Jump to content
Maedhros

Tópico Oficial da Política - ANO 3 [+Feliz aniversário Querida! 1 ano de Impeachment!!!]

Recommended Posts

JANOT: “LULA FOI O GRANDE IDEALIZADOR DA ORCRIM”
Na denúncia, Rodrigo Janot diz que Lula “foi o grande idealizador da constituição da presente organização criminosa”.

Lula também estruturou, com Dilma, a manutenção do esquema corrupto, segundo Janot.

https://www.oantagonista.com/brasil/janot-lula-foi-o-grande-idealizador-da-orcrim/

 

 

 

 

 

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Flechas da Polícia Federal apontam para Temer em gráfico do ‘quadrilhão’ do PMDB

Flechas%20para%20Temer-kHeB-U20242849421

Ao estilo do power point do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato na Procuradoria em Curitiba, a Polícia Federal incluiu em seu relatório sobre a atuação do PMDB dois organogramas para ilustrar a atuação de Michel Temer no “quadrilhão” do partido.

Desta vez, em vez de apontar para Lula, as flechas indicam Temer, ao lado do ex-deputado Eduardo Cunha (RJ), no comando da “gestão do núcleo político” de uma suposta organização criminosa formada pela legenda na Câmara. O documento foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) na segunda-feira (11).

A Temer se reportariam deputados e ex-deputados que atuaram no Planalto – casos de Geddel Vieira Lima (preso na semana passada, após a apreensão de R$ 51 milhões em um apartamento atribuído a ele), Henrique Alves (preso em junho, acusado de receber propina na construção do estádio Arena das Dunas) e Eliseu Padilha, atual ministro-chefe da Casa Civil, acusado de supostamente receber R$ 10 milhões da Odebrecht.

Estão lá aliados históricos do presidente, como Moreira Franco, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, e seu amigo e conselheiro José Yunes, empresário. E o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures, que ficou conhecido como “deputado da mala” após ser filmado correndo com uma mala contendo R$ 500 mil em propinas da JBS.

 

 

Na descrição da PF, o gráfico “tem como referência o presidente Michel Temer, por ser sua excelência justamente o ponto comum entre essas pessoas”. Segundo a investigação, todos os presentes no diagrama estão envolvidos “nos diversos crimes” que vieram à tona desde o início da Lava Jato.

Lá vai flecha

Segundo a conclusão da investigação, há indícios de que Temer tenha recebido vantagens de R$ 31,5 milhões – o que ele nega. O relatório da PF servirá para embasar uma provável nova denúncia do procurador-geral, Rodrigo Janot, contra o presidente.

Além de Temer, o inquérito mira os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) e os ex-deputados Eduardo Cunha (RJ), Geddel Vieira Lima (BA) e Henrique Alves (AL).

Segundo a PF, um fato relevante que demonstra a ascensão de Temer sobre o PMDB da Câmara ocorreu em abril de 2015, quando a então presidente Dilma Rousseff (PT) o nomeou como articulador político do governo, após extinção da Secretaria de Relações Institucionais.

O relatório, assinado pelos delegados Marlon Cajado e Cleyber Lopes, lista uma série de vantagens supostamente recebidas pelo presidente. A soma: R$ 500 mil pagos a Rocha Loures, R$ 30 milhões das empresas do grupo Odebrecht e outro R$ 1 milhão pago ao coronel João Baptista Lima, amigo do presidente, pelo grupo J&F.

Entram nas contas do inquérito os R$ 5,46 milhões supostamente pedidos por Michel Temer em caixa dois para a campanha de Gabriel Chalita à Prefeitura de São Paulo, em 2012. E os valores doados, também supostamente de forma ilícita, à campanha do “apadrinhado político” Paulo Skaf para governador de São Paulo em 2014.

Edited by Peidãø Neck

Share this post


Link to post
Share on other sites

essa quadrilha é mais antiga, discreta e organizada

consequentemente é mais enraizada e mais dificil de cair, ainda mais com um figurao ocupando posicao de poder alta

Share this post


Link to post
Share on other sites

Temer dividiu propina da Odebrecht com Geddel, diz Funaro em delação

Corretor afirmou ter buscado R$ 1 milhão em espécie, supostamente pagos pela empreiteira, no escritório do advogado José Yunes, amigo do presidente Temer

Geddel%20Vieira%20Lima%20(1)-855-k4xD-U2

O corretor Lúcio Funaro disse em sua delação premiada que o presidente da República, Michel Temer, dividiu com Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), ex-homem forte de seu governo, propina da Odebrecht. Nos anexos de sua colaboração, já homologada pelo Supremo, ele afirmou ter buscado R$ 1 milhão em espécie, supostamente pagos pela empreiteira, no escritório do advogado e ex-deputado José Yunes, amigo de Temer. Relatou também ter mandado a quantia para Geddel, na Bahia.

As declarações de Funaro coadunam com a versão apresentada pelo ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Mello Filho em sua delação. Ele relatou ter negociado com Temer e seus aliados, entre eles o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil), doações de caixa 2 para campanhas em 2014, no total de R$ 10 milhões.

Parte desse valor teria sido distribuída por meio de Yunes, apontado como um dos “operadores” do presidente. À Procuradoria-Geral da República (PGR), Yunes já disse ter sido usado como “mula” de Padilha para a entrega de um pacote.

Conforme Funaro, dirigentes da Odebrecht usaram o doleiro Álvaro Novis para fazer com que os valores destinados a Temer chegassem a Yunes. Ele contou que, na ocasião, recebeu um telefonema de Geddel pedindo que retirasse R$ 1 milhão, a ser entregue em Salvador.

Geddel “informou que o dinheiro que iria retirar com José Yunes era referente a uma doação via caixa 2 da Odebrecht, acertada juntamente (com) Eliseu Padilha e Michel Temer”, diz trecho do anexo intitulado “Intermediação de Pagamentos de Propinas para Interpostos do Presidente”, obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo.

“Estes valores eram de Michel Temer, o qual estava enviando uma parte do dinheiro arrecadado para Geddel”, continua o documento. Foi Geddel, segundo Funaro, quem lhe passou o telefone de Yunes. A retirada, segundo ele, foi feita no escritório do advogado no Itaim Bibi, em São Paulo. No local, após uma conversa com Yunes, na qual teriam trocado cartões, uma caixa com a quantia acertada teria sido repassada pela secretária e o motorista do amigo de Temer.

 

 

Funaro, então, disse que retornou com os valores até o seu escritório e pediu para que um funcionário fosse até a Bahia levar a encomenda para Geddel. “O dinheiro foi entregue em Salvador por um funcionário de logística de transporte de valores do doleiro Tony, o qual retirou os valores em São Paulo e, no dia seguinte, fez a entrega na sede do PMDB da Bahia”, registra o anexo.

Um dos políticos mais próximos de Temer, Geddel chefiava a Secretaria de Governo até novembro do ano passado, quando pediu demissão por ter, supostamente, tentado influenciar o Ministério da Cultura a lhe conceder uma decisão favorável. Ele está preso em Brasília desde a semana passada, depois que a Polícia Federal descobriu que escondia R$ 51 milhões em notas num apartamento da capital baiana.

O jornal O Estado de S. Paulo procurou o Palácio do Planalto, que ainda não se manifestou. A defesa de Geddel disse que não se manifestaria, pois não teve acesso aos anexos. José Yunes ainda não foi localizado pela reportagem.

Temer e Cunha tramavam ‘diariamente’ queda de Dilma, diz Funaro em delação

O corretor Lúcio Funaro também disse em sua delação premiada que, na época do impeachment, o então vice-presidente Michel Temer tramava “diariamente” a deposição da ex-presidente da República Dilma Rousseff com o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Conforme Funaro, Cunha sempre foi o arrecadador de propinas para o chamado “quadrilhão” do PMDB, enquanto Temer atuava no núcleo político, viabilizando interesses de empresas que pagavam subornos ao grupo.

Funaro afirmou que a relação de Cunha e Temer oscilava, dependendo do “momento político”. “Na época do impeachment de Dilma Rousseff, eles confabulavam diariamente, tramando a aprovação do impeachment e, consequentemente, a assunção de Temer como presidente”, exemplificou o corretor num dos trechos do anexo.

Temer e seu partido romperam com Dilma meses antes de o afastamento dela ser aprovado e confirmado, mas o agora presidente sempre rejeitou a pecha de “conspirador” ou “golpista”. Procurado, o Palácio do Planalto ainda não comentou as declarações de Funaro.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Um discurso patético

Lula terminou seu depoimento com um discurso patético, em que acusou a Lava Jato de ser “refém da imprensa” e de procurar delatores dispostos a criminalizá-lo.

Sergio Moro cortou o lenga-lenga depois de alguns minutos.
 

 

Lula bate-boca e Moro encerra abruptamente o depoimento
'A minha convicção é que o senhor foi culpado'

“Vou chegar em casa amanhã almoçar com 8 netos e uma bisneta de 6 meses. Posso olhar na cara dos meus filhos e dizer que vim a Curitiba prestar depoimento a um juiz imparcial?”, diz Lula.

Moro responde irritado.

“Não cabe ao senhor perguntar isso a mim. Mas de todo modo sim”, disse.

“Não foi o procedimento na outra ação”, rebateu Lula.

“Eu não vou discutir a outra ação com o senhor. A minha convicção é que o senhor foi culpado. Se fossemos discutir aqui, não seria bom para o senhor”, disse Moro.

Lula então, diz que tem que discutir sim. “Vou esperar que a justiça continue a fazer justiça nesse país”.

Moro interrompe, e encerra a gravação.

http://veja.abril.com.br/blog/radar/lula-bate-boca-e-moro-encerra-abruptamente-o-depoimento/

 

 

Lula: Marisa administrava a casa

Lula disse a Sérgio Moro que não participou do contrato de aluguel do duplex vizinho ao seu, assim como não acompanhava questões domésticas.

Ele disse que fez uma conta conjunta com Marisa para que ela pudesse resolver os problemas de casa. “Aluguel, condomínio, IPTU, era tudo ela que fazia.”

Lula disse que se surpreendeu quando soube que o aluguel não era pago a Glaucos Costamarques. Ele disse os comprovantes devem estar numa “arca” em sua casa.

https://www.oantagonista.com/brasil/um-discurso-patetico/

 

 

Lula confessa que visitou imóvel-propina da Odebrecht

Lula admitiu ao juiz Sérgio Moro que visitou o imóvel da rua Haberbeck Brandão, em São Paulo, adquirido pela Odebrecht.

O edifício seria parte do “pacote de propinas” do “pacto de sangue” firmado com Emílio, segundo Antônio Palocci.

O ex-presidente disse que foi ao local, “em junho ou julho”, acompanhado de Marisa Letícia, Clara Ant e Paulo Okamotto. Mas achou o prédio “inadequado”.

“Fomos então ao Kassab para pedir para  ele mandar um projeto de lei, o Kassab mandou e nos deram um terreno na Cracolândia, mas o MP entrou com recurso para impedir a obra.”

https://www.oantagonista.com/brasil/lula-confessa-que-visitou-imovel-propina-da-odebrecht/

 

 

Lula acusa a PF

Lula deu a entender que a PF plantou em sua casa documentos relativos ao prédio do Instituto Lula:

“Não sou obrigado a acreditar que encontraram na minha casa”.

https://www.oantagonista.com/brasil/lula-acusa-pf/

 

OUENFhi.png

Edited by Maedhros

Share this post


Link to post
Share on other sites

Olá,

PT = Perda Total.

 

De onde que esses caras tiraram a idéia de que "SE O PT BOICOTAR A ELEIÇÃO, SAINDO FORA, VAI TER GUERRA CIVIL?"

 

Primeiro: boa parte dos políticos do PT "fugiria" para outros partidos para não "perder a boquinha".

Segundo: o povo brasileiro é "calmo" demais pra isso. Simplesmente votariam em outros candidatos.

 

Olha, sabe qual a melhor saída para o PT? É logo ali, a segunda porta à direita. Tchau. Quer vazar, vaze, não fique mandando recadinho.

 

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2017/09/18/pt-estuda-boicotar-eleicoes-de-2018-se-lula-nao-puder-ser-candidato.htm

PT estuda boicotar eleições de 2018 se Lula não puder ser candidato

BBCMariana Sanches - @mariana_sanches

Em São Paulo

18/09/201717h24 > Atualizada 18/09/201717h24
 
  • Reprodução

    13.et.2017 - Lula em discurso realizado em Curitiba, depois de depoimento ao juiz Sergio Moro

    13.et.2017 - Lula em discurso realizado em Curitiba, depois de depoimento ao juiz Sergio Moro

Pressionado pela constatação de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dificilmente poderá ser candidato a presidente, o PT trabalha com um plano C para as eleições de 2018: o boicote.

Nesse caso, além de não disputar a Presidência, um dos maiores partidos brasileiros também não lançaria candidatos ao Senado ou à Câmara dos Deputados e se dedicaria a uma corrida internacional para propalar o que considera mais uma rachadura na democracia do país.

"O que estamos denunciando é que o impedimento de Lula seria uma fraude nas eleições. (O boicote) é uma coisa que não está sendo oficialmente discutida ainda, mas vai caminhar para isso se ele for impedido de ser candidato. É um processo que não tem base jurídica", afirmou à BBC Brasil a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann.

O ex-presidente já tem uma condenação em primeira instância no âmbito da operação Lava Jato - no processo ele é acusado de receber um tríplex da construtora OAS como forma de propina, o que Lula nega - e viu sua situação jurídica e política se complicar com a confissão do aliado de primeira hora e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci.

Se a sentença do juiz Sergio Moro for confirmada em segunda instância - o que mesmo os mais otimistas petistas acreditam que acontecerá - a candidatura de Lula ficará barrada pela Lei da Ficha Limpa.

Para setores do PT de correntes como Construindo um Novo Brasil (CNB) e Novo Rumo ouvidos pela BBC Brasil, boicotar as eleições seria uma saída honrosa para o partido, que tem adotado o discurso de vítima de perseguição política pelo Ministério Público e pelo Judiciário brasileiros.

A estratégia extrema contaria com a anuência do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, cuja imagem de líder dos princípios petistas tem sido resgatada diante de delações de antigos companheiros, como Palocci. Já Lula assiste às discussões olímpico. Como é de seu feitio, deixa os diferentes aliados defenderem suas posições na arena partidária sem demonstrar preferências até o momento da decisão.

"Existem duas hipóteses claras. A primeira é de forçar a candidatura, apelando ao Supremo Tribunal Federal para suspender a decisão da condenação. A segunda hipótese é de boicotar as eleições, sob a justificativa de que não querem deixar o povo decidir. E aí vai ser uma convulsão social, um risco de guerra civil no país", afirma o deputado estadual José Américo (PT-SP).

Na teoria política clássica, um dos pilares da democracia é a confiança dos partidos no sistema político eleitoral e na sua possibilidade de chegar ao poder seguindo as regras do jogo. Enquanto parte do PT defende que o partido não mais acredita nisso - daí o boicote, outra ala enxerga a postura dos correligionários como "arrogância".

"Acompanho esta discussão e Lula é certamente o meu candidato. Mas esta posição de não ter candidato, boicotando as eleições se Lula não puder concorrer, é o resquício de uma velha arrogância de uma parte do PT, que acha que não existe vida inteligente, de esquerda, fora do nosso partido. O campo democrático de centro esquerda tem candidatos possíveis para nos representar, tanto à esquerda de Lula, como mais ao centro", afirmou à BBC Brasil o ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro, da corrente Mensagem ao Partido.

Genro antecipa tensões que devem se impor se o PT levar adiante o plano de tirar o 13 da urna eletrônica no ano que vem. De saída, o partido perderia alguns quadros, atraídos para outras legendas pela possibilidade de se candidatar.

Petistas a favor do boicote já começaram a rascunhar uma lista de defecções. O tema é especialmente sensível entre aqueles que são alvos da Lava Jato e buscam na reeleição a manutenção do foro privilegiado.

"Alguns parlamentares já ameaçaram sair, mas eles não mandam no partido. Se o partido decidir boicotar, boicota", diz Américo.

Para conseguir registrar a própria candidatura na Justiça Eleitoral, o candidato precisa da assinatura da presidência nacional do partido ou de seus diretores regionais. Portanto, se a direção do PT fechar questão sobre o assunto, nenhum político conseguirá fazer o registro sob o número 13.

A tese do boicote na rua

Embora mantenha o boicote como uma questão aberta, o partido já colocou a tese na rua. Duas frases, repetidas por integrantes do partido, sinalizam a estratégia: "Eleição sem Lula é fraude" e "Eleição sem Lula é golpe".

"Temos trabalhado muito as redes sociais com esses slogans", afirma a presidente do PT.

O lema tem aparecido ainda nas declarações de quadros do partido. Pouco depois da condenação de Lula, em julho, o presidente do diretório petista em São Paulo e ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, foi um dos primeiros a enunciá-lo:

"Processo eleitoral no ano que vem sem Lula candidato não é eleição democrática, é fraude eleitoral", disse.

Na semana passada, depois de disparados os petardos de Palocci, foi a vez do deputado federal Paulo Pimenta repetir à BBC Brasil a mesma ideia. "Não aceitaremos de maneira alguma a legitimidade de uma eleição que o Lula não participe", afirmou.

A saída pelo Supremo

Na estratégia petista, o cenário do boicote serve não só como posicionamento político, mas como instrumento de pressão. O partido já decidiu que irá recorrer ao Supremo para liberar Lula a concorrer em caso de condenação em segunda instância - o petista está disposto a fazer boa parte da campanha sub júdice.

Para ganhar no Supremo, o PT conta com três elementos a seu favor: o primeiro, o cenário caótico ao qual o boicote poderia levar o país - aspecto que os ministros certamente gostariam de evitar.

O segundo, a tese defendida por Gilmar Mendes no julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral, em junho. Na ocasião, Gilmar afirmou que os juízes não devem brincar de "aprendizes de feiticeiros" ao votar contra a cassação do mandato do presidente Michel Temer. "A Constituição valoriza a soberania popular, a despeito dos valores das nossas decisões. Mas é muito relevante", disse.

Para petistas, raciocínio semelhante se aplicaria à candidatura Lula, que desponta na primeira posição da preferência de eleitores em pesquisas de opinião recentes.

Por fim, o PT confia no bom trânsito de Lula com os mais diversos ministros da corte: a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, fez questão de convidar Lula para sua posse no cargo, há um ano, quando o ex-presidente já era investigado no âmbito da Lava Jato. E o próprio Gilmar Mendes ligou para Lula para prestar condolências quando da morte da ex-primeira dama Marisa Letícia, em um diálogo emotivo.

"No fundo, o boicote é um movimento para jogar mais responsabilidade e pressão sobre a direita, os empresários e o próprio Judiciário quanto à instabilidade que a interdição do Lula pode causar", resume um dos estrategistas petistas no Congresso.

Questionada sobre a interpretação, a senadora Gleisi Hoffmann nega que se trate apenas de chantagem, mas reconhece o poder de causar tensão de uma eventual retirada do PT do próximo pleito:

"Não é colocar a faca no pescoço dos ministros nem de ninguém, mas (a intenção) é alertá-los sobre a gravidade dessa situação para a democracia brasileira. É algo que nos questiona como país democrático, como economia, internacionalmente é péssimo."

Plano B para perder a eleição?

Petistas afirmam ainda que a ideia do boicote pode servir para "conter precipitações do ponto de vista de disputas internas" ou evitar um novo "dedaço" de Lula, que poderia impor ao partido um substituto, como fez com Dilma Rousseff, trauma do qual o PT ainda não se recuperou.

As movimentações de quadros como o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que tem viajado o Brasil e dado entrevistas, irritou setores do PT. Também causou ciúme o burburinho em torno do nome do ex-governador da Bahia Jaques Wagner. A ideia do boicote serviria para sedimentar definitivamente a ideia de que não existe um plano B ao nome de Lula para o partido.

"Não temos plano B. Plano B para quê? Haddad? Jaques Wagner? Plano B é para perder a eleição? Nosso nome competitivo é o Lula e é com ele que vamos para a eleição", diz Gleisi exaltada após ser questionada pela BBC Brasil sobre a possibilidade de outro cabeça de chapa petista.

Por trás da reação, está a leitura de que a eleição de 2018 tem um caráter plebiscitário para o PT: se Lula vencer, é como se o voto popular chancelasse as teses do PT de que houve golpe e de que o partido e seu principal líder são vítimas de perseguição das elites, e não autores de malfeitos. Se perder com Lula, os líderes do PT admitiriam a possibilidade de se reinventar.

Mas sem Lula, os petistas descartam possibilidade de vitória. Não estariam dispostos a testar suas teses e arriscar sua própria sobrevivência nessas condições.

Por outro lado, para os petistas contrários ao boicote, ao se ausentar da eleição o partido pode deixar de discutir a vida política, econômica e social do país. Arrisca-se a perder o protagonismo que possui há décadas na arena política como representante de certos setores e ideias.

Nas palavras de Tarso Genro, o PT vive o dilema entre "ser apenas mais um partido democrático, tradicional, como terminaram sendo os partidos sociais-democratas europeus que hoje aplicam as receitas liberal-rentistas" ou um partido apto a "se renovar, para ser o cabeça de ponte de uma esquerda capaz de redespertar os sentimentos utópicos, que sempre motivaram as grandes transformações sociais".

"A grande questão será a seguinte: que programa de transição apresentaremos para retirar o país do atoleiro econômico e social em que nos encontramos? Isso é o que importará no momento das eleições", questiona Genro.

Se optar por sair do pleito, o PT não responderá a essa questão

Edited by rcaropreso

Share this post


Link to post
Share on other sites

Olá,

O Lula não caiu nem depois da denúncia do Pallocci.

Agora já deve estar bem claro, a quem possa interessar, que a única forma de evitar que ele sente na Cadeira Presidencial em 2019 será através da condenação na 2a instância para inviabilizar a candidatura dele.

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2017-09-19/pesquisa.html

Condenado na Lava Jato, Lula lidera pesquisa eleitoral em todos os cenários

 

Para especialista, liderança do petista é resultado de 'recall' de eleições anteriores; deputado Jair Bolsonaro se consolida em segundo lugar

 

Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (19) revela que, mesmo após ser condenado em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro em processo decorrente da Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a corrida presidencial do ano que vem em todos os cenários nos quais participa.

 

(...)

Ausência de Lula

A sondagem feita pela CNT/MDA não fez simulações de como seria a eleição sem a participação do ex-presidente Lula, que pode ser impedido pela Justiça de concorrer ao pleito caso seja condenado em segunda instância no processo envolvendo um apartamento tríplex no Guarujá (SP). Não há prazo para que os desembargadores do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) emitam a decisão sobre o caso.

(...)

Share this post


Link to post
Share on other sites

Temer é presidente com pior aprovação da história, diz CNT

622417-970x600-1.jpeg

O presidente Michel Temer é aprovado por apenas 3,4% dos brasileiros, a pior aprovação já obtida por ele e por um presidente da República na série histórica da pesquisa CNT/MDA, divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Temer, que era apoiado por 10,3% dos entrevistados em fevereiro, viu seu índice despencar em poucos meses.

Dos entrevistados, 75,6% o avaliam negativamente. Para 18% dos entrevistados, a avaliação é regular, e 3% não souberam opinar.  A série histórica da pesquisa começou a ser registrada pela CNT em julho de 1998, durante o segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A nova pesquisa foi divulgada nesta terça-feira (19/09).

Temer também quebrou o recorde negativo na aprovação do desempenho pessoal do presidente. Neste quesito, alcançou apenas 10,1%, contra 84,5% de desaprovação, além de 5,4% que não opinaram. Esta avaliação começou a ser computada em 2001.

Dos entrevistados, 80% afirmaram acreditar que Temer não está fazendo as reformas necessárias ao País. A maioria (58,6%) declarou não ter nenhuma confiança no presidente, e 46,7% afirmaram que Temer não é respeitado.

A 134ª pesquisa da CNT/MDA foi realizada entre os dias 13 e 16 de setembro. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Olá,

O Temer está cagando para a popularidade dele, desde que seja possível aprovar as reformas que ele "prometeu" para "sei lá quem".

Share this post


Link to post
Share on other sites

Olá,

O STF já admitiu, por maioria de votos, no momento em 7 x 1 o envio da segunda denuncia contra Temer para que o Congresso decida o que fazer.

Ou seja, dos 11 ministros, hoje 7 votaram para "enviar ao Congresso" e 1 ministro votou para "devolver" para a PGR (quase como "engavetar" a denuncia).

 

Perguntinha: ADIVINHEM QUAL FOI O MINISTRO FAVORÁVEL AO TEMER? :oic_face:

 

Share this post


Link to post
Share on other sites
2 horas atrás, rcaropreso disse:

Olá,

O STF já admitiu, por maioria de votos, no momento em 7 x 1 o envio da segunda denuncia contra Temer para que o Congresso decida o que fazer.

Ou seja, dos 11 ministros, hoje 7 votaram para "enviar ao Congresso" e 1 ministro votou para "devolver" para a PGR (quase como "engavetar" a denuncia).

 

Perguntinha: ADIVINHEM QUAL FOI O MINISTRO FAVORÁVEL AO TEMER? :oic_face:

 

image_large

Share this post


Link to post
Share on other sites
8 horas atrás, Peidãø Neck disse:

image_large

hauahuahuauauhauhauhauahuahu

 

 

Estou louco para ver as próximas eleições! Bolsonaro, Lula condenado concorrendo e Dória? Vem, delícia!

Share this post


Link to post
Share on other sites

Olá,

Enquanto a galera fica brincando de torcedor de futebol, os malandros lá se unem:

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/09/27/do-pt-a-renan-senado-se-une-para-defender-aecio-e-enfrentar-o-stf.htm

Do PT a Renan, Senado se une para defender Aécio e enfrentar o STF

Gustavo Maia*

Do UOL, em Brasília

27/09/201721h20 > Atualizada 27/09/201722h08
 
 

Ausente na sessão desta quarta-feira (27), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) se fez presente em discursos no plenário, rodas de conversas e reuniões dentro e fora do Congresso Nacional. Quase sempre, contando com o apoio de parlamentares.

De petistas a peemedebistas, congressistas adotaram linha de argumentação contrária à decisão da 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal), que na terça (26) afastou o tucano do exercício do mandato e determinou que ele permaneça em recolhimento noturno.

Nos posicionamentos, os senadores deixaram evidente o tom de autopreservação e corporativismo. "Eu não estou sinceramente aqui preocupado em querer salvar um colega. Eu acho que nós todos temos que estar preocupados em tentar salvar a Constituição [...] Estou falando aqui do Estado democrático de direito", declarou o senador Jorge Viana (PT-AC), em discurso no plenário da Casa.

Apesar da rivalidade política, a Executiva Nacional do PT se manifestou oficialmente contra as medidas tomadas pelos ministros do Supremo. Em nota, a legenda fez críticas contundentes ao tucano, mas disse que o novo afastamento foi uma "condenação esdrúxula, sem previsão constitucional", que "não pode ser aceita" pelo Senado porque isso não está previsto na Constituição.

A nota diz ainda que Aécio é "um dos maiores responsáveis pela crise política e econômica do país e pela desestabilização da democracia brasileira" e "defronta-se hoje com o monstro que ajudou a criar", em referência ao que o partido chamou de "repetidas violações ao direito".

Não temos nenhuma razão para defender Aécio Neves, mas temos todos os motivos para defender a democracia e a Constituição

Executiva nacional do PT

O senador José Medeiros (Podemos-MT) se valeu de uma frase de efeito para defender a reação do Senado à medida do Supremo, como Casa legislativa independente que é.

"Há um pensador que dizia que quem se comporta como verme não pode reclamar quando é pisado", disse. "Não cabe ao Senado deixar que este ou aquele órgão crie artigos que não existem [...] E chegou o momento de a Casa se posicionar e sem pessoalizar".

"Se o Senador Aécio tem que pagar, isso é um ponto, mas que seja dentro da lei, porque, no dia em que um Senador da República da magnitude e do tamanho dele não tiver o amparo da lei, muito menos terá o Zé. O Zé que está trabalhando de servente, de pedreiro lá no interior do Brasil", disse Medeiros.

Renan Calheiros sobe o tom

Um dos discursos mais exaltados desta quarta-feira no Senado em defesa da independência da Casa e contra o afastamento de Aécio Neves foi de Renan Calheiros (PMDB-AL). "Não se trata se salvar o Aécio Neves. Trata-se de salvar a Constituição", bradou o ex-presidente do Senado. "Como é que afasta um senador sem previsão constitucional e o Parlamento cala? Aceita?".

Renan aproveitou o momento para mais uma vez criticar o presidente Michel Temer, de quem é opositor mesmo estando no mesmo partido.

A questão nacional, institucional, constitucional, ela fica abandonada. A causa disso, eu repito, é que nós temos na Presidência da República, e isso atrapalha a separação dos Poderes, um presidente da República menor do que a cadeira que ocupa

Senador Renan Calheiros (PMDB-AL)

Outro peemedebista da ala contrária ao presidente Temer, o senador Roberto Requião (PR) lembrou que as acusações contra Aécio são "pesadíssimas" --"são gravações telefônicas, são comprovações de transporte de recursos financeiros"--, mas disse que o STF errou.

"Não existe este tipo penal, nem na Constituição, nem na legislação, de afastamento de um Senador. Esse afastamento não tira a qualidade de Senador do Aécio Neves ou, então, Minas Gerais ficaria sem representação, porque, não deixando de ser Senador, não pode ser substituído. O Senador Aécio Neves merece, como qualquer brasileiro, o devido processo legal e o direito de defesa", declarou Requião.

Críticas a Fux

Dono de voto decisivo para desempatar o julgamento, que terminou em 3 a 2, o ministro Luiz Fux se tornou alvo de críticas por ter afirmado na sessão que Aécio não teve "grandeza" por não ter se afastado voluntariamente do mandato.

"Já que ele não teve esse gesto de grandeza, nós vamos auxiliá-lo exatamente a que ele se porte tal como ele deveria se portar. Pedir não só para sair da presidência do PSDB, mas sair do Senado Federal para poder comprovar à sociedade a sua ausência de toda e qualquer culpa nesse episódio", disse o ministro.

FUX DIZ QUE AÉCIO NÃO TEVE GESTO DE GRANDEZA PARA SE AFASTAR DO SENADO

  •  

Em mensagens no Twitter, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes (PSDB-SP), que é senador licenciado e foi vice de Aécio na chapa presidencial derrotada em 2014, disse que Fux "zombou" do mineiro ao impor a ele medidas restritivas de liberdade. Já o senador Renan Calheiros, em seu discurso, chamou a fala de Fux de "covarde do ponto de vista institucional".

Para o senador Magno Malta (PR-ES), a decisão de Fux não tem o menor sentido. "Nem um ministro de tribunal superior, nem um juiz de primeira instância podem se dar ao luxo de cometer uma incoerência e uma grosseria dessas, como ele fez", declarou no plenário.

José Medeiros, por sua vez, declarou que o STF "merece todo o respeito", mas "não merecem respeito condutas e palavras do tipo" que Fux falou.

Não compete ao juiz tripudiar. Não compete ao juiz ser desrespeitoso. Não compete ao juiz fazer escárnio. Não compete a ele ser – como digo? – hilário, debochado

Senador José Medeiros (Podemos-MT)

Vozes isoladas

Na contramão dos colegas, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou que não se pode decidir em plenário sobre o afastamento de Aécio. "Decisão judicial se cumpre ou se recorre, jamais se 'vota'", postou na sua conta de Twitter.

Segundo o senador, membros do PSDB pressionam Temer para que o Senado livre Aécio de cumprir afastamento imposto pelo STF, em troca de apoio para barrar a denúncia contra o presidente que tramita na Câmara. "Temer e Aécio se unem nessa aliança espúria, nesse abraço de afogados pela Lava-Jato, lançando o país num precipício de incertezas", escreveu.

Share this post


Link to post
Share on other sites

fazendo isso o pt tmb reforca que estava apenas defendendo a constituicao sobre a posicao tomada no imp de gilma

de quebra reforca tmb a imagem de bonzinho pra ignorante acreditar. e isso eh o q mais tem nesse pais

Edited by burn

Share this post


Link to post
Share on other sites

Temer gasta R$ 8 mil em caixas de bombons folheadas a ouro

Temer-900x600.jpg

A crise que atinge os brasileiros, ao que parece, não impede que alguns presentes sejam ofertados pelo presidente da República, Michel Temer.

Levantamento feito pelo Contas Abertas, organização que monitora os gastos do governo, mostra que o ministério das Relações Exteriores gastou, no mês passado, quase R$8 mil para comprar 7 caixas de bombons. Os mimos são reservados para presentear autoridades estrangeiras que visitarem o país.

A compra consistiu em 4 caixas grandes e 3 caixas menores de chocolate artesanal de alta qualidade produzido no Brasil, da marca Aquim.

“Trata-se de fórmula especial, desenvolvida no Brasil, explorando as particularidades do cacau brasileiro, sem adição de castanhas ou aditivos comuns em chocolates industriais”, explicou a pasta ao Contas Abertas.

As caixas são estojos especiais, com pinça folheada de ouro, fabricadas artesanalmente em imbuia, segundo apurou o Contas Abertas. Na nota de empenho da compra estão as características dos bombons: chocolate sabor ao leite e sem recheio.

De acordo com o Contas Abertas, o Itamaraty afirmou que sempre presenteia as autoridades estrangeiras com produtos brasileiros de alta qualidade, “de forma a divulgar os produtos e a cultura nacionais”.

Sorvete Haagen Dazs

Em dezembro do ano passado, Temer se viu obrigado a desistir de uma compra de sorvete da marca americana Haagen Dazs depois que a licitação chegou ao conhecimento público. A compra consistia em 500 potes de sorvete para serem servidos no avião presidencial durante viagens.

Com as críticas, o Palácio do Planalto cancelou a licitação. Por meio de nota, Temer disse que decidiu cancelar a licitação após tomar conhecimento das notícias veiculadas pela imprensa. O presidente disse ainda que determinou a redução dos custos desse serviço. A determinação, segundo ele, vale para todas as aeronaves que servem o governo federal.

Chocolate.jpg

Nota de empenho da compra de chocolates para presentes.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Deputados perdoam dívidas de igrejas com tributos e INSS

Deputados da bancada religiosa emplacaram o perdão das dívidas das igrejas durante a votação do Refis, o parcelamento de dívidas com a União

88fxoc3fa9gb4gcqlkvyi2l91.jpg

Deputados da bancada religiosa conseguiram emplacar, durante a votação do Refis, o perdão de dívidas tributárias de igrejas, além da isenção de impostos para entidades de ensino vocacional por cinco anos

Os benefícios foram incluídos em duas emendas à medida provisória que criou o Refis, cuja votação na Câmara foi concluída na noite desta terça-feira (3). O texto segue agora para o Senado. A medida permite que empresas e pessoas físicas com dívidas com o fisco parcelem os débitoscom descontos de juros e multas.

A remissão das dívidas de igrejas foi proposta pelo DEM, partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), importante aliado do presidente Michel Temer. A emenda recebeu 276 votos favoráveis e 122 contrários.

Com esta inserção, todas as dívidas de igrejas e de instituições de ensino vocacional, inclusive as inscritas em programas de refinanciamento passados, deverão ser perdoadas. Os débitos com a Previdência Social também, assim como as que já foram inscritas na Dívida Ativa da União.

O novo texto não excluiu nem mesmo os débitos decorrentes de fiscalizações da Receita Federal, os chamados “lançamentos de ofício”.

As entidades religiosas e as instituições de ensino vocacional também deverão ficar isentas do pagamento de impostos, por cinco anos, desde que exerçam atividades de assistência social. A emenda recebeu 271 votos favoráveis e 121 contrários.

As alterações não foram negociadas com a equipe econômica, e o governo chegou a ameaçar líderes, informando que se o texto fosse desfigurado, Temer vetaria as mudanças e revogaria a MP que prorrogou o Refis para 31 de outubro.

Políticos aliados do governo já falavam na noite desta terça-feira (3) que Temer vetará as emendas que beneficiam as igrejas, apesar do momento político complicado, em que o presidente precisa evitar confrontos com deputados a fim de garantir os votos necessários para barrar a segunda denúncia apresentada contra ele pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A votação da denúncia deverá ocorrer ainda neste mês.

Bolsas de estudo

 

 

O plenário da Câmara também acolheu sugestão do Solidariedade benéfica a entidades de ensino superior que converteram dívidas tributárias em bolsas de ensino no Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento das Instituições de Ensino Superior (Proies).

Lei aprovada durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) permitiu a universidades privadas converter dívidas tributárias em bolsas de estudo. A emenda aprovada nesta terça-feira propõe transformar em crédito valores que foram aplicados em bolsas e que superaram as dívidas dessas instituições. Isso reduzirá o pagamento de impostos no futuro.

As mudanças não ficaram por aí. Os deputados votaram favoravelmente à eliminação dos encargos e honorários que incidem sobre a dívida refinanciada. Hoje, o percentual é de 25% e parte é repassada a auditores e procuradores fiscais, responsáveis pela cobrança dos débitos.

Também foram aprovadas alterações no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), instância em que as empresas questionam cobranças tributárias. Pela proposta, o voto de desempate no conselho será dado a favor do contribuinte.

As mudanças serão ainda analisadas pelo Senado, mas o tempo é curto. O prazo para que a MP seja aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente se esgota na próxima quarta-feira (11). Se a tramitação não for concluída até lá, todas as condições favoráveis já aprovadas no texto-base do Refis correm o risco de caducar.

Corruptos

Logo no início da votação, os deputados decidiram anular a alteração que havia sido feita no texto do Refis e que poderia abrir brecha para permitir o parcelamento de dívidas de empresas que tenham origem em corrupção.

A votação para a retirada da mudança foi feita de forma simbólica (sem registro nominal dos votos), por meio de acordo entre os partidos.

O artigo 1º da medida havia sido alterado, incluindo a possibilidade de parcelamento e descontos também de débitos apurados pela Procuradoria-Geral da União (PGU).

Na visão de alguns técnicos e políticos, isso poderia dar margem a renegociações, por exemplo, de acordos fechados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) com investigados por corrupção.

Share this post


Link to post
Share on other sites

VejaBolsonaroCapa.jpg

 

 

 

 

 

 

“Cerca de 60% dos eleitores que indicam voto em Bolsonaro são jovens”
Brasil 07.10.17 17:29
  
De Mauro Paulino, diretor do Datafolha, em entrevista ao jornal El País:

“Cerca de 60% dos eleitores que indicam voto em Bolsonaro neste momento são jovens, com menos de 34 anos. Bolsonaro conseguiu conquistar uma parcela de jovens. Essa parcela de jovens, e a gente vem estudando isso há algum tempo, tem uma tendência ao conservadorismo. Isso é algo que tem que ser estudado no Brasil. Por que tantos jovens tem partido para esse caminho?”

O Antagonista lista algumas razões:

1) A Lava Jato mostrou a corrupção do establishment, especialmente de PT, PMDB e PSDB;
2) Bolsonaro não aparece em lista alguma de corrupção e sempre criticou os políticos do establishment em questões morais;
3) Bolsonaro prioriza a segurança pública, abandonada pelos políticos do establishment, e não tem a condescendência deles com bandidos;
4) A internet, onde os jovens navegam com maior desenvoltura que outras gerações, abriu espaço público para autores críticos da esquerda dominante;
5) Esses autores criaram ou conquistaram espaços em canais de comunicação antes restritos aos porta-vozes do establishment;
6) Os jovens, não tendo vivido o período militar, não relacionam a defesa do Exército à de uma ditadura;
7) Bolsonaro tem um lado zoeiro com o qual os jovens se identificam;
8) Ainda não apareceu outro líder de direita, com potencial de vitória em 2018, capaz de fazer frente a Bolsonaro.

 

 

Eu estou começando a achar que o Bolsonaro realmente tem chances de ganhar em 2018. 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Olá,

Eu não gosto do Bolsonaro, mas não imagino que ele seja radical e imbecil como o Trump, por exemplo.

Quais são as alternativas a ele? 

Ciro?

Lula?

Doria?

Alckmin?

Marina?

 

Porra, assim também é foda...

Porém, como a Dilma já demonstrou, o Presidente não pode simplesmente se afastar do congresso e tentar resolver as paradas sozinho, pois não dura muito. Então, provavelmente essa "linha dura" do tiozão ali teria que ser amaciada para que ele pudesse governar o país no seu mandato (ou seja, na prática, mesmo como presidente, ele não pode e nem consegue fazer tudo o que diz por aí).

Share this post


Link to post
Share on other sites

Olá,

 

Temer tá bem susse... :oic_face:

 

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2017-10-10/denuncia-contra-michel-temer.html

Relator ataca PGR e defende arquivamento da segunda denúncia contra Temer

Por iG São Paulo | 10/10/2017 13:24 - Atualizada às 10/10/2017 17:41

 
Tamanho do texto
    1. Home iG
    2.  
    3.  Último Segundo
    4.  
    5.  Política

Deputado Bonifácio de Andrada (PSDB) leu seu parecer na tarde desta tarde na CCJ da Câmara; discussão do texto deve ficar para a próxima terça-feira

Share this post


Link to post
Share on other sites

Funaro: Cunha recebeu R$ 1 mi para ‘comprar’ votos do impeachment de Dilma

Em depoimento à Procuradoria-Geral da República, Lúcio Funaro conta que repassou o valor ao ex-presidente da Câmara

michel-temer-e-eduardo-cunha-by-gustavo-

O operador financeiro Lúcio Funaro, hoje descrito como “o operador de Eduardo Cunha”, afirmou em depoimento à Procuradoria-Geral da República que repassou R$ 1 milhão para o ex-deputado Eduardo Cunha “comprar” votos a favor do impeachment de Dilma Rousseff, em 2016.

Funaro disse que recebeu uma mensagem de Cunha, então presidente da Câmara, dias antes da votação no plenário, ocorrida em 17 de abril. “Ele me pergunta se eu tinha disponibilidade de dinheiro, que ele pudesse ter algum recurso disponível pra comprar algum voto ali favorável ao impeachment da Dilma. E eu falei que ele podia contar com até R$ 1 milhão e que eu liquidaria isso para ele em duas semanas no máximo”, disse.

A Folha de S.Paulo teve acesso ao depoimento prestado por Funaro à PGR em agosto deste ano. Seu acordo de delação foi homologado pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

No depoimento, uma procuradora questiona: “Ele (Cunha) falou expressamente comprar votos?”. Funaro respondeu: “Comprar votos”. O delator disse que o valor de R$ 1 milhão acabou sendo repassado. “Consolidou esse valor?”, perguntou a PGR. “Consolidei o valor”, disse o operador, preso na Papuda.

Depois de uma semana de aprovado o impeachment, comecei a enviar dinheiro para ele (Cunha) ir pagando os compromissos que ele tinha assumido”, disse Funaro. Segundo ele, o dinheiro foi entregue em Brasília, Rio e São Paulo.

O delator deu como exemplo de deputado “comprado” o nome de Aníbal Gomes (PMDB-CE), que acabou faltando à sessão de votação do impeachment: “Tem um caso até hilário, mas um dos deputados que ele (Cunha) comprou e pagou antecipado, pelo que ele me disse, foi o Aníbal Gomes. Ele disse que tinha pago para o Anibal Gomes R$ 200 mil para o Anibal Gomes votar favorável ao impeachment. O que aconteceu? O Anibal Gomes não veio no dia da votação, faltou”, afirmou Funaro. “Aí ele (Cunha) ficou louco (...). O cara deu a volta nele”, disse o delator.

A Câmara aprovou a instauração do processo de impeachment com 367 votos favoráveis. O Senado acabou condenando a petista, que deixou o cargo no segundo semestre do ano passado.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Veja quem votou contra e quem votou a favor de Aécio Neves

DMLeCa7WsAIRuOC.jpg

O Senado derrubou nesta terça-feira (17), por 44 votos a 26, a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que havia determinado o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato. Com isso, Aécio poderá retomar as atividades parlamentares. Para retomar o mandato, o tucano precisava de, pelo menos, 41 votos.

Os líderes de PMDB, PSDB, PP, PR, PRB, PROS e PTC orientaram os senadores das respectivas bancadas a votar "não", ou seja, contra o afastamento e a favor de Aécio.

  • PT, PSB, Pode, PDT, PSC e Rede orientaram voto a favor da decisão da Turma do Supremo.
  • DEM e PSD liberaram os senadores a votar como quisessem.

 

Veja quem votou a favor e contra Aécio.

SENADORES QUE FORAM FAVORÁVEIS AO RETORNO DE AÉCIO:

Airton Sandoval (PMDB-SP)

Antonio Anastasia (PSDB-MG)

Ataídes Oliveira (PSDB-TO)

Benedito de Lira (PP-AL)

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Cidinho Santos (PR-MT)

Ciro Nogueira (PP-PI)

Dalirio Beber (PSDB-SC)

Dário Berger (PMDB-SC)

Davi Alcolumbre (DEM-AP)

Edison Lobão (PMDB-MA)

Eduardo Amorim (PSDB-SE)

Eduardo Braga (PMDB-AM)

Eduardo Lopes (PRB-RJ)

Elmano Férrer (PMDB-PI)

Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE)

Fernando Collor (PTC-AL)

Flexa Ribeiro (PSDB-PA)

Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)

Hélio José (PROS-DF)

Ivo Cassol (PP-RO)

Jader Barbalho (PMDB-PA)

João Alberto Souza (PMDB-MA)

José Agripino (DEM-RN)

José Maranhão (PMDB-PB)

José Serra (PSDB-SP)

Maria do Carmo Alves (DEM-SE)

Marta Suplicy (PMDB-SP)

Omar Aziz (PSD-AM)

Paulo Bauer (PSDB-SC)

Pedro Chaves (PSC-MS)

Raimundo Lira (PMDB-PB)

Renan Calheiros (PMDB-AL)

Roberto Rocha (PSDB-MA)

Romero Jucá (PMDB-RR)

Simone Tebet (PMDB-MS)

Tasso Jereissati (PSDB-CE)

Telmário Mota (PTB-RR)

Valdir Raupp (PMDB-RO)

Vicentinho Alves (PR-TO)

Waldemir Moka (PMDB-MS)

Wellington Fagundes (PR-MT)

Wilder Morais (PP-GO)

Zeze Perrella (PMDB-MG)

SENADORES QUE FORAM CONTRÁRIOS AO RETORNO DE AÉCIO:

Acir Gurgacz (PDT-RO)

Álvaro Dias (Podemos-PR)

Ana Amélia (PP-RS)

Ângela Portela (PDT-RR)

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)

Fátima Bezerra (PT-RN)

Humberto Costa (PT-PE)

João Capiberibe (PSB-AP)

José Medeiros (PODE-MT)

José Pimentel (PT-CE)

Kátia Abreu (PMDB-TO)

Lasier Martins (PSD-RS)

Lídice da Mata (PSB-BA)

Lindbergh Farias (PT-RJ)

Lúcia Vânia (PSB-GO)

Magno Malta (PR-ES)

Otto Alencar (PSD-BA)

Paulo Paim (PT-RS)

Paulo Rocha (PT-PA)

Randolfe Rodrigues (REDE-AP)

Regina Sousa (PT-PI)

Reguffe (S/PARTIDO-DF)

Roberto Requião (PMDB-PR)

Romário (PODE-RJ)

Ronaldo Caiado (DEM-GO)

Walter Pinheiro (S/PARTIDO-BA)

Share this post


Link to post
Share on other sites

Create an account or sign in to comment

You need to be a member in order to leave a comment

Create an account

Sign up for a new account in our community. It's easy!

Register a new account

Sign in

Already have an account? Sign in here.

Sign In Now


×