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  1. Bacon provoca quebra pau na internet e grupo derruba avaliação de bar Parece maluquice, mas em dias de redes sociais nada sociáveis tem guerra rolando em Campo Grande por causa do bacon. E o pior, tudo começou com um post no Dia do Amigo, na semana passada. No dia 20 de julho, o Trutis Bacon Bar publicou foto de uma vaca ao lado de um porco e a imagem de um hambúrguer na sequencia. Para finalizar, usou a frase “Best Frinds” e a gracinha: “Trutas: Os veganos que nos desculpem, mas bacon é fundamental”. Para o tiro de misericórdia contra quem abomina a morte de animais, a arte foi finalizada com a palavra “Forever”. Foi a gota d’água para a legião cada vez maior de pessoas que aboliram a carne da alimentação e não consomem qualquer produto que tenha origem animal. A reação foi organizar um movimento para reduzir ao máximo a avaliação do Trutis no Facebook. Em poucos dias, as 4,7 estrelas ostentadas pelo bar despencaram para 2,5. Mais de 600 pessoas entraram na página para atribuir 1 ao estabelecimento, a menor nota possível no sistema que tem como pontuação máxima o 5. Post que irritou os veganos no Dia do Amigo. Diante da crise, a administração do bar resolveu convocar uma reunião de emergência. Chamou os clientes para ajudarem a melhorar a avaliação e providenciou outro post, mas sem as desculpas esperadas pelos veganos. Pelo contrário, em tom bem áspero. “É lamentável que um grupo de pessoas, que julga achar correto apenas seu posicionamento, interagir de maneira mesquinha e cruel tal como fomos classificados por alguns veganos e vegetarianos! O posicionamento do Trutis Bacon Bar é simples, muuuuuito simples! Nosso Bar é feito para as pessoas que gostam de bacon e consomem produtos de origem animal. Nós não vamos até um restaurante vegetariano porque não somos vegetarianos”. O resultado foi mais quebra pau, com artilharia pesada dos dois lados e sugestões para aulinhas de marketing. “Aaaah, criticar os veganos e vegetarianos pode, mas ser criticado de volta não? Lei do retorno, bb!”, publicou vegetariana contrária a postura do bar. Outra pontuou: “O problema não é vocês gostarem de bacon e sim ofender quem não gosta. Quem começou tudo isso foi a página ao ofender os veganos gratuitamente, jamais estaríamos aqui se alguém não tivesse começado essa palhaçada . Respeitem cara, é só isso”. Mas esses são apenas os posts tranquilos nessa batalha virtual. “Usaram palavras como cretinos, babacas, idiotas, desejando que nossa família morra de câncer, filhos de uma puta e muitas outras palavras que não fazem parte de um protesto saudável. É assim que vocês pregam o amor a vida? Um estilo de vida deve ser exemplo e não discurso de ódio! Ameaças em in box, esse terrorismo digital enchendo a pagina de fotos de cadáveres humanos não nos assustam”, publicou o Trutis no Facebook. O empresário Loester Souza garante que antes mesmo da postagem do Dia do Amigo, muitas mensagens in box surgiam com ameaças “de extremistas”.“Há muito tempo a gente é alvo desses radicais que fazem ameaças sérias in box. Mas agora fizeram um movimento para derrubar a nossa avaliação. Isso é muito perigoso. O que nos revolta é o fato de gente que nunca pisou no bar avaliar com nota 1. Fomos investigar e descobrimos que a maioria das notas ruins eram de São Paulo, Santa Catarina, de fora aqui do Estado”, diz. Teve terrorismo forte, garante Loester. "Teve o absurdo de alguém dizer que se é pelo direito de comer o que se quer, que coloquem a filha na máquina de carne e depois comam", lembra. Mas nem todo mundo foi nesse caminho. Paula Dalazen entrou na discussão, mesmo morando hoje no Canadá. A vegana de 26 anos tem uma postura moderada nesta polêmica. “Os dois lados estão errados pra mim. Eu não sou ativista de forma alguma. Mas mexeu muito comigo a forma deles de pedir desculpa, como se não tivessem feito nada de errado", critica. Para ela, o problema maior foi potencializar o preconceito que já existe contra vegetarianos e veganos. “Eu sinto mais preconceito na internet do que na vida do dia a dia. Nós nos unimos sim pra comentar o post e tentar fazê-los entender que estavam errados em usar nosso nome como brincadeira. Eles deveriam ter pedido desculpa e parado por aí", avalia. E essa história parece que não vai acabar tão cedo. O bar resolveu criar o “Dia do Orgulho Bacon” e em 1º de agosto vai servir muita carne suína, mas sem esquecer os clientes veganos. “Vamos fazer metade de bacon de soja, algo que já servimos há muito tempo aqui. Respeitamos os vegetarianos e veganos, só não podemos aceitar radicalismos”, diz Loester. Pois é, sobrou intolerância até para o bacon... http://www.campograndenews.com.br/lado-b/comportamento-23-08-2011-08/bacon-provoca-quebra-pau-na-internet-e-grupo-derruba-avaliacao-de-bar ------------------------------------------------------------------------ Sério, aí passou do limite.
  2. Olha só que lindo o que os hipster 'pós modernistas' andam fazendo. Karatê Kid é um maldito filme opressor, ouvi dizer. Isso aí já é falta de surra.
  3. Como personagens femininas de jogos seriam com proporções reais? REPRODUÇÃO/BULIMIA.COM Imagina como Lara Croft (Tomb Raider) e Sonya Blade (Mortal Kombat) seriam se seus corpos não fossem tão sexualizados? Com essa questão em mente, o site Bulimia.com, dedicado a fornecer informações e opções tratamentos a mulheres que sofrem com anorexia, bulimia e outros tipos de distúrbios alimentares, fazendo uso das medidas médias da mulher norte-americana, redesenhou – ou fez, segundo ele, “photoshopagem reversa” – personagens femininos de games populares. Entre o “antes e depois”, as personagens ganham “cinturas maiores e braços e pernas mais grossas”. Em sua página, contrasta o hiper-realismo que a indústria de videogames atingiu com a forma que retratam mulheres. “Por que eles não conseguem representar o corpo feminino de forma mais precisa?”, ironizam e ainda afirmam que mulheres “plus-size” são raridades e que o comum são cinturas ultra-finas. Sam Deford, responsável pelo projeto, disse ao Polygon que designers perpetuam medidas irreais, irrealistas e distorcidas de corpos femininos e isso “ofende todas as mulheres”. Além disso, a perpetuação desses “ideais irreais” podem resultar em ideias obsessivas em mulheres sobre seus corpos e se questionarem sobre as razões de essas formas não se alinharem com seus próprios ideais. Por outro lado, pondera que alguns estúdios tem se esforçado para tirar tais personagens desse buraco da irrealidade, como é o caso de Lara Croft, que, segundo Deford, está “mais realista” nos seus títulos mais recentes. Para ela, mais realismo nesse sentido traria impactos “na percepção cultural e no respeito ao corpo feminino”. Deford diz ainda que muitos personagens masculinos também são retratados de forma completamente desproporcional e que, provavelmente, isso afeta homens também. “A diferença aqui é que a maioria das mulheres nos jogos são hiper-sexualizadas e objetificadas. O mesmo não é possível se dizer da maioria dos personagens masculinos nos jogos.” Personagens com medidas mais ‘reais’: REPRODUÇÃO/BULIMIA.COM REPRODUÇÃO/BULIMIA.COM REPRODUÇÃO/BULIMIA.COM REPRODUÇÃO/BULIMIA.COM REPRODUÇÃO/BULIMIA.COM REPRODUÇÃO/BULIMIA.COM REPRODUÇÃO/BULIMIA.COM Via Bulimia e Polygon. ------------------------------------------------------ Parmênides: "O ser é e não pode não ser e o não-ser não é e não pode ser de modo algum". Terei uma overdose de pipoca pelo jeito, tá foda.
  4. ------------------------------------------------------------- Só me resta comprar mais pipoca, amendoim e cerveja.