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Found 17 results

  1. Fala galera!! Pesquisei aqui no fórum, e não encontrei nenhum tópico a respeito desse frontend espetacular para arcades e consoles retros...na minha opinião é o melhor frontend que ja vi pra PC lançado em 2016 Está disponível no Steam, e da pra baixar um demo http://store.steampowered.com/app/465780/New_Retro_Arcade_Neon/ Falow!!!
  2. Sega World Drivers Championship 2018 In Action Japanese news site 4Gamer.net has all of the goods on the game which you can read in full translated glory here. Otherwise since you are already on this page, I’ll endeavor to distill it down for you. Let’s start with some off-screen footage that was posted to Youtube. As we expected, the game is focused on more realistic/technical style driving that is based on Super GT racing. That includes 35 licensed cars (45 for the release version) and a control scheme to match with vehicle function buttons on the steering wheel and a six-position shifter. From this footage the graphics look pretty sleek but with arcades they are always better in person than via a camera like this: 4Gamer reports that the game does feature cross-site play, with the two location test facilities being able to race against each other for a 10 player race. Car classes are split between GT300 and GT500 cars with a total of six teams and teams will be able to ‘battle’ for season wins. This is one feature that does make me wonder if we will see it out West – Sega has attempted online features in the West before but it has been a while and even then was rare. For the steering wheel, the button functionality covers “rear view[behind the car/3rd person], wireless communication” along with the ability to shift gears from the wheel so you don’t have to use the shifter itself. Wireless communication is an interesting one, first done in a driving game like this with Taito’s D1GP around 10 years ago, with speakers in the seat being the voice channel so you can better hear the other members of your driving team. One button on the wheel is specifically assigned to let you listen in on the “team radio.” This steering wheel has been designed with high quality force feedback that adjusts to driving conditions, with the development team aiming for landing the feel of driving a “real machine.” The dashboard even features something that we have not seen in a while – at least since H2Overdrive (that I know of) – a working tachometer with red LED numerical displays and a green/yellow/red LED shifting indicator. With hardware features like this, this will probably not be a cheap game One of the primary game features that will set this apart is the “Drivers Skill” gauge. Here, players are rated on driving skill, with how you take corners, overtakes and more building towards your score. Once the game is over, players are presented with a detailed look at their game performance: That’s a wrap – for now. We still are unsure if this will make it’s way out West. Given that it does have an online component and will likely be a pricey game it will remain to be seen. Sega could always do a limited release like Namco did with Maximum Tune 5. What do you think about this from what we know now? Sega representatives said "who was playing the Sega racing games in the past (only racing game fan), take a look at play and want" . The next location test is up for grabs, so interested readers this weekend, take a look at stores to visit, experience the SUPER GT race would suggest. http://arcadeheroes.com/2017/07/28/sega-world-championship-2018-begins-testing/ Mais fotos mas textos em japones: http://www.4gamer.net/games/388/G038862/20170728150/
  3. O mais novo jogo da famosa série de luta da SNK publicado pela Atlus no ocidente, foi lançado inicialmente para o PS4, mas a SNK havia anunciado em outubro de 2016 que estava trabalhando numa versão para os fliperamas que chegaria este ano ao Japão. Parece que o trabalho está completo, já que eles divulgaram as datas oficiais para testes. Em três dos game centers da Taito no Japão (em Machida, Osaka e Fukuoka Tenjin), foi possível testar o jogo pelo preço de 100 ienes, e também ganhar um adesivo NESiCA por participar de uma pesquisa. Os testes ocorreram entre 3 a 5 de fevereiro, de 10:00 da manhã à meia-noite. Tomara que a versão para arcades faça sucesso e ajude a popularizar ainda mais o game, que merece ter destaque em grandes torneios. Com o sucesso da versão para arcades, pode-se até pensar em lançá-lo em outras plataformas.
  4. eu sou muito confuso com as roms de arcade, eu queria baixar um fullset completo com todas as roms limpas sem bugs para gravar em dvd mas nao sei qual baixar, eu queria com todas as roms ate o ano de 2000, 2001, 2002, 2003 na epoca do snes mas eu nao sei os tamanhos em gb desses fullsets nem nada, por favor me ajudem e me faça entender isso
  5. Fala galera, decidi junto com um amigo de montar 2 maquinas vewlix, e vou passar as etapas do que foi realizado até o momento, caso queiram deixar sugestões.. seriam de muita valia. o projeto sofreu várias alterações, visto que todos os projetos achados na internet não atendiam a nossa necessidade ou não eram bem acabados. quando finalizar o projeto completo.. passarei os custos de tudo que foi adiquirido OBS: projeto completo pode ser vizualizado e acompanhado diretamente do album: https://goo.gl/photos/Z4PWqiNbGMhSci2E9 1- projeto: acabei utilizando o autocad para criar um plano de corte.. afim de diminuir custo e otimizar o processo de construção. Preferimos contratar o primeiro serviço de marcenaria, pois saberiamos das dificuldades de realizar algumas etapas. 2 - MARCENARIA: como falado... contratamos este serviço; 3: PINTURA: utilizamos massa plastica para corrigir alguns defeitos da marcenaria... acabamos que passamos muita massa o que gerou um trabalho bem pesado na hora de lixar. :/ e mesmo assim ainda ficou alguns defeitos.. por conta disso utilizamos por cima mass rápida (automotiva).. que deixou todas as peças perfeitas para pintura. Foi aplicado 2 demos de prime em todas sa peças... ACABAMENTO E TESTES: algumas etapas já conseguimos fazer em paralelo; SISTEMA: eletronica, será ultilizados os comandos SANWA e botoes SEIMITSU, estamos verificando a possibilidade de fazer uma ligação entre a "tampa" e o fundo do arcade com um cabo flat (parecido com o IDE de computador).. com socket de 20 pinos.. o que ajudaria na organização e possiveis manutenções. já fizemos os testes dos componentes em uma caixa de sapato.. (as ligações foram feitas na marra.. o que gerou mau contato).. porem todos os cabos na versão final.. vao ser crimpados.. qualquer dúvida estamos a disposição
  6. Caras, O sítio é fantástico. Além de poder ouvir direto no navegador, pular faixas, etc, dá também para abaixar em MP3. Destaque para a quantidade enorme de faixas de arcade, separadas por "placa", fabricante, etc. Link direto para as trilhas de arcade: https://vgmrips.net/packs/systems/arcade E o mais bacana é que os caras que riparam as faixas de cada jogo deixam sempre pelo menos 2 loops no áudio, ficando bem bacana pra se ouvir, nem muito longo, nem muito curto. Já abaixei várias MP3 aqui pra gravar um CD pra ouvir no auto. Tilha de Raiden, Shinobi, Golden Axe, OUT RUN!!!!! Recomendo demais. Cosme.
  7. Fala ae Pessoal, Blz? Resolvi compartilhar as manhas desse arcade, para que você possa fechar com uma ficha (crédito) apenas. Vou explicar como funciona a Inteligência Artificial do Game, mostrarei as dicas e macetes que usávamos na época. PS: as paradinhas, é que tava dando goles nas brejas enquanto jogava ^^ Falow!!!
  8. [ARCADE] Star Wars Battle Pod

    http://www.starwarsbattlepod.com/
  9. Ah, o mercado imobiliário é uma coisa maravilhosa por várias razões, entre elas a possibilidade de o novo dono de um prédio encontrar algo que o proprietário antigo deixou para trás. Foi o que aconteceu com uma senhora idosa que comprou um edifício na região de Chiba, no Japão, e descobriu os resquícios perfeitamente preservados de um arcade japonês ocupando dois andares do prédio. É como se a dona do prédio tivesse entrado em uma cápsula do tempo. Parece até que o ex-dono do arcade acabou entrando em um dos jogos e nunca mais voltou (sim, esse é o roteiro de Tron). Um cara dizendo ser o namorado da neta da nova dona do prédio publicou na internet quase 200 fotos do local. De acordo com esse cara, mais de 55 arcades funcionais, vários controles e circuitos foram encontrados. Entre os jogos encontrados estão Donkey Kong, Tetris, três edições diferentes de Street Fighter, Metal Slug X e muito mais. Para sua sorte, a vovozinha não parece interessada no arcade, e boa parte do equipamento encontrado será enviado para os Estados Unidos. “O local fechou no meio dos anos 90, mas por alguma razão, existem algumas máquinas mais novas, do fim da década de 90″, explicou o namorado da neta da nova dona do local. “Eu não conheço a história desse arcade e não entendi direito o que aconteceu por aqui”, explica. Igualzinho Tron! - Via Geek Galeria de fotos: http://imgur.com/a/yqxip
  10. Atrasou mais chegou, com vocês o primeiro Pyron's Lair especial de Halloween, falando sobre o clássico Splatterhouse, que é uma série de videogames da Namco onde o personagem principal, Rick, sai distribuindo bordoadas em hordas de monstros dos mais estranhos e nojentos. http://www.youtube.com/watch?v=H7zs7I4es14&feature=c4-overview&list=UU5o5x0K9nqdsxWow5x2C_jw
  11. Vamos falar desta série super divertida: Crazy Taxi! A poucos dias, joguei pela primeira vez no Arcade do Crazy Taxi! Chegou aqui no shopping... e matei a vontade de jogar este clássico dos arcades! Finalmente! Olhae a fotinha que tirei! Também deixei a enquete para a galera participar! Vocês já jogaram no arcade? qual versão gostam mais? Enfim, contem suas experiências com este Arcade clássico da SEGA! Obs.: Consegui colocar as músicas clássicas do Offspring e Bad religion no Crazy taxi de XBLA!! Se a galera quiser faço o upload ! (ou mostro o tutorial que segui! ) Incrível como este jogo só "funciona" se tiver a trilha sonora clássica!
  12. Coloque o seu boné, aumente o volume do seu rádio e venha conhecer um dos jogos responsáveis de disseminar a febre dos jogos de luta nos arcades ! http://www.youtube.com/watch?v=GtjSOw7u3-w&feature=c4-overview&list=UU5o5x0K9nqdsxWow5x2C_jw Por favor comentem !
  13. Reúna sua equipe de amigos e embarque neste Beat 'n Up de ação e aventura contra Nazistas e Super Vilões. Que rendeu um excelente port para o Mega Drive ! OK GOOOOOOO!
  14. Art of Fighting que é o primeiro jogo da trilogia de luta lançada para a plataforma Neo Geo no início da década de 90. Foi a segunda franquia de jogos de luta criada pela SNK, logo após a série Fatal Fury, que acontece no mesmo universo fictício. Este é um jogo que foi inovador para sua época e sofreu por tentar trazer uma experiência diferenciada de gameplay, e com os ports que não fazem justiça a jogabilidade do original, o que vocês acham ?
  15. Galera... O sonho de todo Retrogamer é, com toda a certeza, ter um ARCADE em casa!! Muitos já realizaram este sonho, montando ou comprando montado.. Então ajudem ao restante a realizá-lo! - Mostrando Fotos dos seus arcades - Dando dicas de Peças, madeira, monitores, Pcs, frontend etc - Enfim, Trocando ideias e contando a historia da realização deste sonho retrogamer! Como eu ainda não realizei este sonho.. (e pode demorar um pouquinho visto que estou morando em um AP apertadinho).. não posso começar! rs! Para matar a vontade coloquei meu controle arcade duplo em cima de uma Cômoda.. pluguei no Notebook.... liguei o fullset do Mame.. e curti uns bons clássicos em 2 players! hahahha
  16. Galera.. vou copiar um topico que encontrei no outerspace! Achei muito bom! FONTE http://shugames.blog...rdidas-dos.html http://forum.outersp...7/#post-7487420 "Deu um trabalho ENORME montar o post, escolher os jogos, tirar as screens e procurar informações sobre os mesmos, espero que todos apreciem. Com vocês, As 50 Relíquias Perdidas dos Fliperamas! Boa leitura! 50 - Ken Go Ano : 1989 Produtora: Irem Se Shinobi fosse feito por chineses, provavelmente resultaria no Ken Go. Controlando um samurai invocado, temos como mote picotar um monte de ninjas clones e mais samurais pelo caminho até... sei lá onde. O jogo não tem botão de pulo, então, o direcional faz as vezes para o boneco saltar, pressionando para cima. Não tem nada de inovador, tampouco diferente, é um jogo legal, com uma grande dificuldade, mas interessante por isso mesmo. 49 - Act-Fancer: Cybernetick Hyper Weapon Ano : 1989 Produtora: Data East Eis um jogo que poucos devem conhecer, mas que não deixa muito a desejar. Apesar da absurda dificuldade (2 tiros e adeus vida, power-ups e tudo mais), o game instiga o jogador a avançar cada vez mais em busca de melhoramentos pro personagem, enquanto dizima dezenas de inimigos insetos num planeta inóspito. Sua máquina, em determinado momento, chega a atirar até na VERTICAL, provando queo Hyper Weapon do título não foi escrito à toa. 48 - Dragon Buster Ano : 1984 Produtora: Namco Dragon Buster lembra bastante Wonder Boy in Monster Land no que diz respeito à gráficos, pois sua mecânica é totalmente diferente: aqui não temos armaduras, luvas, botas ou sequer espadas novas. O negócio é resolvido, no máximo, usando magias que são coletadas de alguns inimigos. Seu boneco não defende e precisa terminar o mapa todo com uma única barra de energia. Junte isso ao fato de que itens de cura são escassos e temos um desafio cabeludo pela frente... 47 - Arabian Magic Ano : 1992 Produtora: Taito Seguindo os moldes de Arabian Fight da Sega, mas com personagens menores, Arabian Magic é um simpático beat'n up envolvendo toda a mitologia egípcia que tem direito. Isso vai desde personagens simbólicos como Sinbad até gênios enfurecidos, espadas, castelos e calças largas. Um jogo razoável, que deixa a desejar pela repetição e poucos golpes disponíveis. 46 - The Astyanax Ano : 1989 Produtora: Aicom Um jogo interessante, lembrando bastante Golden Axe, mas com scroll lateral. Astyanax tem bons gráficos e uma dificuldade acentuada, por se tratar de um game arcade. A missão é seguir em frente dizimando lagartos, esqueletos, morcegos e toda a sorte de inimigos que surgirem, usando pra isso seu precioso machado sangrento. Escudos e energia podem ser encontrados, bem como itens que dão pontos. Vale dizer que existe uma versão para NES do game, que por sinal ficou tão diferente que em quase nada lembra essa bela versão de Arcade. 45 - Asylum Ano : 1992 Produtora: Leland Apesar do MAME apontar o game como um PROTÓTIPO, o jogo, pelas minhas pesquisas, foi realmente lançado. Asylum te coloca na pele de um dos três protagonistas com a missão de escapar de um calabouço infernal, fazendo uso de diversos tipos de itens para isso. Misturando shooter com Diablo, o jogador encontra desde magias até novas armas, melhoramentos e muitos itens bizarros. Armadilhas estão espalhadas por todo canto também, o que torna a tarefa de avançar no jogo um tanto arriscada... 44 - Avenging Spirit Ano : 1991 Produtora: C.P. Brain Avenging Spirit é um game tão criativo que eu custo a acreditar que nunca foi sequer portado pra nenhum console na época. Um ano depois, foi lançado para Game Boy e, mais atualmente, saiu pro Virtual Console do Wii até mesmo o iOS da Apple recebeu sua cópia. A trama, baseada na morte do personagem principal, envolve o mesmo a "entrar" no corpo de qualquer inimigo do jogo, fazendo com que o jogador passe a controlá-lo. Esse é o único meio dele salvar sua namorada, raptada pela mesma gangue que o assassinou um dia. Unindo bons gráficos, uma boa jogabilidade e a variedade de inimigos que podem ser dominados, Avenging Spirit é um game que merecia uma continuação nos 16 bits. 43 - Battle Chopper Ano : 1987 Produtora: Irem A Irem, conhecida principalmente pelo famoso R-Type, também se arriscou num jogo de helicópteros. E, apesar do jogo ser meio desconhecido, não deixa nada a desejar. Em Battle Chopper, controlamos um pequeno helicóptero que atira tanto pra cima, quanto pra frente, além de soltar pequenas bombas quando está no solo. Essa mecânica variada de ataques é o grande charme do jogo: durante as fases, é possível destruir blocos de pedra e descobrir, dentre tantos diamantes, itens importantes que podem ser comprados (usando a grana dos diamantes em questão), como tiros melhorados, bombas maiores, velocidade, etc. Um jogo tão criativo e tão... difícil. Os inimigos não dão a menor trégua, o que acaba anulando muitas vezes a exploração do cenário. Se fosse algo mais contido, o game seria melhor aproveitado. É mais um que merecia uma versão pros consoles 16 bits, apesar de ter saído também para uma porrada de console da época, bem como no Virtual Console do Wii. 42 - Osman Ano : 1996 Produtora: Mitchell Corp. Do mesmo produtor de Strider, não é de se estranhar a semelhança com o mesmo. Osman (Cannon Dancer no Japão), tem similaridades com quase tudo de Strider, desde movimentos, personagens, inimigos e etapas. Tanto é verdade que o jogo é tido como uma sequência não oficial do primeiro game, já que o segundo é totalmente descartável. O visual do jogo chama bastante atenção, mas é na jogabilidade que reside sua melhor característica. Osman pula e ataca como poucos, lembrando bastante nosso querido Hyriu. 41 - Bay Route Ano : 1989 Produtora: Sunsoft Mais um game no melhor estilo atire primeiro, pergunte depois. Bay Route segue a cartilha dos tiroteios da década de 80, comecinho de 90, onde o jogador controla um soldado macho pra caralho que enfrenta um MUNDO de inimigos armado apenas com sua metranca modificável. De diferente, apenas a possibilidade atirar pra cima segurando o trabuco com apenas um braço, mas era o que bastava para deixar o personagem mais cool naquela época. 40 - Cadash Ano : 1989 Produtora: Taito Ah a Taito, sempre ela... Quem diria, um RPG para fliperamas que não é uma cópia de Gauntlet.. Enfim, Cadash (que saiu também para Mega Drive e Turbografx) permite escolher uma das 4 classes básicas de personagem para começar a história. Durante o jogo, coleta-se itens, armas, evolui-se o personagem enquanto enfrenta-se inimigos dos mais variados tipos em diversos cenários diferentes. Por ser de natureza 2D de plataforma, a dificuldade não dá moleza e morrer faz parte. Com sorte, consegue-se evoluir e viver por mais tempo no game. Vale ressaltar que o visual do jogo é muito agradável também. 39 - Cameltry Ano : 1989 Produtora: Taito Mais um jogo criativo da Taito, em Cameltry o objetivo não é controlar a bolinha, mas sim, A PRÓPRIA TELA. Rotacionando a mesma, é preciso fazer com que a bolinha vá seguindo pelo caminho indicado por setas até alcançar o goal. Desnecessário dizer que alguns percursos tem buracos fatais, blocos que rebatem e tantas outras coisas. Lembra, vagamente, Monkey Ball, sob uma nova ótica, claro. 38 - Action Hollywood Ano : 1995 Produtora: THC Pelo nome, mais parece um daqueles jogos em FMW onde apertamos o botão certo na hora certa, baseando-se dessa vez em alguma coisa relacionada a indústria cinematográfica de Hollywood. Mas, ao iniciar o game, temos uma espécie de clone de Gauntlet muito bem feito, simpático e gostoso de jogar. O objetivo, além de se manter vivo, é pisar em todos os blocos de cada cenário. Colorindo todos, a fase encerra. Existem 4 temas distintos, todos baseados em filmes de Hollywood, como Temple of Chaos (Indiana Jones) e Transilvania, como em filmes de terror. Recomendado. 37 - Charlie Ninja Ano : 1995 Produtora: Mitchell Corp Um simpático jogo que lembra muito grandes clássicos do Super NES (me vem a mente Tiny Toons). Charlie Ninja é um game onde controlamos um ninja cartunizado, ambientado em diversas fases temáticas. O objetivo é o mesmo de sempre, destruir tudo pela tela, coletar power-ups e enfrentar um chefe no final. O game é bem interessante, com uma dificuldade aceitável. 36 - 64 Street Ano : 1991 Produtora: C.P. Brain Um beat'n up de responsa com personagens GIGANTES na tela. É meio limitado quanto à golpes, mas cumpre bem seu papel, tendo um bom visual. Entre os golpes, é possível arremessar os delinquentes nas lojas ao fundo da tela. Boa opção para 2 jogadores. 35 - Gunwange Ano : 1999 Produtora: Cave Pra quem gosta desse lance de bullet-hell (uma saraivada de tantos tiros na tela que fica quase impossível enxergar alguma coisa), Guwange é um prato cheio. Criado pela lendária Cave, no game controlamos diversos tipos de heróis típicos do Japão, cheios de poderes especiais que fariam Goku sentir vergonha de seu Kamehameha. O game tem gráficos lindos, uma dificuldade absurda, mas perfeitamente dominável, caso tenha muita paciência por isso ou seja asiático. 34 - Mug Smashers Ano : 1990 Produtora: Electronic Devices Sem dúvidas o finalzinho dos anos 80 e começo dos anos 90 foram a época de ouro pro gênero beat'n up. A arte de sair espancando meliantes por ruas sujas tinha vários representantes de peso, mas alguns, como Mug Smashers, talvez por ter um nome horrível, tenha ficado de fora do rol dos mais famosos. Não que Mug Smashers reivente o gênero ou mereça ser comparado a uma jóia como Final Fight, longe disso, mas o game é engraçado pacas. Imagine controlar um cara ridículo com óculos 3D, espancar um bêbado enquanto este ainda tem a garrafa nas mãos (ele dá uns golinhos durante a pancadaria), ou chutar a cara de algum cheirador folgado na calçada... Pois estes são atos que apenas Mug Smashers pode nos proporcionar. 33 - Night Slasher Ano : 1993 Produtora: Data East Junte os jogos Resident Evil com Final Fight e você terá Night Slashers, talvez o único beat'n up envolvendo apenas zumbis de todos os tipos. Controlando algum dos heróis mais estranhos que já vi, a missão é rapelar a zumbizada do mundo, mesmo que pra isso seja preciso usar socos e chutes. O game é bem interessante, apresentando diversos modelos de zumbis, golpes bacanas e variados, além de um visual muito decente. Mais uma ótima pedida pra jogar com algum amigo. 32 - Recalhorn Ano : ? Produtora: Taito Mais um dos raros jogo de plataforma arcade, já que os gêneros shooter e beat'n up dominavam as máquinas na época. Em Recalhorn controlamos um pequeno garoto com um chifre mágico capaz de transformar animais e inimigos em... frutas. Certo, o teor do jogo é infantil pacas, mas o game é caprichado e com uma boa dose de exploração. Os cenários parecem ter saído de livros infantis, o visual em si é ótimo e os controles respondem bem. 31 - Big Karnak Ano : 1991 Produtora: Julian Golcoa Controlando um (provável) descendente de algum deus egípcio, Big Karnak é um sólido game de plataforma hack'n slash, similar ao já citado Astyanax. Ambientado no Egito, o game apresenta bons gráficos com destaque pro visual de fundo, bem caprichado realmente. A dificuldade é relativa, após sucessivas mortes acaba-se decorando os movimentos dos inimigos e de onde eles irão surgir, o que facilita a próxima investida. Pra quem curte o estilo, é um prato cheio. 30 - Dark Seal Ano : 1990 Produtora: Data East Dark Seal, ou Gate of Doom como ficou conhecido no hemisfério norte, é mais um belo game que mistura RPG medieval com pancadaria pelas mãos da Data East. Controlando um dos 4 esteriótipos de herói, o jogador percorre calabouços, masmorras, florestas entre tantos outros lugares enfrentando toda a sorte de inimigos implacáveis. E quando eu digo implacáveis, eu quero dizer DIFÍCEIS! O jogo não dá moleza, mesmo que pareça ser simples no início. Espere até alcançar o enorme dragão nos muros do primeiro calabouço... 29 - Final Tetris Ano : 1993 Produtora: Jeil Um bizarro jogo de Tetris onde até Michael Jackson faz uma ponta é algo, no mínimo, inusitado. O lance funciona igual todo Tetris, mas com a diferença de ser um versus: a cada linha completa, o inimigo recebe uma linha à mais na sua grade, o que acaba dificultando as coisas pra ele. Com um monte de personagens bizarros pra escolher, Final Tetris fez até um pouco de alarde na época, até porque os personagens no rodapé da tela terminam o combate com um super combo no final, algo parecido com o que acontece com Super Puzzle Fighter. 28 - Freeze Ano: 1996 Produtora: Atari Freeze é um interessante puzzle realmente único. O objetivo é lançar diversos peixes coloridos no topo da tela, formando 3 ou mais fileiras da mesma cor. Ao conseguir a façanha, os blocos congelados descongelam e podem formar mais fileiras, aumentando o combo e mandando gelo pro inimigo ao lado. O game é viciante a dá pra "perder" um bom tempo com ele, visto que a dificuldade também é alta. Eis mais um jogo que merecia um port pra algum Playstation ou Saturn da vida, visto o ano de lançamento. 27 - Fantasy Land Ano : ?? Produtora: Electronic Devices Fantasy Land é bem parecido com Chiki Chiki Boys, que inclusive tem uma versão para Mega Drive. Basicamente, o herói sai pelas fases atirando sem parar, coletando moedas, itens e mais itens que dão pontos, enquanto a tela ferve de inimigos vindos de todos os lados. O visual é bem caprichado, com cores vivas e personagens bem desenhados. 26 - Gang Busters Ano: 1988 Produtora: Konami Um shooter diferente e curioso, onde controlamos uma espécie de PUNK de cabelo verde que decide acabar com a farra dos gangsters e bandidos da cidade. O bacana é que dá pra pegar os caras roubando bancos e levá-los até os camburões da polícia estacionados no meio das fases. Como é um shooter, espere uma dificuldade acentuada. 25 - Gundhara Ano: 1995 Produtora: Banpresto Mais um clone de Mercs, mas dessa vez muitíssimo caprichado. Pra data de lançamento, esse jogo é bonito até pros padrões atuais. Podemos escolher entre dois soldados e sair metralhando tudo pelo caminho. O visual do jogo é muito bem feito, com detalhes explodindo na tela o tempo todo, rajadas vindas de todo lado, pedaços de muro e de robôs voando pelos ares e uma movimentação fluida como poucos. É um game obrigatório pra se jogar com aquele seu amigo de infância, não importa a idade. 24 - Magical Cat Adventure Ano: 1993 Produtora: Wintechno Jogo de plataforma nos arcades pipocaram no começo da década de 90, quando tanto o NES, Master System quanto Mega Drive e SNES explodiam com Sonic e Mario nas casas de muitas pessoas. Na aba de Sonic, Magical Cat Adventure te coloca na pele de um gatuno laranja perdido (inicialmente) numa floresta, fazendo uso de tiros especiais para sobreviver. Itens como diamantes lembram as argolas de Sonic, bem como a velocidade do feline ao se manter pressionado para frente. Fechando o pacote, molas espalhadas pelo cenário deixam o design das fases muito mais interessante. 23 - Ninja Spirit Ano: 1988 Produtora: Irem Se alguém me perguntasse sobre algum clone de Ninja Gaiden para arcades, certamente eu responderia Ninja Spirit. E não somente de Ninja Gaiden, pois Ninja Spirit puxa muita coisa de Shinobi também, como a morte instantânea caso toque em algum inimigo ou projétil. Sendo um ninja, um enorme aparato está a seu dispor, podendo ser escolhido a qualquer momento, sendo mostrado na parte inferior da tela. Cada item pode ser evoluído, mas, não pense que o jogo é fácil, a cada instante surgem dezenas de ninjas na tela jogando suas shirikens e kunais por todo canto. É um verdadeiro teste de reflexo, mas o jogo compensa. 22 - Bloody Wolf Ano: 1988 Produtora: Data East Bloody Wolf, que também saiu pra PC-Engine na época, é mais um game de guerra no melhor estilo Mercs de ser. Controle um soldado solitário que se infiltra na base inimiga e resolva tudo no tiro (e na granada, às vezes). Como um bom jogo de tiro, armas, bombas e até reféns estão a dispor do jogador, bem como a variedade de lugares e de scrolls diferentes, o que faz de Bloody Wolf um jogo bastante variado. A dificuldade é alta, mas dá pra jogar numa boa com uma certa paciência. 21 - Progear Ano: 2001 Produtora: Cave Mais um petardo da Cave, dessa vez honrando toda a glória dos bullet-hell, com um game similar à série 194X. À bordo de um avião, o jogador coleta tantos upgrades pelo caminho que os tiros do teco-teco ficam maiores do que ele mesmo... Enfim, espere por chuva de tiros vindos de todos os cantos, padrões em chefes, pontos e mais pontos pipocando na tela e muitas, mas muitas mortes... À não ser que você seja asiático, claro. 20 - Shadow Force Ano: 1993 Produtora: Technos A experiente produtora de um dos mais conhecidos beat'n ups lançou essa pequena pérola em 1993, mas que passou batido por muitas pessoas. Shadow Force é um belo beat'n up no melhor estilo samurai de ser, com direito a espadadas, estrelas ninjas e todo tipo de equipamento dos habilidosos seres das sombras. O game tem um particularidade que, no começo, pode irritar: seu personagem não vira na tela, ele não vira pra esquerda e direita, apenas anda pra trás e pra frente, virando-se apenas quando há um inimigo atrás. E esse é um ponto curioso, ao mesmo tempo que estranho: não faz a menor falta. Quando seu inimigo está atrás de você, seu boneco vira-se automaticamente, o que permite que o jogador se preocupe apenas em posicioná-lo e combear sem parar. Diferente e criativo, pra dizer o mínimo. 19 - Shadowland Ano: 1987 Produtora: Namco Eis um jogo curioso. Ambientado no que conhece-se como INFERNO no Japão (Jigoku), o pequeno protagonista enfrenta uma horda de inimigos bizarros, munido apenas de uma espécie de magia com a qual destrói os inimigos. Não existem power-ups (pelo menos não encontrei nenhum), apenas itens que valem dinheiro (pontos), com os quais formam-se vidas após uma certa quantia. O game é difícil pacas, mesmo que no início ele se mostre bastante simples. Existe uma versão para NES também, um pouco diferente, mas mantendo a dificuldade. 18 - Funky Jet Ano: 1992 Produtora: Mitchell Corp. Funky Jet serve bem ao propósito dos arcades: uma diversão rápida e sem compromisso. Controlando um boxeador munido de um jetpack (!), o objetivo é socar os inimigos em cada tela para poder avançar. Alguns power-ups podem piscar na tela, como velocidade, um soco mais rápido ou até mesmo um jetpack que deixa Funky malucão pelo cenário. É um jogo bacana, mas bem simples na sua concepção, servindo apenas como passatempo. 17 - Super Trio Ano: 1994 Produtora: Gameace Super Trio é um simpático jogo de plataforma disfarçado com shooter, pois seu personagem só faz isso o jogo inteiro. Apesar disso, plataformas por todos os cantos infestam as fases, que são baseadas num mundo visto por um ratinho. Falando em rato, a produtora buscou uma forte inspiração em Mickey e Super Mouse, pois o primeiro personagem do trio, Jake, é claramente uma cópia de um deles... ou dos dois juntos... 16 - Tang Tang Ano: 2000 Produtora: ESD Esqueçam o ridículo nome, Tang Tang é um dos melhores puzzles que joguei nos últimos tempos. Com uma mecânica simples, basta criar e destruir blocos até alcançar seu objetivo, que é coletar uma determinada quantidade de moedas azuis por fase. Cada inimigo tem uma particularidade diferente para ser destruído, o que obriga o jogador a planejar muito bem seu jogo antes de sair criando e destruindo blocos. 15 - Thunder Hoop Ano: 1992 Produtora: Gaelco Controlando um clone de Goku, sua missão é destruir alienígenas com seus poderes (que podem ser evoluídos) enquanto tenta permanecer vivo. O game é um daqueles que um dano significa morte certa, portanto, a dificuldade depende mais da sua habilidade do que outra coisa. Uma particularidade é que Thunder Hoop é meio lento, o que facilita na hora de planejar ataques ou avanços com cautela. Se torna viciante após algum tempo. 14 - Tiger Road Ano: 1987 Produtora: Capcom Tiger Road te coloca na pele de um monge equipado com um machado (inicialmente), com a missão de recuperar alguns pergaminhos roubados e resgatar sua pequena aprediz, raptada pelos inimigos. O game é interessante e possui controles sólidos, com uma certa exploração de cenários e diferentes armas para encontrar. Os inimigos são simples no começo, mas vão ficando cada vez mais difíceis com o avanço pelo jogo, nada anormal. O visual é bacana e o jogo consegue ser divertido. 13 - Toobin' Ano: 1988 Produtora: Atari Games A criatividade é o limite. Quando eu penso que já vi de tudo no mundo dos games, eis que topo com algo realmente inusitado. Toobin nada mais é que a famosa corrida de bóia no rio, uma divertida competição pra ver quem chega primeiro ou, no caso, coleta mais pontos pelo caminho também. À primeira vista, parece simples, mas não é. O diferencial é que o direcional inexiste nesse jogo, sendo que dois botões controlam as mãos do personagem (um botão pra cada mão), fazendo com que ele consiga virar durante a descida. Ao apertar os dois juntos, ele pega impulso e consegue ir mais rápido. Há ainda mais um botão para jogar latinhas no rival, que também desce o rio e te sacaneia quando pode. Apesar dos pesares, o game é muito divertido. 12 - Trojan Ano: 1986 Produtora: Capcom Trojan é mais um daqueles arcades de plataforma onde o personagem usa uma espada para dar fim nos inimigos. É divertido, difícil pra caramba (padrão Capcom), mas não oferece nada de diferente quanto aos demais, à não ser uma música chata que ecoa nos ouvidos mesmo depois de desligado o jogo. Parece uma versão de Tiger Road, mas com um punk armado com espada em uma cidade destruída sem o charme do primeiro. 11 - Wardner Ano: 1987 Produtora: Taito Confesso que fazer essa lista me tomou mais tempo do que o programado. E os culpados são os jogos tipo esse Wardner, quase impossíveis de serem largados. A Taito lançou essa pérola há longínquos 25 anos atrás e, hoje, em plenos 2012, o game ainda consegue cativar. No começo a estranheza fica por conta de NÃO CONSEGUIR CONTROLAR O PERSONAGEM APÓS UMA QUEDA, o que naturalmente resulta em mortes bestas. Mas, depois que se pega o jeitão, o game é delicioso, um belo jogo de plataforma. Wardner saiu ainda para Mega Drive e NES, mesmo que ambas as versões sejam meio desconhecidas. 10 - Tecmo Knight Ano: 1989 Produtora: Tecmo Imaginem um Golden Axe com um só personagem e com muito sangue e cabeças pulando... Pronto, temos Tecmo Knight! O beat'n up que leva o nome da produtora é competente, tem um sistema de magia diferente e, ao mesmo tempo, similar ao Golden Axe: quanto mais estrelas, mais forte será o poder, ou, no caso, a montaria. Sim, porque nesse jogo os poderes ficam por conta das montarias que o personagem usa, um mais bizarra que a outra. 9 - Willow Ano: 1989 Produtora: Capcom É de se espantar, com o capricho de algumas produtoras, que certos jogos foram feitos há décadas atrás. Willow é caprichado ao extremo em todos os aspectos: storyline, gráficos, músicas, efeitos sonoros e dificuldade. Sendo um autêntico jogo de plataforma, Willow ataca jogando rajadas de poder que saem de suas mãos, podendo, inclusive, ter o ataque carregado. Moedas pulam de inimigos, bem como baús em lugares de difícil acesso instigam o jogador a explorar muito bem o cenário. Lojas com um mago vendem desde armas novas até anéis e energia e os chefes são enormes e difíceis de bater. Um game pra se jogar com calma, explorando cada cantinho. 8 - The Crystal of Kings Ano: 2001 Produtora: Brezzasoft Não é de se estranhar que esse jogo jamais foi visto por essas bandas: teve uma produção limitada para uma placa até hoje raríssima, a Zealer Board. O jogo conta com gráficos caprichados, pré-renderizados e efeitos muito bonitos até pros padrões atuais. Sendo um beat'n up medieval, as comparações mais óbvias caem no colo de Golden Axe, apesar de serem de épocas diferentes. Os controles respondem bem e o jogo é bem divertido, onde bater e espancar orcs e monstros é seu mote principal. 7 - Desert Breaker Ano: 1992 Produtora: Sega Um belo shoot'em up, onde controlamos um soldado de três numa missão suicida, como de praxe. O game é bonito e tem vários efeitos bacanas, além de ser um estilo bom pra ser jogado com mais alguém ou, no caso, mais dois amigos. Gráficos caprichados, som legal e muitos, muitos tiros, não fica devendo em nada pra outros do gênero.... Talvez para Gundhara.... 6 - Downtown Ano: 1989 Produtora: Seta Certos jogos, com certos ajustes, ficariam muito melhor. Downtown é um caso desses. O game não é ruim, tem todo um climão de filme dos anos 80, a porrada come solta no meio da rua, mas falha miseravelmente na movimentação do personagem. Ao invés de usar as setas para mover livremente o personagem, a produtora inventou de colocar botões para rodar o protagonista, o que acabou destruindo toda a experiência do jogo. Dá pra se acostumar com o tempo, mas haja paciência pra isso. 5 - Dream World Ano: 2000 Produtora: SemiCom Não se enganem pelo visual infantil ou pelo nome mais infantil ainda. Dream World é um dos puzzles mais bacanas que tive o prazer de jogar. Ele mistura, com êxito, elementos de plataforma com a mecânica de Lode Runner como poucos. O resultado disso é um puzzle game de primeira, com muito desafio. Claro que as fases iniciais servem apenas para aprender os macetes, como pisar nos inimigos ou cavar buracos para enterrá-los, mas, após algumas etapas, o jogo começa a ficar interessante e não dá vontade mais de largar. 4 - Dyna Gear Ano: 1993 Produtora: Sammy Um rápido side scroller misturado com shooter e ambientado na era pré-histórica. Controlando o guerreiro ou o lobo, o objetivo é avançar destruindo tudo e coletando power-ups, armas e moedas, MUITAS moedas. Um jogo bem bacana, com gráficos legais e muito rápido. 3 - Escape From the Planet of the Robot Monsters Ano: 1989 Produtora: Atari Games O game se parece muito com Alien Shooter, talvez seja um ancestral do mesmo. A missão, como o título diz, é escapar do maldito planeta dos malditos robôs monstros, e pode ter certeza de que não será fácil. A movimentação do personagem e da tela deixa um pouco a desejar, mas o game é divertido. Talvez se jogado com mais uma pessoa ele se torne melhor ainda. O visual de desenho animado dá um tom único à ele. 2 - Evil Stone Ano: 1990 Produtora: Spacy Ind. Um game diferente dos outros, onde PULAR é fundamental tanto para sobreviver quanto para avançar no jogo. Em Evil Stone, o lance é pular de pedra em pedra e chutar os inimigos para longe, conseguindo assim avançar pelo jogo. Mas, como podem adivinhar, os inimigos também o fazem e de diversas formas, desde jogando rajadas em você ou então te empurrando para abismos. Curioso e muito divertido. 1 - Gunforce 2 Ano: 1991 Produtora: Irem Se Gunforce um dia inspirou Metal Slug, ninguém sabe responder, mas que ambos são MUITO parecidos, isso são. Tanto no estilo visual quanto sonoro, os games da SNK e Irem parecem ter vindo do mesmo produtor (talvez até seja, não chequei isso) de tão similares. Em ambos o protagonista morre com um tiro, salva pessoas (no caso de Gunforce, lindas moças) e tem tiros pra todo canto além de explosões que varrem a tela toda. Chefes gigantescos armados até os dentes também fazem parte do pacote, um jogo indispensável pra quem curte ação. E assim eu encerro essa pequena lista de jogos obscuros dos arcades. Pequena, pois o vasto mundo dos fliperamas guarda muito mais jogos, os quais daria pra fazer outra lista tranquilamente, mas acho que consegui extrair um bom conteúdo nessa. Espero que todos tenham gostado! Abraços! FONTE http://shugames.blog...rdidas-dos.html http://forum.outersp...7/#post-7487420 "
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