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  1. Microids announces Joe & Mac: Caveman Ninja for consoles, PC A remake with a handful of new features. Publisher Microids and developer Mr. Nutz Studio have announced Joe & Mac: Caveman Ninja for consoles and PC. It will launch in 2022. Specific consoles were not announced. Here is an overview of the game, via Microids: Originally released in the early 90s on Japanese soil as an arcade game, Joe & Mac: Caveman Ninja is an arcade game / platformer, playable solo or in cooperation. This new iteration of the game, developed by Mr. Nutz Studio (Toki, Asterix & Obelix: Slap Them All!), will invite players to go back to the Prehistoric Age and embody Prehistoric Men, ready to do anything to save the women of their tribe. More than a remake of the arcade version, Joe & Mac: Caveman Ninja will include a handful of new features such as an original adventure mode containing brand new levels! “It’s a real honor to offer gamers the chance to rediscover these characters that marked their generation,” said Microids CEO Stephane Longeard in a press release. “We have full confidence in Mr. Nutz Studio to bring these little prehistoric men back to life.” Tosuke Matsuoka, the Data East license producer from G-Mode Corporation, added, “We have full confidence in Microids and Mr. Nutz Studio capability to develop this remake of Joe & Mac: Caveman Ninja. It’s a real pleasure to see these iconic video game characters revived with today’s technology. It’s been a long time since we’ve seen these two characters, and their return will delight old fans and new players alike.” View the first screenshots at the gallery. https://www.gematsu.com/2021/10/microids-announces-joe-mac-caveman-ninja-for-consoles-pc
  2. CANAL 3: Quando a Dynacom começou a produzir cartuchos para o Atari 2600 ? GABRIEL ALMOG: Foi em 1981(são mais de 20 anos atras !), precisamente para atender o Dia Das Crianças e Natal daquele ano. CANAL 3: Ainda, os jogos da Dynacom tinham todos o nome da empresa na tela. Como vocês alteravam as incrições ? tinham conhecimento da estrutura de programação do Atari ? GABRIEL ALMOG: Pois é...antes da existência da Lei de Informática os programas em si não gozavam de proteção de direitos autorais,somente as Marcas comerciais. Estavamos preocupados então em não ter marcas de terceiros nos nossos cartuchos. Novamente aqui foi necessária a análisedos programas (chegamos a desenvolver um "descompilador" tupiniquim que ajudava...)até descobrir a técnica utilizada por cada programador (diferente!) para gerar a marca de sua empresa na tela. A partir daí a substituição foi muito fácil. Havia casos onde o programa tinha um comando de "Check-sum", e qualquer alteração do conteudo dos dados não permitia rodar o jogo ! Nestes casos ou criavamos um by-pass para este comando, ou se isto tambem inabilitava o jogo, "desenvolviamos" uma marca cuja dados (hexa) tinha na soma total do mesmo "check-sum"...chi - estou revelando muitos segredos que pouca gente daqui conhece...! CANAL 3: Conte-nos um pouco sobre o Dynavision 1. Esse console é um dos preferidos do pessoal ! GABRIEL ALMOG: Olhando para os 20 anos que passaram, este console não deixa hoje muitas saudades...Era feito com placa de circuito impresso de face única, cheio de "jumpers" (pouco ou nada confiáveis...), mas trazia algumas "novidades": conectores frontais para os Joysticks, silenciamento da TV na troca do cartucho, Joysticks "anatômicos" com botão de tiro que aguentava a pressão sem arreiar, uma maleta (sic.!).... CANAL 3: Foi o Sr. quem bolou as modificações, em relação ao original, no Dynavision ? Como por exemplo o silenciamento da TV, o desing totalmente diferente dos outros "clones" ? GABRIEL ALMOG: Sim. Vcs devem entender que a "empresa" Dynacom contava na época somente com 4 pessoas...Eu, meu sócio Jerry (que atuava na área comercial), um técnico (que montava os protótipos), e uma secretária.Um ano depois já eramos 80 pessoas ! CANAL 3: Chegamos a ver, notadamente publicado na revista Video News da época, um Dynavision com um design ligeiramente diferente: as tomadas do joystick ao invés de serem na frente e embaixo era na parte de cima ao lado das chaves "game reset" e "game select". Isso foi um protótipo ? chegou a ser lançadoa publico ? GABRIEL ALMOG: Era um protótipo - nunca foi lançado. CANAL 3: A Dynacom nunca considerou a possibilidade de lançar outros modelos do Atari, como o Atari 5200, o Atari 7800, mais recentemente o Jaguar, e até os computadores da Atari ? Por que ? GABRIEL ALMOG: Não. Porque sempre buscavamos sistema consagrado e aceitos como um padrão mundial - na época existia a Apple e mais tarde, o PC da IBM. Na única tentativa de sair deste conceito, chegamos a lançar em 1986 um micro colorido (MX-1600) baseado no TRS Color, mais em função da disponibilidades dos Chips "Off-the-Shelf" - e quebramos a cara - foi outro desastre comercial,porem como lição, nos fez migrar para a linha PC/XT e mais tarde para o AT/386. CANAL 3: Falando do Odyssey: a Dynacom "ameaçou" (ou nao) lançar o famoso módulo "the Voice" para o Odyssey. Até propaganda foi feita. O que aconteceu ? Não foi lançado realmente ? Por que ? Parece-nos que a Dynacom expôs um protótipo numa edição da UD. Esse protótipo ainda existe? Foi feito algum acordo com a Philips ? Esse é outro assunto que o pessoal perguntou muito se o Sr. tiver mais alguma informação e pude nos contar, ficaremos gratos. GABRIEL ALMOG: Na verdade foi um interesse da propria Philips, que iria fornecer o Chip- mas desistimos de lança-lo porque achavamos que o preço seria muito caro e a quantidade não representativa. Não creio que o protótipo ainda exista... CANAL 3: voltando ao assunto Atari, a Dynacom lançou um console portátil, um "must" entre os entusiastas de hoje. Trata-se do Megaboy. Muitas curiosidades e boatos existem sobre esse console e gostaríamos que o Sr. nos esclarecesse: Ele foi lançado com uma ênfase educacional, mas numa época em que o Atari já não era mais "moda". Qual foi a intenção da Dynacom ao lança-lo ? O cartucho que acompanhava o aparelho, ele foi 100% desenvolvido pela Dynacom ? GABRIEL ALMOG: A intenção era de lançar um produto "pseudo" portatil (ainda precisava da TV...) com enfoque educativo, achando que este mercado era pouco explorado no Brasil (havia o "Pense Bem" etc.). Sim - o cartucho que acompanhava foi 100% desenvolvido por nos. CANAL 3: Existe um boato, ou não, que circula há muito tempo entre os colecionadores, principalmente estrangeiros (dai pensar se tratar de boato), que gostariamos que o Sr, finalmente, colocasse um fim: que só foram fabricadas 500 unidades do Megaboy e nada mais. Isso é verdade ? Ou não ? eu acredito q isso seja boato pq ja vi alguns megaboys e o numero de série deles era da ordem de 22.000 pra cima. GABRIEL ALMOG: A quantidade produzida no Brasil foi muito pequena - cerca de 5 mil unidades (o numero de serie raramente começa no Zero...). Porem vendemos o projeto para um fabricante de Hong Kong que chegou a fabricar cerca de140,000 unidades (exportados principalmente para a França), nos pagando Royalties enquanto havia margem - isto durou cerca de 2 anos. CANAL 3: Prosseguindo, depois da febre do Atari começou outra mania, a da Nintendo. Vários fabricantes lançaram videogames e cartuchos compatíveis; foi uma "onda" disso, embora em minha opinião não foi tão "frenética" quanto a do Atari. O que o Sr. acha ?A Dynacom também lançou versões NES do Dynavision, como o Dynvision 2, o 3 e o 4. Conte-nos um pouco sobre eles. GABRIEL ALMOG: Para nos a volta ao Video Game, desta vez com o NES foi a salvação comercial, saindo a tempo da "reserva de mercado", quando o Collor assumiu e liberou as importações, e o pior -nivelando a Dolar paralelo ao oficial - esta era a ultima barreira que até então dava vantagens para os "fabricantes" nacionais de PC (na tutela da Lei de Informatica). O Atari obviamente implacou porque era o primeiro console que permitia a troca do jogo. O NES não gerou tanto entusiasmo porque continuava sendo de 8 bits, embora a apresentação de seus jogos era incomparavelmente melhor - haja visto que este mesmo console (após sofrer varias plásticas e integrações, é claro...) continua sendo produzido por nos até hoje (Dynavision Radical etc.) CANAL 3: Os circuitos dos cartuchos do NES são relativamente complexos, existem muitos métodos de "bank-switching" dos bancos de memória. Como a Dynacom desenvolveu isso ? Ainda existe alguma documentação a respeito ? GABRIEL ALMOG: No caso do NES nunca chegamos a "fabricar" os jogos já que a partir de 1990 a importação era possível. Compravamosjogos já produzidos por terceiros que se preocupavam com os detalhes...desculpe decepciona-lo. CANAL 3: A Dynacom tinha alguma preferencia pelos "modelos" de cartuchos, haja visto que existem o "japones" (de 60 pinos) e o americano (de 72 pinos) ? e por que ?Algum comentário/curiosidade/etc sobre essa época do NES ? GABRIEL ALMOG: Não - como achavamos que no Brasil os 2 tipos seriam comercializados, dotamos os consoles com ambos os conectores... Nos últimos anos, como não mais se encontra a venda (ou locação) estes cartuchos,e tampouco são produzidos aqui, retiramos o conector de 72 pinos para baratear o console e oferecemos em forma de brinde alguns jogos. CANAL 3: A Dynacom lançou também o MegaVision, que era um console compatível com o MegaDrive. Parece-nos que ficou pouco tempo no mercado. Conte-nos um pouco sobre isso. A Dynacom teve problemas legais com a TecToy? GABRIEL ALMOG: Sim tivemos problemas - alguns dos consoles (uma parcela pequena e inexplicável) tinha no Chip controlador de video com dados gravados com a frase "Licenciado pela Sega" - eram Chips de um fabricante de engenharia reversa que não se preocupou em retira-los, e que foram acrescidos alí pela Sega para aparecerem na tela da TV toda vez que era colocado cartucho desenvolvido por empresa independente NÃO LICENCIADA pela Sega. Esta prática de gerar uma mensagem falsa, dando a impressão de que o fabricante do cartucho alega estar "licenciado" (esta licensa não é necessária), quando na verdade não o é,foi considerada uma prática desleal e julgada portanto como improcedente nos EUA num julgamento CONTRA a Sega. Infelizmente no Brasil esta tese não foi sequer "considerada" pelo perito(e por conseguinte, pelo Juiz do caso), e aíresolvemos interromper a produção/comercialização deste console preferindo não incorrer emrisco de gerar volume de venda que poderia ocasionar compensações. CANAL 3: A Dynacom chegou a lançar algum videogame compatível com o Super Nintendo? GABRIEL ALMOG: Não. CANAL 3: Conte-nos um pouco sobre como a Dynacom passou a produzir outros tipos de artefatos, quando o mercado de videogames e micros começou a cair. GABRIEL ALMOG: Como o game é um produto sazonal, buscavamos alternativas que não sofrem do mesmo mal...Começou com Iluminação de Emergência e depois com os Telefones (com e sem fio). CANAL 3: Como está a empresa nos dias de hoje ? O que a Dynacom fabrica ou representa ? GABRIEL ALMOG: Hoje a Dynacom conta com um grupo de empresas coligadas - a Almma Eletronica da Amazônia produz em Manaus todos os produtos eletro-eletronicos. Em São Paulo temos a Interplastic que produz principalmente peças injetadas plástica para a industria automobilística. Recentemente montamos a Versacom Industrial da Amazônia com o objetivo de produzir Celulares, inicialmente com tecnologia CDMA (em acordo com a Hyundai), e posteriormente, GSM.A Holding do Grupo opera sob a razão social de "Marcap - fomento Mercantil" e fornece para as demais empresas todos os serviços administrativos/financeiros/contábis/RH/compras e vendas. CANAL 3: Como o Sr. viu a Reserva de Mercado ? Foi bom ? Foi ruim ? Por que? GABRIEL ALMOG: Ruim para o Brasil e bom para alguns "fabricantes" que souberam aproveitar na época. O micro é um *instrumento* de trabalho e de gerar riquezas -não deveria existir portanto uma barreira ou dificuldade para sua ampla distribuição e uso. A xenofobia militar de "desenvolver e preservar a independencia tecnologica" foram a razão da Lei de Informatica. Nada disto se mostrou eficaz. Na minha humilde opinião - cada país deveria se concentrar naquilo que tem de melhor, exportanto-o, enquanto importa aquilo que pode torna lo mais eficiente no primeiro. CANAL 3: A Dynacom ainda fabrica o Dynavision Radical 4. Ele é um compatível com NES. Por que Dynacom ainda o fabrica ? Para nós entusiastas é uma boa notícia, não queremos que parem de fabricá-lo, ao contrário, mas tecnicamente é um videogame já antigo. Ele vende bem ? O Sr. teria alguma estatística de quem compra o aparelho ? Mercadologicamente isso é interessante ? GABRIEL ALMOG: Por incrível que possa aparecer, este console ainda vende cerca de 150,000 unidades/ano. Já achamos que ele iria desaparecer há muitos anos atras, mas esta aí "firme"já faz 12 anos ! A razão é muito simples - ele é o Video Game mais barato do mercado, e enquanto as crianças de ontem buscam consoles mais avançados, as novas gerações, embora em faixa etária cada vez menor, o compram como seu "primeiro Video Game". CANAL 3: Dai vem a pergunta, e ao mesmo tempo sugestão, mais pedida: Quala possibilidade de a Dynacom voltar a fabricar o Dynavison 1 (Atari) e o Megaboy, cartuchos e até o The Voice ? Em termos de mercado talvez não fosse tão interessante mas o Sr. pode verificar que o Atari e seus cartuchos são os preferidos em sites de leilão e de anuncios. Fica a nossa sugestão para tal, a Dynacom poderia re-lançar eles num esquema "special edition" ou algo assim por tempo determinado ou até que o mercado absorvesse a demanda a qual, o Sr. pode acreditar, existe e não é pequena. A procura pelos jogos e aparelhos antigos está em alta. GABRIEL ALMOG: Esta possibilidade poderia até ser viável quando a empresa era de menor tamanho. Infelizmente hoje com sua estrutura cara e especializada, alocar pessoal de outros projetos para estes não me parece uma opção. Sorry... CANAL 3: Agradecemos sua atenção. GABRIEL ALMOG: Abraços a todos e espero que Vcs mantenham esta chama acesa por muitos anos ! Fonte: Canal 3.
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