de forma bem menos acentuada do que a de Temer. Porém, o que se destaca é o crescimento de sua rejeição a partir de junho de 2017, quando estava no patamar de 20%, até a última pesquisa em junho de 2018 quando sua rejeição atingiu 40%. A evolução da rejeição de Temer e Sergio Moro sugere que os seus destinos, ao menos no que diz respeito às suas imagens junto ao eleitorado, estão umbilicalmente ligados. Durante o ano de 2017 as principais aparições de Sergio Moro na mídia nacional tiveram relação com os depoimentos de Lula a ele, assim como a condenação do petista. Para o eleitorado, consequentemente, Moro é o principal responsável pela prisão de Lula. Ocorre que Lula é visto pelo eleitorado como o opositor por excelência do Governo Temer. As visões desenvolvidas e cultivadas pelos eleitores são bastante simples e estão de acordo com o seguinte raciocínio: Lula é o político mais importante do PT; o PT foi retirado da presidência por meio do impeachment; Temer se tornou o presidente, portanto, Lula se tornou o principal líder da oposição; Sergio Moro condenou e decretou a prisão de Lula e, como não poderia faltar; o Governo temer é muito mal avaliado em função da crise econômica. O resultado final disso tudo é que a imagem de Sergio Moro, evidentemente politizada, o que parece não ser bom para o judiciário, está fortemente associada ao Governo Temer e dissociada de Lula. Moro é responsável indireto pelo impeachment e responsável direto pela prisão de Lula, isto é, ele colocou no poder um governo impopular e retirou de cena aquele que representa a mudança. A entrada de Sergio Moro na cena pública remonta ao seu memorável artigo acerca da operação mãos limpas no qual ele defende a utilização da mídia, e consequentemente da opinião pública, como recurso para pressionar o judiciário a tomar decisões que levem à condenação de líderes políticos. Mais recentemente, Moro admitiu, também publicamente, que se equivocou ao solicitar de maneira açodada que José Dirceu, do PT, passasse a utilizar tornozeleira eletrônica. O juiz não havia sido notificado oficialmente, mas sim teve ciência da soltura de Dirceu pela mídia. Dito isto, ao considerar o comportamento pretérito e presente de Moro, é possível afirmar que ele tenderá a manter sua imagem associada ao Governo Temer, que termina daqui a seis meses. O destino da imagem de Moro a partir de janeiro dependerá do resultado das eleições. Eduardo Bolsonaro curte foto de Lula sem camisa em praia no Piauí Legenda pede para que seguidores não se deixem abater, nem desistam SÃO PAULO — Filho do presidenciável Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) deixou de lado as críticas frequentes aos partidos de esquerda nas redes sociais e curtiu, no Instagram, uma foto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na imagem, o petista está caminhando no mar no Piauí, sem camisa e com um short vermelho. A legenda pede para que os seguidores não se deixem desanimar. "É sempre momento de renovar as energias. Não vamos nos abater, nem desistir", diz o texto seguido das hashtags #LulaLivre #Lula e #OBrasilFelizdeNovo. Apesar de curtir foto, Eduardo Bolsonaro, que frequentemente se manifesta nas redes sociais contra o ex-presidente, não fez nenhum comentário. Os seguidores de Lula não perceberam o inusitado "like" do adversário político. Cinco minutos após a reportagem ser publicada, o deputado descurtiu a foto. Procurado pela reportagem, Bolsonaro não atendeu. A equipe das redes sociais de Lula reagiu à curtida, e fez uma postagem no twitter do ex-presidente em que cita a matéria do GLOBO e diz: "Nossos fãs não param de crescer" e que "até o filho do Bolsonaro curte"
  3. Finalmente chegou o meu dia!! Acertei o placar!!
  4. Jennifer Connelly em Construindo Uma Carreira (1991)
  5. Tópico Oficial da Política - ANO 4 - LULA PRESO

    STF arquiva caso do caixa 2 de R$ 500 mil do chanceler Aloysio Nunes (PSDB) 'Com Supremo, com tudo' . O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello arquivou nesta segunda-feira (11) inquérito aberto para apurar a suposta doação eleitoral não contabilizada ao ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, em 2010. A investigação está relacionada com os depoimentos de delação premiada do ex-executivo da empreiteira UTC Ricardo Pessoa. Segundo o delator, ele teria acertado doação de R$ 500 mil à campanha de Aloysio Nunes ao Senado, em 2010. Aloysio está licenciado do mandato para ocupar o cargo de ministro. Celso de Mello atendeu a um pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, há duas semanas. Pela jurisprudência da Corte, o relator deve arquivar a investigação quando o pedido é feito pela PGR. Ao pedir o arquivamento, Raquel Dodge afirmou que os delatores não apresentaram provas para corroborar os depoimentos e não há dados suficientes para embasar o processo criminal. "A autoridade policial no seu relatório final reconhece que as afirmativas constantes do termo de colaboração de Ricardo Ribeiro Pessoa, especificamente em relação à suposta doação em espécie à campanha de Aloysio Nunes Ferreira em 2010, não foram corroboradas por outros elementos de prova suficientes a comprovar a materialidade e a autoria das infrações investigadas, e, por isso, não há elementos para deflagrar ação penal", argumentou Dodge.
  6. Caso tenha algum erro é só avisar. PALPITE.xlsx
  7. Tópico Oficial da Política - ANO 4 - LULA PRESO

    Gilmar Mendes manda soltar homem-bomba do PSDB pela segunda vez Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, é acusado de participar do desvio de recursos de obras públicas no estado de São Paulo durante governos do PSDB O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes decidiu soltar, pela segunda vez, o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. Apontado como operador de esquemas de corrupção durante governos do PSDB, ele havia sido preso novamente nesta quarta-feira (30) por ordem da 5ª Vara Criminal Federal de São Paulo. A decisão judicial que mandou prender Souza afirmava que sua volta à cadeia era necessária para “assegurar a instrução criminal” do processo em que ele é acusado pelo desvio de recursos de R$ 7,7 milhões da Dersa, entre 2009 e 2011, nos governos José Serra e Geraldo Alckmin. Ele havia sido preso, no âmbito do mesmo processo, em 6 de abril, mas foi solto por Gilmar no início de maio. Na ocasião, o ministro afirmou que a prisão preventiva de Souza não estava amparada em “fatos”. Na mesma decisão, o ministro do STF mandou soltar Tatiana Arana Cremonini, filha de Paulo Vieira, e o ex-diretor de Assentamentos da Dersa, Geraldo Casas Vilela.
  8. A Brasil Game Show 2018 anunciou nesta terça-feira (29) mais um grande convidado internacional. Fumito Ueda, criador de grandes clássicos como Ico e Shadow of the Colossus , estará na feira entre os dias 10 e 11 de outubro para participar de sessões de autógrafos com fãs, painéis sobre desenvolvimento de jogos e receber duas honrarias. O criador do recente The Last Guardian , lançado exclusivamente para o PlayStation 4 após dez anos de desenvolvimento, deixará sua marca no Wall of Fame da BGS, do qual fazem parte, também, nomes como Hideo Kojima, de Metal Gear Solid , e Nolan Bushnell, da Atari. Além disso, ele receberá um prêmio pelo conjunto da obra por sua contribuição ao mercado de games. Aos 48 anos de idade, Fumito Ueda é um dos designers japoneses mais respeitados da indústria na atualidade. Trabalhando em jogos exclusivos para as plataformas da Sony, ele adquiriu renome pela abordagem diferenciada dada a seus títulos, que investem em maneiras diferentes de contar uma história, sempre passada em um universo bem diferente do nosso, com linguagens, tradições e elementos próprios. Um de seus principais trabalhos é Shadow of the Colossus , que ganhou um remake no começo deste ano. No game, controlamos Wander, um jovem que faz um pacto com forças ocultas para reviver sua amada Mono. Em troca, ele deve matar 16 criaturas gigantescas que habitam uma terra proibida. Ueda vem ao Brasil ao lado de Masanobu Tanaka, animador-líder com quem tem uma parceria de anos. Além de dividir os trabalhos de produção dos títulos consagrados, o artista é o responsável pelas criaturas que habitam o universo do designer, com destaque especial, novamente, para os colossos e também para Trico, a criatura que é símbolo de The Last Guardian . Outras atrações A Brasil Game Show, neste ano, também tem outras presenças importantes confirmadas, como Katsuhiro Haeada, produtor responsável pelas franquias Tekken e Soul Calibur ; Yoshinori Ono, o grande homem por trás de Street Fighter ; e Daniel Pesina, intérprete de Johnny Cage, Sub-Zero, Scorpion e outros personagens clássicos nos primeiros anos de Mortal Kombat ; além de atletas dos eSports e mais convidados que ainda não foram revelados. A BGS 2018 acontece entre os dias 10 e 14 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). A venda de ingressos já está acontecendo e, até o dia 22 de junho, os preços têm desconto de 31% em relação ao valor final. A entrada para um único dia custa R$ 75, enquanto o passaporte para quatro dias sai por R$ 225. Também há pacotes premium que dão acesso à data exclusiva para imprensa e convidados, bem como ingressos exclusivos para executivos e desenvolvedores, que têm acesso a áreas exclusivas.
  9. Tópico Oficial da Política - ANO 4 - LULA PRESO

    Gilmar Mendes manda soltar Paulo Preto, apontado como operador do PSDB Ex-diretor da Dersa, estatal paulista responsável pelas rodovias, foi preso em 6 de abril BRASÍLIA - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, mandou soltar nesta sexta-feira Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, apontado na Operação Lava-Jato como operador de propinas do PSDB. Ex-diretor da Dersa,estatal paulista responsável pelas rodovias, Paulo Preto foi preso em 6 de abril pela 5ª Vara Criminal Federal em São Paulo, a mesma que aceitou denúncia contra ele pelo desvio de R$ 7,7 milhões, entre 2009 e 2011, durante o governo de José Serra (PSDB) Procurador-geral de SP tira inquérito de Alckmin de promotor Gianpaolo Smanio requisitou caso de ex-governador e poderá decidir quem será o responsável por investigar o tucano SÃO PAULO - O procurador-geral de São Paulo, Gianpaolo Smanio, requisitou à Promotoria do Patrimônio Público e Social o inquérito que investiga o ex-governador Geraldo Alckmin. O tucano é suspeito de improbidade administrativa no caso que envolve acusações de pagamentos ilícitos em obras de sua gestão, segundo delatores da Odebrecht. Caso seja condenado, Alckmin, que disputará eleição ao Planalto em outubro, pode perder os direitos políticos. Com a decisão, Smanio, que foi indicado por Alckmin ao cargo em lista tríplice, poderá decidir quem será o responsável pelas investigações contra o ex-governador. O caso ficará parado até que o procurador geral defina o destino da apuração. Alckmin foi citado nas delações premiadas de três executivos da Odebrecht. Ele teria recebido dinheiro da empreiteira nas campanhas de 2010 e 2014. Segundo o ex-executivo da empresa Benedicto Barbosa disse em delação, o tucano recebeu R$ 10 milhões em caixa dois pelo sistema de operações estruturadas da Odebrecht, conhecido como departamento de propina. A decisão de Smanio foi alvo de críticas do promotor Ricardo Manoel Castro, que já cuidava do inquérito. De acordo com o Jornal Nacional, da TV Globo, em sua manifestação ao procurador geral, Castro deixou claro que não gostou da atitude de seu chefe. Ele classificou a decisão como "indevida" e disse que vai informar o Conselho Nacional do Ministério Público de que o Smanio não respeitou as atribuições dele como promotor do caso. Conclui ainda com a afirmação de que a manifestação de Smanio vem na contramão das decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) em restringir o foro privilegiado. Como Alckmin era governador e tinha foro, seu caso foi para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), no ano passado. Em abril, porém, ele renunciou ao cargo para disputar à presidência e perdeu o benefício. Como consequência disso, o caso do tucano retornou à Justiça paulista.
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