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Coronavírus (bagulho ta tenso)


MR Zumbi
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2 horas atrás, sonda 2 disse:

Esse tipo de situação está até destruindo famílias pois muitas inimizades estão ocorrendo devido a politização eu por exemplo não falo com o meu irmão e nem com minha sobrinha

Na boa, perder proza e contato com familiar, ainda irmão!! por questão politica num vale a pena cara.Acho que alguem tem que seder, talvez na humildade de se desculpar, e voltar a se unir.

Minha sobrinha fez inferninho na orelha do meu pai por essas questões.

O véio veio babando prá cima de mim.Resultado....discutimos.

Fui pra casa, relaxei, esfriei a cabeça.

Conheço meu pai, é carrancudo, daqueles ignorantes mesmo.

Voltei lá na casa dele 1 semana depois e ainda tava na bronca.

Depois de 15 dias já voltamos ao normal.

Simplesmente sobre certos assuntos não converso nem opino mais.

Amanhã ou depois perco meu pai e saber que por merdas fiquei afastado dele ou sem dizer o que sentimos de bom, acho que depois você leva esse peso pelo resto de tempo na sua vida.

Mas cada um tem sua opinião.E as vzs o que se ocorre são situações até mais extremas e complexas que a minha.

Só quis deixar meu relato com um exemplo.

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12 horas atrás, rcaropreso disse:

Olá,

https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/apesar-de-fazer-parte-do-grupo-prioritario-bolsonaro-prefere-nao-se-vacinar-contra-a-covid-19.html

 

Apesar de fazer parte do grupo prioritário, Bolsonaro prefere não se vacinar contra a Covid-19

 

O presidente tinha essa opção, já que a vacinação para da sua faixa etária, 66 anos de idade, começou no Distrito Federal

  • Por Jovem Pan
  •  
  • 04/04/2021 13h38 - Atualizado em 04/04/2021 13h48

 

O presidente Jair Bolsonaro preferiu não se vacinar neste sábado, 3, contra a Covid-19. Ele tinha essa opção, já que a vacinação para sua a faixa etária, 66 anos de idade, começou no Distrito Federal. Três postos de vacinação por drive-thru estavam abertos das nove às três da tarde. Ministros e auxiliares tentaram convencer o presidente de tomar a vacina, em uma cerimônia na qual o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, aplicaria no presidente a primeira dose do imunizante de Oxford/AstraZeneca. Mas Bolsonaro relutou. Ao invés disso, Bolsonaro fez um passeio de moto com o ministro da Defesa, o General Braga Netto, e visitou uma comunidade no Itapoã, cidade-satélite do Distrito Federal. O presidente voltou a criticar medidas de isolamento social e negou que esteja incentivando uma “guerra política”.

“Cada vez mais, mais desemprego, mais fecha tudo, mais ‘fica em casa’. Cada vez mais gente comendo menos, alguns passando por necessidades seríssimas e nós temos que vencer isso daí”, disse o presidente. Na chegada ao Palácio da Alvorada, Jair Bolsonaro foi questionado sobre o fato de não ter se vacinado. Segundo ele, se acharem que ele deve se vacinar, “não teria problema” em buscar um posto de saúde. O presidente também comemorou os dois dias consecutivos em que o país aplicou um milhão de vacinas por dia contra a covid-19 e disse que espera brevemente alcançar “um número grande de vacinados”. Sobre a diferença entre o número de doses distribuídas pelo Governo Federal e o número de doses aplicadas, ele admitiu que falta “melhor comunicação de estados e municípios com o Ministério da Saúde”.

 

 

 

Meldels do ceu, só acredito pq foi a JP que postou, deve ser o ¨jornalismo¨ que mais chupa o pal do presidento, ou era, parei de acompanhar pq os cara eram vergonha alheia demais, falavam cada absurdo sem nexo pra defender o bolso, espero que tenham melhorado, o pior era aquele programa pingos nos Is, nem sei se tem ainda.

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12 minutos atrás, Aldighieri disse:

Meldels do ceu, só acredito pq foi a JP que postou, deve ser o ¨jornalismo¨ que mais chupa o pal do presidento, ou era, parei de acompanhar pq os cara eram vergonha alheia demais, falavam cada absurdo sem nexo pra defender o bolso, espero que tenham melhorado, o pior era aquele programa pingos nos Is, nem sei se tem ainda.

Olá,

Sim, esse programa ainda existe e continuam puxando saco do bolsonaro... inclusive é isso o que dá mais veracidade à notícia.

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2 horas atrás, parana disse:

Na boa, perder proza e contato com familiar, ainda irmão!! por questão politica num vale a pena cara.Acho que alguem tem que seder, talvez na humildade de se desculpar, e voltar a se unir.

Minha sobrinha fez inferninho na orelha do meu pai por essas questões.

O véio veio babando prá cima de mim.Resultado....discutimos.

Fui pra casa, relaxei, esfriei a cabeça.

Conheço meu pai, é carrancudo, daqueles ignorantes mesmo.

Voltei lá na casa dele 1 semana depois e ainda tava na bronca.

Depois de 15 dias já voltamos ao normal.

Simplesmente sobre certos assuntos não converso nem opino mais.

Amanhã ou depois perco meu pai e saber que por merdas fiquei afastado dele ou sem dizer o que sentimos de bom, acho que depois você leva esse peso pelo resto de tempo na sua vida.

Mas cada um tem sua opinião.E as vzs o que se ocorre são situações até mais extremas e complexas que a minha.

Só quis deixar meu relato com um exemplo.

Falta de empatia nem de irmão ou sobrinha perdoo

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Olá,

Notícias sobre "aquele ALMOÇO em que o presidente disse que o leite condensado era pra enfiar no rabo da imprensa"... mas tem relação com COVID:

Empresário que reuniu Bolsonaro e sertanejos em almoço está intubado com Covid
Empresário Uugton Batista da Silva está internado em uma UTI em Goiânia.

 

O empresário responsável por organizar um jantar entre Bolsonaro e um grupo de artistas, em meio a pandemia de Covid-19, agora está intubado numa UTI em Goiânia com a doença. O encontro aconteceu no fim de janeiro numa churrascaria em Brasília.

O jantar reuniu personalidades da música sertaneja, e poucos foram vistos usando máscara, ou com distanciamento. Na ocasião, Bolsonaro atacou jornalistas, enquanto o recém-demitido ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, vibrava com os ataques. 

Fonte: Economia - iG @ https://economia.ig.com.br/2021-04-08/empresario-que-reuniu-bolsonaro-e-sertanejos-em-almoco-esta-intubado-com-covid.html

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4 horas atrás, rcaropreso disse:

Olá,

Notícias sobre "aquele ALMOÇO em que o presidente disse que o leite condensado era pra enfiar no rabo da imprensa"... mas tem relação com COVID:

Empresário que reuniu Bolsonaro e sertanejos em almoço está intubado com Covid
Empresário Uugton Batista da Silva está internado em uma UTI em Goiânia.

 

O empresário responsável por organizar um jantar entre Bolsonaro e um grupo de artistas, em meio a pandemia de Covid-19, agora está intubado numa UTI em Goiânia com a doença. O encontro aconteceu no fim de janeiro numa churrascaria em Brasília.

O jantar reuniu personalidades da música sertaneja, e poucos foram vistos usando máscara, ou com distanciamento. Na ocasião, Bolsonaro atacou jornalistas, enquanto o recém-demitido ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, vibrava com os ataques. 

Fonte: Economia - iG @ https://economia.ig.com.br/2021-04-08/empresario-que-reuniu-bolsonaro-e-sertanejos-em-almoco-esta-intubado-com-covid.html

O tal do ditado:

" o peixe morre pela boca".

Aqui em SP 80 mil mortos e sem luz no fim do túnel.

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Olá,

Nenhuma surpresa.

Osmar Terra  e os bolsogados afirmaram que covid mataria menos que h1n1, no maximo 800 pessoas.

Cientistas, médicos, o proprio mandetta, avisaram que teríamos centenas de milhares de mortos, se nao tomassemos cuidado.

Desde dezembro, cientistas avisam: Fevereiro, Março e Abril serao terríveis e podemos chegar a 5000 mortos por dia.

 

Os números da TRAGÉDIA, infelizmente, mostram quem está certo.

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Hoje crítico do STF, Bolsonaro apoiou Corte para abertura de CPI em 2007

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vem desde ontem criticando o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso e a própria Corte pela decisão de determinar ao Senado a abertura da CPI da Covid. Mas em 2007, quando ainda era deputado federal, Bolsonaro apoiava uma possível decisão do STF para obrigar a abertura da CPI do Apagão Aéreo na Câmara, o que acabou acontecendo.

CPI da Covid: Bolsonaro apoiou STF para abertura de CPI em 2007 (uol.com.br)

 

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4 horas atrás, Zariel disse:

Já 'Nintendo' mais nada!!

 

 

 

Falow!!!

Já tem questão da cepa da Africa por exemplo, que parece que a vacina da Pfizer não resolve...
Ainda tem os muitos casos registrados de falsas aplicações, não digo que foi casos que tu trouxe (até porque SBT, programa de maluco é quase um pingos nos Is isso dai...) mas infelizmente nenhuma vacina funciona 100%, ainda mais uma como essa que foi feita em tempo recorde, acho que primeiro temos que ter uma porção significativa vacinada depois realmente ver essas questões.

Edited by DHX
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É obvio que vai continuar morrendo pessoas.

Essas vacinas ai são igual os Ps2, Ps3, Xbox360 quando lançaram.

Coitado de quem os comprava, certeza que ia dar pau.

E com o tempo foi sendo aperfeiçoado, corrigindo as falhas.

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  • 2 weeks later...

Bolsonaro usou seus poderes para atrapalhar o combate à pandemia, mostra estudo de universidade dos EUA

jair-bolsonaro-rindo-2020.jpeg

O Brasil tinha os mecanismos necessários para lidar de maneira exemplar com a pandemia, mas as escolhas do presidente Jair Bolsonaro transformaram o combate à covid em um fracasso mundial. Essa é a conclusão de um longo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O estudo, transformado em livro e divulgado nesta quinta-feira, 22, compila análises de cerca de 60 pesquisadores sobre as políticas públicas de controle da pandemia adotadas por 30 países de todos os continentes. Os resultados mostram que países que tiveram desempenho melhor durante o período analisado seguiram as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e aliaram medidas de saúde a políticas sociais.

Os autores ressaltam no estudo que o Brasil era classificado como o país da América Latina mais preparado para lidar com emergências de saúde pública, segundo o sistema Global Health Security Index. Também contava com um sistema de vigilância em saúde bem desenvolvido e tinha um bom histórico com epidemia porque respondeu com às emergências da Aids, da hepatite C e da influenza (H1N1).

"Não podemos voltar no tempo e rever a história, mas, se o presidente tivesse escolhido outros caminhos, o Brasil poderia ter apresentado um desempenho muito melhor. Poderíamos ser um exemplo", diz Elize Massard, professora da FGV e uma das autoras do estudo.

A pesquisa mostra a forma com que Bolsonaro usou todos os poderes constitucionais para fazer valer a sua agenda, minimizar a pandemia e boicotar ações de estados. O estudo lembra que o presidente iniciou, em abril do ano passado, uma "campanha agressiva" em apoio ao uso da cloroquina, remédio ineficaz para a covid. Essa posição acabou derrubando dois ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, e colocando o general Eduardo Pazuello no cargo. O texto aponta que Pazuello trocou técnicos por militares em cargos gerenciais importantes no Ministério da Saúde, "decisão duramente criticada pela comunidade da saúde pública".

Elize destaca que o presidente tem o poder de indicar e exonerar ministros, mas que não é comum uma intervenção tão forte. "Bolsonaro interferiu no Ministério da Saúde como nunca antes visto no período democrático. Ele interveio em protocolos de tratamento e até no modo de divulgação dos dados da pandemia."

Outras ações de Bolsonaro que dificultaram o enfrentamento da pandemia são mencionadas no estudo. Uma delas foi a demora no fechamento das fronteiras terrestres e aéreas, que estão sob a jurisdição federal. O presidente também editou medidas provisórias para atrapalhar as ações de governadores, como a que incluiu dezenas de serviços na lista de essenciais - de igrejas a salões de beleza. Essa foi uma clara tentativa de impedir o fechamento de atividades, ação importante para garantir o isolamento social e diminuir a disseminação do vírus.

O estudo também diz que Bolsonaro defendeu políticas de saúde que refletem a "pseudociência" e o "negacionismo" e contribuiu para a desinformação sobre a pandemia. Ele decidiu ignorar as orientações da OMS e as políticas de saúde baseadas em evidência temendo que isso pudesse gerar consequências econômicas negativas, diz a pesquisa. O chefe do executivo também relutou em liberar o auxílio emergencial.

"Houve pouca coordenação entre os ministérios da Economia e da Saúde. Para combater a pandemia deve haver políticas sociais que protejam os trabalhadores e permitam às pessoas ficarem em casa", diz Elize. A pesquisadora fala que a falta de alinhamento entre as políticas sociais e de saúde também aconteceu em alguns países, enquanto outros souberam manejá-las de forma adequada. Um dos países que conseguiu fazer isso foi a Alemanha, criando pacotes econômicos com objetivo de estimular a economia, apoiar empresas, proteger empregos e mitigar o impacto da crise em pessoas menos privilegiadas.

Em relação ao Brasil, a pesquisa diz que o auxílio emergencial foi a política social mais importante durante a pandemia, garantindo a sobrevivência de muitos cidadãos durante o período em que foi disponibilizado. Por outro lado, o texto lembra que o Ministério da Economia atrasou o início do programa e que houve uma disputa na Câmara dos Deputados para que o valor fosse fixado em R$ 600 - o governo federal queria um auxílio de R$ 200.

O estudo conclui que Bolsonaro fez de tudo para negar o conhecimento científico e atrapalhar o combate à pandemia. O estrago causado pelo coronavírus no Brasil só não foi maior, segundo a pesquisa, porque o País tem uma infraestrutura de vigilância sanitária bem desenvolvida para lidar com pandemias. A rede de atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS) também foi apontada como essencial para mitigar o impacto da covid-19.

A atuação dos Estados e prefeituras foi destacada como outro fator que ajudou a controlar o caos no País. O estudo diz que os governadores lideraram a resposta do Brasil à pandemia e ganharam popularidade porque seguiram as orientações da ciência, o que parece ter "enfurecido" o presidente e seus apoiadores.

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https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/04/28/instituto-butantan-vai-comecar-producao-da-butanvac-anvisa-ainda-aguarda-documentacao-para-testes-em-humanos.ghtml

 

Instituto Butantan vai começar produção da Butanvac; Anvisa ainda aguarda documentação para testes em humanos

Vacina pode ser a 1ª contra Covid-19 produzida no Brasil sem importação de matéria-prima, mas só foi testada em animais. Nesta terça, Anvisa solicitou mais informações ao Butantan para liberar testes em humanos.

 

Será que é bom?

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23 minutos atrás, Luiz Claw disse:

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/04/28/instituto-butantan-vai-comecar-producao-da-butanvac-anvisa-ainda-aguarda-documentacao-para-testes-em-humanos.ghtml

 

Instituto Butantan vai começar produção da Butanvac; Anvisa ainda aguarda documentação para testes em humanos

Vacina pode ser a 1ª contra Covid-19 produzida no Brasil sem importação de matéria-prima, mas só foi testada em animais. Nesta terça, Anvisa solicitou mais informações ao Butantan para liberar testes em humanos.

 

Será que é bom?

Só de não depender de insumos importados, SE O BRASIL tivesse REAL INTERESSE de se livrar desse inferno, já estava jogando dinheiro em cima do Butantan.

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1 hora atrás, DHX disse:

Só de não depender de insumos importados, SE O BRASIL tivesse REAL INTERESSE de se livrar desse inferno, já estava jogando dinheiro em cima do Butantan.

Mais fácil o Bozo mandar dinheiro para a Venezuela do que para o Butantã em SP

Como ficaria o #foradoria?

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uma bela bofetada no focinho dos anti-vacinas...

Morte por covid despenca entre maiores de 80 anos após início da vacinação

As pessoas com mais de 80 anos foram 12,7% dos que morreram de covid-19 em abril de 2021 até o dia 26. É o menor percentual desde o início da pandemia. Em dezembro de 2020, o grupo respondia por 28,6% das mortes. A proporção caiu pela metade desde que começou a vacinação no país, 

O grupo com menos de 60 anos responde por 35,1% das mortes em abril. É o recorde na pandemia e a 1ª vez que essa faixa etária tem mais de ⅓ dos mortos. Em dezembro eram 21,6%. Houve alta de 13,5 pontos percentuais.

%7B© Fornecido por Poder360

 

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todos os dias no seu e-mail

Vacina explica

Domingo Alves, professor da Faculdade de Medicina da USP–Ribeirão Preto, atribuiu a queda à imunização contra a covid. “A vacinação que foi mais amplamente feita foi nessa faixa etária“, diz.

Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que 3,9 milhões de pessoas acima de 80 anos tomaram a 1ª dose da vacina. Isso é 88% do objetivo de vacinação nessa faixa.

 

A vacinação daqueles com 60 a 79 anos está mais lenta (63,7% do grupo recebeu a 1ª dose, e parte significativa recentemente). Esse grupo responde em abril por 52,2% dos mortos.

Das 43.374 mortes em abril com dados que já podem ser analisados, 5.507 são de pessoas com mais de 80 anos. Se o padrão pré-vacinação continuasse, o Brasil teria mais do que o dobro, 12.404 das mortes de abril, nessa faixa etária.

Quando receberem a 2ª dose (só 46% dos acima de 80 anos já voltaram para ser vacinados), a tendência é que a diminuição nas mortes seja ainda maior. Outra razão para esperar queda é que parte dos mortos em abril foi contaminada antes, quando a cobertura vacinal era inferior à atual.

Márcio Watanabe, doutor em estatística e professor da Universidade Federal Fluminense, afirma que demora em torno de 40 dias do “início da vacinação do grupo etário e a gente poder ver algum efeito na curva de casos e na curva de óbitos desse grupo vacinado“.

A medida que tempo passar, a gente vai conseguir verificar cada vez mais o efeito da vacina, principalmente nos idosos com idade mais avançada”, diz Watanabe.

Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, afirma que hoje a doença atinge mais os com menos de 60 anos. Segundo ele, isso também pode ter feito a proporção dos mortos com mais de 80 anos diminuir.

Se a doença está atingindo mais jovem, vai ter uma proporção maior de jovens em relação aos idosos, o que não necessariamente pode traduzir em redução de mortes em idosos“, diz Kfouri. Segundo ele, é necessário analisar dados de incidência de mortes entre os idosos. Ou seja, se proporcionalmente ao total de idosos as mortes caíram.

Metodologia

O Poder360 analisou 368.783 registros no banco de dados do SUS, atualizado em 28 abril de 2021. Só foram considerados os casos com informações completas sobre faixa etária e mês de morte.

image.png

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12 horas atrás, sonda 2 disse:

uma bela bofetada no focinho dos anti-vacinas...

Morte por covid despenca entre maiores de 80 anos após início da vacinação

As pessoas com mais de 80 anos foram 12,7% dos que morreram de covid-19 em abril de 2021 até o dia 26. É o menor percentual desde o início da pandemia. Em dezembro de 2020, o grupo respondia por 28,6% das mortes. A proporção caiu pela metade desde que começou a vacinação no país, 

O grupo com menos de 60 anos responde por 35,1% das mortes em abril. É o recorde na pandemia e a 1ª vez que essa faixa etária tem mais de ⅓ dos mortos. Em dezembro eram 21,6%. Houve alta de 13,5 pontos percentuais.

%7B© Fornecido por Poder360

 

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Vacina explica

Domingo Alves, professor da Faculdade de Medicina da USP–Ribeirão Preto, atribuiu a queda à imunização contra a covid. “A vacinação que foi mais amplamente feita foi nessa faixa etária“, diz.

Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que 3,9 milhões de pessoas acima de 80 anos tomaram a 1ª dose da vacina. Isso é 88% do objetivo de vacinação nessa faixa.

 

A vacinação daqueles com 60 a 79 anos está mais lenta (63,7% do grupo recebeu a 1ª dose, e parte significativa recentemente). Esse grupo responde em abril por 52,2% dos mortos.

Das 43.374 mortes em abril com dados que já podem ser analisados, 5.507 são de pessoas com mais de 80 anos. Se o padrão pré-vacinação continuasse, o Brasil teria mais do que o dobro, 12.404 das mortes de abril, nessa faixa etária.

Quando receberem a 2ª dose (só 46% dos acima de 80 anos já voltaram para ser vacinados), a tendência é que a diminuição nas mortes seja ainda maior. Outra razão para esperar queda é que parte dos mortos em abril foi contaminada antes, quando a cobertura vacinal era inferior à atual.

Márcio Watanabe, doutor em estatística e professor da Universidade Federal Fluminense, afirma que demora em torno de 40 dias do “início da vacinação do grupo etário e a gente poder ver algum efeito na curva de casos e na curva de óbitos desse grupo vacinado“.

A medida que tempo passar, a gente vai conseguir verificar cada vez mais o efeito da vacina, principalmente nos idosos com idade mais avançada”, diz Watanabe.

Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, afirma que hoje a doença atinge mais os com menos de 60 anos. Segundo ele, isso também pode ter feito a proporção dos mortos com mais de 80 anos diminuir.

Se a doença está atingindo mais jovem, vai ter uma proporção maior de jovens em relação aos idosos, o que não necessariamente pode traduzir em redução de mortes em idosos“, diz Kfouri. Segundo ele, é necessário analisar dados de incidência de mortes entre os idosos. Ou seja, se proporcionalmente ao total de idosos as mortes caíram.

Metodologia

O Poder360 analisou 368.783 registros no banco de dados do SUS, atualizado em 28 abril de 2021. Só foram considerados os casos com informações completas sobre faixa etária e mês de morte.

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Olá,

Não se preocupe, quem é anti-vacina vai dar uma explicação (que serve para eles) para justificar essa redução.

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