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Luiz Claw

[ELEIÇÕES SEGANET 2018] Quem será seu candidato a presidente no primeiro turno em 2018?

Quem será seu candidato a presidente no primeiro turno em 2018?  

46 members have voted

  1. 1. Escolha abaixo

    • Haddad (PT)
    • Jair Bolsonaro (PSL)
    • Marina Silva (Rede)
      0
    • Ciro Gomes (PDT)
    • Geraldo Alckmin (PSDB)
      0
    • Alvaro Dias (Podemos)
      0
    • Henrique Meirelles (MDB)
      0
    • Guilherme Boulos (PSOL)
      0
    • José Maria Eymael (Democracia Cristã)
      0
    • Cabo Daciolo (Patriota)
    • João Amoêdo (Novo)
    • João Goulart Filho (PPL)
      0
    • Vera Lucia (PSTU)


Recommended Posts

Bolsonaro sobe para 33% e Haddad salta para 16% em nova pesquisa BTG/FSB

A pesquisa do BTG é a que tem dado maior pontuação a Bolsonaro na comparação aos outros levantamentos

Por Da Redação
access_time 17 set 2018, 08h15 - Publicado em 17 set 2018, 06h37

more_horiz

Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT)

JAIR BOLSONARO E HADDAD: pesquisa feita pelo banco BTG Pactual em parceria com o Instituto FSB foi divulgada nesta segunda-feira (Montagem/EXAME)

Nova pesquisa de intenção de votos divulgada na madrugada desta segunda-feira pelo banco BTG Pactual em parceria com o Instituto FSB traz Jair Bolsonaro (PSL) com 33% das intenções de voto, três pontos percentuais acima da semana passada. A pesquisa do BTG é a que tem dado maior pontuação a Bolsonaro na comparação aos outros levantamentos. Fernando Haddad (PT), passou de 8% para 16%. Ciro Gomes (PDT), chegou a 14%, ante 12% da semana anterior. Geraldo Alckmin (PSDB) tem 6%. Marina Silva (Rede) tem 5%.

Na pesquisa, 9% disseram não votar em ninguém. Outros 2% apontaram nulo ou em branco e 4% não sabem. 1% dos entrevistados não responderam à pesquisa.
 

Segundo Turno

No segundo turno, Bolsonaro empataria com 42% com o Ciro Gomes (PDT). Diante de Fernando Haddad (PT), o candidato do PSL ficaria com 46% dos votos e Haddad com 38%. O candidato do PSL também venceria contra Geraldo Alckmin (PSDB) por 43% a 36%. No cenário com Marina Silva, o candidato do PSL também venceria, 48% a 33%.

Rejeição

Segundo a pesquisa, a candidata Marina Silva é a que tem maior rejeição entre os eleitores com 58%. Alckmin fica em segundo lugar com 53%. Haddad e Meirelles estão com 48%. Ciro aparece com 46% e, Bolsonaro, com 45%.

Metodologia

Por telefone, o Instituto FSB Pesquisa entrevistou 2 mil eleitores a partir de 16 anos, nas 27 Unidades da Federação. A margem de erro no total da amostra é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. As entrevistas telefônicas foram realizadas entre 15 e 16 de setembro.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como BR-06478/2018.

https://exame.abril.com.br/brasil/bolsonaro-sobe-para-33-e-haddad-salta-para-16-em-nova-pesquisa-btg-fsb/

Edited by Snayperskaya

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eu tenho um medo REAL do conchavão que farão TODOS os outros partidos unidos com o Lullad no segundo turno....

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Com snay nem tem condições de debate, cara é militante religioso de um vagabundo, vai se discutir o que ali ?
E grande maioria do forum ainda vê "foru de saum paulu" em tudo, ai vota em dorias, skafs e amoedos e  toda essa galerinha do centrão  da vida e não sabe o pq brasil estar indo pro buraco...
Beto bixa não durou 24hrs na cadeia...
Mas é tudo vermelho "du foru de saum palu",  por isso voto no chuchu que tem como projeto, levar comida de 1 real para todo Brasil! viva!

Não votarei no PT, se num segundo turno tiver o vagabundo e menino do molusco, voto no bozo.

Brasileiro tem que aprender ainda sobre politica, para parar de procurar o sassa mutema em tudo e mudar a forma como é regido esse nosso pais, pois do modo que está hoje, só serve a interesses escusos, não dando menor chance de dar certo.
 

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Em 17/09/2018 at 9:56 AM, Snayperskaya disse:

Bolsonaro sobe para 33% e Haddad salta para 16% em nova pesquisa BTG/FSB

A pesquisa do BTG é a que tem dado maior pontuação a Bolsonaro na comparação aos outros levantamentos

Por Da Redação
access_time 17 set 2018, 08h15 - Publicado em 17 set 2018, 06h37

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Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT)

JAIR BOLSONARO E HADDAD: pesquisa feita pelo banco BTG Pactual em parceria com o Instituto FSB foi divulgada nesta segunda-feira (Montagem/EXAME)

Nova pesquisa de intenção de votos divulgada na madrugada desta segunda-feira pelo banco BTG Pactual em parceria com o Instituto FSB traz Jair Bolsonaro (PSL) com 33% das intenções de voto, três pontos percentuais acima da semana passada. A pesquisa do BTG é a que tem dado maior pontuação a Bolsonaro na comparação aos outros levantamentos. Fernando Haddad (PT), passou de 8% para 16%. Ciro Gomes (PDT), chegou a 14%, ante 12% da semana anterior. Geraldo Alckmin (PSDB) tem 6%. Marina Silva (Rede) tem 5%.

Na pesquisa, 9% disseram não votar em ninguém. Outros 2% apontaram nulo ou em branco e 4% não sabem. 1% dos entrevistados não responderam à pesquisa.
 

Segundo Turno

No segundo turno, Bolsonaro empataria com 42% com o Ciro Gomes (PDT). Diante de Fernando Haddad (PT), o candidato do PSL ficaria com 46% dos votos e Haddad com 38%. O candidato do PSL também venceria contra Geraldo Alckmin (PSDB) por 43% a 36%. No cenário com Marina Silva, o candidato do PSL também venceria, 48% a 33%.

Rejeição

Segundo a pesquisa, a candidata Marina Silva é a que tem maior rejeição entre os eleitores com 58%. Alckmin fica em segundo lugar com 53%. Haddad e Meirelles estão com 48%. Ciro aparece com 46% e, Bolsonaro, com 45%.

Metodologia

Por telefone, o Instituto FSB Pesquisa entrevistou 2 mil eleitores a partir de 16 anos, nas 27 Unidades da Federação. A margem de erro no total da amostra é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. As entrevistas telefônicas foram realizadas entre 15 e 16 de setembro.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como BR-06478/2018.

https://exame.abril.com.br/brasil/bolsonaro-sobe-para-33-e-haddad-salta-para-16-em-nova-pesquisa-btg-fsb/

33%? Eu acho que é bem mais...

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Citar

 

Zanin ganhou R$ 1,5 milhão do fundo eleitoral

Lula está na cadeia.

Mas seu advogado, Cristiano Zanin, não pode reclamar.

A Folha de S. Paulo conta que a campanha do presidiário “registrou R$ 1,5 milhão em gastos eleitorais com o escritório de advocacia Teixeira, Martins Advogados, que defende o petista nos processos criminais da Lava Jato.”

Como já havia informado a Crusoé, o escritório de Eugênio Aragão faturou outros 900 mil reais.

 

 

https://www.oantagonista.com/brasil/zanin-ganhou-r-15-milhao-fundo-eleitoral/

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Em 17/09/2018 at 10:53 AM, PekSGN disse:

eu tenho um medo REAL do conchavão que farão TODOS os outros partidos unidos com o Lullad no segundo turno....

https://www.oantagonista.com/brasil/o-pa...e-alckmin/

O pacto de Haddad com Ciro e Alckmin

Fernando Haddad quer fazer um pacto com Ciro Gomes e Geraldo Alckmin.

Diz Andréia Sadi:

“Haddad defende um acordo com os candidatos Ciro Gomes e Geraldo Alckmin. Ele propõe que quem for para o segundo turno apoie o outro, para evitar a vitória de Bolsonaro.

Haddad também foi aconselhado a não falar mais sobre o eventual indulto ao ex-presidente Lula (…). O PT, no entanto, admite abertamente a defesa do indulto se Haddad for eleito.”

É a nova versão do estelionato eleitoral.

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O que o vice do bolsonaro falou que esta repercutindo?

um negocio de mulher criar filho sozinha o torna desajustado? e um negocio de #elenao

Edited by Dav

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4 minutos atrás, Dav disse:

O que o vice do bolsonaro falou que esta repercutindo?

um negocio de mulher criar filho sozinha o torna desajustado? e um negocio de #elenao

 

Mourão diz que família sem pai é ‘fábrica de elementos desajustados’

Na palestra que deu no Secovi, o general Hamilton Mourão afirmou que o narcotráfico recruta jovens de famílias pobres “sem avô e pai”.

O vice de Jair Bolsonaro, segundo o relato da Folha, disse haver um “ataque cerrado à instituição da família”, do qual decorre uma crise de costumes.

“A partir do momento em que a família é dissociada, surgem os problemas sociais. Atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai e avô, mas sim mãe e avó. Por isso, é uma fábrica de elementos desajustados que tendem a ingressar nessas narcoquadrilhas.”

Mourão também defendeu mais força policial contra o crime.

“Se polícia age como polícia, é criticada. Direitos humanos são para os humanos direitos”, disse, sob aplausos.

 

https://www.oantagonista.com/brasil/mourao-diz-que-familia-sem-pai-e-fabrica-de-elementos-desajustados/

 

os #elenão, #elesnão e afins são parte do movimento que não gosta de Bolsonaro simplesmente por ser Bolsonaro

 

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Ah entendi tava uma discussão na radio daqui e desliguei

depois vi essa hastag na internet mas no "tuiter" quando olhei nao tinha nada...

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1 minuto atrás, Dav disse:

Ah entendi tava uma discussão na radio daqui e desliguei

depois vi essa hastag na internet mas no "tuiter" quando olhei nao tinha nada...

Nada com o que se preocupar. É só a raivinha dos que ainda acham Lula honesto contra quem pode acabar com o mecanismo que pilha nossa nação há décadas.

Tinha postado no outro tópico, mas é relevante já que a discussão veio pra cá:

 

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/06/1786011-2-em-3-menores-infratores-nao-tem-pai-dentro-de-casa.shtml

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46 minutos atrás, Maedhros disse:

https://www.oantagonista.com/brasil/o-pa...e-alckmin/

O pacto de Haddad com Ciro e Alckmin

Fernando Haddad quer fazer um pacto com Ciro Gomes e Geraldo Alckmin.

Diz Andréia Sadi:

“Haddad defende um acordo com os candidatos Ciro Gomes e Geraldo Alckmin. Ele propõe que quem for para o segundo turno apoie o outro, para evitar a vitória de Bolsonaro.

Haddad também foi aconselhado a não falar mais sobre o eventual indulto ao ex-presidente Lula (…). O PT, no entanto, admite abertamente a defesa do indulto se Haddad for eleito.”

É a nova versão do estelionato eleitoral.

totalmente crível.

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Estão dando espaço demais pro discurso alienista do PT crescer.

Eles jogam pesado como se Lula fosse realmente presidente no horário político, o eleitor só entende 13 Lula.

As propagandas só são contestadas depois que já foram ao ar e o PT não está dando a mínima para as multas, só quer uma chance de ir ao segundo turno  e fazer um chonchavão da esquerda com Ciro, Alkimin, Marina e Boulos pra derrubar Bolsonaro.

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Mais uma do coroné:

 

O esquema cearense

O irmão de Ciro, o marqueteiro de Ciro e o ex-chefe de Ciro estão enrolados na Lava-Jato. Uma testemunha, agora, diz que o próprio Ciro também sabia de tudo

Por Nonato Viegas e Hugo Marques
access_time 31 ago 2018, 15h46 - Publicado em 31 ago 2018, 07h00
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O candidato Ciro Gomes tem feito questão de lembrar ao eleitor que não é investigado pela La­va-Jato, mas a Lava-Jato está no seu encalço. A pedido da Procuradoria da República no Ceará, a polícia vem apurando a existência de um esquema de extorsão contra empresários no governo do Ceará. Entre os suspeitos de promover o achaque figuram um dos irmãos, o marqueteiro e um ex-empre­gador de Ciro Gomes — e, agora, apareceu uma testemunha afirmando que o próprio Ciro participava do esquema criminoso.

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“Ciro sabia e participava, com certeza”, declara Niomar Calazans, 48 anos, ex-primeiro-tesoureiro do Pros, partido ao qual Ciro Gomes e seu irmão Cid foram filiados entre 2013 e 2015. Em entrevista exclusiva a VEJA, Calazans conta que o esquema de extorsão era usado por Ciro e seu grupo para financiar campanhas eleitorais (veja a entrevista abaixo). Ele também diz que os irmãos Gomes pagaram 2 milhões de reais para “comprar” o controle do Pros durante as eleições de 2014 no Ceará e, desde então, passaram a orientar todas as ações locais da sigla. Na época, Ciro Gomes era filiado ao Pros, e o diretório estadual era presidido por Danilo Serpa, seu afilhado político e chefe de gabinete do então governador cearense Cid Gomes.

O esquema de extorsão do governo do Ceará veio a público em maio do ano passado, quando se divulgou o conteúdo da delação dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. Eles contaram que o governo cearense, na gestão Cid Gomes (2007-2015), só aceitou pagar-lhes créditos fiscais aos quais a JBS tinha direito depois que concordaram em contribuir financeiramente para uma penca de aliados dos irmãos Gomes: o então candidato a governador Camilo Santana (PT), cinco candidatos ao Legislativo estadual e federal e o próprio Pros do Ceará, legenda que os irmãos Gomes controlavam.

Em 2010, segundo a delação dos Batista, a Cascavel Couros, empresa do grupo JBS, recebeu parte de seus créditos junto ao governo e, em troca, pagou 5 milhões de reais à turma. Em 2014, a empresa recebeu 97,5 milhões de reais do governo e depositou 20 milhões para os aliados dos irmãos Gomes no caixa um e no caixa dois do Pros. Falando em tese, sem conhecer o caso específico, Ricardo Tonassi, professor de direito da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, afirma: “Além de corrupção e lavagem de dinheiro, condicionar a liberação de um pagamento oficial a um benefício eleitoral é crime de responsabilidade, improbidade administrativa e abuso de poder político”.

O problema para os irmãos Ciro e Cid Gomes é que o esquema pode não ter ficado restrito à JBS. Até agora, só ela denunciou o que acontecia no Ceará, mas o próprio Joesley Batista, em conversas reservadas, faz uma indagação: “Será que a JBS foi a única vítima desse esquema de extorsão?”. O Programa de Incentivo às Atividades Portuárias e Industriais (Proapi), que previa o pagamento desses créditos, tinha, em 2014, outras nove empresas beneficiárias, das quais cinco eram credoras de quase tudo, o equivalente a 97% do total dos benefícios. Destas, quatro, incluindo a JBS, fizeram doações ao Pros e — coincidentemente — receberam seus créditos do governo.

Um levantamento de VEJA mostra que há uma notável sincronia entre as datas de pagamento dos créditos e as contribuições eleitorais das empresas beneficiadas. Confira:

• Entre 14 de agosto e 29 de dezembro de 2014, a Grendene, a maior exportadora de calçados do país, recebeu 90 milhões de reais. No mesmo período, a empresa e seus acionistas doaram um total de 4,1 milhões ao Pros e ao candidato a governador do Ceará. Em detalhes: a primeira parcela do crédito da Grendene foi liberada em 14 de agosto de 2014, e um de seus sócios, Pedro Bartelle Filho, fez duas doações — uma de 125 000 reais a um dos aliados, candidato a deputado federal, e a outra de 250 000 reais ao candidato Camilo Santana (PT), ambas em 20 de agosto, seis dias depois. Mais: a segunda parcela do crédito saiu em 25 de agosto, e Pedro Grendene Bartelle fez uma doação ao Pros, no valor total de 1,5 milhão, em 26 de agosto — um dia depois. No mesmo dia, seu filho, Pedro Bartelle, doou ou­tros 250 000 reais também ao Pros. Mais ainda: em 18 e 21 de setembro, o Ceará pagou 18,5 milhões de reais à Gren­dene e, logo em seguida, em 25 e 26 de agosto, o Pros recebeu 2 milhões de reais de contribuição pagos por Alexandre Grendene Bartelle, Pedro Grendene Bartelle e pela própria Grendene S.A.

• Outro caso. Entre 5 de junho e 10 de outubro do ano eleitoral de 2014, a Paquetá Calçados, outro gigante do setor de calçados, com 250 lojas pelo mundo e sete fábricas no Brasil e na Argentina, recebeu 41,7 milhões de reais em créditos do governo. Nesse período, doou 3,7 milhões ao Pros. Verifica-se, nesse caso, o mesmo balé de datas: saiu o pagamento e, pouco depois, caiu a contribuição eleitoral.

• Ainda outro caso. Em 7 de abril e em 21 de outubro de 2014, a Bermas Maracanaú, do município de mesmo nome, recebeu 18 milhões de reais do governo cearense e, nesse período, doou 990 000 reais, metade ao Pros e metade ao candidato dos irmãos Gomes ao governo do Ceará. Mais uma vez, as datas apresentam a mesma sincronia: o governo paga e, dias depois, a empresa faz a doação financeira.

jbs-couros-cascavel-2011-6.jpg?quality=7 Propina – A Cascavel Couros, do grupo da JBS: doação em troca de créditos

Propina – A Cascavel Couros, do grupo da JBS: doação em troca de créditos (//Divulgação)

A quinta grande credora do estado era a Vulcabras Azaleia — empresa com 15 000 empregados e com seus calçados distribuídos em vinte países. Ela não fez doação eleitoral alguma ao Pros nem ao candidato a governador apoiado pelos irmãos Gomes. Mesmo assim, recebeu seus créditos de 12,4 milhões de reais em 2014. Nesse caso, não há nenhuma conexão explícita, mas os investigadores têm levado em conta que os acionistas controladores da Grendene são os mesmos da Vulcabras Azaleia — ou seja, Alexandre Grendene Bartelle, Pedro Grendene Bartelle e Pedro Bartelle Filho. Procuradas, Grendene, Paquetá, Bermas e Vulcabras não se manifestaram.

A suspeita levantada pelo calendário é que o governo do Ceará costumava represar o pagamento dos créditos nos anos em que não havia eleição. No período eleitoral, no entanto, as torneiras do estado eram abertas — e as contribuições eleitorais jorravam. A regra, aparentemente, era simples: quem pagava recebia. Ao receber 97 milhões de reais no ano eleitoral de 2014, a Cascavel Couros, da JBS, por exemplo, embolsou mais do que o dobro do que recebera nos três anos anteriores somados. Aos números:

• Em 2011, quando não houve eleição, a Cascavel Couros tinha créditos de 58,2 milhões de reais, mas só recebeu 11,5 milhões;

• Em 2012, tinha ainda mais dinheiro para receber, 79 milhões, mas levou apenas 18 milhões;

• Em 2013, a situação ficou ainda pior: tinha 93,8 milhões de créditos e, no entanto, embolsou só 12,4 milhões;

• No ano eleitoral de 2014, porém, o cenário mudou radicalmente. Com 111 milhões de reais para receber, a Cascavel Couros levou 97,5 milhões — quase tudo a que tinha direito.

Quando o caso do esquema de extorsão no Ceará chegou ao Supremo Tribunal Federal, em agosto de 2017, a cronologia dos pagamentos à JBS não passou despercebida ao ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato. O magistrado destacou que o Ministério Público chamava a atenção para o fato de que os pagamentos em anos eleitorais “foram bem superiores aos realizados em anos pretéritos”. O que não se sabia é que os tais pagamentos em anos eleitorais também dispararam para outras empresas, e não só a JBS. Em 2015, dois anos antes da delação dos donos da JBS, já havia suspeita de que algo estranho estava acontecendo. Soraia Victor, conselheira do Tribunal de Contas do Ceará, percebeu que os pagamentos do programa de incentivo tinham crescido 250% no ano eleitoral de 2014. Desconfiada, ela quis investigar o assunto a fundo. “Meu relatório foi votado, mas o TCE nem sequer o discutiu. Não deu atenção ao que eu estava apontando. Pedi uma auditoria. Mas o tribunal discordou. O tempo mostrou que eu estava certa, embora, naquele momento, eu ainda não soubesse exatamente do que se tratava”, diz a conselheira. Dos seis membros do TCE à época, quatro eram ligados aos irmãos Gomes. Um deles, Patrícia Saboya, é ex-mulher de Ciro Gomes.

Os delatores da JBS contaram que, em meados de 2014, receberam uma visita do governador Cid Gomes, que pediu uma contribuição de campanha, sem condicioná-la a nenhum benefício. Dias depois, no entanto, veio o achaque. Segundo os delatores, Arialdo Pinho, então chefe da Casa Civil do governo de Cid Gomes, e o deputado federal Antônio Balhmann solicitaram uma reunião com os donos da empresa. O assunto era o mesmo de que Cid Gomes tratara antes: doações eleitorais. Só que, dessa vez, não houve rodeios. Em seu depoimento, Wesley Batista, da JBS, relatou que Arialdo Pinho foi direto ao assunto: “Olha, nós precisamos daquela contribuição de 20 milhões e aqui o negócio é assim: você paga e nós lhe pagamos. Se você não paga, o estado não libera”. A JBS topou. Houve o seguinte acerto: uma parte do dinheiro (10,2 milhões) seria repassada como contribuição oficial. O restante (9,8 milhões) cairia no caixa dois. Arialdo Pinho e Antônio Balh­mann ficaram encarregados de definir a forma e o destino dos repasses.

É antiga a amizade de Ciro com Arialdo Pinho. Quando foi prefeito de Fortaleza (1989-1990), Ciro ajudou Pinho a divulgar seu novo negócio, um parque aquático — o Beach Park. Após Ciro deixar a prefeitura e ficar sem mandato, o empresário lhe deu um emprego como diretor financeiro do Beach Park. Durante um período, foi seu chefe. Já Balhmann foi secretário do governo de Ciro e ocupou um cargo de destaque no Ministério da Integração Nacional quando o agora candidato a presidente comandou a pasta no governo Lula. Segundo a delação da JBS, Pinho e Balhmann ficaram responsáveis por indicar as empresas-laranja e encaminhar as notas fiscais dos supostos beneficiários.

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Por orientação deles, os recursos da JBS foram repassados da seguinte forma: 4 milhões de reais para o diretório do Pros no Ceará, 9,8 milhões para empresas determinadas por Pinho e Balhmann e o restante para candidatos apoiados pelos irmãos Gomes (veja o gráfico ao lado). Entre os beneficiários da dinheirama aparecem o próprio Balhmann, o governador Camilo Santana (PT), que hoje concorre à reeleição com o apoio do presidenciável do PDT, e empresas ligadas aos irmãos Gomes. Uma delas é a Cankun Comunicação Institucional, que recebeu 1 milhão de reais. Seu dono, Manoel Canabarro, vem a ser o marqueteiro oficial da campanha de Ciro à Presidência.

O padrão “você paga e nós lhe pagamos” repetiu-se no caso das empresas com direito a 97% dos créditos devidos pelo Estado do Ceará. Por outro lado, o padrão “se você não paga, nós não lhe pagamos” também parece ter funcionado. A Dass Nordeste, uma fabricante de calçados esportivos, não fez nenhuma doação eleitoral. Em 2014, ela tinha apenas 1,6 milhão de reais a receber do governo cearense — uma ninharia, perto das demais beneficiadas pelo programa. Ainda assim, menos da metade desse valor foi paga à Dass Nordeste, que até hoje cobra, sem sucesso, a diferença. Os investigadores têm uma suspeita óbvia: a empresa não recebeu porque não topou pagar a propina. Procurada, a Dass não quis comentar o assunto.

O Ministério Público Federal no Ceará já identificou nas delações da JBS crimes de lavagem de dinheiro, além de corrupção ativa e passiva. Por determinação da Justiça, a Polícia Federal abriu um inquérito para averiguar o pagamento de propina em 2010. No último dia 24, o procurador Luiz Carlos Oliveira Júnior requereu a abertura de outra investigação para apurar o achaque de 2014. Cid Gomes, Arialdo Pinho e Antônio Balhmann são os alvos. Procurado por VEJA, Arialdo Pinho disse que “só falará à Justiça”. O deputado Antônio Balhmann admitiu ter pedido dinheiro à JBS, mas ressaltou que foi tudo dentro da lei e que jamais vinculou as doações à liberação de créditos pelo estado. O marqueteiro Manoel Canabarro, dono da Cankun, não quis comentar o caso. Os irmãos Ciro e Cid não responderam aos pedidos de entrevista.


“Ciro sabia e participava”

niomar-calazans-09.jpg?quality=70&strip= O ex-tesoureiro – Niomar Calazans: pronto para depor

O ex-tesoureiro – Niomar Calazans: pronto para depor (Cristiano Mariz/VEJA)

O administrador de empresas Niomar Calazans, 48 anos, ajudou a fundar o Pros e foi primeiro-tesoureiro nacional do partido por mais de dois anos. Durante esse tempo, também exerceu o cargo de secretário da presidência da legenda. As duas funções colocaram-no à cabeceira da mesa das principais negociações políticas e financeiras do Pros entre 2013 e 2015, período em que o partido, sabe-se hoje, foi usado como incubadora de várias tramoias, principalmente nas eleições de 2014. No âmbito federal, a sigla vendeu seu apoio à presidente Dilma Rousseff. Nos estados, vendeu diretórios regionais para abrigar candidaturas e dar suporte a alianças de conveniência.

Uma das tramoias aconteceu no Ceará. A Lava-Jato descobriu que uma empresa do grupo JBS pagou 20 milhões de reais em propina em troca da liberação de créditos junto ao governo — e parte do dinheiro foi parar nos cofres do Pros. Os delatores da empresa contaram que o acerto foi feito com o então governador Cid Gomes (Pros), o hoje deputado Antônio Balhmann e o hoje secretário estadual Arialdo Pinho.

Em entrevista ao repórter Hugo Marques, o ex-tesoureiro conta o que viu e ouviu sobre esses pagamentos de propina e diz que Ciro Gomes, candidato a presidente da República, sabia e participava de todas as negociações — as lícitas e as ilícitas. Afirma também que o presidenciável chegou a negociar pessoalmente a “compra” do diretório do partido no Ceará. Na terça-feira 28, Calazans prestou depoimento como testemunha num inquérito na Polícia Federal que investiga a falsificação de documentos da sigla — denúncia que ele mesmo fez em 2015, ainda na condição de tesoureiro, e que resultou em sua expulsão da legenda “por ter infringido o código de ética e disciplina do estatuto do Pros”. Calazans, na época, acusou Euripedes Junior, o presidente do partido, de fraudes e desvio de dinheiro público. A seguir, sua entrevista.

A JBS diz que pagou propina ao grupo do ex-governador Cid Gomes e ao Pros para receber créditos do governo. Isso é verdade? É totalmente verdade. Os delatores disseram exatamente o que aconteceu.

Quem sabia disso? Todo mundo sabia. Eles fizeram uma jogada lá, e o dinheiro veio desse acerto com os empresários.

Todo mundo quem? O governador Cid Gomes, o Ciro, o governador Camilo Santana, o Euripedes Junior, o Arialdo Pinho, o deputado Antônio Balhmann e todos os aliados deles que usaram o dinheiro na campanha.

Ciro Gomes também sabia? O Ciro Gomes sabia e participava, com certeza.

Ele também sabia que seu irmão Cid pedira propina à JBS? No Ceará, um não faz nada sem o outro. Cid Gomes era governador por indicação do Ciro. Quando um está em um partido, o outro também está. Trabalham em conjunto.

O senhor tem alguma prova de que Ciro sabia e participava de tudo? Prova material eu não tenho.

O senhor já esteve com Ciro Gomes? Diversas vezes. No Ceará, estive duas vezes com ele. As outras foram em Brasília. Sempre que ia a Brasília, ele visitava a sede do Pros para tratar desses negócios.

Que negócios eram esses? Os negócios políticos e os negócios financeiros. Quem indicou o presidente do Pros no Ceará foi o Ciro. O indicado foi o Danilo Serpa. Danilo também era o chefe de gabinete do governo Cid. Através do Danilo, Ciro mandava no diretório estadual e cuidava da parte financeira.

Não era o senhor que cuidava das questões financeiras? Eu era o tesoureiro nacional. Mas era o Ciro Gomes que negociava a parte do dinheiro do Ceará. Os 20 milhões de reais que a JBS repassou em 2014 foram para o grupo de Ciro, que apoiou a candidatura do Camilo Santana. Nós só acompanhávamos. Ciro precisava do partido no estado para tocar a campanha do seu grupo político. O pessoal dele negociou esses créditos, dinheiro usado para eleger o grupo dele. E ainda houve o caso dos 2 milhões que Ciro teve de dar ao Euripedes Junior para poder controlar o Pros no Ceará.

Ciro comprou a legenda por 2 milhões? Os irmãos Gomes compraram o diretório cearense do Pros. Euripedes controlava o partido e “vendia” os diretórios estaduais. Quem quisesse ter o controle local da sigla precisava pagar. Foi assim em Minas Gerais, em Mato Grosso do Sul, no Ceará e em outros estados. Em 2014, o Euripedes chantageou o Ciro: “Se você não depositar 2 milhões de reais na minha conta, eu não libero o diretório”. Esse diálogo foi reproduzido pelo próprio Euripedes em uma de nossas reuniões.

O senhor estava na reunião? Sim, foi uma conversa minha com o Euripedes Junior. Logo depois dessa conversa, inclusive, o Danilo Serpa, presidente do Pros no Ceará, me ligou. O Danilo falou: “O Euripedes está fazendo chantagem, nos retirou a senha do partido”. O Danilo pediu que eu fizesse uma aproximação do Euripedes com o Ciro. Fui então falar com o Euripedes e ele disse: “Quem manda no partido sou eu, as coisas vão acontecer do meu jeito”.

E o que aconteceu? O Ciro veio a Brasília para negociar diretamente com o Euripedes.

O senhor estava nessa reunião do Ciro com o Euripedes? Eu estava na sede do partido, vi quando eles entraram, mas não participei. Foi uma reunião muito tensa.

E houve o pagamento? Eles receberam a autorização para comandar o diretório regional. O que você acha?

Qual o destino da propina que a JBS pagou ao Pros? O dinheiro foi todo usado nas campanhas dos nossos candidatos no Ceará. Era uma questão regional dos irmãos Gomes. Eles arrecadaram e cuidaram da operação do dinheiro por lá.

Como assim? O Euripedes Junior tratava das questões nacionais. Foi ele quem negociou a venda do apoio do partido à candidatura da presidente Dilma. Já a propina da JBS no Ceará era uma coisa separada, coisa regional, da alçada dos irmãos Gomes. Basta ver para quem foi o dinheiro.

O senhor tem como provar essas acusações? Os depoimentos dos executivos da JBS são públicos e notórios. E eu acompanhei tudo isso de perto. Em 2014, denunciei à Justiça que o Euripedes usava o Pros para ganhar dinheiro — e fui expulso do partido no início de 2015. Continuo colaborando com as autoridades. Não há inocente nesse meio.

O senhor está disposto a depor oficialmente acusando Ciro Gomes de envolvimento no esquema? Meu compromisso é com a verdade. Aquilo que me for perguntado e de que eu tiver conhecimento, vou falar sem restrição alguma.

Por que o senhor não denunciou antes a venda do Pros no Ceará por 2 milhões? Nos depoimentos que prestei à Polícia Federal e à Polícia Civil, só me perguntaram sobre falsificação de atas de reuniões e uso irregular de dinheiro público envolvendo o presidente do Pros, temas que denunciei ao Ministério Público em 2015, antes de ser expulso do partido. Há muitas coisas que presenciei e, se me perguntarem, vou dizer como aconteceram.

https://veja.abril.com.br/revista-veja/o-esquema-cearense/

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De acordo com O Antagonista, a Polícia Legislativa afirmou ter registro do cara que fez o atentado contra Bolsonaro NO MESMO DIA do atentado na Câmara.

Está dizendo também que é a segunda visita confirmada, a primeira foi há 4 ou 5 anos atrás, no mesmo anexo que ficam os deputados do PSOL (ele era filiado à época).

https://www.youtube.com/watch?v=b54_57W3zUU&feature=push-lbss&attr_tag=byTQ9sUgjiIBd4kX%3A6

 

Publicado no site: https://www.oantagonista.com/brasil/exclusivo-camara-tem-registro-de-visitas-de-adelio-bispo-no-dia-atentado/

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Lula é a prova de que o general Mourão está certo

Lula encaminhou uma carta para o general Mourão.

Ele disse:

“General Mourão, não julgue avós e mães pobres pelo seu conceito medíocre sobre a espécie humana. Se o senhor já pensava assim não deveria ter chegado a general e muito menos querer ser vice-presidente.

Eu e sete irmãos fomos criados por uma mulher analfabeta chamada Dona Lindu e duvido que exista alguém na sociedade brasileira que educou os filhos melhor do que ela. Pode ter igual, melhor nunca.

General, um conselho, faça um curso sobre o Humanismo.”

O general Mourão disse que filhos de mães solteiras têm mais probabilidade de cair no crime. Lula é a prova de que ele está certo.

https://www.oantagonista.com/brasil/lula-e-prova-de-que-o-general-mourao-esta-certo/

 

:nag::nag::nag::nag:

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