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Sonymaster

Out Run – Sol, beleza e água fresca no inesquecível paraíso da velocidade no Mega Drive

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Acomode-se em seu assento e prepare-se para pisar fundo, pois hoje revisitaremos Out Run!
 
Em meados de 1986, o mundo receberia um dos Arcades de corrida mais famosos da história: pelas mãos da Sega (que produziu e desenvolveu o jogo) nasceu Out Run, um jogo de corrida onde tudo parece perfeito. Afinal de contas, pilotar uma Ferrari conversível com uma gatinha como co-piloto em pistas paradisíacas e ao som de músicas empolgantes não parece outra coisa senão o paraíso!
 
out-run-capa-jogoveio.png
 
Vale lembrar que Out Run saiu da mente genial de Yu Suzuki, uma lenda da Sega que também criou títulos/franquias clássicas tais quais Hang-on, After Burner, Virtua Fighter, Shenmue e Yakuza. Credenciais na carreira deste senhor não faltam, e Out Run talvez tenha sido seu primeiro grande passo rumo às estrelas.
 
Out-Run-Carro.jpg
 
Após uma ótima conversão para o Master System em 1987, Out Run finalmente aportou no Mega Drive no sempre mágico ano de 1991 (aliás, que ano foi este para o 16 bits da Sega, não?). Com a capacidade superior à do Master, o cartucho do Mega aproximava-se muito mais da experiência de velocidade vista nos Arcades, apresentando gráficos bem trabalhados e indiscutível qualidade de áudio.
 
Portanto, com tal clássico já devidamente apresentado, nos resta agora apertarmos os cintos e relembramos os detalhes e características que fazem de Out Run um nome que atravessou eras e mais eras na história do videogame. Sintonize sua música favorita e bora dar um role de possante em ótima companhia!
 
Out-Run-Mega-Drive.gif
 
Vida boa sim, só um pouco corrida!
 
Em jogos como Out Run, fica até difícil abordar-se o tema “história”, já que por aqui ele literalmente não existe.
 
Advindo dos Arcades, a premissa única é uma só: vencer o cronômetro em cada área do longo percurso. Não há princesas a serem salvas, nem vilões que devem ser impedidos – o que você precisa aqui é impressionar a beldade de cabelos dourados sentada no banco do passageiro e não fazer feio ao volante!
 
Você não vai encontrar nem ao menos outros pilotos com o mesmo objetivo que você, o que por si só já descarta o nicho “jogo de corrida” e abraça somente o rótulo da velocidade. Os demais carros que o jogador encontra pela pista seriam apenas de pessoas normais, passeando tranquilamente e alheios ao seu desafio.
 
Out-Run-Pista.jpg
 
O criador Yu Suzuki já afirmou anteriormente que “Out Run não se trata de um jogo de corrida, mas sim de direção”. Isto significa que não temos aqui uma competição como veríamos em Road Rash, Top Gear ou Super Mônaco GP por exemplo, e sim talvez do primeiro protótipo de simulador de carros transformado em videogame.
 
Dito isso, é possível entendermos como a experiência de jogarmos Out Run em uma autêntica cabine de Arcade, com volante e pedais, deveria ser de fato muito superior à de sentarmos no sofá com o joystick em mãos – mas nem por isso o jogo passa perto de fazer feio nas plataformas domésticas. A adrenalina alimentada pelo desafio e velocidade ainda está lá, pulsando forte nos jogadores que entrarem de cabeça no desafio.
 
Out-Run-Capa.jpg
 
No volante do possante
 
Os controles e mecânica geral de Out Run seguem a linha mega simples dos antigos jogos de corrida: você só acelera e freia. Nada de nitros para aumentar a velocidade, botões de tiro/ataque para combater oponentes (como em Rock N’ Roll Racing e Road Rash, por exemplo) ou algo mais do tipo.
 
Nos Arcades, é bem verdade que o volante é bem mais intuitivo que o joystick, mas mesmo nesta versão doméstica os comandos respondem bem – são apenas um pouco “durões” para quem ainda não está acostumado. Aliás, não há mesmo como estes serem tão leves e perfeitos, uma vez que o desafio de verdade em Out Run reside em manter o carro na pista o tempo todo, ainda desviando-se dos muitos obstáculos.
 
Out-Run-Checkpoint.jpg
 
Uma dica de ouro para domar melhor sua máquina é sempre ficar de olho no traçado à frente, uma vez que pegar a tangência da próxima curva – sobretudo nas mais fechadas – é essencial para manter o carango nos limites do asfalto. Isso pode ser especialmente difícil quando não temos um mapa para nos guiar, o que infelizmente por aqui é verdade. A parada é mesmo treinar os reflexos e responder rápido à mudança de trajeto.
 
Também não fique esperando de forma alguma que a loirinha passageira banque a navegadora e te dê alguma dica porque você vai esperar sentado – ela está lá só pra curtir a paisagem e está pouco se lixando se o coitado do piloto está travando uma batalha épica contra a pista e seus obstáculos!
 
Out-Run-Mapa.jpg
 
Desafiando a velocidade (e os domingueiros)
 
Na já citada ausência de adversários, o desafio apresentado em Out Run vem na forma dos traçados cada vez mais sinuosos, obstáculos laterais e outros motoristas pelo caminho.
 
Quanto à pista, mesmo já dada a dica, vale sempre reforçar: manter o carro sob controle depende muito de pegar ou não a tangência da próxima curva. Caso você perceba que simplesmente começou a virar tarde demais, o negócio é diminuir a velocidade para ao menos evitar bater com força em alguma árvore ou placa nas laterais do asfalto. Mas não esquente: como cada sessão de jogo não é muito longa (dá pra bater o final de um percurso em menos de 10 minutos), pegar a manha não demora tanto assim.
 
Sobre os demais carros passeando, não tem jeito mesmo: o jogador terá de relembrar suas habilidades de Enduro (corridinha clássica do Atari) e tirar sua Ferrari da trajetória de colisão. Tome como verdade o fato de que nenhum deles tem espelho retrovisor – nem bom senso – para saírem do caminho de um possante em alta velocidade, ou que simplesmente eles não estejam nem aí pra você.
 
Out-Run-Batida.jpg
 
O mais importante é ter-se em mente sempre o seguinte: uma porrada mais forte em um outro carro, árvore, placa ou qualquer outro grande obstáculo vai fazer a Ferrari capotar lindamente, mandando pelos ares tanto o piloto quanto a moça. O jogo automaticamente recupera sua posição de origem ao centro da pista, mas o tempo perdido entre a animação da capotagem até o ponto de ganhar-se novamente velocidade após a batida fará você perder segundos valiosos.
 
Aliás, o tempo ganho a cada checkpoint não é dos maiores. Muitas porradas, derrapadas e saídas da pista (momento em que o carro “come” terra ou grama e perde velocidade) podem facilmente garantir que o tempo termine, o que lhe renderá um belo Game Over. Neste caso, só lhe restará recomeçar tudo outra vez – nada de passwords ou bateria interna de gravação.
 
Os checkpoints estão no início de cada nova área, e você perceberá que está chegando a um no momento em que a pista alterar suas características (grama pode virar deserto, o dia torna-se entardecer). Dá pra sacar que está para atingir uma nova área toda vez que você se deparar com uma bifurcação – como na imagem mais acima, podemos perceber que há várias rotas distintas em Out Run. O final é sempre o mesmo, mas o caminho até ele poderá sempre ser diferente caso o jogador opte por explorar novas rotas.
 
Out-Run-Praia.jpg
 
Departamento técnico – feriadão de sol em pixels
 
Uma vez mais, a Sega esmerou-se bastante para que, nesta conversão de Out Run, os proprietários de um Mega Drive sentissem-se privilegiados: tanto os gráficos como o som perdem pouco para os Arcades e mostram belo nível de trabalho e esforços.
 
O modelo do carro é bem detalhado, bem como também apresenta um bom número de quadros de animação que podemos conferir assim que fazemos uma curva ou principalmente quando acompanhamos aterrorizados uma capotagem cinematográfica pós-colisão. Embora os outros carros não apresentem o mesmo nível de detalhamento, estes são bem variados (até motocas e caminhões da Sega pintam pelo caminho) e cumprem seu papel.
 
Já os cenários, destes não há o que se reclamar: embora a pista seja sempre a mesma, as características de cada trecho garantem novas experiências após cada bifurcação. A eterna repetição gráfica nos obstáculos por aqui é latente, mas no quadro geral, podemos dizer sem medo de errar que qualquer cena do gameplay de Out Run daria um ótimo papel de parede para o seu PC ou celular.
 
Out-Run-Radio.gif
 
No setor sonoro, Out Run também dá show e aula pra muito título 16 bits que veio após ele. Embora os efeitos sejam simples (com um bem estranho quando derrapamos fora da pista), eles entregam exatamente a sensação de estamos jogando um clássico título de corrida: os sons das batidas, cantadas de pneus e outros são nada menos que nostálgicos.
 
Quanto as canções, não somente temos uma boa variedade de belas e inesquecíveis músicas, como também uma inovação para os jogos de seu tempo: imagine poder escolher no rádio do seu carro o som que quer ouvir durante a partida. É exatamente esta liberdade que Out Run lhe dá – você pode “sintonizar uma rádio” e correr ouvindo a canção que mais gosta. Se isso lhe pareceu trivial até demais, não faz ideia do quanto isso era bacana para a época!
 
Somando-se esta característica com os trajetos múltiplos, podemos dizer que Out Run foi um dos primeiros jogos que ao menos tentou se parecer diferente para cada jogador.
 
Out-Run-Final.jpg
 
Esqueça o cronômetro – Out Run não tem fim!
 
Fechando este humilde review sobre tão importante jogo para a trajetória da Sega, não podemos deixar de dizer com todas as letras e sem faltar com a verdade: Out Run marcou época, e sem dúvida influenciou bastante seu gênero.
 
O cartucho ousou inovar, trouxe uma variedade nunca antes vista em um título de corrida e fez muito gamer tomar gosto pela direção. Se já era bacana ir ao fliperama e gastar fichas e mais fichas atrás do volante, ter essa sensação emulada no conforto de seu lar não era menos que incrível.
 
Se você já experimentou este jogo, certamente vai se lembrar de bons momentos enquanto desafiava o tempo e cruzava por cenários paradisíacos. Porém, se jamais chegou a ver Out Run em ação e é um fã de velocidade e/ou retrogames, de certo precisa passar alguns minutos tentando domar esta Ferrari ao lado da loirinha.
 
No melhor estilo Arcade – que produziria no futuro máquinas como Daytona USA e Cruis’n USA, onde o objetivo também era desafiar o cronômetro – Out Run fez escola e merece não somente respeito, como também um repeteco na sua próxima hora de folga!
 
Dicas
 
Modo de dificuldade Hyper
 
Após algum tempo com o jogo, tornar-se fera em Out Run não é tarefa das mais complicadas. No entanto, para continuar encontrando desafios, é possível destravar um modo de dificuldade barra-pesada – o Hyper.
 
Para jogar neste modo, que joga o mel fora e te dá a abelha viva para mastigar, basta terminar o jogo ao menos uma vez no modo Super ou Pro. Também é possível destrava-lo na base da mamata ao apertar o botão C dez vezes na tela-título e depois seleciona-lo no Options.
 
Fonte: Jogo Véio
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parece que a testarossa conversivel desse jogo nunca foi produzida originalmente

elas existem, mas foram modificadas depois

 

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são poucos os jogos de corrida que carregam a identidade própria que Out Run carrega :) . Podiam fazer lindo e desenvolver um Out Run 3 digno do primeiro de arcade e do 2 original de Xbox.

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44 minutos atrás, burn disse:

vc quis dizer que gosta mais desse jogo, e mais do 2006?

 

KKK digitar correndo e postar dá nisso! Gosto do Outrun Clássico MASS eu sou fã de paixão do OR2 do xbox

12 minutos atrás, PekSGN disse:

são poucos os jogos de corrida que carregam a identidade própria que Out Run carrega :) . Podiam fazer lindo e desenvolver um Out Run 3 digno do primeiro de arcade e do 2 original de Xbox.

Exatamente! O OR2 do xbox levou esta identidade e adquiriu novas com seus extras. Fato que já está na hora de um OR 3! Não precisa esperar 3 gerações de console para lançar um novo. E sobre a Licença da Ferrari, isso ferra pq é uma característica do game ter as Ferraris. Jogar com carros com nomes fictícios/ modelagens diferentes, não sei como seria. 

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As músicas do Out Run são inesquecíveis

Clássico absoluto!

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Eita jogo que eu joguei pra caramba,  mas no meu Master System! As músicas são ótimas. Que época boa.

Só fui conhecer a versão de Mega Drive bem depois.

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Em 18/01/2019 at 9:30 PM, Minda disse:

Eita jogo que eu joguei pra caramba,  mas no meu Master System! As músicas são ótimas. Que época boa.

Só fui conhecer a versão de Mega Drive bem depois.

idem joguei muito no Master System! curtia as musicas por que eram longas nao era so um pedaço se repetindo varias vezes curtia os finais tambem cada final de trajeto de A a E tinha um.

uma curiosidade a versao Game Gear e diferente da versao Master System e tem um modo versus contra o computador ou jogador que usa uma ferrari azul o inicio e igual na praia mas acho que estes estagios nao tem na versao master system ou foram desenhados diferente...nao lembro...

 

 

uma vez quando era pequeno vi uma ferrari testarossa aqui na cidade quando tava no onibus ai acabei dizendo "hum? a ferrari do outrun?"

 

 

 

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Outrun é um jogo que tem o que falta em muitos jogos hoje, identidade. Você olha uma imagem, ouve uma trilha sonora, você imediatamente associa a OutRun.

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4 horas atrás, burn disse:

que tesao essa..... arte :lula:

Poxa fizeram o filme do Need for Speed, a Sega poderia fazer o do Out Run apenas para os nostálgicos. :fodase:

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Em 18/01/2019 at 3:23 PM, PekSGN disse:

são poucos os jogos de corrida que carregam a identidade própria que Out Run carrega :) . Podiam fazer lindo e desenvolver um Out Run 3 digno do primeiro de arcade e do 2 original de Xbox.

Sei que é um conceito feito por fã mas ficou legal a capa. Ai Sega, ela já tá pronta rsrs. Imagina um OR com VR que vc possa viajar na paisagem dirigindo no modo Cockpit.

 

 

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5 horas atrás, Hill top zone disse:

Sei que é um conceito feito por fã mas ficou legal a capa. Ai Sega, ela já tá pronta rsrs. Imagina um OR com VR que vc possa viajar na paisagem dirigindo no modo Cockpit.

 

 

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Ficou legal, e realmente foi um tiro certo a pessoa colocar como se fosse um jogo VR. Ia ficar show ouvindo as músicas e curtindo a paisagem. Acho que o Out Run deveria ser um conceito quase igual ao do Forza Horizon, ia ficar show. 

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14 horas atrás, Sonymaster disse:

Ficou legal, e realmente foi um tiro certo a pessoa colocar como se fosse um jogo VR. Ia ficar show ouvindo as músicas e curtindo a paisagem. Acho que o Out Run deveria ser um conceito quase igual ao do Forza Horizon, ia ficar show. 

Só o modo VR poderia ser igual o FH, fora isso se o jogo todo fosse assim, perderia um pouco sua originalidade. OU poderia fazer igual o OR2, ter modos OR classico, Missões, Etc etc

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Hoje em dia, um jogo de corrida, que não seja simulador contando milésimo por volta, tem que ter liberdade e "mundo aberto", faz um Out Run seguindo alguns conceitos de Forza Horizon, usa a costa oeste americana como base dos cenários e soca de missões diversas, renova licença da Ferrari e vamo que vamo :) .

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acho que poderiam colocar 3 licenças pra ser tipo o numero do titulo

ferrari, lamborghinni e pagani

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24 minutos atrás, burn disse:

acho que poderiam colocar 3 licenças pra ser tipo o numero do titulo

ferrari, lamborghinni e pagani

sim, seria mais legal ainda.

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2 horas atrás, Hill top zone disse:

Só o modo VR poderia ser igual o FH, fora isso se o jogo todo fosse assim, perderia um pouco sua originalidade. OU poderia fazer igual o OR2, ter modos OR classico, Missões, Etc etc

Poderia mesmo, realmente ia perder a originalidade e ficar parecido com os demais do FH, era melhor atualizar o que ele é original e adicionar esse lance da paisagem bem legal no VR. 

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OutRun foi o primeiro jogo que joguei na minha vida (versão Mega Drive). Por causa desse game eu sou apaixonado por games de corrida e principalmente Ferrari pois para mim está entre as franquias de games mais legais de todos os tempos.

Quando anunciaram OutRun 2 fiquei maluco, eu queria um Xbox de qualquer jeito mas não encontrava aqui em minha cidade para comprar. Até que lançaram OutRun 2006 pro PS2 e tive oportunidade de jogar esse clássico que não perde nada pro original.

 

 

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7 minutos atrás, Games disse:

Quando anunciaram OutRun 2 fiquei maluco, eu queria um Xbox de qualquer jeito mas não encontrava aqui em minha cidade para comprar. Até que lançaram OutRun 2006 pro PS2 e tive oportunidade de jogar esse clássico que não perde nada pro original.

MAAAS perde para o do PC e Xbox :troll_face:

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