Jump to content
Maedhros

Tópico Oficial da Política - ANO 4 - LULA PRESO

Recommended Posts

Ideal: serem. culpados, Torcer pra cair na ficha limpa e não poder se candidatar, vir novos candidatos com novos ideais de justiça e honestidade

Realidade: ......

Share this post


Link to post
Share on other sites

Esse STF é tucano demais, que isso, eles quase não se esforçaram pra tirar o moluscão da cadeia.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Olá,

Temer fez um pronunciamento, acatando todas as exigências dos grevistas. Caminhoneiros dobraram o governo lindamente.

Basicamente:

- reduz o preço do diesel em 46 centavos por 60 dias, subsidiando  essa diferença com o Tesouro Nacional (basicamente sai do nosso bolso);

- isenção de pedágios para o eixo levantado (razoável)

- reajustes mensais (também razoável, mas o governo vai ter que subsidiar isso também)

- NÃO REONERAR empresas de TRANSPORTE (aí já é sacanagem, se antes falavam em locaute, isso aí deixa bem na cara que os empresários tb estão no meio dessa greve)

 

CURIOSO: essa redução de 46 centavos é NUMERICAMENTE IGUAL ao que seria obtido se o governo ZERASSE PIS/COFINS/CIDE. No entanto, esses impostos não serão zerados uma vez que o Tesouro vai bancar... MINHA DÚVIDA: o que acontece ao fim dos 60 dias? O preço VOLTA ao valor de hoje? 

No momento, essa "solução" custará 10 BILHÕES (sem contar os prejuízos da greve, que inclusive devem superar esse montante com folga se a greve continuar).

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

"custará" não, é dinheiro que nunca será usado pra nada de bom pro país que deixará de ser roubado.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Presidento Temer conseguiu o que nem o Lula conseguiu quando era sindicalista queria: parar o Brasil. 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites
7 horas atrás, Snayperskaya disse:

"custará" não, é dinheiro que nunca será usado pra nada de bom pro país que deixará de ser roubado.

mas o dinheiro que não é usado pra nada de bom nunca deixará de ser usado pra nada de bom, só tiram daquela pequena parte que volta pro povo...

Share this post


Link to post
Share on other sites
15 horas atrás, Snayperskaya disse:

"custará" não, é dinheiro que nunca será usado pra nada de bom pro país que deixará de ser roubado.

Vou além dinheiro que deixa de ser arrecadado não é nem custo nem prejuízo, tem uma diferença enorme entre deixar de receber e ter de pagar.

Share this post


Link to post
Share on other sites
44 minutos atrás, shin_akuma disse:

Vou além dinheiro que deixa de ser arrecadado não é nem custo nem prejuízo, tem uma diferença enorme entre deixar de receber e ter de pagar.

 

16 horas atrás, Snayperskaya disse:

"custará" não, é dinheiro que nunca será usado pra nada de bom pro país que deixará de ser roubado.

Olá,

Na verdade, acho que não está claro pra vocês o que vai acontecer. O ministro da Fazenda já deu entrevista coletiva, assim como os ministros no final de semana.

Primeiro: o dinheiro não vai sair do "além", e não é um dinheiro que não seria usado.

Segundo: o governo não vai abrir mão dos 10 bilhões, porque não pode. Então, não existe o "deixar de receber".

 

Por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal, uma parte do "desconto", que é referente a redução de impostos (Cide/Pis/Cofins), OBRIGA o governo a TRAZER dinheiro de OUTROS TRIBUTOS. O ministro já avisou que isso só pode ocorrer de duas formas: CORTE DE BENEFÍCIOS OU AUMENTO DE IMPOSTOS.

Um dos benefícios a ser cortado é a tal "reoneração da folha de pagamento", ou seja, as empresas voltarão a pagar mais impostos pelos funcionários (EXCETO AS TRANSPORTADORAS, QUE "COINCIDENTEMENTE" FORAM BENEFICIADAS ONTEM - e notem que isso não afeta os caminhoneiros).

Estão estudando cortar o REINTEGRA (que é o dinheiro de impostos que o governo devolve para quem EXPORTA - ou seja, exportadores vão se foder).

Se isso não for suficiente, ainda vão ter que caçar mais arranjos de outros lugares.

 

Aí sim... DEPOIS DISSO tudo, o governo vai ver QUANTO AINDA PRECISA gastar pra cobrir o restante dos (agora) 13 BILHÕES, que seria a parcela que não depende de impostos. Para essa diferença, vão criar credito extraordinário, o que significa que vão tirar dinheiro de outros investimentos (obras, atendimentos, whatever que o governo tenha que gastar) pra custear isso.

 

O governo não vai abrir mão do dinheiro. Ele vai movimentar dinheiro de um lugar pra outro, tirando coisas que o povo recebe pra pagar os caminhoneiros. Se faltar alguma coisa, aí a gente "contribui", certo?

 

 

 

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Essa negociação está absurdamente estranha. 46 centavos por litro de um dos impostos do Diesel por 60 dias resulta em 13 bi? Não sei se me assusta isso ser real ou se tiver maracutaia do governo envolvida.

  • Upvote 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

acho que existe algo "por fora" que nao esta sendo divulgado

isso normalmente é discutido em cupulas

  • Upvote 1

Share this post


Link to post
Share on other sites
19 horas atrás, Daileon disse:

Essa negociação está absurdamente estranha. 46 centavos por litro de um dos impostos do Diesel por 60 dias resulta em 13 bi? Não sei se me assusta isso ser real ou se tiver maracutaia do governo envolvida.

Olá,

Tem que fazer a conta, mas realmente devem ser muitos milhares (talvez milhões) de litros de diesel circulando por aí diariamente.

Em alguma das notícias, disseram que a frota de caminhões do país é de cerca de 2 MILHÕES de caminhões, então a conta pode estar correta de fato.

 

EDIT: Notícia de agora. A cidade do RJ tem 830 postos e receberam 10 MILHÕES de litros de combustível.

O Brasil é um país MUITO GRANDE mesmo, não tenho motivos pra duvidar que esta conta (dos 13 BILHÕES) seja correta.

 

Edited by rcaropreso

Share this post


Link to post
Share on other sites

Gilmar Mendes manda soltar homem-bomba do PSDB pela segunda vez

Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, é acusado de participar do desvio de recursos de obras públicas no estado de São Paulo durante governos do PSDB

DdB4YVWX4Act4VD.jpg

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes decidiu soltar, pela segunda vez, o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. Apontado como operador de esquemas de corrupção durante governos do PSDB, ele havia sido preso novamente nesta quarta-feira (30) por ordem da 5ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

A decisão judicial que mandou prender Souza afirmava que sua volta à cadeia era necessária para “assegurar a instrução criminal” do processo em que ele é acusado pelo desvio de recursos de R$ 7,7 milhões da Dersa, entre 2009 e 2011, nos governos José Serra e Geraldo Alckmin.

Ele havia sido preso, no âmbito do mesmo processo, em 6 de abril, mas foi solto por Gilmar no início de maio. Na ocasião, o ministro afirmou que a prisão preventiva de Souza não estava amparada em “fatos”.

Na mesma decisão, o ministro do STF mandou soltar Tatiana Arana Cremonini, filha de Paulo Vieira, e o ex-diretor de Assentamentos da Dersa, Geraldo Casas Vilela. 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Olá,

Acho que, a essa altura, não tem quem ache que as decisões desse juiz são corretas.

Ao mesmo tempo, ele mesmo já demonstrou que está "se lixando para a opinião pública".

Portanto: ele VAI continuar SOLTANDO a galera, afinal, o cargo dele é vitalício mesmo.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Em 31/05/2018 at 12:11 PM, rcaropreso disse:

Olá,

Acho que, a essa altura, não tem quem ache que as decisões desse juiz são corretas.

Ao mesmo tempo, ele mesmo já demonstrou que está "se lixando para a opinião pública".

Portanto: ele VAI continuar SOLTANDO a galera, afinal, o cargo dele é vitalício mesmo.

Um juiz solta e prende um monte de gente todo dia, o que a imprensa está fazendo é perseguir o kra, criar a fama que o kra solta todo mundo ,sendo que na profissão dele se ele for correto vai ter que soltar, cada caso é um caso.Então o brasileiro tem que deixar de ser idiota e ficar se levando pela imprensa e memes.

Share this post


Link to post
Share on other sites
3 horas atrás, shin_akuma disse:

Um juiz solta e prende um monte de gente todo dia, o que a imprensa está fazendo é perseguir o kra, criar a fama que o kra solta todo mundo ,sendo que na profissão dele se ele for correto vai ter que soltar, cada caso é um caso.Então o brasileiro tem que deixar de ser idiota e ficar se levando pela imprensa e memes.

vc ta de sacanagem neh?

Share this post


Link to post
Share on other sites
5 horas atrás, shin_akuma disse:

Um juiz solta e prende um monte de gente todo dia, o que a imprensa está fazendo é perseguir o kra, criar a fama que o kra solta todo mundo ,sendo que na profissão dele se ele for correto vai ter que soltar, cada caso é um caso.Então o brasileiro tem que deixar de ser idiota e ficar se levando pela imprensa e memes.

Olá,

 

Mas, ele não solta de forma correta. Caso contrário, outros juízes do STF também o fariam.

Aliás, ele claramente soltou suspeitos em conflito de interesse, já que até no casamento de parentes dos caras ele compareceu.

 

A taxa de HC do Gilmar é acima dos seus colegas, então algo não bate nessa estatística.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Em 07/06/2018 at 8:11 PM, rcaropreso disse:

Olá,

 

Mas, ele não solta de forma correta. Caso contrário, outros juízes do STF também o fariam.

Aliás, ele claramente soltou suspeitos em conflito de interesse, já que até no casamento de parentes dos caras ele compareceu.

 

A taxa de HC do Gilmar é acima dos seus colegas, então algo não bate nessa estatística.

 

Não só pelas estatisticas. Esse cara é bizarro:

 

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

O Gilmar se vende, simples

Ele deve ganhar uma grana preta, muita mesmo

  • Upvote 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Aqui na cidade inauguraram uma placa do Bolsonaro.

Vou esperar o debate mas o pessoal aqui ficou meio dividido.

 

Avanço de Bolsonaro e Ciro assusta mercado

Do Estadão Conteúdo

A percepção de avanço de candidaturas que representam extremos ideológicos aos olhos do mercado, casos de Ciro Gomes (PDT) e de Jair Bolsonaro (PSL), tem contribuído para o sentimento de desalento de investidores. Eles antecipam risco de desfecho eleitoral desfavorável à agenda de reformas e, consequentemente, ao desempenho da economia, segundo levantamento feito por O Estado de S. Paulo com dez instituições financeiras e sondagem feita pela XP Investimentos com 204 investidores. 

Tal avaliação vem sendo embalada pelo mau desempenho nas pesquisas de candidatos vistos como fiscalmente responsáveis, como Geraldo Alckmin (PSDB), que segue patinando, e Henrique Meirelles (MDB), que demonstra raquitismo nas prévias eleitorais.

Analistas avaliam que Bolsonaro e Ciro se fortaleceram com a crise política provocada pela greve dos caminhoneiros e a fragilidade do governo Temer. A leitura, diante do apoio popular ao movimento grevista, é de que um candidato reformista tem menos chances de ser eleito. "O comprometimento do candidato que o mercado quer, de prosseguir com a agenda de reformas, não é o mesmo do eleitor comum", afirma Sérgio Lazzarini, professor do Insper.

O descompasso entre a aspiração dos investidores e as indicações recentes do eleitorado, que sinaliza aderência a discursos mais populistas, tem forçado o mercado a refazer suas contas, diz Paulo Leme, da Vinland Capital. "Há contraste cruel entre o que o mercado idealizou e a realidade crua da política brasileira."

O revés nas expectativas transpareceu de forma mais clara nos últimos dias em sondagem da XP Investimentos, que, desde 2017, reúne impressões dos investidores sobre os presidenciáveis. Até abril deste ano, o levantamento mostrava que as fichas do mercado estavam na candidatura de Alckmin, a quem se atribuía boas chances de chegar ao Planalto. Agora a pesquisa, que ouviu 204 investidores nos dias 4 e 5 de junho, indicou aposta maior num segundo turno entre Ciro e Bolsonaro, com investidores creditando mais chances de vitória ao deputado.

O problema aos olhos do mercado é que nenhum dos dois desfruta, por ora, da confiança que os investidores depositam em Alckmin, cuja eleição levaria à alta da Bolsa e à queda do dólar e dos juros para a maior parte dos investidores ouvidos pela XP.

Na comparação com Bolsonaro, Ciro assusta mais. Dos entrevistados, 94% apostam que, se ele vencer, a Bolsa recuará. Já 80% projetam desvalorização do câmbio, levando o dólar para mais de R$ 4.

 

Entre as instituições ouvidas pelo Estado, que falaram sob reserva, foi manifestada preocupação em relação ao discurso de Ciro de ingerência na economia, de uso das estatais e de aumento de impostos em detrimento do corte de gastos.

A avaliação do "risco Bolsonaro" vem melhorando a cada sondagem da XP, mas o mercado ainda se mostra reticente. A maior parte (51%) não acredita na capacidade de a vitória de Bolsonaro impulsionar a Bolsa e 45% dizem que sua vitória levaria à alta do dólar. 

Os investidores  demonstram incerteza em relação ao comprometimento de Bolsonaro com a agenda liberal que vem sendo propagada por Paulo Guedes, que coordena o programa econômico do deputado. A maior parte dos investidores citou posicionamentos estatizantes e intervencionistas de Bolsonaro no passado como razão para a desconfiança. Também é motivo de temor o fato de Bolsonaro pertencer a um partido pequeno, o que levaria à dificuldade de articular a aprovação de medidas no Congresso.

Ainda correndo por fora, à espera de uma decisão do PT, Fernando Haddad desperta desconfiança tanto quanto Ciro Gomes. Se eleito, a Bolsa cairia do patamar atual, segundo 94% dos investidores ouvidos pela XP. Para 51%, cairia abaixo dos 65 mil pontos. O câmbio ficaria acima de R$ 4 para 70% dos consultados.

 

Para Silvia Matos, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, o cenário de pânico visto no mercado financeiro nos últimos dias é um sinal de alerta tanto para a sociedade quanto para os pré-candidatos. Fuga de capitais, alta no dólar e desvalorização de ações na Bolsa seriam uma antecipação do que poderia ocorrer num governo populista. 

Segundo o cientista político do Insper, Carlos Melo, o maior risco, nesse caso, é de "desinstitucionalização". "Um líder populista renega a lei e esvazia as instituições. Na economia, por exemplo, não haverá regras e normas claras", afirma. "Não há como ter desenvolvimento nem bem-estar econômico."

Edited by Dav

Share this post


Link to post
Share on other sites

O que é bom pro mercado é ruim pro país, eles se dão bem ou nós.

Em 07/06/2018 at 6:43 PM, Gold disse:

vc ta de sacanagem neh?

Não disse que ele é honesto, mas parte de que a imprensa pega no pé dele mais do que dos outros é óbvio, agora ele não pode soltar ninguém que já é capa do G1.

Share this post


Link to post
Share on other sites

STF arquiva caso do caixa 2 de R$ 500 mil do chanceler  Aloysio Nunes (PSDB)

Dfbh-NnX0AE5TIj.jpg

'Com Supremo, com tudo' . O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello arquivou nesta segunda-feira (11) inquérito aberto para apurar a suposta doação eleitoral não contabilizada ao ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, em 2010.

A investigação está relacionada com os depoimentos de delação premiada do ex-executivo da empreiteira UTC Ricardo Pessoa. Segundo o delator, ele teria acertado doação de R$ 500 mil à campanha de Aloysio Nunes ao Senado, em 2010. Aloysio está licenciado do mandato para ocupar o cargo de ministro.

Celso de Mello atendeu a um pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, há duas semanas. Pela jurisprudência da Corte, o relator deve arquivar a investigação quando o pedido é feito pela PGR.

Ao pedir o arquivamento, Raquel Dodge afirmou que os delatores não apresentaram provas para corroborar os depoimentos e não há dados suficientes para embasar o processo criminal.

"A autoridade policial no seu relatório final reconhece que as afirmativas constantes do termo de colaboração de Ricardo Ribeiro Pessoa, especificamente em relação à suposta doação em espécie à campanha de Aloysio Nunes Ferreira em 2010, não foram corroboradas por outros elementos de prova suficientes a comprovar a materialidade e a autoria das infrações investigadas, e, por isso, não há elementos para deflagrar ação penal", argumentou Dodge.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Após correr para condenar Lula, TRF4 é lento para liberar processo

 

Justiça Federal

Os advogados de Lula questionam, no STF (Supremo Tribunal Federal) e no STJ (Superior Tribunal de Justiça), o ritmo agora implanta do pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) para apreciar o recurso que permitiria levar a discussão sobre a condenação do ex-presidente às instâncias superiores.

O TRF-4 foi célere ao apreciar a condenação imposta pelo juiz Sergio Moro a Lula. O relator do processo, desembargador João Pedro Gebran Neto, levou 36 dias para concluir sua análise. O revisor, Leandro Paulsen , liberou o seu parecer em seis dias. No total, os dois demoraram 42 dias para analisar todas as acusações e as peças de defesa.

A intimação eletrônica para que o Ministério Público Federal apresentasse resposta aos recursos de Lula demorou, apenas para ser efetivada, o mesmo tempo que os desembargadores levaram para ler todo o processo: 42 dias.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Em 10/06/2018 at 9:24 PM, Dav disse:

Aqui na cidade inauguraram uma placa do Bolsonaro.

Vou esperar o debate mas o pessoal aqui ficou meio dividido.

 

Avanço de Bolsonaro e Ciro assusta mercado

Do Estadão Conteúdo

A percepção de avanço de candidaturas que representam extremos ideológicos aos olhos do mercado, casos de Ciro Gomes (PDT) e de Jair Bolsonaro (PSL), tem contribuído para o sentimento de desalento de investidores. Eles antecipam risco de desfecho eleitoral desfavorável à agenda de reformas e, consequentemente, ao desempenho da economia, segundo levantamento feito por O Estado de S. Paulo com dez instituições financeiras e sondagem feita pela XP Investimentos com 204 investidores. 

Tal avaliação vem sendo embalada pelo mau desempenho nas pesquisas de candidatos vistos como fiscalmente responsáveis, como Geraldo Alckmin (PSDB), que segue patinando, e Henrique Meirelles (MDB), que demonstra raquitismo nas prévias eleitorais.

Analistas avaliam que Bolsonaro e Ciro se fortaleceram com a crise política provocada pela greve dos caminhoneiros e a fragilidade do governo Temer. A leitura, diante do apoio popular ao movimento grevista, é de que um candidato reformista tem menos chances de ser eleito. "O comprometimento do candidato que o mercado quer, de prosseguir com a agenda de reformas, não é o mesmo do eleitor comum", afirma Sérgio Lazzarini, professor do Insper.

O descompasso entre a aspiração dos investidores e as indicações recentes do eleitorado, que sinaliza aderência a discursos mais populistas, tem forçado o mercado a refazer suas contas, diz Paulo Leme, da Vinland Capital. "Há contraste cruel entre o que o mercado idealizou e a realidade crua da política brasileira."

O revés nas expectativas transpareceu de forma mais clara nos últimos dias em sondagem da XP Investimentos, que, desde 2017, reúne impressões dos investidores sobre os presidenciáveis. Até abril deste ano, o levantamento mostrava que as fichas do mercado estavam na candidatura de Alckmin, a quem se atribuía boas chances de chegar ao Planalto. Agora a pesquisa, que ouviu 204 investidores nos dias 4 e 5 de junho, indicou aposta maior num segundo turno entre Ciro e Bolsonaro, com investidores creditando mais chances de vitória ao deputado.

O problema aos olhos do mercado é que nenhum dos dois desfruta, por ora, da confiança que os investidores depositam em Alckmin, cuja eleição levaria à alta da Bolsa e à queda do dólar e dos juros para a maior parte dos investidores ouvidos pela XP.

Na comparação com Bolsonaro, Ciro assusta mais. Dos entrevistados, 94% apostam que, se ele vencer, a Bolsa recuará. Já 80% projetam desvalorização do câmbio, levando o dólar para mais de R$ 4.

 

Entre as instituições ouvidas pelo Estado, que falaram sob reserva, foi manifestada preocupação em relação ao discurso de Ciro de ingerência na economia, de uso das estatais e de aumento de impostos em detrimento do corte de gastos.

A avaliação do "risco Bolsonaro" vem melhorando a cada sondagem da XP, mas o mercado ainda se mostra reticente. A maior parte (51%) não acredita na capacidade de a vitória de Bolsonaro impulsionar a Bolsa e 45% dizem que sua vitória levaria à alta do dólar. 

Os investidores  demonstram incerteza em relação ao comprometimento de Bolsonaro com a agenda liberal que vem sendo propagada por Paulo Guedes, que coordena o programa econômico do deputado. A maior parte dos investidores citou posicionamentos estatizantes e intervencionistas de Bolsonaro no passado como razão para a desconfiança. Também é motivo de temor o fato de Bolsonaro pertencer a um partido pequeno, o que levaria à dificuldade de articular a aprovação de medidas no Congresso.

Ainda correndo por fora, à espera de uma decisão do PT, Fernando Haddad desperta desconfiança tanto quanto Ciro Gomes. Se eleito, a Bolsa cairia do patamar atual, segundo 94% dos investidores ouvidos pela XP. Para 51%, cairia abaixo dos 65 mil pontos. O câmbio ficaria acima de R$ 4 para 70% dos consultados.

 

Para Silvia Matos, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, o cenário de pânico visto no mercado financeiro nos últimos dias é um sinal de alerta tanto para a sociedade quanto para os pré-candidatos. Fuga de capitais, alta no dólar e desvalorização de ações na Bolsa seriam uma antecipação do que poderia ocorrer num governo populista. 

Segundo o cientista político do Insper, Carlos Melo, o maior risco, nesse caso, é de "desinstitucionalização". "Um líder populista renega a lei e esvazia as instituições. Na economia, por exemplo, não haverá regras e normas claras", afirma. "Não há como ter desenvolvimento nem bem-estar econômico."

orra, Estadão fez um fanservice topzera pro Alckmin :lol: , nem disfarçam.

  • Upvote 1

Share this post


Link to post
Share on other sites
19 horas atrás, shin_akuma disse:

Após correr para condenar Lula, TRF4 é lento para liberar processo

 

Justiça Federal

Os advogados de Lula questionam, no STF (Supremo Tribunal Federal) e no STJ (Superior Tribunal de Justiça), o ritmo agora implanta do pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) para apreciar o recurso que permitiria levar a discussão sobre a condenação do ex-presidente às instâncias superiores.

O TRF-4 foi célere ao apreciar a condenação imposta pelo juiz Sergio Moro a Lula. O relator do processo, desembargador João Pedro Gebran Neto, levou 36 dias para concluir sua análise. O revisor, Leandro Paulsen , liberou o seu parecer em seis dias. No total, os dois demoraram 42 dias para analisar todas as acusações e as peças de defesa.

A intimação eletrônica para que o Ministério Público Federal apresentasse resposta aos recursos de Lula demorou, apenas para ser efetivada, o mesmo tempo que os desembargadores levaram para ler todo o processo: 42 dias.

Quase não conseguem gente suficiente para segurar a faixa...

Share this post


Link to post
Share on other sites

Create an account or sign in to comment

You need to be a member in order to leave a comment

Create an account

Sign up for a new account in our community. It's easy!

Register a new account

Sign in

Already have an account? Sign in here.

Sign In Now


×