Jump to content
Maedhros

Tópico Oficial da Política - ANO 6 - Acabou a Nova Era [+Moro Presidente em 2022]

Recommended Posts

12 minutos atrás, rcaropreso disse:

Foi justamente o MELHOR AMIGO que mandou o recado "PQP, A COISA TÁ FEIA AÍ HEIN?" PÁ, bateu a porta na cara do "best dog bolsonaro".

Parabéns.

DetailedAdvancedCutworm-size_restricted.

TODO DIA É UM NOVO VEXAME, CHACOTA E VERGONHA INTERNACIONAL! :lula:

Edited by Peidãø Neck

Share this post


Link to post
Share on other sites

Olá,

A entrevista do Nelson Teich na Globo News, achei épica.

 

Para quem estava esperando um Zumbi, a globo se fodeu. Era nítido o desespero dos reporteres tentando enviezar a resposta do cara, ao invés de perguntar tecnicamente as coisas. Ele desviou de todas, respondeu tecnicamente o que precisava e moeu cada apresentador da globo ali, ficaram fazendo rodizio pra ver se alguem dobrava ele. Deu fatality em todos.

 

Ele ainda falou "Se estão esperando ver Teich versus Bolsonaro aqui, perderam tempo. Estou aqui para dar parecer técnico sobre aspectos da epidemia e do meu período no ministerio da saúde."

 

Deu bronca na Monica Waldvogel, no Valdo, na Saidi, e em todo mundo que tentou polarizar a entrevista. E sem alterar o tom de voz.

 

A Monica se desesperou "Mas o Sr não está vendo a voz do povo na rua, a indecisão, etc. As pessoas não querer usar máscara!" foi cômico.

 

 

 

 

Edited by rcaropreso

Share this post


Link to post
Share on other sites
11 horas atrás, rcaropreso disse:

Olá,

A entrevista do Nelson Teich na Globo News, achei épica.

 

Para quem estava esperando um Zumbi, a globo se fodeu. Era nítido o desespero dos reporteres tentando enviezar a resposta do cara, ao invés de perguntar tecnicamente as coisas. Ele desviou de todas, respondeu tecnicamente o que precisava e moeu cada apresentador da globo ali, ficaram fazendo rodizio pra ver se alguem dobrava ele. Deu fatality em todos.

 

Ele ainda falou "Se estão esperando ver Teich versus Bolsonaro aqui, perderam tempo. Estou aqui para dar parecer técnico sobre aspectos da epidemia e do meu período no ministerio da saúde."

 

Deu bronca na Monica Waldvogel, no Valdo, na Saidi, e em todo mundo que tentou polarizar a entrevista. E sem alterar o tom de voz.

 

A Monica se desesperou "Mas o Sr não está vendo a voz do povo na rua, a indecisão, etc. As pessoas não querer usar máscara!" foi cômico.

 

 

 

 

Jornalismo que elegeu o bozo, espera o que ?
Comico e as caras que ele faz durante a reunião, na fala do Salles, ele refaz o meme "are we the baddies" ?  
f08.jpg

Share this post


Link to post
Share on other sites
15 horas atrás, rcaropreso disse:

Olá,

Já saiu o anuncio: OFICIALMENTE, OS ESTADOS UNIDOS ESTÃO PROIBINDO A ENTRADA DE BRASILEIROS.

Mas isso é coerente e bem previsível, já que os EUA fizeram o mesmo lá atrás com toda a Europa e com a China.

  • Upvote 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Aqui no Brasil se vê o desespero de prefeitos fechando a cidade pro seu próprio povo.

O que o Trump faz é uma extensão do exagero.

O que eu acho.

Sobre o Teich, os jornalistas tentaram de tudo prá o cara se enroscar nas palavras.Mas ele é esperto, e mais fiel ao presidente que o Maneta foi.E dessa laranja não saiu suco.

Share this post


Link to post
Share on other sites

MPF vai analisar interferência no Iphan que beneficiou Hang

Para oposição e criminalistas, ação de Bolsonaro no órgão ao favorecer empresário que o apoia configura crime de advocacia administrativa

1538592625034.jpg

A ação do presidente Jair Bolsonaro no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), interferindo na direção do órgão, será analisada pela Procuradoria-Geral da República. A oposição ao governo, criminalistas e magistrados enxergam nas declarações do presidente na reunião ministerial de 22 de abril a confissão do crime de advocacia administrativa.

A Procuradoria-Geral informou ontem que todos os trechos e condutas gravadas no vídeo da reunião serão alvo de análise do procurador-geral da República, Augusto Aras, e de sua equipe. Nas imagens, há relatos de interferências em diversos órgãos da administração pública, entre eles o Iphan.

"Eu fiz a cagada em escolher, não escolher uma pessoa que tivesse também outro perfil. É uma excelente pessoa que tá lá, tá? Mas tinha que ter um outro perfil também. O Iphan para qualquer obra do Brasil, como para a do Luciano Hang. Enquanto tá lá um cocô petrificado de índio, para a obra, pô! Para a obra. O que que tem que fazer? Alguém do Iphan que resolva o assunto, né? E assim nós temos que proceder", disse Bolsonaro durante a reunião.

A diretora do Iphan, Kátia Bogéa, foi demitida da direção do órgão depois de o empresário Luciano Hang, amigo e doador da campanha eleitoral de Bolsonaro, reclamar no Twitter, em 7 de agosto de 2019, que o Iphan teria embargado a obra de uma loja sua. Em sua postagem, Hang disse: "Nossa obra em Rio Grande (RS) está parada porque encontraram fragmentos de pratos. Fomos obrigados pelo Iphan a contratar um arqueólogo. Queremos inaugurar a loja em novembro, mas como os burocratas no Brasil não têm pressa, me pergunto: quando teremos uma resposta do Iphan?" Na campanha eleitoral de 2018, Hang doou para sete políticos. Bolsonaro foi o único candidato presidencial para quem ele declarou ter dado dinheiro à Justiça Eleitoral.

O Estadão procurou Hang, Bolsonaro e Kátia, mas nenhum deles respondeu. Ao jornal Folha de S.Paulo, Katia disse ainda que foi alvo de reclamação do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), que esteve em Salvador e se reuniu com construtores sobre a ação do Iphan.

O deputado Marcelo Calero (Cidadania-RJ) comparou a ação do presidente à do ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima, demitido depois de pressionar Calero, então ministro da Cultura de Michel Temer, a mudar parecer do Iphan para liberar a obra de um prédio em área tombada em Salvador. Geddel foi condenado por improbidade administrativa no caso. "É a mesma coisa. Essas ações sempre deixam rastro, ainda mais do presidente e seus filhos, que se sentem acima da lei e têm a certeza da impunidade", disse o deputado.

Calero vai apresentar nesta segunda-feira representação ao Ministério Público Federal para que a conduta dos envolvidos seja apurada. Ele acredita haver a prática de advocacia administrativa. A lei diz que isso ocorre ao se "patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário". O crime prevê pena de até um ano de prisão. A legislação afirma ainda que é missão do Iphan "preservar, proteger, fiscalizar, promover, estudar e pesquisar o patrimônio cultural brasileiro, na acepção do art. 216 da Constituição Federal".

O deputado já entrou com ação popular na 28.ª Vara Civil Federal do Rio para barrar a nomeação de Larissa Rodrigues Peixoto Dutra, uma amiga da família Bolsonaro, para a presidência do órgão. O juiz Adriano de Oliveira França deu 72 horas para que o ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, Larissa e a Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestem.

"Atentar contra patrimônio arqueológico, que é propriedade da União, é crime federal", disse a desembargadora Ivana David, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Para ela, a conduta de Bolsonaro, em tese, seria advocacia administrativa, pois ele quer nomear para o cargo alguém cuja qualidade seria desobedecer à lei e tornar sem efeito a fiscalização do órgão.

Segundo o criminalista e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Celso Vilardi, a ação de Bolsonaro pode configurar advocacia administrativa, tendo em vista que, aparentemente, o presidente patrocinou interesse privado perante a administração pública. "Trata-se de crime de menor potencial ofensivo. Para se configurar o crime de corrupção, seria necessário comprovar que o presidente atrelou seu ato a uma vantagem ou promessa de vantagem."

Bolsonaro esvaziou agenda contra corrupção, diz Moro

Ex-ministro declarou ainda que considera "questionáveis" as recentes alianças feitas por Bolsonaro com os partidos do Centrão

O ex-ministro da Justiça Sérgio Moro afirmou que faltou apoio do presidente Jair Bolsonaro a ações de combate à corrupção. "Me desculpe aqui os seguidores do presidente se essa é uma verdade inconveniente, mas essa agenda contra a corrupção não teve um impulso por parte do presidente da República", disse Moro em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, exibida na noite de domingo. Segundo o ex-juiz da Operação Lava Jato, medidas nesse sentido foram sendo "esvaziadas" pelo presidente.

DZb2vwNWsAAzGmi.jpg

Moro declarou ainda que considera "questionáveis" as recentes alianças feitas por Bolsonaro com os partidos do Centrão. O presidente tem se aproximado do bloco - e negociado cargos com o grupo - em troca de apoio no Congresso.

O ex-ministro também foi indagado sobre a condução da pandemia do novo coronavírus pelo presidente. Para Moro, que defende o isolamento social como principal medida de prevenção à covid-19, Bolsonaro adota postura "negacionista" em relação ao vírus. "Acho que a minha lealdade ao presidente demanda que eu me posicione com a verdade, com o que eu penso, e não apenas concordando com a posição do presidente. Se for assim, ele não precisa de um ministro, precisa de um papagaio", afirmou o ex-juiz ao comentar as divergências com o chefe do Executivo em relação à crise na Saúde.

O ex-juiz também comentou a reunião ministerial de 22 de abril, realizada dois dias antes de anunciar sua demissão do cargo e tornada pública na sexta-feira, e as mensagens reveladas pelo Estadão de que Bolsonaro já havia decidido trocar a direção da PF antes do encontro do dia 22. "Eu não ia discutir isso numa reunião ministerial, até porque o ambiente ali não era muito favorável ao contraditório." Em relação aos palavrões ditos durante a reunião, afirmou que "o tom subiu nos últimos meses".

Armas

Moro declarou também que a portaria que assinou, ainda ministro, que permite a aquisição de mais munição, foi resultado de "pressão" do presidente. "Certamente (que sim). Eu não queria que isso fosse usado como subterfúgio da interferência na Polícia Federal. Eu entendi naquele momento que não tinha condições de me opor a isso porque já existia essa querela envolvendo a Polícia Federal", disse o ex-ministro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Share this post


Link to post
Share on other sites
18 horas atrás, parana disse:

Aqui no Brasil se vê o desespero de prefeitos fechando a cidade pro seu próprio povo.

O que o Trump faz é uma extensão do exagero.

O que eu acho.

Sobre o Teich, os jornalistas tentaram de tudo prá o cara se enroscar nas palavras.Mas ele é esperto, e mais fiel ao presidente que o Maneta foi.E dessa laranja não saiu suco.

Olá,

Mandeta é político. O Teich só não quer é encheção de saco (e ter políticos contra ele, gratuitamente).

18 horas atrás, Peidãø Neck disse:

MPF vai analisar interferência no Iphan que beneficiou Hang

Para oposição e criminalistas, ação de Bolsonaro no órgão ao favorecer empresário que o apoia configura crime de advocacia administrativa

1538592625034.jpg

A ação do presidente Jair Bolsonaro no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), interferindo na direção do órgão, será analisada pela Procuradoria-Geral da República. A oposição ao governo, criminalistas e magistrados enxergam nas declarações do presidente na reunião ministerial de 22 de abril a confissão do crime de advocacia administrativa.

A Procuradoria-Geral informou ontem que todos os trechos e condutas gravadas no vídeo da reunião serão alvo de análise do procurador-geral da República, Augusto Aras, e de sua equipe. Nas imagens, há relatos de interferências em diversos órgãos da administração pública, entre eles o Iphan.

"Eu fiz a cagada em escolher, não escolher uma pessoa que tivesse também outro perfil. É uma excelente pessoa que tá lá, tá? Mas tinha que ter um outro perfil também. O Iphan para qualquer obra do Brasil, como para a do Luciano Hang. Enquanto tá lá um cocô petrificado de índio, para a obra, pô! Para a obra. O que que tem que fazer? Alguém do Iphan que resolva o assunto, né? E assim nós temos que proceder", disse Bolsonaro durante a reunião.

A diretora do Iphan, Kátia Bogéa, foi demitida da direção do órgão depois de o empresário Luciano Hang, amigo e doador da campanha eleitoral de Bolsonaro, reclamar no Twitter, em 7 de agosto de 2019, que o Iphan teria embargado a obra de uma loja sua. Em sua postagem, Hang disse: "Nossa obra em Rio Grande (RS) está parada porque encontraram fragmentos de pratos. Fomos obrigados pelo Iphan a contratar um arqueólogo. Queremos inaugurar a loja em novembro, mas como os burocratas no Brasil não têm pressa, me pergunto: quando teremos uma resposta do Iphan?" Na campanha eleitoral de 2018, Hang doou para sete políticos. Bolsonaro foi o único candidato presidencial para quem ele declarou ter dado dinheiro à Justiça Eleitoral.

O Estadão procurou Hang, Bolsonaro e Kátia, mas nenhum deles respondeu. Ao jornal Folha de S.Paulo, Katia disse ainda que foi alvo de reclamação do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), que esteve em Salvador e se reuniu com construtores sobre a ação do Iphan.

O deputado Marcelo Calero (Cidadania-RJ) comparou a ação do presidente à do ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima, demitido depois de pressionar Calero, então ministro da Cultura de Michel Temer, a mudar parecer do Iphan para liberar a obra de um prédio em área tombada em Salvador. Geddel foi condenado por improbidade administrativa no caso. "É a mesma coisa. Essas ações sempre deixam rastro, ainda mais do presidente e seus filhos, que se sentem acima da lei e têm a certeza da impunidade", disse o deputado.

Calero vai apresentar nesta segunda-feira representação ao Ministério Público Federal para que a conduta dos envolvidos seja apurada. Ele acredita haver a prática de advocacia administrativa. A lei diz que isso ocorre ao se "patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário". O crime prevê pena de até um ano de prisão. A legislação afirma ainda que é missão do Iphan "preservar, proteger, fiscalizar, promover, estudar e pesquisar o patrimônio cultural brasileiro, na acepção do art. 216 da Constituição Federal".

O deputado já entrou com ação popular na 28.ª Vara Civil Federal do Rio para barrar a nomeação de Larissa Rodrigues Peixoto Dutra, uma amiga da família Bolsonaro, para a presidência do órgão. O juiz Adriano de Oliveira França deu 72 horas para que o ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, Larissa e a Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestem.

"Atentar contra patrimônio arqueológico, que é propriedade da União, é crime federal", disse a desembargadora Ivana David, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Para ela, a conduta de Bolsonaro, em tese, seria advocacia administrativa, pois ele quer nomear para o cargo alguém cuja qualidade seria desobedecer à lei e tornar sem efeito a fiscalização do órgão.

Segundo o criminalista e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Celso Vilardi, a ação de Bolsonaro pode configurar advocacia administrativa, tendo em vista que, aparentemente, o presidente patrocinou interesse privado perante a administração pública. "Trata-se de crime de menor potencial ofensivo. Para se configurar o crime de corrupção, seria necessário comprovar que o presidente atrelou seu ato a uma vantagem ou promessa de vantagem."

Bolsonaro esvaziou agenda contra corrupção, diz Moro

Ex-ministro declarou ainda que considera "questionáveis" as recentes alianças feitas por Bolsonaro com os partidos do Centrão

O ex-ministro da Justiça Sérgio Moro afirmou que faltou apoio do presidente Jair Bolsonaro a ações de combate à corrupção. "Me desculpe aqui os seguidores do presidente se essa é uma verdade inconveniente, mas essa agenda contra a corrupção não teve um impulso por parte do presidente da República", disse Moro em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, exibida na noite de domingo. Segundo o ex-juiz da Operação Lava Jato, medidas nesse sentido foram sendo "esvaziadas" pelo presidente.

DZb2vwNWsAAzGmi.jpg

Moro declarou ainda que considera "questionáveis" as recentes alianças feitas por Bolsonaro com os partidos do Centrão. O presidente tem se aproximado do bloco - e negociado cargos com o grupo - em troca de apoio no Congresso.

O ex-ministro também foi indagado sobre a condução da pandemia do novo coronavírus pelo presidente. Para Moro, que defende o isolamento social como principal medida de prevenção à covid-19, Bolsonaro adota postura "negacionista" em relação ao vírus. "Acho que a minha lealdade ao presidente demanda que eu me posicione com a verdade, com o que eu penso, e não apenas concordando com a posição do presidente. Se for assim, ele não precisa de um ministro, precisa de um papagaio", afirmou o ex-juiz ao comentar as divergências com o chefe do Executivo em relação à crise na Saúde.

O ex-juiz também comentou a reunião ministerial de 22 de abril, realizada dois dias antes de anunciar sua demissão do cargo e tornada pública na sexta-feira, e as mensagens reveladas pelo Estadão de que Bolsonaro já havia decidido trocar a direção da PF antes do encontro do dia 22. "Eu não ia discutir isso numa reunião ministerial, até porque o ambiente ali não era muito favorável ao contraditório." Em relação aos palavrões ditos durante a reunião, afirmou que "o tom subiu nos últimos meses".

Armas

Moro declarou também que a portaria que assinou, ainda ministro, que permite a aquisição de mais munição, foi resultado de "pressão" do presidente. "Certamente (que sim). Eu não queria que isso fosse usado como subterfúgio da interferência na Polícia Federal. Eu entendi naquele momento que não tinha condições de me opor a isso porque já existia essa querela envolvendo a Polícia Federal", disse o ex-ministro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Olá,

Já que começamos a repetir um erro do passado, espero que o desfecho também o repita.

  • Upvote 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Rapá, é sério isso mesmo? Nos poucos dias em que o novo chefe da PF ficou no poder, ele trocou vários chefes regionais?

Share this post


Link to post
Share on other sites

Militares e Centrão deixam rivalidade e negociam cargos

Com aval de Bolsonaro, chefe da Secretaria de Governo e, eventualmente, o titular da Casa Civil participam de acertos no Planalto; ala militar era dura nas críticas ao bloco

EWixJAWXgAgMSdG.jpg

Partiu do general reformado Augusto Heleno Ribeiro, o atual ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), na convenção do PSL que confirmou a candidatura de Jair Bolsonaro ao Planalto em julho de 2018, um dos mais duros ataques ao Centrão, classificado por ele como "a materialização da impunidade". Quase dois anos depois, é de mãos dadas com a ala militar que o bloco entra no governo e avança sobre cargos do Executivo em troca do apoio ao presidente, que tenta evitar a abertura de um processo de impeachment. O encontro dos dois extremos foi apelidado em Brasília de "Centrão Verde-Oliva" e acumula discórdia e desconfiança em todos os lados.

A negociação, com aval de Bolsonaro, tem sido capitaneada pelo ministro-chefe da Secretaria de Governo e general da ativa, Luiz Eduardo Ramos. O ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, também general, eventualmente participa das conversas que ocorrem dentro do Palácio do Planalto.

Do outro lado do balcão, o principal negociador é o líder dos Progressistas na Câmara, o deputado Arthur Lira (AL), que informalmente passou a exercer a liderança do governo. O Centrão de Bolsonaro ainda tem Republicanos, PL, PSD, Solidariedade, PTB e parte do DEM.

Entre militares, existe um desconforto em ver generais envolvidos diretamente na articulação política, mas argumentam que seguem a disciplina das Forças Armadas e cumprem ordens do comandante, no caso o presidente Bolsonaro.

Políticos do Centrão que agora frequentam o gabinete do ministro Luiz Ramos dizem que as conversas são diretas e chamam de "lenda" o estigma de que os militares não têm experiência política. Dois deputados contaram ao Estadão que não há constrangimentos ou senhas para a oferta de cargos. É o ministro quem puxa o assunto e já apresenta um papel com a lista de postos nos Estados para o convidado escolher. "Não fica nem vermelho", ironiza um parlamentar recém convertido à base do governo. A cena é bem diferente do início do governo, quando o Centrão parou de frequentar o Planalto por medo do general Santos Cruz, antecessor de Ramos.

Em uma tentativa de conter o desgaste com a aproximação, o presidente determinou aos auxiliares evitar usar o termo "Centrão" e fala agora em "aliança de centro-direita". Para diminuir a resistência interna, o argumento que tem sido usado é que as conversas são "republicanas" e as indicações precisam ser aprovadas pelo Sistema Nacional de Indicação e Consultas (Sinc).

Lava Jato

Bolsonaro chegou a gravar um vídeo em tom amistoso com Arthur Lira, de quem foi colega de partido. O parlamentar foi um dos alvos da Operação Lava Jato e é réu por corrupção passiva no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi acusado de ter encabeçado negociação de pagamento de propina a agentes públicos, com repasses que totalizaram R$ 1,94 milhão.

Na nova relação que governo tenta construir com o Congresso, Lira tem atuado para levar os pedidos de cargos ao ministro Ramos. Bolsonaro tem cedido e desagradado fiéis aliados.

Integrantes do Palácio do Planalto do grupo ideológico acusam, nos bastidores, a ala militar de convencer o presidente a ceder ao fisiologismo e, ao mesmo tempo, fazer do governo um refém da "velha política" em troca de formar uma base de apoio no Congresso. Entretanto, em abril, quando iniciou o movimento para criar uma articulação, Bolsonaro recebeu líderes do Centrão sozinho em seu gabinete, sem a presença de ministros.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

Loading...

×
×
  • Create New...