rcaropreso

Membro Ativo
  • Content count

    10,995
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    53

rcaropreso last won the day on March 21

rcaropreso had the most liked content!

Community Reputation

885 Contribuidor oldschool

About rcaropreso

  • Rank
    Olá... Até mais! Cumprimento, ergo sum!
  • Birthday 09/15/1976

Contact Methods

  • Website URL
    http://
  • ICQ
    0

Previous Fields

  • Registro Inicial
    10/04/2001

Recent Profile Visitors

12,190 profile views
  1. Olá, Galera xinga o Doria até quando ele pede doação! Sem noção.
  2. Olá, Desculpe DHX, o Snayper tem razão. O mérito do cara ali é justo, a notícia divulga isso. Mas, em tempos de mentalidade "politicamente correta", se o garoto ali em cima pertencesse a alguma "minoria", certamente o "escarcéu" para a divulgação seria MUITO maior, mais amplo, apareceria em diversos veículos de comunicação e tals. Neste ponto realmente concordo com o Snay.
  3. Olá, É esse tipo de cagada que serve para "incentivar" o apoio à privatização dessas instituições (o que na prática, não impede a bandalheira). O problema está nesses políticos malditos e no sistema viciado que temos. EDIT: Aliás, eu sou contra a aposentadoria de deputados e senadores com 8 anos de mandato. MAS, se pelo menos eles fossem OBRIGADOS a se aposentar DE FATO e não pudessem concorrer a mais nenhum cargo publico, nós deixaríamos de ver umas caras que frequentam os corredores de Brasilia há mais de 30 anos. Talvez isso renovasse um pouco aquele ar pútrido que paira na capital.
  4. Olá, Se o mesmo "esforço e incentivo" que é dado neste país para descobrir "talentos de futebol" fosse aplicado em outras áreas, teríamos muito mais exemplos como esse aí de baixo. http://g1.globo.com/educacao/noticia/filho-de-trabalhador-rural-e-professora-campeao-de-matematica-e-aceito-no-mit.ghtml Filho de trabalhador rural e professora, campeão de matemática é aceito no MIT João César Campos Vargas, de 18 anos, é um dos quatro brasileiros aceitos por uma das universidades mais importantes do mundo em 2017. Por Vanessa Fajardo, G1 17/03/2017 07h00 Atualizado 17/03/2017 08h48 Filho de trabalhador rural e professora, campeão de matemática é aceito no MIT Quando pegou gosto pela matemática, João César Campos Vargas morava em Passa Tempo (MG) e estudava em uma escola estadual onde a mãe é professora. A paixão pelos números o levou para escolas em Belo Horizonte e, depois, em São Paulo. Agora, aos 18 anos, se prepara para ficar ainda mais distante da cidadezinha mineira de 8 mil habitantes: João César é um dos quatro brasileiros aceitos em 2017 pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Os nomes dos novos aprovados foram divulgados na noite de terça-feira (14), o Dia do Pi. O MIT fica em Cambridge, nos Estados Unidos, e é uma das universidades mais importantes do mundo, reconhecida no campo da tecnologia e das ciências exatas, mas com destaque também nas áreas de humanidades como economia e negócios. Colégio federal e bolsa particular João César gosta de Minas Gerais, pensa em voltar em morar em Belo Horizonte, mas acredita que se tivesse ficado por lá, onde se mudou para estudar em um colégio técnico ligado à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), teria mais dificuldade em ‘aplicar’ – termo usado para disputar vagas em instituições nos Estados Unidos. No ano passado, Vargas se mudou para a cidade de São Paulo para cursar o terceiro ano do ensino médio no Colégio Etapa. Na escola, teve o talento reconhecido com uma bolsa integral e teve ainda hospedagem bancada para poder se concentrar somente nos estudos. Já consciente de que seu exemplo pode servir como exaltação irrefletida ao ensino público, ele reconhece a importância das oportunidades que teve e ressalta que é preciso esforço e estrutura para alcançar um objetivo como a aceitação no MIT. O processo de seleção das universidades americanas (o nome em inglês é application), inclui provas, testes de proficiência em inglês, redações, cartas de recomendação, entrevistas e análise das atividades extracurriculares. Veja o 'quadro de medalhas' de João César em olimpíadas de matemática desde 2013 (Foto: Editoria de Arte/G1) Olimpíadas x oportunidades = MIT João César diz que o pai, Leonel Vargas, trabalhador rural aposentado, tem uma “ideia vaga” sobre o que é o MIT. Mas o avô, por exemplo, não faz nenhuma noção. A mãe, Helena Maria, professora de história, conhece a importância do instituto. Mesmo especialista em humanidades, a educadora conhece a importância do MIT para estudantes de todo o país que participam das olimpíadas de matemática. Foi justamente nesse tipo de competição que João César se destacou e viu seus horizontes se abrirem. O mineiro conquistou sua primeira medalha na Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas enquanto cursava o 6º ano do ensino básico. "Agora olho pra trás e penso que tudo isso pode ter começado com uma simples prova da OBMEP que minha mãe me trouxe na minha terceira série", comenta. Atualmente, a coleção tem cerca de 20 medalhas, incluindo uma prata na competição internacional do ano passado, em Hong Kong. Vargas viajou para países como Moçambique, Uruguai, Tailândia, Romênia e Chile para competir representando o Brasil. “No começo eu só via a Obmep [Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas], depois conheci outras olimpíadas, almejei as internacionais, fui agarrando as novas oportunidades que surgiam. Soube que podia disputar vaga nos Estados Unidos e essa ideia me atraía muito, em especial o MIT porque é muito forte em matemática.” Essa é a área que João César quer estudar, pensa em virar pesquisador e dar aulas em uma universidade. Fora ou dentro do Brasil. Para ele, as olimpíadas foram fundamentais para ver um lado menos conhecido da matemática. “Comecei a gostar de matemática bem cedo, entrei para um programa de iniciação científica e também estudava por conta própria. Cada vez que eu fazia os problemas e descobria coisas novas, eu me sentia mais interessado”, diz. Espera por resultados João César ainda aguarda o resultado de outras universidades que também aplicou – entre elas, Princeton, Harvard, Stanford e Yale. Também precisa das respostas dos pedidos de bolsa de estudo, que são concedidas a partir da situação socioeconômica da família. Um curso em uma universidade americana de ponta custa, em média, R$ 700 mil reais pelos quatro anos de estudos, incluindo despesas com hospedagem e alimentação. Para conseguir um ‘sim’ de universidades tão prestigiadas como o MIT, que são buscadas por alunos excelentes de todo o mundo, João César diz que as instituições valorizam o interesse específico do candidato. “Mas como existem muitos alunos com esse perfil, é necessário ter um diferencial. Algo que as universidades olhem e acreditem que você é especial. Em geral, é o conjunto de fatores que vai fazer você ser quem você é. No meu caso, a matemática foi um diferencial, mas acho que meu background, o fato de eu ter vindo de escola pública ajudou.” João César Vargas tem 18 anos e nasceu em Passa Tempo (Foto: Leonardo Pessanha/Divulgação)
  5. Olá, Aos poucos vai normalizando a "cagada": http://economia.ig.com.br/2017-03-25/chile-e-egito-voltam-a-importar-carne-brasileira.html Depois da China, Egito e Chile também voltam a importar carne brasileira Por iG São Paulo (*) | 25/03/2017 15:48 - Atualizada às 25/03/2017 15:50 Compartilhe Tamanho do texto - + Home iG › Economia No entanto, as carnes produzidas pelos frigoríficos investigados continuam proibidas; pelo menos 19 países ainda mantêm suspensão de importações Após China anunciar a retomada das importações de carne brasileira neste sábado (25), Egito e Chile também recuam na decisão de manter medidas de suspensão do produto. Os bloqueios haviam sido feitos em decorrência do escândalo deflagrado pela operação Carne Fraca, da Polícia Federal (PF). Arquivo/Agência Brasil Após recuo da China, Egito e Chile também voltam a importar carne brasileira Leia também:Temer afirma que decisão da China de reabrir mercado mostra confiança no País Até o momento, os países anunciavam que as aquisições de carne brasileira só aconteceriam quando as autoridades fornecessem esclarecimentos considerados satisfatórios sobre a operação. Entretanto, mesmo com a decisão favorável para as importaçõe s, foram mantidas algumas restrições. O Chile continuou com a proibição da entrada de produtos dos 21 frigoríficos investigados pela operação, conforme informou o Serviço Agrícola e Pecuarista do Chile. O órgão chileno justificou que a decisão foi tomada após ter recebido explicações do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil em resposta ao pedido de informações detalhadas sobre as investigações da PF. O país informou que poderá suspender as importações de qualquer outro estabelecimento que apareça posteriormente nas apurações. O Egito e a China também mantiveram a proibição para a importação da carne dos frigoríficos envolvidos na operação. O Ministério da Agricultura egípcio declarou reconhecer a qualidade da carne brasileira após exames feitos por três diferentes órgãos governamentais. No ano passado, as importações de carne brasileira pelo Egito resultaram em 690 milhões de dólares, segundo informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Já o Chile, por sua vez, somou 441 milhões de dólares. Leia também: Juiz diz que foco da Operação Carne Fraca é apurar casos de corrupção Restrição Pelo menos 19 países e a União Europeia suspenderam total ou parcialmente as importações de carnes brasileiras após o anúncio da Operação Carne Fraca. Outros quatro nações, entre elas os Estados Unidos, reforçaram o controle sanitário para entrada do produto brasileiro. As investigações da PF apontam a existência de esquema criminoso que envolve empresários do agronegócio e fiscais agropecuários que facilitavam a emissão de certificados sanitários para alimentos inadequados para o consumo. Governo brasileiro Em nota oficial, o governo brasileiro informou que os governos do Egito e do Chile decidiram normalizar as importações de carne após receberem todos os esclarecimentos e as informações técnicas transmitidas pelas autoridades competentes brasileiras. A informação ainda agradecia o gesto de “confiança e amizade”. "O governo renova seu interesse em reforçar ainda mais os laços históricos mantidos com ambos os países e reafirma sua inequívoca disposição em seguir transmitindo a nossos parceiros comerciais ao redor do mundo todas as informações sobre a segurança dos alimentos produzidos no Brasil.” *Com informações da Agência Brasil
  6. Olá, Eu preferiria que houvesse o mesmo esforço e "interesse" dos políticos na votação dessa lei, para que fossem aprovados incentivos e facilidades para o trabalho "autônomo" (quando o prestador de serviço é do tipo PJ). Se o Congresso criasse dispositivos legais para ajudar a regulamentar este tipo de trabalho, evitando os problemas trabalhistas associados, iria permitir (aí sim) uma maior negociação entre o empregado e o empregador. Mas é como eu já disse: isso afetaria a arrecadação do governo, então ele simplesmente não mexeu nisso. É por causa dessa visão "parcial" das coisas que torna difícil acreditar que essa medida vai resolver o problema. Ela poderá promover algumas pequenas melhorias, mas para resolver o problema, o governo teria que fazer mudanças mais profundas. E isso é algo que eu sempre critiquei até no governo Lula. Sempre achei que as mudanças eram mais superficiais e cosméticas do que "estruturais". Infelizmente, o fato de quase tudo estar "desmoronando" (até certo ponto) como efeito de uma crise, acaba colaborando nesse sentido.
  7. Olá, Para cumprir ou não cumprir a CLT tanto faz ser terceirizada ou não (e nisso o mimimi dos que estão xingando a lei, está sem noção: não vai ter redução de "direitos trabalhistas". Como ninguém cancelou a CLT, em algum ponto da "cadeia" vai ter uma empresa teoricamente responsável pelo cumprimento da CLT. Se ela vai ou não cumprir são outros 500). O que me preocupa é o que eu já disse antes: que tipo de gambiarras e falcatruas podem aparecer na medida em que as empresas agora podem terceirizar as atividades que realmente dão lucros altos (e até determinadas empresas publicas podem terceirizar). Isso sim pode gerar uma série de "escândalos" no futuro.
  8. Olá, Trabalhando eu recupero o predjuízo. Mas quem passou 30 anos na empresa, está na idade que o mercado não quer mais e tem 0 reais na conta... bom, ali o "fodeu" toma uma conotação bem maior. No seu caso, uma curiosidade: você disse que saiu da terceirização e foi efetivado. Você foi efetivado na mesma atividade que era terceirizada? Ou passou a trabalhar na atividade principal da empresa? Motivo da curiosidade: se for a 2a parte da pergunta, eu acho que esse tipo de "efetivação" deve diminuir com a nova lei (já que a atividade principal poderá continuar terceirizada). De qualquer modo, os impactos deste tipo de lei só serão sentidos daqui 5 a 10 anos, que é o tempo que o mercado vai levar para se modificar em relação a essa mudança. Isso não vai acontecer da noite pro dia.
  9. Olá, Pelo sumiço repentino das noticias nos sites, o "cala boca" já deve ter sido dado. EDIT: Além disso, o que me preocupa é que essas sacanagens sempre são orquestradas por filhos da puta que estão no "topo do organograma". Mas na hora em que a bosta é jogada no ventilador, são os da "base" que se fodem. Isso não é desculpa para jogar a sujeira debaixo do tapete, mas deveria ser um ponto para despertar ao menos a CAUTELA nas ações, pra minimizar os estragos. Se simplesmente dizimarem todas as grandes empresas que estão "dando merda" no Brasil, não vai sobrar nada. E a maioria absoluta de quem trabalha nessas empresas não tem culpa dessa sujeira.
  10. Olá, CLT. Eu não fui o unico. E essa empresa não foi a unica. Agora que vão começar a sacar os "inativos", vc vai ver oi quanto de merda vai aparecer (gente descobrindo que tem 0 na conta).
  11. Olá, 100% dos frigorificos fazem isso? Ou apenas 21 que estão sendo investigados de um total de mais de 4100 locais? Se for uma quantidade grande de frigorificos envolvidos, ok. Se estiverem só nesses 21 locais, sinto muito, errou a mão. Confirma bem antes de divulgar. Divulgue após prender todo mundo e passe a mensagem de que ""havia um problema, e foi resolvido, está tudo bem agora".
  12. Olá, Sim. É um problema maldito. Admissão por concurso publico e estabilidade são justificadas com "se não tiver isso, basta trocar o político, que viram as repartições do avesso". E isso É VERDADE, vemos isso nos famosos "cargos comissionados" (que parecem justamente a brecha-gambiarra pra contornar a questão acima). Aí você cria "estabilidade" e pronto: vários (não todos) se "acomodam" em suas cadeiras e ficam cagando e andando pro resto, apenas esperando a aposentadoria chegar. É um imbróglio difícil de resolver. PORÉM, AGORA COM A PL DA TERCEIRIZAÇÃO, OS CORREIOS PODERIAM TERCEIRIZAR SEUS SERVIÇOS.
  13. Olá, Alguns já até admitiram que foi um pouco exagerado. Inclusive o audio do "papelão" na carne dá realmente a conotação de que eram caixas para embalar (e não misturar). Isso não isenta irregularidades encontradas como a carne estragada e tals, mas está aí o resultado de tamanho "circo" (provavelmente a estatística do desemprego vai aumentar em breve): http://economia.ig.com.br/2017-03-24/hong-kong-carne-fraca.html Hong Kong decide retirar carnes brasileiras de suas prateleiras Por Brasil Econômico | 24/03/2017 11:55 Compartilhe Tamanho do texto - + Home iG › Economia Após deflagração da Operação Carne Fraca na última semana, exportações brasileiras tiveram queda, ao passar de US$ 63 milhões/dia para US$ 74 mil shutterstock Carne Fraca: Hong Kong retira carnes brasileiras de seus mercados A repercussão do escândalo deflagrado pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal na última semana, resultou na retirada total dos produtos brasileiros comercializados nos supermercados de Hong Kong. Um dos maiores importadores de carne do País, após ter anunciado a proibição das exportações de fornecedores brasileiros, informou a retirada dos itens nesta sexta-feira (24). Leia também: JBS suspende produção de carnes até sábado em 33 unidades A afirmação foi feita pelo secretário de Saúde de Hong Kong, Ko Wing-man, que deu ordem para a “retirada completa de toda carne fresca, congelada e de ave” de marcas brasileiras após o escândalo divulgado pela Operação Carne Fraca . A justificativa para tal medida foi a forma encontrada de proteger o consumidor local. Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) e do Departamento de Estatística e Apoio à Exportação (DEAEX), apontam Hong Kong como o maior importador de carne bovina do País. Em 2016 o Brasil exportou US$ 720 milhões ao local valor que superou o montante comercializado a China, que no ano passado foi de US$ 702 milhões. Outros países anunciaram a suspensão das importações de carnes do País após a divulgação das irregularidades em frigoríferos brasileiros pela Polícia Federal. As investigações apontam que algumas empresas comercializavam carne vencida e para driblar a fiscalização adicionavam agentes químicos para esconder que o alimento estava impróprio para consumo. Leia também: Entenda o projeto de lei da terceirização aprovado na Câmara dos Deputados Investigações Ao total 21 empresas estão sendo investigadas na Operação Carne Fraca, sendo que as maiores produtores JBS e BRF também estão sob investigação. A repercussão dos fatos foi negativa as exportações brasileiras, já que diversos países optaram por suspender a compra de carne brasileira até que os fatos sejam esclarecidos. Entre os parceiros comerciais que optaram pela suspensão estão: União Europeia, China, Chile, Suíça, entre outros. A Coreia do Sul, primeira a anunciar embargo aos produtos brasileiros, revogou a decisão no começo desta semana. O governo informou que desde a divulgação da Operação Carne Fraca o País tem perdido exportações. Da sexta-feira (17) quando a Polícia Federal anunciou a operação para cá, as exportações passaram de US$ 63 milhões por dia para US$ 74 mil. O presidente da República, Michel Temer, afirmou que a Operação Carne Fraca causou “embaraço econômico” ao País. Ele afirmou também que toda a equipe de governo está à disposição dos parceiros comerciais para esclarecimentos sobre o assunto e espera com isso, impedir um prejuízo maior as exportações brasileiras.
  14. Olá, Sim. Aliás, é bem difícil encontrar uma boa solução para a questão "funcionalismo publico versus contratações políticas" etc. Quando tentam resolver um lado, descobrem o outro, cobertor curto. No final, como sempre, é a gente que se fode, porque essa zona nos Correios só irá atrapalhar ainda mais as entregas das coisas.
  15. Olá, Cara, trabalhei 11 anos numa empresa que não depositou FGTS e nem INSS e era diretamente contratado por ela. Tomei no cu mesmo sendo diretamente envolvido. O problema dessa merda é "sistêmico"... e pra variar, não estão resolvendo isso. O que estão resolvendo é algum "lobby" ou "pepino político", cujo desdobramento eu não sei qual é, mas descobriremos em escândalos futuros. A última coisa que passa na cabeça dos lazarentos que aprovam essas coisas é que "isso vai beneficiar o país". Vai é o caralho. Vai até beneficiar alguém, mas ainda não sei quem. EDIT: Eu falei do 2o parágrafo da lei porque mais abaixo tem isso: "§ 2º A exceção prevista no caput deste artigo no que se refere à formação de vínculo empregatício não se aplica quando a contratante for empresa pública ou sociedade de economia mista, bem como suas subsidiárias e controladas, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios." EMPRESA PUBLICA PODE OU NÃO SER CONTRATANTE? E quais podem? Porque tem essas distinções "Empresa" "Administração publica", "autarquia", etc etc e eu nunca lembro o que entra em cada categoria.