rcaropreso

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Everything posted by rcaropreso

  1. Olá, Galera xinga o Doria até quando ele pede doação! Sem noção.
  2. Olá, http://spotniks.com/7-acoes-do-governo-doria-que-nao-custarao-nada-aos-cofres-publicos/ 7 ações do governo Doria que não custarão nada aos cofres públicos por Rodrigo da Silvahá um dia Você já deve estar cansado de ter ouvido isso nos últimos meses. São tempos de crise. E os efeitos de políticas econômicas equivocadas ao longo da última década impactam negativamente no orçamento de praticamente todos os municípios do país. Com São Paulo não é diferente. E Doria, seu novo prefeito, já demonstrou logo em seu primeiro mês de mandato que usará de toda criatividade possível para driblar esse cenário, indicando soluções simples para problemas complexos, sem peso no orçamento do município. Desde que foi eleito, o novo prefeito anunciou corte de 15% em todos os contratos com empresas prestadoras de serviços, de 30% nos aluguéis pagos pela Prefeitura, de 25% em todas as despesas (com exceção de educação e saúde) e de 30% nos cargos comissionados. Além disso, o prefeito também se desfez dos cerca de 1.300 veículos da Prefeitura, que serão leiloados ou devolvidos a locadoras. Desde seu primeiro dia, os funcionários de sua gestão são orientados a utilizarem táxi ou Uber. Doria mesmo vai à Prefeitura com o seu próprio veículo. E antes que você encare a sequência dessa matéria, um aviso: não temos a pretensão de abraçar aqui todas as ideias de João Doria. Se há algo que a história recente do país nos ensinou é que não devemos tratar políticos, de qualquer natureza, como salvadores da pátria. Pelo contrário. Aos políticos, e isso independente das cores de seus partidos, toda dose de ceticismo é pouca. E isso vale especialmente para os eleitores de Doria. Mas assim como já elogiamos a ideia de Fernando Haddad em privatizar a previdência municipal, acreditamos que boas ações não devam apenas ser enaltecidas, mas apontadas, especialmente para que sirvam de exemplo para outros governantes espalhados país afora. Em tempos de crise, João Doria parece ter boas soluções para resolver os problemas da maior cidade do país sem que isso pese no bolso dos pagadores de impostos. E aqui, nós temos 7 exemplos de como ele pretende fazer isso. 1. O seu próprio salário. R$ 24.165,87. Esse é o salário de um prefeito da maior cidade do país. Mas não se engane: ele não entrará na conta de João Doria. Com uma fortuna avaliada em R$ 180 milhões (dez vezes mais do que a soma de seus rivais na última eleição), Doria decidiu abrir mão de sua remuneração no cargo. Com isso, deixará de receber R$ 1.159.961,76 durante seus quatro anos de mandato. Impedido por lei, no entanto, de devolver o dinheiro aos cofres públicos, doará cada centavo a organizações não governamentais, restituindo uma parcela da sociedade com o dinheiro dos pagadores de impostos. A primeira escolhida é a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), que recebeu a doação do mês de janeiro (R$ 18,5 mil se descontados os encargos). Em fevereiro, a organização escolhida atuará no terceiro setor. 2. A limpeza das pichações da Ponte Estaiada. A Ponte Octavio Frias de Oliveira, também conhecida como Ponte Estaiada, é um dos marcos da cidade de São Paulo. Inaugurada em maio de 2008, após três anos de construção, a obra não demorou muito tempo para ser tomada completamente pela ação dos pichadores. E foi exatamente por esse motivo que Doria, logo em seus primeiros dias de mandato, anunciou a sua restauração: como um marco no combate ao picho na cidade. A limpeza da ponte começou na manhã do dia 2 de janeiro e demorou duas semanas. Segundo a Prefeitura, o investimento total da obra foi de R$ 900 mil, mas com custo zero aos pagadores de impostos paulistanos. Para evitar novos atos de vandalismo, Doria disse que aplicará uma estratégia que inclui a instalação de sensores nos portões, que acionarão a Guarda Civil Metropolitana e a Polícia Militar em tentativas de arrombamento, além de iluminação – já instalada – e câmeras para captar a presença de invasores durante a madrugada. 3. O “melhor programa social”, bancado pela iniciativa privada. Foi Ronald Reagan quem disse que o melhor programa social é o emprego. Desde então, a frase foi dita exaustivamente por políticos do mundo inteiro. Há poucos dias, incorporando esse espírito, Doria acertou uma parceria com os sindicatos de conservação e limpeza de São Paulo para que reservem vagas de varredores nas empresas privadas do setor para atender o programa Trabalho Novo, que visa empregar moradores de rua. A meta é contratar 20 mil pessoas até o final do ano. Como contrapartida, as empresas pagarão um salário mínimo mensal (R$ 937), além de plano de saúde. Para conseguir a vaga, os candidatos terão de se comprometer em deixar as ruas em até três meses – uma das opções é ir para os albergues da cidade. O governo estadual também auxiliará o programa, através do Poupatempo – com ele, os moradores de rua conseguirão obter documentos necessários para sua contratação. Nenhum centavo do dinheiro dos pagadores de impostos será gasto com o programa. 4. A reestruturação dos albergues para os moradores de rua. “E os albergues para os mendigos, apresentam condições mínimas para recebê-los?”, você deve estar se perguntando. E foi exatamente para atender esse questionamento que a Prefeitura criou um novo modelo de gestão: estabelecer uma série de parcerias com empresas privadas para melhorar a condição desses espaços. A iniciativa faz parte de um projeto batizado de Espaço Vida. Fazem parte do modelo, a rede hoteleira Accor, a Procter & Gamble, a rede de comida orgânica Mundo Verde e a empresa de tintas Coral. A ideia é modificar radicalmente o cenário dos 83 albergues espalhados pela cidade preparados para atender os moradores de rua. A Accor, por exemplo, ajudará a Prefeitura a oferecer cursos de capacitação e a configurar os quartos dos albergues. A Mundo Verde fornecerá alimentos de origem orgânica e a Procter & Gamble produtos de higiene. O Senac também fechou parceria para oferecer cursos profissionalizantes. Não haverá um único centavo dos pagadores de impostos no projeto. Além de melhorar a estrutura dos espaços, a ideia do Espaço Vida é disponibilizar canis e estrutura para que os animais de estimação e as famílias dos moradores de rua sejam acolhidas juntas. Hoje, homens e mulheres são atendidos separadamente nos abrigos e os animais são proibidos. 5. Atendimento nos melhores hospitais privados do país pelo custo da tabela do SUS. É quase uma unanimidade. A maioria esmagadora dos brasileiros estão insatisfeitos com a saúde pública no país – segundo o Datafolha, foi a maior preocupação dos eleitores em 2014. E em São Paulo a situação não é diferente. Para 37% dos paulistanos, ela é o grande problema da cidade – e a preocupação é maior entre os mais pobres (41%) do que entre os mais ricos (24%). Foi pensando nisso que João Doria desenvolveu o programa “Corujão da Saúde”. A ação tem como meta zerar a fila de exames em um prazo de 90 dias. Participarão do programa alguns dos melhores hospitais privados do país, como o Hospital do Coração (HCor), o Sírio-Libanês, o Albert Einstein e o Oswaldo Cruz. Além deles, também estarão presentes as seguintes instituições: Edmundo Vasconcelos, Sepaco, Santa Casa de Santo Amaro, Santa Marcelina de Itaquera, Cruz Azul, Santa Casa de São Paulo, Instituto Arnaldo Vieira de Carvalho, Cetrus, Dasa-Lavoisier, Hospital Santa Joana, Beneficência Portuguesa, Aviccena, Hospital Presidente e o Tadao Mori. A rede Dasa-Lavoisier será a instituição a oferecer o maior número de exames. Serão 16.380. No total, cerca de 137.100 exames foram agendados para janeiro, outros 79.900 para fevereiro e 20.600 para março. No Corujão da Saúde, a Prefeitura repassa recursos e as intuições privadas fornecem equipamentos e funcionários no período entre 20h e 8h. Ou seja, diferentemente dos outros pontos levantados nessa lista, esse não será gratuito. A remuneração dos procedimentos, no entanto, seguirá os valores da tabela do SUS. Isto é: a população paulistana receberá atendimento nos melhores hospitais do país sem nenhum centavo a mais do que já gasta com a remuneração dos serviços dos hospitais públicos. 6. A adoção de praças por empresas privadas. A Prefeitura de São Paulo anunciou na última segunda-feira reativar o programa “Adote uma Praça”, idealizado pelo ex-governador do estado, Mário Covas. Segundo o projeto, a manutenção de praças da cidade será custeado por empresas ou pessoas interessadas em recuperá-las quando deterioradas, sem custo aos pagadores de impostos. Nesses locais há calçadas e bancos destruídos, lixo, pichações falta de serviço de capina e de segurança. O que essas empresas ganharão com isso? A possibilidade de realizar anúncios no local. A proposta da atual gestão é regulamentar o antigo programa, com três grandes mudanças: 1. A Prefeitura terá um prazo para avaliar um pedido de adoção de uma praça, que será de 30 dias; 2. O tamanho dos parques que serão disponibilizados para zeladoria privada aumentará de 5 mil para 10 mil metros quadrados; 3. As empresas que se interessarem pelo projeto poderão divulgar seus produtos conforme os critérios da Lei Cidade Limpa, respeitando o tamanho da propaganda. Segundo o vice-prefeito, Bruno Covas, neto do ex-governador: De acordo com a Prefeitura, os recursos economizados serão investidos na saúde e na educação da cidade. 7. A reforma e a manutenção dos banheiros do Ibirapuera. Há poucos dias, Doria estabeleceu uma parceria com duas empresas privadas: a revitalização e manutenção de 16 banheiros (oito masculinos e oito femininos) e da marquise do Parque Ibirapuera, na forma de doação, sem custos para os pagadores de impostos do município. No lançamento da ação, Doria que a revitalização será realizada sem contrapartidas: A incorporadora Cyrela fará a reforma dos banheiros, com a troca de todas as louças e metais. As obras iniciam no próximo dia primeiro de fevereiro e a previsão é que em quatro meses todos os banheiros estejam renovados. A Cyrela também se comprometeu em contribuir com a regularização da laje, pintura e troca de lâmpadas da marquise do Ibirapuera (que no momento apresentam algumas infiltrações). Após a conclusão da reforma, a Unilever passará a administrar os sanitários durante doze meses. O acordo firmado pela Prefeitura prevê a manutenção, a limpeza e o fornecimento de produtos de limpeza e de materiais de higiene, como sabonete e papel higiênico.
  3. Olá, Se o mesmo "esforço e incentivo" que é dado neste país para descobrir "talentos de futebol" fosse aplicado em outras áreas, teríamos muito mais exemplos como esse aí de baixo. http://g1.globo.com/educacao/noticia/filho-de-trabalhador-rural-e-professora-campeao-de-matematica-e-aceito-no-mit.ghtml Filho de trabalhador rural e professora, campeão de matemática é aceito no MIT João César Campos Vargas, de 18 anos, é um dos quatro brasileiros aceitos por uma das universidades mais importantes do mundo em 2017. Por Vanessa Fajardo, G1 17/03/2017 07h00 Atualizado 17/03/2017 08h48 Filho de trabalhador rural e professora, campeão de matemática é aceito no MIT Quando pegou gosto pela matemática, João César Campos Vargas morava em Passa Tempo (MG) e estudava em uma escola estadual onde a mãe é professora. A paixão pelos números o levou para escolas em Belo Horizonte e, depois, em São Paulo. Agora, aos 18 anos, se prepara para ficar ainda mais distante da cidadezinha mineira de 8 mil habitantes: João César é um dos quatro brasileiros aceitos em 2017 pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Os nomes dos novos aprovados foram divulgados na noite de terça-feira (14), o Dia do Pi. O MIT fica em Cambridge, nos Estados Unidos, e é uma das universidades mais importantes do mundo, reconhecida no campo da tecnologia e das ciências exatas, mas com destaque também nas áreas de humanidades como economia e negócios. Colégio federal e bolsa particular João César gosta de Minas Gerais, pensa em voltar em morar em Belo Horizonte, mas acredita que se tivesse ficado por lá, onde se mudou para estudar em um colégio técnico ligado à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), teria mais dificuldade em ‘aplicar’ – termo usado para disputar vagas em instituições nos Estados Unidos. No ano passado, Vargas se mudou para a cidade de São Paulo para cursar o terceiro ano do ensino médio no Colégio Etapa. Na escola, teve o talento reconhecido com uma bolsa integral e teve ainda hospedagem bancada para poder se concentrar somente nos estudos. Já consciente de que seu exemplo pode servir como exaltação irrefletida ao ensino público, ele reconhece a importância das oportunidades que teve e ressalta que é preciso esforço e estrutura para alcançar um objetivo como a aceitação no MIT. O processo de seleção das universidades americanas (o nome em inglês é application), inclui provas, testes de proficiência em inglês, redações, cartas de recomendação, entrevistas e análise das atividades extracurriculares. Veja o 'quadro de medalhas' de João César em olimpíadas de matemática desde 2013 (Foto: Editoria de Arte/G1) Olimpíadas x oportunidades = MIT João César diz que o pai, Leonel Vargas, trabalhador rural aposentado, tem uma “ideia vaga” sobre o que é o MIT. Mas o avô, por exemplo, não faz nenhuma noção. A mãe, Helena Maria, professora de história, conhece a importância do instituto. Mesmo especialista em humanidades, a educadora conhece a importância do MIT para estudantes de todo o país que participam das olimpíadas de matemática. Foi justamente nesse tipo de competição que João César se destacou e viu seus horizontes se abrirem. O mineiro conquistou sua primeira medalha na Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas enquanto cursava o 6º ano do ensino básico. "Agora olho pra trás e penso que tudo isso pode ter começado com uma simples prova da OBMEP que minha mãe me trouxe na minha terceira série", comenta. Atualmente, a coleção tem cerca de 20 medalhas, incluindo uma prata na competição internacional do ano passado, em Hong Kong. Vargas viajou para países como Moçambique, Uruguai, Tailândia, Romênia e Chile para competir representando o Brasil. “No começo eu só via a Obmep [Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas], depois conheci outras olimpíadas, almejei as internacionais, fui agarrando as novas oportunidades que surgiam. Soube que podia disputar vaga nos Estados Unidos e essa ideia me atraía muito, em especial o MIT porque é muito forte em matemática.” Essa é a área que João César quer estudar, pensa em virar pesquisador e dar aulas em uma universidade. Fora ou dentro do Brasil. Para ele, as olimpíadas foram fundamentais para ver um lado menos conhecido da matemática. “Comecei a gostar de matemática bem cedo, entrei para um programa de iniciação científica e também estudava por conta própria. Cada vez que eu fazia os problemas e descobria coisas novas, eu me sentia mais interessado”, diz. Espera por resultados João César ainda aguarda o resultado de outras universidades que também aplicou – entre elas, Princeton, Harvard, Stanford e Yale. Também precisa das respostas dos pedidos de bolsa de estudo, que são concedidas a partir da situação socioeconômica da família. Um curso em uma universidade americana de ponta custa, em média, R$ 700 mil reais pelos quatro anos de estudos, incluindo despesas com hospedagem e alimentação. Para conseguir um ‘sim’ de universidades tão prestigiadas como o MIT, que são buscadas por alunos excelentes de todo o mundo, João César diz que as instituições valorizam o interesse específico do candidato. “Mas como existem muitos alunos com esse perfil, é necessário ter um diferencial. Algo que as universidades olhem e acreditem que você é especial. Em geral, é o conjunto de fatores que vai fazer você ser quem você é. No meu caso, a matemática foi um diferencial, mas acho que meu background, o fato de eu ter vindo de escola pública ajudou.” João César Vargas tem 18 anos e nasceu em Passa Tempo (Foto: Leonardo Pessanha/Divulgação)
  4. Olá, Desculpe DHX, o Snayper tem razão. O mérito do cara ali é justo, a notícia divulga isso. Mas, em tempos de mentalidade "politicamente correta", se o garoto ali em cima pertencesse a alguma "minoria", certamente o "escarcéu" para a divulgação seria MUITO maior, mais amplo, apareceria em diversos veículos de comunicação e tals. Neste ponto realmente concordo com o Snay.
  5. Olá, É esse tipo de cagada que serve para "incentivar" o apoio à privatização dessas instituições (o que na prática, não impede a bandalheira). O problema está nesses políticos malditos e no sistema viciado que temos. EDIT: Aliás, eu sou contra a aposentadoria de deputados e senadores com 8 anos de mandato. MAS, se pelo menos eles fossem OBRIGADOS a se aposentar DE FATO e não pudessem concorrer a mais nenhum cargo publico, nós deixaríamos de ver umas caras que frequentam os corredores de Brasilia há mais de 30 anos. Talvez isso renovasse um pouco aquele ar pútrido que paira na capital.
  6. Olá, Tá vendo como sempre tem uma "brecha na lei" ? Este ano a greve dos Correios foi antecipada... Agora, olha a merda: lendo a notícia lá embaixo tem "Dinheiro era retirado dos Correios para acertar outras contas". ESSA é a merda generalizada que ocorre aqui. Alguém duvida que o "rombo" da Previdência é diferente? Eu não tenho dúvidas de que o dinheiro não vai para onde devia ir, aí fode tudo. http://ultimosegundo.ig.com.br/colunas/blog-esplanada/2017-03-23/correios-concursado.html Correios vai demitir servidor concursado Por Blog Esplanada | 23/03/2017 14:58 Compartilhe Tamanho do texto - + Home iG › Último Segundo › Colunas › Blog Esplanada Presidente diz que estatal precisa ser reestruturada para sobreviver O presidente dos Correios, Guilherme Campos, vai anunciar em breve a mais polêmica decisão da história da estatal, diante da séria crise pela qual passa: o programa de Dispensa Motivada – na qual terá de demitir servidores para a empresa sobreviver. Leia também: Tribunal Superior Eleitoral julga cassação de governador do Amazonas Fotos Públicas Cenário ocorre no momento em que a Câmara Federal aprova a lei da terceirização para o mercado de trabalho O PDI – Programa de Dispensa Involuntária, no qual 5,5 mil funcionários deixaram a empresa, não foi suficiente para parar a sangria. Na Dispensa Motivada, ainda não há um número, mas a direção já faz levantamento de quais setores serão atingidos. A direção dos Correios prepara sua defesa jurídica baseada no artigo 173, Parágrafo 1, Inciso II da Constituição, que permite adotar em empresa pública o regime jurídico de empresas privadas. E há brecha legal também para a Dispensa Motivada no Artigo 165 da CLT, na qual a estatal poderá alegar o grave quadro financeiro e econômico. O cenário ocorre no momento em que a Câmara Federal aprova a lei da terceirização para o mercado de trabalho – embora este tema não esteja em debate na estatal. Leia também: Serraglio e Daiello vão se reunir para debater orçamento Crise Um integrante do Palácio revela que, na última década, mais de R$ 6 bilhões foram retirados dos Correios para ‘pagar dividendos’ – ou seja, para até manter o superávit primário. Os funcionários foram avisados também da suspensão das férias. “Isso terá impacto de R$ 1 bilhão (a menos na conta) em 12 meses”, diz à Coluna o presidente dos Correios. O clima é de protesto e tensão na estatal. Sindicatos das categorias já ameaçam paralisação. Campos alerta que as decisões são inevitáveis para a empresa sobreviver. Leia também: "Carne Fraca" motiva governistas a retomarem debate sobre abuso Apontada como uma solução, a privatização está fora de questão. “A missão que o presidente Temer e o ministro Kassab (Comunicações) deram é a recuperação da empresa”, diz Campos.
  7. Olá, Aos poucos vai normalizando a "cagada": http://economia.ig.com.br/2017-03-25/chile-e-egito-voltam-a-importar-carne-brasileira.html Depois da China, Egito e Chile também voltam a importar carne brasileira Por iG São Paulo (*) | 25/03/2017 15:48 - Atualizada às 25/03/2017 15:50 Compartilhe Tamanho do texto - + Home iG › Economia No entanto, as carnes produzidas pelos frigoríficos investigados continuam proibidas; pelo menos 19 países ainda mantêm suspensão de importações Após China anunciar a retomada das importações de carne brasileira neste sábado (25), Egito e Chile também recuam na decisão de manter medidas de suspensão do produto. Os bloqueios haviam sido feitos em decorrência do escândalo deflagrado pela operação Carne Fraca, da Polícia Federal (PF). Arquivo/Agência Brasil Após recuo da China, Egito e Chile também voltam a importar carne brasileira Leia também:Temer afirma que decisão da China de reabrir mercado mostra confiança no País Até o momento, os países anunciavam que as aquisições de carne brasileira só aconteceriam quando as autoridades fornecessem esclarecimentos considerados satisfatórios sobre a operação. Entretanto, mesmo com a decisão favorável para as importaçõe s, foram mantidas algumas restrições. O Chile continuou com a proibição da entrada de produtos dos 21 frigoríficos investigados pela operação, conforme informou o Serviço Agrícola e Pecuarista do Chile. O órgão chileno justificou que a decisão foi tomada após ter recebido explicações do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil em resposta ao pedido de informações detalhadas sobre as investigações da PF. O país informou que poderá suspender as importações de qualquer outro estabelecimento que apareça posteriormente nas apurações. O Egito e a China também mantiveram a proibição para a importação da carne dos frigoríficos envolvidos na operação. O Ministério da Agricultura egípcio declarou reconhecer a qualidade da carne brasileira após exames feitos por três diferentes órgãos governamentais. No ano passado, as importações de carne brasileira pelo Egito resultaram em 690 milhões de dólares, segundo informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Já o Chile, por sua vez, somou 441 milhões de dólares. Leia também: Juiz diz que foco da Operação Carne Fraca é apurar casos de corrupção Restrição Pelo menos 19 países e a União Europeia suspenderam total ou parcialmente as importações de carnes brasileiras após o anúncio da Operação Carne Fraca. Outros quatro nações, entre elas os Estados Unidos, reforçaram o controle sanitário para entrada do produto brasileiro. As investigações da PF apontam a existência de esquema criminoso que envolve empresários do agronegócio e fiscais agropecuários que facilitavam a emissão de certificados sanitários para alimentos inadequados para o consumo. Governo brasileiro Em nota oficial, o governo brasileiro informou que os governos do Egito e do Chile decidiram normalizar as importações de carne após receberem todos os esclarecimentos e as informações técnicas transmitidas pelas autoridades competentes brasileiras. A informação ainda agradecia o gesto de “confiança e amizade”. "O governo renova seu interesse em reforçar ainda mais os laços históricos mantidos com ambos os países e reafirma sua inequívoca disposição em seguir transmitindo a nossos parceiros comerciais ao redor do mundo todas as informações sobre a segurança dos alimentos produzidos no Brasil.” *Com informações da Agência Brasil
  8. Olá, Alguns já até admitiram que foi um pouco exagerado. Inclusive o audio do "papelão" na carne dá realmente a conotação de que eram caixas para embalar (e não misturar). Isso não isenta irregularidades encontradas como a carne estragada e tals, mas está aí o resultado de tamanho "circo" (provavelmente a estatística do desemprego vai aumentar em breve): http://economia.ig.com.br/2017-03-24/hong-kong-carne-fraca.html Hong Kong decide retirar carnes brasileiras de suas prateleiras Por Brasil Econômico | 24/03/2017 11:55 Compartilhe Tamanho do texto - + Home iG › Economia Após deflagração da Operação Carne Fraca na última semana, exportações brasileiras tiveram queda, ao passar de US$ 63 milhões/dia para US$ 74 mil shutterstock Carne Fraca: Hong Kong retira carnes brasileiras de seus mercados A repercussão do escândalo deflagrado pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal na última semana, resultou na retirada total dos produtos brasileiros comercializados nos supermercados de Hong Kong. Um dos maiores importadores de carne do País, após ter anunciado a proibição das exportações de fornecedores brasileiros, informou a retirada dos itens nesta sexta-feira (24). Leia também: JBS suspende produção de carnes até sábado em 33 unidades A afirmação foi feita pelo secretário de Saúde de Hong Kong, Ko Wing-man, que deu ordem para a “retirada completa de toda carne fresca, congelada e de ave” de marcas brasileiras após o escândalo divulgado pela Operação Carne Fraca . A justificativa para tal medida foi a forma encontrada de proteger o consumidor local. Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) e do Departamento de Estatística e Apoio à Exportação (DEAEX), apontam Hong Kong como o maior importador de carne bovina do País. Em 2016 o Brasil exportou US$ 720 milhões ao local valor que superou o montante comercializado a China, que no ano passado foi de US$ 702 milhões. Outros países anunciaram a suspensão das importações de carnes do País após a divulgação das irregularidades em frigoríferos brasileiros pela Polícia Federal. As investigações apontam que algumas empresas comercializavam carne vencida e para driblar a fiscalização adicionavam agentes químicos para esconder que o alimento estava impróprio para consumo. Leia também: Entenda o projeto de lei da terceirização aprovado na Câmara dos Deputados Investigações Ao total 21 empresas estão sendo investigadas na Operação Carne Fraca, sendo que as maiores produtores JBS e BRF também estão sob investigação. A repercussão dos fatos foi negativa as exportações brasileiras, já que diversos países optaram por suspender a compra de carne brasileira até que os fatos sejam esclarecidos. Entre os parceiros comerciais que optaram pela suspensão estão: União Europeia, China, Chile, Suíça, entre outros. A Coreia do Sul, primeira a anunciar embargo aos produtos brasileiros, revogou a decisão no começo desta semana. O governo informou que desde a divulgação da Operação Carne Fraca o País tem perdido exportações. Da sexta-feira (17) quando a Polícia Federal anunciou a operação para cá, as exportações passaram de US$ 63 milhões por dia para US$ 74 mil. O presidente da República, Michel Temer, afirmou que a Operação Carne Fraca causou “embaraço econômico” ao País. Ele afirmou também que toda a equipe de governo está à disposição dos parceiros comerciais para esclarecimentos sobre o assunto e espera com isso, impedir um prejuízo maior as exportações brasileiras.
  9. Olá, Eu preferiria que houvesse o mesmo esforço e "interesse" dos políticos na votação dessa lei, para que fossem aprovados incentivos e facilidades para o trabalho "autônomo" (quando o prestador de serviço é do tipo PJ). Se o Congresso criasse dispositivos legais para ajudar a regulamentar este tipo de trabalho, evitando os problemas trabalhistas associados, iria permitir (aí sim) uma maior negociação entre o empregado e o empregador. Mas é como eu já disse: isso afetaria a arrecadação do governo, então ele simplesmente não mexeu nisso. É por causa dessa visão "parcial" das coisas que torna difícil acreditar que essa medida vai resolver o problema. Ela poderá promover algumas pequenas melhorias, mas para resolver o problema, o governo teria que fazer mudanças mais profundas. E isso é algo que eu sempre critiquei até no governo Lula. Sempre achei que as mudanças eram mais superficiais e cosméticas do que "estruturais". Infelizmente, o fato de quase tudo estar "desmoronando" (até certo ponto) como efeito de uma crise, acaba colaborando nesse sentido.
  10. Olá, Agora já era, com o tempo veremos o tamanho do estrago: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2017-03-22/camara.html Câmara aprova projeto de lei que autoriza terceirização da atividade-fim Por iG São Paulo * | 22/03/2017 21:26 Compartilhe Tamanho do texto - + Home iG › Último Segundo › Política Oposição tentou obstruir a votação, mas o texto foi aprovado por 231 votos a favor e 188 contra; matéria seguirá para sanção do presidente Temer Marcelo Camargo/Agência Brasil - 22.3.2017 Projeto de lei de autoria do Executivo recebeu 231 votos a favor e 188 contra; oito deputados se abstiveram O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) o projeto de lei que libera a terceirização para todas as atividades das empresas. Após a votação dos destaques, oque deve ocorrer ainda hoje, a matéria, que já havia passado pelo Senado, seguirá para sanção presidencial. Leia também: Gilmar Mendes defende lista fechada e diz que sistema eleitoral está "exaurido" O texto foi aprovado na Câmara por 231 a favor, 188 contra e oito abstenções. Pelo projeto, as empresas poderão terceirizar também a chamada atividade-fim, aquela para a qual a organização foi criada. A medida prevê que a contratação terceirizada possa ocorrer sem restrições, inclusive na administração pública. A legislação atual veda a terceirização da atividade-fim e prevê que a prática possa ser adotada em serviços que se enquadrarem como atividade-meio, ou seja, aquelas funções que não estão diretamente ligadas ao objetivo principal da empresa. O projeto que foi aprovado pelos deputados também modifica o tempo permitido para a contratação em regime temporário dos atuais três meses para 180 dias, “consecutivos ou não, autorizada a prorrogação por até 90 dias, consecutivos ou não, quando comprovada a manutenção das condições que o ensejaram”. Leia também: Alexandre de Moraes é empossado como ministro do Supremo Tribunal Federal Após esse período, o trabalhador só poderá ser contratado novamente pela mesma empresa após 90 dias do término do contrato anterior. O texto estabelece a chamada responsabilidade subsidiária, na qual a empresa contratante é “subsidiariamente responsável pelas obrigações trabalhistas referentes ao período em que ocorrer o trabalho temporário e em relação ao recolhimento das contribuições previdenciárias”. Discussões Desde o início da sessão, a oposição tentou obstruir os trabalhos na Casa. A obstrução só foi retirada após acordo para que fosse feita a votação nominal do projeto e simbólica dos destaques. O acordo foi costurado entre o líder do governo, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e parte da oposição. A discussão foi iniciada ainda no período da manhã. O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) criticou o projeto e disse que a iniciativa vai fazer com que a maioria das empresas troque os contratos permanentes por temporários. “Essa proposta tem por objetivo uma contratação mais barata, precarizando e negando direitos. O próximo passo é obrigar que os trabalhadores se transformem em pessoas jurídicas, abrindo mão de férias, licença-maternidade e outros direitos”, disse. No início da tarde, o relator da matéria, Laercio Oliveira (SD-SE), apresentou o seu parecer e rebateu as críticas. “Faço um desafio: apontem dentro do texto um item sequer que retire direitos dos trabalhadores. Não existe”, disse. Leia também: Parlamentares pedem audiência pública sobre a Operação Carne Fraca Aguinaldo Ribeiro defendeu o projeto com o argumento de que a medida vai ajudar a aquecer a economia, gerando novos empregos. “O Brasil mudou, mas ainda temos uma legislação arcaica. Queremos avançar em uma relação que não tira emprego de ninguém, que não vai enfraquecer sindicatos. Eles também vão se modernizar”, disse. Histórico Originalmente, o projeto foi encaminhado à Câmara em 1998 pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e aprovado no Senado em 2002. Deputados contrários ao projeto criticaram a votação da proposta 15 anos depois e chegaram a defender a apreciação de outro texto, em tramitação no Senado, que trata do tema. “Já votamos essa matéria aqui e aprovamos uma matéria que foi para o Senado e que é muito diferente desse projeto que está na pauta aqui hoje. Essa matéria não passou pelo debate dessa legislatura e seguramente representa um duro ataque aos direitos dos trabalhadores”, disse a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).
  11. Olá, Para cumprir ou não cumprir a CLT tanto faz ser terceirizada ou não (e nisso o mimimi dos que estão xingando a lei, está sem noção: não vai ter redução de "direitos trabalhistas". Como ninguém cancelou a CLT, em algum ponto da "cadeia" vai ter uma empresa teoricamente responsável pelo cumprimento da CLT. Se ela vai ou não cumprir são outros 500). O que me preocupa é o que eu já disse antes: que tipo de gambiarras e falcatruas podem aparecer na medida em que as empresas agora podem terceirizar as atividades que realmente dão lucros altos (e até determinadas empresas publicas podem terceirizar). Isso sim pode gerar uma série de "escândalos" no futuro.
  12. Olá, Trabalhando eu recupero o predjuízo. Mas quem passou 30 anos na empresa, está na idade que o mercado não quer mais e tem 0 reais na conta... bom, ali o "fodeu" toma uma conotação bem maior. No seu caso, uma curiosidade: você disse que saiu da terceirização e foi efetivado. Você foi efetivado na mesma atividade que era terceirizada? Ou passou a trabalhar na atividade principal da empresa? Motivo da curiosidade: se for a 2a parte da pergunta, eu acho que esse tipo de "efetivação" deve diminuir com a nova lei (já que a atividade principal poderá continuar terceirizada). De qualquer modo, os impactos deste tipo de lei só serão sentidos daqui 5 a 10 anos, que é o tempo que o mercado vai levar para se modificar em relação a essa mudança. Isso não vai acontecer da noite pro dia.
  13. Olá, Pelo sumiço repentino das noticias nos sites, o "cala boca" já deve ter sido dado. EDIT: Além disso, o que me preocupa é que essas sacanagens sempre são orquestradas por filhos da puta que estão no "topo do organograma". Mas na hora em que a bosta é jogada no ventilador, são os da "base" que se fodem. Isso não é desculpa para jogar a sujeira debaixo do tapete, mas deveria ser um ponto para despertar ao menos a CAUTELA nas ações, pra minimizar os estragos. Se simplesmente dizimarem todas as grandes empresas que estão "dando merda" no Brasil, não vai sobrar nada. E a maioria absoluta de quem trabalha nessas empresas não tem culpa dessa sujeira.
  14. Olá, CLT. Eu não fui o unico. E essa empresa não foi a unica. Agora que vão começar a sacar os "inativos", vc vai ver oi quanto de merda vai aparecer (gente descobrindo que tem 0 na conta).
  15. Olá, 100% dos frigorificos fazem isso? Ou apenas 21 que estão sendo investigados de um total de mais de 4100 locais? Se for uma quantidade grande de frigorificos envolvidos, ok. Se estiverem só nesses 21 locais, sinto muito, errou a mão. Confirma bem antes de divulgar. Divulgue após prender todo mundo e passe a mensagem de que ""havia um problema, e foi resolvido, está tudo bem agora".
  16. Olá, Sim. É um problema maldito. Admissão por concurso publico e estabilidade são justificadas com "se não tiver isso, basta trocar o político, que viram as repartições do avesso". E isso É VERDADE, vemos isso nos famosos "cargos comissionados" (que parecem justamente a brecha-gambiarra pra contornar a questão acima). Aí você cria "estabilidade" e pronto: vários (não todos) se "acomodam" em suas cadeiras e ficam cagando e andando pro resto, apenas esperando a aposentadoria chegar. É um imbróglio difícil de resolver. PORÉM, AGORA COM A PL DA TERCEIRIZAÇÃO, OS CORREIOS PODERIAM TERCEIRIZAR SEUS SERVIÇOS.
  17. Olá, Sim. Aliás, é bem difícil encontrar uma boa solução para a questão "funcionalismo publico versus contratações políticas" etc. Quando tentam resolver um lado, descobrem o outro, cobertor curto. No final, como sempre, é a gente que se fode, porque essa zona nos Correios só irá atrapalhar ainda mais as entregas das coisas.
  18. Olá, Cara, trabalhei 11 anos numa empresa que não depositou FGTS e nem INSS e era diretamente contratado por ela. Tomei no cu mesmo sendo diretamente envolvido. O problema dessa merda é "sistêmico"... e pra variar, não estão resolvendo isso. O que estão resolvendo é algum "lobby" ou "pepino político", cujo desdobramento eu não sei qual é, mas descobriremos em escândalos futuros. A última coisa que passa na cabeça dos lazarentos que aprovam essas coisas é que "isso vai beneficiar o país". Vai é o caralho. Vai até beneficiar alguém, mas ainda não sei quem. EDIT: Eu falei do 2o parágrafo da lei porque mais abaixo tem isso: "§ 2º A exceção prevista no caput deste artigo no que se refere à formação de vínculo empregatício não se aplica quando a contratante for empresa pública ou sociedade de economia mista, bem como suas subsidiárias e controladas, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios." EMPRESA PUBLICA PODE OU NÃO SER CONTRATANTE? E quais podem? Porque tem essas distinções "Empresa" "Administração publica", "autarquia", etc etc e eu nunca lembro o que entra em cada categoria.
  19. Olá, Esse texto aí é exatamente o que vai para a sanção presidencial? EDIT: O parágrafo 2o diz: "§ 2º As disposições desta Lei não se aplicam aos contratos de terceirização no âmbito da administração pública direta, autárquica e fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios." Para mim isso não é claro: ELE SE REFERE AOS CONTRATOS JÁ EXISTENTES? OU ESSA LEI DE TERCEIRIZAÇÃO NÃO VALE PARA ADM PUBLICA?
  20. Olá, Para valores baixos, a CLT e a Previdência são melhores mesmo, porque quem trabalha a vida inteira na faixa do salario minimo, se aposenta no salario minimo (então, na prática, recebe aposentadoria integral, mesmo que seja tão baixa). A terceirização vai criar uma tendência de reduzir os salários justamente das faixas superiores a esses valores. Além disso, provavelmente vai reduzir o interesse das empresas em efetivar funcionários, já que até a atividade principal pode continuar na mão de terceiras. E vai dar poder às "terceiras" porque poderão cobrar por "serviços exclusivos". Nessa negociação "empresa contratante" versus "empresa terceirizada", a unica parte que fica de fora será o funcionário. Para complementar a situação do Daileon, ainda adiciono o seguinte ponto: - nos setores em que isso é possível, É MUITO MELHOR TRABALHAR COMO PJ E PARA ESTRANGEIROS. Um amigo meu, da área de Desenvolvimento de Software é assim: faz Home Office há mais de 10 anos (PJ) porém, SOMENTE COM EMPRESAS AMERICANAS E EUROPEIAS. Só que o governo brasileiro e sua burocracia atrapalham pra caralho (mas mesmo assim, compensa). Querem livre mercado? REDUZAM A BUROCRACIA E OS PROBLEMAS DE "IMPORTAÇÃO" (de serviços, produtos e mão de obra). Não quero pagar 50 mil numa carroça brasileira, prefiro pagar 20 mil ou menos numa carroça chinesa (merda por merda, quero pagar menos). Os empresários brasileiros querem apenas CONCORRÊNCIA DE SALÁRIOS ENTRE EMPREGADOS (QUEM GANHA MENOS). Eu quero CONCORRÊNCIA ENTRE EMPRESÁRIOS BRASILEIROS E ESTRANGEIROS (PARA VER QUEM PAGA MAIS). Facilitem a "venda" de serviço e trabalho para empresas estrangeiras. E aí governo? Topa? Ajusta essa porra dessa lei que eu fico mais feliz. (mas aí os empresários brasileiros com certeza xingariam, porque "Livre mercado" de cú é rola). Olá, Essa diferença tem diminuído (PJ versus CLT) justamente porque essa é a opção que o governo "não gosta". Você trabalha de PJ, pode pagar apenas o minimo do INSS por sua conta (se quiser), ao invés de recolher compulsoriamente 11% da NOTA e ainda pagava impostos menores que o IR Retido na Fonte. Em diversos lugares (cidades) os impostos pagos pelos PJs subiram violentamente ao longo dos últimos anos (para deixar essa "negociação" menos "apetitosa"). Que é o que eu falo: "livre mercado" seria o governo "sair fora" e deixar a empresa negociar o salario com você e foda-se. A empresa paga imposto sobre lucro e você paga sobre sua renda. Fim. Mas não, ele quer entrar no meio e "morder" tudo. Depois dá uma canetada meia boca como essa e acha que tá tudo resolvido, like a boss (e sem abrir mão da mordida). VSF governo.
  21. Olá, A discussão em todo lugar é simplificada demais. E a situação do Brasil é simplificada demais quando comparada a outros países. A discussão apenas gira em torno de "quem vai pagar direitos trabalhistas". Isso é raso demais, porque obviamente ALGUÉM, EM ALGUM LUGAR, vai pagar a CLT ainda. Por outro lado, quando a empresa deixar de pagar as coisas (o que já acontece pra caralho hoje), vai ficar mais enrolado fazer o "rastreamento" disso tudo. Querem livre mercado? Beleza, aposto que os empresários estão felizes pra caralho com terceirização total (que tende a reduzir salários de categorias inteiras ao longo do tempo). Mas que tal remover as travas protecionistas (impostos do caralho) para que a livre concorrência possa, DE FATO, entrar aqui? Aí eu aposto que os mesmos empresários devem ser contra. SOBRE A LEI: Eu acho muito mais preocupante justamente a liberdade de poder terceirizar a atividade principal da empresa (o filé-mignon, o que dá lucro de fato). Pra mim, isso é abrir a porta do inferno. Justamente porque está sendo feito nas coxas, sem o resto: zerar a inflação, ninguém quer, desindexar a economia ninguém quer, emagrecer o Estado e privatizar estatais, ninguém fala nada, reduzir a carga tributaria e a burocracia, ninguém fala nada, e por aí vai. Tem uma caralhada de coisas que deviam ser feitas JUNTAS e como transição. Os caras pegam e dão uma canetada num item só e foda-se o resto... obviamente a balança vai entortar. Por exemplo: qual o dispositivo da lei que impede a Petrobrás, hoje, de terceirizar sua exploração de petróleo? Ela pode contratar uma empresa chinesa pra fazer isso? O que impede a Petrobras, por exemplo, de contratar através de uma "Empresa Terceirizada do Zezinho da Silva" (que, apenas "por coincidência", é amigo de algum chefão da Petrobras) e que essa empresa terceirizada contrate a exploradora chinesa? Ou seja, a terceirização se dá através de UMA EMPRESA ESPECÍFICA e SOMENTE ATRAVÉS DELA (que coincidentemente, apenas por acaso, é de um amigo de um "chefão" da estatal?) "Ah, mas isso pode acontecer hoje, com os demais serviços terceirizados que já tem!"... sim, correto. MAS, eram serviços secundários, menos atrativos. AGORA, PODENDO TERCEIRIZAR O FILE MIGNON DE CADA EMPRESA (INCLUSIVE PUBLICAS), acho que está aberta a porta para diversos escândalos no futuro.
  22. Olá, "Ah", o brasileiro... que compra qualquer merda por preços absurdos...
  23. Olá, "Ah", o livre-mercado brasileiro ...
  24. Olá, As nossas leis são aberrações. Provavelmente só durante a reserva de mercado, algumas se beneficiaram. Abriu mercado? Quebrou tudo. E não estou falando de imigração, estou falando de emprego mesmo. Perceba que a livre-concorrência no caso dos EUA que eu citei está "invertida": não são as empresas concorrendo entre si e sim "candidatos" a empregos concorrendo entre si (oferecendo o mesmo serviço pelo menor preço, no caso o menor salário). Como os indianos vem de condições mais precárias que outros "concorrentes" fica bem mais fácil fazer tudo pela "metade" do preço. EDIT: Se quiser um "detalhe" adicional: os americanos comentaram com o meu colega que estão ficando positivamente surpresos com os brasileiros (em termos de desenvolvimento de software e engenharia): nós custamos o mesmo preço dos indianos, mas somos tão bons quanto eles e somos "mais agradáveis" em termos de convivência e "dia-a-dia" no trabalho. Ao menos foi o que ele comentou comigo (pessoalmente, eu não tenho nada contra indianos).
  25. Olá, Não é a galera concurseira somente. A galera concursada também. E isso não é ruim, estabilidade irrestrita de emprego pode gerar "comodismo" e isso sim é ruim. O problema não é a terceirização em si. O problema está nos detalhes das regras, que normalmente não são bem pensadas (exceto na parte que afeta o governo, aí naquele pedaço os caras sao detalhistas).