rcaropreso

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    Olá... Até mais! Cumprimento, ergo sum!
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  1. Olá, Use um rabo de gato como padrão de medida. Olá, Zoeira never ends
  2. Olá, Quem é esperto e sabe a diferença, parou de comprar. Mas infelizmente, grande parte dos brasileiros "se contenta com pouco" (não dá pra descrever de outra forma, quem gasta 30k nas nossas "carroças populares" - gastar $$ a toa numa Heinz falseta é bem susse perto disso).
  3. Olá, Calma, que ainda tem mais: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2017-02-16/romero-juca-pec.html Obrigado a recuar de PEC escandalosa, Jucá mostra face repugnante da política Por iG São Paulo | 16/02/2017 13:31 Tamanho do texto-+ Home iG › Último Segundo › Política Líder do governo no Senado apresentou proposta que impedia investigações contra Rodrigo Maia e Eunício Oliveira, mas recuou após série de críticas Pedro França/Agência Senado - 6.8.2014 Líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) representa o que há de pior na política brasileira “Nós vamos debater a PEC e os senadores vão votar. Se tiverem coragem de restabelecer a seriedade, o compromisso e a responsabilidade da instituição, votarão comigo.” A declaração acima é uma pequena amostra da realidade distorcida e doentia na qual vive seu autor, o líder do governo no Senado e presidente nacional do PMDB, Romero Jucá (RR). As palavras do mentecapto senador dão a entender que a mencionada Proposta de Emenda à Constituição (PEC) se trata de um projeto imaculado e moralizador, quando na verdade é exatamente o oposto disso. A PEC apresentada por Jucá nesta quinta-feira (15) é mais uma escandalosa tentativa de blindar a classe política. O texto visa tornar os presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado e do STF imunes a investigações por atos anteriores ao exercício de suas funções durante o mandato – uma prerrogativa que nossa Constituição reserva apenas ao presidente da República. Caso fosse aprovada, por exemplo, a proposta impediria que fossem iniciadas investigações pelos próximos dois anos contra o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), recém-eleitos para a presidência da Câmara e do Senado, respectivamente. Os dois são citados por suposto recebimento de propina em depoimentos prestados no âmbito da Lava Jato. Alvo ele próprio de oito inquéritos criminais no Supremo Tribunal Federal, Jucá não estava sozinho ao apresentar a PEC no Senado. A empreitada diabólica contou com a assinatura de 28 senadores, de nove diferentes legendas que integram a base governista. Entre eles estavam nomes como Renan Calheiros, Edison Lobão, Aécio Neves, Aloysio Ferreira Nunes e José Agripino. Cerca de um ano atrás, grande parte desse grupo fazia campanha pelo impeachment de Dilma Rousseff sob o discurso de trazer de volta a ética e a moral dissipadas durante os seguidos mandatos petistas no Palácio do Planalto. Hoje, o PMDB de Jucá dá seguidos sinais de que possui o mesmo DNA repugnante. + Empresa aérea denunciada por voos em SP não consta nos registros da ANAC Pacto contra a Lava Jato Jucá age como um mafioso, alucinado em seu objetivo de criar obstáculos para a continuidade da Operação Lava Jato. Isso já estava claro à época da divulgação de gravações de conversas com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado em que o senador sugere um “pacto para estancar a sangria” da operação. O senador-coronel de Roraima também já havia dado uma amostra de sua benevolência com a classe política ao tentar, de modo sorrateiro, incluir a possibilidade de familiares de políticos se beneficiarem do projeto que criava um regime diferenciado para a regularização de ativos mantidos no exterior sem o conhecimento da Receita Federal, a chamada Lei da Repatriação de Recursos. A população não tolera mais esse tipo de atitude e, após as devidas críticas e a risível tentativa de Jucá em defender a PEC, o senador que até então se fazia de rogado colocou o rabo entre as pernas e decidiu retirar o projeto da pauta do Senado, horas após tê-lo apresentado. Mas talvez seja exagero nosso cobrar decência de Romero Jucá. Afinal, é impraticável encaixar esse cidadão e seus semelhantes em nossa realidade, sem as distorções e maracutaias que lhes são tão estimadas. Fonte: Último Segundo - iG @ http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2017-02-16/romero-juca-pec.html
  4. Olá, A notícia nem é de um site "ggn like", vem do IG mesmo. Resumo da ópera: os delegados fodões da operação estão sendo promovidos. Uau, isso é legal, não? Assim vão dar arregaço na operação no bom sentido. Sim, se não fosse o fato de que eles estão sendo promovidos e TRANSFERIDOS para outros Estados, onde terão que cuidar de OUTRAS coisas. - Ah, mas estão dizendo que o orçamento é o mesmo e a operação continua. Sim, estão substituindo esses delegados mais experientes por "novatos" de carreira inclusive (que tem suas proprias ambições, mas ainda estão "crus"). Desse jeito você não paraliza a operação mas deixa ela bem manca. É... será que desta vez a Teoria da Conspiração que dizia que tudo isso era "só" pra tirar o PT de lá, vai se confirmar? Brasil: O País de Tolos. http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2017-02-16/policia-federal.html A radiografia oculta da Lava Jato e o esforço da PF para manter a operação Por Blog Esplanada | 16/02/2017 21:05 Tamanho do texto-+ Home iG › Último Segundo › Política Polícia Federal nega qualquer ação de desmonte da operação e garante orçamento para 2017 Polícia Federal diz que são José Cruz/Agência Brasil Polícia Federal diz que são "infundadas as notícias de que a Operação Lava Jato sofreu ou sofrerá desmantelamento" Aos inocentes que especulam que a políticos e representantes da Polícia Federal e do Ministério da Justiça sentam-se à mesa para tratar do desmonte da Lava Jato: não é assim. Embora a PF negue veementemente, delegados que estavam na operação ficaram estafados. Ocorre quando não se tem a equipe e estrutura necessárias para um trabalho duro. LEIA MAIS: Janot vai pedir quebra parcial do sigilo das delações da Odebrecht Basta conferir a equipe em Curitiba. Delegados reclamavam, sigilosamente, que o Ministério Público Federal tem 14 graduados procuradores na sua força-tarefa. A Polícia Federal contava cinco delegados e poucos agentes de apoio. Agora a equipe será reforçada. A delegada Erika Marena deixou namorado e família para trás ao ser transferida para Florianópolis. O clima ficou ruim na direção da PF para Marena quando seu nome foi lançado para diretora-geral. Marcio Anselmo foi parar em Vitória como corregedor após atuação brilhante na LJ. Evidente, quem preza pela carreira, não reclama aos holofotes. Por isso a direção da PF correu para avisar nesta quinta-feira (16) que a Lava Jato terá o orçamento de 2017 integral e nova equipe de apoio que será solicitada – porém aprovada pela direção em Brasília (veja nota oficial abaixo). Os transferidos Fato é que nos últimos cinco meses gradativa troca de subordinados dos investigadores, ‘convites’ para direções em superintendências e remanejamentos de delegados. Márcio Ancelmo, o coordenador, é o último bastião da equipe e foi convidado para ocupar um alto cargo na direção da corporação – estafado, segundo colegas, não quis holofotes e acabou aceitando a Corregedoria da PF na Superintendência de Vitória (ES) – onde Luciano Flores tornou-se o chefão. Flores foi o que conduziu coercitivamente para depor o ex-presidente Lula da Silva. LEIA MAIS: Além dos salários: PMs capixabas querem poder de inquérito Érika Marena, a ex-chefe do grupo – e que deu nome à operação – foi remanejada contra sua vontade para Florianópolis. Também nos últimos meses foram remanejados da equipe os delegados Eduardo Mauat – para Porto Alegre – e Duílio Mocelin. Dois jovens delegados (abaixo dos 30 anos) e com menos de dois anos de PF entraram na equipe, animados para mostrar trabalho, mas não têm a experiência dos que saíram, segundo colegas e investigadores. Agora, a bola do jogo continua com a equipe intacta do Ministério Público Federal, sob comando de Deltan Dallagnol – e com a cobrança da sociedade, no esforço da própria direção da PF em manter a clareza no investimento necessário pedido pela equipe que saiu. A nota oficial da PF “Em reunião realizada no último dia 15/02, entre o Diretor-Geral da PF, Leandro Daiello Coimbra, o Diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado (DICOR), Maurício Leite Valeixo, o Superintendente Regional da PF no Paraná, Rosalvo Ferreira Franco e o Coordenador Regional Adjunto da Operação Lava Jato, Maurício Moscardi Grillo, temos a destacar: 1. Todo o recurso orçamentário solicitado pela Coordenação Regional da Operação Lava Jato do cronograma de trabalho para o ano de 2017 (diárias e passagens), foi totalmente aprovado e liberado pela Direção-Geral da PF; 2. Ficou acertado que serão encaminhados pela Coordenação Regional da Operação Lava Jato à DICOR/PF, os nomes dos servidores a serem recrutados e empregados nos trabalhos investigativos durante o ano de 2017; 3. Já está acertado e escolhido o nome do Delegado que será removido para o lugar do delegado da PF Márcio Anselmo, cujo nome será oportunamente divulgado; LEIA MAIS: Paim recolhe assinaturas para CPI da reforma da Previdência A Administração Regional e a Coordenação Regional da Operação Lava Jato ratificam que são totalmente infundadas as notícias de que a Operação Lava Jato no âmbito da Polícia Federal no Paraná sofreu ou sofrerá desmantelamento”. Fonte: Último Segundo - iG @ http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2017-02-16/policia-federal.html
  5. Olá, Por isso que "ser espertão" corresponde, na prática, a ser tonto. E é por isso que a gente aceita qualquer "gambiarra". Brasil: Um País de Tolos.
  6. Olá, E lá vamos nós: http://www.blogdokennedy.com.br/recessao-e-contraponto-a-moro-vitaminam-lula-para-2018/ Brasil: Um país de Tolos. Recessão e contraponto a Moro vitaminam Lula para 2018 Ministros do STF emitem sinais de querer discutir prisões preventivas KENNEDY ALENCAR BRASÍLIA Apesar do bombardeio que sofre com as investigações da Lava Jato, o ex-presidente Lula apareceu como favorito na pesquisa CNT/MDA sobre a eleição presidencial de 2018. Ele lidera nos cenários de primeiro e segundo turno. Há duas razões principais para esse desempenho. Lula adotou uma estratégia de defesa mais ousada e agressiva, que faz contraponto ao juiz Sérgio Moro. Ou seja, apresenta argumentos contra o que ele considera provas frágeis e perseguição política. Isso convence parte do eleitorado. Outro fator é a recessão econômica. Ela ajuda Lula porque o governo dele (2003-2010) é lembrado por parcela do eleitorado como um período de crescimento, com geração de emprego e aumento da renda. Ou seja, Lula continua no jogo político. * Sinal de alerta Apesar de ser esperada rejeição do STF ao pedido de liberdade de Eduardo Cunha, alguns ministros emitiram sinais de que o tribunal precisaria discutir as prisões preventivas decretadas pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. Nas manifestações de Gilmar Mendes, Celso de Mello e Marco Aurélio Mello apareceram pistas de alguma discordância em relação a Moro. Ou seja, é um assunto que ainda vai render muito pano para a manga no Supremo.
  7. Olá, Atualizado com algumas ferramentas a mais (caralho, faz um ano que criei esse tópico, achei que tinha sido há pouco tempo)...
  8. Olá, Eita delícia de país: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2017-02-15/romero-juca.html E ainda acham que é problema de uma unica pessoa ou partido (infelizmente muitos pensam assim). Romero Jucá apresenta emenda para imunizar presidentes da Câmara e do Senado Por iG São Paulo * | 15/02/2017 21:05 Tamanho do texto-+ Home iG › Último Segundo › Política Pela proposta, comandantes das Casas não poderão responder na Justiça por atos anteriores ao mandato; medida beneficiaria citados na Lava Jato Líder do governo no Senado, Romero Jucá deixou ministério de Temer após ser acusado de tentar barrar a Lava Jato Geraldo Magela/Agência Senado - 18.11.2014 Líder do governo no Senado, Romero Jucá deixou ministério de Temer após ser acusado de tentar barrar a Lava Jato O líder do governo no Congresso, senador Romero Jucá (PMDB- RR) apresentou nesta quarta-feira (15) uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) cujo objetivo é assegurar imunidade relativa àqueles que ocupam cargos na linha sucessória da Presidência da República – os presidentes da Câmara, do Senado e do STF (Supremo Tribunal Federal). LEIA MAIS: Caju, Justiça e Caranguejo: veja os apelidos de políticos na lista da Odebrecht O texto de Romero Jucá estabelece que, assim como o chefe do Executivo – no caso, Michel Temer (PMDB) –, quem puder sucedê-lo não poderá responder por atos cometidos fora do mandato durante a vigência do cargo. Tanto o presidente do Senado, Eunício de Oliveira (PMDB-CE) quanto o da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), são citados nas investigações decorrentes da Operação Lava Jato. De acordo com a emenda, os integrantes da linha sucessória da Presidência não poderão ser responsabilizados “por atos estranhos ao exercício de suas funções durante a vigência do respectivo mandato ou enquanto ocupar o correspondente cargo”. O texto altera o artigo 86 da Constituição Federal, que garante a imunidade apenas ao presidente da República. Conforme determina o artigo vigente na Carta Magna, o presidente da República não pode ser preso enquanto não lhe sobrevier sentença condenatória, não podendo, portanto, ser submetido a uma prisão temporária ou preventiva. “Estabilidade” O senador argumenta que a emenda não tem o objetivo de “blindar” membros dos poderes da República. O objetivo, de acordo com ele, é garantir a segurança jurídica e “conferir estabilidade ao exercício das funções inerentes à Presidência da República”. LEIA MAIS: Fora da equipe ministerial após escândalo, Jucá é nomeado líder do governo Depois de apresentada, a PEC será discutida no Senado. Para ser aprovada, ela precisa ser votada em dois turnos e receber votos favoráveis de pelos menos três quintos do número total de senadores. A proposta já recebeu o apoio de 30 senadores. "Vamos ao debate. Aqueles que quiserem votar, votarão. Os que não quiserem votar se agacharão e tirarão a responsabilidade e a representatividade do Senado e da Câmara ", disse o senador, que, logo no início do governo Temer, ocupava o cargo de ministro do Planejamento. Romero Jucá deixou o governo após a divulgação de conversas telefônicas na qual falava com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado sobre a necessidade de da troca de governo para que a “sangria” da Lava Jato fosse estancada. Para que isso fosse viabilizado, disse, seria necessário um “acordo nacional”. Os diálogos teriam ocorrido em março do ano passado, quando Dilma Rousseff (PT) ainda era presidente da República. Por causa desse fato, o ministro Edson Fachin autorizou na última semana a abertura de inquérito contra ele e Machado, além do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e do ex-senador José Sarney (PMDB-AP). Fonte: Último Segundo - iG @ http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2017-02-15/romero-juca.html
  9. Olá, A essa altura, já devia ficar mais claro que mesmo se isso acontecer, nem "todos" serão presos. O Moreira Franco foi agraciado com o cargo de ministro, nas mesmas condições do Lula (praticamente) e com o AVAL do STF desta vez (que encerra a guerra de liminares). Pra mim (minha opinião) é bem claro que: se algum "amigo do rei" for extremamente suspeito, o governo vai mostrar o "dedo do meio" pra todo mundo e falar "e daí? Não vou ferrar com ele, vai encarar?" E vai ficar por isso mesmo, porque provavelmente já vai estar na hora de "assistir BBB 17 na TV".
  10. Olá, Qual investidor brasileiro? Aquele que investe com "emprestimo do BNDES"? E que se der merda, "o governo que pague"? Investidor brasileiro de cú é rola.
  11. Olá, Ótimo. Fim desse horário de merda, que vá pro caralho que o parta.
  12. Olá, Só uma curiosidade: - em 2013 tivemos protestos nas ruas, depois apareceram até Black Blocs; - em 2014, mais protestos e "não vai ter Copa" - em 2015, mais protestos, Av. Paulista "cheia" de verde e amarelo, e mais protestos - em 2016, protestos até o meio do ano. As coisas não melhoraram muito da metade de 2016 pra cá, mas os protestos simplesmente SUMIRAM, ZERARAM. Não tinha ninguém protestando nem pelo aumento dos policiais, nem pelo aumento das tarifas de transporte, que subiram MUITO MAIS QUE 20 CENTAVOS só este ano. Cadê os "líderes" dos movimentos? Aquelas "lideranças jovens que iriam mudar o país" e "o gigante acordou" e tudo mais? Não vejo mais um único site falando sobre isso, ou marcando protestos, alguém sabe de alguma coisa? Senão fica complicado, pode ser que algum Teórico da Conspiração diga que isso era só "por causa da Dilma", ou até pior: podem dizer que algum "Sith sombrio" estava manipulando as coisas "das sombras".
  13. Olá, Parabéns!
  14. Olá, E lá vamos nós... http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2017-02-13/corujao-da-saude-tcm.html Tribunal vê indício de irregularidade no Corujão da Saúde em São Paulo Por iG São Paulo | 13/02/2017 17:46 Tamanho do texto-+ Home iG › Último Segundo › Brasil TCM deu prazo para Prefeitura de São Paulo explicar nove pontos do edital para contratação de entidades que promovem programa de João Doria Programa Corujão da Saúde é aposta do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), para reduzir filas Rovena Rosa/Agência Brasil - 1.1.17 Programa Corujão da Saúde é aposta do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), para reduzir filas O Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCM) informou que foram encontradas nove irregularidades no edital para contratação de entidades privadas que estão fazendo o Corujão da Saúde, programa do prefeito João Doria (PSDB) que pretende acabar com a fila de 485 mil pessoas a espera de exames médicos na cidade. O relatório elaborado pela equipe de Fiscalização e Controle do TCM diz que o edital do Corujão da Saúde “não reúne condições de prosseguimento”. De acordo com o texto, o edital do programa deixa de cumprir a lei de licitações, libera contratos com valores questionáveis e escolhe entidades de forma subjetiva. O texto também aponta que não há meio de avaliação dos serviços, como “ausência de indicação dos instrumentos a serem utilizados para acompanhamento da execução do objeto e de como será a avaliação do desempenho técnico da conveniada/contratada”. A escolha das entidades para prestar os exames foi por meio de chamamento público, que é uma forma de contratação em que o interessado se inscreve e, se atender aos requisitos, assina contrato e começa a prestar o serviço. O relatório diz que essa não é a forma correta, pois fere regras municipais e federais. Segundo o texto, deveria ter sido feita uma consulta pública para debater o chamamento, de acordo com o que rege decreto municipal número 48.042/16. Uma vez que o valor do edital supera R$ 12 milhões (o investimento total no programa é de R$16,5 mi), a prefeitura deveria ter aberto licitação, procedimento em que a seleção das empresas é feita por critérios técnicos e de preço. + Em quase dois meses, 70 pessoas já foram presas por pichação em SP Já o parecer da Assessoria Jurídica da Secretaria Municipal de Saúde argumenta que o chamamento inviabilizaria a competição entre os interessados, “na medida em que o serviço é aquele codificado na tabela do SUS, para o qual é previsto o pagamento de determinado valor”. Mas para os auditores do TCM, a justificativa não impediria a disputa de preços. O relatório aponta ainda “ausência de justificativa para o valor estimado de contratação”, porque o TCM não recebeu a lista completa com o quantitativo de alguns exames, como o de ressonância magnética. Se acrescidos, o valor do programa pode aumentar. “O montante apurado seria superior ao valor de contratação estimado no termo de referência”, diz o relatório. Entre as demais falhas, o parecer relata a ausência de justificativa para indicação de dotação orçamentária, falta de assinatura no edital e aponta ainda que o processo deveria ter sido eletrônico, o que o torna menos sujeito a fraudes. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde esclareceu que o edital de chamamento para credenciamento dos hospitais para participação no Corujão da Saúde foi elaborado pelo corpo técnico e jurídico da pasta. “Não se trata de procedimento inédito, pois este formato é utilizado desde 2008 para procedimentos similares. A pasta responderá a todos os questionamentos do TCM dentro do prazo estipulado pelo órgão, bem como realizar as adequações solicitadas, de forma que não haja interrupção do programa”, diz a nota. A prefeitura tem até sexta-feira (17) para dar as explicações. Diante dos argumentos apresentados, o conselheiro do TCM João Antonio decidirá se arquiva a investigação, se suspende o edital ou se leva a questão para o plenário do tribunal. + Câmara paulistana aprova, em primeira votação, projeto que visa coibir pichação Balanço Na última sexta-feira (10) a prefeitura divulgou o balanço dos atendimentos. Em 30 dias de atendimento, o programa Corujão da Saúde atendeu quase um terço da fila de espera de exames médicos. Foram 141,3 mil exames realizados. A meta é zerar os 485 mil exames em espera na rede pública no prazo de 90 dias. Outros 270 mil procedimentos já estão agendados para serem feitos até o mês de abril. Dos exames já feitos, 129 mil correspondem aos pacientes que já estavam na fila em dezembro de 2016. Os outros 12,4 mil são de novas solicitações, como de pacientes com exames vencidos há mais de 60 dias e que precisaram de nova consulta para obter o encaminhamento. O chamado Corujão da Saúde começou a ser implantado em hospitais e clínicas das redes pública, particular e filantrópica, que ofertam exames extras em horários alternativos, de preferência entre as 20h à meia-noite, conforme a capacidade ociosa de cada local. A prioridade é que o exame seja feito no serviço mais próximo da casa do paciente. Fonte: Último Segundo - iG @ http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2017-02-13/corujao-da-saude-tcm.html
  15. Olá, Padrão "jornalístico" brasileiro... esse modelo é seguido na grande maioria dos sites e veículos de comunicação. EDIT: Além disso, tem 2 coisas: 1) Ilegalmente, o desmatamento deve estar rolando solto; 2) Obviamente uma manchete dessas serve para os frequentadores do blog destilarem os comentários no melhor viés "golpistas vendilhões da pátria".