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Peidãø Neck

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  1. Inflação corrói 'efeito-Auxílio' em eleição marcada por escalada da pobreza Em bolsões de pobreza no Nordeste e no Centro-Oeste, desalento e esperança impulsionam decisão na eleição BAHIA E SERGIPE O sol atravessa os furos do toldo que cobre o local onde André Rosendo Lapa, 17, está curvado por cima de uma pedra com um martelo em uma das mãos e uma estaca na outra. A martelada produz um som agudo da batida do ferro na pedra, quebrada em partes iguais até se tornar um paralelepípedo. Ao lado, seu pai, José de Souza, 50, realiza o mesmo ofício. A meta é produzir por semana 1.000 paralelepípedos, cuja venda a atravessadores é a principal fonte de renda da família. O complemento vem do Auxílio Brasil, reajustado por três meses de R$ 400 para R$ 600 às portas da eleição presidencial. A mudança não fez Souza rever seu voto, assim como a maioria de seus vizinhos em Coronel João Sá, cidade de 17 mil habitantes do norte da Bahia, onde mais de 90% da população vive na pobreza e na extrema pobreza. Numa eleição marcada pela piora das condições de vida e pela insegurança alimentar, o pacote de bondades que inclui o reajuste temporário do auxílio é colocado em xeque como tática eleitoral. A inflação que corrói o poder de compra e o desalento gerado por falta de oportunidades são os principais obstáculos para transformar a renda extra em votos para o presidente Jair Bolsonaro (PL) nos redutos mais pobres. De 2019 a junho de 2022, a inflação registrou alta de 26,5% no Brasil, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), escalada puxada pela alta dos alimentos. O país também vive um retrocesso na segurança alimentar, com 33 milhões de pessoas passando fome, segundo a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional. No povoado de Alagoinha, em Coronel João Sá, Noélia Maria da Cruz, 35, bota água na panela para fazer render o feijão-verde que cozinha no fogão à lenha. O fogão a gás, cujo preço do botijão chega a R$ 130 na região, só é usado em preparos rápidos, como ferver água para fazer café. O marido, Élcio Batista dos Santos, 40, também quebra pedras. Como não tem um terreno próprio, compra as pedras inteiras em áreas de terceiros e trabalha para pagar o investimento, restando uma pequena margem de lucro. O Auxílio Brasil completa a renda, mas os gastos incluem alimentos, gás, água, energia, além de despesas com os filhos de 15 e 4 anos. A conta não fecha. "Botam esse auxílio aí, mas não acompanha a inflação, aí não adianta nada. Você pega R$ 600 e vai ao mercado, não dá para fechar o mês", afirma Élcio, que não vê em Bolsonaro um presidente que trabalha para os pobres: "Não tem um rico que ache ele ruim". Na casa em frente vivem Josefa Maria da Cruz, 62, e seu marido, José Américo da Cruz, 62, o Dequinha. A família se tornou evangélica, e, desde então, ele deixou de se apresentar nos forrós para tocar sanfona nos cultos da pequena igreja erguida na comunidade. Na família, contudo, é o bolso, não a religião, o fator decisivo para o voto. Josefa, que evita conversar sobre política com o pastor, critica a alta dos alimentos e afirma que votará no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Filha do casal, Naldira Maria da Cruz, 34, vai na mesma linha: "Vou votar no Lula, e seja o que Deus quiser. Já estamos morrendo mesmo". O apoio a petistas é quase uma regra na cidade desde 2006. Há quatro anos, Fernando Haddad obteve 87% dos votos no segundo turno do pleito presidencial. No primeiro, o governador Rui Costa teve 92%. A geografia do voto local é complexa e gera arranjos pouco ortodoxos. Neste ano, o prefeito Carlinhos Sobral (MDB) apoiará Jerônimo Rodrigues (PT) ao governo. Mas para deputado federal está fechado com Roberta Roma (PL), mulher de João Roma (PL), ex-ministro de Bolsonaro e candidato a governador. Sizino Alves, 62, votará nos nomes apoiados pelo prefeito, mesmo que antagônicos, mas diz que só não seguirá Sobral caso ele peça voto em Bolsonaro. O aposentado, que votará em Lula pela primeira vez, justifica a escolha devido à inflação que deixou "o diesel mais caro que a gasolina" e ao aumento do Auxílio Brasil próximo à eleição. "Aumentar só por três meses? Por que não deu logo um ano para trás?" A percepção do reajuste do auxílio como medida eleitoreira é recorrente. Pesquisa Datafolha realizada em julho aponta que, para 61% dos eleitores, o pacote de benefícios tem como principal objetivo ganhar votos para Bolsonaro. Outros 56% consideram insuficiente o valor de R$ 600. Do outro lado da divisa, o cenário é semelhante. Dados do IBGE apontam Sergipe como o estado brasileiro em que a pobreza mais cresceu de 2020 para 2021: o avanço foi de 12,5 pontos percentuais. Moradores de Pedra Mole, município de 3.000 habitantes no oeste sergipano, Fabiana Oliveira, 20, e Emerson Fontes, 21, estão desempregados e dependem do Auxílio Brasil e de um benefício estadual. Da renda familiar mensal de R$ 530, cerca de R$ 110 são gastos com latas de leite em pó para a filha de seis meses. A vizinha Silvanira dos Santos, 31, também depende do Auxílio Brasil para gastos básicos. Com o programa, paga R$ 200 do aluguel da casa, e o que sobra vai para energia, alimentação, gás e remédios. O fornecimento de água foi cortado por falta de pagamento. Mesmo com queixas devido à escassez de recursos, ela classifica o governo Bolsonaro de regular: "Não acho que está ruim, mas também não está lá essas coisas. Teve esse auxílio que ajudou várias pessoas, se não tivesse nada era pior". Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pedra Mole, José Ednaldo dos Santos, 40, votou em Bolsonaro em 2018 e afirma que deve repetir o voto. Ele elogia Lula por programas como o Prouni, que permitiu ao filho dele se formar em direito. Mas diz não ter críticas a Bolsonaro. "Não gosto de fanatismo. Governantes do passado têm programas excelentes, e esse governo também não deixa a desejar." José Pereira da Silva, 58, que vende coentro de porta em porta em Pedra Mole, também é eleitor de Bolsonaro. Ele afirma que os apoiadores de Lula são maioria na cidade, mas que o reajuste do Auxílio Brasil pode fazer a diferença na eleição. É o mesmo diagnóstico dos candidatos bolsonaristas a governos estaduais na região. Não à toa, João Roma ancorou a narrativa de sua campanha no benefício. Em um vídeo, percorre um mercado ao lado de uma dona de casa e diz que os R$ 600 mensais do programa são superiores à média do Bolsa-Família e dão para "comprar até picanha". O candidato a governador Jerônimo Rodrigues (PT) fez vídeo semelhante, mas com argumentação oposta. No mercado, compara os preços dos itens da cesta básica aos valores dos mesmos produtos em governos petistas. Mas nem o aumento do Auxílio Brasil hoje nem a lembrança de benefícios do passado são capazes de, sozinhos, decidirem o voto, aponta o sociólogo Antônio Lavareda, do Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas). "As pessoas não votam para expressar gratidão. Consciente ou inconscientemente, o voto tem mais a ver com quem será capaz de melhorar a vida no futuro", afirma. Ele diz acreditar que o reajuste do Auxílio Brasil pode melhorar a avaliação do governo entre os cerca de 20 milhões de potenciais beneficiários, mas tende a ter efeito limitado. Em geral, poderá convencer aqueles que já tendiam a votar em Bolsonaro, mas ainda estavam em dúvida. As chances de reversão de votos de eleitores de Lula para Bolsonaro são pequenas. "É possível que Bolsonaro convença eleitores de que vai manter [o auxílio em R$ 600]. Mas é muito mais difícil convencer que Lula também não manteria, até pela imagem dele que se solidificou ao longo do tempo." Além disso, há a possibilidade de que o "Auxílio Brasil turbinado" resulte em um efeito eleitoral adverso em um contingente que chega a 47 milhões de pessoas: aqueles que receberam o auxílio emergencial durante a pandemia e agora não têm acesso a nenhum benefício social.
  2. Anne Heche morre aos 53 anos após grave acidente de carro Atriz estava internada há uma semana na UTI em coma e respirando por aparelhos depois de bater seu veículo em uma garagem e invadir uma casa em Los Angeles Morreu nesta sexta-feira, aos 53 anos, a atriz americana Anne Heche, segundo o jornal britânico The Guardian. Ela estava em coma desde a última sexta-feira (5), quando sofreu um acidente de carro em Los Angeles, na Califórnia. A atriz sofreu queimaduras e uma lesão no pulmão após colidir contra uma casa no bairro Mar Vista, causando um incêndio, e estava em estado grave no hospital, respirando por aparelhos. Anne Heche morre aos 53 anos após grave acidente de carro | Cultura | O Globo
  3. As Copas Libertadores e Sul-Americana conheceram hoje (11) seus respectivos semifinalistas, sendo cinco deles brasileiros. Flamengo, Vélez, Palmeiras e Athletico-PR seguem vivos na briga pelo título da Liberta. Já Atlético-GO, São Paulo, Independiente del Valle e Melgar disputam a Sula. Veja os confrontos da Copa Libertadores: Vélez x Flamengo Athletico-PR x Palmeiras Veja os Confrontos da Sul-Americana: Atlético-GO x São Paulo Ind. del Valle x Melgar
  4. Câmara do TCU condena Dallagnol, Janot e procurador a devolver dinheiro com diárias e passagens Segunda Câmara do TCU entendeu que houve prejuízo de R$ 2,8 milhões aos cofres públicos em gastos da Lava Jato A Segunda Câmara do Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta terça-feira (9) condenar o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, o ex-procurador Deltan Dallagnol e o procurador João Vicente Romão a ressarcir os cofres públicos por dinheiro gasto pela força-tarefa da Lava Jato com diárias e passagens. O caso é apurado desde 2020 pelo tribunal, e o relatório do ministro Bruno Dantas foi aprovado nesta terça por 4 votos a zero. Outros sete procuradores foram inocentados. Para Dantas e o subprocurador-geral do Ministério Público de Contas, Lucas Furtado, houve irregularidades nos pagamentos das diárias e das passagens em razão do dano aos cofres públicos. O ressarcimento deverá ser de R$ 2,8 milhões. A decisão da Câmara Os ministros da Segunda Câmara concluíram que o modelo de força-tarefa adotado pela Lava Jato foi antieconômico, ou seja, causou prejuízo aos cofres públicos ao permitir o pagamento "desproporcional" e "irrestrito" de diárias, passagens e gratificações a procuradores. Para os ministros, houve, ainda, ofensas ao princípio da impessoalidade, em razão da ausência de critérios técnicos que justificassem a escolha dos procuradores que integrariam a operação, além de o modelo ser benéfico e rentável aos participantes. As condenações: Rodrigo Janot Ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot foi condenado por ter autorizado a constituição da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. Deltan Dallagnol Ex-procurador e ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol foi condenado por ter participado da concepção do modelo escolhido pela força-tarefa e da escolha dos integrantes. João Vicente Romão João Vicente Beraldo Romão foi condenado por ter solicitado a formação da força-tarefa. Outros sete procuradores que atuaram na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba disseram que receberam o dinheiro de boa-fé e foram inocentados porque os ministros aceitaram os argumentos deles. Voto do relator Relator do processo, o ministro Bruno Dantas disse que o modelo de força-tarefa instituído pela Lava Jato levou ao pagamento "desmedido" de diárias e sem a "devida fundamentação e análise de alternativas legais e mais econômicas". Dantas afirmou que sequer foram avaliadas opções que poderiam ser mais econômicas, como a escolha de procuradores que já atuassem em Curitiba ou a atuação na forma de Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). O ministro disse, ainda, que o modelo de força tarefa é uma prática excepcional, que não deveria ter sido utilizado por sete anos, ocasionando prejuízo aos cofres públicos. "As circunstâncias indicam uma atuação deliberada de saque aos cofres públicos para benefício privado", argumentou o relator, que foi acompanhado pelos demais ministros da Segunda Câmara.
  5. Brasil tem quase 20 milhões de pessoas em situação de pobreza nas regiões metropolitanas Número cresceu em 3,9 milhões de brasileiros de 2020 para 2021 principalmente em razão da retirada do auxílio emergencial O número de pessoas em situação de pobreza saltou para 19,8 milhões nas regiões metropolitanas do Brasil em 2021, sendo que mais de 5 milhões estão ainda abaixo da linha da extrema pobreza. O dado representa um crescimento de 3,9 milhões no número de pobres no país em comparação ao ano anterior. As informações são do Boletim Desigualdade nas Metrópoles, produzido pelo Observatório das Metrópoles, da PUC-RS, em parceria com a Rede de Observatórios da Dívida Social na América Latina (RedODSAL). Segundo o estudo, a interrupção do auxílio emergencial, com a retomada posteriormente para uma base menor e com valor reduzido, foi o principal acelerador do processo. Andre Salata, um dos coordenadores da pesquisa e professor da PUCRS, diz que a pobreza e a extrema pobreza já vinham crescendo desde antes da pandemia, com o aumento da desocupação e o enfraquecimento das políticas sociais, a partir do congelamento do valor dos benefícios e da estagnação da base de beneficiários. No entanto, a crise sanitária aprofundou o problema. Segundo ele, os mais pobres perderam um terço de suas rendas por estarem mais concentrados na informalidade; terem menor escolaridade, sendo demitidos com facilidade; e trabalharem em ocupações dificilmente transferidas para o modelo remoto. Além disso, a interrupção abrupta do auxílio emergencial por três meses no início de 2021 e o retorno, com cobertura e valor menores, fez a pobreza explodir. — Apesar dos problemas de implementação, o auxílio emergencial de R$ 600 conseguiu segurar os indicadores sociais em 2020. A interrupção do pagamento no ano seguinte foi uma decisão equivocada do ponto de vista social porque o mercado de trabalho ainda não tinha se restabelecido — aponta. Marcelo Neri, diretor do FGV Social, acredita que a oscilação do benefício foi responsável pela instabilidade da pobreza, o que promoveu uma "montanha russa de pobres". — Em relação a 2020, quando começou a ser pago o auxílio emergencial, cerca de 50 milhões de pessoas perderam o benefício que recebiam. Os pobres passaram de 65,4 milhões, no início da pandemia, para 42 milhões, no meio de 2020, e depois para 71,9 milhões, no começo de 2021. Uma variação muito grande. Além disso, o economista critica o modelo do Auxílio Brasil: — Esse sistema é falho porque não leva em conta tamanho da família, nem o grau da pobreza, diferente do que ocorria no Bolsa Família. Existe um espaço de melhora grande. Inflação também atrapalha Para Salata, o processo de recuperação de renda real iniciado com a vacinação foi interrompido pela alta acentuada da inflação no ano passado, que corroeu o poder de comprados consumidores. — Além das famílias estarem mais empobrecidas, as que estão na base da pirâmide sofreram mais. É o pior dos mundos que a gente poderia ter, a média de renda caindo e a desigualdade subindo — opina. Marcelo Ribeiro, pesquisador do Observatório e professor do Ippur/UFRJ, também à frente do boletim, corrobora. Ele diz que, devido à inflação, a população passou a ganhar R$ 300, em termos de valor nominal, mas com uma renda real bem inferior ao que era no auge do recebimento dos R$ 600. Salto na pobreza O aprofundamento da pobreza nas metrópoles brasileiras nesses três anos é imenso. Em 2019 e 2020, havia 15,7 milhões e 15,9 milhões de pessoas em situação de pobreza nessas regiões, respectivamente. Abaixo da linha da extrema pobreza eram 3,52 milhões e 3,69 milhões. A situação é mais crítica no Norte e no Nordeste, em função da estrutura economia, com grande parte da mão de obra informal e o setor de serviço especializado bastante inchado. No Recife, por exemplo, o grupo de pessoas extremamente pobres, cuja renda domiciliar per capita mensal não passava de R$ 160, saltou de 6,3% para 13% entre 2020 e 2021. No mesmo período, em Salvador, os extremamente pobres aumentaram de 9,4% para 12,2%. — A comparação é ainda mais drástica quando observada em relação a 2014, quando a situação começou a piorar. Salvador tinha extrema pobreza em 2,8%, e Recife em 5,7% — conta Salata: — No Rio, a extrema pobreza passou de 2,7% em 2014 para 7,3% em 2021. Perda de renda acentuada Ao longo dos anos, os brasileiros mais pobres vêm tendo perda relevante de renda. Em 2014, os 40% mais pobres das regiões metropolitanas registravam R$ 515 em renda média. Em 2019, esse valor havia recuado para R$ 470. No ano passado, em contexto de pandemia, chegou a R$ 396. Em um período de sete anos, 7,2 milhões de pessoas entraram em situação de pobreza nas metrópoles do país. A taxa de pobreza saltando de 16% para 23,7% entre 2014 e 2021. Na extrema pobreza, subiu de 2,7% para 6,3%, passando de 2,1 milhões para 5,2 milhões de pessoas. Em São Paulo, a maior cidade do país, havia mais de um milhão de pessoas na extrema pobreza em 2021. Viviane Almeida, professora do Ibmec e pesquisadora em Economia Social e Políticas Públicas, ressalta que, fora da estatística, ainda estão os invisíveis, pessoas em situação de vulnerabilidade que sequer têm acesso a benefícios sociais. Além deles, há os que estão fora do recorte de renda de pobreza, mas que também não vivem com qualidade de vida suficiente. — A renda é nossa métrica de bem-estar, ela permite comprar bens que tornem a nossa vida melhor. Por mais que seja mais fácil traduzir essas informações em números, estamos falando de vidas. Há pessoas que vivem com um pouco mais do que o valor estabelecido no recorte de renda para os pobres e que também não têm acesso a saneamento, alimentação ideal e outras coisas — analisa. Salata reconhece que o Auxílio Brasil vai ter resultado em redução de desigualdade até o final do ano. Mas alerta que políticas de transferências de renda exigem atenção: — A gente está perdendo a focalização nesse programa. Como todos recebem R$ 600, trata os pobres como se fossem todos iguais, e eles não são. Esse dinheiro poderia ser direcionado melhor. Outra questão é a sustentabilidade no longo prazo, que é essencial. O que vai acontecer com os R$ 600 em 2023? Foi essa variação na transferência de renda que fez a taxa da pobreza explodir.
  6. Morre Clu Gulager, de A Volta dos Mortos-Vivos e Banquete no Inferno Clu Gulager, veterano do horror slasher, morreu aos 93 anos, de causas naturais, segundo o Deadline. O ator teve mais de 165 projetos no currículo em quase 70 anos de carreira. Entre seus principais papéis estão A Volta dos Mortos-Vivos, A Hora do Pesadelo 2, Banquete no Inferno e Colheira Maldita. Entre seus últimos trabalhos está uma participação em Era uma Vez em Hollywood, do diretor Quentin Tarantino. Ele deixa seus filhos John e Tom Gulager. John dirigiu seu pai na trilogia Banquete no Inferno, Piranha 3DD e Colheita Maldita: Fugitivos. Gulager enveredou pelo terror e encontrou novo público com alguns clássicos do gênero, especialmente "A Volta dos Mortos-Vivos" (1985), a primeira comédia de zumbis, onde viveu o dono do armazém em que os mortos-vivos "reais" estavam guardados desde a contaminação original dos anos 1960 - aquela registrada no filme "A Noite dos Mortos-Vivos" (1968), que supostamente seria um documentário e não uma ficção. Com cenas antológicas de punks num cemitério, o longa de Dan O'Bannon (criador da franquia "Alien") marcou época, ganhou continuações e popularizou o subgênero terrir. "Eu particularmente não queria fazer aquele filme", ele lembrou em 2017. "Eu pensei que estava um pouco acima daquilo. E acabou que, se eu for lembrado, se é que serei lembrado… será por este filme!" Depois disso, ele se tornou figurinha fácil em produções fantásticas. Entre outras produções do gênero, apareceu em "A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy" (1985), contracenou com Vincent Price em "Do Sussurro ao Grito" (1987) e entrou em outro cult, vivendo um oficial da lei na sci-fi "O Escondido" (1987), de Jack Sholder. Ele ainda voltou a se destacar em 2005 em "Banquete do Inferno", trabalho especial em sua filmografia porque marcou a estreia de seu filho, John Gulager, como diretor de cinema. Com produção de Wes Craven (diretor de "A Hora do Pesadelo" e "Pânico") e dos astros Matt Damon e Ben Affleck, o filme foi outro que virou culto e ganhou sequências (lançadas direto em vídeo). Nas duas continuações, ele ainda contracenou com seu outro filho, o caçula Tom Gulager. O filho cineasta comandou o pai mais uma vez em "Piranha 2", de 2012, mesmo ano em que o veterano lançou sua única incursão como diretor de longa-metragem, "Memories", exibido apenas em festivais. Clu Galager ainda colheu elogios por sua performance em "Tangerina" (2015), filme de estreia de Sean Baker ("Projeto Flórida"), antes de se despedir das telas em 2019, com uma pequena participação em "Era uma Vez em… Hollywood", de Quentin Tarantino.
  7. "Olha, é melhor democracia com o ladrão do que o outro regime com o honesto?" outro regime com o honesto? regime com o honesto? com o honesto? honesto? honesto?
  8. David Warner, ator de 'Titanic' e 'A profecia', morre aos 80 anos Segundo a imprensa internacional, ator morreu em decorrência de um câncer. David Warner com Gregory Peck, em cena de "A Profecia" David Warner, ator britânico conhecido por seu trabalho em filmes como "Titanic" e "A Profecia", morreu aos 80 anos. Segundo a imprensa internacional, Warner morreu de em decorrência de um câncer. Ele estava em Denville Hall, uma casa de repouso para atores localizada em Londres. "Nos últimos 18 meses, ele abordou seu diagnóstico com sua graça e dignidade características. Ele fará uma imensa falta para nós, seus familiares e amigos, e será lembrado como um homem de bom coração, generoso, compassivo, parceiro e pai, cujo legado de trabalho extraordinário tocou a vida de tantos ao longo dos anos. Estamos de coração partido", informou um comunicado divulgado pela BBC. Ao longo de seis décadas de carreira, David Warner trabalhou em dezenas de filmes e séries. Além de "A profecia" e "Titanic", o ator estrelou obras como "Jornada nas estrelas V" (1989), "Planeta dos macacos" (2001) e, mais recentemente, "O Retorno de Mary Poppins" (2018). O ator também foi premiado com um Emmy, em 1981, por seu trabalho na série "Masada", que estrelou ao lado de Peter O’Toole e Peter Strauss. Seu último trabalho vou na dublagem de um dos episódios da série de animação "Teen Titans Go!". Paul Sorvino, ator de 'Os bons companheiros', morre aos 83 anos Ele interpretou o personagem Paulie Cicero no filme de Martin Scorsese de 1990. Ator também participou de 'Tudo por dinheiro', 'Nixon', 'Rocketeer' e na série 'Law and order'. O ator Paul Sorvino, conhecido por interpretar o gângster Paulie Cicero no filme "Os bons companheiros", morreu aos 83 anos nesta segunda-feira (25). A esposa do ator, Dee Dee Benkie, anunciou a morte dele nesta segunda-feira por "causas naturais": "Nossos corações estão partidos, nunca haverá outro Paul Sorvino. Ele foi o amor da minha vida e um dos maiores artistas a agraciarem as telas e os palcos", ela escreveu em comunicado. Pai da atriz Mira Sorvino (de "Poderosa Afrodite), o ator norte-americano também atuou nos longas "Tudo por dinheiro", "Rocketeer" e como o policial Phil Cerretta na série 'Law and order'. Entre outros papeis conhecidos dele estão o do secretário de estado Henry Kissinger em "Nixon", de 1995, e do pai de Julieta em "Romeu e Julieta" de Baz Luhrmann, de 1996.
  9. E o plano (de "mais desigualdade") desse demente infelizmente está sendo "alcançado"...
  10. É que isso aqui é mais importante: Ele é um alienígena do filme "THEY LIVE (1988)".
  11. Toda Copa do Brasil agora tem um confronto entre Athletico e Flamengo, já virou tradição. A CBF sorteou na tarde desta terça-feira, em sua sede, no Rio de Janeiro, os confrontos das quartas de final da Copa do Brasil 2022. Veja abaixo os duelos e as chaves dos confrontos até a final (em negrito os times que fazem os jogos de ida em casa): Atlético-GO x Corinthians Fortaleza x Fluminense São Paulo x América-MG Flamengo x Athletico Quem passar de Atlético-GO x Corinthians enfrentará na semifinal o vencedor de Fortaleza x Fluminense. Do outro lado, quem avançar em São Paulo x América-MG encara o vencedor de Athletico x Flamengo. Os jogos de ida acontecerão nos dias 27 e 28 de julho, enquanto os da volta estão marcados para 17 e 18 de agosto. As datas de cada confronto ainda não foram divulgadas.
  12. Coitado, como sofre esse presidente, a culpa nunca é dele, nem deveria tentar a reeleição, vai sofrer mais ainda caso ganhe... Na época do PT tudo era culpa dessa corja, não importava o cenário mundial, os petralhas eram sempre os culpados! Malditos vermelhos!
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