rcaropreso

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    Olá... Até mais! Cumprimento, ergo sum!
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  1. Olá, It has begun: Morre Carlos Alberto Silva, campeão brasileiro e ex-técnico da seleção Natural de Belo Horizonte, Carlos Alberto conquistou o torneio nacional com o Guarani em 1978; ele também conquistou a medalha de prata em Seul-88 Fonte: Esporte - iG @ http://esporte.ig.com.br/futebol/2017-01-20/carlos-alberto-silva-morre.html
  2. Olá, Será que vai para os Arquivos? Olá, Eu sei, entendi perfeitamente seu post. Sei que vc não está me provocando nem nada, não esquente. Tô bem susse, como diria o Nagoya. Apenas disse (sem a intenção de parecer "hostil") que acho que desta vez o recado ficou claro pro sujeito (justamente pelas postagens de vocês que vieram depois), de modo que não vou precisar "repetir" isso de novo. Os posts dele dirigidos a mim, simplesmente ficarão no vazio.
  3. Olá, O mais legal é procurar nos posts que eu fiz no início do tópico para encontrar minha "defesa em ode ao PT". Eu devo ser burro demais, porque não enxergo isso em lugar algum (talvez tenha sido no post sobre a morte do PC Farias, que ocorreu no governo FHC e tinha a ver com o Collor, mas como eu disse, devo ser burro ou muito genial pra defender o PT de forma tão categórica e subliminar em posts como aqueles)
  4. Olá, Que tem muita gente interessada no passamento do juiz às vésperas da divulgação da "Lista da Máfia", é óbvio. E de tudo quanto é lugar (deixando a paranóia "monopartidária" de lado, porque enquanto tem gente que acha que é tudo obra do PT, tem aqueles que acham justamente o contrário: que agora que a operação estava a ponto de chegar NOS OUTROS, aí o bicho pegou - quem está certo? Não faço idéia). O que me intriga é o juiz resolver fazer essa viagem "de risco" num momento "delicado".
  5. Olá, Tem um orbitador da NASA (chama LRO) que fica (ou ficava, não sei se ainda opera) em orbita da Lua e tirava fotos com mais resolução por estar mais próximo. E ele tirou fotos dos locais de pouso das Apollos. Se fosse pra manter a "mentira", então essas fotos teriam que ser "maquiadas" e tals mesmo hoje em dia. É muito trampo com nível de risco altíssimo (porque já-já a China, Europa e até a Rússia terão condições de dar um "pulinho" na Lua e se fosse mentira, a casinha do Tio Sam ia cair fervorosamente).
  6. Olá, Por isso que eu falei no outro tópico: para avaliar mesmo a "imponderabilidade" do "acidente", observe o que acontece logo depois. Se cair na mão de juizes que não são imparciais (como por exemplo, Gilmar Mendes), o treco vai ser engavetado (vão pedir "vistas" e essas manobras todas e aí já era). Agora, porque o Teori TINHA que pegar um avião de pequeno porte EM UM DIA DE CHUVA FORTE e voar até o Rio de Janeiro EM UMA REGIÃO DE RISCO, putz, eu queria saber MUITO porque ele não poderia "adiar" esse compromisso (compromisso que, alías, não vi NENHUM CANAL DE MÍDIA DIVULGAR).
  7. Olá, Olha, cara, na boa, é perda de tempo. Esse "comportamento" não é só com os meus posts, procure por "mortadela" e similares que você acha os posts direcionados aos mais diversos usuarios, sempre numa situação em que ocorre divergência de opiniões. Basicamente o algoritmo é "se discordar é petista". Isso não é ofensivo, mas é irritante porque é idiota, tira o foco da discussão, é feito TODA HORA, então enche o saco. Quando a "ataques pessoais": sim, chamei pelo nome e mandei pro inferno. Se quiser reportar, reporte, apliquem a punição que acharem melhor e segue o jogo. Como falei, não tenho tempo pra ficar no "joguinho de provocação indireta". Chamo pelo nome, passo o recado e acabou (fico muito feliz em nunca mais ser citado pelo cara, mas sempre que ele quiser discordar de qualquer postagem minha, sem precisar se dirigir a mim, fique a vontade, o forum é livre). Eu não vou deixar de entrar em tópicos dele ou coisa assim, isso seria idiotice. Só que eu lerei e discutirei o assunto com OUTROS usuários que valham a pena trocar idéias.
  8. Olá, Ow, fazia tempo que não via posts assim. Que bom que meu post acabou causando isso, me deixa mais feliz.
  9. Olá, Sorte a sua, porque eu me esforço bastante pra cumprir o que eu disse (de não "tentar" discutir nada com quem não vale a pena). Aliás, eu já estava fazendo isso, mas parece que não ficou claro da última vez em que eu postei algo parecido com o "pedido" acima, porque eu fiz isso em outro tópico e em resposta a outro usuário. Mas agora, acho que o pedido de "me ignore" ficou mais claro, haja vista os posts de vocês. Só não vou fazer aquelas "bobagens" de botar no "ignore" (porque quebra layout das mensagens) ou ficar com aquelas picuinhas peixe-macaquescas, que isso é outra coisa que não faz sentido. Olá, Olha, eu acho até que ele sabe que eu não sou defensor de nenhum partido político específico (porque basta uma simples busca no forum, para ver os posts antigos, onde eu discutia com o Zappattista justamente por discordar de Lula, PT, Dilma). Aliás, por morar fora do meu domicilio eleitoral, eu justifico o voto desde 2002 (para evitar ser chamado para trabalhar em eleições, que é o que estava acontecendo na época em que mudei de cidade). Mas tentar argumentar com este tipo de "pensamento binário", nem tem como.
  10. Olá, É foda mesmo! As próprias notícias dão conta de que "havia o problema de mau tempo". AO MESMO TEMPO, as notícias que abordam "sabotagem" afirmam que é por causa da delação da Odebrecth que envolveria dezenas ou centenas de "figurões". Ok, então discutamos essa hipótese, afinal deve ter uma caralhada de gente "feliz" com esse "acidente da sorte". Agora, eu duvido que essa caralhada de gente seja formada por participantes de um unico partido político (com certeza deve ter um monte de "interessados" que nem de partido algum devem fazer parte). Mas, quando a conversa vira paranóia, nem tem o que discutir.
  11. Olá, Essa é sempre clássica (incrivelmente cheguei nesse link a partir dos comentários do site na notícia da morte do Teori zavascki): O curioso é sempre que: - não tem explicação para o sistema de espelhos refletores que estão na Lua, posicionados de forma que um laser seja capaz de fazer o bate-volta (e cujo posicionamento deveria ser feito manualmente, porque pousar exatamente aqueles espelhos na posição correta seria muito mais complicado do que mandar alguém lá). - nao tem explicação para as fotos detalhadas da Lua que mostram as trilhas feitas pelos Rovers e tals; - não tem explicação para que a URSS nunca tenha tentado contestar os pousos na Lua (mesmo que entre o primeiro pouso e o fim da Guerra Fria tenha um intervalo de 20 anos - a URSS nunca falou nada). A China, que manda satélites e tals, também não fala nada. - não tem explicação que justificaria um possível "cagaço" dos EUA com o monte de anúncios de outros países (como a China, por exemplo) de que "eles também irão até a Lua". Se fosse uma mentira, eu estaria cagando de medo que alguém fosse até lá e "descobrisse". Mesmo assim, é sempre divertido ver as notícias a respeito. http://jornalggn.com.br/blog/wilson-ferreira/algo-engracado-aconteceu-a-caminho-da-lua-por-wilson-ferreira Algo engraçado aconteceu a caminho da Lua, por Wilson Ferreira Algo engraçado aconteceu a caminho da Lua, por Wilson Ferreira 55 WILSON FERREIRA QUA, 18/01/2017 - 17:42 ATUALIZADO EM 18/01/2017 - 18:04 por Wilson Ferreira Se no passado falar que o homem jamais pousou na Lua era coisa de velhos e iletrados incapazes de acompanhar a marcha do Progresso, hoje acabou se transformando em um verdadeiro subgênero audiovisual com filmes, documentários e minisséries para TV e cinema. Dessas dezenas de produções, uma se destaca: A Funny Thing Happened on the Way to the Moon (Algo Engraçado Aconteceu a Caminho da Lua, 2001) do jornalista investigativo Bart Sibrel – ele até chegou a levar um soco de Buzz Aldrin ao tentar fazê-lo jurar sobre a Bíblia que havia caminhado na Lua. O documentário foge dos temas clichês - anomalias nas fotos da Nasa e o “hoax” do diretor Stanley Kubrick envolvido na conspiração. Sibrel destaca o contexto da corrida espacial nos anos 1960, a flagrante vantagem tecnológica da URSS sobre os EUA naquele momento e algumas questões: como, depois de uma década de fracassos envolvendo explosões, incêndios e astronautas carbonizados na plataforma de lançamento, de repente a NASA empreende uma ousada e bilionária missão que, de cara, consegue colocar homens caminhando na Lua? Por que acreditamos? Só porque vimos na TV? Mas, e se tudo foi encenado sem a TV saber? Siebrel supostamente comprova a farsa com imagens de um vídeo da Nasa não editado no qual vemos astronautas da Apollo 11 simulando, na órbita da Terra, estarem a meio caminho da Lua enquanto ouvem a transmissão da direção da filmagem. Na autobiografia publicada em 2004 intitulada My Life, o ex-presidente Bill Clinton lembrava da época do pouso da Apolo 11 na Lua em 1969: Quando o homem pousou na Lua esse humilde blogueiro tinha seus sete anos. Lembro-me que por toda uma década apenas as gerações mais velhas questionavam a realidade daquelas imagens borradas que assistíamos na TV. Os mais jovens ridicularizavam: coisas de velhos tecnofóbicos incapazes de aceitar os progressos da Ciência ou de analfabetos. Mas os anos se passaram e as teorias conspiratórias em torno do Projeto Apollo e da NASA só cresceram. Deixaram de ser monopólio de velhos alérgicos ao progresso ou sub-letrados para se tornar praticamente um subgênero audiovisual na jovem cultura pop. James Bond e a rover lunar Tudo começou já em 1971 quando no filme de James Bond Os Diamantes São Eternos há uma breve cena onde 007 rouba uma rover lunar de um estúdio, no qual astronautas encenam um pouso na Lua, para fugir de seus inimigos. James Bond (Sean Connery) em "Os Diamantes são Eternos" (1971) Naquela mesma década foi produzido o filme que é o pai de todas as conspirações espaciais: Capricorn One (1978), sobre um pouso ficcional em Marte e a perseguição aos astronautas que pretendem revelar toda a verdade para a imprensa – clique aqui. A partir disso temos uma profusão de documentários, mockumentaries e filmes ficcionais como Dark Side of The Moon (2002), Man On The Moon (2004), Room 237 (2012), Moonwalkers (2015), Operation Avalanche (2016), para ficar apenas em algumas produções desse século. Anomalias nas fotografias oficias da NASA, a suposta participação do diretor Stanley Kubrick na produção dos falsos pousos lunares e a necessidade dos EUA politizarem a corrida espacial par enfrentarem a ameaça comunista da União Soviética são temas recorrentes nesses filmes. Porém, da safra atual de produções desse subgênero uma se destaca: A Funny Thing Happened on the Way to the Moon (Algo Engraçado Aconteceu a Caminho da Lua, 2001) produzido pelo diretor e jornalista investigativo Bart Sibrel. Como ele diz, “capaz de apostar a própria vida para provar que o homem nunca foi na Lua”. Sibrel é insistente e chega a aborrecer os astronautas da missão Apollo com practical jokes (“pegadinhas”) como no famoso episódio envolvendo Buzz Aldrin: fingindo que queria entrevistá-lo em um hotel para um programa infantil da TV japonesa, Sibrel estava à espera com uma Bíblia, pedindo para que ele jurasse sobre ela que havia caminhado sobre a Lua. Recebeu um soco de Aldrin direto na sua cara. Bart Sibrel Como é de se esperar, Sibrel é uma figura ridicularizada no meio científico, espacial e mainstream jornalístico. Mas o documentário de 2001 está acima da média dentro desse subgênero das teorias das conspirações. Sibrel foge dos lugares comuns como as supostas anomalias nas fotos da NASA e o indefectível hoax sobre Kubrick. O documentário faz uma abordagem histórica, política e econômica, destacando o contexto da corrida espacial nos anos 1960, a flagrante vantagem tecnológica da URSS sobre os EUA naquele momento e uma questão simples: como, depois de uma década de fracassos envolvendo explosões, incêndios e astronautas carbonizados na plataforma de lançamento, de repente a NASA empreende uma ousada e bilionária missão que, de primeira, consegue colocar homens caminhando na Lua? Como o Projeto Apollo conseguiu colocar homens na Lua ignorando o cinturão de radiações Van Allen que envolve a Terra, mortal para a vida humana? Só recentemente a NASA enviou sondas para medir o nível de radiação dessa região do espaço. Mas por que, se o homem já esteve lá? Vamos elencar os principais argumentos desse documentário. São no mínimo interessantes e alguns deles historicamente fundamentados. Pelos menos fogem da média das produções desse subgênero atual. (a) Tanques de guerra infláveis Ao longo da História de rivalidades e guerras, generais astutos têm demonstrado o poder estratégico da ilusão e informações falsas como método para alcançar a vitória. O documentário cita a experiência das Forças Armadas dos EUA em fabricar ilusões como forma de criar vantagem sobre o inimigo. Dá o exemplo do insólito episódio do Ghost Army na Segunda Guerra Mundial: no norte da Normandia uma unidade do exército norte-americano com pouco mais de mil homens desembarcou para por em movimento um verdadeiro road show em plena Segunda Guerra mundial usando tanques e caminhões infláveis, amplificadores com sons pré-gravados de movimentação de tropas e caminhões e diversas ações cênico-teatrais, incluindo efeitos especiais cenográficos. Munidos de compressores de ar e alguns soldados-atores eram capazes de criar em uma hora falsos comboios militares que aparentavam ter 30.000 homens. O objetivo era criar impacto psicológico nas tropas nazistas. Iniciado com a colocação em órbita de um primeiro satélite artificial (o Sputnik), a corrida espacial para os EUA era uma forma de enganar a União Soviética sobre a reposta militar dos EUA na Guerra Fria, em especial o sistema de defesa antimísseis. O problema é que em meados das décadas de 1960 já não era mais possível enganar os russos. Os sucessivos sucessos soviéticos no espaço ( o primeiro satélite, o primeiro homem, o primeiro animal, a primeira sonda na Lua), conflitos raciais internos, milhares de vidas perdidas na guerra do Vietnã e bilhões de dólares dos contribuintes gastos no Projeto Apollo era um cenário amargo demais para o Governo. Era necessário mais uma vez lançar mão da ilusão: chegar à Lua era uma questão muito mais de credibilidade do que de verdade. (b) Primeira transmissão de TV não independente Foi verdade! Eu vi na TV! É a resposta imediata às teorias conspiratórias sobre o Projeto Apollo. Sibrel chama a atenção que naquele momento, pela primeira vez, a televisão não fazia uma cobertura independente de um evento. Todos os sons, imagens e fotos foram estritamente controlados e previamente examinados pelo Governo Federal. É estranho que passadas tantas décadas, o que se tem de um evento de tamanha magnitude histórica são as mesmas fotos e imagens que circulam ano após ano. Estranha-se a escassez de fotos do pioneiro chefe da missão, Neil Armstrong: há apenas uma foto de corpo inteiro na Lua e o seu reflexo em um capacete. Excetuando-se conferências de imprensa da Nasa e aparecimentos ocasionais em aniversários e comemorações, ele nunca deu entrevista diante de uma câmera. O documentário sustenta que não só as imagens de TV (na época objeto de reclamação das emissoras por apenas poderem transmitir as imagens borradas de segunda mão a partir do telão de da sala de controle) como os próprios dados recebidos pelos operadores em Houston foram simulados um ano antes, com o lançamento do satélite Tetra, especialmente projetado para reconstituir dados procedentes de uma suposta viagem a Lua e aterrissagem. Esses dados foram reemitidos para Houston, enquanto a missão Apollo circulava a órbita terrestre. Mesmo se os russos quisessem localizar a nave norte-americana em algum ponto entre a Terra e a Lua seria tão impossível quanto achar uma agulha no Oceano Pacífico. O mais irônico em tudo isso é que em 2009 a Nasa admitiu que teria apagado as gravações originais da viagem da Apollo 11 e outras 200 mil fitas “para economizar dinheiro”. A ironia: a Nasa restaurou as cópias da viagem espacial usando imagens de outras fontes, como as da CBS News. As mesmas imagens de segunda mão feitas a partir das imagens controladas no telão de Houston... (c) O estranho sucesso do Projeto Apollo através do Cinturão Van Allen Na corrida espacial dos anos 1960, os soviéticos sempre estiveram muito à frente. Seus astronautas tinham, com folga, 500% mais de horas no espaço que os EUA. Apenas um mês antes da Apollo 11, os soviéticos lançaram uma nave não tripulada para a Lua para obter as primeiras amostras de solo. Em dado momento nos anos 1960 o programa espacial soviético estava desenvolvendo cerca de 30 projetos diferentes de lançadores e espaçonaves.
  12. Olá, Ator de "Twin Peaks" e "Robocop" morre aos 61 anos O ator Miguel Ferrer, que interpretou o agente Albert Rosenfield na série "Twin Peaks", morreu nesta quinta-feira (19).Segundo o site "The Wrap", Ferrer, que tinha 61 anos, sofria de câncer na garganta. Desde 2012, o ator fazia parte do elenco da série "NCIS: Los Angeles". Ele também esteve na versão original de "Robocop" e no filme "Homem de Ferro 3". https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2017/01/19/ator-de-twin-peaks-e-robocop-morre-aos-61-anos.htm
  13. Olá, Não vi isso escrito em outro local (mas a Teoria da Conspiração vai pegar fogo, mas notem que o viés dos participantes do site é aquele que aposta na sabotagem feita pelos "golpistas", que é como chamam os partidos a favor do impeachment da Dilma - devidamente apoiados pela CIA e pelos Estados Unidos, havia esquecido de mencionar que as apostas do site são para que Gilmar Mendes herde boa parte dos processos): http://jornalggn.com.br/noticia/ministros-sinalizam-com-sorteio-para-processos-da-lava-jato-em-andamento Ministros sinalizam com sorteio para processos da Lava Jato em andamento " Jornal GGN - Em condição de anonimato, ministros do Supremo Tribunal Federal teriam dito à reportagem da GloboNews que devem sortear entre os membros da Corte os processos da Lava Jato que estão em andamento. O ministro a ser nomeado por Michel Temer ficaria responsável pelas ações futuras, incluindo os desdobramento da delação da Odebrecht. Segundo reportagem da emissora, o ministro Marco Aurélio Mello teria sugerido esse caminho, mas com um sorteio a ser realizado apenas entre membros da Segunda Turma do Supremo, composta por Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski. Outros magistrados, que não quiseram revelar o nome, sugeriram discutir com o plenário. O artigo 38 do regimento interno do Supremo Tribunal Federal define que em caso de aposentadoria, morte ou renúncia, a relatoria de um processo na Corte será herdada pelo novo magistrado a ser indicado pelo presidente da República. Isso significa que Temer, citado em várias delações da Lava Jato, será responsável por escolher o substituto do ministro Teori Zavascki. Relator da Lava Jato no Supremo, Teori Zavascki faceleu nesta quinta (19) após um acidente aéreo. Ele estava a bordo de um avião de pequeno porte que caiu numa praia na região de Paraty, no Rio de Janeiro. Ele havia suspendido o recesso para despachar nos autos da Lava Jato nesta semana, quando determinou diligências em pelo menos 10 de 77 delações da Odebrecht."
  14. Olá, Uma das outras vítimas era o dono da empresa do avião. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2017-01-19/grupo-emiliano.html Olá, Fique atento a quem vai herdar as tarefas do Teori. E com o que vai acontecer com a Lava-Jato, a delação da Odebrecht, etc. Isso vai dar uma visão melhor sobre a natureza do acidente aéreo. No momento existem 2 vertentes conspiratórias: - uma que diz que a culpa é só do PT porque está sendo investigado e tals (e o partido estaria interessado em um "conveniente acidente aéreo"); - outra que diz que a culpa é dos outros partidos, porque a delação da Odebrecht iria atingir uma caralhada de negos e aí ocorreu um pequeno "acidente aéreo conveniente" - existe a hipótese do cara ter sofrido um acidente aéreo com um avião pequeno num local reconhecidamente "arriscado", voando num dia de "chuva forte" (só não li ainda em nenhum lugar porque caralhos o cara fez essa viagem, qual era o proposito do vôo, que afinal não poderia ter esperado o tempo melhorar). Eu vejo somente 2 hipoteses: acidente ou "sabotagem". No caso da sabotagem, eu duvido que haja um unico partido politico envolvido, pois é ingenuidade achar que para realizar tal coisa ainda leva-se em conta "partidarismo". Se houve sabotagem com certeza é resultado de uma "combinação linear" das dezenas de corruptos envolvidos nas delações e operações da LJ. (ao invés de uma "sabotagem unilateral", como pregam os paranóicos do GGN ou dos "canais de otários" da vida...).
  15. Olá, http://www.mcti.gov.br/noticia/-/asset_publisher/epbV0pr6eIS0/content/brasil-inicia-a-reconstrucao-da-estacao-antartica-comandante-ferraz-na-antartica Brasil inicia a reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz, na Antártica Base voltará a ter uma estrutura permanente para pesquisas a partir do verão de 2018. "As obras estão seguindo o cronograma", diz o coordenador-geral de Oceanos, Antártica e Geociências do MCTIC, Andrei Polejack. Por Ascom do MCTIC Publicação: 18/01/2017 | 00:25 Última modificação: 19/01/2017 | 10:29 Reprodução da nova Estação Antártica Comandante Ferraz. Crédito: Ascom/MCTIC Uma equipe composta por pedreiros, técnicos e engenheiros deu início, neste mês de janeiro, à reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz (EAFC). Em dezembro último, os equipamentos para a realização das obras, vindos da China, desembarcam no continente mais frio e seco do planeta. Nessa primeira fase, serão instalados todos os blocos de sustentação dos módulos que irão abrigar os laboratórios, refeitórios, oficina e dormitórios. A meta é concluir a reconstrução da base no primeiro semestre de 2018. "Vão começar a colocar as estruturas de fundação agora. Os módulos que vão compor o projeto estão sendo fabricados na China e, no verão deste ano, serão levados para a Antártica. As obras estão seguindo o cronograma previsto, respeitando os prazos. Até março de 2018 a nova estação será inaugurada", afirma o coordenador-geral de Oceanos, Antártica e Geociências do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Andrei Polejack. Ao custo de US$ 99,6 milhões, a nova base está sendo construída pela empresa estatal Corporação Chinesa de Importações e Exportações Eletrônicas (Ceiec, na sigla em inglês), vencedora da licitação. Com uma área de aproximadamente 4,5 mil metros quadrados, a estação contará com 17 laboratórios, ultrafreezers para armazenamento de amostras e materiais usados nas atividades científicas, setor de saúde, biblioteca e sala de estar. A área de pesquisa científica foi projetada para atender a uma multiplicidade de exigências, com prioridade para os projetos do Programa Antártico Brasileiro (Proantar). Cerca de 300 pesquisadores realizam estudos na região a cada ano. Todo o custo da obra, desde a infraestrutura à logística, é financiado pela Marinha do Brasil e pelo Ministério da Defesa. O MCTIC financia as pesquisas e os cientistas mantidos na base. "Tudo vem montado da China. As obras na estação têm pelo menos três fiscais ambientais brasileiros para fiscalizar a reconstrução com respeito ao meio ambiente", comenta o capitão de Mar-e-Guerra, Geraldo Juaçaba, coordenador do projeto de reconstrução e fiscalização da estação. Ele salienta que o trabalho representa um posicionamento importante do país com relação às pesquisas e, também, na questão geopolítica. "É importante o Brasil fazer parte da Antártica, por uma questão estratégica de política e de posicionamento. O continente antártico é uma vez e meio o Brasil. O mais importante é que a estação é o ponto de referência do Brasil na Antártica e vários projetos de pesquisa são desenvolvidos lá. É a nossa casa no continente mais frio do planeta", afirma. O Brasil, desde 1975, é país-membro signatário do Tratado Antártico e desenvolve atividades científicas no continente. O tratado foi estabelecido em 1959 por países que reivindicaram a posse de partes continentais da Antártida e se comprometeram a suspender seus interesses econômicos por período indefinido, e fazer uso somente de exploração científica do continente, em regime de cooperação internacional. Nesse sentido, o Proantar, coordenado pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, e a reconstrução da estação, carrega também um peso geopolítico considerável, além das suas finalidades científicas. Pesquisas Como oceanógrafo, o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ronald Buss de Souza, chefe do Centro Regional-Sul de Pesquisas Especiais do instituto, em Santa Maria (RS), destaca que a estação atesta a posição do Brasil como um dos signatários do Tratado Antártico, que, entre outras coisas, proíbe o uso militar do continente e do oceano circunvizinho, chamado de Oceano Austral - e não Oceano Antártico, como muitas pessoas o denominam. "Não é uma base militar, é uma estação científica. O Brasil, no entanto, optou por determinar que a Marinha do Brasil fosse o órgão público responsável pela criação e manutenção da estação desde a década de 1980. Havia na época uma ação geopolítica dos países vizinhos, Chile e Argentina, de projetar seus territórios até o polo sul, e isso era uma ameaça à política externa brasileira. Portanto, a ação do Brasil através da Marinha foi cabida e bem empregada. Até hoje, nossos vizinhos utilizam suas Forças Armadas para marcar presença na Antártica e o Brasil segue na mesma linha", conta. Na estação existem trabalhos importantes ligados ao monitoramento de fenômenos da alta atmosfera, como sua temperatura e ondas gravitacionais, ao monitoramento da dinâmica do buraco de ozônio atmosférico e dos raios ultravioleta; de parâmetros atmosféricos de superfície; inventários de fauna e flora locais (ambos terrestres e marinhos); qualidade do ar, impactos ambientais locais (contaminação de solos) e outros. "A maior parte dos meus trabalhos são realizados no mar, a bordo de navios. A Antártica é reconhecidamente um dos ambientes mais importantes para a manutenção do clima do planeta. Entre as estações de verão e inverno, a massa de gelo marinho que se forma ao redor do continente mais que duplica a área coberta de gelo ao redor do polo sul, e essa massa de gelo impede que a radiação solar penetre nos solos ou no mar, sendo retornada à atmosfera. Meus estudos atuais estão focados em entender os processos de interação entre a atmosfera, o oceano e o gelo marinho e sua importância em controlar o clima e o tempo na América do Sul", relata. A reconstrução da estação vai possibilitar dar continuidade às pesquisas nas áreas de biologia, meteorologia, aeronomia e relações Sol e Terra, que se iniciaram em sua implantação, em 1984, e que só tiveram períodos de descontinuidade devido ao incêndio ocorrido em fevereiro de 2012. A pesquisadora do Inpe, Emília Correia, ressalta que os resultados das pesquisas brasileiras no continente têm contribuído de maneira expressiva para as pesquisas no contexto internacional, principalmente, nas áreas de ciências biológicas, físicas e geofísicas. "Na área da aeronomia [ciência que estuda as camadas superiores da atmosfera, particularmente suas características fisioquímicas], o local é estratégico para estudos da alta atmosfera, pois lá os efeitos do geoespaço são mais intensos. As pesquisas resultam numa melhor caracterização das relações Sol-Terra e, assim, em um melhor entendimento dos processos físicos envolvidos. A integração das medidas feitas lá na Antártica com as feitas por redes de instrumentação na América do Sul estão dando subsídios para o melhor entendimento da dinâmica dos fenômenos e a escala espacial de sua abrangência desde as altas até as baixas latitudes, com especial interesse sobre o território brasileiro. Estes estudos são importantes, pois dão subsídios aos modelos de variação climática", explica.