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Peidãø Neck

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Posts posted by Peidãø Neck


  1. PSL tenta apoio de aliados de Alckmin em possível 2º turno

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    Integrantes da campanha do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, começaram a conversar com lideranças de partidos que atualmente estão coligados com o adversário do PSDB, Geraldo Alckmin, a fim buscar um apoio à candidatura do militar da reserva para uma disputa de segundo turno, afirmou à Reuters o presidente licenciado do partido de Bolsonaro, Luciano Bivar.

    Na véspera, o coordenador da campanha de Bolsonaro em São Paulo, deputado federal Major Olimpio, admitiu haver conversas de dirigentes de partidos aliados ao tucano com a campanha de Bolsonaro para um eventual apoio no segundo turno.

    'Economist': Bolsonaro é "ameaça mais recente da A. Latina"

    Revista estampa o candidato do PSL na capa de sua ultima edição

    A nova edição da revista britânica "The Economist" traz na capa o candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, que é tratado como "a ameaça mais recente da América Latina".

    A publicação, um ícone da direita liberal no mundo, afirma que o deputado federal seria um presidente "desastroso". Segundo a revista, uma eventual vitória de Bolsonaro arriscaria piorar o atual cenário do Brasil.

    "Bolsonaro, cujo nome do meio é Messias, promete salvação; na verdade, ele é uma ameaça para o Brasil e para a América Latina", diz a "Economist", que o coloca como um novo membro do "clube dos populistas".

    A avaliação negativa não é aliviada nem mesmo pela indicação de que o ultraliberal Paulo Guedes comandaria a economia em um eventual governo Bolsonaro. A revista diz que o candidato flerta com a ditadura e alerta para o eleitor não acreditar nas promessas de um político "perigoso".


  2. Paulo Guedes quer nova CPMF e imposto de renda único de 20%

    Coordenador do programa econômico de Bolsonaro (PSL) também pretende eliminar a contribuição patronal para a Previdência

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    O economista Paulo Guedes, coordenador do programa econômico do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), quer recriar um imposto sobre movimentação financeira nos moldes da CPMF e pretende estabelecer uma alíquota única de Imposto de Renda de 20% para pessoas físicas e jurídicas, que incidiria também sobre a distribuição de lucros e dividendos, de acordo com o jornal "Folha de S.Paulo" desta quarta-feira (19).

    Guedes também pretende eliminar a contribuição patronal para a Previdência, que tem a mesma alíquota de 20% e incide sobre a folha de pagamentos, acrescentou o jornal.

    De acordo com a colunista da "Folha" Mônica Bergamo, o pacote tributário que Guedes pretende implantar caso Bolsonaro seja eleito foi apresentado a uma plateia restrita reunida pela GPS Investimentos, gestora especialista em grandes fortunas, na terça-feira.

    O novo imposto sobre movimentações financeiras se chamaria Contribuição Previdenciária e seria destinado a financiar o INSS, segundo a "Folha". A equipe econômica liderada por Guedes defende o modelo de capitalização para a Previdência, mas o atual sistema seguiria existindo paralelamente, e a contribuição seria criada para garantir sua solvência, acrescentou o jornal.


  3. Casa só com 'mãe e avó' é 'fábrica de desajustados' para tráfico, diz Mourão

    Vice de Bolsonaro diz que Brasil errou ao aliar-se à 'mulambada' na África e América Latina

    O general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência, afirmou nesta segunda (17) que famílias pobres "sem pai e avô, mas com mãe e avó" são "fábricas de desajustados" que fornecem mão de obra ao narcotráfico.

    Segundo o general da reserva, a sociedade no mundo todo vive uma crise de costumes. Particularizou então o caso brasileiro. "A partir do momento em que a família é dissociada, surgem os problemas sociais. Atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai e avô, é mãe e avó. E, por isso, torna-se realmente uma fábrica de elementos desajustados que tendem a ingressar nessas narco-quadrilhas".

    Paulo Guedes se beneficiou com fraude de corretora, afirma juiz

    Economista está na lista dos clientes com ganhos atípicos no período de irregularidades

    Apresentado com ministro da Fazenda do candidato à Presidência JairBolsonaro (PSL), o economista Paulo Guedes é apontado pela Justiça como um dos beneficiários de fraude que causou prejuízos à fundação responsável pela gestão da aposentadoria dos funcionários do BNDES, a Fapes.

    Em decisão proferida no dia 3 de julho, o juiz Tiago Pereira, da Quinta Vara Criminal Federal do Rio, cita Guedes na lista de clientes da corretora Dimarco que obtiveram ganhos atípicos no período em que as fraudes ocorreram.

    https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/09/paulo-guedes-se-beneficiou-com-fraude-de-corretora-afirma-juiz.shtml

     


  4. "A história do Brasil pega fogo; mas nosso debate é sobre a “ideologia” da cultura"

    "Nem mesmo a destruição do Museu Nacional terá força para que a eleição presidencial discuta a sério os assuntos culturais do país. Primeiro porque, é verdade, o Brasil tem problemas infinitos, e vários deles mais urgentes. Segundo, porque um velho adágio político já diz que cultura não dá voto. E é verdade.

    Não dá voto porque a maioria dos eleitores não está nem aí para o tema. O eleitor típico não consegue nem pagar as contas no fim do mês. Se pensa no Estado, é para ter acesso ao SUS ou para saber se a escola pública que atende os filhos tem qualidade mínima.

    E nossa elite econômica, que poderia se interessar pelo assunto, é culturalmente analfabeta. Brasileiros ricos quando pensam em fazer turismo lembram antes de fazer compras em Miami do que em conhecer o Metropolitan em Nova York.

    Se vão à Europa é para conhecer “a noite” e dar aquela passadinha no Louvre para fotografar a Mona Lisa. E, diz o estereótipo, para citar as cidades visitadas no próximo jantar “fino” a que comparecerem. O mesmo jantar em que se criticará a universidade brasileira e se dirá que o filho da anfitriã está louco por querer estudar música.

    Brasileiros multimilionários, ao contrário do que acontece no primeiro mundo, não doam dinheiro para museus, não deixam bibliotecas, não financiam universidades. Preferem pôr uma McLaren na sala de estar. Ágrafos, não lideram nenhum projeto cultural relevante no país.

    "Se banqueiros investem em livros, em geral é para evitar pagar Imposto de Renda. Se financiam qualquer coisa é só para se aproveitar da Lei Rouanet. Preferem dar dinheiro para caixa dois de deputados, que tem retorno: quadros, livros, dança, tudo isso são privilégios que não conquistaram os corações de nossa elite. Com exceções, é claro.

    Fato é que cultura não faz parte de nosso vocabulário cotidiano, muito menos de nossas discussões. Nos últimos tempos, a única discussão cultural que teve algum espaço na nossa sociedade diz respeito a ideologia.

    Discutimos infinitamente o sujeito nu no museu. Deputados tentam barrar exposições. As elites religiosas dizem que a cultura está sendo usada como pretexto para minar valores tradicionais. A imprensa discute até não mais poder qualquer exposição que tenha a ver com sexo, ainda que tangencialmente.

    A Lei Rouanet é alvo de todo tipo de ataque, como se estivesse fomentando a vida mansa de uns poucos e a vagabundagem, de muitos.

    Cultura no Brasil só vira tema de discussão quando se trata de demonizar alguém. Os artistas, em geral; ou aqueles que dizem que cultura deve ser defendida, independente de ideologia; ou, ainda, os políticos de sabe-se lá qual partido que patrocinam essa perdição toda.

    A tragédia do Museu Nacional, nesse sentido, é só um sintoma. Se tivermos sorte, vai parar por aí. Mas vai depender de sorte. Porque, se depender de um esforço coletivo de nossa parte, estamos fritos."

    https://www.gazetadopovo.com.br/blogs/caixa-zero/a-historia-do-brasil-pega-fogo-mas-nosso-debate-e-sobre-a-ideologia-da-cultura/


  5. Delator diz que “ministro do impeachment” recebeu R$ 100 mil de corretora

    Ex-subsecretário de Transporte do Rio de Janeiro acusa ministro do TCU de ter recebido dinheiro de empresa investigada pela Lava Jato

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    Ex-subsecretário de Transporte do Rio de Janeiro no Governo Sérgio Cabral, Luiz Carlos Velloso afirmou em delação premiada que o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), teria recebido um pagamento de R$ 100 mil da corretora Advalor, alvo da Operação Lava Jato.

    De acordo com o detalor, o ministro teria girado R$ 1,2 milhão na Advalor e relatou que o ex-gerente da Petrobrás Pedro Barusco lhe apresentou a Advalor “em razão do pagamento mensal de R$ 100 mil mensais ao ministro Nardes”.

    Augusto Nardes foi o ministro do TCU responsável pela análise das contas da ex-presidente Dilma (PT). Em 2015, Nardes atribuiu a então presidente “responsabilidade direta sobre as pedaladas fiscais”.

    O que diz o delator?

    O depoimento de Luiz Carlos Velloso foi prestado em 30 de maio de 2017 e subsidiaram a investigação da Lava Jato sobre a Advalor.

    A Polícia Federal prendeu pela manhã o empresário João Paulo Julio Pinho Lopes, filho de Miguel Julio Lopes, ambos ligados à corretora.

    A delação de Luiz Carlos Velloso foi homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli. O ex-subsecretário também cita em sua declarações o deputado federal Julio Lopes (PP-RJ).

    “Barusco apresentou a corretora em razão do pagamento mensal de 100 mil reais ao ministro Nardes; que o dinheiro já estava lá porque Barusco tinha conta lá; que tratou sempre com Miguel Julio Lopes”, relatou. “Depois da investigação da Lava Jato acredita que Miguel que foi morar definitivamente em Portugal, quando passou a tratar com seu filho João.”

    Luiz Carlos Velloso narrou que “pegava a cópia dos extratos da conta da Advalor e guardava no cofre para fins de controle”. O delator contou que “acumulava muita coisa jogava fora os extratos antigos”. “Usou também a Advalor para receber o dinheiro de caixa 2 destinado a campanha de Julio Lopes pagos por Marcos Vidigal; que o dinheiro do colaborador nessa conta se restringia à remuneração paga por Nardes ou Julio Lopes ao colaborador”, declarou.

    No depoimento, o ex-subsecretário afirmou que “para operacionalizar a conta, tinha que comparecer na Advalor antes para avisar que seriam feitos depósitos”. Velloso disse que “avisava com uma semana de antecedência para realizar saques na conta da Advalor ou ainda solicitar que recursos fossem entregues no escritório político”.

    “A Advalor também fazia transferências para terceiros em conta de pessoas indicadas pelo colaborador, conforme comprovantes; Que as transferências feitas em benefício de Flavio Camilotti foram feitos pela Advalor a mando do colaborador a pedido de Nardes; Que quando queria o dinheiro, comparecia diretamente na Advalor para sacar o dinheiro”, afirmou.

    De acordo com o delator, para Julio Lopes “os saques eram feitos de acordo com as necessidades da campanha”.

    Valores desatualizados

    Velloso declarou que a corretora “sempre levou o dinheiro para o escritório político”. “Nunca redirecionou dinheiro inicialmente destinado a Julio Lopes para Nardes; que, eventualmente, numa necessidade de Nardes pode ter feito isso, mas nunca houve conexão entre eles”, contou.

    “A conta era única e tinha dinheiro dos três, do próprio colaborador, Nardes e Julio Lopes; que, atualmente, a conta deve ter aproximadamente 700 mil; Que acredita que 350 mil pertencem ao colaborador, sendo os outros 350 mil pertencentes a Julio Lopes.”

    O delator afirmou que estava “desatualizado” dos valores porque não lidava com a Advalor havia 2 anos. Velloso disse que “começou o relacionamento” na corretora em 2012. “A conta do escritório político movimentou R$ 3,5 milhões para Julio Lopes; que para o ministro Nardes movimentou na Advalor aproximadamente 1,2 milhão; que movimentou na Advalor uns R$ 600 mil referentes a gastos pessoais”, relatou.


  6. Facebook retira do ar rede ligada ao MBL antes das eleições

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    SÃO PAULO (Reuters) - O Facebook retirou do ar nesta quarta-feira uma rede de páginas e contas usadas por membros do grupo de direita Movimento Brasil Livre (MBL), reprimindo o que chamou de uma rede de perfis enganosos antes das eleições de outubro.

    O Facebook disse em um comunicado que desativou 196 páginas e 87 contas no Brasil por sua participação em “uma rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas no Facebook, e escondia das pessoas a natureza e a origem de seu conteúdo com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação”.

    O comunicado não identifica as páginas ou usuários envolvidos, e um representante do Facebook se negou a identificá-los.

    Fontes disseram à Reuters, entretanto, que a rede era administrada por membros importantes do MBL.

    O MBL disse, posteriormente, em comunicado compartilhado no Twitter, que diversos de seus coordenadores haviam sido afetados, confirmando a reportagem da Reuters.

    As páginas desativadas, que juntas tinham mais de meio milhão de seguidores, variavam de notícias sensacionalistas a temas políticos, com uma abordagem claramente conservadora, com nomes como Jornalivre e O Diário Nacional.

    Ao deturpar o controle compartilhado das páginas, os membros do MBL eram capazes de divulgar suas mensagens coordenadas como se as notícias viessem de diferentes veículos de comunicação independentes, de acordo com as fontes.

    O Facebook disse que retirou a rede do ar no Brasil após uma “rigorosa investigação” porque os perfis envolvidos eram falsos ou enganadores, violando sua política de autenticidade.

    A rede social tem um conjunto separado de ferramentas para combater a disseminação de notícias falsas com a ajuda de empresas externas de checagem de fatos.

    O Facebook tem enfrentado pressão para combater as contas falsas e outros tipos de perfis enganosos em sua rede.

    No ano passado, a empresa reconheceu que sua plataforma havia sido usada para o que chamou de “operações de informação” que usaram perfis falsos e outros métodos para influenciar a opinião pública durante a eleição norte-americana de 2016, e prometeu combater as fake news.

    Agências de inteligência dos Estados Unidos afirmam que o governo russo realizou uma campanha online para influenciar as eleições no país, e casos de grupos políticos que usam a rede social para enganar as pessoas têm surgido pelo mundo desde então.


  7. Para o eleitorado, Moro e Temer estão juntos

    Desaprovações caminham juntas

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    Segundo o dado divulgado periodicamente pelo Estado de S. Paulo relativo à pesquisa Estadão-Ipsos, a desaprovação de Sergio Moro vem caminhando junto com a de Michel Temer. O gráfico mostra na escala do eixo vertical esquerdo o percentual para Moro, e no eixo vertical direito os valores para Temer.

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    É possível notar que de outubro de 2015 a outubro de 2016 a desaprovação de ambos caiu. No meio das duas datas há o impeachment de Dilma: quando Sergio Moro teve um papel crucial ao divulgar as conversas entre Dilma e Lula, e Temer se tornou o principal beneficiário da saída do PT do Palácio do Planalto ao assumir a presidência da república.

    A partir de outubro de 2016, a desaprovação de Michel Temer aumentou de forma meteórica até junho de 2017, desde então, tendo alcançado o patamar de 85% de rejeição, ela tem permanecido estável. No caso de Moro sua desaprovação também aumentou no mesmo período, ainda que de forma bem menos acentuada do que a de Temer. Porém, o que se destaca é o crescimento de sua rejeição a partir de junho de 2017, quando estava no patamar de 20%, até a última pesquisa em junho de 2018 quando sua rejeição atingiu 40%.

    A evolução da rejeição de Temer e Sergio Moro sugere que os seus destinos, ao menos no que diz respeito às suas imagens junto ao eleitorado, estão umbilicalmente ligados. Durante o ano de 2017 as principais aparições de Sergio Moro na mídia nacional tiveram relação com os depoimentos de Lula a ele, assim como a condenação do petista. Para o eleitorado, consequentemente, Moro é o principal responsável pela prisão de Lula. Ocorre que Lula é visto pelo eleitorado como o opositor por excelência do Governo Temer.

    As visões desenvolvidas e cultivadas pelos eleitores são bastante simples e estão de acordo com o seguinte raciocínio:

    1.  Lula é o político mais importante do PT;
    2. o PT foi retirado da presidência por meio do impeachment;
    3. Temer se tornou o presidente, portanto, Lula se tornou o principal líder da oposição;
    4. Sergio Moro condenou e decretou a prisão de Lula e, como não poderia faltar;
    5. o Governo temer é muito mal avaliado em função da crise econômica.

    O resultado final disso tudo é que a imagem de Sergio Moro, evidentemente politizada, o que parece não ser bom para o judiciário, está fortemente associada ao Governo Temer e dissociada de Lula.

    Moro é responsável indireto pelo impeachment e responsável direto pela prisão de Lula, isto é, ele colocou no poder um governo impopular e retirou de cena aquele que representa a mudança.

    A entrada de Sergio Moro na cena pública remonta ao seu memorável artigo acerca da operação mãos limpas no qual ele defende a utilização da mídia, e consequentemente da opinião pública, como recurso para pressionar o judiciário a tomar decisões que levem à condenação de líderes políticos.

    Mais recentemente, Moro admitiu, também publicamente, que se equivocou ao solicitar de maneira açodada que José Dirceu, do PT, passasse a utilizar tornozeleira eletrônica. O juiz não havia sido notificado oficialmente, mas sim teve ciência da soltura de Dirceu pela mídia. Dito isto, ao considerar o comportamento pretérito e presente de Moro, é possível afirmar que ele tenderá a manter sua imagem associada ao Governo Temer, que termina daqui a seis meses.

    O destino da imagem de Moro a partir de janeiro dependerá do resultado das eleições.

    Eduardo Bolsonaro curte foto de Lula sem camisa em praia no Piauí

    Legenda pede para que seguidores não se deixem abater, nem desistam

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    SÃO PAULO — Filho do presidenciável Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) deixou de lado as críticas frequentes aos partidos de esquerda nas redes sociais e curtiu, no Instagram, uma foto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na imagem, o petista está caminhando no mar no Piauí, sem camisa e com um short vermelho. A legenda pede para que os seguidores não se deixem desanimar.

    "É sempre momento de renovar as energias. Não vamos nos abater, nem desistir", diz o texto seguido das hashtags #LulaLivre #Lula e #OBrasilFelizdeNovo.

    Apesar de curtir foto, Eduardo Bolsonaro, que frequentemente se manifesta nas redes sociais contra o ex-presidente, não fez nenhum comentário. Os seguidores de Lula não perceberam o inusitado "like" do adversário político.

    Cinco minutos após a reportagem ser publicada, o deputado descurtiu a foto. Procurado pela reportagem, Bolsonaro não atendeu.

    A equipe das redes sociais de Lula reagiu à curtida, e fez uma postagem no twitter do ex-presidente em que cita a matéria do GLOBO e diz: "Nossos fãs não param de crescer" e que "até o filho do Bolsonaro curte"

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  8. Spoiler

    Oitavas de Final

    • 6/30/2018 (sábado)–11h–França 2x0 Argentina
    • 6/30/2018 (sábado)–15h–Uruguai 1x1 Portugal
    • 7/1/2018 (domingo)–11h–Espanha 2x0 Rússia
    • 7/1/2018 (domingo)–15h–Croácia 2x0 Dinamarca
    • 7/2/2018 (segunda)–11h–Brasil 2x0 México
    • 7/2/2018 (segunda)–15h–Bélgica 2x0 Japão
    • 7/3/2018 (terça)–11h–Suécia 2x1 Suíça
    • 7/3/2018 (terça)–15h–Colômbia 0x1 Inglaterra

    Classificados para as Quartas de Final

    • 1- França
    • 2- Portugal
    • 3- Espanha
    • 4- Croácia
    • 5- Brasil
    • 6- Bélgica
    • 7- Suécia
    • 8- Inglaterra
    • Alteração do Palpite para o Vice-Campeão (-50%):
    • Alteração do Palpite para o Campeão (-50%):

     


  9. 1 hora atrás, Dav disse:

    Tinha uns filmes que passavam na seção da tarde um de umas meninas...esta eu acho bonita, outro que lembro e de um cara que vai trabalhar em uma loja da TARGET tipo mercado la nos EUA, e ele fica sozinho na loja a noite ate descobri que tem uma moça la...durante a limpeza dos corredores.

    Jennifer Connelly em Construindo Uma Carreira (1991)

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  10. STF arquiva caso do caixa 2 de R$ 500 mil do chanceler  Aloysio Nunes (PSDB)

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    'Com Supremo, com tudo' . O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello arquivou nesta segunda-feira (11) inquérito aberto para apurar a suposta doação eleitoral não contabilizada ao ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, em 2010.

    A investigação está relacionada com os depoimentos de delação premiada do ex-executivo da empreiteira UTC Ricardo Pessoa. Segundo o delator, ele teria acertado doação de R$ 500 mil à campanha de Aloysio Nunes ao Senado, em 2010. Aloysio está licenciado do mandato para ocupar o cargo de ministro.

    Celso de Mello atendeu a um pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, há duas semanas. Pela jurisprudência da Corte, o relator deve arquivar a investigação quando o pedido é feito pela PGR.

    Ao pedir o arquivamento, Raquel Dodge afirmou que os delatores não apresentaram provas para corroborar os depoimentos e não há dados suficientes para embasar o processo criminal.

    "A autoridade policial no seu relatório final reconhece que as afirmativas constantes do termo de colaboração de Ricardo Ribeiro Pessoa, especificamente em relação à suposta doação em espécie à campanha de Aloysio Nunes Ferreira em 2010, não foram corroboradas por outros elementos de prova suficientes a comprovar a materialidade e a autoria das infrações investigadas, e, por isso, não há elementos para deflagrar ação penal", argumentou Dodge.


  11. Gilmar Mendes manda soltar homem-bomba do PSDB pela segunda vez

    Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, é acusado de participar do desvio de recursos de obras públicas no estado de São Paulo durante governos do PSDB

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    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes decidiu soltar, pela segunda vez, o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. Apontado como operador de esquemas de corrupção durante governos do PSDB, ele havia sido preso novamente nesta quarta-feira (30) por ordem da 5ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

    A decisão judicial que mandou prender Souza afirmava que sua volta à cadeia era necessária para “assegurar a instrução criminal” do processo em que ele é acusado pelo desvio de recursos de R$ 7,7 milhões da Dersa, entre 2009 e 2011, nos governos José Serra e Geraldo Alckmin.

    Ele havia sido preso, no âmbito do mesmo processo, em 6 de abril, mas foi solto por Gilmar no início de maio. Na ocasião, o ministro afirmou que a prisão preventiva de Souza não estava amparada em “fatos”.

    Na mesma decisão, o ministro do STF mandou soltar Tatiana Arana Cremonini, filha de Paulo Vieira, e o ex-diretor de Assentamentos da Dersa, Geraldo Casas Vilela. 


  12. A Brasil Game Show 2018 anunciou nesta terça-feira (29) mais um grande convidado internacional. Fumito Ueda, criador de grandes clássicos como Ico e Shadow of the Colossus , estará na feira entre os dias 10 e 11 de outubro para participar de sessões de autógrafos com fãs, painéis sobre desenvolvimento de jogos e receber duas honrarias.

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    O criador do recente The Last Guardian , lançado exclusivamente para o PlayStation 4 após dez anos de desenvolvimento, deixará sua marca no Wall of Fame da BGS, do qual fazem parte, também, nomes como Hideo Kojima, de Metal Gear Solid , e Nolan Bushnell, da Atari. Além disso, ele receberá um prêmio pelo conjunto da obra por sua contribuição ao mercado de games.

    Aos 48 anos de idade, Fumito Ueda é um dos designers japoneses mais respeitados da indústria na atualidade. Trabalhando em jogos exclusivos para as plataformas da Sony, ele adquiriu renome pela abordagem diferenciada dada a seus títulos, que investem em maneiras diferentes de contar uma história, sempre passada em um universo bem diferente do nosso, com linguagens, tradições e elementos próprios.

    Um de seus principais trabalhos é Shadow of the Colossus , que ganhou um remake no começo deste ano. No game, controlamos Wander, um jovem que faz um pacto com forças ocultas para reviver sua amada Mono. Em troca, ele deve matar 16 criaturas gigantescas que habitam uma terra proibida.

    Ueda vem ao Brasil ao lado de Masanobu Tanaka, animador-líder com quem tem uma parceria de anos. Além de dividir os trabalhos de produção dos títulos consagrados, o artista é o responsável pelas criaturas que habitam o universo do designer, com destaque especial, novamente, para os colossos e também para Trico, a criatura que é símbolo de The Last Guardian .

    Outras atrações

    A Brasil Game Show, neste ano, também tem outras presenças importantes confirmadas, como Katsuhiro Haeada, produtor responsável pelas franquias Tekken e Soul Calibur ; Yoshinori Ono, o grande homem por trás de Street Fighter ; e Daniel Pesina, intérprete de Johnny Cage, Sub-Zero, Scorpion e outros personagens clássicos nos primeiros anos de Mortal Kombat ; além de atletas dos eSports e mais convidados que ainda não foram revelados.

    A BGS 2018 acontece entre os dias 10 e 14 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). A venda de ingressos já está acontecendo e, até o dia 22 de junho, os preços têm desconto de 31% em relação ao valor final. A entrada para um único dia custa R$ 75, enquanto o passaporte para quatro dias sai por R$ 225. Também há pacotes premium que dão acesso à data exclusiva para imprensa e convidados, bem como ingressos exclusivos para executivos e desenvolvedores, que têm acesso a áreas exclusivas.


  13. Gilmar Mendes manda soltar Paulo Preto, apontado como operador do PSDB

    Ex-diretor da Dersa, estatal paulista responsável pelas rodovias,  foi preso em 6 de abril

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    BRASÍLIA - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, mandou soltar nesta sexta-feira Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, apontado na Operação Lava-Jato como operador de propinas do PSDB. Ex-diretor da Dersa,estatal paulista responsável pelas rodovias, Paulo Preto foi preso em 6 de abril pela 5ª Vara Criminal Federal em São Paulo, a mesma que aceitou denúncia contra ele pelo desvio de R$ 7,7 milhões, entre 2009 e 2011, durante o governo de José Serra (PSDB)

    Procurador-geral de SP tira inquérito de Alckmin de promotor

    Gianpaolo Smanio requisitou caso de ex-governador e poderá decidir quem será o responsável por investigar o tucano

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    SÃO PAULO - O procurador-geral de São Paulo, Gianpaolo Smanio, requisitou à Promotoria do Patrimônio Público e Social o inquérito que investiga o ex-governador Geraldo Alckmin. O tucano é suspeito de improbidade administrativa no caso que envolve acusações de pagamentos ilícitos em obras de sua gestão, segundo delatores da Odebrecht. Caso seja condenado, Alckmin, que disputará eleição ao Planalto em outubro, pode perder os direitos políticos.

    Com a decisão, Smanio, que foi indicado por Alckmin ao cargo em lista tríplice, poderá decidir quem será o responsável pelas investigações contra o ex-governador. O caso ficará parado até que o procurador geral defina o destino da apuração.

    Alckmin foi citado nas delações premiadas de três executivos da Odebrecht. Ele teria recebido dinheiro da empreiteira nas campanhas de 2010 e 2014. Segundo o ex-executivo da empresa Benedicto Barbosa disse em delação, o tucano recebeu R$ 10 milhões em caixa dois pelo sistema de operações estruturadas da Odebrecht, conhecido como departamento de propina.

    A decisão de Smanio foi alvo de críticas do promotor Ricardo Manoel Castro, que já cuidava do inquérito. De acordo com o Jornal Nacional, da TV Globo, em sua manifestação ao procurador geral, Castro deixou claro que não gostou da atitude de seu chefe. Ele classificou a decisão como "indevida" e disse que vai informar o Conselho Nacional do Ministério Público de que o Smanio não respeitou as atribuições dele como promotor do caso. Conclui ainda com a afirmação de que a manifestação de Smanio vem na contramão das decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) em restringir o foro privilegiado.

    Como Alckmin era governador e tinha foro, seu caso foi para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), no ano passado. Em abril, porém, ele renunciou ao cargo para disputar à presidência e perdeu o benefício. Como consequência disso, o caso do tucano retornou à Justiça paulista.

     


  14. Governador por 6 dias em abril, Richa recebeu salário integral de R$ 33,8 mil

    Tucano renunciou ao mandato para poder ser candidato ao Senado. Apesar disso, foi remunerado como se tivesse passado o mês todo no cargo

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    BETO RICHA (PSDB) renunciou ao mandato de governador do Paraná no último dia 6 de abril. Desde então, o Palácio Iguaçu é comandado por Cida Borghetti (PP). Mas, apesar de ter trabalhado apenas 20% do mês, o tucano recebeu o salário integral: R$ 33,8 mil. Considerando o pagamento líquido de R$ 24,9 mil, os paranaenses pagaram a Richa quase R$ 20 mil a mais, por um período em que ele não tinha mais nenhum vínculo com o poder público estadual.

    Por força da legislação eleitoral, Richa foi obrigado a deixar o governo para poder ser candidato a senador em outubro. Por isso, no dia 6 de abril passou o cargo para a vice e, desde então, tem se mantido praticamente recluso, com raras aparições públicas em eventos ao lado de Cida.

    Na prática, o tucano foi governador em apenas 6 dos 30 dias do mês passado. Logo, teria direito, proporcionalmente, a 20% da remuneração paga ao governador do estado, que é de R$ 33.763 – teto do funcionalismo no país, equivalente à remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ou seja, Richa deveria receber R$ 6.752,60, em valor bruto.

    Considerando os descontos do imposto de renda e da previdência, Richa fez jus a R$ 4.979,46 em abril. No entanto, o Palácio Iguaçu pagou a ele R$ 24.897,28 líquidos, exatamente como ele recebia nos meses anteriores como chefe do Executivo estadual.

    No holerite do tucano divulgado pelo Portal da Transparência, ele ainda figura como tendo vínculo ativo na função de governador. Aparece a data de início na função, 1º de janeiro de 2011, mas a data de término segue em branco.

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  15. Uso de jatinho por Beto Richa daria para ir duas vezes à lua

    O ex-governador do Paraná gastou R$ 45,7 milhões em voos durante seu mandato, superando Sergio Cabral

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    O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB), que deixou a chefia do Poder Executivo no dia 7 de abril, voou 779 mil quilômetros em avião locado e 2,4 mil horas em helicópteros durante os sete anos em que permaneceu no cargo. Somando os dois tipos de aeronave, o tucano gastou R$ 45,7 milhões no período. A empresa que executou os serviços é a Helisul. Os dados oficiais foram passados pela Casa Militar, que atendeu a um pedido do deputado estadual Nereu Moura (PMDB), feito por meio da Lei de Acesso à Informação.

    O peemedebista contou nesta segunda-feira (24) que pretende encaminhar uma denúncia ao Ministério Público (MP) Estadual. No caso do jatinho, o custo foi de R$ 28 milhões, o que significa R$ 4 milhões por ano, R$ 10,9 mil por dia ou ainda R$ 457 por hora. Já o helicóptero, de uso exclusivo de Richa, consumiu R$ 17,7 milhões em cinco anos, ou seja, R$ 3,54 milhões por ano, R$ 9.698 por dia e R$ 404 por hora.

    Para exemplificar a lambança que o governador promoveu, a distância da Terra até a Lua é de 384.400 quilômetros. Portanto, com os 779.265,4 quilômetros voados pelo governador daria para ir duas vezes até a lua e ainda sobrariam dez mil quilômetros para assistir à Fórmula 1 nos Emirados Árabes, fazendo uma parada técnica em Paris”, ironizou Moura,  em discurso no plenário da Assembleia Legislativa (Alep). “Esse jatinho é alugado pelo povo do Paraná. Esses equipamentos foram utilizados com certeza com fins políticos e é preciso investigar, para se tomar as devidas providências”, completou.

    O líder do PMDB na Casa fez ainda um comparativo com o uso de helicópteros por parte do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral. Conforme o MP do Rio, Cabral fez mais de dois mil voos particulares com helicópteros que deveriam estar a serviço do Estado, causando um prejuízo de aproximadamente R$ 20 milhões aos cofres públicos. “O Cabral usou o avião por 109 mil quilômetros. Aqui foram sete vezes mais. A comparação é desproporcional. É vergonhoso. É um escândalo”.

    Pré-candidato ao Senado pelo PSDB, Richa deixou o Palácio Iguaçu devido à lei eleitoral, que exige um prazo de seis meses de desincompatibilização. Quem assumiu foi Cida Borghetti (PP), que buscará a reeleição. O pedido de informações de Moura foi feito antes da troca e respondido no dia 18 de abril.

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