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Maedhros

Tópico Oficial da Política - ANO 5 - Começou a Nova Era [+LulaLivre em 2043]

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19 horas atrás, burn disse:

O problema tem correção vergonhosamente simples

Vc que foi condicionado a pensar que é insolúvel. Todos do norte nordeste pensam assim

É patético na verdade que isso não tenha sido resolvido ainda já que existem inúmeros lençóis subterrâneos

O problema foram os políticos da região que consideravam aumento do número de miseráveis e em situação deplorável, matéria prima de campanha

Em uma realidade justa seria pena de morte para todos que pensavam e contribuiram para que a situação chegasse nesse ponto

Em qual momento disse que era insolúvel?

Citei a distribuição pq todos os anos em que vivi por lá vi inúmeras ações no sertão para fazer a água "brotar" de lençóis freáticos, aquíferos etc,  mas nenhum plano fodástico para distribuí-la, por isso minha atenção a um plano conjunto para resolver o problema como um todo, não um pedaço dele apenas como vem sendo conduzido para manter a famosa "ciranda da seca".

E como vc mesmo citou, fui condicionado e para mudar minha crença só com resultados. 

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obvio

o outro produtor de resultados seria nao elegar mais filhos da puta na regiao mas ai é com o povo de la e vai ser ser um problema de geracoes pra que seja sanado

Edited by burn

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7 horas atrás, burn disse:

obvio

o outro produtor de resultados seria nao elegar mais filhos da puta na regiao mas ai é com o povo de la e vai ser ser um problema de geracoes pra que seja sanado

Concordo contigo, para resolver o problema no Nordeste o povo precisaria pensar por si mesmo.

 

15420825_1057823277677376_60297993787602

 

Imagina essa galera aí antenada, com consciência social, nível cultural para entender como funciona o "mundo" e tomar melhores decisões coletivas. O desafio é gigante

 

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Espero que melhorem  a situação dessa gente...

Edited by Megaman

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16 horas atrás, DeeJ disse:

Concordo contigo, para resolver o problema no Nordeste o povo precisaria pensar por si mesmo.

 

15420825_1057823277677376_60297993787602

 

Imagina essa galera aí antenada, com consciência social, nível cultural para entender como funciona o "mundo" e tomar melhores decisões coletivas. O desafio é gigante

 

presumo que vc ache que eu nao sei disso nem tenha tido contato com essa parcela miseravel da populacao

passei 6 meses em projeto comunitario em regioes miseraveis da regiao metropolitana de curitiba, onde gente tomava agua poluida todos os dias, passava semanas sem banho e comia restos de lixo/descartes de comida esquentado de outros. duas vezes por semana passava auxilio social da prefeitura e outro dia aleatorio, de igrejas locais

mesmo assim eles tinham capacidade de julgamento. ninguem ali era burro, alias todo mundo devido a condicao, era extremamente desconfiado

a solucao do nordeste é essa, desconfiar de gente podre como os politicos historicamente dessa regiao sao, ter na cabeca que a situacao nao é miraculosamente resolvida. a fé é um grande fator negativo dessa regiao tambem ja que muitos confiam a solucao do problema a deus

agora com essa fabrica de gado eleitoral teoricamente quebrada, talvez vejamos algum progresso na regiao.

mas questao da agua é de uma facilidade de resolucao que chega a dar vergonha

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32 minutos atrás, burn disse:

mas questao da agua é de uma facilidade de resolucao que chega a dar vergonha

Comecaram a criticar a "dessalinização" de agua do mar do bolsonaro dizendo que ja existe... mas pq nao fazem? pq nao usam? esse pessoal que usa esse tipo de coisa apenas pra criticar a quem ela se opoe é um lixo, ao invez de apoiar o que o kra ta fazendo critica de forma impensada e cruel 

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isso é normal

criticam até o envio da forca nacional pra resolver merdas de incapazes

o povo brasileiro é extremamente burro em grande maioria

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Volta e meia volto na primeira página desse tópico pra lembrar a lama que o Brasil estava... As notícias de 5 anos atrás são brochantes, parece que estávamos reféns dos bandidos e sem expectativa nenhuma de mudar isso.

Parece que depois do Lula (por mais ladrão que tenha sido ele ao menos geria o país), o país passou por 8 anos sem presidente... A (des)gestão da Dilma e a impopularidade do Temer dava a impressão que o país estava à deriva sem ninguém no leme.

Por maiores que sejam os tropeços parece que o país tá saindo da anarquia que se encontrava. Espero poder voltar à este post daqui 4 anos e ver que a coisa melhorou ao menos um pouco.

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8 horas atrás, burn disse:

presumo que vc ache que eu nao sei disso nem tenha tido contato com essa parcela miseravel da populacao

passei 6 meses em projeto comunitario em regioes miseraveis da regiao metropolitana de curitiba, onde gente tomava agua poluida todos os dias, passava semanas sem banho e comia restos de lixo/descartes de comida esquentado de outros. duas vezes por semana passava auxilio social da prefeitura e outro dia aleatorio, de igrejas locais

mesmo assim eles tinham capacidade de julgamento. ninguem ali era burro, alias todo mundo devido a condicao, era extremamente desconfiado

a solucao do nordeste é essa, desconfiar de gente podre como os politicos historicamente dessa regiao sao, ter na cabeca que a situacao nao é miraculosamente resolvida. a fé é um grande fator negativo dessa regiao tambem ja que muitos confiam a solucao do problema a deus

agora com essa fabrica de gado eleitoral teoricamente quebrada, talvez vejamos algum progresso na regiao.

mas questao da agua é de uma facilidade de resolucao que chega a dar vergonha

Interessante a sua experiência, ter contato com gente miserável é uma experiência que marca demais uma pessoa.

Sobre a foto, utilizei para reforçar meu argumento de que o desafio, o problema ali é enorme e a solução, por mais simples que seja, precisa vir completa para quebrar a ciranda da seca (que engloba todos essas causas que você vem citando no tópico). Não estou falando apenas de soluções técnicas , estou falando de todo arcabouço político e humano envolvidos ali também.

Concordo que a solução técnica é simples, o exemplo de Israel é foda: dessalinização, técnicas de gotejamento e tecnologia envolvida.

Porém, precisa de seres humanos para  fazer acontecer e esse é um belo desafio para o governo federal, veremos quais soluções serão aplicadas.

Eu tô bem curioso e cético também.

 

Edited by DeeJ

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Em 07/01/2019 at 9:29 AM, DHX disse:

É NOVA ERA PETISTA SAFADA!
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Se nem os "trabalhadores" conseguiram deixar de trabalhar com esses lixos, não será populistas elegidos democraticamente que irão. Quando alguém tentou, levou impeachment

Eles dão as cartas. Infeliz realidade. São a origem do atraso desse país de merda

Edited by GrayFox(RJ)

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4 horas atrás, GrayFox(RJ) disse:

Se nem os "trabalhadores" conseguiram deixar de trabalhar com esses lixos, não será populistas elegidos democraticamente que irão. Quando alguém tentou, levou impeachment

Eles dão as cartas. Infeliz realidade. São a origem do atraso desse país de merda

Eu acredito que esse governo tem fôlego pra chutar e tirar de cena qualquer entrave que se colocar pelo caminho. Basta querer.

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11 horas atrás, Snayperskaya disse:

Eu acredito que esse governo tem fôlego pra chutar e tirar de cena qualquer entrave que se colocar pelo caminho. Basta querer.

Olá,

 

O cara trabalhava há 18 anos no Banco, ok. Salário de 12k, ok.

MAS... magicamente, após a eleição, a competência do cara foi "descoberta" e ele foi alçado a um cargo que paga O TRIPLO, 36k.

 

Parabéns!

 

O nome do cara? "Filho do Mourão, nosso vice".

 

OK. Parabéns!

 

 

Promoção de filho no BB faz Mourão se explicar a Bolsonaro...

 

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2019/01/09/promocao-de-filho-faz-vice-se-explicar-a-bolsonaro.htm

Antônio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, foi promovido a assessor especial da presidência do Banco do Brasil e vai receber salário de R$ 36 mil - o triplo do valor atual. A decisão, defendida pelo vice e pelo comando do banco, provocou polêmica no governo e fez com que Mourão tivesse de se explicar ao presidente Jair Bolsonaro, que se elegeu e tomou posse com discursos contra privilégios e pela meritocracia no serviço público

 

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Eita carai, prevejo o mourão dando muita dor de cabeça

Edited by DeeJ

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mour%C3%A3o-blog-MM.jpg

da pra perceber que o cara é so o filhinho queridinho do papai mesmo

mourao faz merda desde antes da eleicao

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6 horas atrás, rcaropreso disse:

Olá,

 

O cara trabalhava há 18 anos no Banco, ok. Salário de 12k, ok.

MAS... magicamente, após a eleição, a competência do cara foi "descoberta" e ele foi alçado a um cargo que paga O TRIPLO, 36k.

 

Parabéns!

 

O nome do cara? "Filho do Mourão, nosso vice".

 

OK. Parabéns!

 

 

Promoção de filho no BB faz Mourão se explicar a Bolsonaro...

 

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2019/01/09/promocao-de-filho-faz-vice-se-explicar-a-bolsonaro.htm

Antônio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, foi promovido a assessor especial da presidência do Banco do Brasil e vai receber salário de R$ 36 mil - o triplo do valor atual. A decisão, defendida pelo vice e pelo comando do banco, provocou polêmica no governo e fez com que Mourão tivesse de se explicar ao presidente Jair Bolsonaro, que se elegeu e tomou posse com discursos contra privilégios e pela meritocracia no serviço público

 

Isso é inveja sua, bem coisa de mortadela, não estuda e agora quer tirar o mérito dos outros.  :nag::nag::nag:

Esperando algum fanático falar dos filhos do molusco

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5 horas atrás, DHX disse:

Isso é inveja sua, bem coisa de mortadela, não estuda e agora quer tirar o mérito dos outros.  :nag::nag::nag:
 

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Esperando algum fanático falar dos filhos do molusco

 

 

Eu ia postar parte da podridão de todos, mas a informação tá de graça na internet... e PTista nem ler sabe, então não adiantaria de nada de qualquer forma. :Jackson_popcorn:

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A presidente do PT, senadora e deputada eleita, Gleisi Hoffmann, está na Venezuela onde participa, nesta quinta-feira (10), da posse de Nicolás Maduro em segundo mandato como presidente do país. Em conversa com o blog nesta quinta, ela justifica a presença no ato por "vários motivos" como "marcar posição contra grosseira relação do governo Bolsonaro com a Venezuela".

Maduro foi reeleito em maio do ano passado, com quase 70% dos votos, em eleição que foi boicotada pela oposição, teve alta abstenção e denúncias de fraude. A posse de Maduro em novo mandato não é reconhecida pela Assembleia Nacional e por dezenas de países.

"Vamos [à posse] por vários motivos. Para marcar posição desta grosseira relação do governo Bolsonaro com a Venezuela; fala fino com os Estados Unidos (EUA) e grosso com a Venezuela", declarou a deputada eleita.

 

que mulherzinha de satã essa peppa :lula:

agora uma delicia cremosa pra contra balancar a da peppa:

8:41 é um dos pontos alto da delicia :lula:

9:29 e 10:18 tem outros

Edited by burn
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36 minutos atrás, burn disse:

A presidente do PT, senadora e deputada eleita, Gleisi Hoffmann, está na Venezuela onde participa, nesta quinta-feira (10), da posse de Nicolás Maduro em segundo mandato como presidente do país. Em conversa com o blog nesta quinta, ela justifica a presença no ato por "vários motivos" como "marcar posição contra grosseira relação do governo Bolsonaro com a Venezuela".

Maduro foi reeleito em maio do ano passado, com quase 70% dos votos, em eleição que foi boicotada pela oposição, teve alta abstenção e denúncias de fraude. A posse de Maduro em novo mandato não é reconhecida pela Assembleia Nacional e por dezenas de países.

"Vamos [à posse] por vários motivos. Para marcar posição desta grosseira relação do governo Bolsonaro com a Venezuela; fala fino com os Estados Unidos (EUA) e grosso com a Venezuela", declarou a deputada eleita.

 

que mulherzinha de satã essa peppa :lula:

agora uma delicia cremosa pra contra balancar a da peppa:

8:41 é um dos pontos alto da delicia :lula:

9:29 e 10:18 tem outros

:b3:

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Olá,

Vai lá, mitomerda... o mestre do rollback!

 

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/01/governo-bolsonaro-tem-media-de-um-recuo-por-dia.shtml

Governo Bolsonaro tem média de um recuo por dia

Equipe voltou atrás em pelo menos nove decisões anunciadas

 

10.jan.2019 às 12h00
 
Marina Dias
BRASÍLIA

Nos primeiros nove dias como presidente, Jair Bolsonaro voltou atrás em pelo menos nove decisões anunciadas por seu governo.

A média de um recuo por dia reflete a falta de planejamento do primeiro escalão e a personalidade dispersa e pouco assertiva do presidente.

Em sua estreia no terceiro andar do Palácio do Planalto, na terça-feira (1º), Bolsonaro assinou o decreto que reajustava o salário mínimo de R$ 954 para R$ 998.

A chancela do presidente, porém, foi anunciada horas depois que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, havia garantido que as primeiras ações do novo chefe do Executivo sairiam somente a partir do dia seguinte.

Além da primeira escorregada do ano, o principal auxiliar político de Bolsonaro foi personagem relevante de outras quatro mudanças de discurso: o aumento do IOF, a redução da alíquota do Imposto de Renda, a "despetização" dos servidores públicos e o anúncio das metas prioritárias do governo.

Na semana passada, Onyx foi escalado para avisar publicamente que o presidente havia se “equivocado” ao anunciar o aumento do IOF (Imposto de Operações Financeiras) e da redução da alíquota do IR, de 27,5% para 25%.

Bolsonaro deu publicidade às medidas na sexta (4), mas foi desmentido pouco tempo depois pelo secretário da Receita Federal, Marcos Cintra.

Onyx disse que havia estudos sobre o aumento do IOF que foram descartados, mesmo depois de Bolsonaro ter dito que assinara um decreto sobre o assunto.

Foi também o chefe da Casa Civil quem bateu bumbo para a exoneração de 320 servidores vinculados a sua pasta. 

Segundo ele, era preciso identificar os funcionários nomeados durante as gestões de Lula e Dilma Rousseff e tirá-los de vez do Planalto.

A saída em massa dos servidores paralisou o trabalho da Comissão de Ética Pública, que perdeu 16 dos 17 funcionários de sua equipe.

Dias depois, no entanto, o colegiado anunciou a readmissão dos servidores para evitar prejuízo dos trabalhos.

Na terça-feira (8), o general Augusto Heleno, que comanda o GSI (Gabinete de Segurança Institucional), desmentiu Onyx sobre a existência de um plano de anúncio das medidas prioritárias do governo.

Após as duas reuniões de Bolsonaro com seus 22 ministros, o chefe da Casa Civil prometeu divulgar metas para os 100 primeiros dias da gestão, mas nada aconteceu.

A disputa entre os núcleos político e econômico dos governos é comum desde a redemocratização, mas causou estranhamento entre os observadores mais experientes de Brasília um atrito exposto tão rapidamente.

Além dos dois grupos, a gestão de Bolsonaro conta ainda com o militar. São sete no primeiro escalão.
O chefe do GSI foi quem também acabou com a polêmica sobre a instalação de uma base militar americana no Brasil. 

Bolsonaro havia dito, em entrevista ao SBT, ver uma possibilidade de receber a base. Heleno, no entanto, afirmou que Bolsonaro disse que nunca falou do tema e que foi feito “um auê” sem razão.

O general-ministro também foi categórico ao descartar interrupção, por parte do governo, do acordo entre Embraer e Boeing, fechado em dezembro e que precisa do aval do Planalto. Bolsonaro havia colocado dúvidas sobre a continuidade do negócio. 

Nesta quarta (9), o governo Bolsonaro voltou atrás mais duas vezes: na suspensão do processo de reforma agrária e nas mudanças no edital de compra de livros didáticos pelo Ministério da Educação.

O edital havia deixado de exigir das editoras referências bibliográficas e o compromisso com a agenda da não violência contra mulheres, promoção das culturas quilombolas e dos povos do campo.

É provável que haja novos recuos, sobre a reforma da Previdência, por exemplo. Bolsonaro chegou a defender uma idade mínima de 57 anos para a aposentadoria de mulheres e 62 para homens. 

A proposta não agrada ao ministro Paulo Guedes e o texto nem mesmo foi fechado pelo time dele.

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nem o apelidinho difamatorio que esquerdinhas colocam nele pega, so choro é constante :fodase:

voltando a coisas que importam:

madurinho tá fudido :lula:

Edited by burn

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1 hora atrás, rcaropreso disse:

Olá,

Vai lá, mitomerda... o mestre do rollback!

 

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/01/governo-bolsonaro-tem-media-de-um-recuo-por-dia.shtml

Governo Bolsonaro tem média de um recuo por dia

Equipe voltou atrás em pelo menos nove decisões anunciadas

 

10.jan.2019 às 12h00
 
Marina Dias
BRASÍLIA

Nos primeiros nove dias como presidente, Jair Bolsonaro voltou atrás em pelo menos nove decisões anunciadas por seu governo.

A média de um recuo por dia reflete a falta de planejamento do primeiro escalão e a personalidade dispersa e pouco assertiva do presidente.

Em sua estreia no terceiro andar do Palácio do Planalto, na terça-feira (1º), Bolsonaro assinou o decreto que reajustava o salário mínimo de R$ 954 para R$ 998.

A chancela do presidente, porém, foi anunciada horas depois que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, havia garantido que as primeiras ações do novo chefe do Executivo sairiam somente a partir do dia seguinte.

Além da primeira escorregada do ano, o principal auxiliar político de Bolsonaro foi personagem relevante de outras quatro mudanças de discurso: o aumento do IOF, a redução da alíquota do Imposto de Renda, a "despetização" dos servidores públicos e o anúncio das metas prioritárias do governo.

Na semana passada, Onyx foi escalado para avisar publicamente que o presidente havia se “equivocado” ao anunciar o aumento do IOF (Imposto de Operações Financeiras) e da redução da alíquota do IR, de 27,5% para 25%.

Bolsonaro deu publicidade às medidas na sexta (4), mas foi desmentido pouco tempo depois pelo secretário da Receita Federal, Marcos Cintra.

Onyx disse que havia estudos sobre o aumento do IOF que foram descartados, mesmo depois de Bolsonaro ter dito que assinara um decreto sobre o assunto.

Foi também o chefe da Casa Civil quem bateu bumbo para a exoneração de 320 servidores vinculados a sua pasta. 

Segundo ele, era preciso identificar os funcionários nomeados durante as gestões de Lula e Dilma Rousseff e tirá-los de vez do Planalto.

A saída em massa dos servidores paralisou o trabalho da Comissão de Ética Pública, que perdeu 16 dos 17 funcionários de sua equipe.

Dias depois, no entanto, o colegiado anunciou a readmissão dos servidores para evitar prejuízo dos trabalhos.

Na terça-feira (8), o general Augusto Heleno, que comanda o GSI (Gabinete de Segurança Institucional), desmentiu Onyx sobre a existência de um plano de anúncio das medidas prioritárias do governo.

Após as duas reuniões de Bolsonaro com seus 22 ministros, o chefe da Casa Civil prometeu divulgar metas para os 100 primeiros dias da gestão, mas nada aconteceu.

A disputa entre os núcleos político e econômico dos governos é comum desde a redemocratização, mas causou estranhamento entre os observadores mais experientes de Brasília um atrito exposto tão rapidamente.

Além dos dois grupos, a gestão de Bolsonaro conta ainda com o militar. São sete no primeiro escalão.
O chefe do GSI foi quem também acabou com a polêmica sobre a instalação de uma base militar americana no Brasil. 

Bolsonaro havia dito, em entrevista ao SBT, ver uma possibilidade de receber a base. Heleno, no entanto, afirmou que Bolsonaro disse que nunca falou do tema e que foi feito “um auê” sem razão.

O general-ministro também foi categórico ao descartar interrupção, por parte do governo, do acordo entre Embraer e Boeing, fechado em dezembro e que precisa do aval do Planalto. Bolsonaro havia colocado dúvidas sobre a continuidade do negócio. 

Nesta quarta (9), o governo Bolsonaro voltou atrás mais duas vezes: na suspensão do processo de reforma agrária e nas mudanças no edital de compra de livros didáticos pelo Ministério da Educação.

O edital havia deixado de exigir das editoras referências bibliográficas e o compromisso com a agenda da não violência contra mulheres, promoção das culturas quilombolas e dos povos do campo.

É provável que haja novos recuos, sobre a reforma da Previdência, por exemplo. Bolsonaro chegou a defender uma idade mínima de 57 anos para a aposentadoria de mulheres e 62 para homens. 

A proposta não agrada ao ministro Paulo Guedes e o texto nem mesmo foi fechado pelo time dele.

 

É o problema de não ter um porta-voz e tornar todas as idéias públicas antes de discuti-las. Esse tipo de coisa se acerta com o tempo.

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18 horas atrás, Snayperskaya disse:

 

Eu ia postar parte da podridão de todos, mas a informação tá de graça na internet... e PTista nem ler sabe, então não adiantaria de nada de qualquer forma. :Jackson_popcorn:

Fala da  mulher do molusco e como ela ficou rica vendendo avon tbm ? Não vais querer comprovar que tu te informa na unizap.
Cara lula ta preso, numa sela bem quentinha em Curitiba, vamos nos focar no cara que disse que ia acabar com a mamata e roubalheira, mas que ate agora, só vem fazendo o contrário...

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e a primeira vez na minha vida que eu vejo o PSOL fazendo algo que preste !!!

Psol entra com representação contra nomeação de filho de Mourão no  bb

 
 
 
 
 
 
 
Filho do vice-presidente Hamilton Mourão foi nomeado para o cargo de assessor especial da Presidência do Banco do Brasil© Sérgio Lima Filho do vice-presidente Hamilton Mourão foi nomeado para o cargo de assessor especial da Presidência do Banco do Brasil

O Psol entrou com uma representação nesta 5ª feira (10.jan.2019) na Comissão de Ética Pública em que pede a anulação da nomeação de Antonio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente Hamilton Mourão, para o cargo de assessor especial da presidência do Banco do Brasil.

A nomeação de Antonio Hamilton Rossell Mourão foi confirmada pela assessoria do banco na última 3ª feira (8.jan.2019) e teve uma repercussão negativa nas redes sociais.

O filho de Mourão atua no BB há 18 anos –há 11, era assessor na diretoria de agronegócios. É formado em administração de empresas e tem pós-graduações em agronegócios e em desenvolvimento sustentável. Com a promoção, terá 1 aumento salarial dos atuais R$ 12.000 para R$ 37.500.

Para o presidente do Psol, Juliano Medeiros, a nomeação do filho do vice-presidente ao cargo, uma semana depois da posse do novo governo, “não foi apenas inadequada ou extemporânea”“fere princípios que devem orientar a administração pública”.

“Diante da indignação popular com a nomeação, o governo deveria voltar atrás. Sem isso, não nos resta alternativa senão provocar a Comissão de Ética Pública da Presidência da República”, disse.

Na representação, o partido alega que a promoção do filho de Mourão vai contra o decreto 7203/2010, que trata sobre o nepotismo. O decreto veda nomeações, contratações ou designações de familiar de ministro de Estado, familiar da máxima autoridade administrativa correspondente ou, ainda, familiar de ocupante de cargo em comissão ou função de confiança de direção, chefia ou assessoramento, para cargo em comissão ou função de confiança.

“As vedações deste artigo estendem-se aos familiares do Presidente e do Vice-Presidente da República e, nesta hipótese, abrangem todo o Poder Executivo Federal”, diz o 2º parágrafo do artigo 2º do decreto.

O documento também alega que a decisão vai contra o código de conduta da alta administração federal da Presidência da República.

“Pode o agente público nomear, indicar ou influenciar, direta ou indiretamente, a contratação, por autoridade competente, de parente consanguíneo ou por afinidade para o exercício de cargo, emprego ou função pública? Não, pois esta conduta ofende o princípio da moralidade administrativa e compromete a gestão ética. A vedação abrange os casos denominados “de reciprocidade”, ou seja, o parente A se vincule a B e o parente B se vincule A”, diz o código.

O QUE DIZ MOURÃO

Na última 3ª feira (8.jan), por meio do Twitter, o vice-presidente Hamilton Mourão disse que seu filho foi nomeado ao cargo por “excelentes serviços, conduta irrepreensível e por absoluta confiança pessoal do Presidente do Banco”  em 19 anos de atuação no Banco do Brasil.

“Meu filho, Antônio, ingressou por concurso no BB há 19 anos. Com excelentes serviços, conduta irrepreensível e por absoluta confiança pessoal do Presidente do Banco foi escolhido por ele para sua assessoria. Em governos anteriores, honestidade e competência não eram valorizados”, disse.

 

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11 horas atrás, sonda 2 disse:

e a primeira vez na minha vida que eu vejo o PSOL fazendo algo que preste !!!

Psol entra com representação contra nomeação de filho de Mourão no  bb

 
 
Filho do vice-presidente Hamilton Mourão foi nomeado para o cargo de assessor especial da Presidência do Banco do Brasil© Sérgio Lima Filho do vice-presidente Hamilton Mourão foi nomeado para o cargo de assessor especial da Presidência do Banco do Brasil

O Psol entrou com uma representação nesta 5ª feira (10.jan.2019) na Comissão de Ética Pública em que pede a anulação da nomeação de Antonio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente Hamilton Mourão, para o cargo de assessor especial da presidência do Banco do Brasil.

A nomeação de Antonio Hamilton Rossell Mourão foi confirmada pela assessoria do banco na última 3ª feira (8.jan.2019) e teve uma repercussão negativa nas redes sociais.

O filho de Mourão atua no BB há 18 anos –há 11, era assessor na diretoria de agronegócios. É formado em administração de empresas e tem pós-graduações em agronegócios e em desenvolvimento sustentável. Com a promoção, terá 1 aumento salarial dos atuais R$ 12.000 para R$ 37.500.

Para o presidente do Psol, Juliano Medeiros, a nomeação do filho do vice-presidente ao cargo, uma semana depois da posse do novo governo, “não foi apenas inadequada ou extemporânea”“fere princípios que devem orientar a administração pública”.

“Diante da indignação popular com a nomeação, o governo deveria voltar atrás. Sem isso, não nos resta alternativa senão provocar a Comissão de Ética Pública da Presidência da República”, disse.

Na representação, o partido alega que a promoção do filho de Mourão vai contra o decreto 7203/2010, que trata sobre o nepotismo. O decreto veda nomeações, contratações ou designações de familiar de ministro de Estado, familiar da máxima autoridade administrativa correspondente ou, ainda, familiar de ocupante de cargo em comissão ou função de confiança de direção, chefia ou assessoramento, para cargo em comissão ou função de confiança.

“As vedações deste artigo estendem-se aos familiares do Presidente e do Vice-Presidente da República e, nesta hipótese, abrangem todo o Poder Executivo Federal”, diz o 2º parágrafo do artigo 2º do decreto.

O documento também alega que a decisão vai contra o código de conduta da alta administração federal da Presidência da República.

“Pode o agente público nomear, indicar ou influenciar, direta ou indiretamente, a contratação, por autoridade competente, de parente consanguíneo ou por afinidade para o exercício de cargo, emprego ou função pública? Não, pois esta conduta ofende o princípio da moralidade administrativa e compromete a gestão ética. A vedação abrange os casos denominados “de reciprocidade”, ou seja, o parente A se vincule a B e o parente B se vincule A”, diz o código.

O QUE DIZ MOURÃO

Na última 3ª feira (8.jan), por meio do Twitter, o vice-presidente Hamilton Mourão disse que seu filho foi nomeado ao cargo por “excelentes serviços, conduta irrepreensível e por absoluta confiança pessoal do Presidente do Banco”  em 19 anos de atuação no Banco do Brasil.

“Meu filho, Antônio, ingressou por concurso no BB há 19 anos. Com excelentes serviços, conduta irrepreensível e por absoluta confiança pessoal do Presidente do Banco foi escolhido por ele para sua assessoria. Em governos anteriores, honestidade e competência não eram valorizados”, disse.

 

Um dia os da miçanga iam ter que fazer algo, agora falta o pseudo B tomar vergonha na cara e não apoiar o Maia (denovo).

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esquerdinha espera que seu partidos (agora literalmente, lol) tenham "vergonha na cara"

giphy.gif

Edited by burn

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