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j_laverc

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  1. Material de extremo interesse para retrogamers em geral. Valeu por compartilhar!
  2. Cyberpunk 2077 - novo jogo da CDPR

    Visualmente tá matador. Espero que esse jogo seja um imenso sucesso, até para ajudar o povo a começar a assimilar e consumir mais coisas de estética cyberpunk.
  3. | | Ao ponto de criar no Mega a proeza inédita de um jogo com características e limitações próprias do Master, e enganar com isso alguém do ramo? Se fosse um jogo de 16 bits mal feito ainda vá lá, mas é menos do que isso. | | Eu li tudo. Como sabemos, produtor de jogos não é, a principio, quem cuida do marketing. Se foi mesmo alguém do marketing que testou o jogo, então a Tec Toy por alguma razão usou o termo errado. E repetindo um detalhe crucial que o outro colega sugeriu na pagina anterior: Street Fighter de Master saiu em 1997. Não faria qualquer sentido a Tec Toy apresentar ele como jogo de Mega por que ela não foi incumbida disso, o jogo pro Mega já existia. Mesmo que não fosse um produtor de fato quem testou (se testou), como alguém da Capcom não se ligaria nisso? Mas por mais estranho que pareça, vai que é verdade... Só continuo achando difícil de acreditar.
  4. ^ Pois é, e eu já tinha visto essa historia circulando no facebook, também. Muita gente é chegada numa "fábula"... Gostaria de ver a versão do tal produtor da Capcom dessa história, dai sim.
  5. | | Mas foi isso que eles fizeram. Complicado de engolir é que um produtor da Capcom teria acreditado ser um jogo de Mega, mesmo que tecnicamente ele não apresente praticamente nada de equivalente a um jogo de Mega (gráficos e áudio, só pra começar). Sem falar que ninguém conhece Street Fighter melhor do que alguém que ajudou a cria-lo. Seria como botar um produtor da Sunsoft pra jogar Batman - Return of the Joker do Nes, e conseguir enganar ele dizendo que é um jogo de Super Nes.
  6. | | Um produtor da Capcom não saber distinguir um jogo de 8 pra um de 16 bits na sua frente? Essa história é meio absurda... ______________________________________ Sobre esse controle de 6 botões do Master, há fotos por aí? Não encontrei, nem sabia que isso existia. Quanto ao controle original do Master, acho que o maior problema é que os botões são muito altos, isso compromete na agilidade. Poderia ser melhor, mas é um controlezinho interessante.
  7. Acho que poderiam ter lançado, dava pra fazer muito melhor que esse protótipo da foto. Entre 88-89 a Capcom já tinha em sua equipe os programadores e designers que criariam seus primeiros clássicos, então era mais uma questão de interesse. Prova disso é o Mighty FInal Fight, um dos maiores beatemups já feitos pra console de 8 bits. Era só reinventar Street Fighter pro Nes da mesma forma que fizeram com o Final Fight, que possivelmente teríamos outro belo jogo. Sobre os Street Fighters piratas de Nes Cheguei a jogar todos, e acho esse da Yoko o pior, e o "SF III" o melhor disparado, quase no nível de um jogo oficial. Aquele outro que tem uns lutadores chamados Rober, Pasta, etc... É ruim, mais um pouco mais jogável que o da Yoko. No fim, acho que o melhor jogo de luta 1x1 pra Nes é o Joy Mech Fight, da Nintendo. Além de ser um jogo diferenciado, tem uma jogabilidade ótima.
  8. Simplesmente inacreditável... O que foi isso? Por onde começar?? Olha, se fosse retrospectiva de um jogo menor e / ou feito por um canal menor, já seria ruim. Mas canal de cultura pop que não consegue nem falar sobre Street Fighter não tem por que existir. E olhando pra trás, nem é preciso voltar muito no tempo pra entender a origem dessa incompetência toda, precedida por anos e anos de revistas "engraçadonas" com críticos que não aprenderam que jornalismo não é papo-de-boteco -E que pelo visto continuam por aí, juntamente de suas crias, entupindo os meios de comunicação com matérias vergonhosas, como essa. Ign Brasil é uma vergonha para o meio jornalístico, e um desrespeito a história dos video games.
  9. Eu só fui saber que esse port existia bem depois do lançamento, já na época da internet. Claro que não dá pra comparar ele com as demais versões, mas é um jogo que reforça que consoles de 16 bits podiam ter jogos de luta muito bons, bastava competência e vontade por parte das desenvolvedoras. É por isso que os ports dos jogos da Capcom pra Snes e Mega eram bem melhores que os da Snk, por exemplo. Quanto ao Alpha 2 em particular, pra mim o corte mais sentido foi na parte sonora, é um dos jogos com pior som que já vi na biblioteca do Snes, mas entendo que isso provavelmente se deve ao fato de que o jogo era pesado, e seus demais aspectos já exigiam bastante do hardware. De resto, levando em conta a plataforma em questão, acho que ele roda bem, e vale no mínimo como curiosidade.
  10. Infelizmente, capas de Master System são muito lembradas por sua falta de qualidade. O fundo branco com listras pretas era legal, mas as ilustrações em si eram frequentemente bobas e sem graça.
  11. Eu não li o livro, mas já havia lido sobre ele. As artes de capas do Atari sempre foram das minhas favoritas, elas acrescentavam todo um colorido, ampliavam a dimensão do nosso imaginário sobre os jogos. Como os jogos eram tão básicos, restava as capas apresentarem a "essência", retratar os momentos do jogo como cenas de cinema. Era maravilhoso, foi talvez a época onde as capas foram mais importantes, e despertavam mais curiosidade. Uma das que acho mais bonitas e emblemáticas é a do Defender (feita por Steve Hendricks):
  12. Rap do Sonic

    hahahaha... Achei do caralho, isso ai. A performance é meio tosca, mas a ideia é engraçada. Só faltou mesmo uns versos tirando onda com o Mario.
  13. ^ Certo. Quanto a esse Ivy the Kiwi, me parece obviamente um jogo para crianças, mais apropriado a ser jogado num celular do que num console. Não por acaso, o gameplay me lembrou os estágios bonus do primeiro Sonic.
  14. Essa foi a melhor releitura que eu já ouvi para a música do Guile: Uma interessante versão jazz para o tema da primeira fase do Contra: E uma versão completamente acústica de Mute City, do F-Zero:
  15. | | Aí também não, né camarada? rs...Acho que ele poderia criar coisas originais pra Nintendo, da mesma forma que fazia na Sega. Mas será que a Nintendo cogitou trabalhar com ele, na época? Talvez nunca saberemos.
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