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MR Zumbi

Filmes e Séries... estreias, comentarios e assuntos em geral sobre o cinema

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Batwoman | Série será exibida no Brasil pela HBO

Série estreia hj 17 de abril, às 22h

 

A HBO nos traz a primeira temporada em oito episódios de Batwoman, a sombria e fascinante heroína da DC Comics. A Batwoman será interpretada por Ruby Rose e percorrerá as ruas de Gotham City para lutar contra o mal na ausência do Batman, mas também contra seus demônios pessoais.

Kate Kane está de volta à Gotham City. Logo no início vemos que ela está marcada pelo trauma da péssima relação que mantém com seu pai e pela perda de sua mãe e irmã, que morreram em um acidente quando ela ainda era pequena. O Batman, como já sabemos, esteve envolvido na tragédia, e ela sabe que ele é parcialmente culpado.

Dessa maneira, Kate é tão complexa quanto Bruce Wayne, que é justamente seu primo, desaparecido da cidade há bastante tempo, assim como o próprio Batman.

Descobriremos que Kate, antes de chegar a Gotham City, esteve em um duro treinamento em terras distantes e que foi expulsa da academia militar por manter um relacionamento com sua companheira de estudos, Sophie Moore, interpretada por Meagan Tandy.

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Logo Kate descobrirá que seu primo era o Cavaleiro das Trevas, e nela surgirá um turbilhão de emoções e ódio que fará com que se aprofunde nos segredos do misterioso justiceiro, a ponto de se converter em uma heroína noturna com capa e máscara.

Também nos será apresentado Luke Fox (Camrus Johnson), filho de Lucius Fox. Lucius era o encarregado dos negócios das empresas Wayne. Foi interpretado, como você se lembrará, por Morgan Freeman na trilogia de Christopher Nolan.  Batman Begins (2005), The Dark Knight (2008) e The Dark Knight Rises (2018). Mas desta vez estará seu filho Luke, como o guardião dos segredo do Batman.

Também estará, em uma luta entre o bem e o mal, o próprio pai da Kate, o coronel Jacob Kane (Dougray Scott), que criou a Crows Security, uma empresa de segurança muito próxima do paramilitar, com o objetivo de acabar com o crime de Gotham City.

Eles enfrentarão uma misteriosa personagem feminina conhecida como Alice (Rachel Skarsten), uma criminosa perigosa que age com violência extrema. Essa personagem será muito importante para a Kate. O passado as unirá, mas também as condenará.

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Batwoman e o Arrowverso

Batwoman fez sua aparição na célebre revista Detective Comics em meados dos anos cinquenta. Desde então, teve algumas participações pelo mundo dos quadrinhos sem ter um arco próprio. Em alguns momentos, inclusive desapareceu por completo. Mas em 2009, ela ganhou a sua própria revista, aparecendo como a nova guardiã de Gotham City.

Em 2010, a DC fez o relançamento dos chamados Novos 52, que consistiu em uma espécie de recomeço do zero de 52 séries da marca com o propósito de apresentá-las com uma nova cara para as gerações atuais; foi aí que a Batwoman obteve seu visual e seu enredo atual.

Com esse visual, a Batwoman também entra no Arrowverso, onde continua sendo a nova guardiã de Gotham City após o desaparecimento do Batman e uma importante figura LGTBI+ dentro do universo dos quadrinhos.

Um fato paradoxal: a Batwoman foi criada com o propósito de estabelecer um romance com o Batman. Na época, os comentários sobre a homossexualidade do super-herói (por sua proximidade com o Robin) eram extremadamente fortes e os editores estavam sendo censurados. Outro motivo também foi a publicação do livro La Seducción de los inocentes naquela época. Esse livro foi escrito pelo psiquiatra Fredric Wertham que argumentava que os quadrinhos corrompiam a juventude. O livro, como você poder ver, produziu uma grande influência na opinião pública.

Cabe destacar que, como Arrowverso, esta é uma franquia de mídias (especialmente as de televisão) e um multiverso que mistura enredos, cenários e personagens dos quadrinhos da DC. A franquia começou com Arrow, cujo protagonista é o Arqueiro Verde. Daí o nome Arrowverso. Entre as séries que o compõe estão The Flash, Vixen,Legends of Tomorrow, Supergirl e Black Lightning, entre outras que são para a internet. A série Batwoman também se juntará ao Arrowverso.

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Ruby Rose interpreta a heroína noturna

A atriz, modelo, DJ e apresentadora de televisão australiana Ruby Rose interpreta a heroína noturna. Rose é abertamente homossexual. Ela também é muito atlética e já a vimos fazendo cenas de ação em filmes como John Wick: Chapter 2 (2017), onde teve uma luta corpo a corpo com facas contra Keanu Reeves. Ruby Rose está, sem dúvida, preparada para assumir o papel.

A partir de 17 abril, não perca Batwoman, Na HBO e HBO GO.    

 

 

 

 

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meodeos

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Vi o primeiro episódio quando saiu

É lamentável, patético mesmo

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Posted (edited)

Estreias da Netflix em Maio: Batman está entre os destaques

A Netflix está repleta de grandes lançamentos em maio. Entre os filmes que serão disponibilizados, estão a trilogia Batman de Christopher NolanIlha do Medo com Leonardo DiCaprio e Hulk, protagonizado por Eric Bana.

Grandes títulos do terror também serão disponibilizados no catálogo, como AnnabelleSobrenatural - A Origem e o clássico Psicose, de Alfred Hitchcock. Os amantes da série também não ficarão sem opções: Já na sexta-feira, a nova produção de Ryan Murphy, Hollywood, chega à plataforma.

The Eddy, obra do vencedor do Oscar Damien Chazelle, tem estreia marcada para o próximo sábado (08/05). Confira todas as estreias abaixo:

 
ESTREIA DE FILMES

Batman Begins (01/05)

 

 

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Batman Vs Superman (01/05)

 

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Ilha do Medo (01/05)

 

 

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Dias Sem Fim (01/05)

 

 

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Sobrenatural: A Origem (01/05)

 

 

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Você Nem Imagina (01/05)

 

 

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Noite em Fuga (01/05)

 

 

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Lucas Netto em: Acampamento de Férias 2 (04/05)

 

 

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Desejo de Matar (10/05)

 

 

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A Missy Errada (13/05)

 

 

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Um Crime Para Dois (22/05)

 

 

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Psicose (22/05)

 

 

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Hulk (22/5/2020)

 

 

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Ted (22/05)

 

 

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Paixão Obsessiva (28/05)

 

 

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ESTREIA DE SÉRIES

Hollywood (01/05)

 

4640267.jpg Hollywood (Nova série de Ryan Murphy, criador de Glee e American Horror Story)


Noite Adentro (1/5/2020)

 

 

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Billions - 5ª Temporada (04/05)

 

 

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Supermães - 4ª Temporada (06/05)

 

 

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The Eddy (08/05)

 

 

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Valéria (08/05)

 

 

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Outlander - 4ª Temporada (11/05)

 

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Gotham - 5ª Temporada (13/05)

 

 

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White Lines (15/05)

 

 

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Dinastia - 3ª Temporada (23/05)

 

 

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ESTREIA DE DOCUMENTÁRIOS

Maior Viagem - Uma Aventura Psicodélica (11/05)

 

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Condenados Pela Mídia (11/05)

 

 

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Human Nature (15/05)

 

 

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ESTREIA DE ANIMES

Scissor Seven - 2ª Temporada (07/05)

 

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Dorohedoro (28/05)

 

 

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ESTREIA DE DESENHOS

Go! Go! Cory Carson: Chrissy (01/05)

 

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Thomas e Seus Amigos - Visitando a Rainha (01/05)

 

 

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Thomas e Seus Amigos - Feira de Novidades (01/05)

 

 

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Thomas e Seus Amigos - O Futuro Chegou (01/05)

 

 

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PJ Masks - Heróis de Pijama (07/05)

 

 

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She-Ra e as Princesas do Poder - 5ª Temporada (15/05)

 

 

 

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Edited by MR Zumbi

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Ilha do medo é um filme q eu não esqueço

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15 horas atrás, burn disse:

Ilha do medo é um filme q eu não esqueço

irado mesmo esse filme...
Away

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Alguém aí acompanha westworld? 

Eu achei essa temporada fraca. Vamos se depois do final wtf a próxima seja melhor. 

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nao vi essa terceira ainda, mas pra mim westworld teve um final perfeito na segunda

nao tinha necessidade nenhuma de forcarem uma sequencia

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21 minutos atrás, burn disse:

nao vi essa terceira ainda, mas pra mim westworld teve um final perfeito na segunda

nao tinha necessidade nenhuma de forcarem uma sequencia

Como assim? Se terminasse na segunda temporada por mim ficaria inconclusivo, pois ficaria aquela pergunta se os anfitriões conseguiriam ou não dominarem o "mundo real" e acabar com a humanidade.

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exatamente

o final perfeito

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12 horas atrás, Jin Kazama disse:

Alguém aí acompanha westworld? 

Eu achei essa temporada fraca. Vamos se depois do final wtf a próxima seja melhor. 

ta ai uma serie que vi acho que os 5 primeiros episodios e não dei seguimento......
finalizei a nova temporada de Better call saul, e o final promete que a proxima temporada já vai chegar com o pé na porta

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59 minutos atrás, MR Zumbi disse:

ta ai uma serie que vi acho que os 5 primeiros episodios e não dei seguimento......
finalizei a nova temporada de Better call saul, e o final promete que a proxima temporada já vai chegar com o pé na porta

Eu também vi recentemente a última temporada de Better Call Saul, uma das melhores séries (se não a melhor) atualmente.

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Derivada de "Breaking Bad", “Better Call Saul” leva os spin-offs a outro patamar

Série da Netflix teve sua quinta e penúltima temporada encerrada no fim de abril

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A fórmula é mais do que conhecida na indústria do entretenimento: quando uma produção atinge grande sucesso, os responsáveis por ela aproveitam para aumentar ganhos explorando seu universo. Pode ser com bonecos e outros objetos que fazem referência a personagens, pode ser com novas produções derivadas (“spin-offs”, no jargão dos estúdios). Poucas vezes deu tão certo como no caso de Better Call Saul, que a Netflix produz em associação com a Sony e a AMC, rede que levou ao ar a histórica Breaking Bad.

Poucas séries tiveram uma curva dramática tão coerente e bem formulada como Breaking Bad, que terminou em 2013, após cinco temporadas. Está nas possibilidades oferecidas por sua dramaturgia o segredo da qualidade de Better Call Saul, que se propõe a narrar a jornada do personagem-título, o advogado de “porta de cadeia” Saul Goodman (Bob Odenkirk), antes que ele se aproximasse dos traficantes da produção original, que se passa em Albuquerque, cidade norte-americana localizada a quatro horas da fronteira com o México.

Humanista revoltado com o sistema, vilão dócil e cativante, Saul já tinha um fascínio todo particular em Breaking Bad; em Better Call Saul (título tirado do slogan que ele usava para vender seus serviços), descobrimos que se trata de um sujeito ainda mais complexo, com personalidade moldada pelas relações problemáticas com o irmão bem-sucedido e com o ofício pelo qual é apaixonado.

Esse não é seu nome de batismo. Sua trajetória até a transformação no “inocente vigarista” a quem havíamos sido apresentados quando a jornada narrada era a da transformação do pacato Walter White no criminoso Eisenberg (Bryan Cranston), protagonista de Breaking Bad, nos proporciona uma visita a recônditos obscuros da alma humana – aqueles que não se quer nunca despertar, sob pena de a reação ser incontrolável. Para o personagem, a trama da série é uma longa provação, que parece chegar ao ápice no oitavo episódio da recém-finalizada quinta e penúltima temporada, quando ele se vê perdido no deserto do Novo México. Das grandes provações não se sai o mesmo, mas, nessa série, como nas maiores construções dramáticas que conhecemos, mais do que isso, se sai mais humanizado – ainda que mais contraventor.

A exposição da intimidade de Saul acaba por impactar quem está ao seu redor. É quando crescem, com ele, personagens como sua companheira Kim Whexler (Rhea Seehorn) e o capanga Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks). Esse último sabemos como termina em Breaking Bad, já Kim não existe na série original. Poderia, ela própria, ganhar a sua série derivada, e então mergulharíamos a fundo na alma de uma advogada competente, capaz de ascender sem burlar o sistema, mas, paradoxalmente, se apaixonar por quem se rebela contra esse mesmo sistema. Teríamos um spin-off do spin-off. O que atesta o quanto Better Call Saul é capaz de ressignificar e redimensionar as derivadas no âmbito da indústria, levando-as a um patamar muito superior ao de sua premissa estritamente comercial.

A série, embora reproduza com competência a forma e a encenação de Breaking Bad, ganhou vida própria ao ir além da original, mostrando que isso também é possível em derivações – algo talvez inédito nessa ainda incipiente “era de ouro” da TV.

Seja lá como Kim, Mike e Saul terminarem, seja lá qual for o fim de Nacho Varga (Michael Mando), Howard Hamlin (Patrick Fabian) e Lalo Salamanca (Tony Dalton), vai ficar uma vontade de ver mais.

Onde ver
Todas as cinco temporadas estão na Netflix. A sexta e última será exibida em 2021.

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Liga da Justiça | Snyder Cut não passará por filmagens adicionais

Segundo jornalista, orçamento liberado pela HBO Max deve ser dedicado à finalização de efeitos visuais e gravação de diálogos adicionais

Apesar de ter liberado entre US$ 20 e 30 milhões para que Zack Snyder termine sua versão de Liga da Justiça, a HBO Max não permitiu que o diretor comandasse filmagens adicionais do filme. Segundo Umberto Gonzalez, jornalista do TheWrap, o orçamento designado pela plataforma deve ser designando para efeitos visuais e gravação de vozes para diálogos adicionais, além da trilha sonora.

Não haverá nenhum tipo de refilmagem com nenhum ator [para o Snyder Cut]”, disse Gonzalez no podcast oficial do veículo. “Snyder queria filmar e pretendia rodar fotografia adicional, mas a HBO Max disse ‘não, não vai acontecer. Vamos dar dinheiro para pós-produção, efeitos visuais, trilha sonora e até ADR [“reposição automática de diálogo”, em inglês] mas sem nenhuma refilmagem nesse longa”.

Por conta do suicídio de sua filha, Zack Snyder abandonou o projeto em 2016. Joss Whedon assumiu as filmagens depois da saída, mas a reação negativa em torno do filme estimulou os rumores em torno da versão original do longa, já que muito material planejado pelo cineasta não entrou na versão final, além do tom ser inconsistente. O filme foi lançado em novembro de 2017 e arrecadou cerca de US$ 657 milhões no mundo, enquanto esteve em cartaz.

Desde então surgiu a campanha Release The Snyder Cut, que pedia pela mitológica versão do diretor. Não só o público mais fiel apoiou, mas também os atores, como Jason Momoa (Aquaman). Recentemente a campanha foi divulgada pelos fãs em cartazes ao redor da Califórnia, financiados pelos próprios seguidores. Comovidos pelo suicídio da filha de Snyder, que o afastou do projeto da DC, o movimento ajudou a arrecadar mais de US$ 100 mil para prevenção do suicídio, com fãs se mobilizando pela causa.

A versão de Zack Snyder de Liga da Justiça foi enfim confirmada em maio de 2020, durante uma live de perguntas-e-respostas após uma sessão comentada de Homem de Aço (2013). O lançamento está previsto para 2021 no streaming HBO Max.

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Recomendo a série Last Dance sobre o Michael Jordan e o Chicago Bulls, 10 episódios, pra gente que teve a adolescência praticamente nesse período, é massa pra caralho.

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nao tinha ouvido nada a respeito, vou atras

vlwz nelson

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uma série que é animal tbm é sobre formula 1: drive to survive

pra quem é fã do esporte, e assiste tendo ou não brasileiro correndo, é altamente recomendado

.

sobre as séries, outlander é uma novela de época até interessante. conta um pouco da guerra entre Escócia e Inglaterra. pra quem ta afim de pegar um sotaque britânico, recomendo

 

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Liga da Justiça: Snyder Cut terá Darkseid

A primeira imagem do vilão da DC no filme foi revelada

Odiretor Zack Snyder confirmou o vilão Darkseid na versão "Snyder Cut" do filme Liga da Justiça. Além disso, o cineasta também publicou uma imagem do personagem, que aparecerá na versão exclusiva do serviço HBO Max em 2021.

Publicada no Twitter, a imagem em baixa resolução não revela muitos detalhes sobre a aparência de Darkseid, mas confirma que Ray Porter -- que recentemente confirmou que ele interpretou o vilão em partes descartadas do filme -- finalmente será apresentado no papel.

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Não se sabe como Darkseid se encaixará na trama do filme, e relatos sugerem que ele aparece em um prólogo ao filme, após o clímax da versão original.

Snyder confirmou que o aguardado Snyder Cut estreará no HBO Max em 2021 e pode se tornar um filme de quatro horas ou, até mesmo, um série episódica. Vimos o elenco celebrar a notícia. O chefe do HBO Max, Bob Greenblatt, admitiu que o custo de entre US$ 20 milhões e US$ 30 milhões pela nova versão era baixo demais, e que custaria mais devido à "radical reimaginação deste filme". As novas gravações não terão o elenco original, no entanto.

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Em 17/04/2020 at 19:45, MR Zumbi disse:

Batwoman | Série será exibida no Brasil pela HBO

Série estreia hj 17 de abril, às 22h

 

A HBO nos traz a primeira temporada em oito episódios de Batwoman, a sombria e fascinante heroína da DC Comics. A Batwoman será interpretada por Ruby Rose e percorrerá as ruas de Gotham City para lutar contra o mal na ausência do Batman, mas também contra seus demônios pessoais.

Kate Kane está de volta à Gotham City. Logo no início vemos que ela está marcada pelo trauma da péssima relação que mantém com seu pai e pela perda de sua mãe e irmã, que morreram em um acidente quando ela ainda era pequena. O Batman, como já sabemos, esteve envolvido na tragédia, e ela sabe que ele é parcialmente culpado.

Dessa maneira, Kate é tão complexa quanto Bruce Wayne, que é justamente seu primo, desaparecido da cidade há bastante tempo, assim como o próprio Batman.

Descobriremos que Kate, antes de chegar a Gotham City, esteve em um duro treinamento em terras distantes e que foi expulsa da academia militar por manter um relacionamento com sua companheira de estudos, Sophie Moore, interpretada por Meagan Tandy.

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Logo Kate descobrirá que seu primo era o Cavaleiro das Trevas, e nela surgirá um turbilhão de emoções e ódio que fará com que se aprofunde nos segredos do misterioso justiceiro, a ponto de se converter em uma heroína noturna com capa e máscara.

Também nos será apresentado Luke Fox (Camrus Johnson), filho de Lucius Fox. Lucius era o encarregado dos negócios das empresas Wayne. Foi interpretado, como você se lembrará, por Morgan Freeman na trilogia de Christopher Nolan.  Batman Begins (2005), The Dark Knight (2008) e The Dark Knight Rises (2018). Mas desta vez estará seu filho Luke, como o guardião dos segredo do Batman.

Também estará, em uma luta entre o bem e o mal, o próprio pai da Kate, o coronel Jacob Kane (Dougray Scott), que criou a Crows Security, uma empresa de segurança muito próxima do paramilitar, com o objetivo de acabar com o crime de Gotham City.

Eles enfrentarão uma misteriosa personagem feminina conhecida como Alice (Rachel Skarsten), uma criminosa perigosa que age com violência extrema. Essa personagem será muito importante para a Kate. O passado as unirá, mas também as condenará.

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Batwoman e o Arrowverso

Batwoman fez sua aparição na célebre revista Detective Comics em meados dos anos cinquenta. Desde então, teve algumas participações pelo mundo dos quadrinhos sem ter um arco próprio. Em alguns momentos, inclusive desapareceu por completo. Mas em 2009, ela ganhou a sua própria revista, aparecendo como a nova guardiã de Gotham City.

Em 2010, a DC fez o relançamento dos chamados Novos 52, que consistiu em uma espécie de recomeço do zero de 52 séries da marca com o propósito de apresentá-las com uma nova cara para as gerações atuais; foi aí que a Batwoman obteve seu visual e seu enredo atual.

Com esse visual, a Batwoman também entra no Arrowverso, onde continua sendo a nova guardiã de Gotham City após o desaparecimento do Batman e uma importante figura LGTBI+ dentro do universo dos quadrinhos.

Um fato paradoxal: a Batwoman foi criada com o propósito de estabelecer um romance com o Batman. Na época, os comentários sobre a homossexualidade do super-herói (por sua proximidade com o Robin) eram extremadamente fortes e os editores estavam sendo censurados. Outro motivo também foi a publicação do livro La Seducción de los inocentes naquela época. Esse livro foi escrito pelo psiquiatra Fredric Wertham que argumentava que os quadrinhos corrompiam a juventude. O livro, como você poder ver, produziu uma grande influência na opinião pública.

Cabe destacar que, como Arrowverso, esta é uma franquia de mídias (especialmente as de televisão) e um multiverso que mistura enredos, cenários e personagens dos quadrinhos da DC. A franquia começou com Arrow, cujo protagonista é o Arqueiro Verde. Daí o nome Arrowverso. Entre as séries que o compõe estão The Flash, Vixen,Legends of Tomorrow, Supergirl e Black Lightning, entre outras que são para a internet. A série Batwoman também se juntará ao Arrowverso.

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Ruby Rose interpreta a heroína noturna

A atriz, modelo, DJ e apresentadora de televisão australiana Ruby Rose interpreta a heroína noturna. Rose é abertamente homossexual. Ela também é muito atlética e já a vimos fazendo cenas de ação em filmes como John Wick: Chapter 2 (2017), onde teve uma luta corpo a corpo com facas contra Keanu Reeves. Ruby Rose está, sem dúvida, preparada para assumir o papel.

A partir de 17 abril, não perca Batwoman, Na HBO e HBO GO.    

 

 

 

 

Essa Batwoman parece uma cospobre.

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Ela/elo saiu

"I have made the very difficult decision to not return to Batwoman next season," Rose said in her official statement on May 19 when the news of her departure first broke. "This was not a decision I made lightly as I have the utmost respect for the cast, crew and everyone involved with the show in both Vancouver and in Los Angeles."

:lula:

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Em 25/05/2020 at 10:44, PekSGN disse:

Recomendo a série Last Dance sobre o Michael Jordan e o Chicago Bulls, 10 episódios, pra gente que teve a adolescência praticamente nesse período, é massa pra caralho.

Tá na minha lista desde que apareceu.. 

Estou viciado é na série Peaky Blinders.. Pense numa série que me surpreendeu positivamente.. 

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6 minutos atrás, E182 disse:

Estou viciado é na série Peaky Blinders.. Pense numa série que me surpreendeu positivamente.. 

Eu comecei mas não me pegou, achei que seria estilo Boardwalk Empire, mas até agora ficou bem devagar.

 

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Dark desata nós em final carregado de amor e sacrifícios

Última temporada da série alemã chega à Netflix no dia 27 de junho

Quem poderia imaginar que Dark, aclamada e confusa série alemã da Netflix, era uma história de amor o tempo todo? E que o final seria simples como foi, ao contrário das mais complexas teorias? Na verdade, os indícios sempre estiveram lá; nós é que desviamos o olhar, tal qual fizeram os próprios personagens que acompanhamos ao longo de três temporadas impecáveis.

Enquanto as duas primeiras temporadas se encarregam de confundir o espectador a cada revelação atordoante, este último ciclo faz questão de responder (quase) tudo em oito episódios de, em média, uma hora de duração. O que interessa em Dark não é bem o desfecho, mas sim a jornada das famílias Kahnwald, Nielsen, Doppler e Tiedemann, todas fundamentais para o quebra-cabeça instaurado na cinzenta e pacata cidade de Winden, que parece ter um milhão de peças espalhadas pelo chão.

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Outra lição que Dark nos ensinou faz tempo é que o passado, presente e futuro sucedem simultaneamente. O que aconteceu lá atrás reverbera neste exato instante tanto quanto o agora influencia no ontem e no amanhã. A morte de Michael, no primeiro episódio, pôde parecer repentina e sem explicação, mas uma série de acontecimentos levou àquele trágico fim, que impactou diretamente na jornada de Jonas (Louis Hofmann). E se o fim é o começo e vice-versa, precisamos abraçar a ideia de que o que verdadeiramente importa está no desenrolar do caminho.

 

A chegada do apocalipse

A terceira e última temporada de Dark começa logo após a segunda. Uma segunda Martha (Lisa Vicari) surge diante Jonas, em prantos pela morte de Martha (a que conhecíamos até então) nas mãos de Adam. Tomamos conhecimento de que, além de viagens no tempo, o multiverso existe e somos apresentados a um novo mundo, com muito mais protagonismo de Martha, que até então era bem secundária na trama e aqui assume a jaqueta amarela. Ela parece ter as respostas, e pega Jonas (e a todos nós) pela mão para explicar aos poucos.

Jonas, por sua vez, está em casa, mas não naquela em que estava habituado, e é possível sentir toda a confusão e desespero do garoto. Embora o universo paralelo (vamos chamar de Mundo 2) tenha muitas similaridades com o Mundo 1, pequenos detalhes são suficientes para fazer com que Jonas se sinta perdido em um terreno totalmente desconhecido. Novamente, o apocalipse é o grande inimigo, o evento a ser evitado; mas seria ele a resposta para o tão desejado paraíso?

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Sacrifícios por amor

Se pararmos para pensar, todos os personagens de Dark são movidos pelo amor, que requer sacrifícios. Cada decisão, questionável ou não, foi tomada para tentar salvar um ente querido. Ulrich, desesperado pelo sumiço de Mikkel, entrou na caverna e feriu Hegel como tentativa de evitar o desaparecimento do filho anos à frente. O objetivo-mor de Claudia é fazer com que Regina, sua filha, sobreviva no fim. Até Noah, sempre misterioso e com ar de vilão, tem um motivo nobre por trás de suas atitudes.

No entanto, Dark não é uma série de vilões e mocinhos. É um quebra-cabeça fadado a ser desmontado e montado em um ciclo sem fim, onde luz e sombra não são extremos, mas semelhantes.

Déjà vu

A estranha sensação de estar diante de uma situação que parece já ter vivido antes, déjà vu, não só dá nome ao primeiro episódio da terceira temporada, como permeia os capítulos finais como um todo, desde a nova abertura espelhada à toda uma reprise no Mundo 2, que parece idêntico, mas ao mesmo tempo tão diferente.

Há uma cena em especial de Dark 3 que, instantaneamente, remete a um dos momentos mais agoniantes de Interestelar (2014), de Christopher Nolan; mas ao invés da agonia, a beleza de como tudo sempre esteve conectado e redondinho do começo ao fim assume as rédeas. Provavelmente, todos vamos passar a pensar na sucessão de acontecimentos (trágicos ou belos) que precisaram acontecer para que estivéssemos onde estamos no exato momento de um déjà vu -- eles nunca mais serão encarados do mesmo jeito.

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Dark não traz um final divisivo e chega ao fim como uma das melhores produções originais da Netflix. Quem queria respostas, as terá, com exceção de uma ou outra ponta solta e origens subentendidas. Pouco importa. Dark se tornou o fenômeno que é pelo conjunto folclórico: a cor amarela da jaqueta em meio ao cinza predonimante, o idioma alemão, a trilha sonora que, em todo episódio faz questão de trazer um respiro, recapitulação e tranquilidade antes do fim, e as confusas idas e vindas entre tempos, personagens e ciclos. O nó foi desatado, mas é das cartas embaralhadas de que sentiremos falta.

A terceira e última temporada de Dark estreia na Netflix em 27 de junho.

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preferível um final descomplicado que uma coisa que se arrasta pra algo idiota, tipo LOST e FRINGE...

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Aquele série coreana de zumbis, Kingdom, é legal tmb.

Vou começar a ver segunda temporada essa semana

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