Jump to content
Sign in to follow this  
Sonymaster

Sega CD – uma sombra de revolução em Compact Disc que jamais decolou

Recommended Posts

Quando imaginamos uma infância gamer nos anos 90, logo nos vem à mente os jogos em cartuchos/fitas e belos gráficos coloridos em pixels e sprites. Da mesma forma, talvez as primeiras memórias de muitos quando falamos em “primeiros jogos em CD” sejam consoles como o PlayStation, o Sega Saturn e o Neo Geo CD… Mas a história nos diz outra coisa.
 
sega-cd-especial-jogoveio.jpg
 
Aqui no Brasil – salvo alguns colecionadores e uns poucos verdadeiramente sortudos – quase ninguém chegou a ver pessoalmente um TurboGrafx-CD, um Philips CD-i ou ainda um dos muitos modelos de 3DO. Com o momento econômico em crise no início dos noventa, já era privilégio para poucos ter um simples Mega Drive ou Super Nintendo em casa, que diria então uma plataforma em CD com a tecnologia “mais quente” daqueles tempos. E então, em 1993, a sempre fiel Tec Toy nos trouxe o incrível Sega CD – periférico que transformava o Mega Drive em um verdadeiro videogame do futuro!
 
…Ou era o que pensávamos quando namorávamos o atraente aparelho nas vitrines de lojas em shoppings. A verdade é que aqueles que não tiveram grana para investirem em um Sega CD foram poupados de alguns problemas, entre os quais a dificuldade em encontrar-se jogos da plataforma em locadoras (ou à venda a preços acessíveis) e a simples desilusão em perceber que, embora contando com alguns incríveis títulos, o Sega CD simplesmente “chegou à frente de seu tempo”. Tanto mais poderia ter sido realizado neste acessório se a tecnologia da época e sua acessibilidade tivessem ajudado!
 
Sega-CD-console-caixa.jpg
 
Com isto em mente, sabemos hoje que o Sega CD infelizmente não passou de um projeto ambicioso e muito bem-intencionado, porém fora de seu tempo, o que o fez ser executado de forma abaixo das expectativas e nos incitou muitas discussões atuais sobre “como poderia ter sido” e “o que mais poderiam ter feito” com este notável hardware. Por quê hoje muitos de nós enxergamos esta que, após os PCs, foi a primeira grande plataforma de jogos em Compact Disc difundida em nosso país como um infame e retumbante fiasco?
 
Nesta matéria, vamos dar uma olhada geral na história do Sega CD e em como ele impactou no legado que a Sega deixou na história dos videogames. Quem nunca teve muita proximidade com o aparelho poderá conhecer mais sobre ele em nossa abordagem, na qual procuramos relembrar aspectos técnicos e comerciais, além de algo que de fato importa bastante: a qualidade da diversão que podemos ter ao jogá-lo. Isto sem nos esquecermos também da marca deixada em definitivo por este tão controverso aparelho no caminho da tecnologia que hoje nos trouxe à era de titãs completamente impensáveis naqueles já longínquos anos 90.
 
Se hoje você torce o nariz ao ouvir o nome deste pedaço de antiguidade vanguardista, vale a pena nos acompanhar neste texto para descobrir que o saudoso Sega CD valia muito mais do que costumamos achar hoje em dia – e que ele definitivamente merece um lugar de respeito na história brasileira dos videogames!
 
Sega-CD-tela-abertura.jpg
 
Ficha técnica do Sega CD
 
As principais características do aparelho sem dúvidas são suas capacidades de aumentar enormemente a memória e processamento do Mega Drive: o Sega CD adicionava 6 Megabits de RAM e um CPU Motorola 68000 extra, que trabalhando em conjunto com a CPU Motorola do Mega (só que em uma freqüência superior: a do 16 bits rodava em 7,8 MHz, enquanto que a do periférico CD o fazia em clock de 12,5 MHz), literalmente dobrava a potência original do console.
 
Porém, um ponto crítico na engenharia do acessório que atraiu diversas críticas por parte da mídia e dos consumidores na época referia-se a incapacidade do Sega CD em funcionar sozinho, ao mesmo tempo que necessitava de sua própria fonte de alimentação – exatamente como se fosse um hardware dependente de outro, porém um aparelho à parte ao mesmo tempo. Quem aqui não tem/teve um e passou um sufoco tentando acoplar as duas fontes em um pequeno benjamim? O negócio era partir para a extensão mesmo… Uma dor de cabeça.
 
Embora sua unidade de leitura de discos contasse com somente uma velocidade, ela era vista como de boa potência para os padrões técnicos da época. Isso de qualquer forma não impedia o Sega CD de fazer um tremendo barulho de impressora matricial em alguns momentos: você ficava achando que o processamento dele iria estourar o aparelho a qualquer momento!
 
Sega-CD-Karaoke.jpg
 
Seguem na sequência, os dados técnicos sobre nossa estrela do momento:
 
  • Processador: CPU Motorola 68000 de 16 bits, trabalhando em clock de 12,5 MHz. Enquanto opera jogos em formato de cartucho do Mega Drive, o CPU do Sega CD fica em modo de espera – porém ao reproduzir jogos em CD, este processador extra trabalha em conjunto com o Motorola do Mega para duplicar a potência.
  • Memória: RAM principal de 6 Megabits, CD-Rom de 128 Kbits e RAM de áudio de 512 Kbits para PCM. Conta ainda com um Backup de 64 Kbits.
  • Gráficos: 512 cores disponíveis, sendo que no máximo 64 destas podem ser reproduzidas simultaneamente na tela. Também pode exibir efeitos como RotatingScalling e Zoom, além de executar vídeos em formato FMU com até 256 cores (capacidade utilizada somente em Eternal Champions: Challenge from the Darkside).
  • Áudio: 8 Canais PCM Stereo, com 6 Canais FM, 3 Canais PSG e mais 1 destinado ao PWM.
  • Mídia: CD-Rom de 1X (150 kbps), com velocidade de acesso de 800ms.
  • Portas de entrada e saída: Slot para comunicação com o Mega Drive, entrada de linha e saída de linha RCA.
  • BIOS: a BIOS do Sega/Mega CD muda dependendo do modelo do aparelho, sendo todas com capacidade de ROM de 1 Megabit. Ela é acionada na reprodução tanto de jogos, quanto de CDs de música através do Player e também execução de Karaokê.
Sega-CD-Tomcat-Alley.jpg
 
A chegada e impacto no mercado noventista
 
Tecnicamente, o Sega CD (conhecido como Mega CD no Japão, país onde foi originalmente lançado) é meramente um acessório de expansão para o Mega Drive tradicional que lhe aumenta as capacidades de processamento e memória. Apesar de trazer a tecnologia do CD aos 16 bits da Sega, ainda fez parte da chamada quarta geração de videogames.
 
Seu lançamento aconteceu primeiramente no Japão, em dezembro de 1991, onde conseguiu bons números de vendas somente durante as primeiras semanas pós-lançamento – como bem sabemos, o país nipônico era amplamente dominado pela Nintendo naquela época, e nem mesmo o Sega CD foi capaz de mudar isto. O periférico só chegaria à América do Norte em outubro de 1992, onde receberia uma aceitação muito melhor. Já em 1993, a plataforma CD chegaria à Europa e, dias após, também ao Brasil com assessoria da nossa querida Tec Toy.
 
O principal objetivo da Sega com este novo aparelho era o de competir com outras empresas que já começavam a investir na mídia CD – a NEC com seu TurboGrafx-CD e o CD-i da gigante Philips eram dois bons exemplos de adversários (ambos também de 1991).
 
Sega-CD-games-caixas.jpg
 
Lá fora, o acessório foi recebido com reações mistas: enquanto a capacidade extra do CD permitia bons games que podiam reproduzir vídeos no formato Full Motion Video (ou simplesmente FMV), a grande maioria dos jogos lançados durante a vida do aparelho – uma biblioteca com mais de 200 títulos – eram considerados meras versões de jogos do Mega Drive com poucas melhorias técnicas. Muitas mídias norte-americanas acusaram o Sega CD de ser apenas um “grande dispositivo de memória extra com som em CD” para o Genesis, uma vez que sentiam que a capacidade do CD não estava sendo totalmente aproveitada pela Sega.
 
Porém, com o fracasso da Nintendo em também produzir para seu SNES um periférico em CD (sendo que, do final de sua parceria com a Sony, teríamos o nascimento do primeiro PlayStation – e ainda vamos contar esta história no Jogo Véio…), a Sega pôde aproveitar esta fatia do mercado para alavancar-se sobre a poderosa concorrente. Isto funcionou bem na América do Norte (e no Brasil) e também na Europa, mas causou pouco efeito no mercado japonês.
 
Aqui em nossa terra adorada, o Sega CD chegou tímido e não se mostrava de muitos amigos: o preço do acessório não era nada barato, e a necessidade de ter-se também um Mega Drive complicava muito as coisas para quem nem o 16 bits trazido pela Tec Toy tinha ainda em casa. Alguns estabelecimentos maiores investiram em jogos do Sega CD para disponibilizá-los à locação, porém poucos destes de fato adquiriram aparelhos para serem jogados na própria loja. Isso era uma tremenda raridade!
 
Sega-CD-Sonic-CD.jpg
 
Uma vida controversa em CDs e cartuchos
 
Desde o planejamento deste periférico do Mega Drive, as coisas já começaram de forma controversa: desenvolvido totalmente pela Sega do Japão, a divisão Sega of America simplesmente foi deixada de fora de qualquer processo de criação. O pessoal norte-americano nem mesmo chegou a receber da sede nipônica uma unidade protótipo do Sega CD que funcionasse durante esta fase de desenvolvimento: eles tiveram que, na base da boa e velha “gambiarra”, juntar peças de unidades-teste para obterem um aparelho que minimamente lhes mostrasse como o periférico em CD funcionaria. Segundo Michael Latham – produtor executivo da Sega of America naquela época – os japoneses não queriam que a central americana possuísse uma unidade completa do Sega CD pois tinham grande receio de que alguém por lá acabasse por vazar imagens e/ou especificações técnicas do aparelho na mídia. O projeto deveria ser mantido em sigilo absoluto até quase o momento de seu lançamento.
 
Após chegar ao mercado e começar a lutar por seu lugar ao sol, o Sega CD começou a fazer algum sucesso principalmente por sua capacidade de reproduzir jogos que, para a época, mais se pareciam com filmes: o clássico (e hoje completamente obsoleto) formato FMU permitia que trechos de demonstração e até mesmo jogos inteiros fossem reproduzidos em cenas gravadas com atores reais. Desta forma, títulos como Sewer Shark, Night Trap, Tomcat Alley, Prize Fighter, Mad Dog McCree, Double Switch e outros clássicos logo ganharam os holofotes de um mercado que jamais havia visto tal tecnologia nos videogames domésticos. Além dos baseados em filmagens reais, também tínhamos os jogos que rolavam com animações completas como Road Avenger, Time Gal e Dragon’s Lair.
 
Sega-CD-Night-Trap.jpg
 
Além dos jogos em FMU, o Sega CD também trouxe algumas verdadeiras pérolas no tradicional 2D de pixels coloridos: por muitos considerada a melhor versão de toda a franquia, Sonic the Hedgehog CDchegou detonando ao pegar tudo que já havíamos visto no Mega e elevar ao sétimo sentido do cosmo. Outros títulos que receberam grande destaque dentro deste estilo foram Lunar: The Silver Star, Shining Force CD, Dark Wizard, Snatcher, Heart of the Alien, Batman Returns (e sua inesquecível fase pilotando o bat-móvel) e o ambicioso Eternal Champions: Challenge from the Dark Side. Outros ainda ousavam apelarem para ambientes e elementos construídos completamente por polígonos, como o grande Silpheed.
 
Mas nem só de bons jogos é composta a trajetória do Sega CD: o principal foco de muitas críticas negativas que bombardearam o aparelho (além de questões técnicas aqui já citadas, como a necessidade deste possuir sua própria fonte de alimentação) foram as versões – ou “ports” – de games originalmente lançados para o Mega Drive que pouco ou quase nada acrescentavam aos jogos: Mortal Kombat CD, Brutal: Paws of Fury e Ecco: The Tides of Time são infames exemplos de como puderam pegar jogos de cartucho, adicionarem toneladas de “Loading Times” intermináveis e detonar com a diversão e ânimo de qualquer um antes mesmo de começar a jogatina.
 
Além disso, o título em FMU Night Trap ainda caiu na malha fina dos congressistas norte-americanos e europeus conservadores, isto ao engrossar juntamente com Mortal Kombat os argumentos de que “os jogos de videogame eram violentos demais para as crianças”. Night Trap foi tido como outro dos grandes responsáveis pela criação do órgão classificatório Entertainment Software Rating Board – o ESRB que hoje deixa seus selos nas capinhas e pré-créditos dos jogos.
 
Sega-CD-Tec-Toy.jpg
 
Os diferentes modelos do Sega CD na história
 
Algo que confundiu a muitos brasileiros naqueles tempos pré-internet era o fato de que, em muitas revistas especializadas, o Sega CD apresentado era diferente daquele trazido pela Tec Toy encontrado nas lojas pelo país: “Mas por quê o da revista é encaixado embaixo do Mega e o da loja encaixa na lateral do console?” era a pergunta que alguns faziam.
 
Bem, eu admito que não era um dos garotos mais observadores em minha tenra idade, por isso somente notei muitos anos depois que o modelo que aparecia nas publicações como Ação Games, SuperGame e Videogame vinha acoplado à um Mega Drive modelo II, enquanto que o Sega CD lateral é visto anexado ao modelo III, mais compacto que o antecessor. Obviamente porque os encaixes de conexão dos aparelhos ficavam dispostos em locais distintos, irremediavelmente também o modelo do Sega CD teria de ser diferente… Mas um dos principais motivos para a existência de um segundo tipo de periférico era na verdade a redução dos custos de produção para a Sega.
 
Sega-CD-gaveta.jpg
 
O chamado “Sega CD 1” tinha incorporado à ele uma unidade de leitura de CDs motorizada, que segundo a empresa era um dos principais elementos que impedia que o custo do aparelho pudesse ser menor. Não demorou muito e a Sega lançou o segundo Sega CD, desta vez substituindo o leitor de CDs interno por um externo e notavelmente apresentando um tamanho menor que o modelo anterior.
 
Resultado de imagem para SEGA CD
 
Aqui no Brasil, o modelo que tivemos disponível para compra em lojas comuns era exatamente este segundo Sega CD de valor mais baixo, sendo que se quiséssemos adquirir a primeira versão do aparelho, precisávamos apelar para as lojas de importação. Após algum tempo, a Sega lançou ainda o modelo Sega CDX, que também aportou em território Tupiniquim graças a Tec Toy sob o nome comercial de Multi-Mega CDX. O mais impressionante nesta última versão produzida pela empresa japonesa era que o aparelho reunia em um só o Mega Drive e o Sega CD de forma ultra-compacta, que ainda podia ser usado como um discman (ou CD Player) portátil.
 
Multi-Mega-CDX.jpg
 
O legado do Sega CD – uma revolução esquecida por muitos
 
Negar que a Sega tenha tomado péssimas decisões com seus periféricos de aprimoramento do Mega Drive – não nos esqueçamos que, além do Sega CD, também tivemos o infame 32X – é missão somente para os seguistas mais fanáticos do mundo: simplesmente não dá para esquecer que a mamãe do Sonic disparou diversas bolas foras e que atingiram a trave no tocante ao direcionamento que tomaram com estes aparelhos. Mas é só de tristeza que hoje vive o legado de plataformas visionárias como o Sega CD? Jamais! Não cometamos tamanha injustiça.
 
Sega-CD-propaganda.jpg
 
Como já falamos aqui, tivemos dezenas de jogaços lançados para o CD do 16 bits, que com certeza hoje ainda valem (e como valem!) um gameplay – seja para conhecê-los ou simplesmente para relembrar aqueles momentos mágicos que alguns sortudos entre nós tiveram ao sentirem-se jogando um filme de Hollywood ou um petardo dos fliperamas no conforto de sua sala ou quarto.
 
Sega-Club-jornal.jpg
 
Também não dá pra esquecer a campanha da Tec Toy para promover o Sega CD no Brasil: alguém aí lembra-se de ler nas revistas da época anúncios sobre “Bem-vindo ao Mundo Animal”“Siga Sega”“Bem-vindo a próxima fase”? Novamente o genial departamento de publicidade da empresa trabalhando muito bem para trazer os jogos da Sega aos nossos lares.
 
Fonte: Jogo Véio

Share this post


Link to post
Share on other sites

O pce cd que não tinha nenhum adicional de hardware fez  trabalho muito superior com clássicos não quis fazer firulas com jogos de fmv só tacou mais RAM no sistema para melhorar os jogos.... Um tremendo sucesso

Share this post


Link to post
Share on other sites

Esse periférico tinha potencial mas foi pecado pela arrogância do projeto, pouco explorado e empurrado para uma tendência de jogo que foi temporária. 

1- Como a Sega Japão foi babaca ao não compartilhar com sua outra sede. Ela esqueceu do ditado que "duas cabeças pensam melhor que uma."   Talvez com a Sega América participando do projeto, poderia ter saído algo diferente, com poder gráfico diferenciado e tudo mais. Pra mim, o Sega CD deveria ter sido o que o 32x foi. Que fosse com 1/3  do poder gráfico em 3D, mas trazendo está inovação gritante em 3D pro meguinha.

2- Se pegar uns jogos 2D que foram exclusivos dele, dava para perceber que tinha qualidade e muitos gráficos alem do  Mega. A Sega devia ter empurrado mais o Sega CD para as Thirds e ter feito algo de a cada x jogos de mega um para Sega Cd, arcade ports sei lá. Só de ver Terminator, Sonic CD, Fase do carro do Batman Returns, entre outros que não foram só ports diretos de jogos do Mega dava pra ver um potencial ali.

3 - Ter focado em jogos apenas FMV acabou com o console. Como dito acima, já que VC tem esse hardware com este potencial, bomba de jogo 2D e 3D.

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Como disse em outro topico onde falávamos da bela case do mega drive rasphery py,(onde o logo 16 BITS e uma tampa de entrada de cartao-sd)  o visual do primeiro Mega Drive na parte de entrada de cartucho parecia uma tampa de discman...quem sabe seria um sistema hibrido como e a versao CDX mas isso na epoca do lançamento o tornaria caro.

Nao a nada oficial sobre isso e somente uma ideia que notei no design.

Tem um jogo de F1 muito bom para o Sega CD ou Mega CD enfim:

 

Share this post


Link to post
Share on other sites
2 minutos atrás, Dav disse:

 

 

esse game é sensacional, sempre é lembrado quando falamos de Sega CD

.

Cara... olha como o acessório foi vendido... não tinha jogo... não tinha nada...

O Sonic CD foi lançado em 1993... quando eu leio sobre o desenvolvimento do SEGA CD, parece que estou lendo o do Saturn... sem jogos de peso no início... sem um SONIC de verdade...

a diferença do SEGA CD para o Saturn, é que o Saturn tem ports quase identicos ao do arcade, enquanto o SEGA CD tem ports que o próprio megadrive já tinha recebido...

lógico que estou exagerando, mas falta de jogo em um console quebra qq empresa

.

O SEGA CD tem grandes games sim, mas é nicho do nicho.

  • Like 1
  • Upvote 1

Share this post


Link to post
Share on other sites
1 hora atrás, BarMac disse:

esse game é sensacional, sempre é lembrado quando falamos de Sega CD

.

Cara... olha como o acessório foi vendido... não tinha jogo... não tinha nada...

O Sonic CD foi lançado em 1993... quando eu leio sobre o desenvolvimento do SEGA CD, parece que estou lendo o do Saturn... sem jogos de peso no início... sem um SONIC de verdade...

a diferença do SEGA CD para o Saturn, é que o Saturn tem ports quase identicos ao do arcade, enquanto o SEGA CD tem ports que o próprio megadrive já tinha recebido...

lógico que estou exagerando, mas falta de jogo em um console quebra qq empresa

.

O SEGA CD tem grandes games sim, mas é nicho do nicho.

Sim concordo  a Sega na minha opiniao se adiantou no hardware mas no software se atrasou...acaba caindo no "SE ELA" tivesse lançado
Aqui uma lista de jogos que ele recebeu...

https://segaretro.org/List_of_Mega-CD_games

Spoiler
Main article: List of Mega-CD games.

The five games marked with an asterisk(*) were later released in enhanced form, requiring both the Mega-CD and 32X to be played, and taking advantage of the latter's improved graphics (see Sega Mega-CD 32X).

The following is a list of Sega Mega-CD games which have articles on this wiki. There are an estimated 210 games released for the Mega-CD across four major regions: Japan, USA, Europe and Brazil.

sobre o hardware

https://segaretro.org/Sega_Mega-CD/Technical_specifications

Spoiler

CPU

  • Main CPU: Motorola 68000 16-bit processor running at 12.5 MHz
  • Same as the Mega Drive. Acts as a co-processor along with the Mega Drive CPU.
  • Bus width: 16-bit
  • Instruction set: 16-bit and 32-bit instructions, 16 registers
  • Performance: 2.19 MIPS
  • Co-processor: Motorola 68000 (Mega Drive CPU) running at 7.67 MHz
  • Bus width: 16-bit
  • Performance: 1.34225 MIPS

Graphics

  • GPU graphics processor: Sega 315-5548 Custom ASIC[1]
  • Bus width: 32-bit (2x 16-bit)
  • Bus clock rate: 6.25 MHz (25 MB/s bandwidth)
  • Number of simultaneous colors on screen: 64 (default)
  • Using programming tricks, this limit is increased to 128–256 colors via raster effects.
  • 128–256 colors can be displayed on screen using HAM techniques[2]
  • Planes: 5 layers
  • Sega CD FMV layer
  • 3 enhanced Mega Drive layers (sprite layer, 2 tile layers)
  • Mega Drive back screen
  • Full motion video: Video size from 1/4 to full screen, advanced compression scheme, software-based upgrade
  • On-screen colors available in Cinepak and TruVideo modes: 128–256 colors
  • Sprites/Tilemaps: The Mega-CD features enhancement effects such as scaling and rotation, similar to Sega's Super Scaler arcade hardware and that of the "Mode 7" effect employed by the Super NES. While Mode 7 only supports the scaling and rotation of tilemap backgrounds, the Sega CD supports the scaling and rotation of both the sprites and the tilemap backgrounds.[3]
  • DMA transfer rates: 3.467179 MB/s (VRAM), 6.934358 MB/s (CRAM/VSRAM)
  • Transfer rates during active display: 1.625 MB/s (VRAM), 3.25 MB/s (CRAM/VSRAM)
  • Read/Write fillrate: 6.934358 MPixels/s
  • Write fillrate during active display: 3.25 MPixels/s
  • 3D polygon graphics:[4]
  • Vertex transformations: 16,000 vertices/sec[n 1]
  • Polygon transformations: 5000 triangles/sec,[n 2] 4000 quads/sec[n 3]
  • Framebuffer rendering: 256×160, double-buffered, 15–30 FPS[n 4]
  • Flat shading: 3300 polygons/sec (32-pixel triangles),[n 5] 2100 polygons/sec (64-pixel quads)[n 6]
  • Texture mapping: 2000 polygons/sec[n 7]

Audio

The Mega-CD adds 10 sound channels to the 10 provided by the Mega Drive's sound chips.

  • CD Digital Audio
  • 2-channel stereo
  • 44.1 kHz sampling rate
  • 16-bit PCM audio depth
  • Sound format: 8-bit sign/magnitude monaural PCM (with "stereo" support by allowing each channel to have different volumes on both left and right channels)
  • Maximum sample rate: 32 kHz
  • PCM audio depth: 16-bit[3]
  • Bus width: 8-bit

Other specifications:

  • 16-bit DAC
  • 8x internal over-sampling digital filter
  • Frequency Range: 20 Hz - 20 KHz
  • Signal-to-Noise Ratio: > 90 dB @ 1K
  • Channel Separation: > 90 dB
  • Input: Mixer cable for Mega Drive Model 1 compatibility.
  • Output: Stereo RCA connectors.

Memory

  • Main RAM: 4 Mbit (512 KB)
  • VRAM: 2 Mbit (256 KB)
  • PCM audio samples: 512 Kbit (64 KB)
  • CD-ROM data cache: 128 Kbit (16 KB)
  • Internal Backup RAM: 64 Kbit (8 KB)
  • System Boot ROM: 1 Mbit (128 KB)
  • External Memory Card: 1 Mbit (128 KB) CD BackUp RAM Cart
  • System RAM bandwidth: 62.5 MB/sec (3 buses, 56-bit bus width)[5]
  • Main RAM: 25 MB/sec (16-bit, 12.5 MHz, FPM DRAM)[6]
  • VRAM: 25 MB/sec (32-bit, 6.25 MHz, PSRAM)[7]
  • Audio RAM: 12.5 MB/sec (8-bit, 12.5 MHz, SRAM)[8]

Storage

  • 500 MB CD-ROM discs (equivalent to 62 min of audio data)
  • Access time: 800 ms
  • 1/4 screen B/W footage video: 1.5 to 4 hours
  • 1/4 screen color footage: 45 minutes
  • CD-ROM drive transfer rate: 150 Kbytes/s (1x)

(Above specs prior to compression)

Boot ROM

  • Size: 1 Mb (128 KB)
  • Used for games, CD player, CD+G viewing, karaoke (limited to Japanese systems) and regional lockout
  • Region codes: "NA" = North America (NTSC), "EU" = Europe (PAL)

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Jogo de formula 1 parece um melhoramento básico do Mônaco GP uma pena que era apenas uma expansão, mas é bem nostálgico falar sobre o Sega CD. 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Adogo Sega cd

Só de ter o sega collection e o sol feace junto com o " console" pra mim já valeu

Imagine os outros títulos... Road Avenger, final fight, popful mail, robo aleste, snatcher, Sonic cd, silpheed, Bari arm, spider Man...

Quem fala mal pra mim é otário :fodase:

 

Edited by burn

Share this post


Link to post
Share on other sites

Sim, é que essa geração mimimi é 8 ou 80.

Fez sucesso? não. Logo é porcaria

só ver os videozinhos no youtube...

Silpheed é muito loko, deveria ter saido uma versão para o Saturn

Share this post


Link to post
Share on other sites

Pra mim, o SegaCD é muito mais negócio que um PCE-CD, não é porque tem aquele monte de FMV horrendo que ele não vale nada, tem bastante coisa boa pra ele, facilmente 50 títulos que valem a pena, prum Add-on, tá mais que bom.

Share this post


Link to post
Share on other sites
17 minutos atrás, Hill top zone disse:

Pra mim um Sega CD vale mais do que um 32x! Tem muitos mais jogos do que ele e muito mais qualidade.

 

mas isso nem entra em discussão de tão obvio :P .

Share this post


Link to post
Share on other sites
12 horas atrás, burn disse:

Adogo Sega cd

Só de ter o sega collection e o sol feace junto com o " console" pra mim já valeu

Imagine os outros títulos... Road Avenger, final fight, popful mail, robo aleste, snatcher, Sonic cd, silpheed, Bari arm, spider Man...

Quem fala mal pra mim é otário :fodase:

 

até agora estou em duvida se gosta ou é ironia? kk

mais pelo Spiderman.

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

spiderman do sega cd é legal... uma versao muito melhorada do cartucho, que é ruim mas aceitavel pelo periodo quase "launch de console" que saiu

se vc nao conhece o do sega cd, va atras e veja

e como eu disse: adogo o sega cd

DOM5.gif

Edited by burn

Share this post


Link to post
Share on other sites

Pra mim foi uma boa evolução, do Mega para o Cd.

O fato era que na época ou eu babava nas vitrines das lojas ou jogava em alguma locadora.

Final fight era o preferido....

Share this post


Link to post
Share on other sites

Sempre que entrava na locadora sempre tinha alguém no Sega CD ou no Neo Geo jogando, era bom demais ouvir os sons daquela época de locadora. 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu não tive um Sega CD na época dele, mas lembro que babava nele quando via nas lojas. Era um sonho de consumo, sem dúvida!

Não teve todo o futuro que o povo esperava, mas para mim, na época, foi espetacular. 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Para a maioria ter na epoca um Mega CD era algo de alto custo...lembro vagamente de ver um comercial do Sonic CD na tv aberta na epoca mas posso estar confundindo com alguma revista achava a tela de start com as asas douradas bem da hora

Share this post


Link to post
Share on other sites
46 minutos atrás, Dav disse:

Para a maioria ter na epoca um Mega CD era algo de alto custo...lembro vagamente de ver um comercial do Sonic CD na tv aberta na epoca mas posso estar confundindo com alguma revista achava a tela de start com as asas douradas bem da hora

Eu também achava bem legal a abertura, como o pessoal na revista informava que sempre tinha um desenho animado, pensei que no jogo do Sonic tinha sempre uma animação legal. 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu tive um Sega CD na epoca aurea.......minha tia trouxe do Paraguai......lembro que teve que transcodificar.....hahahahahaha........Eu joguei demais, Road Rash, F1 Beyond The Limit (esse alugava toda semana), NBA Jam, Brutal......mas eu lembro que eu era um dos poucos que alugava jogo de Sega CD

Share this post


Link to post
Share on other sites
3 horas atrás, Montagnani disse:

Eu tive um Sega CD na epoca aurea.......minha tia trouxe do Paraguai......lembro que teve que transcodificar.....hahahahahaha........Eu joguei demais, Road Rash, F1 Beyond The Limit (esse alugava toda semana), NBA Jam, Brutal......mas eu lembro que eu era um dos poucos que alugava jogo de Sega CD

Caracas, fala sério, ter logo um Sega CD na época de ouro deve ter sido incrível demais, lembro que ficava babando nas revistas e principalmente o CD em si que era uma novidade, ficava imaginando como um jogo ia caber naquele negocio, pensava que tudo precisava de cartucho.

Muito legal. 

Share this post


Link to post
Share on other sites

na época mesmo, eu lembro de ver um Sega-CD rodando nada menos que a apresentação do Sonic-CD, putz, foi algo muito foda :) . Um conhecido que eu quase não tinha contato me mostrou numa oportunidade na casa dele, foi mindblowing :D .

Share this post


Link to post
Share on other sites

Create an account or sign in to comment

You need to be a member in order to leave a comment

Create an account

Sign up for a new account in our community. It's easy!

Register a new account

Sign in

Already have an account? Sign in here.

Sign In Now

Sign in to follow this  

×