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  1. A capcom, foi pioneira nesse gênero de matança de zumbi massiva. Veio Dead Rising 1, 2 e foi anunciado o 3. Fique meio desapontado quando falaram que ele iria sair apenas para o Xone, sendo que não me animei com o novo console da MS, pensei " poderia sair para o PC, como o 2 " , e nem direito terminei de pensar, ele já saiu para o PC. Aí sim, agora era só esperar o lançamento e conferir. Lançamento meio frustrado, problemas com drivers (precisando fazer rollback para uma versão anterior,muito mais rápido que ATUALIZAR o jogo que quando saiu para o XONE baixava um patch de trocentos gigas), comecei a me aventurar pela cidade de LOS PERDIDOS, e ver o que a CAPCOM aprontou dessa vez. Dessa vez, temos um personagem novo como protagonista: Nick Ramos, que trabalha em uma oficina de tunning na cidade de Los Perdidos. A exemplo de Willamette e Fortune City, um novo surto de zumbis, devastou a cidade. Nick, tem 5 dias para sobreviver e tentar escapar da cidade antes que ela seja bombardeada com ogivas nucleares, mas, acabará se envolvendo em uma trama mais complexa do que ele imagina... Infelizmente, não dá pra falar mais, sem revelar a trama, a única coisa é que ele tem uma ligação muito forte com os outros jogos, portanto, se vc é fã, vai querer descobrir jogando. Ao iniciar um jogo novo, ele vai perguntar qual modo vc quer jogar. Cada modo, o jogo será conduzido de forma diferente. Você pode jogar como "colecionador" , em que o tempo passa mais devagar e ele foca na exploração e coletar itens, ou modos como o Nightmare, em que o tempo passa mais rápido, as noites são mais longas que os dias, de acordo com o estilo do jogador. Quem estava acostumado com os jogos anteriores, não terá dificuldades em Dead Rising 3. O jogo teve várias simplificações na sua jogabilidade, que deram mais dinâmica, porém, menos estratégico. Um dos pontos fortes do jogo, sempre foi a confecção do seu arsenal de armas, juntando outras, que nos jogos antigos, eram confeccionadas nas "workbenchs", agora , elas não são mais necessárias. Juntando a combinação necessária, na hora vc já produz o seu armamento, e pode sair destruindo zumbis em poucos segundos. Mas, (sempre existe um "más"), agora para confecionar as armas, vc precisa encontrar as instruções ou planos para as mesmas. Eu sabia que se pegar o taco de beisebol e pregos, eu faria uma arma, mas sem achar o plano para ela, não faz, o que, aumenta a exploração do cenário. Todos os colecionáveis, estão disponíveis no mapa, para consulta, é só ir atrás ou não. Durante o jogo, além do objetivo da estoria principal, missões extras irão aparecendo, em que vc precisa cumprir um objetivo, ganhando os preciosos PPs, armas e sobreviventes para ajudar na empreitada contra os mortos vivos. Existem ainda, missões rápidas, que um sobrevivente está cercado, e vc precisa ajudar ele a fugir, boa fonte de ganho rápido de PPs. E lógico, como marca registrada do jogo, as missões dos psicopatas. Essas missões, vc enfrenta um chefe, e geralmente aparece um a cada dia passado a estória principal. São chefes opcionais, mas que fornecem acesso para áreas trancadas, onde geralmente estão os colecionáveis, como planos e estatuetas do Frank West, protagonista do primeiro jogo. Os chefes, puramente exagerados e surreiais, parecem muito personagens criados pelo Garth Ennis, quando escrevia Preacher ou algumas fases do Justiceiro. Como falei, os preciosos "PPs", são os pontos de experiência necessários para subir de nível, ganhar novas resistências, habilidades e golpes. Nos jogos anteriores, era tudo automático, agora, vc pode escolher quais atributos melhorar, e quais tipos de armas confeccionar mais facilmente. As armas, continuam com uma criatividade incrível, muitas são reaproveitadas dos jogos anteriores, mas algumas extremamente exóticas e destrutivas. Como por exemplo se juntar uma cabeça de dragão e um guarda sol, vc faz o MECHA DRAGON. Esse plano é um plano azul simples. Existe o plano dourado, que seria um plano azul, como o MECHA DRAGON, juntando com bombinhas, ele se transforma no FLAME MECHA DRAGON, mais poderosa que a versão normal. Existe variação para armas de fogo, eletrônicos, explosivos, armas de corte, concussão... uma variedade bem divertida. Meu combo favorito, eram as armas com eletricidade, como juntar uma bateria e uma marreta, ou a bateria com o semáforo, muito boas para grande quantidades de zumbis. Uma coisa que mudou, foram as revistas. Nos jogos passados, era necessário equipar a revista no seu inventário, agora não ,vc acha, e ela é ativada via menu, de acordo com o seu estilo de jogo. Roupas, estilos de cabelo, barba estão presentes no jogo, outra marca registrada de DEAD RISING. É possível se vestir como um soldado de operações especiais, luchador, boxer, garota sexy... aquela zona sem limites, e tem até a roupa do MEGAMAN X. Aliás, o jogo tem várias referências a série Megaman, desde o primeiro jogo. Timidamente nos outros jogos, veículos apareciam. Agora no 3, devido a um mapa mais aberto, eles estão em variedade e quantidade. Excelente para limpar uma área cheia de zumbis, e para chegar mais rápido nos objetivos, para uma carnificina generalizada, eles podem ser combinados tb, apenas juntandos os veículos necessários, e é claro, ter achado o plano para eles. O meu preferido, era o Amored Truck , que tinha uma escopeta como arma principal e uma boa resistência contra os ataques dos zumbis. Foi uma adição bem divertida que deu uma variada no jogo. Esse foi um dos jogos que eu peguei diretão mesmo. Joguei ele de cabo a rabo uma vez, e não deu tempo de enfrentar todos os psicopatas, nem de fazer todas as missões dos sobreviventes, e no final, tive que correr para dar tempo de cumprir as missões normais e ir para o "overtime" , outra marca do jogo. Mesmo não fazendo tudo que o jogo pedia, nem sequer fiz os desafios de PPs, que consistem em matar quantidades de zumbis durante um tempo, cheguei no final "S". Sinceramente, fiquei um pouco desapontado, pois, mesmo jogando os outros jogos, na primeira jogada no modo normal, era meio difícil conseguir, e com certeza estava contando em ter que jogar novamente, mas, numa dessa, foi uma grande reclamação do jogo, sendo que agora, os jogos estão se tornando "descartáveis" e sendo simplificados para atrair mais jogadores. Mas em compensação, foi o mais divertido e dinâmico de todos, dei altas risadas e gostei da estória, com direito a reviravoltas, nada que desabone o quesito principal do jogo que é a diversão. Estou jogandos os DLCs, dele, ainda não terminei o primeiro, mas não muda muito do jogo principal. Obrigatório para quem jogou os outros, e uma boa pedida para quem quer matar zumbis, sem pensar muito. Gráficos - 7 : Competentes, detalhados. Coloquei o PATCH que libera ele para 60 frames, rodou constante o tempo todo. Existe um pequeno problema com a formação de imagens, como a CAPCOM falou, o jogo foi feito para rodar em 30 frames, então, por muitas vezes, não dava tempo para construir a imagem antes de olhar para ela. Como é um recurso "não oficial" nem cito como defeito, mas defeito de port. EM 30 frames roda bem, mas com aquela cara de videogame... Som - 7: Caprichada, musica incidental, porém, faltou música mais paulera nos chefes. De resto, bem sincronizado , padrão, passa com média 7. Jogabilidade - 9: Os controles não te deixam na mão, precisos e sem delay, usar o R Thumb para escapar dos zumbis, salva a pele várias vezes. Diversão - 8: Poderia ser mas difícil um pouco, o mapa decepciona por não ser tão grande assim, acredito que é até menor que dos outros jogos, mas o fato de retalhar zumbis infinitos depois de um dia duro de trabalho, relaxa como nunca . Repetitivo, mas, qual jogo não é? Existe modo COOP, via STEAM, que vc pode criar a pancadaria generalizada com outro player, inclusive usando veículos. Considerações finais: Pagar Full Price, só sendo muito fã. Espera abaixar um pouco que compra mais barato na STEAM, com os DLCs. O problema dos drivers, foram corrigidos (NVIDIA) e o jogo roda normal agora.
  2. Faz muito tempo que eu joguei pela primeira vez esse jogo, no PC, com os gráficos paias e controle ruim. Agora, no X360 eu peguei o jogo, e vi que o jogo não está com o gráfico tão paia, mas o controle continua ruim. Acredito que a ruindade dos controles se devam ao fato de que foi feito para aquele console da nintendo chamado gamecubo 64, que tinha apenas um analógico, porque naquela época eu acho, os nintendistas não tinham coordenação motora ou neurônios suficientes para mexer 2 alavancas analógicas ao mesmo tempo. Eu joguei no PC e gamecubo 64, e o estilo de jogabilidade só presta no controle do gamecubo 64, e a capcom (empresa que converteu o jogo) poderia pelo menos adaptar os controles para os novos consoles, ( no estilo do Resident Evil 5 pelo menos ), mas os caras são tão preguiçosos e vagabundos e gananciosos que apenas converteram direto. Quando vc, acostumado com os novos jogos pega pra jogar, tem que se reacostumar com os péssimos controles e jogabilidade de blidando do personagem. ( Eu como conhecedor tremendo de consoles nintendo, até esqueci que aquele botão amarelinho era um analógico e na hora de escrever, confundi com o controle do nintendo 64 hauahuahua é a idade) Bom, mas chega de reclamar do controle, vamos falar do jogo! Todo mundo ama resident evil. Mesmo o pior jogo, todo mundo vai jogar, mesmo que for para falar mal. Em Resident Evil 4, foi basicamente uma reformulado no gênero que passou para ação em terceira pessoa, ao invés do estilo clássico de cenário foto renderizado com um boneco 3D se mexendo como um retardado nele, com ângulos de câmera horríveis e jogabilidade esquisita. Pois bem, vamos falar da estória do jogo ( SPOILERS ) Lion Kenedy, é um agente da vigilância sanitária que vai investigar no paraguay um matadouro bovino que está sob suspeita de vender carne contaminada. Além disso, ele vai atrás da filha do presidente do frigorífico Friboi que foi tentar comprar a fazenda. Chegando lá, ele é atacado por agricultores que comeram a carne estragada. O motivo de tanta violência, são vermes e impedem os agricultores de cagar, e eles sem cagar, ficam extremamente nervosos, e querem a pele do Lion. Como não tem nenhuma farmácia perto, e o único jeito de tratar os vermes, é usando projéteis de 9mm, calibre 12, granadas e facada, conforme Lion aprendeu no curso de primeiros socorros quando fez a NR-10. O tratamento mais comum é dois tiros no joelho, depois um no peito, ao cair de bruços é meter tiro no cu dos agricultores até estourar a cabeça, e aparecer o verme, aí é na calibre 2 ou com uma bombinha de luz. Chama-se " supositório de chumbo" o tratamento. Durante esse longo caminho, Lion ao invés de ficar trabalhando, como um bom funcionário público, no meio do expediente vai pescar, fica só depredando patrimônio privado e embolsando os pertences do pessoal da fazenda ao invés de fazer o que interessa.Lion encontra um velho camarada dos tempos da escola, o Luizão. Eles ficam jogando truco na cabana, até que chega o dono da casa puto pra caralho com aquela jogatina, dizendo que ia na ouvidoria do governo reclamar daquilo, mas ele é morto por Lion, para que não desse merda pra ele depois na repartição. Continuando a onda de vadiagem Lion invade uma casa e é surpreendido pelo dono, que é um bom velhinho que trabalha de papai noel no final do ano, eles tem uma discussão, ele pra ia fita quando, Alda, uma garota de programa que Lion deu o calote, e que vai atrás dele para cobrar o dinheiro do programa, salva ele. Se ele tiver morto, não vai pagar o dinheira da compreta. Lion encontra a filha do presidente a Sheyla, que não passa de uma fedelha pentelha que não é capaz de descer uma porra de escada, não se defende e ainda por cima é a maior galinha, pq vai embora com qualquer vagabundo que a pegue. Cansado de tanta roubalheira e vagabundisse, Lion se arrepende e decide se converter na igreja. Chegando lá, Lion descobre que os padres lá tb estão com vermes. Lion não perde tempo e debulha os padres com uma crueldade tremenda, além de levar todos os objetos de valor do tempo. Lá ele mete tiro em mosquito e no Praga. O praga abandonou a fantasia de joaninha e agora se veste de pirata, dá pra ver que o coitado está acabado, coitado. Nesse meio tempo, Luizão estava se injetando com drogas, não pagou e foi trucidado pelo traficante Sandrão. Traumatizado, ele impede uma suruba que a Sheyla ia fazer com os padres, deixando ela muito puta da cara, e depois passa a quebrar lampadas e tacar fogo nas pessoas. Lion trucida o Praga, e Sheyla nesse meio tempo, fuge com um soldado, Lion vai no quartel atrás dela, que fica numa ilha. Lá ele também descobre que os soldados estão com vermes, pq comeram a carne estragada no churrasco do batalhão. Lion encontra um desafeto chamado Krésio, que ficou com uma cicatriz devido a uma dividida de bola numa pelada, e os dois brigam feio, mas Lion aplica um rodo em Krésio que vai pra fita. Lion tenta matar a Alda, dizendo que não ia pagar porra nenhuma, mas ela se livra dando uma navalhada na perna dele. Lion força a Sheyla a ir com ele, e antes de ir embora, vai atrás do cara que matou o Luizão, para vingar seu amigo. O traficante vai pra fita. Lion paga o programa que fez com Alda com uma seringa de drogas, e ela entrega a chave do Jet Ski do traficante Sandrão, ele e Sheyla fogem. Depois a ilha toda explode, devido a uma explosão na tubulação de gás, devido a falta de manutenção e desvio do dinheiro público. Lion fica no mar com a Sheyla, que quer fazer um programa, mas eles não chegam num acordo do preço, e o jogo termina. FIM O jogo teve alguma melhoria, mas ainda é muito parecido com a versão do GameCube. Na verdade, é a mesma bosta. Se você termina, pode jogar o new game +, com armas novas, ou com as mesmas que vc fechou o jogo, abre o modo profissional. Surgem Dois módulos de missão com a Alda, e o modo marceneiro, em que vc é capaz de construir móveis. E é isso!
  3. Já faz um belo tempo que eu não escrevia nada, mas hoje, acordei um pouco com vontade de escrever alguma coisa, e pq não, um rewiew do THE BUREAU, jogo que terminei domingão de noite. O primeiro "contato" com a série, veio com o jogo original de estratégia, no inicio dos anos 90, no PC e depois de alguns anos, joguei o XCOM ENFORCER, tiro em terceira pessoa totalmente voltado para a ação, baseado no universo de XCOM, apenas se passando em época diferente. Eis que depois de muito tempo, a Microprose que era dona da franquia foi comprada pela Hasbro, e resolveram ressuscitar a franquia, lançando um novo XCOM, nos moldes do jogo clássico original, estratégia por turnos e gerenciamento de recursos. Porém, antes mesmo desse remake sair, já se ouvia falar num jogo de tiro novo, feito com o motor da Unreal, com referências ao universo de XCOM, porém, se passando nos anos 60. Esse jogo passou por diversas mudanças: originalmente era para ser um fps, inclusive teve videos de demo, com ele dessa maneira. Depois, ouve uma mudança total no estilo de jogo: virou um TPS, com estratégia, estilo Brothers in Arms, e a estória teve mudanças também. O resultado final, saiu ano passado, 2013, com THE BUREAU:XCOM DECLASSIFIED. Pois bem, o jogo se passa em plena guerra fria. Para quem não sabe, guerra fria era uma "pseudo" guerra entre as duas maiores potências pós segunda guerra, Estados Unidos e União Soviética. Foi uma época em que houve um aumento da produção de armas nucleares, e a corrida armamentista, e havia sempre o temor de uma guerra nuclear que devastaria o mundo, tema que gerou muitos filmes e jogos, como o Wasteland e Fallout. O protagonista do jogo é um agente do FBI chamado William Carter, que está transportando uma maleta que deve ser entregue para o diretor Faulke, em mãos pessoalmente, na base militar de Groom Range. Carter é atacado por uma agente do exército, depois que ele se recusa a entregar a maleta, e a agente é dominada por uma substância viscosa escura, saindo dos seus olhos. Os dois travam uma luta corporal, Carter leva um tiro, porém, quando a maleta é aberta, uma estranha luz ilumina o recinto, incinerando a agente inimiga até que Carter perde a consciência. Ele acorda, com seus ferimentos fechados, e ainda tentando entender o que aconteceu um ataque alienígena começa. Carter sai em busca de respostas, e ao longo do caminho, ele encontra outros agentes que fogem para um bunker secreto, que servirá de QG contra as forças inimigas. O presidente e todos os outros altos postos do governo foram mortos, desaparecidos ou abduzidos, e o único membro vivo do governo é o diretor Faulke, que secretamente organizou o " BUREAU " recrutando vários agentes e estabelecendo uma base secreta de operações, a qual ele chamou de XCOM. " Sobreviva, adapte-se e vença ", esse é a ordem dos agentes da XCOM, contra uma invasão alienígena total nos Estados Unidos. Os invasores aliens recebem a designação de "outsiders" e dominaram a maioria da população norte americana com o mesmo líquido viscoso escuro, que transforma as pessoas em sonâmbulos, que agem de forma sempre repetitiva. Começou com uma simples gripe, e evolui para um estado de dominação total. Ao longo das missões, Carter começa a reunir informações sobre a invasão, recuperar tecnologias inimigas que são usadas contra os invasores e a descobrir o porque do ataque. Assim se desenrola a estória. O jogo não é focado apenas na ação em terceira pessoa, ele possui uma parte de RPG. Quando não se está em combate, você pode andar dentro da base, conversar com outras pessoas e realizar pequenas investigações, que abrem alguma missões secundárias, onde vc é capaz de recuperar tecnologias, armas e novos agentes. Sim, o foco de THE BUREAU é recuperar armas, tecnologias e treinar agentes. Existem 3 classes de agentes: Comando: Soldado especialista em combate armado, possuem resistência superior e maior poder de fogo. Utilizam classe de arma restrita a rifles de assalto. Engenheiro: Capaz de criar defesas como torres laser e misseis, além de plantar minas. Utilizam escopetas para combate a curta distância Reconhecimento: Carrega um rifle de atirador de elite, e são capazes de ficar invisíveis, criar despistes e chamar ataques de artilharia. Suporte: Carregam consigo armas leves como pistolas e submetralhadoras, e são capazes de criar barreiras de energia e estimulantes de combate para outros agentes. Seu personagem tem a classe de comandante, que tem habilidades de cura, levitar inimigos, lançar drones de combate ou médicos, lançar um "blob" ou silacoid aliado (blob é como chamam a substãncia escura e viscosa que infecta os humanos) e dominar a mente dos invasores, além de não ter nenhuma restrição de classe de armas. Ao realizar as missões, você ganha experiência, que elevam a sua barra de energia, e habilitam novas habilidades. Em alguns casos, você customiza sua habilidade de acordo com o seu estilo de jogo. Você tanto pode focar suas habilidades mais para ação, ou mais táticas, fazendo com que seus agentes entrem mais em combate. É sempre bom balancear, haverá muitas situações em que você terá que resolver a situação, sendo que a AI dos seus agentes comete alguns erros ridículos, ou simplesmente não faz direito aquilo que você comandou. A interface de comando, é muito simples e prática de usar. Ao ativar, o jogo entra em câmera lenta, e as ordens são dados através dos ícones das opções dos agentes. Os básicos entre eles são o atacar e o mover, as outras habilidades, variam com a classe. Os soldados são diferenciados pelas cores vermelho e azul, para que você não se confunda, tipo, mandar um engenheiro para uma posição para combate a distância, sendo que as habilidades de cada um tem uma distância máxima efetiva. O sistema de cobertura varia de meia cobertura para cobertura completa. A prática disso é que ele será menos atingido na cobertura completa que na meia, porém, existem habilidades passivas dos seus agentes que podem atribuir a ele, que mesmo em meia cobertura , ele passe a ter o bonus da completa, e assim por diante. O jogo é bem maleável, permite uma alta customização de habilidades e jogabilidade, sendo que a mesma missão pode ser cumprida com táticas diferentes. A única coisa é que muitas vezes, você passa mais tempo dando ordens em câmera lenta do que jogando, isso porque a AI inimiga é boa, os caras se movimentam toda hora, trocam de posição e tentam flanquear seus agentes. Eles se defendem, mas não aguentam muito tempo e quando estão sendo atacados, começam a reclamar de posição, que necessitam de ordens para mudar de posição e entram em desespero ao serem alvejados gritando para serem curados, é a forma que o jogo chama a sua atenção. Quando você ou seus comandados são atingidos seriamente, é necessário que sejam reanimados, para isso basta ir ou comandar outro agente, porém, impede que por determinado tempo, sejam usadas suas habilidades especiais. O jogo possui o mapa tático, em que vc escolhe qual missão quer participar. Existem as missões principais, que desenvolvem a estória do jogo, secundárias, que são para aumentar experiência e recuperar tecnologia, e missões que vc escolha agentes de acordo com o requerimento da missão e não participa, mas vc não pode recrutar o agentes que enviou nessa missão, se vc estiver fazendo outra. O arsenal de XCOM varia de armas terrestres e alienígenas. Nem preciso dizer que as armas alienígenas causam muito mais dano e são mais poderosas, armas laser e de plasma são as que conferem mais dano, as armas humanas tem mais munição em compensação. Eixstem as mochilas especiais, que reforçam suas habilidades, podem proteger vc de danos, aumentar danos contra alvos orgânicos, com armadura, aumentar distância de habilidades e etc, são recuperadas durante as fases, por esquemas de montagem encontrados nas missões. No meio das missões, vc encontra muitas vezes pontos de ressuprimento, onde vc pode trocar de armas ou selecionar novos agentes, isso dependendo da dificuldade selecionada, na mais dificil vc apenas pode trocar de armas ou nem isso ( joguei em uma antes da mais difícil, a veterano). Dentre os inimigos, para quem já conhece a série, não varia muito. Sectoids, ou Grays, são os soldados rasos, Outsiders são divividos em normais, elites, phantons, minions comanders, tech commanders ( que são equivalentes as classes dos seus soldados, variando o armamento como lança foguetes e rifles e atirador), drones, um walker inimigo chamado octopod, Mutons ( Aliens grandes que carregam armas pesadas e armaduras pesadas), naves de combate e silacoids. Além do poder de fogo superior, os inimigos vem sempre em maior quantidade. Sempre é recomendado eliminar os comandantes inimigos, pois eles tem habilidades especiais que garantem escudos, drones médicos, torres e são capazes de virar a mesa contra você. Muitas vezes, os invasores vem em ondas de ataque, e chegam em pods, que garantem ondas de ataque de imimigos, ( como os buracos de gears of war ) e podem ser destruídos, se vc não quiser ficar enfrentando as ondas de inimigos determinadas pelo jogo. O motor gráfico é uma das últimas revisões da Unreal 3, tem um aspecto mais caricato. Quem jogar no pc, poderá ter melhores texturas, framerate e habilitar Physix para particulas e para roupas ( não tem um resultado legal, dependendo da situação). Habilitando esses recursos, vc perde alguns frames dependendo do sistema, principalmente nos momentos mais complicados de combate. Os cenários variam de ambientes urbanos, florestas, cavernas a instalações alienígenas bem amplos, nada que não foi visto na vida. O jogo tem uma pelicula de filme, que garante um aspecto mais antigo, sendo que o jogo se passa nos anos 60, e pode ser ligado ou desligado, dependendo do gosto do freguês. A física funciona legal, quando vc mata um inimigo perto de um muro, ele cai encostado, sem passar por dentro do polígono. As expressões faciais do jogo foram muito bem feitas, porém, achei que foi muito pouco utilizado, pois as partes que mais utilizariam que seria nos momentos RPG, são muito poucas. Depois de um determinado tempo, os cenários não variam muito, muito menos os inimigos. Ele cai numa mesmisse, que é quebrada com as missões principais. A estória e personagens poderiam ser melhores trabalhados, o tema de guerra fria tem muita coisa legal, faltou envolver mais "globalmente", a limitação somente estados unidos, pareceu para mim um falta de imaginação ou preguiça de fazer algo maior e mais elaborado. As reviravoltas na estória ficaram esquisitas, e o final, varia de acordo com suas escolhas, o que aumenta um pouco o replay do jogo. Se vc gostou de jogar Brothers in Arms, o jogo oferece um desafio tático bom, porém, bem simples, uma ação legal e uma estória boa de ficção científica. Achei mais pontos positivos que negativos, é um jogo que vale a pena ser adquirido numa promoção. Existe um DLC dele, porém desinteressante, não vale a pena, pois são apenas mais algumas missões genéricas com um fiapo de estória, e não compensam o preço, e não agregam nada na estória principal. NOTA: 7.0
  4. Fiquei animado quando vi que um novo jogo da série iria ser lançado, pois, as outras versões, principalmente o 40th day, eu gostei muito. Abandonando a UNREAL ENGINE e partindo para a FROSTBITE 2, a franquia segue seu caminho com novos personagens e nova estória. Falando em estória, no inicio eu achava que se tratava de reboot da série, mas como sempre teve uma estória simples e bem contada, achei estranho haver um novo recomeço, só pelo fato de usar uma nova engine. Ele continua alguns anos depois dos acontecimentos do quadragésimo dia, em que a compania militar privada fundada por Eliot Salem e Tyson Rios a " TWO " ( Tẽdáblioou) assumiu contrato de um político local chamado Cordova, contra um cartel de drogas no México chamado de La Guadana, controlado por Esteban Bautista. Os protagonistas agora são dois recrutas da TWO conhecidos apenas como Alpha e Bravo, e em uma das suas primeiras missões junto com Salem e Rios, vão salvar reféns feitos pelo Cartel. As coisas não saem como planejado, a refém a ser resgatada esta morta, e num acesso de consciência, Rios decide resgatar Fiona, a refém que está viva mas não faz parte do contrato, Salem discorda de Rios e acaba deixando a equipe, e ao fugir, seu veículo é atingido por um RPG. Rios na tentativa de resgatar o amigo, perde a perna na explosão da pick up em chamas, Alpha e Bravo assumem que Salem está morto, resgatam Fiona e Rios e partem para " recontruir " a equipe. Cinco anos depois, a TWO assumiu contrato de proteção de Cordova e posição firme contra o Cartel. O comboio da TWO é emboscado, Cordova é capturado, Aplha e Bravo partem em missão para resgatar Cordova. A terceira versão do jogo, apresenta uma nova engine e uma narrativa mais séria. A Frostbite 2 se mostra muito competente quando se trata de destruição em massa de cenários, melhor física e principalmente desmembramentos, coisa que faltavam nos jogos anteriores. Para que o jogo não fique com cara de nintendo 64, é necessário que vc instale um pacote de texturas no HD, requisitando 1.3 gigas a mais de espaço, vale a pena. O jogo flui bem em 30 frames, alguns aspectos peculiares como o carregamento de texturas in-game, típícos da engine ( já acontecia isso em BF3) estão presentes. Os cenários são bem detalhados, boas texturas e quase tudo é destrutível, é possivel arrebentar tudo em poucos segundo de tiroteio, ainda mais se tiver explosivos envolvidos. O som é bem decente, porém, poderia ser melhor trabalhado para sistema 5.1, não há divisão posicional, ficou meio nas coxas mesmo essa parte. O gameplay mudou bastante, agora as cosias são mais sérias. Nada de "camaradagens" durante o jogo, jogar pedra, papel ou tesoura ou cumprimentar amistosamente o companheiro. O sistema de energia é regenerativo, e quando vc é "atingido", seu companheiro precisa te reviver. Ficou mais simples, não precisa mais carregar um pouco seu companheiro até um local seguro e reviver ele, ele mesmo pode ir rastejando e atirando com a side arm até um local seguro para que vc possa revivê-lo. Muito mais tranquilo e pratico que nos jogos anteriores. Agora temos um sistema de cover roça muro, permitindo ir de proteção em proteção automaticamente como em jogos como Kill Switch e Gears of War. Blind fire, blind grenade... a mesma coisa. Só tem que ter cuidado pois quando vc vai mudar de proteção, vc vai onde o indicador estiver, se mudar no meio do comando, é bem capaz que vá no lugar errado e vc se dê mal. Se esconder atrás de carros as vezes não é uma boa idéia, pq agora eles explodem, e depois pegam fogo, então muitas vezes a troca dinâmica precisa ser " masterizada " para que vc não viva sendo reanimado pelo seu colega o tempo todo por explosões de veículos. Foram removidas as opções de back to back, co-op snipe e a coisa nova agora foi a implementação do sistema de " OVERKILL " que é ativado eliminando os inimigos, em que vc fica por um período invencível, não gasta munição e o seu tiro sai mais poderoso. Agora quando vc aciona o sistema da sua máscara, ela indica no mapa a melhor posição tática para vc e seu companheiro no campo de batalha, tipo, ajuda para noobs que não tem experiência. Ao final de cada segmento de fase entra sistema de ranking da sua performance a cada fase, de acordo com suas façanhas de carnificina, elas rendem grana para implementar seu arsenal. Sim, o arsenal. Em Army of Two, "tunar" as armas sempre foi um dos pontos altos. O sistema de Tunning ficou mais real, sendo que não há mais a possibilidade como no segundo jogo de colocar uma coronha de AK-47 num M4 com mira da SDV, frankesteins de armas nunca mais! A configuração além de simplificada, permite que vc configure sua arma de acordo com o seu perfil de combate. Cada missão combina mais com um tipo de armamento, que foi dividido em: Assault : Fuzis de Assalto, configuráveis para CQB ou Longa distãncia. Shotguns: Escopetas pump e semi automáticas para curtas e médias distâncias Smg: Submetralhadoras para curta distância e alta cadencia de dispartos Machine Guns: Metralhadoras pesadas para suporte e alta cadência de disparos, podem ser configuradas para média e longa distância Sniper Rifles: Rilfes para alvos a distância Pistols: Pistolas e revolvers, curta distãncia, alta e baixa potência. Vc pode usar 3 armas, primária, secundária e side arm (sempre pistolas). É legal balancear o seu arsenal, para que seu soldado possa encarar todas as situações, usar itens para ajudar no tempo de recarga, melhora precisão e etc, pessoal para cada jogador. O número de armas para escolher também é bem menor que em 40th day, são mais caras e serão várias horas para comprar todas , se é que vc gosta de colecionar e experimentar loadouts diferentes. Uma coisa que achei que deveria ter e que tinha em 40Th day foi a possibilidade de desativar e ativar a mira de média distância ( estilo ACOG ) com a arma equipada, sendo que vc podia usar a mesma arma para ter uma visão periférica maior, e quando necessário, utilizar para média distãncia. Cada arma possui um caracteristica única, assim como a possibilidade de acessórios variáveis. Cada acessório melhora uma caracterisitica e piora outra, é possível com a mesma arma montar um perfil que permite mais mobilidade, poder de fogo porém menor precisão e outro com maior precisão, menor mobilidade com uma maior potência de tiro. Varia de acordo com o perfil do soldado. Minha config favorita " utilitário " padrão, são a SCAR com carregador de 70 tiros equipada com lança granadas, mira reflexiva, corona de assalto, muzzle de assaulto, cano mais longo de precisão com laser na lateral do cano, além de um rilfe sniper swat equipado com mira de pistola a M1911. Assim tenho cadência de tiro alta, CQB, granadas para longa distância precisão a média distância, além de precisão e uma side arma confiável. Estão presentes também novas roupas táticas para equipar seu boneco, e tem apenas apelo estético, não garantem propriedades especiais. Existem máscaras prontas para comprar, e vc pode usar o editor e criar a sua em particular , usando o editor. Eu fiz umas 3 e é bem simples e legal de usar e você pode conseguir resultados bem legais na customização do seu boneco. Uma das coisas mais legais no jogo, são os inimigos. No inicio, vc enfrenta o maloqueiro mexicano padrão: boné aba reta, lenço na cabeça, sem camisa, tênis, tatuado, calça de cós " to todo cagado " e ao decorrer do jogo, as coisas vão ficando mais sérias e começam a aparecer paramilitares com coletes táticos, mais espertos e fortes, além dos brutes, carregando metralhadoras ou escopetas que são mortos apenas com tiros na cabeça. Uma das coisas mais legais é o sistema de combate corpo a corpo, a animação muda de acordo com a posição que vc pega o inimigo, passando a faca em várias posições e maneiras possíveis. Quando vem os aba-reta do facão, vc entra em combate com o mesmo e precisa esmagar o botão pra vencer ele na força, e rachar a cabeça ( e o boné aba reta junto ) com a arma dele. O jogo ainda apresenta algumas fases on-rails, como assumir posição de atirado no helicóptero, defender caminhão, ir com o technical atrolpelando e fuzilando os manos, além de poder escolher o caminho em algumas partes, dando um pouco mais de variedade e aumentando o fator replay do jogo. Em resumo, é um bom produto, nada glorioso, a parte multi dele deve ser divertida pelo cenário altamente destrutivel e pelos desmembramentos, achei a parte single muito boa, estória simples e manjada, previsivel, mas pelo menos apresenta mais coesão do que no novo Gears of War. É um bom entretenimento para um final de semana sem nada para fazer, simplesmente coloque o jogo no aparelho e se divirta metendo bala em mano carçudo com boné aba reta. Notas Gráficos: 8.0 - Defeitos de carregamento de textura , bugs de clipping. Som 6.0 - Podiam ter caprichado mais nos canais de divisão do som. Gameplay: 9.0 - Controles precisos, comandos ágeis e um bom sistema de combate, além de fator replay em algumas fases Diversão: 8.0- Rachar mano de aba reta é do caralho! nota final : 7,75 - Bom!
  5. A Capcom-JP deu uma "copiada" do antigão ALONE IN THE DARK e fez um jogo de zumbi italiano que se passa numa cidade americana, e assim nasceu uma das mais famosas franquias deles: RESIDENT EVIL. Começou nos 32 bits (teve ate versão do N64) e até hoje está aí, firme com a sexta versão (fora os spin-offs). O jogo aos poucos do estilo "alone in the dark" foi mudando para estilo terceira pessoa com elementos próprios. RE 4 chocou muitos fãs xiitas que suplicavam pelo estilo antigo. Mas a Capcom não se deixou abalar pelas reclamaçoes e adotou o estilo no quinto jogo, com sensíveis melhorias até que no sexto, resolveram fazer um jogo mais voltado para ação, com mudanças como poder mirar e andar ao mesmo tempo, e poder rolar, atirar deitado ao melhor estilo Max Payne. Como os vírus presentes no jogo, o próprio RE 6 mutou para uma forma mais descompromissada, com inimigos a rodo, muita porrada, explosão, suplex e voadeiras. É quase um filme dirigido pelo John Woo com zumbis. A umbrella já era. Mas agora vejam só, exite a Neo-Umbrella, que quer foder com tudo, espalhar a ziquizira total no globo terrestre.E acreditem Ada Wong está envolvida!! Famosa mercenária, estilo anti-heropina, meio q rola um sentimento com o Leon. Seu envolvimento é um mistério. O jogo foi separado em 3 campanhas e para isso, 6 heróis ( 3 duplas fixas) tentarão impedir o fim do mundo. 3 conhecidos e 3 novos, cito-os: Campanha do Leon Leon Kennedy: Ex-policial, esteve envolvido no incidente de Racoon City no seu primeiro dia de trabalho. Sumiu por um tempo e depois apareceu como agente do governo e com um cabelinho emo, e foi meter porrada e tiro nos agricultores na Espanha para salvar a filha do presidente, além de matar umas lombrigas gigantes. Agora está no 6, ainda como agente e ainda com o cabelo emo, acusado de estar envolvido com um ataque biológico que matou o presidente dos EUA. Helena Harper: Agente dos EUA, ajuda Leon a desvendar o mistério dos ataques terroristas, porém, suas ações são misteriosas e ela carrega uma culpa que fica evidente a frente da campanha (sem spoilers). Campanha do Chris Chris Redfiled: veterano agente da BSAA, agora como capitão, participou das tretas em Racoon City, depois voltou em Code Veronica, e dexavou africanos no quinto jogo, além de matar permanentemente o Alber Wesker, vilão da série. Como capitão da BSAA, ele luta contra o bioterrorismo, mas traumatizados por acontecimentos recentes e acompanhados por uma amnésia, se afastou do comando. Piers Nivens: jovem oficial da BSAA, é o responsável por Chris voltar ao comando. Dedicado e leal ao seu capitão, ele trabalha de forma a questionar as atitudes de comando do seu capitão, contrabalanceando as atitudes imprudentes do seu capitão. Excelente atirador e motorista. Campanha do Jake Jake Muller: Mercenário e filho de Albert Wesker, carrega no sangue a esperança de toda a humanidade. O cara é bom na porrada e odeia facas. Seu passado como mercenário é contado aos poucos durante a sua campanha. Sherry Birkin: Depois de ser salva por Claire e Leon de Racoon City, ela ficou como cobaia de testes do governo americano, pois ela é filha do criado do vírus G. Espetada de todas as formas, agora ela trabalha como agente do governo em troca de sua liberdade, e é responsável por escoltar Jake de volta aos EUA. As duplas são fixas, e é possível escolher os 2 para jogar, o que torna o fator replay bacana, pois em algumas partes da campanha, os personagens vão sozinhos, e o seu estilo de combate muda. Falando em combate, RE6 nos presenteia com um novo sistema de habilidade. Esse novo sistema pode ser equipado com 3 cada uma, e as habilidades podem ser adquiridas conforme os pontos que vc pega durante o jogo, matando inimigos ou achando em caixas. Temos várias opções, desde aumento de proteção contra dando, maior dano com armas de jogo, maior dano corpo a corpo, mais munição de arma XXX e assim por diante. As habilidades que posuem upgrade vão até 3 níveis, e algumas são somente liberadas atigindo objetivos específicos ou finalizando as 3 campanhas. O sistema de combate mudou totalmente. Agora vc pode andar e atirar mirando, usar covers, se jogar no chão, rolar e atirar deitado. Você não é mais um tanque de guerra, agora vc é mais ágil, porém rende um pouco de trabalho até se acostumar com o novo estilo, depois lá pelo final da segunda campanha vc vai estar mais ninja nos controles. Se vc começar com o LEON, vc vai enfrentar mais zumbis e monstros, mais no estilo antigo. Não tem muita gente atirando em vc portanto, vai desviar mais de ataques físicos. Com o Chris, o lance é mais TPS, quase um Call of Duty no inicio, depois ele se torna mais padrão RE, mas é tiroteio o tempo todo. Como Jake é uma mistura dos dois estilo, só que mais parecido com o 5. Os caras fizeram uma mistura de estilo, e se você jogou as outras campanhas, vai se sentir mais a vontade. Uma coisa bacana é que os personagens se encontram e a estória é interligada, fazendo uma boa narrativa, isso ficou BEM legal mesmo, palmas para a CAPCOM. É bom antes de começar a jogar, ajustar os controles, como quando entrar no modo de mira, configurar para o sentido de visão para a arma ou camera. Eu prefiro da arma, pois eu acho mais prático, além como inverter os controles do eixo Y para mira. Leva um tempo para se acostuma, e entrar no modo cobertura exige que vc aperte o gatilho esquerdo + botão a, e como analógico, se posicionar para atirar. Se soltar o gatilho, ele sai da cobertura e levanta sozinho. Vai ser um saco isso quando enfrentar helicópteros com isso. É meio confuso, e faltou otimizar essa parte, você até se acostumar, demora pois não é muito intuitivo. Não temos mais o arsenal e não tem mais variedade nem upgrades de armas, simplificaram e isso eu não gostei muito não. Eu gostava de colecionar as armas, dar upgrade. Senti falta e achei ruim. Nesse quesito o quinto jogo era melhor. Os inimigos são vários, dos zumbis variados e mais podres do que nunca, a aos Javos (mercenário infectados com o novo C-virus) que ao perder membros mutam das mais variadas formas, como o braço do wesker, pernas de grilo, viram corvo e etc, além da parte mais criativa quando os Javos se fecham num casulo e mutam para novos monstros bem bolados, essa parte é boa mesmo, em design de criaturas nojentas e asquerosas, os japas apavoram. Os bichos que se regeneram parecem uma lombrigas e a animação deles é muito legal, tipo, coisa que mulher ,nintendistas e caras que gostam de reclamar o tempo todo ( ) vão sentir nojo de ver, e vão ter pesadelos a noite. Uma merda: o jogo NÃO TEM PAUSE. Se vc estiver no auge da bataha e tocar o telefone, se fodeu. Vai morrer, se tiver que atender a porta vai morrer. Apertando o botão back, seu personagem acessas os menus e fica mexendo no celular, mas se tiver inimigos em volta e seu amigo não estiver para te proteger, vai se fuder. Eu achei isso uma bosta. Mas fazer o que. Os gráficos são uma coisa MUITO boa mesmo. Incrível que no final da vida do X360, os gráficos estão melhorando e a velocidade a mesma, melhorias de engine e efeitos, e a CAPCOM caprichou nos post-processing. Fumaça e explosões são bem caprichadas e o efeito depth of view é meio maloqueiro, é um blur aplicado no cenároem volta, mas até engana bem ehehehe. Os personagens são bem feitos, os montros detalhados e o cenário é durando kid, nada se mexe e vc pode explodir uma granada nas mesas que elas não se mexem, mas, querer mais seria torrar a GPU e CPU do X360. Vi quedas de frames mais acentudadas quando joguei com o Leon, devido ao fog na parte do cemitério e muitos zumbis ao mesmo tempo. O som ta bom, usa o 5.1 bem joinha, a muúsica é clássica de terror zumbístico, inicidental. Tirando todo o ódio, eu no inicio até achei o 5 melhor, mas depois deu uma chance ao jogo, e ele realmente tem o seu "q". Não chega a ser um Dead Space no quesito susto, e não chega a ser um Max Payne na ação, mas tenta ser um "novo estilo" para RE. Será que no próximo, teremos uma corrida de volta ao estilo antigo, ou a jogabilidde nova permanecerá? Isso só as vendas dirão! Nota 8,5 - Arrumei a nota, na pressa digitei errado
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