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Peidãø Neck

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Everything posted by Peidãø Neck

  1. Em Dubai, Eduardo Bolsonaro faz sessão de fotos como sheik que custa R$ 955 A esposa de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Heloísa Bolsonaro, postou no domingo (17) uma foto com a filha e o parlamentar tirada em Dubai, nos Emirados Árabes. Na imagem, a família aparece fantasiada de árabes. As informações são do portal Congresso em Foco. De acordo com o site turístico da cidade, uma sessão fotográfica, com direito a trajes e maquiagem, realizada no Central Market Souk, custa USD 174,22 (cerca de R$ 955) para um casal e uma criança. Eduardo Bolsonaro está em Dubai com a comitiva brasileira para participar da Expo Dubai 2020. Além de Eduardo Bolsonaro, o vice-presidente Hamilton Mourão, o secretário da Pesca, Jorge Seif, e outras 68 pessoas do governo fazem parte da viagem oficial para a Expo Dubai 2020 que, segundo levantamento do jornal O Globo, deve custar mais de R$ 3,6 milhões aos cofres públicos. Ele tentou explicar a presença de sua esposa, Heloísa, na excursão. “A minha esposa, além de tudo me ajuda. Se eu não fizer isso, eu dificilmente vou ver a minha filha crescer”. As críticas à presença de Eduardo na viagem se intensificaram após sua esposa publicar uma foto da família vestida de “sheik”, simulando a estilo “ostentação” dos poderosos árabes. Parlamentares de oposição fizeram comentários criticando o filho do presidente. “Enquanto Eduardo Bolsonaro e família se divertem em Dubai, brasileiros e brasileiras estão na fila do osso”, publicou a deputada federal Erika Kokay. “Isso é deboche com os brasileiros. Eduardo Bolsonaro levou a família junto com a comitiva do governo à Dubai e brinca de ser sheik, enquanto 19 milhões de pessoas passam fome no Brasil”, postou o deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ). A viagem de integrantes do governo a Dubai para promover o turismo no Brasil já foi definida pelo secretário de Pesca, Jorge Seif, como um “trabalho-passeio”, “top demais”. A comitiva tem 69 pessoas, e chegou a ter a quantidade de pessoas questionada internamente pela área técnica de alguns ministérios. Para a Assembleia Geral da ONU em setembro, por exemplo, foram enviadas 45 pessoas a Nova York.
  2. Mais um episódio de vergonha internacional: ONG austríaca denuncia Bolsonaro ao Tribunal de Haia por destruição da Amazônia Liderados pela organização All Rise, entidades ambientalistas, cientistas e ex-juízes denunciaram o presidente Jair Bolsonaro ao Tribunal Penal Internacional, em Haia, na Holanda, por crime contra a humanidade com base em sua política ambiental. Para os autores, Bolsonaro é responsável por "um ataque amplo e sistemático à Amazônia". A denúncia foi apresentada nesta terça, a menos de três semanas do início da cúpula do Clima (COP26). O presidente ainda não comentou o processo.
  3. Brasileiros já usam mais lenha do que gás; GLP está 81,5% mais caro do que em 2020 Na última sexta-feira a Petrobras aumentou o preço do gás em 7% – desde o começo do ano, a alta acumula 47,5%. A disparada tem obrigado famílias a substituir o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) por lenha. Médicos relatam a volta de problemas de saúde e segurança típicos dos anos 70, quando 80% dos lares faziam fogo com pedaços de madeira, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
  4. Resident Evil: Welcome to Raccoon City ganha trailer Na tarde desta quinta-feira (07), a Sony Pictures Entertainment revelou o primeiro trailer do filme Resident Evil: Welcome to Raccoon City, que traz Leon, Claire, Chris e outros personagens em um longa que pretende recontar (de sua própria maneira) os eventos de Resident Evil e Resident Evil 2, os dois primeiros jogos da série. Vale reforçar que essa não é a série live action da Netflix, e sim o filme que vem ganhando informações nos últimos meses. No vídeo, vemos os esquadrões de elite da S.T.A.R.S. adentrando a Mansão Spencer, além de Leon e Claire sobrevivendo na R.P.D., delegacia de Raccoon City. Entre as cenas, há momentos icônicos, como o corredor do Licker, a cena do primeiro zumbi da série recriada e, possivelmente, William Birkin aparecendo no fim. Confira:
  5. Bolsonaro veta distribuição de absorventes para estudantes de baixa renda e pessoas em vulnerabilidade extrema A proposta aprovada pelo Congresso previa a distribuição gratuita de absorventes para estudantes de baixa renda de escolas públicas, pessoas em situação de rua ou de vulnerabilidade extrema. A proposta, de origem na Câmara dos Deputados, foi avalizada pelo Senado no dia 14 de setembro e seguiu para a sanção do presidente.
  6. PAULO GUEDES TEM OFFSHORE MILIONÁRIA EM PARAÍSO FISCAL Documentos inéditos comprovam o investimento, mas o ministro não é um caso único no governo: o presidente do Banco Central fez o mesmo Os dois homens mais poderosos do universo econômico brasileiro, Paulo Guedes e Roberto Campos Neto, respectivamente ministro da Economia e presidente do Banco Central, aparecem no Pandora Papers. Ambos, segundo a investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, em sua sigla em inglês), do qual o EL PAÍS participa, criaram empresas em paraísos fiscais e nunca informaram sobre isso à opinião pública, apesar da relevância de seus cargos. Guedes, de 72 anos, aparece como acionista da empresa Dreadnoughts International Group, registrada nas Ilhas Virgens Britânicas. Trata-se de uma shelf company, como são conhecidas no jargão financeiro: empresas fundadas em paraísos fiscais, mas que podem permanecer anos sem atividade à espera de que alguém lhes dê uma função. Os documentos mostram que o ministro possuía em 2014 pelo menos oito milhões de dólares (43,3 milhões de reais, pelo câmbio atual) investidos na companhia, registrada em seu nome e nos de sua esposa, Maria Cristina Bolívar Drumond Guedes, e filha, Paula Drumond Guedes. Esse número subiu para 9,5 milhões no ano seguinte, segundo os documentos obtidos pela investigação, liderada pela revista Piauí. Quem intermediou a compra da offshore foi a Trident Trust, uma empresa suíça que mantém filiais em vários paraísos fiscais e oferece soluções discretas para pessoas ou organizações que desejem manter suas atividades ocultas, segundo fontes do mercado financeiro. É um serviço semelhante ao prestado pela Mossack Fonseca, o escritório de advocacia panamenho que ficou famoso depois que o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos revelou seus documentos, em 2016. Ministro Paulo Guedes e presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, são donos de offshore | Pandora Papers | EL PAÍS Brasil (elpais.com) Paulo Guedes tem offshore milionária em paraíso fiscal (uol.com.br)
  7. Michelle Bolsonaro agiu para favorecer amigos em programa da Caixa Segundo reportagem publicada pela Crusoé, a primeira-dama teria atuado para conceder financiamentos a empresas de amigos em programas emergenciais durante a pandemia de Covid-19. De acordo com documentos obtidos pela revista, Michelle Bolsonaro tratou do tema diretamente com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Um dono de um salão de beleza de Brasília, que teria uma amiga em comum com a primeira-dama, afirmou que o contato com a esposa de Bolsonaro foi "fundamental" para conseguir o crédito. Procurada pela Crusoé, a assessoria de Michelle não comentou o caso. A Caixa emitiu uma nota afirmando que todas as concessões passam "por rigoroso processo de governança, compliance e análise de riscos independente".
  8. Bolsonaro diz que Michelle se vacinou nos EUA; políticos e infectologistas veem 'absurdo' e 'desprezo' ao SUS Para vice da CPI, atitude desvaloriza o Programa Nacional de Imunizações e o trabalho de profissionais brasileiros. Infectologistas lembram que vacinas do Brasil são seguras. O presidente Jair Bolsonaro afirmou em entrevista à revista "Veja", publicada nesta sexta-feira (24), que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, se vacinou nesta semana nos Estados Unidos. Michelle integrou a comitiva presidencial que foi a Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU. Para políticos e infectologistas, a opção da primeira-dama de se vacinar nos Estados Unidos, e não no Brasil, é um "absurdo" e um "desprezo" ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Bolsonaro foi questionado pela revista se é um mau exemplo o fato de ele ter declarações contra vacinas e ter demorado para comprar imunizantes para o Brasil. Na resposta, o presidente contou que Michelle quis se vacinar na viagem ao exterior. Bolsonaro reforçou que ele ainda não se vacinou. "Tomar vacina é uma decisão pessoal. Minha mulher, por exemplo, decidiu tomar nos Estados Unidos. Eu não tomei", revelou o presidente para "Veja". Michelle poderia, se quisesse, ter tomado a vacina no Brasil. Em Brasília, cidade onde a primeira-dama mora, a vacinação para a idade dela (39 anos) está disponível desde o dia 23 de julho. O g1 entrou em contato com o Palácio do Planalto para saber por que a primeira-dama optou por não tomar a vacina no Brasil, com as vacinas compradas pelo governo Bolsonaro e ofertadas para a população através do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Não houve resposta até a última atualização desta reportagem. Repercussão O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), disse que a primeira-dama poderia ter se vacinado no Brasil, para dar exemplo aos brasileiros. Isso, segundo ele, seria patriotismo de verdade, e não patriotismo "da boca para fora". "Primeiro, ela está de parabéns por ter se vacinado. A vacina salva. Fez a coisa correta. Isso é nota 10. [Por outro lado,] nota zero, porque a vacina que é aplicada nos Estados Unidos é a mesma que é aplicada aqui no Brasil. Então, ela poderia aqui ter se vacinado, mostrado aos brasileiros ela se vacinando, para dar um bom exemplo aos brasileiros e aí, sim, veríamos o patriotismo de verdade, não patriotismo da boca pra fora", disse Omar. O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues, afirmou que a atitude de Michelle é "lamentável" e desvaloriza o trabalho da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Programa Nacional de Imunizações (PNI), ligado ao Ministério da Saúde, e de cientistas do país. "Essa cena da primeira-dama se vacinando nos Estados Unidos é lamentável. O Brasil não merece isso. Desvaloriza a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, desvaloriza uma conquista do país nos últimos 30 anos, que é o Programa Nacional de Imunizações, desvaloriza o esforço de milhares de cientistas, de milhares de profissionais de saúde por todo país. Lamentável e triste. Mais uma página triste da história nacional", declarou Randolfe Rodrigues. O epidemiologista Pedro Hallal, que coordena o Epicovid, estudo epidemiológico sobre coronavírus no Brasil, disse que a atitude da primeira-dama de preferir se vacinar no exterior mostra desprezo ao SUS. "Se confirmada, é uma notícia que mostra desprezo com o SUS e com os brasileiros. Demonstra falta de confiança no sistema universal de saúde, acessível a todos os brasileiros", afirmou. Questionado sobre a decisão de Michelle, o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, disse que o PNI é um programa sério, que as vacinas aplicadas no Brasil são seguras e eficazes e que a população deve ir aos postos de saúde e tomar a vacina que estiver disponível. "Quero reforçar ao povo brasileiro, embora esse reforço devesse ser feito pelo governo da República brasileira, no entanto isso não vem acontecendo, que este programa [PNI] é serio e visa proteger pessoas. E que os brasileiros corram às unidades e recebam a vacina que estiver disponível, porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária tem responsabilidade na aprovação desses produtos de tal forma que garantam a segurança e a eficácia para o povo brasileiro", afirmou Suleiman. Para Renato Kfouri, infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunização, a decisão da primeira-dama é "um absurdo". Ele também reforçou que as vacinas aplicadas no Brasil são seguras e que não há motivo para tomar em outro país. "Se for verdade, é um absurdo. As vacinas licenciadas no Brasil são seguras. Não há motivo para fazer esse tipo de distinção. Ela tinha direito aqui. Eu não entendo a motivação. Não há motivo nenhum para isso. A única vacina diferente que nós não temos aqui é a Moderna. Se ela tivesse alguma restrição às outras vacinas, uma alergia específica, o que é absolutamente improvável, seria uma justificativa técnica", afirmou Kfouri. Rodrigo Stabeli, pesquisador titular e diretor da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em São Paulo, lembrou a saúde pública no Brasil oferece vacinas de qualidade contra a Covid. "O que é importante salientar é que o Bolsonaro fala para os seguidores dele, pessoas que, como ele, se acham ricos no Brasil e têm condições de pegar um avião de primeira classe e ir aos Estados Unidos para se vacinar. A saúde pública, aqui representada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto Butantan e a Anvisa, fala para o povo brasileiro que se proteja da Covid com as vacinas disponíveis no SUS, que são da mesma qualidade das ofertadas em outros países", disse o especialista. MITO, MITO, MITO!!! SOMOS "PATRIOTAS"!!!
  9. VEXAME INTERNACIONAL: ‘Não seja um Jair Bolsonaro. Vacine-se’, diz prefeito de Nova York O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, voltou a usar as redes sociais para criticar o presidente Jair Bolsonaro por não se imunizar contra a Covid-19. “Não seja um Jair Bolsonaro, seja como Harry e Meghan. Vacine-se”, escreveu de Blasio, acrescentando um link que conduz os internautas a uma lista de postos de vacinação. O príncipe Harry e Meghan Markle se manifestaram em diversas ocasiões recentes em defesa da vacinação. “Até que todas as comunidades possam acessar a vacina e até que todas as comunidades estejam conectadas a informações confiáveis sobre a vacinação, todos corremos risco”, declarou Harry no início do mês, em evento da revista GQ. Na segunda-feira 20, de Blasio marcou Bolsonaro em uma publicação nas redes sociais que informava os locais de vacinação em Nova York. Horas antes, em pronunciamento divulgado na internet, o prefeito disse ao presidente brasileiro que ele “nem precisa vir” à cidade caso não queira se vacinar. Bolsonaro, que foi a Nova York para participar da 76ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas, é o único líder entre as principais economias do mundo a dizer publicamente que não se vacinou. Veja o post do prefeito de Nova York nesta quinta:
  10. Carlos Bolsonaro é chefe de organização criminosa, alega juiz do TJ-RJ Filho do presidente Jair Bolsonaro é alvo de uma investigação por práticas de rachadinha - crime de peculato - e nomeação de funcionários fantasmas em seu gabinete na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro O juiz Marcello Rubioli, da 1ª Vara Criminal Especializada do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), sustentou, em sua autorização de quebra dos sigilos bancário e fiscal do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) ao Ministério Público do Rio (MP-RJ), que identificou "indícios rotundos de atividade criminosa em regime organizado" cometidos pelo parlamentar. Segundo o juiz "Carlos Nantes [Bolsonaro] é citado diretamente como o chefe da organização". Em sua apresentação de dados, Rubioli alega que "os elementos de informação coligidos aos autos - mais notadamente quando se atenta ao vasto acervo de documentos que acompanham o expediente investigatório - apontam para a existência de fortes indícios da prática de crime de lavagem de capitais". De acordo com o juiz, Carlos Bolsonaro é tido como chefe da organização criminosa , "até porque o mesmo efetua as nomeações dos cargos e funções do gabinete. Os investigadores do Ministério Público reforçam ainda que, "para operacionalizar o desvio, é necessária a convergência da atuação do vereador, que se encarrega da indicação dos assessores "fantasmas" (e figura como beneficiário final do peculato), dos chefes de gabinete que atestam falsamente a o desempenho da atividade profissional dos assessores, e finalmente dos ocupantes de cargos comissionados, concordam em ser nomeados formalmente na Câmara Municipal, sob compromisso de repassar mensalmente parte da remuneração do cargo aos demais integrantes da organização criminosa, contribuindo para o desvio da verba orçamentária". O órgão alega que a organização criminosa comandada por Carlos Bolsonaro teria seis núcleos de atuação. O primeiro - e mais numeroso - seria o de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-chefe de gabinete do vereador e segunda esposa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O Ministério Público também apontou que os depoimentos prestados pelos ex-funcionários de Carlos foram "previamente combinados". A defesa do vereador não se manifestou sobre o assunto.
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