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Tópico Oficial da Política - ANO 9 - O STF acabou com o país [+o crime compensa]


Maedhros
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9 horas atrás, rcaropreso disse:

Olá,

Os pseudo candidatos estão perdidos e não sabem pra onde olhar.

 

Devem ter achado que encher a rua e tomaram no rabo.

 

Se o PT não encher a rua também no dia 02, será uma tremenda vitória do mito merda.

 

E mais um tiro nas pseudo pesquisas, que sabe-se lá quem está bancando pra ficar mostrando que Lula decola enquanto Naro derrete.

Mas ai que ta, eu aposto um pacote de 7 belo que bozo perde sim, para o lula fácil, não ousaria dizer de 1 turno mas que perde, perde cara.
Agora, tu acha que a galera que está 2 anos em crise de pandemia, da noite pro dia, vai sair para rua ?
Já o gado, mesmo morrendo a lá vaca louca, vai lamber corrimão que bozo mandar, logo em "clamor popular espontâneo", é obvio que vai ser bem maior e "ativo".

Por fim, protesto domingo é coisa de burguês safado.

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2 horas atrás, DHX disse:

Mas ai que ta, eu aposto um pacote de 7 belo que bozo perde sim, para o lula fácil, não ousaria dizer de 1 turno mas que perde, perde cara.
Agora, tu acha que a galera que está 2 anos em crise de pandemia, da noite pro dia, vai sair para rua ?
Já o gado, mesmo morrendo a lá vaca louca, vai lamber corrimão que bozo mandar, logo em "clamor popular espontâneo", é obvio que vai ser bem maior e "ativo".

Por fim, protesto domingo é coisa de burguês safado.

Tu irás nos protestos do dia 2?

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Ridicularizado, Bolsonaro é alvo de avalanche de denúncias na ONU

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Resumo da notícia

  • Em apenas dois anos e meio, presidente foi alvo de 32 comunicações sigilosas por parte de relatores da ONU, fazendo denúncias de violações
  • Ranking internacional aponta que "marca Brasil" perdeu dez posições apenas entre 2019 e 2020
  • Em coversas privadas entre negociadores e embaixadores, referências ao presidente vêm acompanhadas de um tom jocoso e ironias, nem sempre finas
  • Para interlocutores internacionais, apenas uma mudança de discurso de Bolsonaro na ONU não será suficiente para recuperar credibilidade do país.

Pelos corredores da ONU, reuniões informais ou conversas sigilosas entre atores da cena internacional, falar em Jair Bolsonaro (sem partido) é a garantia de ouvir dos interlocutores estrangeiros reclamações, denúncias e ironias, nem todas elas finas.

Com uma reputação destruída, o presidente chega às Nações Unidas nesta semana num clima de completa desconfiança e irritação diante de suas políticas. Ele será o primeiro a subir no púlpito para fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral, na terça-feira (21).

Mas o que ele tem pela frente é uma organização que se transformou no principal palco de denúncias internacionais contra seu governo. Informalmente, ridicularizar o presidente brasileiro passou a ser o "novo normal" nas conversas entre embaixadores.

Os exemplos são diários. Na semana passada, uma alta funcionária de um organismo internacional e encarregada de temas de gênero me parou num corredor da ONU para se queixar da postura do governo brasileiro contra o avanço dos direitos das mulheres.

Dias depois, numa coletiva de imprensa e diante da ida de Jair Bolsonaro para Nova York sem se vacinar, eu questionei de forma irônica a principal porta-voz da ONU em Genebra se a imunidade diplomática de um chefe-de-estado era suficiente para proteger de um vírus. Com apenas um sorriso, sua reação foi clara.

Também na semana passada, numa sabatina que o governo foi submetido na ONU para avaliar a questão de desaparecimentos forçados no país, a intervenção do Ministério da Família, Mulher e Direitos Humanos foi recebida com uma mistura de choque, revolta e deboche.

Parte do discurso do Brasil era sobre a postura do país contra o aborto. O problema: o tema sequer estava na pauta da reunião que se dedicava a falar da violência policial, milícias e as vítimas da ditadura entre 1964 e 1985.

Na quarta-feira (15), ao divulgar um informe que revelava que o Brasil seria a grande economia que menos cresceria em 2022, um dos autores da previsão foi claro ao explicar que, em parte, o motivo da crise tinha um responsável: "ele". O autor se referia, obviamente, ao presidente brasileiro e o caos político que ele instaurou.

O brasileiro, isolado e duramente criticado, terá de fazer gestos internacionais que reduzam o mal-estar que o Brasil vive no palco mundial. Durante a recente reunião de cúpula dos Brics, Bolsonaro usou seu discurso para distribuir elogios aos demais líderes do bloco, inclusive para o chinês Xi Jinping. A atitude representou um contorcionismo diplomático inédito na gestão do presidente, que passou meses atacando a China.

Agora, a expectativa é de que ele amenize também seu discurso, diante de sua fragilidade internacional. Assim, a esperança é de que isso se traduza numa pressão menor, justamente num momento em que, em casa, Bolsonaro entra em ritmo de campanha eleitoral, para 2022.

Reputação desabou

Analistas internacionais não escondem: sob o atual presidente, a reputação do país desabou. Segundo um ranking publicado pela consultoria Future Brand, o Brasil perdeu dez posições na classificação de 2020, em comparação ao ano anterior. Na 57ª colocação, o país é superado pelo Cazaquistão, Panamá ou Egito em termos de "marca internacional".

"Considere Jair Bolsonaro", diz o informe. "Ele pode ser popular agora graças ao auxílio emergencial. Mas investimentos estrangeiros deixaram o país e o desemprego bate recorde."

O que o ranking traz é, no fundo, um reflexo do que também se vê em corredores dos organismos internacionais. Altos representantes da ONU e embaixadores são claros: o estrago feito por Bolsonaro na imagem internacional do Brasil foi enorme em diferentes áreas e apenas mudar o tom do discurso não será suficiente. Hoje, seu nome é acompanhado por comentários jocosos, de indagação de suas faculdades mentais e de indignação diante das ameaças à democracia.

Em apenas dois anos e meio de governo, Bolsonaro foi alvo de 32 cartas e comunicações de relatores independentes da ONU, denunciando violações de direitos humanos cometidos pelo governo. As comunicações, mantidas em sigilo por meses, se referem a temas como violência policial, pandemia, ditadura, imprensa, moradia, educação, racismo e tantos outros.

Isso não inclui as dezenas de cartas e comunicados que a ONU recebeu com denúncias feitas por parte de ONGs, ativistas e indígenas contra o presidente brasileiro, além de pelo menos cinco acusações apresentadas à procuradoria do Tribunal Penal Internacional, em Haia.

Além das queixas oficiais, o mal-estar também ocorre por conta da campanha que o Brasil fez parte para minar a credibilidade das entidades internacionais, ainda sob a gestão de Ernesto Araújo, no Itamaraty.

O governo deixou o Pacto da ONU sobre Migrações e ainda desistiu de sediar uma das principais reuniões sobre meio ambiente. O Brasil ainda mantém uma das maiores dívidas com o organismo internacional.

O mal-estar também vem da postura interpretada como uma tentativa de enganar a comunidade internacional sobre a questão do desmatamento. Discursos de Bolsonaro anunciando supostos feitos e compromissos foram recebidos nos últimos anos como um sinal de que não haveria como confiar no país.

Bolsonaro ainda foi deixado de fora de uma Cúpula do Clima, no ano passado, por não ter nada a anunciar de concreto.

Agora, o novo chanceler Carlos França tenta mudar o tom, recuperando princípios básicos da diplomacia brasileira, entre eles o apoio ao multilateralismo e aos tratados internacionais.

Mas sem credibilidade e até ridicularizado, o presidente enfrenta uma comunidade internacional que, antes de voltar dar algum crédito para o brasileiro, espera ver a reconstrução de instituições, a defesa do estado de direito, a retomada de políticas e estratégias sociais e ambientais que foram desmontadas pelo governo em apenas dois anos e meio.

E, para isso, experientes negociadores alertam que Bolsonaro terá de mudar muito mais que seu discurso. E isso não está nos planos do Planalto.

Bolsonaro e comitiva comem na rua em NY; cidade exige vacinação contra Covid em restaurantes

Presidente chegou no domingo aos EUA para participar da 76ª Assembleia Geral da ONU. Cidade exige comprovante de vacinação contra Covid em lugares fechados, como restaurantes.

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Ao comer na rua, a apresentação do comprovante não é necessária.

Café da manhã no hotel e entrada pelos fundos

Na manhã desta segunda-feira (20), Bolsonaro tomou café da manhã no hotel, em uma área reservada à comitiva brasileira. Havia uma placa informando que é obrigatória a apresentação do comprovante de vacinação no restaurante.

O presidente brasileiro chegou à cidade no domingo. Para evitar um protesto na porta do hotel em que está hospedado, entrou pela porta dos fundos.

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Discurso de Bolsonaro na ONU foca em apoiadores internos e distorce realidade

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O presidente fez o discurso de abertura dos debates entre chefes de governo na Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira, em Nova York. Bolsonaro defendeu tratamento sem eficácia comprovada contra a Covid-19 e afirmou que, quando assumiu o governo, o Brasil estava "à beira do socialismo". Para analistas, o presidente fez um discurso sem conexão com a realidade e pouco voltado à comunidade internacional. :lula:

Bolsonaro diz que auxílio de '800 dólares' ajudou 68 milhões de brasileiros na pandemia

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em discurso de abertura nesta terça-feira (21) da 76ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos, falou sobre o auxílio emergencial criado pelo governo durante a pandemia de covid-19. 

Conforme Bolsonaro foi criado auxílio emergencial de 800 dólares — cerca de R$ 4,2 mil em conversão para o real — para auxiliar a população. Na fala, ele voltou a atacar as restrições impostas por governadores e prefeitos para frear o avanço do coronavírus. 

"No Brasil, para atender aqueles mais humildes, obrigados a ficar em casa por decisão de governadores e prefeitos e que perderam sua renda, concedemos um auxílio emergencial de US$ 800 para 68 milhões de pessoas em 2020", afirmou. 

Aprovado pelo Congresso a partir de proposta do governo, o auxílio emergencial em 2020 criou benefício de R$ 600 para garantir uma renda mínima aos brasileiros em situação mais vulnerável durante a pandemia da covid-19. A quantia foi paga em cinco parcelas.

 

Edited by Peidãø Neck
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10 horas atrás, Peidãø Neck disse:

Discurso de Bolsonaro na ONU foca em apoiadores internos e distorce realidade

jair-bolsonaro-rindo-2020.jpeg

O presidente fez o discurso de abertura dos debates entre chefes de governo na Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira, em Nova York. Bolsonaro defendeu tratamento sem eficácia comprovada contra a Covid-19 e afirmou que, quando assumiu o governo, o Brasil estava "à beira do socialismo". Para analistas, o presidente fez um discurso sem conexão com a realidade e pouco voltado à comunidade internacional. :lula:

Bolsonaro diz que auxílio de '800 dólares' ajudou 68 milhões de brasileiros na pandemia

Bolsonaro-pinoquio.jpg

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em discurso de abertura nesta terça-feira (21) da 76ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos, falou sobre o auxílio emergencial criado pelo governo durante a pandemia de covid-19. 

Conforme Bolsonaro foi criado auxílio emergencial de 800 dólares — cerca de R$ 4,2 mil em conversão para o real — para auxiliar a população. Na fala, ele voltou a atacar as restrições impostas por governadores e prefeitos para frear o avanço do coronavírus. 

"No Brasil, para atender aqueles mais humildes, obrigados a ficar em casa por decisão de governadores e prefeitos e que perderam sua renda, concedemos um auxílio emergencial de US$ 800 para 68 milhões de pessoas em 2020", afirmou. 

Aprovado pelo Congresso a partir de proposta do governo, o auxílio emergencial em 2020 criou benefício de R$ 600 para garantir uma renda mínima aos brasileiros em situação mais vulnerável durante a pandemia da covid-19. A quantia foi paga em cinco parcelas.

 

Olá,

 

Assisti os 12 minutos de terror do discurso dele.

 

Uma palavra: bizarro.

 

Pra completar, o ministro quidroga, da saúde... TESTOU POSITIVO PRA COVID EM NY.

 

JÁ É O SEGUNDO MEMBRO DA COMITIVA POSITIVADO.

 

O VEXAME É SEM LIMITES.

Edited by rcaropreso
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1 hora atrás, rcaropreso disse:

Olá,

 

Assisti os 12 minutos de terror do discurso dele.

 

Uma palavra: bizarro.

 

Pra completar, o ministro quidroga, da saúde... TESTOU POSITIVO PRA COVID EM NY.

 

JÁ É O SEGUNDO MEMBRO DA COMITIVA POSITIVADO.

 

O VEXAME É SEM LIMITES.

Orra, você é um Herói, assistir 12 minutos do discurso do esterco humano é muita tortura!!!

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Numa hora dessas que eu penso se um sistema de eleição indireta não seria melhor, ou menos pior. Porque deixar a escolha na mão de um povo cuja grande parcela é extremamente burra, leiga, desinformada, desinteressada, mal educada e Incivilizada, é receita infalível para coisas como essa desgraça chamada Jair Bolsonaro voltarem a acontecer.

Mas aí eu lembro que o congresso é formado por gente dessa mesma qualidade, e desanimo com a ideia.

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40 minutos atrás, Sgt. Rock disse:

Numa hora dessas que eu penso se um sistema de eleição indireta não seria melhor, ou menos pior. Porque deixar a escolha na mão de um povo cuja grande parcela é extremamente burra, leiga, desinformada, desinteressada, mal educada e Incivilizada, é receita infalível para coisas como essa desgraça chamada Jair Bolsonaro voltarem a acontecer.

Mas aí eu lembro que o congresso é formado por gente dessa mesma qualidade, e desanimo com a ideia.

Já pensei nisso e a única forma que eu vejo é se o Brasil adotar o parlamentarismo, ou se o Brasil adotar o federalismo real assim como nos Estados Unidos, onde cada estado tem mais poder sobre o seu território do que o governo federal.

Essas duas maneiras diminuiriam o grande poder que hoje um presidente tem no Brasil.

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2 horas atrás, Sgt. Rock disse:

Numa hora dessas que eu penso se um sistema de eleição indireta não seria melhor, ou menos pior. Porque deixar a escolha na mão de um povo cuja grande parcela é extremamente burra, leiga, desinformada, desinteressada, mal educada e Incivilizada, é receita infalível para coisas como essa desgraça chamada Jair Bolsonaro voltarem a acontecer.

Mas aí eu lembro que o congresso é formado por gente dessa mesma qualidade, e desanimo com a ideia.

 

2 horas atrás, Jin Kazama disse:

Já pensei nisso e a única forma que eu vejo é se o Brasil adotar o parlamentarismo, ou se o Brasil adotar o federalismo real assim como nos Estados Unidos, onde cada estado tem mais poder sobre o seu território do que o governo federal.

Essas duas maneiras diminuiriam o grande poder que hoje um presidente tem no Brasil.

Ai que o Brasil vai pro ralo galera, pois só notar tudo que é 100% indireto é um câncer no serviço publico brasileiro.

 

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12 minutos atrás, DHX disse:

 

Ai que o Brasil vai pro ralo galera, pois só notar tudo que é 100% indireto é um câncer no serviço publico brasileiro.

 

As minhas sugestões não eram necessariamente ter votação indireta, mas sim descentralizar o poder do governo federal e/ou diminuir o poder concentrado do presidente.

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7 horas atrás, Jin Kazama disse:

As minhas sugestões não eram necessariamente ter votação indireta, mas sim descentralizar o poder do governo federal e/ou diminuir o poder concentrado do presidente.

Isso é fato. Acho que a única coisa boa que a gente pode tirar do governo desse jumento em forma de gente, e a consciência plena de que, no nosso sistema, o presidente da república tem poder demais da conta. Um absurdo ser dele a competência para indicar ocupantes de cargos que tem o poder de se posicionar contra os interesses dele.

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