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Galva Maximus

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Everything posted by Galva Maximus

  1. Disclaimer: This is not playable (yet), this is merely a visualization of what I want to accomplish. An on-going passion project, this is the trailer of my dream game for Sonic. It took over 300+ hours to make; everything was either hand drawn, hand-animated by myself. The only assets I didn't create were the sound effects. Follow me on Facebook: facebook.com/tripplejaz DeviantArt: tripplejaz.deviantart.com/ twitter: @tripplejaz
  2. Não, porque ao tentar tocar o filme, o site do Telecine detecta que é navegador de celular, e manda instalar o app. Parece que o Telecine "sabotou" o aplicativo de propósito para não rodar direto em tv box, porque na PlayStore aparece a mensagem "Este aplicativo pode não ser compatível com seu dispositvo". Quando se instala e tentar rodar o filme, fica todo bugado.
  3. ign.com AtGames Legends Ultimate Fixes the Biggest Problem with Modern Arcade Machines - IGN By Kevin Lee 4-5 minutos Home arcade machines are much more accessible these days, but one thing that still holds them back is that many of them only have a dozen or so games. AtGames is trying to fix that problem with its Legends Ultimate Arcade Machine that not only comes with 350 games but is also connected to the internet, allowing you to expand your library with more arcade, console, and even PC games. The Legends Ultimate Arcade Machine comes loaded with well-known classics like Asteroids, BurgerTime, Burnin' Rubber, Missile Command, Tetris, and Tron. However, this arcade really opens up when it connects to the ArcadeNet online service and AtGames’ array of cloud-connected PCs. Once linked to the service, this machine gains access to a much larger library of games like Metal Slug and Samurai Shodown—and even the vast array of console games that never made it to the arcades. AtGames is also implementing what it calls BYOG (Bring Your Own Game), which grants you direct access to your ArcadeNet cloud-connected gaming PC to log into Steam and play your favorite PC games with the arcade setup. Playing arcade games streamed through a remote PC might sound like the worst thing on paper. But the experience worked better than expected in my short demo. In Tetris, I was able to slide pieces into gaps with ease just like I could on my home systems. Metal Slug felt fairly responsive whenever the hotel internet ping fell below 30ms. Network latency will be the biggest pain of playing arcade games streaming from the Internet. The whole ArcadeNet cloud-connected service will run on a subscription-based model similar to Google Stadia, except games are being beamed directly to an arcade machine. AtGames also wants to add competitive and cooperative multiplayer to all titles on its service. Unfortunately, pricing schemes for the ArcadeNet are still being finalized, so we’ll have to sit tight without that crucial knowledge for now. One other way users will be able to add more games is by plugging in one of AtGames’ Blast! kits—essentially a Chromecast for games—into one of the Legends Ultimate’s top-side HDMI ports. This lets you play other titles AtGames has already released while using the arcade machine like one giant screen and controller. Here are some of the games on the ATGames Legends Ultimate Arcade Machine Asteroids Astyanax Bad Dudes vs. Dragon Ninja BurgerTime Burnin' Rubber Centipede Crystal Castles City Connection Fighter’s History Fix-It Felix Jr. Millipede Missile Command Joe & Mac Joe & Mac: Caveman Ninja Pong Pro Soccer Saint Dragon Side Pocket Star Wars Tetris Tetris Plus 2 Tempest TRON AtGames’ Legends Ultimate Arcade Machine is a pretty well-rounded unit that includes two full arcade-style control panels complete with joysticks, six action buttons, a trackball, and two spinners for each player. With all these different input options player should feel right at home whether they’re playing pong with a spinner, Centipede with a trackball, or any fighting game with the full-featured fight stick. Like adding more games, AtGames tells me it has designed the Legends Ultimate to be expandable with more peripherals including Bluetooth accessories, alternate cabinet art, light guns, and more. The arcade unit itself comes in two sizes with a 46” compact unit running for $399 and $599 for the 66” full-size unit—the latter of which is the one I saw during my demo. As with other home arcade machines, the Legends Ultimate will require some building, but AtGames assures me that assembly that is simple and quick and can be done in only 10 minutes. Of course, I’ll be testing this claim in my full review. The AtGames Legends Ultimate Arcade Machine will be available for limited pre-orders starting in July. For more on IGN's E3 coverage, stay tuned to IGN's E3 2019 hub. Be sure to also check out the list of confirmed E3 2019 games and the list of games that won't be at E3 2019. Kevin Lee is IGN's Hardware and Roundups Editor. Follow him on Twitter @baggingspam
  4. A Mattel e a Nintendo firmaram uma parceria muito bacana, que trará pistas temáticas da série Mario Kart para os brinquedos da linha Hot Wheels! O anúncio oficial da novidade menciona que teremos 3 pistas diferentes, cada uma com diferentes elementos e referências ao universo de Mario Kart. O set inicial deve trazer 4 personagens diferentes: Mario, Yoshi, Luigi e Bowser. Com o tempo, mais carrinhos serão lançados, trazendo Toad, Princesa Peach e outros personagens queridos do mundo dos games. Os carrinhos terão escala 1:64, e serão compatíveis com qualquer pista Hot Wheels. Matt Brutocao, diretor sênior de marketing global da Hot Wheels, fez um comentário animado sobre a parceria: “Mario Kart e Hot Wheels são duas das marcas mais icônicas, cada uma com sua própria história e base de fãs dedicados. Então, a combinação das duas é algo muito especial. Nossa nova linha Hot Wheels Mario Kart cria uma experiência emocionante, com personagens divertidos, detalhes autênticos e desafios de corrida que são sinônimo de Hot Wheels“. Os kits de Hot Wheels Mario Kart devem ser oficialmente apresentados durante a Comic-Con deste ano, que rola no mês que vem. O lançamento na gringa deve rolar ainda este ano. (Via: Nintendo Life, Business Wire)
  5. Consertei os links: https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157690969666453 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157690067583293 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157705086276861 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157676338651347 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157688003592900 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157685579516731 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157683534400212 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157685426675205 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157680729928182
  6. Álbuns produzidos pela Navarrete ao longo dos anos Foto: Reprodução Campeão da Copa América em 1991 e 1993 e artilheiro na edição de 1995, o argentino Gabriel Batistuta foi o grande nome da competição no começo da década de 90. E é por isso, e também por se tornar um ídolo na Argentina e um astro do futebol mundial, que Batigol aparece na capa de álbuns de figurinhas lançados em todo continente por três edições consecutivas. O cromo do jogador foi um dos mais desejados em alguns livros ilustrados dos torneios de 1997, 1999 e 2001 — o que seria normal não fosse o fato de que Batistuta não disputou nenhuma dessas competições. E essa é só uma das histórias do enredo que envolve jogos, trapaças e cromos autocolantes, lembrando sempre que pirataria é crime e quaisquer violações de direitos de imagem podem resultar em punições pesadas. O álbum de figurinhas da Copa América de 1999 Foto: Reprodução PARTE 1 — A Navarrete Mal na temporada de 1997, Batistuta foi preterido por Hernan Crespo. Dois anos depois, ficou fora porque Marcelo Bielsa preferiu levar um time só com jogadores que atuavam no país. Em 2001, a Argentina não quis disputar a Copa América da Colômbia por questões de segurança. Nada disso, porém, mudava a ideia das editoras: os 11 gols que marcou em três edições e a idolatria no continente faziam do atacante uma personalidade capaz de vender álbuns nas bancas, mesmo se não disputasse o torneio. Mas se engana quem pensa que o artilheiro ficou rico com tamanha exposição. Batistuta, na verdade, não levou um centavo. — As editoras se aproveitavam de uma legislação branda e principalmente de uma fiscalização quase inexistente em relação aos direitos de imagem — conta Andrés Calderón, um advogado de Lima, capital do Peru, cidade da editora que mais álbuns de figurinhas de futebol já produziu no continente, todos sem pagar direitos de imagem a jogadores ou ter licenciamento dos organizadores das competições. — A Navarrete sempre foi uma gráfica, mas explodiu com os álbuns de figurinhas nos anos 90, principalmente na Copa do Mundo de 1998. Eram figurinhas muito mais baratas, que no começo não eram autocolantes. Você tinha que passar cola. O povo peruano é apaixonado por futebol e por essa mania. Como não nos classificávamos para nenhuma Copa, era nossa maneira de participar — conta Andrés. Ronaldo na capa de versão do álbum de 1997 Foto: Reprodução Sem pagar um real de diretos de imagem, a Navarrete lançou em 1997 seu primeiro álbum trash da Copa América, com a grande estrela do futebol mundial estampada na capa: Ronaldo. Astro do Barcelona e melhor do mundo naquele ano, o jogador aparece com a camisa da seleção nas versões brasileira e em espanhol do álbum. Na edição que circulou por aqui, um único cuidado em relação aos direitos de imagem: o escudo da CBF, a marca da Nike e o símbolo da Conmebol — três entidades poderosíssimas naquela época — foram apagados para se evitar problemas. O que chamou a atenção na chegada da Navarrete foi o que podemos posicionar entre a coragem e a cara de pau. Evitar pagar direitos de imagem já era algo usual em álbuns antigos, mas de maneira disfarçada e dentro da lei. O jornal chileno "La Tercera", por exemplo, editou coleções de figurinhas da Copa América em 1993 e 1995, mas disfarçou de maneira tosca, porém pouco arriscada. Na primeira vez, estampou na capa uma bizarra montagem da comemoração de um gol do Chile contra o Paraguai. Mas o rosto dos jogadores está tampado: o do zagueiro pela logo da publicação, do goleiro pela posição e do atacante com uma bola gigantesca que cobre toda sua face e dá tons de surrealismo, já que, supostamente, ela deveria estar nas redes. Bola cobre rosto de jogador em edição 'pirata' do álbum Foto: Reprodução Na edição seguinte, facilitaram: ilustraram a capa com um jogador chileno e outro argentino, mas o detalhe é que eles não existem, são figuras inventadas no traço do desenho. Como quem não existe não cobra direito de imagem, a questão estava resolvida. Figuras inventadas substituem jogadores em álbum de 1995 Foto: Reprodução Em todos os países da América do Sul, qualquer publicação de imagem sem autorização explícita, para fim econômico e comercial — como a venda de um álbum ou de figurinhas — é uma violação a um direito. As editoras, portanto, têm que ter a permissão dos jogadores que estampam as capas ou os cromos. Usar a imagem de um jogador na capa é mais caro do que ele ser apenas uma entre tantas figurinhas. ENTENDA: Por que você não se lembra dos Mascotes da Copa América A estratégia da Navarrete deu certo e errado. O álbum foi um sucesso e o da Copa de 1998, no ano seguinte, foi ainda mais vendido. Ao mesmo tempo, começaram a chegar denúncias e processos. Ronaldo e outros jogadores na capa do álbum de 1999 Foto: Reprodução Nada que impedisse a editora de seguir a estratégia na Copa América de 1999. Um coloridíssimo álbum foi lançado com não só um, mas quatro jogadores na capa vestindo a camisa de suas seleções, sem o escudo oficial, em uma montagem peculiar. Ronaldo seguia lá, mas comercialmente perdia espaço para o peruano Mendoza e o boliviano Etcheverry — como a venda era maior nos dois países, a editora aprendeu que o destaque nos heróis locais ajudava — e mais ao fundo, sempre ele, Batistuta. PARTE 2 — A Panini A Editora Panini, empresa tradicional italiana que chegou ao Brasil em 1989, dominava o mercado de figurinhas no país, mas só fazia cromos de Copas do Mundo, campeonatos nacionais e europeus. Até o fim do século XX, não produziu álbuns da Copa América e só foi ter interesse pela competição na confusa edição de 2001, quando lançou seu primeiro livro ilustrado. Sem conseguir licenciar com a Conmebol, organizadora do torneio, preferiu tomar todos os passos legais: o álbum, apesar de reunir as figurinhas das 12 seleções participantes, não tinha o nome da competição na capa: chamava "Seleções da América". 'Seleções da América', o álbum da Copa América de 2001 Foto: Reprodução Traçava-se aí o primeiro duelo de concorrência entre duas empresas que dominariam o mercado nas competições seguintes com estratégias completamente diferentes. A chegada da Panini, trabalhada na legalidade, e o aperto da fiscalização quanto aos direitos de imagem dos atletas e seleções não fizeram a peruana Navarrete recuar. — Eles sempre são processados e seguem fazendo álbuns que não são legalizados ano após ano porque compensa. Primeiro porque as multas são mais baratas do que conseguir a liberação dos direitos de imagem, e pagas ao longo dos anos. E segundo porque os processos demoram muito — conta o advogado peruano Andrés Calderón, que ainda chama a atenção para o fato de que, por vezes, a Navarrete não tem autorização nem para o uso das fotos. Como não é um álbum oficial, as fotografias não são posadas, como nos da Panini. Muitas vezes, imagens dos jogadores em partidas oficiais ou treinos são recortadas e usadas sem o devido crédito ou pagamento por direitos autorais. A Navarrete já foi multada pela Indecopi (Instituto Nacional de Defesa da Concorrência e da Proteção da Propriedade), do Peru, pelos álbuns da Copa do Mundo da França (1998), Alemanha (2006) e África do Sul (2010). Só no processo de 2010, com sentença mais recente, a multa foi de quase R$ 1 milhão, na cotação de hoje. — No geral, são atos de concorrência desleal e também atos enganosos, uma vez que eles não têm a licença para distribuir e explorar as imagens — explica Rossana Bautista, da Comissão de Fiscalização à concorrência desleal do Indecopi. Em 2001, sem autorização para usar o símbolo da CBF ou de qualquer outra confederação, a Navarrete ousou para encontrar uma solução. Não pôs o nome do torneio no título da publicação — oficialmente, o título é só "Álbum 2001" e, junto com cada jogador, as figurinhas vinham com o brasão da República de cada país. Sim, ao lado do cromo do lateral Roberto Carlos ou do técnico Emerson Leão, o pomposo brasão da República Federativa do Brasil. Mesmo caso da Argentina, que estava no álbum e nem participou do torneio. Um ou outro jogador não convocado que acaba virando figurinha é um erro comum e aceitável em qualquer livro ilustrado. Uma seleção inteira, talvez, seja caso inédito. Brasão da República Federativa do Brasil nos cromos dos jogadores Foto: Reprodução A Navarrete jogou a Copa América em casa em 2004. A Panini desistiu de fazer um álbum para a edição peruana do torneio por não conseguir as autorizações necessárias, e a editora de Lima acabou ganhando o mercado sozinho. Um detalhe curioso: dos 17 jogadores que viraram figurinhas do Brasil, só um realmente foi à Copa América: Luis Fabiano. A era dos álbuns oficiais começa só em 2007, na Copa América da Venezuela, quando a Panini finalmente lança a primeira coleção de figurinhas oficial da história da competição, com livre uso dos símbolos, escudos e marcas da competição — o que fica claro em todas as capas da editora até hoje. A edição de 2007 do álbum da Navarrete Foto: Reprodução Diante do licenciamento da Panini, a Navarrete se mexeu e conseguiu um acordo paralelo com a Federação Venezuelana de Futebol (FVF), mandatária do esporte no país sede naquele ano, mas que não tinha direitos econômicos a explorar na competição. Mesmo assim, a editora peruana também chamou o seu álbum de oficial e licenciado, embora o acordo só com os cartolas de Caracas ficasse claro na capa: de todos os jogadores mostrados — incluindo Messi e o brasileiro Adriano, herói em 2004, mas que não foi convocado em 2007 — apenas o venezuelano ostenta o escudo da sua seleção. Anos depois, mais uma multa na conta da Navarrete: quase R$ 800 mil por dois processos movidos pelos sindicatos de atletas profissionais do Peru e da Bolívia. Se engana quem pensa que a Navarrete parou por aí. Variando somente os jogadores estrelas que serão estampados na capa — agora era a hora de Neymar, do argentino Messi, do uruguaio Forlan e do peruano Farfán —, o trabalho sem preocupações com os perigos jurídicos seguiu, enquanto a Panini produzia os álbuns licenciados e de acordo com as regras do mercado. A lógica foi a mesma nas Copas América de 2011, 2015 e 2016. O álbum 'alternativo' da Copa América de 2011 Foto: Reprodução PARTE 3 — A 3 REYES... OU SERIA NAVARRETE? Para a edição de 2019, mudanças na história, mas para entendê-las precisamos falar da Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Depois de 26 anos, o Peru voltou a se classificar para um Mundial. O mercado de figurinhas ganhou um outro patamar. — Foi como nunca antes. Chegava a faltar figurinhas em muitos lugares, as pessoas encomendavam com antecedência — conta o advogado Andrés Calderón, sobre o álbum da Panini, o mesmo vendido em todo o mundo. A editora Navarrete, enrolada com as várias multas e processos por falsificação e falta de pagamento de direitos de imagem dos álbuns anteriores, não assinou nenhum livro ilustrado pela primeira vez em uma Copa desde 1998. Surgiu no mercado, no entanto, um outro álbum, muito parecido, mas de uma desconhecida editora chamada "3 Reyes".Colecionadores e fãs mais atentos, no entanto, tiveram certeza: era a mesma qualidade, papel e características dos tradicionais álbuns da Navarrete. Panini e 3 Reyes fizeram álbuns da Copa da Rússia-2018 Foto: Reprodução — Ninguém nunca confirmou, mas todos sabem que, apesar do nome 3 Reyes, o álbum é mesmo da Navarrete. Alguns colegas inclusive me garantem que os donos da empresa são os mesmos donos da gráfica. A Indecopi tentou multá-los, mas como não sabiam quem era, a solução foi proibir a venda e propaganda nas bancas de todo país — conta Andrés. A polícia não previu que, mais raros, os álbuns seriam mais desejados. — A fiscalização aconteceu mais nos grandes centros, mas nos subúrbios e pequenas cidades é muito difícil. As pessoas queriam comprar, então conseguiam. Sempre tem o mercado informal, a corrupção, o policial que aceita propina para não recolher as revistas... — Procurada, a editora não respondeu os pedidos de entrevista da reportagem. Os álbuns e figurinhas da Navarrete em 2018 custavam um terço do preço do oficial. Muitos economizavam, mas segundo Andrés, a febre era tanta que a Panini não era capaz de suprir a demanda, e mesmo os mais endinheirados optavam pelo proibido livro ilustrado da 3 Reyes/Navarrete, que foi um sucesso de vendas, ainda que ilegal. Para os mais fanáticos, era preciso completar os dois álbuns para se ter uma experiência completa. Andrés acredita que a fiscalização foi mais dura porque as figurinhas eram assunto impossível de ser driblado no ano passado. Para a Copa América, ele acredita que a vista grossa está acontecendo de maneira ainda mais comum. O álbum da Panini, o quinto licenciado consecutivo da editora na competição, já está à venda no Brasil, no Peru e em todo continente. Sumida, a Navarrete não lançou o seu. Teoricamente. Na prática, além do oficial, o livro ilustrado da "3 Reyes", novamente, já é encontrado em várias bancas da América do Sul. O álbum da Copa América de 2019 da 3 Reyes Foto: Reprodução
  7. Ressuscitando o tópico, mas por uma causa justa, olhem essas galerias de fotos de action figures de videogames! https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157690969666453 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157690067583293 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157705086276861 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157676338651347 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157688003592900 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157685579516731 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157683534400212 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157685426675205 https://www.flickr.com/photos/mkopke/albums/72157680729928182
  8. http://www.nintendolife.com/news/2019/06/japanese_mega_drive_mini_collectors_edition_comes_with_22_tiny_cartridges#enlarge-1 Japanese Mega Drive Mini Collector's Edition Comes With 22 Tiny Cartridges Nintendo Life 2-3 minutos The Mega Drive Mini is shaping up to be an excellent tribute to Sega's classic 16-bit console, and it's taken many years of sub-standard efforts (and, arguably, the huge success of Nintendo's HDMI-friendly Mini Classic consoles) to get to this point. With M2 taking charge of emulation on this one, Mega Drive / Genesis fans look to be in for a treat when it releases this September. After revealing the final ten games bundled on the system (plus a couple of surprises), we were then treated to the wonderful sight of the infamous 'Tower of Power' in miniature form. Created by stacking a Mega Drive on a Mega CD and then adding a 32X, a lock-on Sonic & Knuckles-style cartridge and finally a regular cart, it's gone down as a hilarious testament to the 'more is more' mantra of Sega during the 'console wars'. The mini variants shown are purely cosmetic of course, but we want them all the same. It seems that the Collector's Edition of the console, available now for pre-order on the Japanese Sega store, will also come with a set of 22 framed mini carts to complete the collection. That's a whole lot of 'useless' black plastic and, in many ways, it couldn't be more fitting. Want that one. Want that one. Want that one... If you're pondering a pre-order, feel free to check out our guide with all the games and regional differences. Obviously, the cosmetic add-ons aren't essential, but just as baby animals are universally cute, we can't get enough of miniature Mega Drive-related doohickeys. Just look at it!... Pointless? Undoubtedly. A waste of materials and money? Quite possibly. Do we still want it? Pre-order's already in, mate. Share your thoughts, comments and/or bewilderment below. [via ebten.jp] Que coisa linda!
  9. arkade.com.br 2-3 minutos Nos dias atuais, muitas produtoras relançam seus grandes clássicos do passado, seja com um port para as plataformas atuais, seja com uma simples remasterização e as vezes com remakes completos, como é o caso de Final Fantasy VII. Mas sabe aqueles clássicos da Square Enix que nunca mais deram o ar da graça em nenhuma plataforma atual? Pois então, acontece que a Square Enix perdeu os códigos desses games! Em entrevista para a Game Informer durante a E3 2019, o CEO da Square Enix, Yosuke Matsuda, comentou sobre formas de relançar todo o catálogo de games da companhia. Ele comentou que já há um trabalho interno na Square dedicado a isso, ainda considerando todas as opções para o relançamento desses games, seja relançando-os em diferentes plataformas ou até através de um serviço de assinatura, prática que tem se popularizado bastante atualmente. Final Fantasy VII Remake é um dos retornos muito pedidos pelos fãs Porém, há um empecilho no caminho, a Square não sabe onde estão os códigos de alguns games clássicos. Nas palavras de Matsuda: “Fico envergonhado em admitir, mas em alguns casos, nós não sabemos mais onde estão os códigos. As vezes é bem difícil achá-los, porque naquela época você apenas os fazia e os colocava pra fora e pronto – Você não precisava pensar em como iria vendê-los aos longo do caminho. As vezes os clientes perguntam, ‘Por que vocês ainda não lançaram aquele game?’ E a verdade sobre o assunto é que nós não sabemos onde ele foi parar.” Ele não entrou em detalhes sobre quais jogos acabaram sumindo, mas é possível ter uma noção ao se olhar o catálogo de games relançados da Square. Mas o que importa é que a companhia está empenhada em relançar toda a sua biblioteca, e se eles conseguirem recuperar tudo, será algum verdadeiramente incrível! (Via: Game Informer)
  10. Acabei de comprar uma dessas Mi Box 4k, dúvidas de leigo: Existe alguma versão do Telecine Play que funcione nela? Qual tipo de controle funciona nela?
  11. veja.abril.com.br Morre o crítico de cinema Rubens Ewald Filho Por Redação 3 minutos Jornalista estava internado em estado grave desde o dia 23 de maio no Hospital Samaritano access_time 19 jun 2019, 17h50 O crítico de cinema Rubens Ewald Filho (//Divulgação) Morreu na tarde desta quarta-feira, 19, o crítico de cinema e jornalista Rubens Ewald Filho, aos 74 anos. A informação foi confirmada a VEJA pelo ator Germano Pereira, amigo, e por Bia Venturini, assessora de imprensa do crítico. Ewald Filho estava internado em estado grave desde o dia 23 de maio, no Hospital Samaritano, em São Paulo, após sofrer um desmaio seguido de queda. A VEJA, Marta Giovanelli, assistente do jornalista, afirmou que a queda foi causada por uma arritmia cardíaca. Nascido em Santos, Rubens Ewald Filho era considerado um dos maiores nomes da crítica cinematográfica do país. Ainda criança, criou o hábito de anotar todos os filmes que via em um caderno, incluindo também o diretor, elenco, roteirista e outras informações. Iniciou carreira escrevendo para o jornal A Tribuna, de sua cidade-natal, e trabalhou em redações como Jornal da Tarde e O Estado de S.Paulo. Foi colaborador de VEJA nos anos 1990. A partir dos anos 1970, começou a se dedicar ao cinema, primeiro como ator, em filmes como As Gatinhas (1970) e, depois, como roteirista. Em 1977, escreveu Dicionário de Cineastas, obra de referência para os críticos do ramo. Também desenhou uma trajetória como telenovelista, com produções como Éramos Seis (1977), Gina (1978) e Drácula, Uma História de Amor (1980). Sua última novela foi Iaiá Garcia, para a TV Cultura, em 1982. Foi diretor de programação e produção da HBO no Brasil e apresentador de programas em emissoras como TV Cultura, Record, Band e no canal pago TNT. Tornou-se amplamente conhecido, porém, por comentar as cerimônias do Oscar, desde 1983 – primeiro na Globo, depois no SBT e, atualmente, no TNT – e por ter atingido a marca de mais de 35.000 filmes assistidos. Notícias sobre CinemaJornalismo
  12. https://shop.terraonion.com/en/products/16-megasd_megacd_segacd_fpga_cartridge.html The ultimate accessory for Genesis/Mega Drive. Complete FPGA recreation of the entire Mega-CD/Sega CD hardware into a plug and play Cartridge World’s First Mega-CD/Sega CD FPGA Optical Disc Emulator • Plays both ISOS (bin+cue) and ROMS • RAM based cartridge for instant boot • Compatible with all original and region free patched Mega-CD / Sega CD bios • Supports Megadrive / Genesis, Sega CD / Mega-CD, Master System and 32X games (requires 32X add-on) Fully Supports original Megadrive and Genesis hardware (Nomad included) • Fully compatible with Analogue Mega Sg! • Easy to use interface for navigating your collection with screenshots, genre, year and description • Save State support for Megadrive and Genesis Cartridge games (8 slots) • Built in cheat engine for Megadrive and Genesis cartridge games • Emulates all different Genesis / Mega Drive / Master System / 32x cartridge mappers. • Stores all different Genesis / Mega Drive / Master System / 32x cartridge saves into microsd card. • Per game Mega-CD / Sega CD Backup RAM and Cartridge RAM stored into microsd card • Master System FM Core • In-Game menu for fast reboot and swapping games (Genesis / Megadrive and Mega-CD / Sega CD) Enhanced Mega Drive games with CD audio and Mega-CD / Sega CD hardware (MSU1 like) • 400GB Exfat microsd supported NOTICE : This item starts shipping first week of August 2019 by strict purchase order, shipping times will depend on sales volumes
  13. Exatamente por essas qualidades que eu tenho medo que encerrem de vez o suporte dele.
  14. Então, a Microsoft já comentou em algum lugar por quanto tempo vai manter o suporte ao 360? Já deixou de ser fabricado, mas continua recebendo jogos grátis na Gold, e pelo que entendo ela usa a mesma rede de Live do One? Os aplicativos continuam funcionando (Netflix, Youtube) e não vejo nenhuma notícia das empresas sobre encerrar o suporte dos apps no console. É o único console que tenho, e a cada dia fico na expectativa de que ele pare de funcionar completamente. Espero que pelo menos quando encerrarem de vez liberem uma atualização que permita que ele funcione offline.
  15. Olha só, joguei muito no pc, nem sabia que saiu no Mega, tenho que experimentar.
  16. Galeria Arkade Plataformas Colunas Sobre Anuncie Contato Faça login ou cadastre-se E3 2019 – Konami vai relançar o TurboGrafx-16, em versão “mini” 11 de junho de 2019 Autor: Junior Candido A Konami, que disse que teria anúncios para o público no dia de hoje, trouxe duas novidades. A primeira, é o já aguardado PES 2020. Mas, mais para o final do dia, a empresa veio a público apresentar a, segundo ela, “grande novidade”. Trata-se de uma versão mini do TurboGrafx-16, console que foi mais popular no Japão, com o nome de PC Engine. O console, lançado no Japão em parceria da NEC e da Hudson Soft em 1987, é considerado um console de 16-bits, mas é o seu chip gráfico, a PPU, que possui essa capacidade. A sua CPU principal era de 8 bits. Mesmo assim, o console oferecia jogos muito mais sofisticados que seus concorrentes da época, como o Master System e o NES. O console não se tornou popular nos Estados Unidos, em sua chegada em 1988. Mas garantiu uma boa comunidade em torno dele, que viu também o console ser o primeiro a contar com uma unidade de CD-ROM. Os games, em cartão específico, também garantiram uma versão portátil, além de uma “completa”, já com a unidade de CD. Galeria Arkade Plataformas Colunas Sobre Anuncie Contato Faça login ou cadastre-se Como a Konami é a dona da Hudson, e de suas propriedades, ficou a cargo da empresa anunciar a novidade. O console mini, assim como os da Nintendo, e o Mega Drive, conta, até o momento, com seis games confirmados. Todos eles, grandes sucessos da plataforma: R-Type Ys Book I & II New Adventure Island Ninja Spirit Alien Crush Dungeon Explorer
  17. @N0625 Primeiro, parabéns pela bela aquisição! Já que você tem um console travado, eu sempre quis matar uma curiosidade sobre o Xbox clássico: se caso você o conectar à internet, ele ainda acessa alguma coisa ou o servidor da Live que ele usava era anterior aos atuais e já foi desativado?
  18. Putz, vacilo da Sega que os addons são só enfeites, se os vendessem com jogos dos respectivos sistemas, e que fossem adicionados à biblioteca do Mini quando encaixados, venderia como água. Seria mais épico que os mini da Nintendo.
  19. Gostaria de apresentar a vocês obras que não são de minha autoria, mas que estou ajudando a editar e divulgar. Tenho uns parentes de minha mãe que sempre visitamos nas férias e feriados, e tenho um primo que sempre gostou de escrever. Há uns trinta anos ele criou um grupo de personagens pré-adolescentes que vivem aventuras num bairro de subúrbio, com histórias do cotidiano com toques de fantasia, bem ao estilo dos livros da clássica Série Vaga-lume. Antigamente, sem recursos e sem internet, era muito difícil publicá-los. Agora com os sites de impressão sob demanda, finalmente ele pode ver sua obra publicada. Como ele tem pouco domínio de computador e internet, eu faço a parte de formatar o texto, criar as capas, upar para o site e fazer a divulgação. Já são 8 publicados, sendo que ele já escreveu por volta de 20 livros. Segue a sinopse da coleção e do autor, e o link para quem quiser conhecer. Desde já agradeço! "Aventuras! Mistérios! Investigações! Contatos do outro mundo! Amizade! Solidariedade! Futebol! Tudo isso e muito mais você encontra na Coleção "A Turma do Renato" que apresenta um grupo de adolescentes que vivem grandes histórias no bairro Siderúrgica. Esta série vem viver as mais diversas situações, relatadas em textos infantojuvenis muito próximos da realidade e às vezes empregando um evento surreal para não fugir da magia inerente à essência de um livro. Historinhas de leitura fácil para despertar interesse nas crianças e adolescentes em idade colegial. O leitor conhecerá as características de cada personagem, de acordo com o enredo de cada obra lançada." O autor: Nasci em Dores do Indaiá MG. Despertei talento para o desenho artístico aos dez anos e vocação pela Literatura ao término do 1º. Grau. Contava dezenove anos quando consegui emprego na residência do notável escritor e historiador dorense, o professor Rubens Fiúza, criando naquela época a Turma do Renato. Escrevi artigos e poemas nos periódicos “O Liberal” e “Gazeta Dorense”. Sou Agente de Serviços Administrativos e ex-funcionário do CASI (Centro de Atendimento Sócio Infantil), uma instituição municipal que acolhe crianças e adolescentes. Identifico-me com o mundo dos jovens. https://clubedeautores.com.br/ptbr/authors/491249
  20. https://www.patreon.com/SGDK SGDK is an open and free development kit for the Sega Megadrive It contains the development library itself (with the sources included) and some custom tools used to compile resources. SGDK is also using the GCC compiler (m68k-elf target) and libgcc to generate ROM image. SGDK allow you to develop games in C (assembly language is also possible) on your Sega Megadrive / Genesis. The library offers many tools to make game development smooth and easy. You can get SGDK from its github repository: https://github.com/Stephane-D/SGDK Check out Tanzer, Omega Blast or Xeno Crisis which are games based on SGDK if you want to see what is possible to do with SGDK but of course developers talent is still what matter the most in any case
  21. Finalmente uma action figure moderna do Spectreman! http://evolution-toy.com/products/h06_spc.html
  22. Existe algum aplicativo de android que transmite telas do celular que funcione no xbox 360 bloqueado? Já tentei vários, mas nenhum consegue encontrar o console para conectar.
  23. Eu tenho esse da Tectoy e o loader do neto funciona muito bem, o único porém é que a bateria acaba mais rápido.
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