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[GERAL] Jogos zerados


Snayperskaya
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1 hora atrás, burn disse:

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EH uai, pensa na lógica destes games tipo GOW, Rygar em 3d que o lance é bater com a espada de forma sequencial (combos) o Rygar do Arcade não dá isto, então estava pensando quem seria o Hack and Slash dos anos 80/90 com alguma característica dessa e o único que me veio em mente foi o Golden Axe.

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ok! seguindo essa logica vou considerar de agora em diante ikaruga como sendo um clone/copia descarada de dodonpachi, por sua vez um clone/copia descarada de river raid, este sendo um clone sem precedentes de spacewar! :lula:

Edited by burn
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1 minuto atrás, burn disse:

ok! seguindo essa logica vou considerar de agora em diante ikaruga como sendo um clone/copia descarada de dodonpachi, por sua vez um clone/copia descarada de river raid, este sendo um clone sem precedentes de spacewar! :lula:

kkk Mindblow

 

Mas sério qual seria a referência de hack and slash dos anos 80/90?

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rygar de ps2 nao copiou nada, nao foi clone de nada

no maximo a tecmo pegou elementos de jogos de ps1 tipo fighting force, vampire hunter d, dino crisis 2 e as cameras estaticas porem parcialmente dinamicas do silent hill 1 e jogos deles mesmos, tipo deception e enfiaram uma formula nova, com uma arma q eles mesmo tinham inventado em 1986

porem, belt scroll com armas fixas pra cada personagem acho q golden axe foi o primeiro jogo mesmo (ha quem diga q golden axe é um clone de double dragon, o q é parcialmente verdade)

ao meu ver, esse genero teve 4 titulos q macaram sua evolucao: kung fu master, renegade (double dragon sendo evolucao direta desse por isso nao entra, pelo mesmo motivo que final fight tmb nao entra), fighting force e rygar do ps2

Edited by burn
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45 minutos atrás, Hill top zone disse:

kkk Mindblow

 

Mas sério qual seria a referência de hack and slash dos anos 80/90?

Knights of The Round, Warriors of Fate, King of Dragons, enfim, beat´em up de espadinha :P 

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18 horas atrás, burn disse:

rygar de ps2 nao copiou nada, nao foi clone de nada

no maximo a tecmo pegou elementos de jogos de ps1 tipo fighting force, vampire hunter d, dino crisis 2 e as cameras estaticas porem parcialmente dinamicas do silent hill 1 e jogos deles mesmos, tipo deception e enfiaram uma formula nova, com uma arma q eles mesmo tinham inventado em 1986

porem, belt scroll com armas fixas pra cada personagem acho q golden axe foi o primeiro jogo mesmo (ha quem diga q golden axe é um clone de double dragon, o q é parcialmente verdade)

ao meu ver, esse genero teve 4 titulos q macaram sua evolucao: kung fu master, renegade (double dragon sendo evolucao direta desse por isso nao entra, pelo mesmo motivo que final fight tmb nao entra), fighting force e rygar do ps2

Eu uma vez conversei acho que foi com você que o Rygar do PS2 teve uma puta importância pois dele veio Gow e outros. Só que ele ficou sendo um  jogo desconhecido e esquecido, podendo bater de frente com GOW em outras plataformas... mas a TECMO não tinha a grana da Sony né. 

Citei o Golden axe pensando na questão das armas, seus movimentos e uso. Não é game de 'espadinha' que ela bate e o inimigo morre, ela tem sequência de movimentos (como sequencia de socos em um Beat up) e precisa bater determinadas vezes para o inimigo morrer

Edited by Hill top zone
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15 horas atrás, burn disse:

......

O primeiro de mãos vazias foi Double dragon mesmo

Renegade não entra como primeiro? Já que é de 86 e  tinha a possibilidade de alternar entre soco esquerdo e direito, agarrão com joelhada ou pegar o cara no chão e bater.

 

Edited by Hill top zone
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59 minutos atrás, Hill top zone disse:

Renegade não entra como primeiro? Já que é de 86 e  tinha a possibilidade de alternar entre soco esquerdo e direito, agarrão com joelhada ou pegar o cara no chão e bater.

 

cacete, 6 minutos e tu termina :P 

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Eu estava me referindo a vc apertar um botao só varias vezes e o char fazer um combo e finaliza-lo com um golpe forte

Renegade só repete os socos se vc fizer isso. Se vc quiser agarrar ou chutar depois, vc mesmo tem que fazer, não é automático.

Em double dragon o char dá dois (ou três, não lembro) socos e depois um upper automático, ou um chute e o seguinte é um roundhouse, finalizando o combo de um botão só

Edited by burn
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3 minutos atrás, burn disse:

Eu estava me referindo a vc apertar um botao só varias vezes e o char fazer um combo e finalizar o combo com um golpe forte

Renegade só repete os socos se vc fizer isso. Se vc quiser agarrar, vc mesmo tem que fazer isso

Em double dragon o char dá dois (ou três, não lembro) socos e depois um upper automático, ou um chute e o seguinte é um roundhouse, finalizando o combo de um botão só

Ah sim tem razão na sua colocação do Double Dragon!!  No Renegade precisa fazer o comando pra dar a sequência. Acredito que não devia ter nada para a época assim. Se bobear devem ter sido divisores de águas nos Beat Up, Antes disso era o que, estilo Kung Fu Master 1 soco, 1 hit kill.

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  • 1 month later...

Terminei esse final de semana o Astro's Playroom, joguinho de plataforma 3D que vem com o PS5, feito principalmente para mostrar as capacidades do novo Dual Sense. 

É um joguinho bem legal, porém curto, mas que diverte bastante. Acho que poderiam ter investido mais para fazer dele um jogo maior. Apesar de ser um jogo de plataforma 3D, achei bem criativo e carismático, me fazendo lembrar os jogos da Nintendo (porque acho que a Sony nunca conseguiu acertar a mão num jogo plataforma mais "infantil").

O jogo usa todos recursos do Dual Sense, mostrando que o controle é mesmo um diferencial do console. Porém, como sabemos, provavelmente todos esses recursos nunca serão utilizados em quase nenhum futuro jogo, a não ser um ou outro da própria Sony, o que é uma pena. Ainda assim, o que mais me espantou sobre o controle é a qualidade de som que sai dele próprio, assim como as variações de vibração. O jogo meche bastante também com o sensor de movimentos do controle, a sensibilidade dos gatilhos R2/L2, e tem um recurso doido de assoprar o controle (LOL), entre outros.

Enfim, é um joguinho bem bacana que vale muito a pena ser jogado, ainda mais que milagrosamente vem grátis com o PS5, coisa que há gerações não acontecia mais.

Se eu fosse dar uma nota, seria um 8/10, por ser muito curto, porque qualidade tem de sobra.

 

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GRID (2018) - Xbox One/Series .  Veio ao GP via EAplay, fechei todos o campeonatos da campanha principal, gostei bastante dele, pena que tem pouca variedade, nas ultimas partes já estava ficando bem repetitivo. Mas mesmo assim comprei as DLCs pra zerar tbm. Recomendo darem uma conferida se possível.

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  • 2 weeks later...
Em 30/08/2021 at 14:06, setzer disse:

Terminei esse final de semana o Astro's Playroom, joguinho de plataforma 3D que vem com o PS5, feito principalmente para mostrar as capacidades do novo Dual Sense. 

É um joguinho bem legal, porém curto, mas que diverte bastante. Acho que poderiam ter investido mais para fazer dele um jogo maior. Apesar de ser um jogo de plataforma 3D, achei bem criativo e carismático, me fazendo lembrar os jogos da Nintendo (porque acho que a Sony nunca conseguiu acertar a mão num jogo plataforma mais "infantil").

O jogo usa todos recursos do Dual Sense, mostrando que o controle é mesmo um diferencial do console. Porém, como sabemos, provavelmente todos esses recursos nunca serão utilizados em quase nenhum futuro jogo, a não ser um ou outro da própria Sony, o que é uma pena. Ainda assim, o que mais me espantou sobre o controle é a qualidade de som que sai dele próprio, assim como as variações de vibração. O jogo meche bastante também com o sensor de movimentos do controle, a sensibilidade dos gatilhos R2/L2, e tem um recurso doido de assoprar o controle (LOL), entre outros.

Enfim, é um joguinho bem bacana que vale muito a pena ser jogado, ainda mais que milagrosamente vem grátis com o PS5, coisa que há gerações não acontecia mais.

Se eu fosse dar uma nota, seria um 8/10, por ser muito curto, porque qualidade tem de sobra.

 

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Joguei e concordo em uns 95% contigo. 

O jogo é bem legal e acima de tudo gratuito, e ele é a melhor porta de entrada para conhecer do que o Dual sense é capaz. 

Concordo que dificilmente vai haver um jogo que vai utilizar toda a capacidade do dual sense como o astros playroom, mas já joguei jogos do PS4 no PS5 e é notável como a sensação de vibração do controle é melhor no dual sense. É muito clara a sensação de diferença quando o controle vibra do lado esquerdo ou direito por exemplo. 

Voltando ao jogo, além dele apresentar o Dual sense, o jogo em si é muito nostálgico e uma verdadeira homenagem à família playstation. Sério, cada easter egg te faz relembrar as horas jogadas em grandes jogos do passado. Das grandes franquias que surgiram no playstation ou daquelas que ficaram famosas nele. Realmente um grande presente aos jogadores. 

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Terminei o Cyberbug 2077

Bom, há um tempo atrás escrevi no tópico dedicado à ele o que estava a achar do jogo e as situações bizarras que estava a enfrentar, por isso não vou me repetir, porém eu comecei a jogá-lo no PS4 Pro e terminei-o no PS5 e assim posso falar das diferenças.

Hoje quando se joga no PS5 na verdade está a jogar a versão do PS4 Pro mas com algumas diferenças. No PS5 removeram o lock do FPS, e assim o jogo roda sempre à 60 FPS, diferente dos 30 FPS do PS4 Pro com slowdowns a rodo. E existem mais duas grandes vantagens em jogar no PS5, a primeira é que o jogo utiliza-se de resolução dinâmica, então quando joga no PS5 a resolução sempre fica no máximo do que deveria ficar no PS4 Pro. A outra grande vantagem em se jogar no PS5 é que graças ao SSD o jogo para de sofrer com aqueles bugs horríveis de coisas a aparecer do nada na sua frente, dos menus a demorarem para carregar, dos NPCs ou estabelecimentos que tu precisas interagir mas tem que esperar os mesmos a carregarem na tua cara para conseguir avançar, etc...

Ou seja, apesar de outros bugs e glitches continuarem lá, o jogo muda da água pro vinho no PS5 e fica muito melhor de se jogar. Acredito que nos xbox series a situação seja similar do que jogar no one.

Sobre a história do jogo, como havia dito no outro tópico eu estava a achar ela fraca, e foi assim até o final. O plot da história é bem interessante, mas muito mal executada. Há vários personagens que aparecem ao decorrer do jogo mas que são tratados quase que sem alguma importância. E para saber o que ocorre com muito deles tem que jogar missões paralelas que não são obrigatórias. E tem um personagem que simplesmente some do nada e nem se sabe o que acontece com ele. 

As missões principais muitas vezes resumem-se a diálogos sem fim e pouca ação. E são pouquíssimas. Se tu se dedicares apenas às missões principais o jogo em si deve terminar bem rápido. Mas existem muitas, mas muitas mesmo missões paralelas e secundárias, e são nelas em que o jogo brilha. Para ter uma ideia eu demorei mais de 100 horas para concluir o jogo, pois eu queria fazer todas as missões secundárias possíveis. E elas são bem legais pois muitas vezes se podem conclui-las de várias maneiras, só depende do teu estilo.

Outro ponto fraco da história principal é que suas escolhas durante o jogo não refletem em praticamente nada no final do jogo. Somente no final do jogo em que as suas decisões irão refletir em qual final será visto, e justamente por isso eu fiz 4 finais diferentes simplesmente voltando nos saves pouco antes do final do jogo.

Em resumo para mim valeu muito a pena devido as missões secundárias, mesmo com os vários problemas que o jogo apresenta. Não dá para reclamar muito também porque a versão física do jogo é barata, mas não deixa de ser uma puta sacanagem da CDPR ter escondido a real situação do jogo antes de lançamento, e pior, ter lançado o jogo todo cagado.

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6 horas atrás, Jin Kazama disse:

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Terminei o Cyberbug 2077

Bom, há um tempo atrás escrevi no tópico dedicado à ele o que estava a achar do jogo e as situações bizarras que estava a enfrentar, por isso não vou me repetir, porém eu comecei a jogá-lo no PS4 Pro e terminei-o no PS5 e assim posso falar das diferenças.

Hoje quando se joga no PS5 na verdade está a jogar a versão do PS4 Pro mas com algumas diferenças. No PS5 removeram o lock do FPS, e assim o jogo roda sempre à 60 FPS, diferente dos 30 FPS do PS4 Pro com slowdowns a rodo. E existem mais duas grandes vantagens em jogar no PS5, a primeira é que o jogo utiliza-se de resolução dinâmica, então quando joga no PS5 a resolução sempre fica no máximo do que deveria ficar no PS4 Pro. A outra grande vantagem em se jogar no PS5 é que graças ao SSD o jogo para de sofrer com aqueles bugs horríveis de coisas a aparecer do nada na sua frente, dos menus a demorarem para carregar, dos NPCs ou estabelecimentos que tu precisas interagir mas tem que esperar os mesmos a carregarem na tua cara para conseguir avançar, etc...

Ou seja, apesar de outros bugs e glitches continuarem lá, o jogo muda da água pro vinho no PS5 e fica muito melhor de se jogar. Acredito que nos xbox series a situação seja similar do que jogar no one.

Sobre a história do jogo, como havia dito no outro tópico eu estava a achar ela fraca, e foi assim até o final. O plot da história é bem interessante, mas muito mal executada. Há vários personagens que aparecem ao decorrer do jogo mas que são tratados quase que sem alguma importância. E para saber o que ocorre com muito deles tem que jogar missões paralelas que não são obrigatórias. E tem um personagem que simplesmente some do nada e nem se sabe o que acontece com ele. 

As missões principais muitas vezes resumem-se a diálogos sem fim e pouca ação. E são pouquíssimas. Se tu se dedicares apenas às missões principais o jogo em si deve terminar bem rápido. Mas existem muitas, mas muitas mesmo missões paralelas e secundárias, e são nelas em que o jogo brilha. Para ter uma ideia eu demorei mais de 100 horas para concluir o jogo, pois eu queria fazer todas as missões secundárias possíveis. E elas são bem legais pois muitas vezes se podem conclui-las de várias maneiras, só depende do teu estilo.

Outro ponto fraco da história principal é que suas escolhas durante o jogo não refletem em praticamente nada no final do jogo. Somente no final do jogo em que as suas decisões irão refletir em qual final será visto, e justamente por isso eu fiz 4 finais diferentes simplesmente voltando nos saves pouco antes do final do jogo.

Em resumo para mim valeu muito a pena devido as missões secundárias, mesmo com os vários problemas que o jogo apresenta. Não dá para reclamar muito também porque a versão física do jogo é barata, mas não deixa de ser uma puta sacanagem da CDPR ter escondido a real situação do jogo antes de lançamento, e pior, ter lançado o jogo todo cagado.

Comprei ele em midia fisica pelo fato de ser bem bacana os extras que vieram nele, mapa, postal, adesivos, mas cada vez mais eu to vendo que não vou jogar ele no me PS4 base, vai ficar pro futuro num PS5.

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Eu vejo que todo mundo que deu uma chance ao Cyberpunk, não se arrependeu. Mais uma vez eu digo que é triste o que a mídia pode fazer com um lançamento. Óbvio que c*garam demais lançando o jogo ainda com bugs, mas nunca foi tudo isso que falaram.

Quem não jogou ainda e gosta de um rpg de ação de mundo aberto, tenho certeza que não se arrependerá.

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2 horas atrás, setzer disse:

Mais uma vez eu digo que é triste o que a mídia pode fazer com um lançamento. Óbvio que c*garam demais lançando o jogo ainda com bugs, mas nunca foi tudo isso que falaram.

Olha, concordo com o que dissestes menos com a parte que destaquei acima.

Tudo que eu li através da midia a respeito do cyberbug eu experienciei, e olha que comecei a jogar meses depois já com a última grande atualização disponibilizada até então que foi a v1.23, e mesmo assim fiquei preso num bug que impedia meu avanço no modo história. Só consegui continuar o jogo após a última atualização lançada até hoje, que foi a v1.3, isso meses depois do lançamento do jogo.

Ou seja, a midia não inventou nada, tudo que falaram era verdade. A única culpada disso tudo foi da própria CDPR. Triste na verdade foi o que essa empresa fez. Ela é a única nessa história toda que fez sacanagem, pois escondeu até o lançamento do jogo as versões PS4 e One, e lançou tudo cagado. Na minha opinião foi o pior lançamento da história dos games.

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2 horas atrás, Jin Kazama disse:

Olha, concordo com o que dissestes menos com a parte que destaquei acima.

Tudo que eu li através da midia a respeito do cyberbug eu experienciei, e olha que comecei a jogar meses depois já com a última grande atualização disponibilizada até então que foi a v1.23, e mesmo assim fiquei preso num bug que impedia meu avanço no modo história. Só consegui continuar o jogo após a última atualização lançada até hoje, que foi a v1.3, isso meses depois do lançamento do jogo.

Ou seja, a midia não inventou nada, tudo que falaram era verdade. A única culpada disso tudo foi da própria CDPR. Triste na verdade foi o que essa empresa fez. Ela é a única nessa história toda que fez sacanagem, pois escondeu até o lançamento do jogo as versões PS4 e One, e lançou tudo cagado. Na minha opinião foi o pior lançamento da história dos games.

 

Então, eu joguei assim que saiu (comecei no máximo uns 5 dias depois na verdade) e apesar dos bugs, cheguei ao final (fazendo todas missões paralelas e pegando tudo que é possível) e cheguei ao final de boa. O jogo travou algumas vezes, fiquei travado em algumas missões também, porém eu resetava o console e conseguia prosseguir depois de boas.

Mas claro, em momento algum podiam ter lançado um jogo incompleto. Se queimaram de bobeira, tendo um puta jogo em mãos. Algo que faria deles mais ainda uma softhouse referência, acabou por queimá-los.

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3 horas atrás, setzer disse:

 

Então, eu joguei assim que saiu (comecei no máximo uns 5 dias depois na verdade) e apesar dos bugs, cheguei ao final (fazendo todas missões paralelas e pegando tudo que é possível) e cheguei ao final de boa. O jogo travou algumas vezes, fiquei travado em algumas missões também, porém eu resetava o console e conseguia prosseguir depois de boas.

Mas claro, em momento algum podiam ter lançado um jogo incompleto. Se queimaram de bobeira, tendo um puta jogo em mãos. Algo que faria deles mais ainda uma softhouse referência, acabou por queimá-los.

O bug que sofri era aleatório pelo que eu pesquisei. Ocorria com algumas pessoas e outras não. Na verdade na cena de perseguição dos drones no início do jogo eles ficavam invencíveis, assim não dava para concluir a missão.

Mas enfim, como dissestes, se eles tivessem adiado por pelo menos mais 6 meses o jogo não teriam passado por nada disso.

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Faz tempo que não posto em lugar nenhum sobre os jogos que termino. Aí vão dois:

Zenki FX (PC-FX)


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Ação/beatemup baseado em anime, com gameplay a lá Ninja Warriors Again (e também com boa jogabilidade, por sinal). Você pode jogar como um demônio ou uma mocinha, cada um com recursos e características bem próprios. Os gráficos são decentes, já sobre o som não vou comentar por que tenho a impressão que a emulação tava imperfeita nesse departamento.
Eu diria que vale a pena emular o FX apenas por esse jogo. A diversão que ele oferece faz com que merecesse mais do que ser relegado a exclusivo de um console obscuro. 

X

 

Mad Stalker (Mega)

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Jogo originalmente lançado para X68000 e Pc Engine, na mesma linha do jogo anterior, mas com mechas. Mad Stalker brilha em todos os quesitos, e vale destacar o altíssimo nível da jogabilidade e da ação, que incorpora muito bem elementos de luta-vs aos combates. O único "defeito" é que ele usa apenas 2 botões do controle do Mega, enquanto destina o mesmo botão do soco ("manter pressionado") para a defesa. Curiosamente, tem uns slows aqui e ali. 

Os responsáveis pelo cancelamento desse jogo (que estava pronto desde 1994 e só foi lançado em 2000) deveriam ter sido internados num hospício e nunca mais tirados de lá. E pensar que Heavy Nova, um dos piores jogos de mecha conhecidos, foi laçado não para uma, mas DUAS plataformas da Sega...

 

Edited by DreamCuPS
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