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GrayFox(RJ)

Moacyr fodendo com a galera aqui

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Uma grande polêmica a respeito do mercado de jogos digitais no Brasil foi levantada depois que o presidente da Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games (
Acigames
), Moacyr Alves Junior fez uma declaração durante uma entrevista em um programa na internet. Durante essa entrevista, Moacyr deixou a entender que tinha a intenção de criar um novo tipo de imposto sobre a venda de jogos vendidos digitalmente em serviços como o
,
o maior do mundo no segmento.

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Moacyr Alves Jr. (Foto: Divulgação)

Em poucas horas, tal afirmação ganhou grandes proporções na internet afora, onde os internautas indignados responderam com ofensas, piadas e mais perguntas. Para tentar responder as principais perguntas que circulam a internet acerca deste caso, o
TechTudo
conversou com Moacyr Alves em uma entrevista exclusiva, onde foram abordadas as principais questões referentes a um possível “imposto no
Steam
”. Confiram a entrevista a seguir:

TechTudo
: A taxa de importação e os impostos são medidas protecionistas que atrapalham o consumidor e o desenvolvedor. E a falta de imposto no comércio digital era algo que as pessoas pensavam que você fosse favorável, pois é uma alternativa pro consumidor que se vê lesado pela alfândega brasileira. Mesmo havendo o IOF de 6,38% sobre as compras internacionais com cartão de crédito, qual sua opinião a respeito da “falta” de um imposto nos jogos digitais?

Moacyr Alves
: O imposto por não ser regulamentado, ou seja, não existir, é uma coisa que acontece no mundo inteiro, é uma ação globalizada. Mas eu gostaria que essa mudança acontecesse de uma forma mais tranquila, com uma regulamentação bacana, e não da forma que está acontecendo. Porque senão acontece o seguinte: Um político maluco aparecerá e vai começar a taxar tudo loucamente.

O
Steam
é um serviço muito bom em todo o mundo, e ele se aproveita do fato de não haver regulamentação. Mas existe um grande fato: Se ele está assim hoje e está popular, fazendo bem para os gamers, que ele continue assim. Mas em algum momento, alguém vai querer mexer nisso. Para combatermos isso de forma eficiente, precisaremos de duas coisas: preço e serviço. Precisamos fortalecer serviços nacionais como a Nuuvem, por exemplo, que atua corretamente no país, pagando todos os tributos.

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Loja digital Steam da Valve deve chegar para Linux em breve (Foto: Reprodução / Rafael Monteiro)

TechTudo
: Como você imaginou que aconteceria essa tal “mudança tranquila”? Imaginou uma boa aceitação do povo?

Moacyr Alves
: As pessoas estão em uma zona de conforto. Elas podem comprar produtos digitais sem se importar muito com um filtro de classificação indicativa, por exemplo. Acho que a transição pacífica aconteceria com um debate entre o governo, a população e empresas do setor. Um debate aberto sobre “como mudar a distribuição digital”. O que eu não imaginava, foi que minha declaração ganhasse proporções da maneira que ganhou. O que era um “patinho”, virou um “Godzilla”.

As pessoas estão falando que eu, Moacyr, vou taxar os jogos do
Steam
, e não é nada disso. Eu sou contra os impostos, e sou a favor de uma regulamentação porque não existe regulamentação por aqui. O que eu quero de verdade, é um cenário favorável para todo mundo. O
Steam
já possui suporte para nosso idioma, e eu não tinha conhecimento disso (na época da entrevista no
YouTube
), e peço desculpas pela maneira que foi interpretada a questão, pois eu não me expressei bem.

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Steam (Foto: Divulgação)

TechTudo
: Em uma entrevista para a revista
Arkade
(ed. 33, pág. 18 e 19), ao ser questionado sobre os sistemas de distribuição digital no geral (
Steam
,
PSN, Live
e outros) e o que poderia ser feito para regularizar a situação dos impostos, você afirmou que a Acigames “já está se articulando para acabar com essa farra”. Poderia nos dizer que tipo de “farra” você se referiu?

Moacyr Alves
: Na verdade, a “farra” que eu quis dizer, foi a farra de não ter absolutamente nada regulamentado na venda dos jogos digitais. Então fica complicado, pois para chegarmos a um bem comum as coisas precisam ter algumas regras básicas. Regulamentar também não significa aumentar preço, e isso as pessoas parecem não estar entendendo.

Este é um tipo de modelo de negócio que já existe no país e já existe empresa nacional promovendo. Então temos que dar oportunidade tanto para quem vem de fora quanto para quem atua dentro do país, mas com regras claras. Não é questão de jogar taxas, mas sim de estabelecer regras, pois quem tem a ganhar com isso será o consumidor.

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Moacyr Alves Jr. (Foto: Divulgação)

TechTudo
: Você concorda que da forma que você se expressou nas entrevistas para outros sites, a impressão que foi passada foi a de mera “vingança” pela
Valve
não ter te atendido formalmente? O uso do “jeitinho brasileiro” para conseguir falar com a
Valve
, e as declarações feitas anteriormente em outras entrevistas não passaram um sentimento de retaliação para o público?

Moacyr Alves
: Na verdade foi uma falha mesmo. Talvez na intenção de valorizar o Brasil, dizendo que nós não somos qualquer um que os estrangeiros podem chegar e pisar, realmente acabei sendo interpretado da maneira errada, pois isso acabou mexendo com pessoas que compram jogos digitais.

TechTudo
: Clientes antigos do
Steam
se sentiram muito ofendidos com suas afirmações, pois você falou claramente em uma entrevista que “comprar jogos no
Steam
era algo completamente ilegal”. Isso contradiz com o fato de que muitas pessoas que no passado compravam jogos piratas acabaram parando de investir no mercado cinza justamente porque viram mais conveniência no serviço digital, comprando a licença original do jogo em serviços como o
Steam
. O que você tem a dizer sobre isso?

Moacyr Alves
: Seguinte, nem a
Acigames
, nem o Moacyr tem poderes políticos para dizer “temos que taxar” ou “não temos que taxar”. Nosso objetivo é gerar uma regulamentação. A empresa estrangeira quer vender no Brasil, existem outras empresas que fazem o mesmo negócio que ela e o processo precisa ser equivalente.

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Steam (Foto - Divulgação)

Agora se no processo for necessário novos impostos ou taxas, já será algo da nossa cultura, pois somos um país que desde quando nos entendemos por gente, somos taxados em tudo. E o objetivo da Acigames é diferente disso, ela foi criada com outro objetivo, o de lutar pela causa gamer e não tirar dinheiro de ninguém, ou elevar alguém a algum cargo político.

Outra coisa que gostaria de deixar bem claro, é que muito do que foi dito na internet foi distorcido. Tá claro que eu falei de uma maneira que não ficou bem específica e isso prejudicou – e muito – nossa imagem, mas eu te digo com clareza: Em momento algum eu pensei em aumentar preços e incluir taxas, pelo contrário.

O problema é que existem sites e blogs que incentivam o leitor a ver o vídeo a partir de determinado momento, e isso acaba dando uma visão pejorativa. O vídeo em sí (a entrevista do
Checkpoint
no
YouTube
) já ia dar uma imagem dessas, mas o que aconteceu foi que as pessoas exageraram na interpretação. Em momento algum da entrevista eu falei “vamos taxar o
Steam
”. Vi o vídeo várias vezes e não falei nada disso.

saiba mais

TechTudo
: Existem algumas pessoas na internet que questionam o seu cargo titular de Conselheiro titular no segmento de Jogos Eletrônicos e Conteúdos Digitais no Ministério da Cultura, alegando que você não foi eleito a nada, provavelmente recebe um salário exorbitante e sequer passou por um concurso público para isso. O que é verdade e o que é mito nessa história?

Moacyr Alves
: Esse cargo do governo ele não é remunerado, e a
Acigames
também não recebe nada. Eu como presidente da associação não recebo absolutamente nada. Eu não estou ficando milionário e não estou fazendo lobby para empresas ou para a associação.

TechTudo
: Existem pessoas que pensam que seu cargo no governo poderá beneficiar indiretamente a
Acigames
em outras coisas. Até que ponto isso é verdade?

Moacyr Alves
: Como eu já disse, meu cargo de Conselheiro não me rende um centavo sequer, nenhuma ajuda de custo nem para mim e nem para a Acigames. Para quem não sabe como eu me sustento na vida, eu trabalho administrando estacionamentos e com contabilidade, coisas que não tem nada a ver com o governo. Eu também não tenho nenhuma loja de games, distribuição e nada disso. Eu faço isso apenas porque amo e nada mais. Se o preço dos jogos cair, eu também vou me beneficiar com os jogos mais baratos.

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Acigames (Foto: Divulgação)

TechTudo
: Certa vez no
Facebook
, um internauta fez a seguinte pergunta: “Pra que melhorar o mercado interno, se o povo continua comprando jogo a R$ 200? E jogo velho, vendido lá fora a US$ 10, US$ 15 e por aqui vendido a R$ 70 e R$ 80 e ainda achando barato?” A sua resposta foi a seguinte: “Então você terá que passar para o
PC
, que também não vai durar muito.” Isso pareceu bem ameaçador, o que você pode nos dizer sobre isso?

Moacyr Alves
: Eu tenho informações de que o governo está ainda mais em cima dessa importação ilegal, e ela é considerada ilegal. Isso porque a lei diz que quando compramos um produto no exterior por menos de US$ 50, ele não é taxado pois é considerado um gift (presente). Então tem muita gente que recebe “muito presente” todo mês. Mas isso é algo que eu não tenho poder algum.

Contudo, os Correios já foram ordenados a ficar mais atentos com essa verificação, mas são tantos produtos que não tem como ter um controle completo sobre isso. Isso é uma tendência e vai piorar, não depende do Moacyr que falou “vamos barrar produtos online”. A verdade é que as pessoas transformaram um “pato” em um “Godzilla”, a informação saiu de uma forma e virou outra coisa totalmente errada, e isso é muito triste.

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Censo Gamer Brasil (Foto: Divulgação)

TechTudo
: O Censo
Gamer
teve alguma influência nessa iniciativa? Os dados coletados serviram (ou servirão) como argumento para algum tipo de iniciativa para regulamentação de jogos vendidos digitalmente?

Moacyr Alves
: O
Censo
vai acabar no próximo dia 30, e seu intuito é apenas representar numericamente o tamanho do mercado de games no Brasil, e mostrar que o mercado é grande e precisa de políticas claras e incentivos por parte do governo, e não de mais taxas.

A realidade é que não existe um mapeamento do Brasil no mercado de games. Temos dados de todos os outros países do mundo, menos do Brasil. E nós conseguimos tantas respostas com o Censo que isso realmente vai mapear todas as regiões do país e não apenas o Sul e o Sudeste brasileiro. Nenhum dos dados serão divulgados para o governo, apenas para empresas privadas que querem se estabelecer no Brasil. Nossa intenção não é e nunca foi prejudicar o mercado.

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À esq: Yasuhiro Fukushima, presidente da Square Enix e Moacyr Alves Jr. (Foto: Arquivo pessoal)

TechTudo
: Você não acha que ao invés e ficar criando imposto e encarecendo o produto para o consumidor a fim de proteger a indústria, não seria melhor ter um investimento em nossa indústria para fazermos produtos e serviços bons o bastante, que não nos façam procurar os produtos de fora?

Moacyr Alves
: É exatamente isso que buscamos. O objetivo é criar um terreno fértil para o mercado de games aqui no Brasil, tanto distribuição física quanto digital. O presidente da Square Enix falou alto e claro para mim e para o Bruno Ferreira Maceio (Coordenador de Audiovisual do Ministério da Cultura): “O único empecilho que temos no Brasil é a alta taxação. Os tributos brasileiros acabam com a esperança de qualquer empresa estrangeira que quer vir para cá.”

Carta aberta à imprensa

A
Acigames
publicou uma carta em resposta aos fatos polêmicos que envolveram a distribuição digital de jogos e possíveis tributos e regulamentações. Leiam a carta na íntegra a seguir:

SÃO PAULO, 25 DE ABRIL DE 2012 – A ACIGAMES (Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games), na figura do seu presidente Moacyr Alves Junior vem manifestar-se publicamente a respeito da polêmica criada sobre sua participação no programa Checkpoint no dia 29 de março de 2012 e também a entrevista concedida a edição de número 33 da Revista Arkade do mesmo mês.

A associação e nenhum de seus membros, associados e parceiros, incluindo o presidente, possui a intenção ou sequer poderes para impor e/ou defender novas taxas ou alíquotas sobre qualquer tipo de produto ou serviço relacionado ao mercado de games nacional perante ao Governo Federal, podendo apenas agir como conselheira, através de estudos, sempre em benefício do nosso mercado e consumidores.

Em nenhum momento durante a entrevista, ficou explícita a intenção ou necessidade de que fosse aplicadas tributações ou penalidades a empresa citada ou ao modelo de negócio, mas sim criar formas de regulamentar a maneira como as mídias digitais são classificadas e distribuídas no Brasil por empresas extrangeiras, afim de criar uma competição saudável promovendo oportunidades para todos, inclusive para a entrada oficial destas empresas em nosso mercado, de acordo o objetivo inicial da criação da ACIGAMES, que é promover a legalidade, classificação, distribuição e desenvolvimento, tendo em vista o crescimento e profissionalização do mercado nacional.

Ressaltamos ainda que todas as ações e projetos da ACIGAMES em prol do mercado brasileiro seguem moldes e exemplos de outras associações que lutam pelo mercado em qual atuam, valorizando seus associados, parceiros e principalmente consumidores.

Mais uma vez reforçamos que a ACIGAMES não tem poder e intenções políticas. Apenas interesse em mostrar ao governo as oportunidades e benefícios que este mercado pode oferecer, sempre vislumbrando o crescimento do mercado, a geração de empregos e a visibilidade dos talentos brasileiros.

A ACIGAMES em nenhum momento foi procurada por estes veículos que tentam difamar o nome da associação e suas ações, para pedir explicações ou mesmo conceder o direito de resposta, impondo suas próprias opiniões, que não refletem a atual realidade.

Moacyr Avelino Alves Junior

Presidente
Edited by Gold

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Antes que me esqueça Moacyr.. VÁ TOMAR NO CÚ!

Esse Moacyr tem a cara do Nelson PeixeMacaco.

Irmão dele!

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O discurso dele mudou muito, deve estar sendo acessorado pelas empresas que se viram prejudicas com as declarações.

Essa Acigames vai ter que rebolar e o tal Jogo justo vai ter que fazer preços realmente justos para conquistar os gamers do Brasil de novo.

Eu não queria estar na pele desse tal Moacyr...

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Quem sabe agora esse "jogo velho justo" funcione, depois de falar bobagem pode ser que ele mecham em alguns preços, mas deve ser jogo velho, por que em lançamento a unica empresa que fez algo foi a microsoft.

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Só eu que não vi muita mudança no discurso dele? Que isso, ele só maquiou e tentou se isentar de parte da culpa, pelo amor de Deus.... então tá, a culpa não é dele estar querendo regularizar uma coisa que já é regularizada, já que não existe legislação para tal... e sim que a nossa "cultura" política é de taxar tudo... vai tomar banho Moacyr... acabou a palhaçada, cancela seus projetos e acaba com a acigames meu filho, jogador hoje em dia já é gente grande, deixa a gente importar que a gente ganha mais...

"TechTudo: Clientes antigos do Steam se sentiram muito ofendidos com suas afirmações, pois você falou claramente em uma entrevista que “comprar jogos no Steam era algo completamente ilegal”. Isso contradiz com o fato de que muitas pessoas que no passado compravam jogos piratas acabaram parando de investir no mercado cinza justamente porque viram mais conveniência no serviço digital, comprando a licença original do jogo em serviços como o Steam. O que você tem a dizer sobre isso?

Moacyr Alves
: Seguinte, nem a
Acigames
, nem o Moacyr tem poderes políticos para dizer “temos que taxar” ou “não temos que taxar”. Nosso objetivo é gerar uma regulamentação. A empresa estrangeira quer vender no Brasil, existem outras empresas que fazem o mesmo negócio que ela e o processo precisa ser equivalente. Agora se no processo for necessário novos impostos ou taxas, já será algo da nossa cultura, pois somos um país que desde quando nos entendemos por gente, somos taxados em tudo. E o objetivo da Acigames é diferente disso, ela foi criada com outro objetivo, o de lutar pela causa gamer e não tirar dinheiro de ninguém, ou elevar alguém a algum cargo político.

Outra coisa que gostaria de deixar bem claro, é que muito do que foi dito na internet foi distorcido. Tá claro que eu falei de uma maneira que não ficou bem específica e isso prejudicou – e muito – nossa imagem, mas eu te digo com clareza: Em momento algum eu pensei em aumentar preços e incluir taxas, pelo contrário.

O problema é que existem sites e blogs que incentivam o leitor a ver o vídeo a partir de determinado momento, e isso acaba dando uma visão pejorativa. O vídeo em sí (a entrevista do
Checkpoint
no
YouTube
) já ia dar uma imagem dessas, mas o que aconteceu foi que as pessoas exageraram na interpretação. Em momento algum da entrevista eu falei “vamos taxar o
Steam
”. Vi o vídeo várias vezes e não falei nada disso."

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Pois é, no final das contas o objetivo é o mesmo. O que mudou foi o "tom" do discurso que antes era em caráter de deboche agora está "politicado".

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É muito fácil maquiar o discurso depois de ver a merda comendo. Por trás de tantos estudos e discussão, ele só foi ter a ideias que teve durante o programa?

Engraçado foi ouvir uma carta com explicações que ele passou pro pessoal da CJBR num podcast do YouTube. Rola uma série de "novas posições", algumas delas totalmente enfadonhas, como "consultar os gamers para saber o que eles querem, e só então levar as propostas". Em uns trechos, parece até utopia adolescente.

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"Agora se no processo for necessário novos impostos ou taxas, já será algo da nossa cultura, pois somos um país que desde quando nos entendemos por gente, somos taxados em tudo. E o objetivo da Acigames é diferente disso, ela foi criada com outro objetivo, o de lutar pela causa gamer e não tirar dinheiro de ninguém, ou elevar alguém a algum cargo político."

Bom, já sabe q é pra fuder?? E trabalhar no governo por filantropia?? Vai tomar no cu, seu gordo tetudo e mentiroso.

É muito fácil maquiar o discurso depois de ver a merda comendo. Por trás de tantos estudos e discussão, ele só foi ter a ideias que teve durante o programa?

Engraçado foi ouvir uma carta com explicações que ele passou pro pessoal da CJBR num podcast do YouTube. Rola uma série de "novas posições", algumas delas totalmente enfadonhas, como "consultar os gamers para saber o que eles querem, e só então levar as propostas". Em uns trechos, parece até utopia adolescente.

E é bom frisar que o CJBR come na mão dele, tem um monte de babão do Moacyr lá.

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E é bom frisar que o CJBR come na mão dele, tem um monte de babão do Moacyr lá.

Cara até você citar isso eu nem sabia da existência desse tal CJBR.

Putz, essa entrevista do Moacyr rendeu horrores na internet, existem milhares de grupinhos contra Moacyr e alguns pingados à favor se degladiando por aí na rede.

Acho que é por que eu só frequento aqui, mas tem uma galera bitolada por aí que eu nem conhecia, gente que se acha famoso porque faz vídeozinho e podcast toda semana... E ainda se sentem todos ofendidos e doídos...

Na boa, não conheço nenhum desses caras aí dos vídeos que estão grilados contra ou a favor do Moacyr, nem dou fama pra mané que aposto que não joga metade do que eu jogo, pois pra ficar de bobeira fazendo vídeo na internet é por que é muito ruim em vídeo game.

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Na boa, não conheço nenhum desses caras aí dos vídeos que estão grilados contra ou a favor do Moacyr, nem dou fama pra mané que aposto que não joga metade do que eu jogo, pois pra ficar de bobeira fazendo vídeo na internet é por que é muito ruim em TUDO NA VIDA.

FIXED

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Bela de uma sacanagem essa do Moacyr, se ele não desse essa cagada de falar isso, iria sair de santo dizendo que ia fazer de tudo para não ter esse imposto. Sendo que ele já estava tudo tramadinho ¬¬

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pau no cu do caralho...

tem mais é de se fuder mesmo.. covardão, agora tá aí dando parta trás..

MOACYR VÁ TOMAR NO MEIO DO SEU CÚ SEU PAU MANDADO DO CARALHO.

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o foda é q esse merda cospe no prato q comeu agora né? ja importou coisa pra caralho, comprou tudo q se possa imaginar pra coleção dele e ai agora vem dar uma de bonitão e meter essa no pessoal. e ainda se diz jogador ......

ti fude filho da puta

o brasil ja tem imposto pra kct ja

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ENTREVISTA INÉDITA COM O MUACIR

REPORTER- então você acha que para fortalecer a industria local, precisa fuder com os consumidores brasileiros, ou seja para dar dinheiro a empresas, quem tem que pagar o pato é o consumidor?

MUACIR - não de forma alguma, queremos regulamentar, colocar faixa etária, jogos com manuais em portugues, se por acaso precisar taxar vai ser uma coisa normal do Brasil, nós não temos poder para isso, apenas para aconselhar a fazer isso.

REPORTER - então no caso vocês aconselhariam a terem impostos aumentados, para evitar que consumidores brasileiros paguem 100 reais em um lançamento para pagar 200 aqui e fortalecerem lojas privadas?

MUACIR - não de forma alguma, se por acaso precisar taxar vai ser uma coisa normal do Brasil, nós não temos poder para isso, apenas para aconselhar a fazer isso, queremos colocar faixa etária, queremos regulamentar, jogos com manuais em portugues,

REPORTER - porque você tem respondido aos consumidores brasileiros de forma agressiva parecendo que está querendo fuder com a vida de todo mundo?

MUACIR - não de forma alguma queremos jogos com manuais em portugues, queremos regulamentar, queremos colocar faixa etária, se por acaso precisar taxar vai ser uma coisa normal do Brasil, nos nao temos poder para isso, apenas para aconselhar a fazer isso.

REPORTER - porque quando perguntamos se você é a favor de aumentar o preço dos produtos importados a tentar retirar os impostos dos jogos nacionalizados você sempre responde falando de regulamentar, manuais em portugues, faixa etaria e coisas totalmente irrelevante ao que importa, o valor das coisas?

MUACIR - não de forma alguma, queremos colocar faixa etária, se por acaso precisar taxar vai ser uma coisa normal do Brasil, nos nao temos poder para isso, apenas para aconselhar a fazer isso, queremos regulamentar, jogos com manuais em portugues.

com essa entrevista esperamos que todas as duvidas sejam sanadas.

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Ahahahahahahah!!!! Selo Nérso de qualidade!!! (Ou Nelson, já que parece o irmão dele!)

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Mais uma da série "Acigames, ah seu fanfarrão"

Eu fui plagiada pela Acigames Magazine

http://colchoesdopantano.wordpress.com/2012/07/25/eu-fui-plagiada-pela-acigames-magazine/

Detalhe para a resposta oficial

http://colchoesdopantano.wordpress.com/2012/07/25/eu-fui-plagiada-pela-acigames-magazine/#comment-704

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