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MR Zumbi

Coronavírus (bagulho ta tenso)

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12 minutos atrás, parana disse:

Uma explicação boa sobre a cloroquina.

Usar, e pq usar.

Olá,

Essa daí é a "cotada" para o ministério da saúde.

Não sei se foi nesse vídeo, mas ela citou um artigo de uma revista americana que recomenda o uso de cloroquina, MAS NÃO citou um artigo DA MESMA revista, mais recente que afirma que não foram obtidos resultados relevantes do uso de cloroquina no tratamento da covid-19.

 

O problema da Jovem Pan, principalmente desse programa "Pingos nos I's" é que o programa é descaradamente "pró-bolsonaro", apoiando praticamente tudo o que ele faz.

 

De resto, pra resumir: se quiserem liberar o remédio como se fosse refresco. Na pratica, se tiver que morrer gente, a maioria absoluta vai continuar sendo de pessoas pobres (que já estariam fodidas na mão do vírus). AJUDAR essas pessoas, o governo NÃO quer, então tanto faz de que forma vão morrer.

 

 

 

Em 17/05/2020 at 03:43, Luiz Claw disse:

Aparentemente estamos chegando no apice. Normalmente o número de mortes diárias dobrava entre 5 a 7 dias. E já tem um tempo que estamos com 800 mortes por dia - ou um número próximo a isso - não dobramos nessa última vez.

 

Eu vi que houve um salto de novos infectados agora, mais ou menos 5 dias depois do dia das mães - as ruas lotaram sábado aqui no Rio. Então, creio que haverá um crescimento alto no número de mortes nos próximos dias, mas, depois a queda poderá vir mais rápido. Espero que essa seja a última semana mais difícil, depois vem a queda.

Olá,

Estou preocupado com "OUTRO" fator nessa matemática toda: a subnotificação é tão bizarra neste país, que você tem que avaliar QUAL TETO nós estamos chegando: teto das mortes? Ou teto das notificações?

Eu não sei o tamanho da fila de espera das confirmações de morte por covid-19, porque tem muita morte "não confirmada". Tem que ver se ela não está crescendo, porque não está dando tempo de confirmar.

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Acho que o que pesa muito prá um medicamento ir pra frente é a guerra farmacêutica.Tem muita grana envolvida.

Esse Remdesivir pelo que vi é meio carinho a dose.E os EUA tipo já abraçou a droga.

Num vejo a hora de começar a pipocar vacinas por ai.Acho que ainda mesmo assim vai se perder vidas por ganância e poder.

 

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31 minutos atrás, parana disse:

Acho que o que pesa muito prá um medicamento ir pra frente é a guerra farmacêutica.Tem muita grana envolvida.

Esse Remdesivir pelo que vi é meio carinho a dose.E os EUA tipo já abraçou a droga.

Num vejo a hora de começar a pipocar vacinas por ai.Acho que ainda mesmo assim vai se perder vidas por ganância e poder.

 

Olá,

Ainda não vi um estudo mostrando resultados POSITIVOS desse Remdesivir, mas tinha um estudo nesse sentido liderado por um brasileiro nos EUA.

É claro que tem a guerra farmacêutica. Mas o que o Bolsonaro prega é CURANDEIRISMO E PAJELANÇA. Se ele fosse capaz de citar UM estudo serio mostrando resultado positivo da cloroquina, manda bala. O único resultado mais sério de estudos desse medicamento contra o corona virus, saiu semana passada e o resultado é que é INEFICAZ.

O uso controlado como o que tem sido feito em hospitais particulares, para mim é bem ok. Essa liberação quase insana que ele quer fazer, vai dar merda... e com a população mais pobre que já é a que mais se fode anyway.

Pra mim, o pior será usar essa liberação como JUSTIFICATIVA PARA O FIM DO ISOLAMENTO. O Bolsonaro não está pensando em vidas.

 

Esse coquetel "Cloroquina gratis + fim do isolamento", só pode dar dois resultados:

1 - Sucesso absoluto, tornando Bolsonaro o novo "Nobel da Paz" e rei da galáxia

2 - Aumento catastrófico de contaminações e mortes por covid, problemas cardíacos e similares. Tudo junto e misturado.

 

Edited by rcaropreso
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Aqui na capital SP caminha se para o lockdown.

Essa noite ,em um bairro de periferia, não me recordo qual, baile funk comeu solto.

Fora os protestos ontem em regiões prox a Paulista.

Covid agradece.

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1 minuto atrás, parana disse:

Aqui na capital SP caminha se para o lockdown.

Essa noite ,em um bairro de periferia, não me recordo qual, baile funk comeu solto.

Fora os protestos ontem em regiões prox a Paulista.

Covid agradece.

Olá,

Estes são os principais imbecis que PODEM fazer isolamento MAS NÃO QUEREM. 

Uma coisa é ter que sair de casa pra ir trabalhar. Outra completamente diferente é sair para ficar sentado no banco da praça, tomando uma no barzinho ou fazendo festa e baile funk no meio dessa pandemia.

Mas como nesses casos, nem governo e nem prefeitura vão lá pra quebrar o pau e resolver, então eles que se fodam. Porque nessa hora, todos cagam: população e governo.

A Suécia, tão citada pelos fanáticos, não fez isolamento social DECRETADO. Mas fechou escolas e as pessoas não ficaram fazendo FESTAS e lotando BARES e RESTAURANTES, eles naturalmente fizeram algum distanciamento.

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47 minutos atrás, rcaropreso disse:

Olá,

Estou preocupado com "OUTRO" fator nessa matemática toda: a subnotificação é tão bizarra neste país, que você tem que avaliar QUAL TETO nós estamos chegando: teto das mortes? Ou teto das notificações?

Eu não sei o tamanho da fila de espera das confirmações de morte por covid-19, porque tem muita morte "não confirmada". Tem que ver se ela não está crescendo, porque não está dando tempo de confirmar.

Saquei! É, você pode ter razão. Talvez não estamos sabemos mais sobre novos mortos por os hospitais já estarem lotados.

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7 minutos atrás, Luiz Claw disse:

Saquei! É, você pode ter razão. Talvez não estamos sabemos mais sobre novos mortos por os hospitais já estarem lotados.

Olá,

Aproveitando: o seu cunhado quando foi tratado com a cloroquina, foi em casa (à distancia) ou foi dentro do hospital? Eu perguntei em algum lugar, mas no meio dos textos enormes, é fácil passar batido.

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Agora, rcaropreso disse:

Olá,

Aproveitando: o seu cunhado quando foi tratado com a cloroquina, foi em casa (à distancia) ou foi dentro do hospital? Eu perguntei em algum lugar, mas no meio dos textos enormes, é fácil passar batido.

Ele foi um dia para o hospital só. Não sei se o médico passou para ele tomar por alguns dias. Ele não teve um acompanhamento hospitalar.

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14 minutos atrás, Luiz Claw disse:

Ele foi um dia para o hospital só. Não sei se o médico passou para ele tomar por alguns dias. Ele não teve um acompanhamento hospitalar.

Olá,

No meu trabalho, um colega pegou, o filho dele, e a esposa. Mal estar por alguns dias. Não tomaram NADA. Melhoraram.

Do lado da família do meu cunhado, lá do Sul: uma menina de 10,12 anos, parente dele. Parece que pegou covid da mae ha uns dias.. melhorou . E sabado internou com sintomas de inflamação, problema do sangue.. provavelmente a síndrome de kawasaki, que estão ligando como "correlacionada ao corona"..  e hoje fez uma transfusão. Esta em estado grave.

Edited by rcaropreso

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Qualquer semelhança com o Brasil não é mera coincidência:

Na Alemanha, protestos ameaçam democracia em meio à pandemia

Na Alemanha, a maior ameaça durante a pandemia são protestos impulsionados por teorias da conspiração e fake news vindos da extrema direita

Depois de mais de um longo mês vivendo sob o confinamento imposto para conter o avanço da pandemia de covid-19, a Alemanha começou seu processo de reabertura gradual no final de abril, início de maio. Primeiro foram lojas menores, depois escolas, cabeleireiros, zoológicos, museus e, desde da última sexta-feira, 15, restaurantes. As regras variam entre os estados do país.

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Em Berlim, manifestantes vêm se reunindo todos os sábados para protestar contra medidas de isolamento social

A abertura de bares e cinemas e grandes eventos continuam proibidos, assim como encontros entre mais de dois grupos de amigos ou famílias que moram em casas diferentes. No início, só duas pessoas de residências diferentes podiam circular juntas. A abertura para dois grupos de duas residências diferentes já é um avanço. Neste meio tempo, máscaras passaram a ser vestimenta obrigatória em espaços públicos.

Apesar das medidas restritivas em vigor, houve aqueles que ignoraram o confinamento. Ao retornar do trabalho num sábado ensolarado no fim de abril, me deparei com um parque lotado, vários grupos de jovens reunidos e nada de distanciamento. De meados de abril até meados de maio, a polícia registrou na capital alemã cerca de 4,5 mil infrações relacionadas ao confinamento, sendo 1,5 mil de estabelecimentos comerciais que abriram ilegalmente.

A pandemia trouxe ainda uma onda de protestos impulsionados por teorias da conspiração e informações falsas, promovidas em canais da chamada "mídia alternativa". Os atos começaram pequenos, mas foram ganhando força no decorrer do confinamento. Centenas de manifestantes passaram a se reunir nos finais de semana em várias cidades alemãs contra as medidas de isolamento, alegando que elas eram uma afronta aos direitos individuais.

Enquanto no Brasil milagres não comprovados da cloroquina são propagados, na Alemanha, conspiracionistas dizem que a covid-19 é um complô da indústria farmacêutica ou de Bill Gates. Para outros, há a tentativa de imposição de uma ditadura promovida pela chanceler federal Angela Merkel. Ou ainda: o coronavírus é uma grande mentira inventada para trazer refugiados para Alemanha sem que ninguém percebesse, já que todos estão trancados dentro de suas casas.

A agressividade de grupos contra a imprensa também tem marcado esse período. Porém lá, diferentemente do Brasil, o governo constantemente tem repudiado esses ataques. No sábado foi a vez de Merkel destacar a importância da imprensa e do trabalho jornalístico para a democracia, num vídeo no qual fala claramente e com paciência explicando com palavras acessíveis conceitos básicos, como já tinha feito ao comentar a disseminação da covid-19.

Merkel ressaltou que a liberdade - tanto defendida pelos manifestantes que atacam jornalistas - depende de uma imprensa livre. "Por isso é ainda mais lamentável quando, mesmo aqui, em nossa sociedade democrática, repórteres e jornalistas são atacados", disse. "O trabalho dos jornalistas deve ser respeitado, valorizado e apoiado."

O vídeo de Merkel foi lançado no mesmo dia em que protestos novamente reuniram milhares de pessoas em várias cidades da Alemanha, apesar da ampla flexibilização das medidas de confinamento. O mais curioso é a mistura do público: o "cidadão de bem" que acredita em informações falsas caminha ao lado de descendentes de estrangeiros que propagam teorias de conspiração, que, por sua vez, estão junto com extremistas de direita e neonazistas e também uns poucos extremistas de esquerda perdidos no meio do grupo.

Para defender teorias absurdas e "garantir uma liberdade", que nunca foi de verdade retirada, ninguém parece se importar com o fato de estar ao lado de grupos que ignoraram a história alemã e minimizam os crimes cometidos pelo regime nazista, inclusive estrangeiros que costumam ser perseguidos por eles. Por "uma causa maior", defendida com argumentos mentirosos, manifestantes fecham seus olhos para a barbárie cometida pelo vizinho.

Os atuais tempos não são fáceis. A pandemia trouxe desafios para todos, com alguns mais e outros menos impactados. Sim, tivemos nossas possibilidades ilimitadas temporariamente restringidas - não somente por medidas impostas localmente, mas outras globais, como fechamentos de fronteiras. Porém, quando vejo os protestos na Alemanha, não tenho como não pensar no grau de ignorância e egoísmo desses grupos.

Centenas de milhares em todo o mundo são sempre privados dessas possibilidades ilimitadas, mesmo sem pandemia. São privados diariamente não somente de coisas materiais, mas de direitos básicos, por viverem em países em guerra ou ditaduras, por não terem acesso à educação ou saúde de qualidade ou ainda à água e luz, por se matarem de trabalhar e no fim receberem salários miseráveis ou simplesmente por serem mulheres. O mundo está cheio de exemplos, inclusive no Brasil e na própria Alemanha, há muitos que vivem com possibilidades extremamente limitadas.

Além disso, as medidas adotadas na Alemanha estão bem longe de representar uma ameaça à democracia, como vem ocorrendo em países como a Hungria, onde o governo se aproveitou do momento para ampliar seus poderes.

Na Alemanha, a maior ameaça em tempos de pandemia infelizmente não é o coronavírus, mas os próprios manifestantes. Alimentados por mentiras e insanidades, muitos são instrumentalizados por extremistas de direita, que têm como objetivo ampliar seu poder e avançar contra a democracia.

Edited by Peidãø Neck

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19 minutos atrás, rcaropreso disse:

Olá,

No meu trabalho, um colega pegou, o filho dele, e a esposa. Mal estar por alguns dias. Não tomaram NADA. Melhoraram.

Do lado da família do meu cunhado, lá do Sul: uma menina de 10,12 anos, parente dele. Parece que pegou covid da mae ha uns dias.. melhorou . E sabado internou com sintomas de inflamação, problema do sangue.. provavelmente a síndrome de kawasaki, que estão ligando como "correlacionada ao corona"..  e hoje fez uma transfusão. Esta em estado grave.

Pelo o que li, 80% das pessoas não vão ter nem sintomas. Não vão ficar doente nem se sentindo mal. Dos outros 20%, muitos ficarão mal, como se fosse uma virose braba de te deixar na cama bem fudidos, mas melhorarão sem remédio nenhum.

E uma parte desses 20% irão precisar ser internados, caso contrário, morrerão afogados com água no pulmão. E até os internados podem morrer. Quem fica mal ao ponto de sentir falta de ar é onde mora o perigo.

 

O meu cunhado não chegou a sentir falta de ar. Mas, é relevante saber que depois do remédio ele sentiu melhoras - não foi uma demora que demorou a chegar.

 

Bem, de qualquer forma, precisa de um estudo estatístico. Pode ter sido sorte - ele já poderia estar melhorando.

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3 horas atrás, Luiz Claw disse:

Pelo o que li, 80% das pessoas não vão ter nem sintomas. Não vão ficar doente nem se sentindo mal. Dos outros 20%, muitos ficarão mal, como se fosse uma virose braba de te deixar na cama bem fudidos, mas melhorarão sem remédio nenhum.

E uma parte desses 20% irão precisar ser internados, caso contrário, morrerão afogados com água no pulmão. E até os internados podem morrer. Quem fica mal ao ponto de sentir falta de ar é onde mora o perigo.

 

O meu cunhado não chegou a sentir falta de ar. Mas, é relevante saber que depois do remédio ele sentiu melhoras - não foi uma demora que demorou a chegar.

 

Bem, de qualquer forma, precisa de um estudo estatístico. Pode ter sido sorte - ele já poderia estar melhorando.

Olá,

O estudo médico estatístico minimiza ao máximo essas questões. Pode ser que seu cunhado fosse de fato melhorar sem o remédio. Pode até ser que ele tenha melhorado POR SABER QUE ESTAVA TOMANDO CLOROQUINA.

Pois é, apesar da ciência não incluir a fé em sua análise, ela também não descarta o quanto a "crença" ou força de vontade influencia na cura. Daí os testes chamados "duplo-cego" onde nem o médico tem conhecimento, a priori de quais pacientes recebem medicamento e quais recebem placebo.

Fica muito difícil dizer que melhorou porque tomou medicamento ou não, sem quantificar. É CLARO que, na dúvida, qualquer um vai tomar.

MAS, sem cuidado e sem planejamento, E SABENDO que uma porcentagem de quem tomar, vai apresentar efeitos colaterais INDEPENDENTE de ter ou não covid-19 leve ou grave... quando isso se elevar a MILHÕES DE BRASILEIROS tomando o remédio, aí vamos ter dúzias de casos graves de efeito colateral.

A taxa de letalidade do virus é 1% ou 2%,... se diluir isso em 10 anos é "pouco" (no sentido de que o sistema de saude aguenta). Se diluir isso em 3 MESES, explode tudo e morre mais gente do que esses 2% por falta de atendimento.

 

É a mesma coisa que acontece no Ano Novo: durante o ano inteiro as pessoas usam o telefone e o sistema dá conta. Na virada, todo mundo quer usar ao mesmo tempo, e aí o sistema capota.

 

 

 

 

 

 

 

 

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5 horas atrás, rcaropreso disse:

Olá,

Essa daí é a "cotada" para o ministério da saúde.

Não sei se foi nesse vídeo, mas ela citou um artigo de uma revista americana que recomenda o uso de cloroquina, MAS NÃO citou um artigo DA MESMA revista, mais recente que afirma que não foram obtidos resultados relevantes do uso de cloroquina no tratamento da covid-19.

 

O problema da Jovem Pan, principalmente desse programa "Pingos nos I's" é que o programa é descaradamente "pró-bolsonaro", apoiando praticamente tudo o que ele faz.

Por isso que me recuso ver qualquer conteúdo dessa nojeira chamada jovem pan

Credibilidade ZERO

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Olá,

Estudos sobre a mágica cloroquina: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2020/05/trump-diz-que-toma-hidroxicloroquina-como-prevencao-ao-coronavirus.shtml

 

Tá no mesmo artigo em que o Trump volta a apoiar o uso dela e diz que tá tomando de "boas" (lembrando que a Sanofi que fabrica esse medicamento é uma das grandes patrocinadoras do Partido Republicano, só pra constar).

 

OS ESTUDOS SOBRE USO DA CLOROQUINA CONTRA O CORONAVÍRUS

 

  • Estudo do francês Didier Raoult

    Nº de pacientes: incerto / Resultados: Efeito positivo identificado em 20 pacientes. Entretanto, o estudo não foi realizado em duplo-cego, ou seja, não houve comparação com pacientes que receberam placebo. Além disso, seis voluntários que tiveram piora (um deles morreu) foram excluídos do estudo. O periódico que publicou a pesquisa afirmou que o estudo “não atendia aos padrões esperados, especialmente pela falta de explicações dos critérios de inclusão e triagem de pacientes"

  • Estudo no Amazonas

    Nº de pacientes: 81 / Resultado: Benefício discreto no uso da dose baixa. O uso de dose alta aumenta o risco de alteração da frequência cardíaca (arritmia) e pode levar à morte. Pelo menos 11 pacientes do grupo que recebeu alta dose morreram

  • Estudo Prevent Senior

    Nº de pacientes: 636 / Resultados: inconclusivos. O estudo não tinha autorização do Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa) para ser realizado quando os testes começaram a ser feitos. O estudo tem indícios de fraude. Além disso, a metodologia não correspondia aos padrões de pesquisa internacional e o próprio autor do estudo disse à Folha que a forma como sua pesquisa foi feita impede que sejam tiradas conclusões sobre o uso da cloroquina contra o coronavírus

  • Estudo americano

    Nº de pacientes: 1.376 / Resultados: O estudo observacional (sem intervenção médica) analisou a administração de hidroxicloroquina sozinha ou associada a azitromicina em pacientes com coronavírus para saber se havia benefício para evitar morte ou intubação. Não houve. Entre os pacientes, 811 receberam hidroxicloroquina e 565 não receberam. No fim do estudo 232 pacientes haviam morrido, 1.025 receberam alta e 119 permaneceram internados. Durante o estudo, 346 pacientes morreram ou foram intubados. Segundo os autores, o resultado indica que não há benefício do uso da cloroquina para evitar intubação ou morte

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Quero saber quando vão dar impeachment ao Bolsonaro que quer se passar por ministro da saúde através de um ministro eleito por ele.

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57 minutos atrás, parana disse:

https://exame.abril.com.br/mundo/trump-diz-que-esta-tomando-hidroxicloroquina/

Vai entender também esse cara.

 Parece que dá tiro prá tudo quanto é lado.

Olá,

Tem eleição PRESIDENCIAL lá este ano. Ajuda a entender o tiroteio pra todo lado?

A Sanofi, é uma produtora francesa de ... CLOROQUINA. E também é financiadora do partido republicano.

 

New York Times:

De acordo com o jornal, Trump possui uma participação financeira na Sanofi. A empresa francesa é uma das maiores fabricantes da cloroquina do mundo. Outro motivo possível é que um das maiores acionistas da organização é uma empresa gerida por Ken Fisher, grande doador do Partido Republicano, o qual Trump é membro.

Wilbur Ross, secretário de Comércio do governo norte-americano, também seria outro beneficiado já que ele administra um fundo que investe na Sanofi e Mylan, ambas gigantes do setor farmacêutico.

 

É isso. Suave na nave.

DEPOIS... nego fica "de cara" quando a gente passa a achar que a "tara" do Bolsonaro pela cloroquina NÃO é só pela sua "honestidade e benevolência". 

 

Edited by rcaropreso
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Bolsonaro provoca 'caos na saúde e semeia a morte', diz editorial do jornal francês 'Le Monde'

Publicação francesa afirma que presidente brasileiro faz 'cálculo político insensato' ao defender a manutenção da atividade econômica a qualquer custo.

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O tradicional jornal francês “Le Monde” publicou um editorial em seu site nesta segunda-feira (18) em que afirma que o presidente Jair Bolsonaro nega a gravidade da pandemia de Covid-19 e conduz o Brasil em uma via “extremamente perigosa”. A postura do presidente “causa caos na saúde e semeia a morte”, segundo o diário.

Editorial é o nome dado ao artigo que representa a opinião do veículo de comunicação que o publica.

“Oficial subalterno expulso do exército e um obscuro deputado de extrema-direita, zombado por seus pares por três décadas, Bolsonaro não tinha nada de um estadista. Chegando ao poder, consumido pela amargura e pela nostalgia, o ex-capitão da reserva continuou a acusar o odiado ‘sistema’. Postura que, durante um período de pandemia aguda, causa caos na saúde e semeia a morte”, diz o texto.

O editorial começa com a afirmação: “Não há dúvida de que há algo podre no reino do Brasil, onde o presidente Jair Bolsonaro, pode afirmar sem se preocupar que o coronavírus é uma 'gripezinha' ou uma 'histeria' nascida da 'imaginação' da imprensa”, diz.

“Le Monde” opina que há “algo de podre” no país quando:

 

  • Bolsonaro participa de aglomerações e clama as autoridades locais a abandonar as restrições impostas para contenção da expansão da pandemia em um momento em que “os cemitérios do país registram um número recorde de enterros”.
  • o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, se refere ao novo coronavírus como “comunavírus”, ao afirmar que a pandemia é resultado de “um complô comunista”.
  • o ministro da saúde Nelson Teich deixa o cargo quatro semanas após sua nomeação por “divergências de pontos de vista”, no dia em que o país chegou a 240 mil casos confirmados e mais de 16 mil mortos.

 

Segundo o diário francês, “para muitos, as horas sombrias que o Brasil atravessa lembram as da ditadura militar, quando o país foi submetido ao medo e à arbitrariedade”.

“O Brasil de Bolsonaro habita um mundo paralelo, um teatro do absurdo onde fatos e realidade não existem mais. Nesse universo sob tensão, nutrido por calúnias, incoerências e provocações mortíferas, a opinião é polarizada em uma nuvem espessa de ideias simples, mas falsas”.

O texto afirma que a negação da gravidade da pandemia faz com que metade da população não leve em consideração os apelos dos profissionais da saúde, dos governadores e dos prefeitos para que mantenham o distanciamento social.

O jornal diz que Bolsonaro defende que a atividade econômica deve continuar a todo custo fazendo um “cálculo político insensato” de que “os feitos devastadores da crise serão atribuídos aos seus opositores”.

“Nesse país, que saiu há apenas 25 anos da ditadura, onde a democracia segue frágil e até disfuncional, o fato de politizar dessa maneira uma crise de saúde é totalmente irresponsável”, segundo o "Le Monde".

O jornal afirma que “alguns evocam um cenário de golpe institucional”. Segundo o editorial, Bolsonaro deixou claro em manifestação de apoiadores que, caso a Suprema Corte investigasse ele ou seus parentes, não respeitaria a decisão dos juízes.

“Depois de ter praticado a negação histórica do Holocausto, elogiado a ditadura, negado a existência dos incêndios na Amazônia e a gravidade da pandemia de Covid-19, Bolsonaro e sua tentação autoritária correm o risco de levar o país a uma situação perigosa”.

 

'Brasil desarmado'

 

Na capa que deve aparecer na edição impressa de terça-feira (19), o jornal afirma “Bolsonaro ignora a catástrofe do coronavírus". O periódico lembra que o “país tem a maior taxa de contaminação do mundo", que vírus poderia matar até 190 mil pessoas em até 3 meses e cerca de “30 demandas de destituição do presidente foram levadas ao Parlamento".

A capa traz ainda uma charge criticando o desmatamento no Brasil. A ilustração mostra pessoas com máscaras correndo em uma floresta com a descrição "Na França, as florestas são acessíveis". Em um segundo momento, mostra um índio andando entre árvores cortadas e a frase : "no Brasil também".

Na reportagem “Coronavírus: Brasil desarmado face ao colapso da saúde”, que foi divulgada na versão online do jornal nesta segunda, o jornalista Bruno Meyerfeld traz um panorama do combate ao novo coronavírus no país.

O texto, que começa com a narrativa da morte de uma mulher em Manaus, menciona projeções do projeto Covid-19 Brasil que o país já pode ter entre 2,5 milhões e 3,4 milhões de casos de infecção pelo novo coronavírus, o que representaria 15 vezes mais do que as estatísticas oficiais. Ele cita ainda o Imperial College de Londres que aponta que o país tem a maior taxa de contaminação do mundo e a previsão alarmista da Universidade de Washington de que até 193 mil poderiam morrer até o mês de agosto.

Edited by Peidãø Neck

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4 horas atrás, rcaropreso disse:

Pois é, apesar da ciência não incluir a fé em sua análise, ela também não descarta o quanto a "crença" ou força de vontade

A taxa de letalidade do virus é 1% ou 2%,...

Eu to ligado que força de vontade e fé ajudam a melhorar - fazem aumentar o número de anticorpos.

 

Mas esses 1% a 2% é só a taxa de letalidade diretamente relacionada ao corona. Indiretamente o covid matou muito mais!) Ele lotou a rede de saúde - tanto pública quanto privada. Os hospitais privados daqui do Rio já estão lotados a semanas! Adoeceu vários médicos e enfermeiros.

O resultado é que mesmo mais da metada da população estando isolada em casa, os cartórios registraram 40% a mais de morte de um mê para o outro! E esse aumento foi bizarro comparando com a ano anterior. Muita gente morreu por outras doenças por não haver aonde se cuidar.

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13 minutos atrás, Luiz Claw disse:

Eu to ligado que força de vontade e fé ajudam a melhorar - fazem aumentar o número de anticorpos.

 

Mas esses 1% a 2% é só a taxa de letalidade diretamente relacionada ao corona. Indiretamente o covid matou muito mais!) Ele lotou a rede de saúde - tanto pública quanto privada. Os hospitais privados daqui do Rio já estão lotados a semanas! Adoeceu vários médicos e enfermeiros.

O resultado é que mesmo mais da metada da população estando isolada em casa, os cartórios registraram 40% a mais de morte de um mê para o outro! E esse aumento foi bizarro comparando com a ano anterior. Muita gente morreu por outras doenças por não haver aonde se cuidar.

Olá,

Eu sei que ele mata indiretamente, mas BOLSO LÓIDES fazem a conta errada. E só não está morrendo ainda mais gente, porque tem uma parte em casa.

MAS, BRASILEIRO SÓ APRENDE ASSIM, VEJA (destaquei em negrito alguns trechos, para quem não quiser ler tudo):

https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/05/18/vereador-isolamento-pai-covid.htm

Vereador que era contra isolamento muda de ideia após perder pai para covid

 
Sargento Silvano (PSD), vereador de Belém - Arquivo pessoal
 

Sargento Silvano (PSD), vereador de BelémImagem: Arquivo pessoal

Abinoan Santiago

Colaboração para o UOL, em Ponta Grossa

18/05/2020 16h31

Pouco mais de um mês após defender a abertura do comércio no início da pandemia do novo coronavírus no Pará, o vereador de Belém Sargento Silvano (PSD) teve dez pessoas da família infectadas com a covid-19. O pai dele, o aposentado Francisco Rodrigues Lopes, de 65 anos, não resistiu e morreu ontem, entrando para a estatística que contabiliza 1.330 óbitos pela doença no estado. São 14.734 infectados.

A defesa pelo fim do isolamento social ocorreu em 27 de março, em uma rede social. O vereador escreveu que, em um mês, "todos" iriam ver que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) "tinha razão" sobre a abertura imediata do comércio como medida para "preservar os empregos".

 

Meus amigos(as), com 30 dias todos verão que o presidente Bolsonaro tinha razão (abertura imediata do comércio). Como parlamentar estou preocupado, e espero que em breve, o governador e os prefeitos apresentem medidas aceitáveis para preservar os empregos. Oro a Deus por isso!

-- @sgtsilvano oliveira (@sgtsilvanorotam) March 27, 2020

"Meus amigos (as), com 30 dias todos verão que o presidente Bolsonaro tinha razão (abertura imediata do comércio). Como parlamentar estou preocupado, e espero que em breve, o governador e os prefeitos apresentem medidas aceitáveis para preservar os empregos. Oro a Deus por isso!", publicou.

Depois da defesa ao presidente, neste período, dez pessoas da família do vereador adoeceram, incluindo ele, a esposa e os filhos. O pai ficou 32 dias com a covid-19, sendo 22 internado e 14 sob respiração mecânica.

Ao ter a família atingida pelo novo coronavírus, o vereador mudou a postura. Em 20 de abril, ele publicou nas redes sociais: "Isso não é uma gripinha (sic), como disse o Bolsonaro. O presidente mente para o povo brasileiro. Bolsonaro perdeu o meu respeito! Falo de tudo que tenho sofrido com minha família nesses últimos dias".

Em entrevista ao UOL, Sargento Silvano confirmou que agora defende o isolamento social. Para ele, não adianta preservar os empregos se a pessoa "não vai levar nada" ao morrer com a doença.

"Agora defendo o lockdown. Meu pai, por exemplo, construiu um patrimônio, mas quando foi enterrado não levou nem a roupa do corpo. Foi enterrado no lençol do hospital e em um saco. O que significa isso? Que defendo o isolamento e lockdown. O emprego é importante, mas se tu morrer, vai sem nada, como aconteceu com meu pai. Estão brigando para abrir o comércio, mas se tu morrer, não vai levar nada, amigo", declarou. "Todo mundo subestimou e não acreditou, mas a morte chegou."

O vereador diz acreditar na ciência. Ele, inclusive, não recomenda a azitromicina e hidroxicloroquina - remédios defendidos por Bolsonaro - por não haver estudos que indiquem a eficácia das medicações.

"Se fossem os remédios ideais para combater isso, não teríamos milhares de mortos. A pessoa tomaria e ficava bom. Como não temos a vacina, o único remédio é o distanciamento social e ele [Bolsonaro] não tem pregado isso. Não vê as manifestações em Brasília? Me revoltei porque fui uma vítima e hoje ainda mais porque perdi um familiar meu", avaliou o vereador que, depois de curado, passou a andar por bairros de Belém para desinfectar as ruas. Ele pontua que por enquanto não pensa em reeleição, apesar de o processo de renovação do mandato "ser algo natural".

 

O vereador Silvano foi um dos mais notáveis apoiadores de Jair Bolsonaro no Pará durante a campanha eleitoral de 2018. A relação entre eles resultou em uma honraria aprovada em 2019 na Câmara Municipal que declarou o presidente como Cidadão de Belém. "Vou ver como tento cancelar isso", adiantou parlamentar.

Silvano afirmou ao UOL que "era Bolsonaro por parte de pai e mãe", mas que agora "é totalmente contra". O rompimento foi motivado pela postura do presidente sobre a pandemia.

"Sou totalmente contra o Bolsonaro hoje, por uma postura louca dele, sem limites. Consegui graças a Deus abrir os meus olhos. Quem fala isso é um cara que deu um título a ele e o conhecia antes de ser candidato, ainda em 2017. Ninguém falava dele e tínhamos um relacionamento bom. Cheguei a andar com ele pelo Pará", comentou.

"Fiquei muito triste com a postura dele, totalmente contrária da realidade, que é o pobre morrendo e o governo federal não investindo o recurso necessário", complementou.

O rompimento gerou críticas de simpatizantes nas redes sociais do vereador, atuante em várias plataformas.

"É fácil criticar quando o problema não chega na sua casa. Minha posição hoje é humanitária e não política. Luto hoje a favor da vida. Se as pessoas estão morrendo, tenho que esquecer o Bolsonaro. Que os críticos não sintam na pele a perda de um pai", finalizou.

Edited by rcaropreso
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bolsonarista te que se fuder de corona  e pronto acabou...

 

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Em 18/05/2020 at 13:38, parana disse:

Uma explicação boa sobre a cloroquina.

Usar, e pq usar.

Ela fez uma live no uol na segunda, NA MESMA SEGUNDA foi desmentida em vários pontos, ela é Pro Trump e irmã politica filiada ao PSL "amiga" de um dos 0x(o sem pau) do presidente.
Em resumo, ela passou 1 horra dizendo que não defende a cloroquina e sim a Hidroxi, falou que o que MATOU na amazônia foi alta dosagem e com uma baixa seria sem riscos e com eficiência..
Segue ai:
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/05/18/medica-que-defende-cloroquina-interpreta-estudos-de-forma-errada.htm

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5 minutos atrás, DHX disse:

Ela fez uma live no uol na segunda, NA MESMA SEGUNDA foi desmentida em vários pontos, ela é Pro Trump e irmã politica filiada ao PSL "amiga" de um dos 0x(o sem pau) do presidente.
Em resumo, ela passou 1 horra dizendo que não defende a cloroquina e sim a Hidroxi, falou que o que MATOU na amazônia foi alta dosagem e com uma baixa seria sem riscos e com eficiência..
Segue ai:
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/05/18/medica-que-defende-cloroquina-interpreta-estudos-de-forma-errada.htm

Olá,

Resumindo: ela só falou merda. Tá contratada, preenche todos os requisitos.

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Lula comemora impacto do coronavírus na política liberal de Guedes

'Ainda bem que a natureza criou esse monstro chamado coronavírus para que as pessoas percebam que apenas o Estado é capaz de dar a solução', disse petista

Por Mariana Muniz - Atualizado em 19 maio 2020, 17h30 - Publicado em 19 maio 2020, 17h29

 

https://veja.abril.com.br/blog/radar/lula-comemora-impacto-do-coronavirus-na-politica-liberal-de-guedes/

 

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